Category: Cacilhas

Governo autoriza urbanização na antiga Lisnave

Por Bruno de Castro Ferreira|20.10.17

Cidade da água vai estender-se por 63 hectares de Almada, Barreiro e Seixal.

O Governo deu luz verde à construção de uma urbanização dos terrenos dos estaleiros da Lisnave, em Almada. O investimento de 1,2 mil milhões de euros já terá interessados, mas não podia avançar sem esta alteração legal. De acordo com o decreto-lei publicado ontem em Diário da República, 40 dos 45 hectares dos antigos estaleiros saem do domínio público hídrico e passam para domínio privado do Estado, o que permite avançar com a construção da chamada Cidade da Água. Assim, lê-se no decreto-lei, estão criadas as “condições para pôr em prática parte do Projeto Arco Ribeirinho Sul e dar um novo uso aos terrenos da Margueira […] no âmbito dos objetivos definidos no Plano de Urbanização de Almada Nascente, definido em 2009”. O projeto final inclui a construção de habitação, espaços culturais, de serviços e de lazer, hotéis e escritórios. Está ainda prevista a construção de uma marina e de um terminal de transportes. A Cidade da Água, da responsabilidade da empresa Baía do Tejo, estende-se por 63 hectares dos municípios de Almada, Barreiro e Seixal.

Ler mais em: ::> Correio da Manhã

Bombeiros de Cacilhas resgatam cão dentro de poço

“Este fim de semana efectuámos o resgate de um pequeno cão, que tinha caído no interior de um poço. Felizmente foi retirado sem ferimentos e entregue à GNR, pois aparentemente não tinha dono.”


Veja mais em ::::> Bombeiros Voluntário de Cacilhas

Almada-CIDADE DA ÁGUA MAIS PERTO

08/09/2017


O Conselho de Ministros aprovou ontem o Decreto-Lei que desafeta do domínio público e integra no domínio privado do Estado parte do terreno da Margueira (ex-Lisnave), e concessiona duas parcelas do domínio público à Baía do Tejo (Doca 13 e marina). A decisão abre portas à execução do Plano de Urbanização de Almada Nascente-Cidade da Água, elaborado e aprovado pelo Município, em vigor desde 2009.

Veja mais em::::> Câmara Municipal de Almada

Plano de Pormenor do Cais do Ginjal em consulta pública

O Plano de Pormenor do Cais do Ginjal está em consulta pública entre 25 de agosto de 2017 e 19 de fevereiro de 2018. Participe

Foi publicado em Diário da República, no dia 17 de agosto, o edital da Câmara Municipal de Almada que procede à abertura de um período de discussão pública da proposta de Plano de Pormenor Cais do Ginjal.

O período de discussão pública deste importante Plano de Pormenor decorrerá durante 120 dias úteis, com início no dia 25 de agosto de 2017 e final no dia 19 de fevereiro de 2018, encontrando-se aberto aos contributos que os cidadãos entendam durante aquele período.

A proposta de Plano e toda a documentação com ele relacionada estará disponível para consulta, a partir do dia 23 de agosto de 2017, nos seguintes locais:

– Em www.m-almada.pt/consulta

– Na Direção Municipal de Obras, Planeamento, Administração do Território e Desenvolvimento Económico, na Avenida D. Nuno Álvares Pereira, nº 67 em Almada, todos os dias úteis entre as 8h30 e as 15h00;

– Na Junta de Freguesia da Cacilhas, na Rua Liberato Teles, nº 6-A, em Cacilhas, todos os dias úteis entre as 9h00 e as 12h30 e entre as 13h30 e as 17h00.

Até ao final do período de consulta pública, poderão ser dirigidas à Câmara Municipal de Almada reclamações, observações ou sugestões sobre o conteúdo do Plano de Pormenor, as quais deverão identificar o assunto, o subscritor, o local concreto a que se referem e o objeto da exposição.

O Cais do Ginjal, que compreende uma frente ribeirinha superior a 80 mil m2, possui uma área de 1 km de extensão de ligação ao Tejo.

A sua localização, entre o Jardim do Rio, em Almada, e o terminal fluvial de Cacilhas, apresenta uma vista única para o rio Tejo e para Lisboa

Através deste plano pretende-se reabilitar o cais ribeirinho e criar habitação, hotelaria, comércio, serviços, apartamentos turísticos, espaços públicos – mercados das artes e diversos equipamentos de apoio.

Participe na vida da sua Freguesia e do seu Concelho.

A sua opinião é importante! A sua opinião conta!

Veja mais em::::> CM Almada

O Cais do Ginjal do futuro vai ter casas, lojas, jardins e restaurantes

O Cais do Ginjal do futuro vai ter casas, lojas, jardins e restaurantes

Banhado pelo rio, na margem esquerda do Tejo, o Cais do Ginjal tem, provavelmente, a melhor vista sobre Lisboa e tornou-se um ponto de paragem obrigatória para os turistas que chegam a Cacilhas e que ignoram os avisos de perigo repetidos ao longo de um quilómetro. Mas a degradação do Ginjal está com os dias contados. Os velhos edifícios que se estendem entre o terminal fluvial e o Jardim do Rio vão dar lugar a casas, lojas, restaurantes, espaços culturais e jardins.

A proposta de Plano de Pormenor para o Cais do Ginjal vai entrar, em breve, num período de 120 dias de discussão pública e a obra avançará “assim que aprovado e publicado o Plano e concluídos os projetos de infraestruturas”, respondeu fonte oficial da Câmara Municipal de Almada ao Observador, acrescentando que não há prazo para a sua conclusão.

A ideia é aproveitar o “clima económico favorável ao investimento e que se traduz em Almada numa procura crescente por parte de investidores interessados nesta área” para reabilitar o cais ribeirinho, com cerca de 80 mil metros quadrados, e criar habitação, hotelaria, comércio, serviços, estacionamento, miradouros, apartamentos turísticos e espaços públicos, como mercados das artes e diversos equipamentos de apoio.

Nas palavras do Presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas, este projeto permitirá aumentar o espaço público e a segurança, manter a memória histórica daquele local e consolidar a arriba, “ao mesmo tempo que valoriza o território e o bem-estar de quem cá vive e trabalha, através da criação de mais postos de trabalho, conseguindo-se também uma maior atratividade para o concelho e para a região”.

Quanto aos dois únicos restaurantes que existem no Cais do Ginjal — o Atira-te ao Rio e o Ponto Final — não terão de fechar portas quando as obras começarem porque “na área dos dois restaurantes a intervenção a realizar, após publicação do Plano e concluídos os projetos de infraestruturas, será essencialmente nas traseiras para permitir um acesso ao Jardim do Rio e na frente para a consolidação do cais existente”, garantiu a mesma fonte da autarquia ao Observador.

veja mais em :::> Observador

Plano Municipal: Cacilhas vai ter nova cara e reclama “a melhor vista sobre Lisboa”

Depois da bem-sucedida requalificação da rua Cândido dos Reis, que atraiu mais investidores e deu novos usos à zona de Cacilhas, na margem sul de Lisboa, a autarquia da Almada quer agora apostar na requalificação do Cais do Ginjal.

A autarquia de Almada anunciou esta quarta-feira um novo plano municipal para o Cais do Ginjal, em Cacilhas. O projeto, ainda sem orçamento estimado, inclui a substituição dos armazéns industriais abandonados em frente ao rio por modernas residências, escritórios e praças temáticas, numa zona que reclama a “melhor vista sobre Lisboa”.

Segundo avança o jornal ‘Diário de Notícias’, depois da bem-sucedida requalificação da rua Cândido dos Reis, que atraiu mais investidores e deu novos usos àquela zona da margem sul de Lisboa, a autarquia da Almada quer agora apostar na requalificação do Cais do Ginjal. A candidatura já foi submetida ao programa 2020 e está a ser ponderada a criação do núcleo museológico da Marinha na zona, bem como uma mudança dos terminais rodoviário e marítimo.

“Precisamos de ligar a rua ao largo de Cacilhas e depois ao Ginjal. A Cândido dos Reis é o início de uma dinâmica que queremos para a entrada em Almada que é Cacilhas por via do rio”, afirma a vereadora Amélia Pardal ao ‘DN’.

O presidente da Câmara Muncipal de Almada, Joaquim Judas, não avança como um valor para a intervenção que abrange uma área superior 80 mil metros quadrados. O Ginjal pertence o grupo imobiliário Avelino Farinha e Agrela, que comprou o terreno à Galp, e que terá de dar o parecer final sobre o projeto. A proposta de requalificação da zona vai ser agora discutida na sede da autarquia e a admite-se a possibilidade de dentro de uma década ser possível dar uma nova cara ao velho Cais do Ginjal.

Veja mais em ::::> Jornal Económico

Almada Greve na Junta de Freguesia

Os trabalhadores da União das Freguesias de Almada, Pragal, Cova da Piedade e Cacilhas irão nos próximos dias 22 e 27 de Junho e 6 e 11 de Julho efectuar paralisação de uma hora.

As razões que levam os trabalhadores a paralisar o trabalho, prendem-se com a aplicação do horário de Verão e com a alteração de horários que o executivo da União das Freguesias pretende levar a efeito, refere a C. E. União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN em comunicado.

Segundo a USS, a alteração aos horários de Verão ‘chega ao cúmulo de propor intervalos para refeição com 4 horas entre períodos de trabalho’.

Nos dias 6 e 11 de Julho os trabalhadores irão estar concentrados na Praça Gil Vicente, pelas 9h00 em Almada para reivindicar horários de Verão dignos.

veja mais em :::> Diário do Distrito

Bombeiros de Cacilhas ajudam no incêndio de Pedrogão

Saiu de cacilhas, às 16:30, a rendição dos operacionais do Distrito de Setúbal, que estão no combate ao incêndio em Pedrógão. Esta rendição está a ser efetuada, em autocarro cedido pela Câmara Municipal de Almada.

Veja mais em :::> BV Cacilhas

Ligações fluviais no rio Tejo voltaram a parar no período da tarde

Sindicato anunciou uma “forte adesão” à paralisação.


As ligações fluviais no rio Tejo voltaram esta quarta-feira à tarde a parar devido à greve dos trabalhadores das empresas Transtejo e Soflusa, com o sindicato a anunciar uma “forte adesão” à paralisação. “Regista-se uma forte adesão neste período da tarde, tal como ocorreu de manhã. Não temos números exatos, mas podemos dizer que foi 100 por cento, porque no período definido de greve não circulou nenhuma embarcação nas duas empresas”, disse à Lusa Carlos Costa, do Sindicato dos Transportes Fluviais Costeiros e Marinha Mercante, afeto à Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS). Os trabalhadores das empresas estão a cumprir hoje o primeiro de dois dias de uma greve parcial, de três horas por turno na Transtejo e duas horas por turno na Soflusa, que afeta as ligações, em especial nas horas de ponta da manhã e tarde. Os trabalhadores contestam o facto de o Ministério das Finanças não ter aprovado o acordo, assinado em dezembro com as organizações de trabalhadores, para a renovação da contratação coletiva existente, bem como as condições da frota de navios e pontões. Fonte da administração das duas empresas adiantou à Lusa que adesão à greve na Transtejo no período da manhã, entre a direção de operação e a direção de gestão comercial, foi de 88 por cento, enquanto na Soflusa, no mesmo período, foi de 89 por cento, não existindo ainda dados sobre o período da tarde. A presidente do conselho de administração da Soflusa e Transtejo afirmou hoje à Lusa que vai trabalhar para resolver os problemas nas empresas, reconhecendo que o serviço de transporte fluvial se degradou. “É necessário que o Ministério das Finanças descative as verbas do orçamento das empresas para se proceder à renovação e manutenção da frota. Estamos a tentar lutar contra o tempo e a procurar encurtar os prazos para que sejam lançados os concursos”, explicou a presidente do conselho de administração. Marina Ferreira disse que grande parte das operações de manutenção estão relacionados com os necessários certificados de navegabilidade que as embarcações necessitam para puderem circular. A responsável anunciou ainda que vai efetuar uma reunião com todas as estruturas representativas dos trabalhadores na sexta-feira para tentar encontrar soluções. “Estamos convictos que, face à disponibilidade sempre manifestada pelos representantes dos trabalhadores, vamos conseguir encontrar uma solução para resolver o impasse e regressar à normalidade. Gerir é encontrar soluções e vamos empenhar-nos e trabalhar no sentido de resolver a situação”, defendeu. Carlos Costa afirmou que os sindicatos estão disponíveis para negociar e esperam por novidades positivas por parte da administração na reunião de sexta-feira. “Aplaudimos esta decisão de desbloquearem verbas para se avançar com as necessárias manutenções e reparações. Houve um pré-acordo entre as partes sobre a revisão do Acordo de Empresa que foi rejeitado pelo ministério e não sabemos que proposta nos vão trazer, mas estamos disponíveis para procurar resolver a situação”, disse. Para quinta-feira está agendado o segundo dia de greve parcial nas duas empresas, com o sindicato a esperar uma adesão “semelhante ao que ocorreu no dia de hoje”. A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e Lisboa.

Ler mais em: Correio da Manhã

Trabalhadores da Soflusa avançam para dois dias de greve parcial

Trabalhadores da empresa realizaram um plenário no terminal do Barreiro.

Os trabalhadores da Soflusa, responsável pela ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa, decidiram hoje avançar para dois dias de greve parcial, devido à falta de embarcações e inexistência de respostas sobre a revisão do Acordo de Empresa. Os trabalhadores da empresa realizaram hoje um plenário no terminal do Barreiro, o que originou a paralisação das ligações durante um período da tarde, tendo votado a favor dos dois dia de greve, em data a decidir. “Os trabalhadores reuniram em plenário para avaliar a greve que foi realizada e decidiram avançar com mais dois dias de greve, de duas horas por turno, em data ainda a definir. Os trabalhadores vão intensificar a luta perante a ausência de respostas”, disse à agência Lusa Carlos Costa, do Sindicato dos Transportes Fluviais Costeiros e Marinha Mercante, afeto à Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS). Segundo o sindicalista, os trabalhadores não estão satisfeitos com a atual situação na Soflusa e decidiram avançar para um dia de greve. “A revisão do Acordo de Empresa está pré-acordada, mas ainda não temos respostas, e os problemas nos navios continuam”, defendeu. A Lusa contatou a Soflusa, mas até ao momento não foi possível obter qualquer comentário a esta decisão dos trabalhadores. Na quarta-feira, os trabalhadores da Transtejo, a outra empresa do grupo que faz as ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, também vão realizar um plenário, que deve originar a paragem das carreiras fluviais durante um período da tarde. “Os trabalhadores da Transtejo também vão analisar a greve de dois dias que foi efetuada e é expectável que também voltem a avançar com novas formas de luta”, concluiu o sindicalista.

Ler mais em: Correio da Manhã

Seo wordpress plugin by www.seowizard.org.