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Parte da cobertura da Cooperativa Piedense, em Almada, colapsou ontem de manhã, sem provocar danos na via pública ou vitimas. De acordo com os Bo...

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Almada investe mais de 6.2 milhões ...

Melhoria das condições das escolas do concelho vai custar mais de 6 milhões de euros, com a câmara a assegurar 5,1 milhões. Município assume investime...

Treze crianças feridas em incêndio ...

TVI 24 2017-03-13 10:45 Chamas obrigaram a evacuar Escola Básica do 2º e 3º Ciclo do Álvaro Velho. No local foram ainda assistidas mais ...

Derrocada do telhado do edifício da Cooperativa Piedense

Parte da cobertura da Cooperativa Piedense, em Almada, colapsou ontem de manhã, sem provocar danos na via pública ou vitimas.
De acordo com os Bombeiros, a área afetada encontra-se devoluta.
Foram ao local meios dos Bombeiros de Cacilhas, Protecção Civil de Almada e PSP.Õ edificio foi recentemente comprado pela Câmara para receber serviços.

Fonte ::::> Correio da Manhã

Ocorreu na manhã de 22 de março de 2017, a derrocada de parte da cobertura do edifício da antiga Cooperativa Piedense, atualmente desocupado, na Cova da Piedade, não se verificando feridos ou danos materiais na rua e prédios envolventes.

Esta derrocada verificou-se apenas para o interior do edifício, sem causar qualquer ferido ou danos materiais na rua e prédios envolventes.

A Câmara Municipal de Almada está a tomar medidas de emergência com vista a conter os danos causados, assim como está a preparar uma reabilitação mais profunda do edifício.

O Município adquiriu recentemente este edifício. O objetivo da autarquia passa por requalificá-lo para que possa receber equipamentos e serviços âncora e, ao mesmo tempo, salvaguardar a memória desta importante instituição da Cova da Piedade.

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Almada investe mais de 6.2 milhões de euros na recuperação de escolas

Melhoria das condições das escolas do concelho vai custar mais de 6 milhões de euros, com a câmara a assegurar 5,1 milhões. Município assume investimentos na construção da nova escola básica e jardim-de-infância de Charneca de Caparica e na requalificação da escola básica da Trafaria

JOAQUIM JUDAS. Presidente da Câmara de Almada queixou-se das condições da Escola Secundária do Monte de Caparica, cujas obras cabem ao Governo

A Câmara Municipal de Almada vai investir 6.207.578.41 euros numa série de obras de melhoramento das condições das escolas do concelho, sendo que dessa verba, 1,1 milhões provêm de comparticipação comunitária através de candidaturas aprovadas ao Portugal 2020.

“Vamos dar início ao processo de construção de um importante equipamento escolar na Charneca da Caparica”, disse Joaquim Judas, presidente da Câmara Municipal de Almada, ontem de manhã em conferência de imprensa.

O autarca referia-se à construção da nova escola de 1.º ciclo e jardim-de-infância na Quinta de Santa Maria, Freguesia de Charneca de Caparica, que começou no início de Março e tem um custo global de 2 milhões e 120 mil euros, totalmente suportados pelo município.

Segundo a autarquia, o estabelecimento vai servir 400 crianças e terá refeitório e cozinha, biblioteca, ginásio, núcleo de gabinetes, zona de casas-de-banho e balneários, recreio coberto, campo de jogos, zona de jogos lúdicos, horta pedagógica e área de recreio. Na proximidade da escola será construído um jardim público e uma zona de estacionamento na Rua Quinta de Santa Maria e na Rua da Paz.

O investimento de 487 mil e 500 euros na requalificação da Escola Básica do 1.º ciclo da Trafaria n.º 1 será também garantido na totalidade pelo município.

Relativamente a outros estabelecimentos, está em fase de concurso público uma obra de requalificação da Escola Básica do 1.º ciclo do Laranjeiro n.º 1, para que funcione em regime normal, e que representa um investimento de 857.975,46 euros.

Já em fase de adjudicação em concurso público encontra-se também outra obra de requalificação da escola de 2.º e 3.º ciclos do ensino básico D. António da Costa, para integração do 1.º ciclo do ensino básico e jardim-de-infância. A obra, de um valor total de 234 mil euros, é feita entre a autarquia e o Ministério da Educação.

No Feijó, a ampliação e requalificação da Escola Básica do 1.º ciclo Maria Rosa Colaço vai custar 1.255.489,71 euros e está também em fase de concurso público. Por sua vez, a Escola Básica do 1.º ciclo da Cova da Piedade n.º 2 será beneficiada com a construção de um refeitório. A obra tem o custo de 182 mil e 817 euros.

Substituição de telhados de fibrocimento

O município de Almada tem igualmente em curso a substituição das coberturas de fibrocimento de 11 escolas de 1.º ciclo do ensino básico e jardins-de-infância do concelho, sob gestão municipal, num investimento global superior a 1 milhão de euros. Neste caso, a comparticipação comunitária é superior a 320 mil euros.

Obras extensíveis a colocação de telheiros e pinturas exteriores, entretanto em fase de adjudicação em concurso público, serão feitas também na Escola Básica do 1.º ciclo da Cova da Piedade n.º 1, no Jardim-de-Infância de Marco Cabaço e Escola Básica do 1.º ciclo do Laranjeiro n.º 2.

Na conferência de imprensa dada ontem, a Câmara Municipal de Almada tornou a manifestar “preocupação pelo estado de degradação” em que funciona a Escola Secundária do Monte de Caparica, em que os alunos têm aulas em contentores com “infiltrações, sem climatização” e “sem espaços comuns adequados”.

Joaquim Judas lembrou que tanto a autarquia como a Assembleia Municipal e os órgãos da Freguesia da Caparica realizaram “insistentes contactos” junto do Ministério da Educação do actual e do anterior Governo, no sentido de desbloquear a resolução do problema, sem que tenham recebido resposta. “Continuamos a não ter investimento na escola do Monte de Caparica”, realçou o presidente.

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Treze crianças feridas em incêndio junto a escola no Barreiro

TVI 24

2017-03-13 10:45

Chamas obrigaram a evacuar Escola Básica do 2º e 3º Ciclo do Álvaro Velho. No local foram ainda assistidas mais 15 pessoas por inalação de fumos e alguns casos de ansiedade, entre eles o proprietário do espaço onde ocorreu o incêndio

Treze crianças foram transportadas para o hospital do Barreiro com ferimentos ligeiros devido a um incêndio, já extinto, em anexos junto à Escola Básica do 2º e 3º Ciclo do Álvaro Velho, Barreiro, disse à agência Lusa uma fonte dos bombeiros.

“Ocorreu um incêndio em três anexos e algum canavial, numa zona contígua à escola. Não atingiu o edifício escolar, mas devido ao fumo muito intenso foi necessário evacuar a escola num total de 900 alunos, que foram deslocados para um local seguro por indicação da Proteção Civil”, disse à Lusa Bruno Loureiro, adjunto de comando dos bombeiros Sul e Sueste, do Barreiro.

O incêndio ocorreu às 08:52, conforme disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, num zona de anexos que fica situada junto à vedação da escola, perto do pavilhão desportivo do estabelecimento.

Bruno Loureiro referiu que o incêndio causou ferimentos ligeiros em 13 crianças, que foram transportadas para o hospital do Barreiro. Nenhum caso é considerado grave.

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Mudança da Transavia para aeroporto do Montijo dependente de ligações ao centro de Lisboa

O vice-presidente da companhia aérea Transavia, Hervé Kozar, argumentou hoje que “quanto mais depressa” o aeroporto complementar ao de Lisboa estiver pronto “melhor”, mas que uma eventual mudança estará dependente das ligações ao centro da capital. Em declarações à agência Lusa, o responsável indicou que os tempos de um aeroporto não são iguais aos das companhias e notou os custos elevados das estruturas aeroportuárias, por isso percebe que leve tempo. “Mas quanto mais depressa [estiver pronto], melhor”, defendeu. Kozar enumerou como possíveis atrações para mudar para o aeroporto complementar do Montijo as taxas, mas também as infraestruturas de ligação ao centro da cidade, uma vez que apostam no segmento das viagens de negócios.

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Idosos assaltados por técnicos de TV

Segundo apurou o CM, foram já identificados por 24 vítimas, que os colocam em 15 furtos qualificados realizados nos últimos oito meses em Setúbal, Azeitão, Sesimbra, Alfarim, Montijo, Quinta do Conde e Palmela

Suspeitos fizeram-se passar por funcionários de uma empresa de telecomunicações

A GNR de Setúbal deteve dois homens e uma mulher suspeitos de se fazerem passar por funcionários de uma empresa de telecomunicações para consumarem diverso crimes de burla e furtos a idosos, anunciou esta quinta-feira a corporação. Segundo um comunicado do Comando Territorial de Setúbal, a mulher fazia-se passar por vendedora de uma empresa de telecomunicações que oferecia grandes vantagens na contratação de serviços. As detenções foram efetuadas em Sesimbra pelos núcleos de investigação criminal de Setúbal e de Palmela. De acordo com a GNR, depois de conseguir que alguns dos supostos clientes assinassem um contrato, a mulher solicitava a presença de outro falso funcionário da referida empresa de telecomunicações para fazer a passagem dos cabos de rede. “Uma vez no interior da residência, enquanto a mulher conversava com as vítimas numa divisão, um dos suspeitos percorria a restante residência e furtava todos os objetos de valor que encontrava, nomeadamente dinheiro e ouro”, refere o comunicado, acrescentando que só depois de os falsos funcionários saírem das residências é que as vítimas detetavam que tinham sido alvo de furto. O GNR refere ainda que a detenção dos três suspeitos – uma mulher brasileira e dois homens portugueses – foi o culminar de uma investigação que decorria há cerca de um ano, período em que os arguidos furtaram diversos objetos de valor no interior de residências, essencialmente de pessoas idosas e a viverem sozinhas. Além das três detenções efetuadas, a GNR apreendeu cerca de 150 gramas de objetos em ouro, uma arma de caça e diversas munições, 500 euros em numerário, uma viatura e diversos telemóveis. Os detidos foram presentes a tribunal na quarta-feira, tendo um deles ficado em prisão preventiva e os outros dois com a obrigatoriedade de se apresentarem semanalmente no posto policial da área de residência.

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Ministro da Educação anuncia intervenções em 142 escolas

Obras representam um investimento total de 175 milhões de euros

Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação Miguel A. Lopes/Lusa

O ministro da Educação disse que há 142 intervenções em escolas de mais de 100 municípios já aprovadas, que representam um total de 175 milhões de euros, mas as obras vão chegar a 150 municípios. “Temos neste momento um pacote financeiro importante relacionado com o Portugal 2020 que vai levar a obras em mais de 150 municípios. Já foram aprovados 142 investimentos com mais de 100 municípios num montante global de 175 milhões de euros. Os restantes investimentos estão neste momento em negociação”, disse o ministro Tiago Brandão Rodrigues na comissão parlamentar de Educação e Ciência, onde hoje foi ouvido por requerimento do PSD. O ministro referiu ainda alguns casos concretos, como o da escola secundária João de Barros, no Seixal, cuja portaria de extensão de encargos para realização de obras já foi publicada, as quais devem ter início “dentro de três ou quatro meses”, uma vez que, disse Tiago Brandão Rodrigues, “existem prazos legais que têm que ser vencidos”, como os do Tribunal de Contas. Sobre a escola secundária do Monte da Caparica, em Almada, para onde hoje a associação de estudantes convocou uma manifestação para reivindicar a finalização das obras paradas desde 2011, o ministro disse estar a trabalhar para que a intervenção possa acontecer ainda este ano. Já assinada está a portaria de encargos para as obras na escola de música e de dança do Conservatório Nacional, e a tutela disse estar a trabalhar para que o mesmo possa acontecer com o Liceu Camões, em Lisboa, e com a escola básica do Parque das Nações. Questionado pelo PSD sobre as obras na escola secundária Alexandre Herculano, no Porto, que recentemente foi encerrada por decisão da direção por falta de condições nas instalações, e sobre se será necessário redistribuir alunos por outras escolas da proximidade para que as obras de fundo no edifício se possam concretizar, o ministro disse que não é construtor civil. “Não sou construtor civil, não entendo de construção civil, e a pertinência de deslocar alunos e de poder congregar os trabalhos de requalificação será algo que os arquitetos terão que dizer oportunamente. Eu não o direi. Tudo está a ser feito para que a requalificação possa acontecer o mais brevemente possível com os instrumentos financeiros e organizativos do Ministério da Educação”, disse Tiago Brandão Rodrigues. O ministro afirmou ainda que há “dezenas de intervenções que vão acontecer ao longo deste ano por utilização de investimento direto da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares”. De acordo com dados da tutela, as obras em escolas a realizar em parceira com os municípios — que partilham com o Estado o custo da contrapartida nacional ao financiamento comunitário — devem totalizar 200 intervenções em escolas do 2.º e 3.º ciclo e do ensino secundário, com um custo estimado de 200 milhões de euros. Estas obras, em parceria com os municípios acontecem ao abrigo dos Pactos para o Desenvolvimento e Coesão Territorial celebrados no âmbito do Acordo de Parceria Portugal 2020. Ainda segundo o Ministério da Educação, no âmbito do quadro comunitário Portugal 2020 as autarquias vão avançar com obras em estabelecimentos do pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, num total de 300 intervenções com um custo estimado de 120 milhões de euros. No total, o Governo prevê que sejam gastos 320 milhões de euros em 500 intervenções nas escolas no âmbito do programa Portugal 2020. As portarias de extensão de encargos têm sido publicadas em Diário da República à medida que os acordos com as autarquias são assinados.

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Trinta e duas crianças assistidas em escola de Alcochete

Alunos têm entre 10 e 13 anos e estão a ser assistidos

Trinta e duas crianças da Escola Básica Rei D. Manuel I, em Alcochete, que se queixam de tonturas e dificuldades respiratórias, estão esta quarta-feira a ser assistidas por uma equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), informaram os bombeiros. Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, os bombeiros foram alertados às 14h41 para um problema com uma única criança, mas cerca das 16h10, o INEM já estavam monotorizar 17 crianças, com idades entre os 10 e os 13 anos, todas com os mesmos sintomas: tonturas e dificuldades respiratórias. Durante a tarde, surgiram novos casos aumentando para 32 crianças. As causas prováveis dos problemas de saúde detetados não foram ainda divulgadas. A agência Lusa tentou ouvir os responsáveis da escola, mas não foi possível estabelecer contacto. O CM sabe que pelo menos três crianças foram transportadas para o Hospital do Barreiro.

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