Archive for: Dezembro 1st, 2017

Setúbal Crianças batizam novos golfinhos

27 de Novembro 2017

Os nomes de três crias de golfinhos nascidas este ano no Estuário do Sado são escolhidos por alunos da EB Luísa Todi, no dia 11, à tarde.

As cerca de cinco dezenas de alunos do 4.º ano da escola básica escolhem, de uma lista previamente definida, os nomes dos novos elementos da comunidade de roazes-corveiros, com o resultado da votação a ser anunciado às 15h00 pela presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira.

A iniciativa, organizada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas em parceria com a autarquia, inclui uma apresentação feita às crianças, às 14h00, com técnicos daquele organismo a abordarem aspetos relacionados com a comunidade de golfinhos e o Estuário do Sado.

As três crias pertencentes à população de cetáceos residentes no Sado, única em Portugal e atualmente com três dezenas de elementos, nasceram este ano, em junho, agosto e setembro.

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Montijo Inauguração da iluminação na abertura do Natal com Arte


27 Novembro 2017

O Natal começou no Montijo com a abertura da iluminação de Natal no centro da cidade, no passado dia 25 de novembro, a que se juntou a inauguração da exposição “Memória entre Céu e Água: pinturas, aguarelas e outros objetos”, de Saskia Moro na Galeria Municipal.

Este ano, Montijo volta a celebrar um Natal com Arte e esse facto está bem patente na exposição da artista plástica Saskia Moro e na sua visão da natureza, principalmente, do mar, que espera a sua visita na Galeria Municipal, até 6 de janeiro de 2018.

Para além de arte, o Natal é sobretudo “um tempo de fraternidade, de afetos, de amizade e de concórdia entre todos”, como frisou o presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, minutos antes de serem acesas os milhares de lâmpadas da iluminação de Natal, que está a dar mais brilho ao centro da cidade.

Com o Natal com Arte pretendemos “celebrar as nossas tradições, dar mais animação ao centro da cidade, com um programa variado que estimula o espírito da época, a partilha, o encontro e reencontro das pessoas e que reforça a identidade dos montijenses. Ao realizarmos as festividades de Natal queremos sublinhar, neste tempo de alguns egoísmos, que a fidelidade às nossas raízes e tradições constitui uma condição essencial para a construção do nosso futuro coletivo”, afirmou Nuno Canta.

A dar música à abertura do Natal com Arte esteve o Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro com três cânticos de Natal, muito aplaudidos pelo público.

Até 6 de janeiro, a programação do Natal com Arte 2017 vai oferecer diversos momentos de cultura, animação e solidariedade para todo o público. O Mercado de Natal (1 a 3, 8 a 10 e 15 a 17 dezembro), a programação infantil com as Oficinas Criativas (1, 2, 8 e 9 dezembro) e a Parada do Pai Natal (2 dezembro), a VI Gala Solidária (7 dezembro), o Presépio Vivo (16 e 17 dezembro), os concertos nas igrejas por todo o concelho ao longo do mês de dezembro e o fogo-de-artifício na passagem de ano são alguns dos muitos motivos para vir ao Montijo e viver um Natal com Arte!

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Sesimbra Pista de Gelo no Parque Augusto Pólvora

Sesimbra 1 de Dezembro 2017

01 a 04 Dezembro 2017
de sexta feira a segunda feira das 10h às 18h

Pista de Gelo
Superfície Artificial Ecológica

Nesta época especial junte a família e passe um dia diferente e bem animado no Parque Augusto Pólvora, na Maçã. Para além dos espaços infantis e dos vários equipamentos pensados para miúdos e graúdos, o Parque vai receber, até 4 de dezembro, das 10 às 18 horas, uma pista de gelo artificial ecológica. Por 2 euros será possível alugar um par de patins e deslizar durante um período de 15 minutos. A iniciativa é promovida pela Junta de Freguesia do Castelo, em parceria com a empresa Gift Tour, e com apoio da Câmara Municipal.

Preço: 2 € (inclui aluguer dos patins e 15 minutos de utilização)

Local: Parque Augusto Pólvora, Maçã

Org: Junta de Freguesia do Castelo e GIFT TOUR
Apoio: Câmara Municipal

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Município de Palmela promove hábitos alimentares saudáveis

Uma refeição vegetariana por mês nos refeitórios escolares

30 Novembro 2017
Câmara Municipal de PALMELA

Em resposta a uma alegada “indignação de encarregados de educação” dos estabelecimentos de ensino pré-escolar e básico da rede pública do concelho, a propósito do fornecimento de uma ementa vegetariana mensal, sem opção, aos seus educandos, a Câmara Municipal esclarece que:

1- 2017/18 é o segundo ano lectivo em que a alimentação vegetariana consta do caderno de encargos para fornecimento das refeições servidas nos refeitórios da rede pública do pré-escolar e 1º CEB do concelho de Palmela, que contempla as orientações dos Ministérios da Educação e da Saúde;

2- Os referidos cadernos de encargos foram submetidos, sob proposta, à aprovação da Câmara Municipal, em reuniões públicas e aprovados por unanimidade;

3- A opção vegetariana consta das ementas diárias, em alternativa ao prato de carne ou de peixe que, por sua vez, são servidos alternadamente, sendo que o peixe tem, até, duas ofertas de confecção;

4- A opção vegetariana diária nas escolas surgiu por imposição legal (Lei Nº 11/2017, de 17 de abril), aplicada a todos os refeitórios da Administração Pública.

5- Uma vez por mês, é, de facto, servida uma ementa vegetariana, sem outra opção. O dia com ementa vegetariana que existe nas escolas do concelho, por decisão da Autarquia, visa aumentar a variedade da dieta das crianças, contribui para a redução do consumo da proteína animal (comprovadamente excessivo, na maioria dos casos) e o aumento do consumo de vegetais. Esta medida contribui, ainda, para dar a conhecer às crianças uma opção diversa de refeição, alargando o seu horizonte e gosto alimentar.

6- O prato vegetariano surge também, na sequência das comemorações do Dia Mundial da Alimentação, em outubro de 2016, subordinado ao tema – “O clima está a mudar. A alimentação e a agricultura também” – e do apelo da Organização Mundial de Saúde para a diversificação da dieta – “Faça um almoço totalmente vegetariano, incluindo leguminosas, em substituição de uma refeição de carne, uma vez por semana. Desperdice menos alimentos, coma menos carne e coma mais leguminosas”.

7- O Município tem conhecimento de uma dezena de reclamações de encarregados de educação descontentes com a disponibilização de uma refeição vegetariana mensal;

8- A Direção Geral de Saúde, em sintonia com as preocupações da Autarquia, emitiu um documento orientador sobre o assunto (Alimentação Vegetariana em Idade Escolar – 2016), e complementar a outro, também de relevante importância, sobre Planeamento de Refeições Vegetarianas em Restauração Coletiva – Princípios Base –2016. Ambos são, obviamente, tidos em devida conta, no que diz respeito às refeições vegetarianas servidas nas escolas do Município de Palmela.

9- A Autarquia não impõe nenhuma ementa, vegetariana ou não – o dia vegetariano é mensal, é uma refeição principal entre as 60 que cada criança faz num mês.

10- A Câmara Municipal de Palmela assume todas as suas responsabilidades em matéria de Educação, tendo em conta o superior interesse das crianças, em todos os domínios da sua vida escolar. Neste caso, a oferta, tecnicamente fundamentada, de uma alimentação adequada, saudável e enriquecedora para todas as crianças, vegetarianas ou não, é, também uma questão pedagógica. A saúde e a alimentação são bases essenciais para o seu desenvolvimento equilibrado e sucesso educativo.

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Seixal mantém a presidência da Rede de Municípios Saudáveis

Câmara do Seixal – 29 de Novembro 2017

O Seixal foi novamente eleito para a presidência do Conselho de Administração da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis (RPMS). Foi esta a decisão tomada no dia 24 de novembro, no decurso da Assembleia Intermunicipal da referida Rede.

O município de Viana do Castelo foi também reeleito para a presidência da Assembleia Intermunicipal e a Câmara Municipal da Amadora para a presidência do Conselho Fiscal. Foi ainda aprovada a adesão de novos membros, os municípios de Braga e da Guarda, passando assim a RPMS a ser composta por 47 municípios.

Desde 2002 que o Seixal coordena a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, uma associação de municípios constituída em 10 de outubro de 1997 e que tem como missão apoiar a divulgação, implementação e desenvolvimento do projeto Cidades Saudáveis nos municípios que assumem a promoção da saúde como uma prioridade da agenda dos decisores políticos. A Rede desenvolve uma metodologia estratégica de intervenção baseada nos princípios essenciais do projeto Cidades Saudáveis, que são a equidade, a sustentabilidade, a cooperação intersectorial e a solidariedade.

Nos dias 24 e 25 de novembro decorreram, em Viana do Castelo, as comemorações do 20.º Aniversário da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, que contou com a realização de várias iniciativas culturais e momentos de debate sobre o trabalho desenvolvido nos 20 anos da rede, o estado atual da promoção da saúde a nível local e os desafios para os objetivos do desenvolvimento sustentável.

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Malta de Almada – António Manuel Ribeiro evoca Zé Pedro

1 de Dezembro 2017

Músico, cantor, compositor e poeta. António Manuel Ribeiro lidera a banda portuguesa de rock UHF e escreveu o presente texto a pedido do SAPO 24 na sequência do falecimento de Zé Pedro, fundador e guitarrista dos Xutos & Pontapés.

Zé Pedro e António Manuel Ribeiro no Coliseu de Lisboa, em 1992 créditos: Imagem cedida ao SAPO24 por António Manuel Ribeiro

As ofertas da vida

Recordarei sempre aquela noite em Vila Viçosa, em Agosto de 1979, dois concertos na praça de touros local com UHF, Xutos & Pontapés e Minas & Armadilhas, as ruas que calcorreámos madrugada dentro até não dar mais. Acabámos sentados sobre um tapete à porta do quarto das nossas miúdas na pensão, a única pensão que havia na terra e ficou lotada com o autocarro lotado que o Tó Cabeças e o Pita levaram desde o Vá-Vá até ao Alentejo. Não havia quartos suficientes; adormecemos no chão do corredor.

Em Fevereiro de 1992, foste nosso convidado nos dois Coliseus, Lisboa e Porto. Quando entraste na sala de ensaio dos UHF em Almada e viste uma Gibson Les Paul abandonada, abriste a caixa e perguntaste-me se a podias usar. Claro que sim, era (e é) demasiado pesada para um cantor, ficou-te e fica muito bem na foto. Com os anos compraste uma colecção, vistosas como o esplendor das mulheres dos nossos segredos.

Há dias, quando fui até à vossa sala de ensaio trabalhar com o Tim no projecto “À Sombra do Cristo-Rei”, emprestaram-me o teu combo Orange para ligar a minha nova Gibson SG. Ao ajustar o som do amplificador vi a tua Fender Stratocaster no tripé, uma sentinela do silêncio ali ao meu lado. Calei-me, no turbilhão das imagens a correr por mim; o Tim dera-me as últimas notícias.

Ontem, antes do almoço com uns amigos e três horas antes de a notícia começar a circular, escrevi um pequeno poema enquanto os esperava. É uma oferta da vida, palavras que chegam de algum sítio que não sei nomear:

As coisas estão a mudar Os meus heróis estão a morrer É a vida a passar Há tanto para entender.

Foste um dos nossos heróis; permanecerás o herói que empunhou uma guitarra e abriu o peito aos aplausos que a canção celebra, a ponte que une o artista e o seu público.

António Manuel Ribeiro

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PS BARREIRO ENCERRA UNILATERALMENTE PROCESSO DE ATRIBUIÇÃO DE PELOUROS COM EXCLUSÃO DA CDU

28 de Novembro 2017

Segundo um comunicado da Coordenadora Concelhia do Barreiro da CDU – “o PS Barreiro decidiu encerrar o diálogo com a CDU sobre a atribuição de pelouros”.
“Um processo no qual, em rigor, o PS Barreiro nunca se empenhou e que optou por conduzir com má-fé”, é salientado.

PS BARREIRO ENCERRA UNILATERALMENTE
PROCESSO DE ATRIBUIÇÃO DE PELOUROS COM EXCLUSÃO DA CDU

Passados 58 dias sobre as Eleições Autárquicas de 1 de Outubro e 37 dias sobre a tomada de posse do actual executivo municipal, o PS Barreiro decidiu encerrar o diálogo com a CDU sobre a atribuição de pelouros.
Um processo no qual, em rigor, o PS Barreiro nunca se empenhou e que optou por conduzir com má-fé.

Só assim, aliás, se compreendem as declarações de princípio do Presidente da Câmara (eleito nas listas do PS) de afirmar que queria governar com todos, em reuniões com os eleitos da CDU e publicamente, assegurando que tudo estava em aberto, ou quando, em plena sessão de Câmara (8 de Novembro), se comprometeu a apresentar uma proposta de distribuição de pelouros nos dias seguintes.

Declarações de forma que nunca assentaram na realidade dos factos:

a) Nomeação, logo a partir da semana que se seguiu à tomada de posse, de vários quadros técnicos e políticos para acompanhamento de todas as áreas da autarquia, da confiança do Partido Socialista;

b) Dia 24 de Outubro, dois dias após a tomada de posse, é noticiado no Jornal Rostos que “é provável que a área da Juventude possa ser um pelouro (…) atribuído ao vereador social-democrata”, o que se veio a confirmar, indiciando contactos privilegiados com o PSD;

c) Designação, em 26 de Outubro, de representantes do Município em várias entidades externas e Conselho de Administração dos TCB, abrangendo todos os vereadores do PS e PSD;

d) Aprovação, em 26 de Outubro, de um tempo inteiro para o eleito do PSD;

e) O Presidente da Câmara afirma aos eleitos da CDU, em reunião no dia 30 de Outubro, que nada está fechado no que respeita aos pelouros;

f) Assinatura, em 30 de Outubro e no mesmo dia da reunião com a CDU, de despacho do Presidente que distribui todos os pelouros a todos os eleitos do PS e PSD;

g) O Presidente afirma na Sessão de Câmara de dia 8 de Novembro, em resposta à Vereadora Sofia Martins, que “a seguir a esta reunião de câmara, vai ter uma proposta de pelouros”;

h) No dia 20 de Novembro, o Presidente, por correio interno público (ao contrário do procedimento que adoptou para o vereador do PSD), enviou aos eleitos da CDU uma “formulação” de funções e tempos.

i) Recusa formal, no mesmo dia 20 de Novembro, da proposta apresentada pelos eleitos da CDU de constituição de um Gabinete de Apoio adequado ao exercício das funções assumidas, justificando-se o Presidente da Câmara com o facto de “os recursos da autarquia serem limitados (…)”;

j) Divulgação, em 21 de Novembro, de delegação de competências em todos os vereadores do PS e PSD;
Ora, no dia 20 de Novembro, (50 dias após as eleições, 29 depois da tomada de posse e 13 passados sobre a promessa feita em Sessão de Câmara) o Presidente, por correio interno público, enviou aos eleitos da CDU uma “formulação” de funções e tempos.

Formulação que, a 28 de Novembro (8 dias depois), e novamente por correio interno público, considera sem efeito “face ao considerável período de tempo decorrido que é contraproducente com o normal funcionamento da edilidade”, dando assim “por encerrado o processo”.

Ou seja, o Presidente da Câmara e o PS Barreiro acham razoável demorar 50 dias para apresentar uma “formulação” de funções e tempos. Consideram 8 dias um prazo inaceitável para dar uma resposta.
8 Dias ao longo dos quais não foi estabelecido qualquer contacto, formal ou informal, com os eleitos da CDU.
8 Dias apenas, reveladores da intenção do PS Barreiro de excluir a CDU da distribuição de pelouros.

A postura do Presidente da Câmara e do PS Barreiro não afectam a determinação e empenho da CDU em dar voz à população do Barreiro e em assumir diariamente a defesa intransigente dos seus direitos, interesses e aspirações.

A Coordenadora Concelhia do Barreiro da CDU
Barreiro, 28 de Novembro de 2017

Prazo limite da negociação na Autoeuropa chegou ao fim

O sucesso no arranque da produção do T-Roc é decisivo para a Volkswagen e poderia ser um catalizador para o fabrico de outros novos modelos na Autoeuropa, além de implicar a contratação de mais 400 trabalhadores em 2018
Nuno Botelho

O segundo “chumbo” nas negociações laborais da Autoeuropa poderá resultar na deslocalização de parte da produção do novo modelo da fábrica de Palmela. A Volkswagen não comenta e diz que está a avaliar a situação

Os trabalhadores da Autoeuropa chumbaram esta quarta-feira, em referendo, com 63,22% de votos contra, e pela segunda vez, uma solução que viabilizaria um novo modelo de produção de automóveis na fábrica de Palmela – introduzindo a laboração contínua, com três turnos diários, de segunda-feira a sábado. Esta quinta-feira já começam a surgir, em contactos informais, cenários alternativos destinados a garantir que a marca alemã Volkswagen (VW) consiga dispor de 240 mil unidades do novo modelo T-Roc durante todo o ano de 2018, para responder às encomendas formalizadas. Só que isso pressuporia produzir parte deles na Alemanha.

Apesar da administração da fábrica de Palmela não comentar a existência destes cenários alternativos e de os representantes dos trabalhadores recordarem a declaração que o presidente executivo da marca VW, Herbert Diess, fez a jornalistas portugueses – de não querer transferir a produção total ou parcial do T-Roc para outras fábricas -, a verdade é que já foi esgotado o prazo limite para negociar um acordo laboral em Portugal. A VW na Alemanha admitiu que o acordo fosse alcançado entre outubro e novembro.
O indesejado “Plano B”

É neste enquadramento que começaram a ser feitas alusões – durante contactos informais mantidos pelo Expresso com fontes do sector automóvel – à necessidade da marca VW equacionar um “Plano B” que não é desejado pelos trabalhadores e gestores portugueses, mas que permitiria fabricar fora de Portugal a quantidade de unidades do modelo T-Roc que eventualmente não consigam vir a ser produzidas na Autoeuropa, atendendo às dificuldades em negociar a produção ao sábado sem pagamento de horas extraordinárias.
Osnabrück será solução ou “cobaia”?

Há alusões à fábrica alemã de Osnabrück, indicada como uma das linhas de produção da VW que poderia produzir unidades do T-Roc em complemento à produção de Palmela. Chegou mesmo a ser referida na imprensa como uma fábrica que poderia produzir a versão descapotável do T-Roc. No entanto, a VW não confirma a viabilidade de produção desta variante do T-Roc. O que não quer dizer que a fábrica de Osnabrück não possa vir a fabricar o próprio T-Roc. Mas ainda haveria outras alternativas de produção nas unidades fabris alemãs da marca que atualmente laboram com volumes de produção abaixo da respetiva capacidade instalada. Como o T-Roc é produzido com base numa plataforma modular, torna-se fácil adaptar outras fábricas à sua produção. E é possível operacionalizar uma decisão deste tipo em poucos meses.

Autoeuropa avalia implicações do “chumbo”

Por enquanto, a administração da Autoeuropa ainda está a avaliar todas as implicações do “chumbo” do pré-acordo sobre o novo modelo de produção da fábrica de Palmela. Mas isso será feito depressa. O coordenador da Comissão de Trabalhadores, Fernando Gonçalves, também sabe que será necessário reiniciar rapidamente a negociação de um novo pré-acordo. Tanto a administração da Autoeuropa quanto a Comissão de Trabalhadores estão conscientes que o tempo urge. E terão de tentar soluções ainda mais criativas que a que foi proposta no último pré-acordo chumbado. Esta última solução contemplava um período transitório de teste ao funcionamento dos três turnos diários. Só a partir de agosto, no regresso de férias de verão, é que os trabalhadores iriam iniciar a laboração contínua, de segunda-feira a sábado, apoiados pelo recrutamento de mais 400 trabalhadores, que reforçariam o trabalho aos sábados para aligeirarem a carga da equipa “principal”.
Palmela sob pressão

A fábrica de Palmela é agora confrontada com um futuro que pode não ser rigorosamente como o que tinha sido traçado pelo seu diretor-geral, Miguel Sanches, que é atualmente quem estará a ser mais pressionado para cumprir os objetivos de produção do T-Roc fixados para o final de 2017 e para todo o ano de 2018.

Para tornar tudo ainda mais complicado, o T-Roc que foi atribuído à fábrica de Palmela é um carro decisivo para impulsionar o crescimento de vendas da VW, depois desta marca ter sido fortemente afetada pelo escândalo da manipulação das informações sobre emissões poluentes.
Por isso, a produção do T-Roc não poderia enfrentar problemas no seu arranque, nem os seus custos de produção poderiam ser agravados em relação às previsões iniciais feitas pela marca alemã.

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MONTIJO | Maioria PS aprova Orçamento Municipal de 26,2 M€

29/11/2017


A maioria socialista acaba de aprovar o Orçamento Municipal para 2018 no valor de 26 milhões e 272 mil euros. A oposição (CDU e PSD/CDS) votou contra.

No que toca a investimentos, Nuno Canta, presidente da Câmara, apontou a obras como a Casa da Música Maestro Jorge Peixinho, o jardim do Pocinho das Nascentes, a ciclovia junto ao caminho de ferro, a sala do futuro e intervenções nas escolas do concelho.

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