Barreiro / Setúbal- Jornadas de Bio...

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Trabalhadores temem perda de centen...

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Autoeuropa assumiu esta sexta-feira, em comunicado, recear a perda de centenas de empregos...

BE questiona Governo sobre exoneraç...

Por Humberto Lameiras 13/05/2020 Em dez anos o Arsenal do Alfeite já teve quatro administrações. A última acabou de ser exonerada e o Bloco de E...

Portugal passará para ‘estado de ca...

Por Carmo Torres -Abril 30, 20200178 António Costa falou aos portugueses após o Conselho de Ministros que aprovou “um plano de transição do estad...

Barreiro / Setúbal- Jornadas de Bioinformática do IPS 3ª edição sobre combate à COVID-19 integralmente em formato online . Até 9 de junho

As Jornadas de Bioinformática do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), que este ano cumprem a sua 3ª edição em formato online, promovem mais uma sessão já na próxima terça-feira, dia 2 de junho, pelas 14h00, conduzida por José Borbinha, docente do Instituto Superior Técnico.

Este ano sob o tema “A Bioinformática no Combate à COVID-19”, a iniciativa é organizada pela coordenação da licenciatura em Bioinformática do IPS e destina-se a todos os profissionais e estudantes da área.

As Jornadas de Bioinformática do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), que este ano cumprem a sua 3ª edição em formato online, promovem mais uma sessão já na próxima terça-feira, dia 2 de junho, pelas 14h00, conduzida por José Borbinha, docente do Instituto Superior Técnico, que abordará em vídeoconferência a temática da colaboração europeia na gestão de dados em Bioinformática, elencando também as oportunidades de investigação no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC-IST-UL).
Este ano sob o tema “A Bioinformática no Combate à COVID-19”, a iniciativa é organizada pela coordenação da licenciatura em Bioinformática do IPS e destina-se a todos os profissionais e estudantes da área, bem como a todos interessados da comunidade externa, entre autarquias, empresas municipais, entidades e empresas privadas. Na quarta-feira, dia 3, pelas 14h30, está ainda prevista uma mesa redonda com diplomados e finalistas da licenciatura, onde se discutirá o ingresso no mercado de trabalho. As jornadas encerram no dia 9 com o workshop de R: “Análises de dados genómicos 101” (14h00-18h00), conduzido por Francisco Pina Martins, docente da ESTBarreiro/IPS e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).

Recorde-se que a licenciatura em Bioinformática do IPS é um curso em associação das escolas superiores de Ciências Empresariais (ESCE/IPS), Saúde (ESS/IPS), Tecnologia de Setúbal (ESTS/IPS) e Tecnologia do Barreiro (ESTB/IPS), sendo uma área do conhecimento emergente, que se situa no interface entre as Ciências Biológicas, a Informática e a Matemática, e que foi fortemente impulsionada pela sequenciação de genomas. A sua aplicabilidade na sociedade atual é vasta, abarcando desde as indústrias farmacêutica e agroalimentar até às empresas de Biotecnologia e de Tecnologias da Informação.

Todas as sessões decorrerão na plataforma Zoom. Antes de cada sessão, será enviada aos inscritos a senha de acesso. Programa e inscrições (gratuitas) em http://jbi.estbarreiro.ips.pt/.

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Trabalhadores temem perda de centenas de empregos no parque industrial da Autoeuropa

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Autoeuropa assumiu esta sexta-feira, em comunicado, recear a perda de centenas de empregos no parque industrial, que está sem condições para trabalhar sete dias por semana, após a pandemia de Covid-19.

Após ter confirmado, no início de abril, que as empresas do parque industrial já tinham despedido 500 trabalhadores temporários desde o início do surto do novo coronavírus, a entidade adiantou que esta sexta-feira mais de mil pessoas já foram para o desemprego e mostrou-se “apreensiva” quanto a mais despedimentos, quando a maior parte das empresas está sem condições para trabalhar em todos os dias da semana.

“Na maioria das empresas, neste momento, não estão reunidas condições para voltar a laborar sete dias por semana (…). Das quatro equipas de trabalho existentes anteriormente, apenas três estão no ativo e a assegurar três turnos diários, de segunda a sexta-feira, o que nos deixa mais apreensivos no que respeita a centenas de postos de trabalho, a juntar aos quase mil que já foram para o desemprego”, lê-se na nota.

A coordenadora das Comissões de Trabalhadores frisou que o “estado de precariedade” na Autoeuropa tem-se “acentuado”, tendo mencionado os despedimentos de “trabalhadores com vínculos laborais temporários” e de “trabalhadores cujos contratos não estão a ser renovados”.

A entidade salientou também que “o regime de ‘lay-off’ simplificado aplicado pelo Governo como medida de apoio às empresas” deve “contemplar a salvaguarda de todos os postos de trabalho”, de forma a que as empresas não “continuem a enviar trabalhadores para o desemprego”, criando “um esforço financeiro em duplicado para o sistema de Segurança Social do país”.

A organização denunciou ainda que algumas das 19 empresas localizadas no complexo industrial, em Palmela, “manifestam a intenção de não cumprirem os acordos internos assinados com as respetivas comissões de trabalhadores”, algo que não está disposta a aceitar.

“A coordenadora vem por este meio comunicar a todas as administrações de todas as 19 empresas implementadas neste parque industrial que, caso não exista um compromisso de cumprimento de todos os acordos em vigor, iremos mobilizar todo o coletivo de trabalhadores no sentido de demonstrar claramente que este é um período em que o esforço tem de ser conjunto e repartido entre trabalhadores e administrações”, refere o comunicado.

Na nota emitida, a organização alegou ainda que a “decisão mais fácil para as empresas tem sido despedir” e que a “legislação portuguesa permite o tipo de decisões que estão a ser tomadas”, tendo pedido aos gestores que “assumam a sua responsabilidade no sentido de haver o menor impacto social possível”.

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores informou ainda que vai enviar pedidos de audiência aos ministérios da Economia e do Trabalho e, possivelmente, às administrações das empresas da Autoeuropa, para encontrar “soluções que garantam o diálogo e a paz social” existentes naquele parque industrial “há mais de 25 anos”.

Lusa

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Câmara Municipal do Seixal aprova 375 mil euros para movimento associativo Lança obra do Parque Metropolitano da Biodiversidade

21 de Maio 2020

A Câmara Municipal do Seixal aprovou hoje, em reunião de câmara, a atribuição de várias comparticipações financeiras para apoio ao movimento associativo e instituições, no valor total de 375 706 euros. Este apoio da autarquia é mais uma medida para combater os efeitos da crise causada pela pandemia covid-19, que também atingiu coletividades e outras associações do concelho.

O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, referiu a este propósito que “sabemos da dificuldade por que passam as nossas coletividades e associações e, por isso, estas verbas serão fundamentais neste momento de crise, que iremos pagar na totalidade no mês de junho, como mais uma medida extraordinária de apoio”.

Nesta reunião de câmara foi também aprovado o lançamento do concurso público para a empreitada do Parque Metropolitano da Biodiversidade, no valor de 626 706,10 euros. O Parque Metropolitano da Biodiversidade, na Verdizela, freguesia de Corroios, pela sua dimensão e localização, assumirá um papel importante na estrutura verde e de recreio do concelho do Seixal, estendendo-se nesta 1.ª fase por cerca de 7 hectares. No futuro, com uma área total de 400 hectares, será o segundo maior parque urbano da Área Metropolitana de Lisboa, depois de Monsanto.

Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, afirmou que “esta 1.ª fase marca o início de um grandioso parque urbano para a população do concelho do Seixal, mas também da Área Metropolitana de Lisboa”.

O parque contemplará percursos pedonais e de bicicleta e fará ligação à Rede de Trilhos de Interpretação Ambiental do Município do Seixal. No local haverá também uma zona de estadia com bancos e mesas e um Espaço de Interpretação e Educação Ambiental, com uma área multiusos que dará apoio aos utentes do parque. Será também criado um pequeno charco biológico que permitirá a visualização de anfíbios em ações de educação ambiental. Todo o parque será acessível a pessoas com mobilidade reduzida.

A proposta de criação de um Parque Metropolitano da Biodiversidade neste lugar é substanciada pela existência, proximidade e ligação a habitats classificados associados a estas zonas húmidas. A valorização destas áreas e a sua proteção é o objetivo principal deste parque, através da requalificação e recuperação da vegetação existente, potenciando a regeneração natural.

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BE questiona Governo sobre exoneração da administração do Arsenal do Alfeite

Por Humberto Lameiras 13/05/2020

Em dez anos o Arsenal do Alfeite já teve quatro administrações. A última acabou de ser exonerada e o Bloco de Esquerda quer saber porquê, e qual a estratégia do Governo para este estaleiro em Almada

A exoneração da administração do Arsenal do Alfeite está a levantar perplexidade no grupo parlamentar do Bloco de Esquerda que, ao saber da mesma, decidiu apurar os motivos desta demissão e qual o futuro dos trabalhadores, pelo que dirigiu uma mão cheia de questões ao Governo, através do Ministério da Defesa Nacional.

No documento apresentado esta semana, para além de perguntar sobre os motivos que levaram a esta exoneração, o BE quer que o Governo explique o “aparente falhanço da estratégia actual e a necessidade de um novo rumo” para esta empresa que, em 2009, em vigência de governo socialista, passou a sociedade anónima de capitais públicos.

Numa terceira questão, pretende saber por que razão o Governo “não considera” que a administração agora exonerada, estaria apta para cumprir os novos objectivos estratégicos do estaleiro, ao que acrescenta sobre qual a previsão do executivo de António Costa para nomear uma nova administração e quais os requisitos para esta escolha.

Numa quinta pergunta, lembra que sendo esta administração a quarta a ser exonerada em dez anos, o BE interroga o Governo sobre se as estratégias definidas em todo este tempo “demonstram uma incapacidade dos diversos governos (PS e PSD/CDS) em estabelecer um rumo concreto que devolva o Arsenal do Alfeite a lugares de destaque mundial relativamente à construção, reparação e manutenção naval”.

Para o BE estas são questões também relacionadas por, nos últimos anos, este estaleiro de “importância estratégica para o país”, tem sido “apartado das suas competências, sendo a sua degradação melhor ilustrada pela perda substantiva do número de trabalhadores, pelo encerramento da sua Escola de Formação e pela consequente perda de valências e know-how”.

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Concurso para novo operador de transporte rodoviário na Área Metropolitana atrasou mas está de pé

Por Humberto Lameiras 15/05/2020

Candidatos ao novo serviço de transportes públicos colocaram mais de 800 questões à AML. Respostas chegam dentro de dias

O concurso internacional para aquisição do serviço público de transporte rodoviário de passageiros na Área Metropolitana de Lisboa (AML), apresentado em Fevereiro último, tem adiado prazos, mas continua activo.

A pandemia instalada nos últimos dois meses obrigou a ajustar metodologias de trabalho, o que teve influência neste adiamento, mas também a obrigatoriedade dos técnicos da AML de responderem às mais de 800 questões levantadas por potencias candidatos, contribuiu para o mesmo.

“O concurso vai para a frente”, garante Carlos Humberto, 1.º secretário da AML, que aponta como última data de referência para submissão de propostas o dia 24 de Maio. Uma data que tem sido empurrada depois de ter sido estabelecido como limite para a submissão de pedidos de esclarecimentos erros e omissões o dia 3 de Abril de 2020, devendo as propostas serem submetidas até 28 de Abril, também deste ano.

Entretanto, foi publicada a Lei n.º 1-A/2020, de 19 de Março, que apontava para adiamento de concursos devido à pandemia Covid-19. O mesmo diploma veio em seguida a ser clarificado com a publicação da Lei n.º 4-A/2020, de 6 de Abril de 2020, que decidiu que esta data limite transitava para 24 de Maio.

Mas é dado como certo que a mesma data é mesmo indicativa, como diz Carlos Humberto. “nem todas as mais de 800 questões colocadas sobre o concurso tiveram ainda resposta; mas assim será dentro de poucos dias”.

Depois de receberem os esclarecimentos solicitados à AML, os candidatos têm 75 dias para apresentarem propostas. A isto segue-se a análise das mesmas pelo júri, a audiência dos interessados, a deliberação da Comissão Executiva Metropolitana de Lisboa e, por último, o visto do Tribunal de Contas, sendo que alguns destes passos não têm um prazo definido.

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Portugal passará para ‘estado de calamidade’ a partir de 4 de Maio

Por Carmo Torres -Abril 30, 20200178

António Costa falou aos portugueses após o Conselho de Ministros que aprovou “um plano de transição do estado de emergência para o estado de calamidade a partir da próxima segunda-feira, 4 de Maio”.

António Costa falou aos portugueses após o Conselho de Ministros que aprovou “um plano de transição do estado de emergência para o estado de calamidade a partir da próxima segunda-feira, 4 de Maio”.

Segundo o primeiro-ministro “estas últimas semanas têm parecido uma eternidade, mas apenas se completa este sábado dois meses desde o primeiro caso detectado em Portugal, e graças ao esforço de contenção de todos os portugueses, foi possível que a pandemia regista-se uma evolução positiva nestes dois meses, em que a curva de crescimento exponencial prevista, contrasta com a realidade.

Ao longo destes dois meses foi possível verificar uma diminuição do risco de transmissibilidade que chegou a atingir 2,53% (cada contaminado poderia contaminar 2 ½ pessoa) passou para 0,92% em todas as regiões do país. E em relação ao número de óbitos, também se atingiu uma estabilização, e o número de doentes recuperados tem vindo a aumentar significativamente.”

Perante isto “não se justificava renovar o estado de emergência, mas isto não quer dizer que a pandemia esteja ultrapassada e o risco não seja elevado, pelo que temos de continuar a combater activamente a pandemia. Temos de manter um nível de contenção elevado mas o Governo entendeu que era o momento de descer um degrau na escala de risco, para estado de calamidade, embora com pequenos passos.

Apesar de tudo, não iremos continuar a nossa vida ‘normal’, e por isso ninguém pode interpretar o estado de emergência como o fim da emergência sanitária e que nos liberta do dever cívico de manter a distancia, e métodos de higienização.”

António Costa afirmou ainda que “temos a garantia por parte da indústria e dos grandes distribuidores de que passaremos a dispor de máscaras em abundância e acessíveis nos supermercados, e que o SNS tem a sua estrutura consolidada, por isso avançamos para o estado de calamidade.

Mas temos a consciência de que há medida que vamos reabrindo um conjunto de actividades, o risco de transmissão vai aumentar, o que exige maior responsabilidade de todos nós.

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Setúbal assinala 1.º de Maio com respeito pelas regras de distanciamento

Por Francisco Alves Rito 01/05/2020

União de Sindicatos de Setúbal (CGTP) fixou marcações na Avenida Luísa Todi e participantes usaram protecção individual

A celebração do 1.º de Maio em Setúbal, em tempo de pandemia, contou com a participação de mais de duas centenas de pessoas e decorreu com respeito pelas regras de convivência decretadas pela Direcção-Geral de Saúde (DGS).

O espaço central da Avenida Luísa Todi foi marcado, com fitas colocadas no chão, em filas a mais de dois metros de distância, e os participantes, na quase totalidade, usaram equipamentos de protecção individual, como máscaras ou viseiras.

Com esta espaçada formação, a acção, promovida pela União de Sindicatos de Setúbal (USS), da CGTP, estendeu-se por largos metros, desde o coreto até quase à passadeira frente à Praça do Bocage.

Os presentes aprovaram uma resolução, pelos direitos dos trabalhadores, salário mínimo nacional de 850 euros e 35 horas de trabalho semanais.

Antes da votação, houve intervenções de responsáveis da USS, como Luís Leitão, que denunciou o que disse ser o aproveitamento por parte de algumas empresas, para, a pretexto da situação provocada pela Covid-19, atentarem contra os direitos dos trabalhadores.

O coordenador da USS acusou as grandes empresas de recorrerem ao lay-off simplificado sem necessidade de o fazerem.

A iniciativa demorou cerca de uma hora, das 15h até perto das 16h, e, após as intervenções, foram cantadas três músicas, entre as quais o hino nacional, a encerrar. No final, os participantes foram convidados a desmobilizar “por filas” de forma a evitar o contacto.

Setúbal foi assim uma das 25 cidades em que a CGTP assinalou o 1.º de Maio com iniciativas de rua. A maior foi o desfile em Lisboa, onde vários trabalhadores e dirigentes de vários concelhos da zona ribeirinha norte do distrito de Setúbal participaram.

Este ano, devido à pandemia, a UGT, incluindo a delegação de Setúbal, optou por assinalar o Dia do Trabalhador através da Internet, com iniciativas nas redes sociais.

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Distrito de Setúbal apenas com mais 1 caso de covid-19 registado no concelho do Seixal

No distrito de Setúbal registam-se 722 casos confirmados (mais 1 que ontem, que foi registado no concelho do Seixal), com o concelho de Almada a liderar ainda a listagem com os mesmos 231 casos de ontem, seguida do Seixal com 163, mais 1 caso que ontem.
Todos os restantes concelhos do distrito mantêm, neste relatório da DGS, os mesmos casos de ontem: Barreiro 89, Moita 61, Setúbal 59, Montijo 44, Sesimbra 20, Palmela 16, Alcochete 14, Santiago do Cacém 14, Grândola 7 e Alcácer do Sal 4 casos, sendo que Sines volta a não fazer parte deste relatório, uma vez que concelhos com menos de três casos não são inseridos na listagem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.
Em internamento encontram-se 936 pessoas, menos 59 que ontem, e há 172 pessoas em cuidados intensivos. Há ainda 1389 casos recuperado, mais 32 que ontem.
A região norte do país continua a ter o maior número de casos, 14.702 casos, e 546 óbitos; o centro tem 3.289 casos e 194 óbitos; Lisboa e Vale do Tejo regista 5.593 casos e 185 óbitos; o Alentejo com 201 casos e mantém 1 óbito; o Algarve tem 330 casos e mantém 12 óbitos; os Açores com 121 casos e sobe para 10 óbitos e a Madeira mantém os 86 casos e sem óbitos.

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Testes a profissionais de lares de idosos arrancam em Setúbal e Palmela

Por Mário Rui Sobral 28/04/2020

Em Setúbal começaram ontem a ser testados oito lares. Em Palmela começam amanhã

Os testes de rastreio à Covid-19 a profissionais de lares de idosos, planeados para toda a Área Metropolitana de Lisboa (AML), tiveram início ontem em oito lares do concelho de Setúbal. No concelho de Palmela começam amanhã e até ao fim desta semana espera-se que, em toda a margem sul do Tejo, sejam realizados 250 testes por dia a profissionais de lares.

Realizados nas instituições sociais, em Setúbal e Palmela os testes aos funcionários são monitorizados por técnicos da Faculdade de Ciências, do Instituto Superior Técnico e do Instituto de Medicina Molecular, à semelhança do que também será aplicado em todos concelhos da AML.

Tal como em Setúbal, no concelho de Palmela a realização dos testes de rastreio é ainda antecedida de visitas técnicas aos equipamentos por técnicos do Serviço Municipal de Proteção Civil, da Segurança Social e da Autoridade de Saúde Pública.

Estas visitas permitem avaliar planos de contingência das instituições e a preparação dos profissionais, para a eventualidade de se registar um caso positivo na instituição.

Medidas que vêm responder às expectativas avançadas na passada semana pelo presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Amaro.

No decorrer deste processo, em toda a AML vão ser testados oito mil profissionais de lares de idosos e serviços de apoio domiciliário, com uma capacidade instalada de 500 testes por dia, entre as duas margens do Tejo. No entanto, esta capacidade pode aumentar com o envolvimento do Instituto Politécnico de Setúbal e da Fundação Champalimaud.

O secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, já confirmou que espera testar, numa primeira fase, todos os funcionários das estruturas residenciais para pessoas idosas e dos serviços de apoio domiciliário da península de Setúbal, onde ainda não houve qualquer registo de casos de infecção por Covid-19.

 Alentejo conclui testes até ao fim de Maio

O Alentejo vai concluir até ao final de Maio os testes à Covid-19 em todos os lares de idosos da região, assegurou o secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches.

O Governante, responsável pela coordenação da execução do estado de emergência nessa região, avançou à agência Lusa que no Litoral Alentejano “foi fechado o entendimento com a comunidade intermunicipal e os testes também já estão em início”. E no Baixo Alentejo (distrito de Beja], no domingo, os testes preventivos em lares começaram a ser realizados no concelho de Serpa.

“No Alentejo Central [distrito de Évora], já se realizaram mais de 1 300 testes e no norte alentejano [distrito de Portalegre] mais de 2 000, através da Unidade Local de Saúde e da Segurança Social”, disse.

Questionado sobre se os testes preventivos avançaram tarde, o secretário de Estado respondeu que “estaremos sempre a correr atrás do tempo, porque nunca, nem o mundo, nem a Europa, nem o país, estavam preparados para este tipo de pandemia”.

Com Ana Martins Ventura e Lusa

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Trabalhadores da Autoeuropa regressam ao trabalho com limitações devido à pandemia

Apenas 2300 trabalhadores garantem a produção com dois turnos durante a semana.

Sofia Garcia

A fábrica Autoeuropa, em Palmela, voltou a abrir portas esta segunda-feira, depois de mais de um mês encerrada devido à pandemia de coronavírus.

Apesar de ter aberto portas, a empresa vai laborar com limitações. Apenas dois mil e trezentos trabalhadores garantem a produção com dois turnos durante a semana. O uso de máscaras é também obrigatório nas instalações da fábrica.

Foram colocados aparelhos à entrada do espaço para medir a temperatura de todos os trabalhadores que por ali passarem. Quem apresentar uma temperatura elevada terá de medir novamente a temperatura com um termómetro digital.

Os balneários estão fechados, por isso, têm de ir e regressar da fábrica fardados. O refeitório também não funcionará por algum tempo.

A fabricante automóvel voltou ao trabalho esta segunda-feira, após ter decidido suspender a produção a 16 de março, devido à pandemia de Covid-19. O uso de luvas, máscaras ou viseiras está difundido pelo parque industrial e o distanciamento social é obrigatório. 

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