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Kira é um nome de referência na vida barreirense. Um artista que deu a conhecer o Barreiro ao mundo. Um nome inscrito no mundo das artes que é um cria...

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«A Terra Treme» em Setúbal o exercí...

Um exercício testou esta manhã, em todas as escolas do concelho de Setúbal, procedimentos e medidas de autoproteção no caso da ocorrência de um sismo,...

Sobre finais e despedidas… sobre afetos

16 de Outubro 2017

Ana Malta no Facebook

Não gosto de finais “tristes”. Não gosto. Choro sempre no final. É terrível. Porque nunca consigo conter-me.
Fica um vazio imenso. Uma escuridão. Como se tivessem apagado as luzes e deixasse de ver ao longe o caminho.

Também detesto despedidas. Doem sempre. Sobretudo dizer adeus a quem se gosta. A quem deu tanto de si e recebeu tanto de nós.

E serviu lhe tão bem a camisola quando há 8 anos a vestiu por inteiro, empenhando-se de alma e coração.
Costuma dizer-se que ninguém é insubstituível. E talvez seja verdade. Mas há pessoas que deixam nos outros a sua marca e levam consigo um pouco de nós, independentemente da cor política, do clube ou da religião que pratiquem.

São pessoas com P maiúsculo. Daquelas que se movem por grandes causas e por grandes lutas, sem nunca saírem do caminho traçado e seguindo sempre as suas mais fortes convicções.

Para mim foi um prazer percorrer consigo este caminho. [às vezes quase como a sua sombra é verdade].

Olhando agora, parece que passou rápido, mas foi longo e trabalhoso. Mas também muito recompensador. Aprendi muito. Levo muito, destes 8 anos. Eu e todos. Tenho a certeza disso.
E também tenho a certeza de que levará para sempre o SMAS e os seus trabalhadores no seu coração.
Este abraço foi longo mas de até já! Vemo-nos por aí…
… em Almada, sempre. E porque há afetos que nunca se perdem! OBRIGADO!

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ALMADA Dia do diploma junta 1.500 pessoas na maior enchente de sempre

16 de Outubro 2017

Entrega de diplomas a alunos que se distinguiram pelas notas e pelo bom comportamento é já uma referência no concelho e este ano registou uma moldura humana impressionante, com as bancadas do Complexo Municipal dos Desportos repletas de gente

O ‘Dia do Diploma’, cerimónia de entrega de prémios do Agrupamento de Escolas Francisco Simões, de Almada, registou este ano a maior enchente de sempre, com cerca de 1.500 pessoas, entre pais, familiares e membros da comunidade educativa a assistirem.

A participação foi tão grande que o evento, que costuma realizar-se no refeitório da Escola Francisco Simões, foi transferido para o Complexo Municipal dos Desportos Cidade de Almada, para conseguir acolher as cerca de quinze centenas de pessoas que acorreram ao local. Com esta enorme capacidade de mobilização, o Dia do diploma, afirmou-se já como uma realização de referência entre os eventos da área da Educação no concelho de Almada.

A organização, anual, é da responsabilidade do Júri dos Prémios de Mérito do Agrupamento, este ano composto pelas professoras Olívia Mateus, Cármen Pinto (posteriormente substituída por Marta Horta), do 1º ciclo; Ana Leonor Duarte (2º ciclo); Cristina Santos (substituída por Cristina Artur), Maria de Lurdes Trilho, Rosário Proença, Carmo Mestre (3º ciclo e ensino secundário) e por Carla Garcia, em representação da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Francisco Simões.

A primeira parte do evento contou com um espectáculo composto de variados números de música e de dança proporcionado por algumas colectividades locais, nomeadamente os Dominó e os Vozes d’Água com música tradicional portuguesa; a graciosidade do Grupo de Sevilhanas e Flamenco do Beira-Mar de Almada, da responsabilidade da professora Marisa Caeiro; a sonoridade da Orquestra 7, sob a direcção do maestro Filipe Henda e o ritmo da Escola de Dança NEXT, sob a orientação da profª Lara Alves, que graciosamente colaboraram nesta festa. Os restantes números artísticos (canto, judo, dança, ballet e poesia) foram interpretados por alunos das várias escolas do Agrupamento.

A segunda parte da cerimónia consistiu na entrega das menções honrosas, prémios de valor e prémios de mérito aos alunos que se distinguiram pelas suas classificações e atitudes no ano lectivo 2016/17, e na entrega dos diplomas de conclusão do ensino secundário àqueles que concluíram o 12º ano nesse mesmo ano lectivo. O prémio «Almada, Cidade Inteligente» foi atribuído pela directora do Departamento de Educação e Juventude da Câmara Municipal de Almada, Paula Sousa, ao aluno Daniel Estêvão do Curso Profissional Técnico de Multimédia por ter obtido a melhor classificação do 12º ano.

A apresentação esteve a cargo de treze alunos do 5º ao 11º ano de escolaridade: Nuno Rodrigues, Filipa Leitão, Tomás Martins, Leonor Meireles, Duarte Simões, Lara Diniz, Tiago Marques, Rita Farinha, Lucas Cirilo, Beatriz Coelho, Miguel Moreira, Carolina Campos e Henrique Pinheiro. O staff do evento foi assegurado por alunos dos Cursos Profissionais Técnico de Turismo e Técnico de Multimédia. Como convidados especiais, a cerimónia contou com a presença do presidente da União das Freguesias Laranjeiro e Feijó, Luís Palma, um dos patrocinadores dos prémios atribuídos aos alunos; do patrono do Agrupamento, o escultor Francisco Simões, que agradeceu à grande plateia a presença em momentos-chave do Agrupamento e sobretudo aos 95 alunos premiados; da directora, professora Augusta Delgado, que aplaudiu todos os elementos da comunidade educativa presente, sobretudo os alunos, pelo seu mérito.

Os agradecimentos foram dirigidos à equipa de trabalho pela organização do evento que levou até ao Complexo Municipal dos Desportos uma tão grande moldura humana até então nunca vista em eventos anteriores (que começaram por ter lugar no refeitório da escola, referiu a Presidente do Júri); ao pessoal docente, não docente, alunos e encarregados de educação por dignificarem o trabalho do Agrupamento de Escolas Francisco Simões; e aos patrocinadores por terem contribuído para a aquisição dos prémios para os alunos: Câmara Municipal de Almada, União das Freguesias Laranjeiro e Feijó, Teatro Municipal Joaquim Benite, TST, Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Francisco Simões, Diário da Região, TV Almada, Porto Editora, Raiz Editora, papelaria Soltecópia, pastelaria Doce Creme e Café ABC.

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Kira – um artista com o Barreiro escrito no seu sangue

Kira é um nome de referência na vida barreirense. Um artista que deu a conhecer o Barreiro ao mundo. Um nome inscrito no mundo das artes que é um criativo, que faz o que ama e vive por aquilo que está inscrito no seu sangue.

Hoje, ao abrir a página do facebook, como o faço diariamente, por razões da minha actividade social, deparei com uma fotografia do meu amigo Kira, a tomar o pequeno almoço, ali, na Heiedi, o seu recanto, com Frederico Rosa, futuro presidente da Câmara Municipal do Barreiro. Gostei.

Kira é um nome de referência na vida barreirense. Um artista que deu a conhecer o Barreiro ao mundo. Um nome inscrito no mundo das artes que é um criativo, que faz o que ama e vive por aquilo que está inscrito no seu sangue.
Muitas vezes, com ele, conversei sobre projectos de arte urbana, sobre a criação de uma galeria de arte de referência, colocando sempre, e acima de tudo, a sua criatividade e expressividade das suas leituras interpretativas dos tempos que vivemos.

Sobre a valorização da sua obra e dar dimensão ao seu trabalho como referência, estimuladora de criatividade – o nosso herói das artes – e não menosprezando muitos outros valores que, sem dúvida, temos e existem na nossa comunidade.
Recordo o projecto que conversámos de valorizar o espaço do Parque da Cidade – Parque das Artes – com obras de Kira e outros artistas plásticos, mas dando à obra de Kira uma visibilidade de referência. Cheguei a escrever que Kira é o nosso Gaudi.
Em diversos espaços urbanos podiam nascer obras de arte, fruto da sua imensa criatividade – de bancos na Avenida da Praia, de obras no espaço urbano da POLIS, um projecto a realizar numa década, envolvendo parcerias locais e regionais. Adorava.

Ao olhar esta foto recordei um artigo que escrevi em 2014, e, então, pensei : Será desta?
O Kira merece. O Barreiro merece.

S.P.
Foto – Zeza Loureiro

ARTIGO ESCRITO EM 10.02.2014

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SETÚBAL Protecção civil e bombeiros avisam para perigo de cheias devido a chuva prevista para hoje

16 de Outubro 2017

Distrito está sob aviso Amarelo até às 21 horas com previsão de períodos de chuva forte. Protecção civil municipal lembra que há muitas zonas da cidade vulneráveis a cheias, como Praça do Brasil, Bairro do Montalvão, largos de Jesus e da Misericórdia ou a Praça do Bocage

O Serviço Municipal de Protecção Civil e Bombeiros de Setúbal adverte para a necessidade de adopção de medidas de prevenção em face da previsão de condições meteorológicas adversas com períodos de chuva forte ao longo do dia desta segunda-feira que podem provocar “cheias rápidas” nalgumas zonas da cidade.

O distrito de Setúbal está sob aviso Amarelo, emitido pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) devido à previsão de períodos de chuva que podem ser fortes e acompanhados de trovoadas. Estas condições, que devem ocorrer até às 21 horas de hoje, devem-se à passagem de uma superfície frontal fria que está a deslocar-se lentamente.

Em comunicado emitido esta manhã, a protecção civil municipal recorda que a chuva forte conjugada com a preia-mar, que será às 13h29), aumenta “consideravelmente” o risco de inundações e alerta para a “possibilidade de cheias rápidas em meio urbano por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem e de inundação por transbordo de linhas de água”.

As zonas historicamente mais vulneráveis a inundações são, de acordo com Serviço Municipal de Protecção Civil e Bombeiros de Setúbal, a Praça do Brasil, Rua Amílcar Cabral, Praceta Fernando Alcobia, Praceta Quinta do Freixo, Rua do Mormugão, Avenida Dr. Manuel Gamito, Praceta Manuel Nunes de Almeida, Quinta do Quadrado, Rua Alexandre Herculano, Rua Almeida Garrett, Bairro Salgado, Rua da Escola Técnica, Avenida 22 de Dezembro, Estrada da Algodeia, Bairro do Montalvão, Avenida dos Combatentes, Largo de Jesus, Avenida 5 de Outubro, área entre a Avenida 5 de Outubro e o Largo da Misericórdia e Praça de Bocage.

A protecção civil recomenda a adopção de medidas preventivas e de autoprotecção, designadamente a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas.

É recomendada também uma “condução defensiva”, com velocidade reduzida devido à possibilidade de existência de lençóis de água nas estradas e buracos no pavimento ou tampas de esgotos levantadas.

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Uma escuta aqui, uma escuta ali

“Tudo gravado ao vivo com a voz de Sócrates”, diz músico

Canção com palavras do ex-primeiro ministro já foi vista milhares de vezes nas redes sociais.

É num pequeno estúdio doméstico que Nuno Gelpi, de 42 anos, conhecido como Bandex, gasta horas e horas a produzir canções que usam palavras de figuras públicas .

“Sou um músico de Lisboa que não sabe cantar nem escrever letras, então preciso de roubar a outras pessoas as letras e as vozes. Como posso escolher qualquer vocalista que tenha declarações no Youtube, tenho dois preferidos: Passos Coelho e José Sócrates”, explica ao CM o criador da música ‘Uma escuta aqui, uma escuta ali’, que se tornou viral nos últimos dias. “É um vídeo sobre escutas, no qual Sócrates prova que não há nada contra ele, são tudo acusações infundadas”, diz, sarcasticamente, “há apenas uma escuta aqui, uma escuta ali”.

A canção não é nova, mas foi republicada esta semana, após a conclusão da acusação do MP sobre a Operação Marquês. “Demoro muito tempo a fazer estas canções, mas com o senhor engenheiro tudo é mais fácil, porque ele é muito musical a falar”, garante o criador do canal Bandex TV. “Foi tudo gravado por músicos e depois acrescentei a voz de Sócrates”. Na calha está já outra música, depois da entrevista do ex-primeiro-ministro à RTP: “Já tenho muitas ideias a fervilhar”. “Como qualquer músico, tentas fazer músicas para expressar qualquer coisa, e eu aqui encontrei letras que na minha opinião são mais interessantes do que as que ouço na rádio. São reais e dizem coisas às pessoas”, remata Nuno Gelpi, feliz com o sucesso desta canção.

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«A Terra Treme» em Setúbal o exercício decorreu em todas as escolas

Um exercício testou esta manhã, em todas as escolas do concelho de Setúbal, procedimentos e medidas de autoproteção no caso da ocorrência de um sismo, no âmbito do Dia Internacional para a Redução de Catástrofes.


10h13. A terra treme em Portugal. O abalo sísmico interrompe a normalidade na EB n.º 12 das Amoreiras e há que adotar as medidas necessárias para que ninguém se magoe.

Toda a comunidade escolar ouviu o toque do alarme e resguarda-se debaixo das mesas, em posição fetal, com as mãos sobre a cabeça e conta até sessenta.

O exercício “A Terra Treme”, de âmbito nacional, conduzido localmente pelo Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros de Setúbal, consiste no treino, com a duração de um minuto, das três medidas básicas de autoproteção – baixar, proteger e aguardar – e dos procedimentos de evacuação em caso de ocorrência de catástrofe.

Em Setúbal, o exercício decorreu em todas as escolas, mas o teatro de operações foi montado na EB n.º 12 das Amoreiras e teve o acompanhamento do vereador da Proteção Civil, Carlos Rabaçal.

“É um exercício muito relevante, pois permite introduzir na rotina das crianças, numa situação de risco real, o comportamento adequado”, sublinha o autarca.

Após se resguardarem debaixo das mesas e contarem sessenta segundos, que é o tempo de duração, por norma, de um sismo, alunos, professores e auxiliares saem ordeiramente do edifício da escola para o ponto de encontro, no campo de jogos, enquanto a coordenadora do estabelecimento chama os meios de socorro.

“Há uma criança ‘ferida’, o Gonçalo, do 4.º ano. Já chamei a ambulância”, diz Maria Henriqueta Melão para uma auxiliar.

No campo de jogos, os professores fazem a chamada e verificam que estão presentes todos os alunos e que se encontram bem, exceto o Gonçalo, que aguarda a chegada do socorro. “Onde te magoaste?”, pergunta a auxiliar. “Dói-me a perna”, responde Gonçalo, compenetrado no papel de vítima.

Os meios de socorro da Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal chegam poucos minutos depois, com uma viatura de combate a incêndios e uma ambulância, e inteiram-se da situação.

“Estamos quase todos no exterior do edifício, exceto um menino, que está ferido, e uma auxiliar que está a acompanhá-lo”, dá conta a coordenadora da escola à equipa de bombeiros.

Gonçalo é retirado para o exterior. A perna é imobilizada, mas o menino tem de ser transportado ao hospital. É a única “vítima”. De resto, todos estão bem e não há danos materiais a registar. O exercício acaba e todos regressam ordeiramente às salas de aula.

“A rotina funcionou bem, em algumas turmas, noutras, nem tanto, mas há sempre aspetos a melhorar. A questão fundamental é as crianças perceberem qual o comportamento a adotar, porque podem não ter, no dia do acidente real, o professor ou o auxiliar em condições de os mobilizar. Cada criança tem de ser autónoma”, sublinha o vereador Carlos Rabaçal.

O autarca recorda que este exercício integra o planeamento global da Proteção Civil municipal, cujo trabalho garantiu, há um mês, a Setúbal o estatuto de Município Resiliente, atribuído pela ONU. “Estamos num patamar muito elevado em termos de planeamento e preparação, intervenção e recuperação.”

O exercício é repetido à tarde, às 15h00, nos estabelecimentos de ensino com horário duplo, como a EB n.º 12 das Amoreiras.

Esta é a quinta edição da iniciativa “A Terra Treme”, organizada pela Autoridade Nacional de Proteção Civil em conjunto com a Direção-Geral de Educação, a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e a Liga dos Bombeiros Portugueses, que visa capacitar a população para saber como agir antes, durante e depois de um sismo.

“A Terra Treme” coincide com o Dia Internacional para a Redução de Catástrofes, efeméride instituída em 1989 pelas Nações Unidas que, este ano, tem como tema central “Home Safe Home: Reducing Exposure, Reducing Displacement

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José Freitas desabafa sobre a SFUAP

13 de Outubro 2017

Esta é para os Amigos da SfUAP

Hoje pela manhã que pela primeira vez após a minha saída como técnico desta casa a onde estive quasi Meio Século,para assistir a aula de natação era minha mulher,fui surpreendido por um jovem nadador que chorava por ter que abandonar a sfuap,tinha pena de virar as costas as pessoas com quem conviveu durante estes anos todos que viveu neste convívio saudável da sfuap entre técnicos e nossos familiares
E, verdades que não estava a espera de assistir aquilo que nunca assisti durante os anos que por lá passei
Então o jovem,dizia que não pode continuar,porque não teem apoio da parte da Direcção,até que o próprio Presidente,disse numa reunião com os jovens quer a sfuap lhes estava a fazer um favor de fazerem uma prática desportiva( todos os praticantes pagam uma mensalidade e ainda os custos com deslocacacoes fora) Palavras que ficaram muito sentidas nos jovens,é cercada qQue a equipa está toda desmotivada na forma como este jovem promissor se desabafou com lágrimas nos olhos Como e de conhecimento geral uma grande parte dos jovens promessas da sfuap foram convidados pelo anterior técnico para representarem o Benfica Este e mais um que vai reforçar a equipa do clube encarnado que oferece melhores condições aos jovens promessas
Com a idade que tenho dedicada a uma modalidade com grande paixao,estava muito longe de assistir ao que assisti.

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Câmara do Seixal exige mais carreiras no transporte fluvial no Tejo

09 Outubro 2017

A Câmara do Seixal exigiu hoje um aumento diário do número de barcos a fazer a ligação entre a cidade e Lisboa, acusando a empresa responsável pelas ligações fluviais de “desinvestimento”, situação que considera “insutentável”.

O presidente da Câmara, Joaquim Santos, apanhou hoje um barco na cidade em direção a Lisboa, pelas 08:10, para demonstrar “a sua solidariedade para com a população” do concelho do distrito de Setúbal, anunciou o município, em comunicado.

De acordo com a autarquia, nos últimos tempos a população do Seixal “tem vindo a ver reduzido o número de carreiras diárias e, apesar de apresentar milhares de reclamações, não obtém qualquer resposta por parte da empresa”.

O atual executivo, em conjunto com o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, e vários elementos da Comissão de Utentes dos Transportes realizaram a viagem até à capital para demonstrar que “o transporte fluvial assume um papel de extrema importância na mobilidade das populações”.

As embarcações transportam cerca de 5 mil pessoas por dia para Lisboa, pelo que o município “reitera a sua solidariedade para com a população na reivindicação de mais carreiras, mais investimento nas frotas e ainda a criação de novas carreiras que possam ligar os concelhos ribeirinhos do Seixal, Almada, Barreiro e Montijo”.

Joaquim Santos referiu ainda, citado no comunicado, que “esta é uma situação insustentável, que prejudica diariamente a população, que paga um serviço do qual não usufrui”.

Desde 2011, acrescentou, já foram suprimidas 16 carreiras diárias e o desinvestimento da Transtejo e Soflusa – empresas de transporte público fluvial – na manutenção e reforço da frota tem-se vindo a acentuar.

As inúmeras supressões de carreiras por parte da Transtejo e Soflusa têm sido alvo de reclamações e protestos por parte da população, que tenta ver resolvida a situação.

O autarca lembrou que “apesar das várias reuniões e reivindicações da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em junho deste ano o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa”.

De acordo com o Plano de Mobilidade e Transportes Intermunicipal, apresentado recentemente, o transporte fluvial de Lisboa encontra-se em “4.º lugar no mundo em termos de volume de passageiros médio diário de sistemas fluviais metropolitanos, com o total de 74 236 passageiros por dia, só superado por Istambul (150 mil passageiros), Rio de Janeiro (106 mil passageiros) e Nova Iorque (75 mil passageiros)”, relembra a autarquia no comunicado.

Segundo o mesmo documento, só no Seixal são transportados 5.573 passageiros por dia, número que poderia ser superior se a oferta do número de carreiras fosse também superior”, ressalva.

A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e a capital.

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Bombeiros de Cacilhas resgatam cão dentro de poço

“Este fim de semana efectuámos o resgate de um pequeno cão, que tinha caído no interior de um poço. Felizmente foi retirado sem ferimentos e entregue à GNR, pois aparentemente não tinha dono.”


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SOFLUSA | Ministro penitencia-se mas defende que são “dores de cura”

11 de Outubro 2017

Caos na Soflusa motiva reacções de PSD, CDS e PCP, além da União de Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN que lembra também os constrangimentos na Transtejo. Actual situação é insustentável. Soflusa voltou a ter mais um navio (Cesário Verde) a funcionar desde as 17h00 de hoje

O ministro do Ambiente penitenciou-se hoje e reconheceu ser “muito constrangedor” a situação vivida pelos utentes da ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa, que viram a Soflusa suprimir várias carreiras durante as horas de ponta.

“Neste momento esta é uma dor de cura, pela qual nos penitenciamos, gostaria que assim não fosse, não vou dizer que é indiferente uma coisa destas, em situação alguma. É muito constrangedor o que está a acontecer, estamos todos muito constrangidos com isto. Apelamos à compreensão de todos, sobretudo, porque, repito, são dores de cura e a situação vai melhorar”, afirmou hoje João Pedro Matos Fernandes.

O ministro do Ambiente, que tutela os transportes urbanos, falava aos jornalistas à margem da sessão de lançamento do Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, na Culturgest, em Lisboa.

“Não tenham a mais pequena dúvida, que se não estivéssemos a fazer este esforço grande de investimento de dez milhões de euros na recuperação da frota dos navios da Transtejo e da Soflusa, os problemas seriam muitíssimo mais graves num tempo mais próximo”, frisou o governante.

Para o ministro do Ambiente, este processo de manutenção da frota é essencial para que, futuramente, a empresa possa cumprir os compromissos e os serviços assumidos.
“Isto são dores de cura, no sentido em que um conjunto alargado de navios está a ser reparado, alguns já foram, os outros dois que faltam estão agora a entrar em doca seca. Mas ficamos com um volume estável de seis navios que são o necessário para poder cumprir as nossas obrigações, incluindo em hora de ponta”, sublinhou Matos Fernandes.

Segundo o ministro do Ambiente, chegou-se a este ponto devido ao “desinvestimento continuado” em manutenção das frotas levado a cabo pelo anterior Governo, designadamente ao nível do transporte fluvial. O governante deixou, contudo, uma garantia. “O que dissemos em Maio ou Junho foi que a estabilidade da operação iria acontecer em 2018, e isso está assegurado, com a certeza de que estes navios quando têm de ser reparados e têm de ir para uma doca seca, têm de facto, às vezes, de ficar alguns meses em estaleiro para poder ser reparados”, explicou.

Reforço da ligação após caos

A ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa passou a contar, desde a tarde de hoje, com o serviço de mais um navio da Soflusa. Num curto comunicado de Imprensa, a empresa anunciou que já tem mais uma embarcação a efectuar carreiras fluviais desde as 17h00 de hoje.

“A Soflusa, S.A. informa que a sua frota será reforçada a partir das 17h00, de hoje, com o navio “Cesário Verde”, pode ler-se no comunicado enviado pela empresa.

Recorde-se que ontem, a Soflusa já havia emitido um outro comunicado a apelar para que os utentes evitassem as carreiras entre as 8 e as 9h00, depois de terem sido verificados alguns ferimentos em passageiros, na altura do embarque no cais do Barreiro. Uma mulher desmaiou, outros passageiros ficaram magoados e vários sentiram-se mal, quando muitos forçaram a entrada na zona de embarque.

A Soflusa é a empresa responsável pelas ligações entre o Barreiro e Lisboa, enquanto a Transtejo faz as ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com a capital.

PSD quer que empresa devolva dinheiro dos passes

Entretanto, hoje, também através de comunicados de Imprensa, PSD, CDS e PCP destacaram a situação que tem estado a afectar a mobilidade entre as duas margens.

Bruno Vitorino, deputado social-democrata eleito pelo círculo de Setúbal, classificou de “inqualificável e vergonhosa” a situação, devido à anulação de carreiras por parte da Soflusa, considerando que os utentes devem receber o dinheiro do passe de volta.

“Todos sabem que é impensável fazer este serviço com apenas quatro navios. É inconcebível que a empresa e o Governo deixem chegar a situação a este ponto. Já era mau para os utentes a supressão de carreiras em hora de ponta decididas pela administração, ao que agora se junta este problema”, refere em nota de Imprensa.

Para o social-democrata, os utentes deste serviço estão a ser “gravemente prejudicados”, tendo em conta que são “supressões atrás de supressões”.

“Neste momento, são muitos os problemas que esta situação causa aos milhares de pessoas que têm que chegar a horas aos seus empregos e às aulas”, lembrou.

CDS sem resposta da tutela

Já os deputados do CDS-PP Nuno Magalhães, Álvaro Castello-Branco e Hélder Amaral querem saber que medidas estão a ser tomadas pelo Ministério do Ambiente para, com urgência, resolver a situação da Soflusa. Em comunicado, os centristas recordam que questionaram o Ministro do Ambiente sobre “se é verdade que a supressão de carreiras se deve a atrasos nas renovações dos Certificados de Navegabilidade dos navios, e, se sim, que medidas estão a ser tomadas para renovar os referidos certificados”. Além disso, perguntaram ainda “para quando está prevista a concretização do investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios das operadoras Transtejo e Soflusa”.
“Já em Março último, o Grupo Parlamentar do CDS-PP questionou o Ministro do Ambiente sobre a degradação do serviço fluvial, prestado pela Transtejo/Soflusa, entre o Barreiro e o Terreiro do Paço/Lisboa, questionando que medidas estavam, então, a ser tomadas para resolver os problemas que afectam este serviço, prejudicando diariamente milhares de utentes. Até à data de hoje, não houve qualquer resposta por parte da tutela”, concluem.

PCP pede audiência ao ministro

Por seu lado o PCP, através do deputado Bruno Dias, adiantou em comunicado que solicitou uma “audição do Ministro do Ambiente e do Conselho de Administração da Transtejo/Soflusa”, relativamente à situação. Os comunistas lembram que importa também registar que “em todo o serviço de transporte fluvial, não só da Soflusa como também da Transtejo (com as ligações de Lisboa a Cacilhas, Trafaria, Seixal e Montijo) se registam problemas graves, desde logo na operacionalidade da frota, mas inclusive de falta de pessoal, com supressões de serviços na empresa”

“O problema da falta de meios e condições de operacionalidade nos transportes públicos tem sido suscitado pelo PCP de forma reiterada, e o quadro de enorme gravidade nestas empresas em concreto foi especificamente abordado, quer na anterior quer na actual legislatura. A situação que actualmente se verifica exige uma abordagem urgente na Assembleia da República”, sublinha o PCP a concluir.

Sindicatos de Setúbal também querem navios em Montijo e Seixal

A União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN também emitiu hoje um comunicado. Os sindicalistas esperam que “entrem ao serviço no mais curto espaço de tempo duas embarcações da Transtejo, uma de reserva para o Seixal e outra para o Montijo, de forma a não causar mais problemas aos utentes e trabalhadores”.

“Tal como sempre afirmámos, é necessário manter com regularidade os serviços de manutenção para as pequenas avarias, reforçando os serviços com mais trabalhadores, de forma a prevenir a avaria e não proceder ao arranjo só em último caso”, afirmam, salientando que na Soflusa “é necessário repor as seis embarcações no mais curto espaço de tempo, de forma a não existirem mais sobressaltos no serviço público, nem supressão de carreiras”.

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