Category: Almada

Prémio Literário Cidade de Almada

07/11/2018

Júri premeia duas obras desafiantes de vivências nem sempre fáceis

Carla Pais e Ana Pessoa venceram os concursos literários promovidos por Almada. Dois desafios em estilos de escrita diferentes; um sobre as complexas relações entre homens e mulheres, e o outro sobre emoções, dilemas e incertezas da adolescência

Carla Pais em prosa e Ana Pessoa na categoria literatura juvenil viram as suas obras reconhecidas este ano pelo júri que, em Almada, premiou a sua produção literária.

O romance “Um cão deitado à fossa” de Carla Pais, venceu a 30.ª edição do Prémio Literário Cidade de Almada, enquanto o original “Aqui é um bom lugar” de Ana Pessoa foi distinguido na 13.ª edição Prémio Literário Maria Rosa Colaço.

O júri do Prémio Literário Cidade de Almada considerou o romance “Um cão deitado à fossa” foi escrito num registo gráfico e literário “totalmente diferente” que, através de uma “forma de comentário estilisticamente muito cativante mas de grande contundência”, apresenta “uma espécie de libelo acusatório desse universo tipificado por homens egoístas e mulheres submissas”.

No caso do original “Aqui é um bom lugar”, a apreciação do júri do Prémio Literário Maria Rosa Colaço considerou este registo autobiográfico de uma jovem em passagem da escola secundária para a universidade como “verosímil e forte” que envolve “facilmente” o leitor levando-o a “identificar-se não apenas com as vivências partilhadas mas também com a linguagem e o estilo, muito contemporâneos, que distinguem o relato”.

Nas edições deste ano participaram cerca de meia centena de obras originais, tendo a Câmara de Almada atribuído a cada uma das autoras premiadas um prémio monetário no valor de cinco mil euros.

Lançado pela Câmara Municipal de Almada, o Prémio Literário Cidade de Almada é considerado uma referência nacional na área da literatura e na promoção da criação literária em língua portuguesa. Quanto ao Prémio Literário Maria Rosa Colaço, também organizado pela autarquia, pretende homenagear a ilustre escritora e incentivar a criatividade literária de autores portugueses, nos domínios da literatura infantil e juvenil.

Humberto Lameiras

Veja mais em ::::> Diário da Região

Submarino Tridente em reparação no Alfeite

Pela primeira vez, um submarino da classe Tridente deu entrada numa doca seca em Portugal. O NRP Tridente vai ser alvo de uma reparação nos estaleiros da Arsenal do Alfeite S.A.

A data de 8 de novembro de 2018 fica na história da reparação naval portuguesa porque foi neste dia que, pela primeira vez, um submarino da classe Tridente deu entrada numa doca seca em Portugal.

O NRP Tridente vai estar as próximas semanas nos estaleiros da Arsenal do Alfeite S.A., localizada na Base Naval de Lisboa, em Almada, para uma operação de reparação.

Esta intervenção surge no âmbito de uma parceria entre a Arsenal do Alfeite S.A. e os estaleiros alemães, responsáveis pela construção do submarino português.

Está igualmente previsto que, nos próximos meses, o submarino gémeo do Tridente, o NRP Arpão, dê entrada na mesma doca seca para trabalhos de manutenção.

A cerimónia contou com a presença da vereadora da Câmara Municipal de Almada, Francisca Parreira.

Estiveram igualmente presentes, entre vários representantes de outras entidades, o presidente do conselho de administração da Arsenal do Alfeite S.A., o Almirante José Garcia Belo, o Chefe do Estado-Maior da Armada, o Almirante António Maria Mendes Calado, e a secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto.

O Submarino NRP Tridente

Foi construído entre 2007 e 2010 nos estaleiros de Kiel, na Alemanha.

Entrou ao serviço da Marinha Portuguesa a 17 de junho de 2010.

A sua guarnição é composta por 33 marinheiros, com capacidade para mais 10 militares.

Comprimento: 67,9 metros
Altura: 13 metros
Diâmetro de casco: 6,3 metros
08/11/2018

Fonte :::> CM Almada

Setúbal é o distrito com mais mortes na estrada

5/11/2018

Morreram 422 pessoas nas estradas do País nos primeiros 10 meses do ano.

Nos primeiros 10 meses do ano, 422 pessoas perderam a vida em acidentes nas estradas portuguesas. Mais duas vítimas mortais comparadas com o mesmo período de 2017 (mais 50 do que em 2016). Números da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária revelam que o distrito de Setúbal é o mais sangrento do ranking. Nas estradas sadinas já morreram 61 pessoas, mais 15 do que em 2017. O aumento do número de mortes poderá ser explicado pelo crescente número de acidentes. Em 2017, as autoridades policiais registaram 106 986 acidentes de norte a sul do País. Este ano, e até 31 de outubro, esse número já ultrapassou os 109 mil (109 030). Setúbal aparece no topo da lista de vítimas mortais mas, contudo, está fora dos quatro distritos com mais acidentes. Em primeiro lugar encontra-se Lisboa, com 21 744 sinistros, dos quais resultaram 42 vítimas mortais. Segue-se o Porto com 19 603 acidentes, há a lamentar 46 mortos; Braga (9255 acidentes e 25 mortes); Faro (9180 acidentes e 28 mortes) e, por fim, Setúbal. Os números da ANSR continuam elevados quando se faz a contabilidade de feridos: 1739 pessoas sofreram ferimentos graves (1834 em 2017) e 33 742 apresentaram ferimentos ligeiros (34 488 no ano passado). Apenas três distritos revelam números inferiores a uma dezena, no que diz respeito a vítimas mortais. Portalegre registou cinco vítimas, seguindo-se Bragança e Viana do Castelo com seis cada.

Ler mais em:Correio da Manhã

Faleceu o Professor Silva Marques

08 de Novembro 2018

Almada perde um educador

O Funeral é amanhã 6ª Feira ás 10.00 horas e sairá da Igreja Paroquial de São Tiago em Almada para o Cemitério de Vale de Flores.
Esta noite tem lugar o velório a partir das 18 horas


António José A. F. e Silva Marques
Licenciado em Educação Física.
Leccionou na Emídio Navarro entre os anos lectivos de 1966/67 e 1980/81, com duas interrupções para comissões de serviço na Direcção-Geral do Ensino Básico e na Direcção-Geral do Desporto.

Em 2005, no âmbito das comemorações do Cinquentenário da Escola Emídio Navarro, foi homenageado pela Escola, tendo sido atribuído o seu nome à sala do Ginásio.
Foi também professor de ginástica no Ginásio Clube do Sul.

Veja mais em ::::> Antigos Alunos da Escola Emídio Navarro

O nosso professor partiu

“Lecionou Educação Física na Emídio Navarro, de Almada. Professor de ginástica e outras modalidades em diversos clubes de Almada e da região.
Marcou gerações de estudantes de Almada, fez amizades para toda a vida, fez campeões em várias modalidades, foi um exemplar professor e promotor do desenvolvimento da atividade física e desportiva escolar.
A toda a sua família, expresso as minhas mais sentidas condolências. Haverá uma cidade educadora e desportiva inteira que expressará os seus pêsames à família enlutada.
Partiu um professor marcante. Também um amigo enorme.
Almada está mais pobre.
Ficará o seu exemplo.”
António Matos – vereador da CM Almada

PS de Almada Comemora 1.º ano de gestão socialista na Câmara Municipal


PS Almada 29 de Outubro 2018
“Está comemoração foi também a comemoração de 40 anos de luta dos socialistas Almadenses pela conquista da sua câmara municipal.
O PS travou aqui em Almada uma enorme luta democrática pelo seu projecto político, pelos seus valores.
Foram centenas de autarcas que ao nível das juntas de freguesia, das diversas assembleias de freguesia e municipais deram o seu melhor, foram muitos anos de militância numa luta sempre desigual contra um poder instalado.
Está comemoração é também uma homenagem sincera a todos os militantes, a todos os autarcas que , ao longo destes 40 anos fizeram este caminho até ao dia de hoje.
Uma palavra de saudade e reconhecimento para todos aqueles que embora já tenham partido permanecem na nossa memória e nos nossos corações.
A vitória do PS em Almada foi especial , épica , mas acima de tudo foi uma vitória de afirmação , uma lufada de ar fresco na política caduca de um poder instalado no nosso concelho durante 40 anos
Com o ps Almada pode , pode e vai mudar.
ALMADA TEM FUTURO E ESSE FUTURO COMEÇOU A SER TRAÇADO A UM ANO ATRÁS #

Foto João Couvaneiro

Veja mais em :::> PS Almada

Almada Extreme Sprint 2018

13 de Outubro 2018
Prova Almada Extreme Sprint 2018, realizada no dia 13 de outubro nas instalações da antiga Lisnave em Almada.

Foto: José Cipriano


Veja mais em ::::> José Cipriano


vídeo ::::> Lisbon Droneye

João Tavares :::> “Uma excelente organização. Um espectáculo excelente quer pela parte desportiva quer pela movimentaçao que gerou em Almada. Para mim como participante só me resta agradecer ao C.M.Setubal o trabalho feito e á C.M.Almada o apoio que concedeu.PARABENS.”

Luis Canena Santos .:::::>”Grande Espectaculo.
Espero que seja a 1° de muitas edições do genero em Almada.
Parabens à organização extencivel à Camara Municipal de Almada”


Almada Extreme Sprint “White”

ANTIGOS ESTALEIROS DA LISNAVE VIRA PISTA DE AUTOMÓVEIS

13 de Outubro 2013 – Joaquim Candeias

ALMADA EXTREME SPRINT – LEVA MILHARES DE PESSOAS AO RUBRO


Uma manhã de sol e emoções e destreza,está a decorrer nos antigos estaleiros Navais da Lisnave,na Margueira Cacilhas.a prova automobilista Almada Extreme Sprint(a decorrer todo dia) e que tem como padrinho da prova o almadense Rui Madeira,Campeão do Mundo FIA(1995) e Bi- Campeão Nacional do Grupo-N(1993 e 1994),prova esse que tem contado com a presença de muito publico,nas eliminatórias, e mais se espera durante a tarde com as provas finais e entrega dos prémios aos respetivos vencedores.

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Um ano de retrocesso na ação e na defesa de Almada

05 de Outubro 2018
José Gonçalves – Vereador CDU Almada

A Cdu (..) é da opinião que o novo executivo (do PS) foi um passo atrás no concelho e tece as maiores críticas à liderança de Inês de Medeiros.

O vereador José Gonçalves afirmou que o “balanço é de retrocesso” e de “perda de ligação com as pessoas, com as instituições” e queixou-se da falta de reuniões camarárias descentralizadas para escutar os problemas dos munícipes.

“Há uma perda de resposta. A Câmara Municipal de Almada não tem uma voz de defesa das populações, dos interesses locais”, vincou, lembrando que o “trânsito foi apresentado como uma proposta de intervenção prioritária [durante a campanha] e não se viu nada” um ano depois.

“Acho que este mandato está a ser penalizador para o nosso concelho, pela perda de apoios às nossas instituições culturais, sociais”, criticou.

Já o ambiente entre os partidos que compõe o executivo é de “confronto político” e de “submissão ao poder central”, sem apresentação “de ideias e propostas”.

Veja mais em ::::> José Gonçalves – Facebook

“Balanço positivo” ou “retrocesso”? Um ano de Inês de Medeiros em Almada

3 de Outubro 2018

A socialista Inês de Medeiros está há um ano em funções como presidente da Câmara Municipal de Almada, que mantinha a mesma cor política desde 1976
© Jorge Amaral/Global Imagens

A presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros (PS), afirmou ao DN que “o balanço global” do primeiro ano de mandato socialista “é positivo”, opinião que é partilhada por PSD, mas os partidos à esquerda discordam e queixam-se de “retrocesso e indefinição de políticas” por parte do novo executivo.

Inês de Medeiros protagonizou uma das vitórias mais comentadas nas eleições autárquicas do ano passado ao conquistar a Câmara de Almada à CDU – a autarquia esteve sob a alçada comunista desde 1976. Um ano depois, a autarca de Almada afirmou ao DN que “o balanço global é positivo” e que houve boas reações à chegada do novo executivo – que além da presidente é composto por três vereadores do PS e dois do PSD com pelouros, e mais quatro da CDU e uma do BE sem pelouro.

Inês de Medeiros considerou que “no primeiro ano tem que se prosaicamente ‘arrumar a casa'” e isso levou a que mais não fosse feito: “Gostaríamos de ter ido mais longe, de fazer mais durante o primeiro ano.”

Para 2019, uma das bandeiras do executivo vai ser a “reabilitação do ginjal de Almada”

O executivo também é “totalmente diferente” e isso obriga a “uma nova forma de trabalhar”, com “momentos de adaptação que são necessários”, porque a ótica é a de mudança e não a de continuidade. E qualquer alteração na Câmara Municipal de Almada “é vista, certamente, como um questionar das decisões políticas anteriores”.

Quanto a resultados financeiros, apesar de não avançar números, a presidente do município referiu que “os resultados serão simpáticos”.

As conversações com a CDU e o Bloco não foram “um diálogo fácil”, mas Inês de Medeiros lembrou que ainda há mais três anos de mandato: “É o primeiro ano, daqui para a frente espero ter mais terreno para diálogo [com as outras forças políticas].”

Para 2019, uma das bandeiras do executivo vai ser a “reabilitação do ginjal de Almada”.
PSD concorda

O Partido Social-Democrata partilha do balanço feito pela presidente da Câmara de Almada. O vereador dos Espaços Verdes, Ambiente e Energia, Nuno Matias (PSD), afirmou ao DN que a autarquia está a trabalhar para tornar “Almada um concelho que seja o melhor para investir, para visitar e para morar”. “Fazendo diferente estamos a fazer melhor, envolvendo e respeitando os trabalhadores, concretizando um processo de decisão e construção de novos projetos”, referiu.

Há problemas, contudo, que persistem e o lixo é um deles. Nuno Matias explicou que “a capacidade de resposta em relação ao sistema de recolha de resíduos tinha muitas deficiências”, como, por exemplo, “uma frota automóvel que tinha uma idade média de mais de 15 anos”. “O período de melhoria não era automático”, refere.
Oposição fala em “retrocesso”

A CDU, que saiu derrotada pela primeira vez no concelho de Almada em 41 anos, é da opinião que o novo executivo foi um passo atrás no concelho e tece as maiores críticas à liderança de Inês de Medeiros. O vereador José Gonçalves afirmou que o “balanço é de retrocesso” e de “perda de ligação com as pessoas, com as instituições” e queixou-se da falta de reuniões camarárias descentralizadas para escutar os problemas dos munícipes.

“Há uma perda de resposta. A Câmara Municipal de Almada não tem uma voz de defesa das populações, dos interesses locais”, vincou, lembrando que o “trânsito foi apresentado como uma proposta de intervenção prioritária [durante a campanha] e não se viu nada” um ano depois. “Acho que este mandato está a ser penalizador para o nosso concelho, pela perda de apoios às nossas instituições culturais, sociais”, criticou.

Já o ambiente entre os partidos que compõe o executivo é de “confronto político” e de “submissão ao poder central”, sem apresentação “de ideias e propostas”.

A falta de respostas do executivo é posição partilhada pela única vereadora bloquista da Câmara de Almada, Joana Mortágua. A autarca afirmou ao DN que, apesar de compreender que a Câmara Municipal de Almada “nunca teve um executivo de outra cor” e por essa razão “não é fácil chegar e gerir”, há ainda muita indefinição quanto ao rumo que o executivo quer tomar.

“Há um conjunto de matérias em que achamos que já podíamos ter mais definição do que vai acontecer, não compreendemos qual é a posição da Câmara em relação à necessidade de ter operadores públicos de transporte no concelho de Almada”, exemplificou.

A bloquista continua “à espera de uma definição de política habitacional”, um dos “problemas gravíssimos que Almada tem”, assinalando, contudo, estar a par de que “está a ser feito o levantamento para efeitos de arrendamento social”. “Estamos numa fase em que, na gestão corrente [do município], não há perspetiva de melhorias significativas. E em relação “às mudanças que estão a acontecer nos apoios à política cultural, às associações, política habitacional e património, ainda não se percebe para onde é que nos levam”, lamentou, dizendo também que é insuficiente o “apoio que é dado de material [escolar] no início do ano letivo”, por não estar a ser “distribuído de forma universal”.

Joana Mortágua concluiu que “a grande dúvida de toda a gente” é qual vai ser a resposta da autarquia “aos grandes problemas” do concelho.
Associações criticam burocracia demorada

As associações contactadas pelo DN consideraram que no último ano houve mais atrasos nos processos burocráticos e no diálogo com a Câmara Municipal de Almada. Em comunicado enviado ao DN, a União Concelhia das Associações de Pais de Almada notou que “os processos são um pouco mais morosos” e acrescenta que “os canais comunicacionais poderiam e deviam ser mais ágeis”.

A associação considera, contudo, que os atrasos da autarquia se poderão explicar com a necessidade de “adaptação e conhecimento das diversas realidades e das dinâmicas das diferentes associações existentes” e é “preciso dar tempo ao tempo”.

Os atrasos e falta de canais para comunicar com a autarquia também são a queixa apresentada pelo presidente da Associação de Coletividades do Concelho de Almada (ACCA), Jorge Rocha, que referiu ainda não ter conseguido contactar o município durante o último ano. “Temos protocolos celebrados [com a autarquia] em anos anteriores, mas estamos em outubro, precisamente um ano depois das eleições, e ainda não temos nada definido de o que vamos obter”, explicou.

Jorge Rocha refere que a ACCA fez “os chamados pedidos de apoio através das plataformas [da autarquia], tudo o que é o ritual”, a que associação já está habituada, mas parece “nada acontece”. “Continuamos sempre a aguardar resposta”, lamentou.

Veja mais em ::::> Diário de Notícias

Almada reorganiza serviços Municipais


20 de Setembro 2018
Assembleia Municipal

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