Category: Almada

Festa da Maia para cumprir a tradição

1 de Maio 2019 Cova da Piedade sem Romeira e sem crianças











Fotos:
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Inês de Medeiros quer 25 de Abril sem palanque em Almada

25 de Abril 2019

“O Poder em Almada não pode estar num palanque longe do Povo.
O Poder em Almada devia estar lá em baixo junto do Povo.”
Inês de Medeiros



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25 de Abril em Almada 45 anos depois

Fotos: Inês de Medeiros

25 de Abril 2019
Fórum Romeu Correia e Praça M.F.A.

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Almada ajuda Moçambique

O Hospital Particular de Almada (Elvas) está a recolher donativos para ajudar Moçambique a recoperar da catastrofe causada pelo furacão.
Medicamentos ( especialmente analgésicos), produtos alimentares enlatados, produtos de tratamento de água, de higiene e limpeza estão a ser recolhidos nas instalações do Hospital Na Rua Manuerl Febrero 85 na Cova da Piedade.

Mais informações em ::::> Alexandra Correia

Inês de Medeiros tenta acabar com “sururu” sobre a cultura em Almada

20 de Março 2019

Autarca chama agentes culturais para acabar com polémica do projecto Companhia Paulo Ribeiro na Casa da Juventude. Foi uma dança sobre o arame.


Francisco Alves Rito

A presidente da Câmara de Almada promoveu uma sessão de esclarecimento sobre a instalação do projecto da Casa da Dança, da Companhia Paulo Ribeiro, na Casa da Juventude do Ginjal, para acabar com o “sururu sobre a cultura” que se vive no concelho.

A expressão “sururu”, usada por um dos jovens dos grupos participantes, que se queixou de que “é muito cansativo este sururu”, foi usada por todos os quadrantes durante a sessão.

A tensão, bem patente na sessão, decorre do contexto político. Almada foi de maioria comunista desde o 25 de Abril, o PS ganhou o município por 413 votos (diferença de 0,62%), a presidente não era do concelho, a política municipal assim como as pessoas e as práticas mudaram, o PCP mantém ligações e influencias antigas, o movimento associativo e a cultura pesam muito nesta equação. Inês de Medeiros tem de procurar o equilíbrio sobre o arame e a dança da autarca seguiu o ritmo deste complexo ambiente.

Rodeada, como o encenador entre o grupo de artistas no palco, Inês de Medeiros, argumentou, explicou, garantiu, pediu o apoio de todos e até disse um palavrão.

“Este raio de discussão entre o nós e o eles é do mais fascista que há. Na cultura, quem pratica este chauvinismo bacoco está completamente errado. Acabe-se com esta m…!”, exclamou. A presidente pediu desculpa por estar “exaltada” e ninguém levou a mal.

Mas houve quem aproveitasse. Amélia Pardal, vereadora da CDU há muitos anos, considerou a polémica sobre a Casa da Dança como uma “reacção perfeitamente legitima” que “não se pode confundir com provincianismo”.

Inês de Medeiros reagiu com um “eu não disse isso” que levou a eleita comunista a confirmar que estava a referir-se ao desabafo da adversária política: “Pois não, disse pior, disse fascismo”.

Neste registo, o debate puxava para fora da Casa da Juventude, entrando pela política cultural e de juventude da maioria socialista.

A autarca resistiu à discussão sobre a política municipal para a juventude, dizendo que essa é matéria para outros momentos e para o Conselho Municipal de Juventude, mas argumentou relativamente à cultura.

“A cultura em Almada teve um reforço orçamental de quase 800 mil euros, ronda os quatro milhões. Não nos podem acusar de desinvestir na cultura”, atirou Inês de Medeiros, acrescentando que “este reforço não é para a Companhia Paulo Ribeiro, é para outros projectos”.

A presidente da autarquia frisou que o concelho não tem os equipamentos de cultura que deveria ter e contra-atacou com a falta de pessoal no município, que vinha do anterior executivo. “Como achamos que estes equipamentos são importantes, contratámos 12 pessoas para esta área”, disse.

Depois de muita argumentação, a autarca apelou ao consenso, para uma nova forma de relação do município com as colectividades locais.

“Preciso do vosso apoio para isto, para criarmos este sistema, para salvarmos alguns espaços e algumas colectividades que estão com a corda na garganta. Preciso do vosso apoio porque isto não é uma coisa que se imponha.”, sustentou.

No entanto, consenso, para já, só sobre a necessidade de alterar o nome de dois instrumentos municipais. O Regulamento Municipal de Apoio ao Movimento Associativo (RMAMA) – que soa a voltar a mamar – e o Gabinete da Apoio ao Movimento Associativo (GAMA), segundo a autarca precisam de novos nomes.
“Aqui estamos todos de acordo”, disse Inês de Medeiros para gargalhada geral.

“Não há! Não há!” Ponto de Encontro fica como está

Na resposta às muita perguntas concretas da sessão de esclarecimento, Inês de Medeiros não se cansou de repetir que “Não há!” alteração ao funcionamento, nem encerramento, desinvestimento, desmantelamento ou preferência por projectos de fora.

“Posso repetir mais uma vez; nenhum grupo [dos 12 que usam actualmente o espaço] deixa de estar nem ninguém ficará impedido de entrar. O que haverá é articulação.”, afirmou a presidente da câmara explicando que a Companhia Paulo Ribeiro ficará fisicamente na sala de baixo, menos usada, e que os ensaios em que usará outras salas serão durante o dia, quando a procura de espaço do Ponto de Encontro por outros grupos é sobretudo “após as 18 horas”.

“Paulo Ribeiro pode ser uma ajuda para dar visibilidade à vossa criatividade. Ninguém vem de Viseu, de Setúbal ou do Seixal para dizer como deve ser.”, disse.

A autarca informou que no local onde hoje se encontra o Ponto de Encontro e o Centro Paroquial de Almada será construido um silo automóvel – no âmbito do projecto imobiliário já contratado para o Cais do Ginjal – e que no topo dessa estrutura será edificada a nova Casa da Juventude. “O projecto desse novo edifício ainda não existe”, referiu, informando que o processo se encontra em fase de elaboração do Plano de Pormenor.

O município garante no entanto, que, ao contrário do que esteve previsto no mandato anterior, a Casa da Juventude não será demolida enquanto não for encontrado um espaço substituto, para funcionar provisoriamente até que as futuras instalações estejam concluídas no mesmo local”

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Eu sou da Piedade

Gabriel Quaresma – “As minhas pinceladas digitais”

Cova da Piedade anos 60 dec. XX

Jerónimo critica Câmara de Almada por acabar com almoço do Dia da Mulher

8/3/2019, 16:55

O líder do PCP critica Almada por ter posto fim a uma iniciativa com mais de 30 anos. No mesmo evento, Jerónimo aproveitou para criticar a direita, por alimentar discriminação das mulheres

O secretário-geral do PCP criticou esta sexta-feira o executivo da Câmara de Almada, liderado por Inês de Medeiros (PS), por ter acabado com o almoço comemorativo do Dia da Mulher, uma iniciativa que se realizava há mais de 30 anos.
Este almoço do PCP é, para Jerónimo de Sousa, “uma atitude que contrasta com o PS, que assumiu como uma das primeiras decisões do seu mandato a anulação de uma iniciativa que, desde Abril, a instituição do poder local realizava: o almoço de 8 de março onde se prestava a devida homenagem aos trabalhadores da autarquia e, em particular, às mulheres trabalhadoras”, afirmou Jerónimo de Sousa.

O líder comunista discursava na Academia Almadense, em Almada, no distrito de Setúbal, onde o PCP organizou um almoço comemorativo do Dia Internacional da Mulher tendo referido que o fim da iniciativa organizada pelo município é um “retrocesso”.

“Este é um exemplo indissociável dos retrocessos registados neste mandato no plano autárquico em que temos usado a expressão ‘Com o PS Almada Perde’. Perdem as mulheres no apoio às suas lutas específicas, num concelho de tão profundas tradições democráticas e progressistas. Perdem os trabalhadores nos seus direitos sindicais, no despedimento de 51 trabalhadores da higiene e limpeza. Perde a população do concelho”, defendeu.

O almoço comemorativo do Dia da Mulher era dinamizado pelos executivos da CDU e foi suspenso no início do mandato de Inês de Medeiros (PS). Para Jerónimo de Sousa, o facto de ter sido uma mulher a ter colocado termo ao evento é um exemplo de que “não é por haver mais mulheres neste ou naquele cargo que se altera a política” e que a questão central é “que política se decide seguir”.

No evento, o secretário-geral do PCP saudou todas as mulheres do concelho, mas em especial as trabalhadoras da câmara municipal, pela luta que travaram na “defesa das 35 horas de trabalho e pela recuperação do subsídio de Natal por inteiro ao fim de seis anos de corte”. Ainda assim, afirmou, o PCP vai continuar a apoiar a luta pela “valorização dos salários e carreiras” e por “uma vida melhor”.

“Reafirmamos o nosso empenho em lutar por uma Almada de progresso, que honre as suas tradições democráticas e de luta, em não admitir recuos na qualidade de serviço público”, frisou.

Jerónimo acusa política de direita de alimentar discriminação das mulheres
O secretário-geral do PCP acusou esta sexta-feira os governos de direita de alimentarem mecanismos de discriminação das mulheres, tanto na vida social, profissional ou política, fomentando “falsas políticas de igualdade”.

“A natureza das opções económicas e sociais de sucessivos governos da política de direita e de integração de Portugal na União Europeia têm invertido o rumo de Abril, já que alimentam e reproduzem mecanismos de dupla exploração, desigualdade e de discriminação das mulheres no trabalho, na família, na vida social e política”, defendeu Jerónimo de Sousa.

Contudo, na visão de Jerónimo de Sousa, na atualidade é preciso continuar a lutar, até porque o PS, PSD e CDS têm vindo a fomentar “falsas políticas de igualdade”, ocultando que o sistema capitalista proclamou “a inferioridade das mulheres na lei e na vida”.

Além disso, referiu que os partidos de direita não têm cumprido as promessas em relação à conciliação da vida profissional com a vida familiar das mulheres, à natalidade, à promoção da igualdade salarial, nem ao combate à violência doméstica.

Por este motivo, o secretário-geral do PCP lembrou que, este ano, se assinala o 45.º aniversário da Revolução de Abril e que só através de uma “nova política de esquerda” será possível lutar pelos direitos das mulheres e dar “um novo rumo ao país”.

“A efetivação dos direitos das mulheres só se concretiza com uma nova política enraizada nos valores e conquistas da Revolução de Abril. O PCP é portador de soluções de futuro ancoradas na política patriótica e de esquerda, cujos eixos centrais permitem combater a exploração, as desigualdades e a violência sobre as mulheres. É dela que emerge uma nova política de igualdade assente no cumprimento dos direitos das mulheres numa sociedade mais justa para todos”, defendeu.

No discurso, o líder comunista apelou também à participação na Manifestação Nacional de Mulheres, promovida pelo Movimento Democrático de Mulheres, que se realiza no sábado, pelas 14h30, entre os Restauradores e a Ribeira das Naus, em Lisboa.

A emancipação é obra da própria mulher, mas não se dividam, juntos é que conseguimos essa emancipação”, frisou

No almoço também esteve presente o cabeça de lista às eleições europeias, João Ferreira, que referiu que a igualdade de género é um assunto que “tem transportado para a intervenção no parlamento europeu”.

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Cidade da Água em Almada à venda por 2 mil milhões de euros


O projeto da Cidade da Água, em Almada, na margem sul do Tejo – ou a nova “pequena Expo”, como já é apelidada – deverá chegar ao mercado no primeiro semestre deste ano por 2 mil milhões de euros. O megaprojeto imobiliário, gerido pela Baía do Tejo, empresa estatal do universo da Parpública, deverá ganhar forma nos próximos 10 ou 15 anos.

Sérgio Saraiva, administrador da Baía do Tejo, contou recentemente ao idealista/news que a venda do território do antigo estaleiro da Lisnave deveria concretizar-se no primeiro trimestre de 2019, confirmando “a manifestação de interesse por parte de diversos investidores nacionais e internacionais”. Segundo a informação agora avançada pelo EuroProperty, o projeto deverá chegar ao mercado muito em breve por 2 mil milhões de euros.

A Cidade da Água vai erguer-se na Margueira, antigos terrenos da Lisnave, e pretende revolucionar a zona ribeirina de Cacilhas. Há um ano, o idealista/news embarcou numa networking trip que levou cerca de 50 profissionais do imobiliário para visitar os terrenos da Lisbon South Bay, um tiro de partida para aquele que viria a ser um ano de de “caça” ao investimento para a requalificação daqueles territórios ribeirinhos.

Da autoria do arquiteto Richard Rogers e Santa-Rita & Associados, o projeto tem como elementos-âncora a Marina (com capacidade para 400 embarcações) e o Terminal Fluvial Intermodal (com capacidade para acolher nove milhões de utilizadores anuais), a par de um conjunto urbano de uso misto residencial, escritórios, comércio e restauração, hotéis, áreas culturais, nomeadamente a criação de um museu e galerias de arte, e náuticas.

XXXI Corta Mato escolar de Almada (Fotos)

22 de Janeiro 2019
Parque da Paz – Almada

Carlos Guedes abandona o BE de Almada

Almada, 19 de Janeiro 2019

“Sou, a partir de hoje, deputado independente na Assembleia Municipal de Almada e desvinculo-me do Bloco de Esquerda.”


” Depois de, nas eleições de Outubro de 2017, ter aceitado encabeçar aquela que viria a ser a lista do Bloco de Esquerda que alcançou o melhor resultado de sempre, em Almada, com 7.330 votos, correspondentes a 11,03%, vi ser-me retirada a confiança política por um Plenário de Aderentes de Almada do Bloco de Esquerda, realizado em Dezembro de 2018. Um Plenário que foi irregularmente convocado e que não tinha na sua Ordem de Trabalhos qualquer ponto referente à discussão deste assunto. Um Plenário em que 20 pessoas decidiram, de braço no ar, por esta solução.

É importante que se perceba que este Plenário foi o culminar de uma sucessão de situações irregulares, algumas mesmo ilegais, que começaram quando a actual Vereadora do Bloco de Esquerda na Câmara Municipal de Almada, Joana Mortágua, decidiu, sozinha e sem qualquer decisão da Comissão Coordenadora Concelhia de Almada do Bloco de Esquerda que o sustentasse, votar contra as Opções do Plano e Orçamento para 2019 da Câmara Municipal e Almada.

De então para cá apresentei, em vários momentos, recursos e pedidos de tomada de posição quer à Comissão de Direitos, quer à Comissão Política do Bloco de Esquerda. Ambos os órgãos escusaram-se, sempre, a tomar qualquer posição. Quer quanto às questões formais de desrespeito pelas regras democráticas e pelos Estatutos do partido, quer quanto às questões políticas que lhe estão subjacentes.

Não tenho qualquer problema em relação ao Bloco de Esquerda. Há dez anos que decidi entrar. Decido, agora e face à situação que foi criada, sair pois percebo que a sucessão de disparates e de irregularidades não iria terminar por aqui e os órgãos internos, recentemente eleitos, já demonstraram uma completa incapacidade para intervir nesta situação.

O Bloco de Esquerda, em Almada e, por que não dizê-lo, em todo o distrito de Setúbal, está refém dum projecto unipessoal, dirigido e controlado por uma pessoa que, para além de lidar mal com quem não está disposto a servir os seus propósitos, lida ainda pior com quem a afronta ou ousa discordar das suas posições. Para além deste projecto individual, não existe, em Almada, uma linha política clara. De nada serve engrossar a voz em tempos de campanha eleitoral para, nos quatro anos em que dura o mandato, se verificar uma total desorientação no trabalho feito e uma subjugação a interesses que nada têm a ver com o Programa pelo qual nos candidatámos e que devemos, acima de tudo, defender. Há uma clara subserviência do Bloco de Esquerda às posições do PCP. Subserviência que uma ou outra posições não desmentem nem, tão pouco, mascaram. As recentes votações nos Orçamentos das Juntas de Freguesia que, no concelho de Almada, são governadas pela CDU, bem como a abstenção nas Opções do Plano e Orçamento da Câmara Municipal do Seixal são, disso mesmo, uma clara evidência.

O Bloco de Esquerda cresceu muito nas últimas eleições autárquicas em Almada. Aumentou o número de eleitos nos órgãos. Elegeu, pela segunda vez, uma vereadora. Elegeu um grupo municipal que, pela primeira vez, contava com quatro elementos. Elegeu, pela primeira vez, representantes em todas as Assembleias de Freguesia do concelho. Mas esse crescimento não foi acompanhado por um crescimento orgânico. Há, mesmo, uma estagnação que só se explica pela incapacidade de integrar novos militantes. O núcleo activo do Bloco de Esquerda, em Almada, está reduzido a duas cliques que se digladiam entre si mas que, no essencial, agem da mesma forma. Um núcleo cada vez mais reduzido e, cada vez mais, formado apenas por quem segue a cartilha imposta pela Joana Mortágua.

Pessoalmente, poderia optar por não me desvincular, imediatamente do Bloco de Esquerda. À luz do que aqui já expus, da incapacidade dos órgãos internos, que deviam assegurar os direitos de quem decide aderir ao Bloco de Esquerda, permanecer seria um erro que seria, uma vez mais, aproveitado por quem está mais interessado em tratar da sua vida do que na defesa daqueles e daquelas que, com o seu voto, nos fizeram ser eleitos.

Não renuncio ao mandato de deputado na Assembleia Municipal de Almada. O meu mandato será cumprido, respeitando o Programa Eleitoral que serviu de base à candidatura que aceitei encabeçar. Não reconheço qualquer legitimidade às posições assumidas por um reduzidíssimo número de aderentes, mais ainda quando estas posições estão feridas de legalidade democrática e eu nada fiz que as justificasse.

Esta é uma decisão ponderada e muito difícil, mas perante a incapacidade demonstrada pela Comissão de Direitos e pela Comissão Política do Bloco de Esquerda para, sequer, se pronunciarem sobre as ilegalidades cometidas ao longo dos últimos dois meses, é a única solução possível.

Foram dez anos de militância activa e muito empenhada. Ficam as amizades, as memórias e um enorme orgulho por ter feito parte de muitos momentos marcantes. A vida continuará. As lutas também.

Nota final: no decurso destes dois meses, e até hoje, nunca, em momento algum, foi dada uma explicação aos aderentes do Bloco de Esquerda em Almada. Nem aos eleitores.”

Carlos Guedes

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