Archive for: Janeiro 9th, 2018

Trabalhadores de fornecedores da Autoeuropa temem degradação da paz social

5 de Janeiro 2018

Conflito sobre a adoção de novos turnos de trabalho traz instabilidade a parque industrial de Palmela.

Trabalhadores das empresas fornecedoras da Autoeuropa querem evitar conflitos sobre horários de trabalho, mas receiam uma degradação da paz social face ao início do trabalho aos sábados na Autoeuropa em fevereiro, admitiu esta sexta-feira o representante das comissões de trabalhadores. “Há empresas do parque industrial que estão a sentir os trabalhadores a pressionarem porque não querem ter o mesmo conflito que está a existir na Autoeuropa, querem que as coisas se resolvam rapidamente”, disse à agência Lusa o coordenador das Comissões de Trabalhadores do Parque industrial da Autoeuropa, Daniel Bernardino. No mês de fevereiro “vamos começar já a ter os sábados em produção, como estava anunciado Autoeuropa, e temos que nos organizar até lá. Falta muito pouco tempo. No parque industrial ainda estamos com alguma estabilidade, em termos de diálogo social, mas acreditamos que este mês esse diálogo social pode começar a ficar fragilizado”, disse, lembrando a necessidade de as empresas fornecedoras da Autoeuropa também se prepararem devidamente para dar resposta aos planos de produção apresentados pela Autoeuropa.

A par da preocupação com os novos horários de trabalho e com as exigências de produção para o novo veículo T-Roc na fábrica de automóveis da Volkswagen, em Palmela, os trabalhadores do parque industrial da Autoeuropa, onde estão instaladas 19 empresas com um total de cerca de 3.000 trabalhadores (que se juntam aos cerca de 5.000 trabalhadores da própria Autoeuropa), também estão preocupados com a eventual perda de influência da Comissão de Trabalhadores da empresa do grupo Volkswagen. “Esperamos que haja alguma estabilidade e paz social, porque estamos num momento de crescimento do parque industrial e da Autoeuropa. Nunca tivemos os volumes de produção que já estamos a ter no dia de hoje – e isso é mais emprego, e obviamente mais rendimento para s trabalhadores. É desse rendimento que os trabalhadores também estão à procura através deste conflito que criaram dentro da Autoeuropa. Mas o que nos preocupa é que a organização dos trabalhadores está a deteriorar-se, começa a haver um pouco de anarquismo entre os trabalhadores da Autoeuropa. Preocupa-nos que esta organização fique fragilizada deste modo”, acrescentou. O diferendo na Autoeuropa não preocupa apenas as empresas fornecedoras e trabalhadores do parque industrial, mas também os municípios da região de setúbal e, particularmente, o concelho de Palmela.

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Deputados de Taiwan visitaram Setúbal e Azeitão

8de Janeiro 2018

Comitiva de três dezenas de pessoas foi recebida por Dores Meira, na Câmara Municipal, e visitou adega José Maria da Fonseca. Moscatel foi um dos produtos regionais oferecidos ao deputados asiáticos

Uma delegação de 27 deputados de Taiwan visitou Setúbal e Azeitão no sábado (06), numa iniciativa liderada pelo presidente do Centro Económico e Cultural de Taipei em Lisboa, Raymond Wang.
A comitiva foi recebida pela presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, nos Paços do Concelho, onde os participantes assistiram a uma apresentação sobre as principais áreas de investimento em Setúbal e os objectivos de desenvolvimento económico do município, em áreas como turismo, comércio e indústria.
O grupo de visitantes deslocou-se depois às Caves da adega José Maria da Fonseca, em Azeitão.
Além de Setúbal, os périplo dos deputados de Taiwn por Portugal passou também por Setúbal e Sintra.

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Paulo Lopes, candidato ao PS Setúbal: ‘Não nos resignamos a que Setúbal continue nas mãos da CDU’


Presidente do PS Setúbal há quatro anos, Paulo Lopes, arquitecto de 44 anos, diz que se recandidata ao cargo pela expressão de confiança que sentiu por parte dos militantes e simpatizantes e por contar com o apoio da maioria dos autarcas locais do partido. Defende que o projecto que lidera, ‘Juntos por Setúbal’ é o que tem melhores condições para iniciar um novo ciclo político interno que possa conduzir à vitória nas autárquicas.
As eleições estão marcadas para dia 19 e o outro candidato é António Caracol.

Porque decidiu recandidatar-se ao PS Setúbal?
Esta recandidatura nasce na expressão de confiança dos militantes e simpatizantes, que querem que esta equipa continue a fazer o trabalho, que não se resigne com os resultados autárquicos, porque objectivamente não foram os esperados. Entendemos que é possível fazer diferente e melhor e queremos aproveitar o novo ciclo autárquico para também incutir um novo ciclo a nível interno, porque não aceitamos, não nos resignamos com estes resultados. Em suma, temos estas duas componentes, que são não baixar os braços porque não nos resignamos a que Setúbal continue nas mãos da CDU. Queremos um PS forte e activo. E em segundo lugar, houve uma confiança expressa pelos militantes, no sentido de avançarmos com uma candidatura com condições para pôr em curso um novo ciclo.

Mas os resultados são precisamente um dos argumentos do seu adversário, António Caracol, que diz que a concelhia se conformou e que é preciso combater o inconformismo…
Isso é a interpretação do outro candidato, que é legítimo ter que ter um motivo para aparecer como candidato. Isso é a expressão deles. A nossa é não nos resignarmos e por isso, queremos criar um novo ciclo. Aliás, o próximo ciclo é um ciclo muito interessante, porque vamos ter eleições legislativas e europeias, para as quais é muito importante que o PS esteja mobilizado e com força de militância-base, porque não vão ser eleições fáceis. É um combate político para o qual estamos inteiramente disponíveis e muito motivados.

Mas não acha que os resultados autárquicos em Setúbal jogam contra a actual concelhia?
Os resultados autárquicos em Setúbal desde 2001 que não são favoráveis ao PS. E por isso é preciso continuar a trabalhar no sentido de perceber o que é que passa.

E o que é que propõe aos militantes para este novo mandato?
Na minha moção Juntos por Setúbal elencamos uma estratégia, que assenta em quatro pilares porque entendemos que a qualidade de vida na cidade depende destas áreas. O primeiro é Mobilidade e Segurança, uma cidade do futuro passa essencialmente por esta discussão, seja do transporte colectivo, seja do transporte privado, percursos pedonais, etc, e da Segurança. O segundo tem a ver com a regeneração urbana, não só no conceito de recuperação do imóvel, mas do espaço público e assente na linha da sustentabilidade ambiental, energética. Esse é o caminho que todas as cidades da Europa e do mundo Ocidental estão a caminhar e é por aí que Setúbal também deve ir. Depois, as comunidades solidárias, porque sem haver uma justiça social, é impossível também haver uma cidade com qualidade de vida. E o PS tem no seu ADN político, a questão das políticas sociais de inclusão e nada disto funciona senão houver economia e emprego. Para marcar a agenda política dos próximos tempos com estes quatro pilares, temos um plano de acção, que assenta basicamente em compreender a realidade que nos rodeia e o contexto em que estamos inseridos, assumir a responsabilidade de desenvolver trabalho nessa matéria e depois agir e dar a conhecer publicamente as propostas e os projectos estruturantes que o PS irá apresentar.
Acho que a comunicação é fundamental e que há um défice de comunicação que tem de ser combatido. Muitas das vezes damos por nós a falar nas reuniões de câmara, nas assembleias de freguesia, nas assembleias municipais e sentimos que a mensagem não chega ao interlocutor, por culpa nossa. É preciso combater isso. E é por isso que apostamos muito nos autarcas eleitos, que que agora começam um novo ciclo autárquico, para que sejam os interlocutores privilegiados, ao longo destes quatro anos, do PS, junto da população. Também é fundamental o caminho que temos vindo a fazer de abertura aos independentes. A Agenda para a Década, em que fizemos meia-dúzia de encontros muito interessantes, contou com muita participação de independentes.

Como é que explica o facto destas eleições internas serem mais participadas?
É normal, em democracia, haver mais do que uma lista. E são eleições a seguir às autárquicas, um período que internamente mexe sempre.

O aparecimento de outro candidato não corresponde a uma preferência de estrutura regional ou nacional?
Não tenho essa leitura. Aliás, o facto de haver um militante que é secretário de Estado e que apoia uma outra candidatura não vale mais do que isso mesmo. É um militante que por acaso agora foi nomeado secretário de Estado. Não valorizo essa imagem de que há aqui uma postura institucional contra uma concelhia.

Não acha que a sua candidatura esteja em desvantagem nesse domínio?
Até agora, não tenho sentido essa situação. Pelo contrário. Quem manda no PS não são as estruturas nacionais nem superiores, mas os militantes-base, que votam, e no dia das eleições veremos qual é o projecto político que os militantes escolhem e com que as estruturas nacionais e regionais trabalharão. E a seguir também haverá eleições para a Federação e depois nacionais.
Estas são eleições internas disputadas, mas normais. No passado chegou a haver quatro ou cinco listas e, ai sim, foi algo anómalo. Do lado da minha lista, aquilo que sei é que estamos muito motivados e temos muita juventude, inclusive com o apoio do presidente da JS Setúbal, que é sintomático. Este misto de experiência e juventude vai estar patente nas listas e nos grupos de trabalho.

E porque é que acha que o seu projecto é melhor para o PS aqui em Setúbal?
Nós estamos muito motivados, temos o apoio da maioria dos autarcas que estão no terreno. Entendemos que esta estratégia de fazer do autarca o interlocutor entre a população e o partido é fundamental. Não acredito em política feita de gabinete ou à distância, seja de Lisboa ou noutro sítio qualquer. Acredito na política terra-a-terra, local, feita no dia-a-dia pelos autarcas ou pelos militantes que estão a trabalhar nos seus bairros.

Contínua disponível para ser candidato nas autárquicas?
Este mandato tem duração de dois anos e não vai definir quais são os candidatos autárquicos. Eu fui candidato, porque fazia sentido ser o candidato. Se, daqui a quatro ano, quando se materializarem essas eleições, fizer sentido ser candidato e se os militantes assim entenderem, obviamente assumirei as minhas responsabilidades.

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PS repudia petição contra nome de Mário Soares no aeroporto do Montijo

9 de Janeiro 2018

O PS considera “um acto chocarreiro” e “provocatório” a petição que deu entrada na Assembleia da República que se insurge contra a eventual atribuição do nome de Mário Soares ao aeroporto do Montijo.

A petição, subscrita por um grupo de cidadãos sem cargos públicos relevantes e que deu entrada no parlamento no ano passado, está agendada para ser discutida em plenário, na Assembleia da República, no próximo dia 18.

Para o vice-presidente da bancada do PS Filipe Neto Brandão, “a petição em causa não passa de um acto chocarreiro e provocatório, que, paradoxalmente, atesta a superioridade moral da democracia que consente até dislates como esse”.

“Não creio, assim, que alguém lhe venha a dedicar no parlamento mais do que os parcos minutos que, formal e regimentalmente, lhe estarão atribuídos”, completou o dirigente socialista, numa nota enviada à agência Lusa.

Filipe Neto Brandão defende que a figura do antigo chefe de Estado Mário Soares, “como um dos vultos maiores da República, é indubitavelmente consensual entre os portugueses que crêem na democracia”.

“Pretender o contrário é, assim, na verdade, confessar-se militante de uma qualquer área saudosista do pré-25 de Abril. Curiosamente, deve ser sublinhado que exercer o direito de petição à Assembleia da República é algo que decorre também do resultado da acção cívica de Mário Soares e que pode ser exercido por todos, creiam, ou não, nas virtudes da liberdade e da democracia”, acrescentou o vice-presidente da bancada socialista.

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Lusa

Chama vai percorrer até Junho todos os concelhos do Distrito de Setúbal

CHAMA DA SOLIDARIEDADE CHEGA A GRÂNDOLA ESTA 4ª FEIRA


O Município de Grândola recebe na próxima quarta-feira, 10 de Janeiro, numa cerimónia que vai decorrer a partir das 10h no Cine Granadeiro Auditório Municipal, a “Chama da Solidariedade” objecto simbólico que pretende acarinhar e propagar os valores que unem as diferentes instituições de solidariedade no sentido de apelar ao espírito comunitário.

A “Chama da Solidariedade” vai ser entregue ao Presidente da Câmara Municipal de Grândola, António Figueira Mendes, pelo Presidente da Câmara Municipal de Santiago de Cacém, Álvaro Beijinha, num ato que conta com a presença do Presidente da União Distrital das IPSS de Setúbal, Fernando Sousa.

A “Chama da Solidariedade” permanece em Grândola até 24 de Janeiro, percorrendo diversas Instituições do concelho: Creche e Jardim de Infância, Associação Flor da Serra, Escuteiros, Paróquia, Casa do Povo de Azinheira de Barros, Casa do Povo de Melides, Cercigrândola, Centro Social do Carvalhal, Santa Casa da Misericórdia e AISGRA.

A iniciativa organizada pela Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade e União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Setúbal que começou a 8 de Setembro no Seixal, vai percorrer até Junho de 2018 todos os concelhos do Distrito de Setúbal, culminando com a realização da Festa da Solidariedade em Setúbal.

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Acção de Protesto no Barreiro «Os Correios são do povo – Não ao encerramento da Estação do Lavradio»


O Partido Comunista Português, Barreiro, vai promover hoje, dia 9 de Janeiro, pelas 17h00, junto à Estação dos CTT do Lavradio, uma acção de protesto tendo como lema : «Os Correios são do povo – Não ao encerramento da Estação do Lavradio».

Como divulgamos está previsto e anunciado o encerramento da Estação dos CCT no Lavradio, no âmbito de um plano de reestruturação que prevê o encerramento de 22 estações dos CTT, por diversos pontos do país.

A Comissão Concelhia do Barreiro do PCP, sobre a intenção de encerrar a Estação dos CTT no Lavradio, em comunicado, sublinha- “condena este que é mais um passo no desmantelamento de um serviço público essencial ao país, às populações, ao desenvolvimento regional e à coesão territorial”.

“Perante este processo, em que fica mais vincada a importância de recolocar os CTT na esfera da gestão pública, a Comissão Concelhia do Barreiro do PCP manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores da empresa e com a população da freguesia do Lavradio que se virá agora privada deste serviço público, depois de já em 2016 também ver encerrado naquela freguesia o balcão da Caixa Geral de Depósitos, exortando igualmente trabalhadores e população a lutarem pela manutenção deste importante serviço público”, refere a Concelhia do PCP.

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