meco

71 atletas correm despidos no Meco

Os preconceitos foram a primeira coisa a ser ‘enterrada’ na areia. Para trás ficou também a roupa, porque a 4ª Légua Nudista Internacional da Praia ...

sesimbra

Foto do dia da NASA é de um portugu...

Fotografia do Eclipse Penumbral da Lua no Castelo de Sesimbra, captada por Miguel Claro, destacada no Astronomy Picture of the Day Uma imagem c...

caparica

Crianças brincam com granada em pra...

Granada tipo morteiro foi descoberta num caixote de lixo. O guarda do parque de estacionamento da praia da Mata na Costa da Caparica, Almada, r...

fontelha

Plano para a Fonte da Telha prevê d...

Fonte da Telha Setembro 2016 Pescadores vão ser realojados num novo bairro e quase todos os estabelecimentos comerciais terão de ser relocaliza...

2016 Feira Medieval em Palmela (vídeo)

71 atletas correm despidos no Meco

meco
Os preconceitos foram a primeira coisa a ser ‘enterrada’ na areia. Para trás ficou também a roupa, porque a 4ª Légua Nudista Internacional da Praia do Meco, em Sesimbra, corre-se ou caminha-se “como se veio ao Mundo”. Ontem, 71 atletas percorreram os cinco quilómetros da prova, voltando a quebrar o recorde de participação.

O evento distingue-se por não impor idade mínima, juntando pais e filhos, mas também por não ser uma atividade exclusiva dos praticantes de nudismo. “A maioria dos participantes não faz naturismo, são colegas meus de corrida. Fazem todo o tipo de provas e esta é só mais uma, ao natural”, explicou ao CM José Sousa, de 44 anos, responsável pela organização da prova, criada em 2013. Para 2017, o objetivo já está traçado: esperam conseguir pôr 100 pessoas a correr nuas no areal do Meco. Este ano, o vencedor cumpriu a prova em menos de 25 minutos. À meta chegou também Carlos Marques, de 78 anos, sendo o participante mais velho da prova. “É a segunda edição em que participo e para mim é normal. Também já fiz dez maratonas”, remata, sem desculpas.

Ler mais em: Correio da Manhã

2016 Palmela Feira Medieval

Foto do dia da NASA é de um português — e tem o Castelo de Sesimbra

Fotografia do Eclipse Penumbral da Lua no Castelo de Sesimbra, captada por Miguel Claro, destacada no Astronomy Picture of the Day

sesimbra

Uma imagem captada pelo astrofotógrafo português Miguel Claro no dia 16 de Setembro é o destaque do dia 23 de Setembro do site Astronomy Picture of the Day, gerido pela NASA.

A fotografia retrata a “Harvest Moon”, a Lua Cheia de Setembro, que, como conta o fotógrafo por email ao P3, permitia aos agricultores nos campos do hemisfério norte “fazer a colheita pela noite fora sem dificuldade”.

No entanto, no dia 16 de Setembro, deu-se um fenómeno, quase imperceptível aos olhos dos leigos: “Esta Lua (…) nasceu um pouco mais escurecida que o normal na Europa (…) pois ocorreu sob a influência de um Eclipse Penumbral Lunar, que não sendo tão espectacular como um Eclipse Total da Lua, mostrou nos céus de Portugal uma lua cheia ligeiramente escurecida na parte superior do disco”.

É o que se vê nesta imagem captada em sequência durante cerca de 25 minutos a 700 metros do Castelo de Sesimbra. Não é a primeira vez que uma fotografia de Miguel Claro chama a atenção da NASA — a última menção foi em Abril. Também já outros portugueses foram destacados.

Veja mais em::::> Público

2000 Almada – Desfile de Carnaval

<

iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/RiguGD_mTkg" frameborder="0" allowfullscreen>

1999 Almada – Aurora Bargado

Crianças brincam com granada em praia na Costa da Caparica

caparica

Granada tipo morteiro foi descoberta num caixote de lixo.

O guarda do parque de estacionamento da praia da Mata na Costa da Caparica, Almada, reparou num grupo de crianças a brincar com uma granada. O homem colocou o engenho à sombra e chamou a GNR. As autoridades criaram um perímetro de segurança e evacuaram uma parte do parque de estacionamento. Segundo a GNR ao Correio da Manhã, o alerta foi dado às 12h40 e trata-se de uma “granada tipo morteiro” que estava num caixote de lixo. A GNR da Costa da Caparica isolou a zona e foi ativada uma equipa de desativação de bombas. A granda estava “inerte” e foi recolhida.

Ler mais em: Correio da Manhã

Plano para a Fonte da Telha prevê demolição de casas e bares de praia

fontelha

Fonte da Telha Setembro 2016

Pescadores vão ser realojados num novo bairro e quase todos os estabelecimentos comerciais terão de ser relocalizados. Execução do plano de pormenor tem um custo estimado de 29,5 milhões de euros.

O Plano de Pormenor da Fonte da Telha, em consulta pública até 12 de Novembro, prevê a demolição de quase todas as construções existentes na zona entre a Arriba Fóssil da Costa da Caparica e o cordão dunar daquela zona de frente atlântica do concelho de Almada. O objectivo é deslocalizar casas e estabelecimentos comerciais construídos sem licença ou em locais demasiado expostos ao avanço do mar, construindo um novo bairro para os pescadores, melhorando acessibilidades e requalificando a área natural envolvente.

As intervenções, que segundo o documento terão um custo total de 29,5 milhões de euros, deverão servir para “lavar a cara” de uma zona das zonas mais procuradas pelos banhistas (8000 a 10.000 por dia) dos concelhos de Lisboa e da Margem Sul do Tejo durante o Verão, concretizando algumas medidas planeadas há mais de 20 anos.

A Fonte da Telha começou por ter um pequeno núcleo de pescadores, no início do século XX, que foram construindo habitações não licenciadas – nos meados da década de 1950 seriam cerca de 30. A ocupação foi evoluindo e no final da década de 1980 foram contabilizados 670 edifícios, sobretudo casas de férias.

Apesar da demolição de grande parte das habitações ilegais (576) no final dos anos 80 e início dos anos 90, o desordenamento mantém-se. Casas dispersas, sem qualquer plano urbanístico e sem as infra-estruturas necessárias, encaixadas na arriba ou sobre o cordão dunar, fazem daquela zona “um aglomerado [que se estende ao longo de dois quilómetros] urbanisticamente desqualificado e paisagisticamente degradado”, lê-se no relatório do plano de pormenor.

Agora, a Câmara de Almada quer intervir numa área de 85 hectares, na faixa litoral entre o mar e a arriba fóssil, incluindo as áreas de ocupação urbana de origem clandestina, a praia e o cordão dunar. Vão ser demolidas praticamente todas as habitações, onde residem perto de 400 pessoas, e criado um novo bairro com 70 casas destinadas à comunidade piscatória, dando prioridade às pessoas que comprovem ter ali a primeira habitação (pelo menos 20% das casas são ocupadas apenas sazonalmente). Os restantes moradores serão realojados fora da área de intervenção, em habitações municipais.

No novo aglomerado serão também relocalizados 19 estabelecimentos comerciais e uma unidade de alojamento local. O restaurante Retiro do Pescador é um dos que terão de se mudar. “Não estou de acordo, mas vamos ver. Não sabemos se nos vão arranjar outro espaço ou não, temos que aguardar”, diz o actual proprietário Hélder Silva, que herdou o negócio dos avós. “Estamos aqui há 60 anos, isto começou por ser uma barraquinha de madeira”, descreve o também pescador, mais preocupado com o restaurante do que com a habitação, que também irá abaixo. “Sei que vou ter direito a outra”, diz, lamentando não saber “mais nada”.

Segundo a vereadora com o pelouro do Urbanismo na Câmara de Almada, Amélia Pardal, em Outubro serão organizadas sessões de esclarecimento com toda a população envolvida. “Este não é um documento acabado, terá correcções e ajustamentos em função dos resultados da discussão pública”, ressalva a autarca, antecipando um “processo difícil” e com resistências por parte da comunidade.

Sublinhando que o objectivo deste plano é também salvaguardar “a história, a identidade e a memória” daquela comunidade, Amélia Pardal garante que não se pretende aumentar a procura naquela zona, que considera já “suficiente e importante”, mas sim requalificar a oferta. “Aquele território não tem capacidade para acolher mais gente, mas é preciso que acolha bem quem lá vive e quem lá vai”.

Além das habitações clandestinas, o plano de pormenor prevê também a demolição integral de sete dos dez bares e restaurantes de apoio à praia (o Rampa, o Lareira e o Bambu Bar foram já construídos de acordo com as indicações do plano de ordenamento da orla costeira), e a reconstrução em cotas mais altas, uma vez que a zona está sujeita a galgamentos marítimos e à queda de blocos das arribas. Em 100 anos, a cota de galgamento oceânico (onde o mar pode chegar em dias de tempestade) estará nos 10,9 metros, segundo os cálculos científicos. Por isso, o documento propõe também a reconstituição do sistema dunar com reposição de areias até à cota dos 12 metros, com a construção de passadiços sobre-elevados para acesso à praia.

A zona a demolir será integrada na Rede Ecológica Nacional, estando prevista a sua arborização. Está prevista também a recuperação da vegetação autóctone degradada e a plantação de espécies características das zonas costeiras.

A vereadora do Urbanismo salienta que a execução do plano não é uma responsabilidade exclusiva da Câmara de Almada, mas também do Governo e do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas. Isto significa também que as medidas previstas não serão financiadas apenas por fundos municipais. “Vamos sugerir ao Governo a candidatura a fundos comunitários, no âmbito do Portugal 2020, que nos permitam implementar este plano”, afirma, vincando que este novo quadro comunitário de apoio é “uma oportunidade única de regeneração e reabilitação do território”.

Outras medidas previstas:

Instalação de um sistema de acesso condicionado, na intersecção da Estrada Florestal com a Estrada da Descida (que dá acesso à zona da praia), a funcionar durante a época balnear, e construção de duas rotundas na Estrada Florestal com sinalização electrónica sobre a capacidade do parqueamento junto à praia
Reperfilamento da Estrada da Descida, com integração de um passeio para peões de um lado e de uma ciclovia do outro. Na ciclovia será instalado um mecanismo para apoio à subida de bicicletas. Esta ciclovia vai articular-se com dois percursos – um na Estrada Florestal, outro paralelo ao passeio marítimo.
Alargamento da área destinada aos peões junto ao núcleo urbano, onde a circulação automóvel será exclusiva para moradores e veículos de emergência
Criação de parques de estacionamento ao longo da frente de mar e dentro do novo bairro (para moradores), com capacidade total para 873 veículos e com pavimentos permeáveis.
Instalação de paragens de autocarro na Estrada Florestal e construção de um terminal de autocarros no Largo da Chegada (ao fundo da Estrada da Descida), ajuste nos horários dos transportes colectivos que servem a zona
Dinamização do Transpraia, com redução do preço dos bilhetes e alterações nos horários, e ainda extensão do comboio até ao penúltimo apoio de praia
Instalação de um teleférico para ligar a cota da Mata dos Medos e a zona da Aroeira à cota das praias, uma ideia que faz lembrar a proposta feita há 15 anos pelo Grupo SIL (proprietário do empreendimento Herdade da Aroeira), chumbada pelo Governo. Mas segundo a vereadora Amélia Pardal, esta é apenas “uma hipótese de trabalho”.
Instalação da Lota e de áreas destinadas a arrumos de equipamentos associados à prática balnear em frente à Praça dos Pescadores
Instalação na antiga escola primária de um equipamento de apoio às escolas de surf e kitesurf

Notícia corrigida às 10h41: custo das medidas será de 29,5 milhões de euros, não de 29,5 mil milhões

Notícia actualizada às 18h32: acrescenta declarações da vereadora do Urbanismo na Câmara de Almada

Veja mais em :::> Público

Polícia Marítima destrói 210 bolas de Berlim

bolasberlim

Vendedor não possuía licença e transportava os bolos sem condições de higiene.

A Polícia Marítima apreendeu e destruiu esta terça-feira 210 bolas de Berlim nas praias de São João, na Costa da Caparica, Almada. O vendedor estava a sair do areal, após ter vendido 99 bolas de Berlim, quando foi interceptado pelos agentes. Segundo o comunicado da Polícia Marítima, o vendedor não tinha “autorização ou licenciamento prévio” para vender os bolos. Para além da falta de licença, o vendedor tinha várias caixas com bolas de Berlim numa viatura sem “caixa isotérmica para transporte de alimentos perecíveis, estando os bolos acondicionados em caixas de plástico sem as mínimas condições higieno-sanitárias, sem guia de transporte, nem documento comprovativo do local e hora de fabrico”. “Na ação foram empenhados dois agentes e uma viatura TT da Polícia Marítima”, lê-se ainda no comunicado.

Ler mais em: Correio da Manhã

Praia na Caparica evacuada devido a mala suspeita

ccaparica
Um mala abandonada em cima de um banco lançou o alerta esta sexta-feira na Costa da Caparica, em Almada. As autoridades mandaram evacuar cerca de cem metros do areal. O alerta foi dado por populares à Polícia Marítima às 9h50. A Polícia Marítima pediu apoio da GNR. Foi definido um perímetro em que não há circulação automóvel, pedonal e não há acesso à praia.

Já esteve no local uma Equipa de Inativação de Explosivos da GNR e pediu a presença de uma equipa de Lisboa para proceder ao rebentamento do objeto. Cerca de duas horas depois, a situação voltou ao normal. A mala foi detonada pelas autoridades de forma controlada.

Ler mais em: Correio da Manhã