Marchas sairam à rua em Almada

25 de Junho 2019 União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas "As Marchas Populares de Almada voltaram a animar a noite ...

Sapadores de Setúbal protestam fren...

Horários, escalas e respeito pela profissão são exigências dos Bombeiros Sapadores de Setúbal que hoje, ao lado de sindicalistas, estiveram em protest...

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Câmara cede edifício da Cooperativa...

Instalação dos Juízos de Execução, de Trabalho e Local Cível de Almada Boletim Almada Março/Abril 2019 Dinamizar o centro da Cova da Piedade...

Marchas sairam à rua em Almada

25 de Junho 2019

União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas

“As Marchas Populares de Almada voltaram a animar a noite de São João, padroeiro de Almada. O desfile realizou-se no dia 23 de Junho na Avenida Povo MFA, em Cacilhas.

As nossas freguesias estiveram muito bem representadas com a Marcha da Al-Madan, com o tema: Al-Madan traz Portugal no coração; a Marcha do Pragal, com o tema: SRUP celebrada nas Festas de Almada; a Marcha da SFUAP,
com o tema Cova da Piedade está de volta – O que eras e o que és e a Marcha do Beira-Mar de Almada, com o tema: A festa passa por Cacilhas.

Excelentes coreografias, fatos e vestidos, arcos, músicas e letras, com grande dedicação e alegria, encheram-nos de orgulho!

Parabéns a todos! Foram fantásticos!”

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União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas

DESFILE DAS MARCHAS NA FREGUESIA DA COSTA


InfoCosta

“As marchas infantis Sai & Age e “Os Costinhas” e as marchas da Rua 15 e Popular da Costa de Caparica, cumpriram a tradição e desfilaram ontem (24 Jun) pelas artérias da cidade com um desfile na Praça da Liberdade e mais tarde, no Largo dos Apóstolos, protagonizaram uma exibição para as centenas de populares presentes.”

Foto: infocosta

Conceição Ribeiro Gomes

“Que estou de Alma cheia de ORGULHO Por Marchar Ao Vosso Lado Obrigado por me Escolherem como Madrinha tenhos os Marchantes Mais Lindos Obrigado José Pacheco por Seres como és ao Meu Padrinho Bruno Frazao porque com uns Padrinhos Assim quase que Houve Porrada Mas Foi tudo A brincar Ninguem Se Zanga Em Almada ….ESTAMOS JUNTOS QUE VENHA A PROXIMA ETAPA ….ADORO-VOS A TODOS/AS …um Beijo do Tamanho do Mundo Da Madrinha A Nossa Marcha E Linda A minha Marcha Ruas Bairro.”

Junta da União das Freguesias de Caparica e Trafaria

“No feriado de S. João, a noite do Arraial da Caparica, organizado pela Junta no Parque do Fróis, encheu-se de música, luz, cor e carinho, com centenas de pessoas a aplaudirem as marchas populares da freguesia.

Exibiram-se as quatro marchas que estão no concurso concelhio: Marcha da Associação Capa Rica, Marcha da Associação Juvenil Lifeshaker, Marcha do Centro Comunitário do PIA 2 e Marcha da Associação Ruas do Bairro.”

Inês de Medeiros

Presidente da C.M. Almada

“Noite de marchas, cheia de cor, de inventividade, de talento e de alegria. Estão todos de parabéns! As marchas foram lindas.”

Foto: Inês de Medeiros

Fotos Cibersul

Sapadores de Setúbal protestam frente à Câmara

Horários, escalas e respeito pela profissão são exigências dos Bombeiros Sapadores de Setúbal que hoje, ao lado de sindicalistas, estiveram em protesto frente ao edifício da Câmara. Querem ser ouvidos e aguardam agora que o executivo municipal os receba ou responda

oram 17 os Bombeiros Sapadores de Setúbal que se concentraram hoje frente à Câmara Municipal a exigirem “melhores condições de trabalho e um horário mais digno”. O protesto convocado pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) foi marcado para as 10h00 e, segundo a sindicalista Patrícia Teixeira, contavam que uma delegação dos manifestantes fosse ouvida pela presidente Maria das Dores Meira ou pelo vereador Carlos Rabaçal, responsável pelo pelouro da Protecção Civil e Bombeiros.

“Os trabalhadores exigem horários justos e mais dignos”, afirma a sindicalista que refllecte ainda o descontentamento dos bombeiros pela “desregulação horária” exigindo que “seja respeitada a escala horária”.

O caderno reivindicativo exige ainda o “cumprimento do ACEP (Acordo Colectivo Entidade Pública) estabelecido com o STAL”, “o direito ao gozo das tolerâncias de ponto que a autarquia atribui aos restantes trabalhadores e discrimina os sapadores”, e o “tratamento igual para todos os bombeiros e respeito pela sua dignidade profissional”.

Outra das questões que que o STAL coloca em cima da mesa é o “Gozo das folgas” e acrescenta o “repudio pela a acumulação das mesmas em bancos de horas”. Diz Patrícia Teixeira que há sapadores com “150 horas por gozar em folgas”.

Durante a manhã, a sindicalista acabou por ser recebida pelo vice-presidente da Câmara de Setúbal, Manuel Pisco, tendo ficado a promessa que depois de reunião do executivo, a decorrer hoje, “ser-nos-á dito alguma coisa em resposta à resolução que entregámos hoje, de manhã, na Câmara”.

Veja mais em ::::> Diário da Região

Bombeiros do Seixal inauguram quartel de Fernão Ferro

Secção Destacada dos Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal
Inaugurada em Fernão Ferro no sábado
. Dia Municipal do Bombeiro

Marchas de S. João em Almada 2019 (fotos)

23 de Junho 2019
As Marchas desfilam junto á Lisnave

Câmara cede edifício da Cooperativa Piedense

Instalação dos Juízos de Execução, de Trabalho e Local Cível de Almada

Boletim Almada Março/Abril 2019

Dinamizar o centro da Cova da Piedade, reabilitar o património e melhorar as instalações na área da Justiça são os objetivos desta medida

O Município de Almada aprovou o protocolo com vista à cedência do edifício da Cooperativa Piedense ao Instituto de Gestão Financeira e Equipamento da Justiça (IGFEJ), I.P., entidade que gere o património afeto à área de justiça.

Os Juízo de Execução, de Trabalho e Local Cível de Almada vão ser instalados este edifício, pois atualmente encontram-se em espaços desadequados no edifício do Tribunal Administrativo de Almada, no Largo Gabriel Pedro e no Palácio da Justiça do Pragal.

Uma nova centralidade na Cova da Piedade

A presidente da CMA, Inês de Medeiros, reforça que esta decisão vai “dar um grande impulso para a redinamização de toda aquela zona da Cova da Piedade, inclusive do comércio local”.

Edifício reabilitado

No âmbito do protocolo, cabe ao IGFEJ assegurar as obras de reabilitação , adaptação do edifício da Cooperativa Piedense, com o objectivo de dotá-lo de todos os meios necessários à efetiva instalação dos novos serviços.

Cooperativa de Consumo Piedense no Facebook

O FUTURO MATERIAL DA COOPERATIVA ESTÁ DECIDIDO, E QUE FAZER COM O IMATERIAL?

No âmbito do protocolo da Câmara Municipal com o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça(IGFEJ) I.P. o edifício da Cooperativa Piedense foi cedido para a instalação dos Juízos de Execução, de Trabalho e Local Cível de Almada. A cedência a uma actividade nobre, recorda-nos que a liberdade e a justiça sempre fizeram parte dos princípios orientadores da Cooperativa. O problema é desconhecermos o destino dos arquivos e do espólio da biblioteca, e se neste espaço remodelado haverá um lugar que recorde a importância social, politica e cultural da maior Cooperativa da Península Ibérica, para memória futura. Embora concorde com o meu amigo Raul Costa quando afirmou que “a Cooperativa são as pessoas, não é o edifício”.

Veja mais em ::::> CCP

Festa da Maia para cumprir a tradição

1 de Maio 2019 Cova da Piedade sem Romeira e sem crianças











Fotos:
Veja mais em::::> Conceição São Lopes

Veja mais em ::::> Henrique Santos

Inês de Medeiros quer 25 de Abril sem palanque em Almada

25 de Abril 2019

“O Poder em Almada não pode estar num palanque longe do Povo.
O Poder em Almada devia estar lá em baixo junto do Povo.”
Inês de Medeiros



Veja mais fotos em:::::> Almada 2019

25 de Abril em Almada 45 anos depois

Fotos: Inês de Medeiros

25 de Abril 2019
Fórum Romeu Correia e Praça M.F.A.

Veja mais fotos em :::::> www. cibersul.org

Almada ajuda Moçambique

O Hospital Particular de Almada (Elvas) está a recolher donativos para ajudar Moçambique a recoperar da catastrofe causada pelo furacão.
Medicamentos ( especialmente analgésicos), produtos alimentares enlatados, produtos de tratamento de água, de higiene e limpeza estão a ser recolhidos nas instalações do Hospital Na Rua Manuerl Febrero 85 na Cova da Piedade.

Mais informações em ::::> Alexandra Correia

Inês de Medeiros tenta acabar com “sururu” sobre a cultura em Almada

20 de Março 2019

Autarca chama agentes culturais para acabar com polémica do projecto Companhia Paulo Ribeiro na Casa da Juventude. Foi uma dança sobre o arame.


Francisco Alves Rito

A presidente da Câmara de Almada promoveu uma sessão de esclarecimento sobre a instalação do projecto da Casa da Dança, da Companhia Paulo Ribeiro, na Casa da Juventude do Ginjal, para acabar com o “sururu sobre a cultura” que se vive no concelho.

A expressão “sururu”, usada por um dos jovens dos grupos participantes, que se queixou de que “é muito cansativo este sururu”, foi usada por todos os quadrantes durante a sessão.

A tensão, bem patente na sessão, decorre do contexto político. Almada foi de maioria comunista desde o 25 de Abril, o PS ganhou o município por 413 votos (diferença de 0,62%), a presidente não era do concelho, a política municipal assim como as pessoas e as práticas mudaram, o PCP mantém ligações e influencias antigas, o movimento associativo e a cultura pesam muito nesta equação. Inês de Medeiros tem de procurar o equilíbrio sobre o arame e a dança da autarca seguiu o ritmo deste complexo ambiente.

Rodeada, como o encenador entre o grupo de artistas no palco, Inês de Medeiros, argumentou, explicou, garantiu, pediu o apoio de todos e até disse um palavrão.

“Este raio de discussão entre o nós e o eles é do mais fascista que há. Na cultura, quem pratica este chauvinismo bacoco está completamente errado. Acabe-se com esta m…!”, exclamou. A presidente pediu desculpa por estar “exaltada” e ninguém levou a mal.

Mas houve quem aproveitasse. Amélia Pardal, vereadora da CDU há muitos anos, considerou a polémica sobre a Casa da Dança como uma “reacção perfeitamente legitima” que “não se pode confundir com provincianismo”.

Inês de Medeiros reagiu com um “eu não disse isso” que levou a eleita comunista a confirmar que estava a referir-se ao desabafo da adversária política: “Pois não, disse pior, disse fascismo”.

Neste registo, o debate puxava para fora da Casa da Juventude, entrando pela política cultural e de juventude da maioria socialista.

A autarca resistiu à discussão sobre a política municipal para a juventude, dizendo que essa é matéria para outros momentos e para o Conselho Municipal de Juventude, mas argumentou relativamente à cultura.

“A cultura em Almada teve um reforço orçamental de quase 800 mil euros, ronda os quatro milhões. Não nos podem acusar de desinvestir na cultura”, atirou Inês de Medeiros, acrescentando que “este reforço não é para a Companhia Paulo Ribeiro, é para outros projectos”.

A presidente da autarquia frisou que o concelho não tem os equipamentos de cultura que deveria ter e contra-atacou com a falta de pessoal no município, que vinha do anterior executivo. “Como achamos que estes equipamentos são importantes, contratámos 12 pessoas para esta área”, disse.

Depois de muita argumentação, a autarca apelou ao consenso, para uma nova forma de relação do município com as colectividades locais.

“Preciso do vosso apoio para isto, para criarmos este sistema, para salvarmos alguns espaços e algumas colectividades que estão com a corda na garganta. Preciso do vosso apoio porque isto não é uma coisa que se imponha.”, sustentou.

No entanto, consenso, para já, só sobre a necessidade de alterar o nome de dois instrumentos municipais. O Regulamento Municipal de Apoio ao Movimento Associativo (RMAMA) – que soa a voltar a mamar – e o Gabinete da Apoio ao Movimento Associativo (GAMA), segundo a autarca precisam de novos nomes.
“Aqui estamos todos de acordo”, disse Inês de Medeiros para gargalhada geral.

“Não há! Não há!” Ponto de Encontro fica como está

Na resposta às muita perguntas concretas da sessão de esclarecimento, Inês de Medeiros não se cansou de repetir que “Não há!” alteração ao funcionamento, nem encerramento, desinvestimento, desmantelamento ou preferência por projectos de fora.

“Posso repetir mais uma vez; nenhum grupo [dos 12 que usam actualmente o espaço] deixa de estar nem ninguém ficará impedido de entrar. O que haverá é articulação.”, afirmou a presidente da câmara explicando que a Companhia Paulo Ribeiro ficará fisicamente na sala de baixo, menos usada, e que os ensaios em que usará outras salas serão durante o dia, quando a procura de espaço do Ponto de Encontro por outros grupos é sobretudo “após as 18 horas”.

“Paulo Ribeiro pode ser uma ajuda para dar visibilidade à vossa criatividade. Ninguém vem de Viseu, de Setúbal ou do Seixal para dizer como deve ser.”, disse.

A autarca informou que no local onde hoje se encontra o Ponto de Encontro e o Centro Paroquial de Almada será construido um silo automóvel – no âmbito do projecto imobiliário já contratado para o Cais do Ginjal – e que no topo dessa estrutura será edificada a nova Casa da Juventude. “O projecto desse novo edifício ainda não existe”, referiu, informando que o processo se encontra em fase de elaboração do Plano de Pormenor.

O município garante no entanto, que, ao contrário do que esteve previsto no mandato anterior, a Casa da Juventude não será demolida enquanto não for encontrado um espaço substituto, para funcionar provisoriamente até que as futuras instalações estejam concluídas no mesmo local”

Veja mais em ::::> Público

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