Category: Caparica

Cantar as Janeiras no Solar dos Zagallos

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Numa organização da Câmara Municipal de Almada, cantaram-se de novo as Janeiras no Solar dos Zagallos, nos dias 9 e 10 de Dezembro.

Presentes o Presidente Joaquim Judas e os Vereadores do Executivo, por parte da Junta das Freguesias da Charneca da Caparica e Sobreda, esteve a sua Presidente Margarida Luna de Carvalho.

Entre os diversos grupos, foi possível ouvir o grupo de cantadores do Real Clube da Vale Cavala, da Charneca da Caparica e o Agrupamento Fridays, do Clube Recreativo Sobredense, que para além da sua apresentação ainda nos surpreendeu com alguns trechos na Capela do Solar.

Fonte J.Freguesia Caparica/Sobreda

Monte de Caparica – Pais agridem-se à porta da escola

Alunos envolveram-se em cenas de violência.

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A confusão instalou-se na segunda-feira, ao final da manhã, na Escola Básica Integrada do Monte de Caparica, em Almada, quando dois alunos se envolveram em agressões físicas violentas. Tudo aconteceu antes da pausa para almoço. Quando os estudantes regressaram para o horário da tarde levavam os pais. E aí instalou-se nova confusão junto ao portão da escola, envolvendo os adultos.

Um jovem de 14 anos foi levado para o Hospital Garcia de Orta. Apresentava um golpe na cabeça. A GNR foi chamada ao local – o primeiro alerta foi dado a uma patrulha da Escola Segura.

Segundo uma encarregada de educação, que não quis identificar-se, várias pessoas tentaram travar a atuação dos militares. Segundo a mãe de uma aluna de 10 anos houve mesmo o arremesso de pedras contra os militares, uma situação que não foi confirmada pela GNR. O CM tentou contactar a direção da escola para obter um esclarecimento, mas tal não foi possível até à hora de fecho desta edição. Os pais queixam-se de que são frequentes os casos de violência naquela escola.

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Porto Brandão: a outra margem de Lisboa vai limpar a face

Câmara avança com ação porta-a-porta para convencer proprietários dos edifícios degradados a requalificarem-nos. Objetivo é reabilitar a zona como foi Cacilhas e atrair turistas.

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Augusto Toucinho ainda é do tempo em que o Porto Brandão (Almada) tinha vida própria. E não era só por oferecer um privilegiado cais de embarque para a travessia do Tejo até Belém. Além de se encher de gente em férias durante o verão, quando até o “capitão Leote” dava pratos de sopa aos miúdos lá da terra, havia trabalho a sério entre a fábrica de conservas, o quartel ou a cooperativa de reboques.

“Era uma grande dinâmica e as pessoas tinham cá os filhos, que cresciam aqui e construíam cá família. Olhe ao que chegámos”, lamenta, apontando para a degradação que, mesmo ao lusco-fusco, torna o cenário desolador. Casas destruídas, janelas e portas entaipadas, estradas esburacadas. Na noite da última quinta-feira, até os quatro restaurantes que sobrevivem, à boleia das famosas carvoadas, estavam vazios. Como se de uma aldeia fantasma se tratasse. E o último barco partiu para Lisboa às 22.30.

A Câmara de Almada diz ser chegada a hora de deitar mãos à obra para voltar a dar vida ao Porto Brandão nos próximos anos. E já traçou um plano. Em breve os técnicos vão ao terreno para promover um rigoroso porta-a-porta, no qual tencionam conseguir convencer os proprietários dos edifícios degradados a requalificarem as casas, oferecendo várias contrapartidas à boleia do programa de incentivos à Área de Reabilitação Urbana (ARU)

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Sol da Caparica recebeu 75 mil espectadores este ano

Linda Martini, Jorge Palma e Paulo Gonzo foram alguns dos artistas que atuaram no festival.

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Setenta e cinco mil foi o total de espectadores nos quatro dias do festival Sol da Caparica, que terminou no domingo, disse esta terça-feira à Lusa fonte da organização.

No terceiro dia do festival (sábado), em que atuaram músicos como Xutos e Pontapés, Batida, Tito Paris, Agir, Tiago Bettencourt, Berg e o DJ Rich, o festival esgotou a lotação, com 25 mil pessoas, segundo a assessora de imprensa do certame, Cristina Carvalho.

Realizado no Parque Urbano da Costa de Caparica, concelho de Almada, a 300 metros do mar, o certame regressa em agosto de 2016 para a terceira edição, indicou a porta voz.

Cristina Carvalho congratulou-se ainda com o total de espetadores registados na segunda edição do Sol da Caparica, uma vez que ultrapassou em dez mil os registados na primeira edição, no ano passado.

Linda Martini, Jorge Palma, Paulo Gonzo, Resistência, The Legendary Tigerman, Brigada Victor Jara ou o brasileiro Marcelo D foram alguns dos artistas que atuaram no festival. O fadista Camané e o músico Carlão foram outros dos artistas participantes no Sol da Caparica, assim como no Bons Sons, que decorreu na aldeia de Cem Soldos, concelho de Tomar, nos mesmos dias do Sol.

Separados por 150 quilómetros, os dois festivais propunham experiências distintas, tendo como base a música que se faz em Portugal e no espaço da lusofonia.

O festival Bons Sons, na aldeira de Cem Soldos, no interior, mobilizou 37 mil pessoas, de acordo com números avançados pela organização, na segunda-feira, à agência Lusa. O último dia do Sons da Caparica foi dedicado às crianças até aos dez anos, com ateliers de música tradicional e sessões de música para bebés e concertos do Avô Cantigas e de Luísa Sobral.

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Monte Caparica – Metro Sul do Tejo responsabiliza condutor de autocarro

Homem é acusado pela empresa de desrespeitar as regras de trânsito.

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A Metro Sul do Tejo (MST) responsabilizou esta segunda-feira o condutor de um autocarro pela colisão com o metro de superfície, no domingo, no Monte Caparica, em Almada, acusando-o de desrespeitar as regras de trânsito.

“O motorista do autocarro [dos TST, Transportes Sul do Tejo] desrespeitou as regras de trânsito, nomeadamente a sinalização semafórica, e colidiu contra a composição do metro que já estava imobilizada, situação acompanhada pela GNR que esteve presente no local”, disse à Lusa fonte da MST.

O acidente, que ocorreu às 16h20 de domingo na Avenida Timor Loro Sae, no Monte Caparica, concelho de Almada, provocou cinco feridos entre os ocupantes do autocarro da empresa TST, dois deles com vários traumatismos, que foram assistidos no Hospital Garcia de Orta.

Apesar de já ter concluído pela culpabilidade do condutor do autocarro, a MST confirma a abertura de um processo interno de averiguação, que diz ser um procedimento regular nestas situações.

A empresa de transportes rodoviários TST também já tem em curso uma “averiguação interna” para se apurar as circunstâncias em que ocorreu o incidente, mas adianta que também está a colaborar com as autoridades policiais que estão a investigar o caso.

Questionada pela Lusa sobre o acompanhamento dos feridos que resultaram do acidente, todos ocupantes do autocarro, a empresa TST garantiu que “assegura todo o apoio necessário aos seus passageiros”.

A agência Lusa tentou obter informação sobre o estado de saúde dos cinco sinistrados junto do Hospital Garcia de Orta, mas não foi possível em tempo oportuno.

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JOVEM DE 19 ANOS ASSASSINADO EM ALMADA

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Um jovem de 19 anos foi esta quarta-feira, 27 de maio, morto a tiro de caçadeira em Almada. O suspeito, de 69 anos, é o proprietário da casa que a vítima habitava.

O alerta foi dado pelas 13h00 com a GNR a chegar ao local e a encontrar o suspeito ainda armado, vindo a ser posteriormente entregue à Polícia Judiciária. O jovem foi socorrido pelo INEM, mas não resistiu aos ferimentos durante o transporte ao hospital.

O crime aconteceu na localidade de Porto Brandão, freguesia da Caparica, em Almada diante da namorada da vítima. Em causa pode estar a intenção do suspeito, que recebia a correspondência do jovem, em não devolver um cheque de 180 euros do Rendimento Social de Inserção.

A investigação está a cargo da Policia Judiciária.
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Sistema de alerta para avanços do mar tem Caparica como exemplo

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A Costa da Caparica vai servir de exemplo num sistema de alerta para situações de agitação marítima em que o mar possa avançar pela costa, levando a ações de prevenção, revelou hoje um especialista em erosão do litoral.

“Há um projeto que tem como objetivo criar um sistema de alerta, uma rotina de alerta, para este tipo de costa, usando a Costa da Caparica, como exemplo, e para portos”, utilizando um dos Açores igualmente como exemplo”, disse hoje à agência Lusa José Carlos Ferreira, docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa.

Com base no conhecimento recolhido com o estudo da erosão na costa portuguesa nos últimos anos, os mapas de risco definidos e a informação recebida de vários organismos internacionais, nomeadamente de meteorologia, sempre que se gerarem condições de agitação marítima, “pretende-se identificar áreas onde podem ocorrer galgamentos, onde a água pode entrar, e lançar um alerta, numa ação de prevenção, direcionado para as autoridades competentes, como a proteção civil”, relatou.

José Carlos Ferreira, que participou no grupo de estudo do litoral, criado pelo Ministério do Ambiente, falava à agência Lusa a propósito da conferência “Vulnerabilidade e Gestão do Risco Costeiro — que soluções para a Costa da Caparica?”, que se realiza ao final do dia de hoje, e vai juntar vários técnicos para debater as bases da nova “Estratégia para a Zona Costeira de Portugal em Cenários de Alterações Climáticas”.
O investigador, que se dedica a estudar as formas de erosão na Costa da Caparica, explicou que, com base na análise das últimas tempestades de 1996, de 2007, de 2010 e de 2014, os especialistas conseguem perceber a forma como o litoral foi afetado.
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A Costa da Caparica “está numa zona de risco, embora de risco controlado”, e poderá beneficiar da abordagem da nova estratégia que “contempla uma mudança de paradigma”, apostando “mais na engenharia natural, nos enchimentos de praia, no restauro dunar, que parecem ser mais eficientes do que as obras de defesa pesada”, como os paredões, mais seguidas nos últimos anos, salientou José Carlos Ferreira.

Os estudiosos, explicou, perceberam que a Costa da Caparica está em erosão “sobretudo por falta de sedimentos para repor o sistema, por isso é que desaparecem as praias e a costa recua, [além de que] as pessoas ocuparam áreas que habitualmente eram amortecedores quando o mar entrava: as dunas e as praias”.

Para enfrentar o avanço do mar e a erosão, “ou não se faz nada e as pessoas vão ter de recuar, ou se aposta numa ação de ajuda ao sistema a repor as suas defesas”, resumiu o docente da FCT, esclarecendo, contudo, que “isto não quer dizer que seja mais barato”, à partida.

“Estudos que temos estado a fazer mostram que não é assim tão barato, mas é mais eficiente”, salientou o especialista, acrescentando que o resultado final “não será mais caro” porque as soluções adotadas têm sido obras “muito pesadas que têm de ser mantidas” e reconstruídas depois de cada temporal, exigindo investimentos elevados e contínuos.

Recordou dados que apontam para investimentos totais de 196 milhões de euros gastos entre 1995 e 2014, sendo quase 20% para Almada, seguindo-se os municípios de Ovar e Espinho, com 11% e 9%, respetivamente.

Depois dos últimos temporais, a Câmara Municipal de Almada avançou com trabalhos de reposição de areia em praias da Costa da Caparica, ajudando o sistema marítimo a retomar o ciclo natural de defesa litoral, e o especialista realçou que os resultados já são visíveis.

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Almada quer promover Costa da Caparica através do surf

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Almada quer Costa da Caparica nos cinco locais mais europeus mais atrativos para o surf pela potencialidade das ondas e pelas praias fantásticas.

A Câmara Municipal de Almada quer fazer da Costa da Caparica um dos cinco locais europeus mais atrativos para a prática do surf, anunciou hoje a autarquia na apresentação do primeiro festival de música e surf do concelho.

O “Caparica Primavera Surf Fest”, que decorre de 26 de março a 04 de abril, organizado pela Câmara de Almada com o apoio de clubes e empresas locais, vai ter mais de 500 surfistas em ação, nove bandas de música e duas dezenas de DJ, que prometem animar a praia do Paraíso, na Costa da Caparica, nas férias da Páscoa.

Mostrar no estrangeiro que, nas férias da Páscoa, “a ‘Meca do surf e da animação noturna’ é algures na ponta mais ocidental da Europa, numa cidade que se chama Costa da Caparica”, é um dos objetivos da iniciativa, disse o vereador da Educação e Desporto da Câmara de Almada, António Matos.

“Queremos que dentro de poucos anos na Costa da Caparica não haja época baixa. Pode haver frio, mas tem de haver atividade. Como é que fazemos? Saltamos para as ondas, com grandes eventos”, acrescentou o autarca da Câmara de Almada, de maioria CDU, adiantando que a autarquia vai gastar na organização do evento “entre 200 a 300 mil euros”.

Para António Matos, não se trata de uma visão idealista, mas de uma realidade plausível numa região que tem 30 quilómetros de praia, está a poucos quilómetros do aeroporto de Lisboa, tem uma capacidade hoteleira crescente e clubes com uma relação fácil com a estrutura federativa nacional do surf.

Uma opinião partilhada por Miguel Inácio, do Caparica Surfing Clube, que acredita na determinação da autarquia na promoção turística do concelho e nas “potencialidades das ondas e das praias fantásticas da Caparica”.

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“Vamos convidar jornalistas da Europa e de fora da Europa para virem à Costa da Caparica e perceberem esta mensagem que estamos a passar”, disse Miguel Inácio, convicto de que se trata de uma estratégia eficaz para a promoção do festival e da Costa da Caparica no estrangeiro.

No plano desportivo, Miguel Inácio lembrou que esta primeira edição do festival prevê o regresso do circuito nacional de Bodyboard à Caparica e um encontro nacional de desporto escolar, a 28 e 29 de março.

O Circuito Regional da Grande Lisboa do Nacional Surf Esperanças, a 30 e 31 de março, e o Campeonato Europeu de Juniores, de 01 a 04 de abril, que vai trazer a Portugal os melhores surfistas europeus, são outras provas desportivas previstas na primeira edição do festival de música e de surf da Caparica.

Além da prática do surf, os participantes no festival vão ter também muita música durantes os dez dias do certame, dado que está prevista a atuação de bandas como a Cais Sodré Funk Connection, Agir, Orlando Santos, Freddy Locks e You Can”t Win, Charlie Brown, entre outras.

Está também prevista a atuação de duas dezenas de DJ – DJ Vibe, DJ Ride, DJ GLUE e DJ Miguel Nery, entre outros.

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Valorização da Caparica e apoio social são prioridades do orçamento de Almada

O prolongamento da zona verde do Parque da Paz até ao Pragal, a valorização da Caparica e o reforço dos apoios sociais são prioridades do orçamento municipal de Almada para 2015, de 109 milhões de euros, anunciou hoje a autarquia.

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O orçamento da Câmara de Almada para este ano foi aprovado com votos favoráveis da CDU, votos contra do PSD e as abstenções dos restantes partidos representados na Assembleia Municipal – PS, CDS, BE e PAN.

O documento da autarquia, no distrito de Setúbal, apresenta um valor inferior em relação ao orçamento do ano passado, que foi de 114 milhões de euros e que teve uma taxa de execução de 90%, mas, segundo o executivo, deverá ter um aumento significativo, de 38,5 milhões de euros, no segundo trimestre deste ano, dado que deverá ser acrescido do saldo de 2014, no valor de 38,5 milhões de euros.

“O nosso saldo de 2014 deverá ser de 38,5 milhões de euros, mas só podemos incorporar esse valor no orçamento de 2015 depois de aprovadas as contas, o que deverá acontecer no mês de março”, justificou o presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas (CDU).

A reposição das dunas de areia, na frente atlântica, e a promoção turística da Costa da Caparica são prioridades do executivo contemplados no documento, apresentado hoje pela maioria CDU num hotel da Costa da Caparica.

“Em 2015 o município continuará a contribuir para a promoção turística da Costa da Caparica, realizando a segunda edição do Festival `O Sol da Caparica´, em agosto, e com um festival de surf, previsto para março/abril”, disse Joaquim Judas.

A conclusão das obras nas Estações de Tratamento de Águas Residuais da Quinta da Bomba e do Valdeão, na estação elevatória do Torrão e na estação e emissário da Foz do Rego é outra medida prevista.

O presidente do município assegurou ainda que a autarquia também vai continuar a dar particular atenção às questões sociais, designadamente com um programa de apoio a 200 famílias (cerca de 800 pessoas) que vivem na zona das Terras da Costa em casas abarracadas, facilitando o acesso ao saneamento básico e ao abastecimento de água.
Entre outras medidas de apoio social, a autarquia pretende entregar este ano mais 120 habitações a famílias inscritas no PER (Programa Especial de Realojamento), iniciado em 1993.

Joaquim Judas revelou ainda que a autarquia deverá recorrer ao aluguer de casas a diversas instituições bancárias que serão depois subalugadas, com rendas sociais, a famílias carenciadas do concelho.

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Governo afasta estrada das Terras da Costa

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O Governo fechou a porta à declaração de utilidade pública do projeto de construção da Estrada Regional 377-2 que pretendia ligar a Costa da Caparica à Fonte da Telha, atravessando parte da Área Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica.

A decisão partiu do Secretário de Estado das Infra-estruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, corrobora a queixa feita pelo anterior Provedor de Justiça, em 2011, e foi bem recebida pelo CDS-PP de Almada.

“Além de reconhecer que foi dado um passo em frente para o enterro definitivo desse crime ambiental e social que se preparava nas Terras da Costa, foi mesmo uma derrota não só do executivo comunista em Almada – na altura liderado por Maria Emília de Sousa – como é também uma derrota dos planos dos governos de José Sócrates e do desastre que foi o Pólis da Costa da Caparica”, comenta António Pedro Maco, presidente do CDS-PP de Almada.

Reforça o CDS-PP do concelho que esta “foi a única força política que esteve ao lado dos agricultores e da paisagem natural e protegida contra os interesses instalados”. Agora com a decisão de Sérgio Monteiro, “fica salvaguardado todo um património que é da humanidade”.

Segundo a página online da Provedoria, o Provedor de Justiça, José Faria da Costa, “viu reconhecida pelo Secretário de Estado das Infra-estruturas, Transportes e Comunicações a necessidade de ser declarada a caducidade de utilidade pública de expropriação para a construção da Estrada Regional da Costa da Caparica”.

Com esta decisão terá ficado por terra a estrada anunciada, em 2007, pelo governo socialista de José Sócrates. Uma via que tinha como missão retirar carga automóvel do centro da Costa da Caparica e da atual estrada florestal que liga esta cidade turística à Fonte da Telha mas, o outro lado da moeda, implicava alcatroar uma área agrícola com cerca de 200 hectares, a título do interesse público.

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