Category: Costa da Caparica

Praias da Caparica com passadiço perigoso

Tábuas de madeira soltas causam problemas a banhistas devido ao estado de degradação.

Artur Amador, de 53 anos, tem visto o negócio afetado devido ao mau estado do passadiço que dá acesso à praia Nova, na Costa da Caparica (Almada). As tábuas de madeira estão levantadas, o que tem provocado acidentes com banhistas e clientes dos restaurantes da zona. “Notamos que as pessoas evitam passar por aqui”, diz o dono do Shore, que paga por mês 2 mil euros para ter a concessão. “O estado do passadiço é um perigo para os banhistas e até para as crianças que por aqui brincam”. Nos últimos meses, o empresário denunciou o caso à Costa-Polis, responsável pela reabilitação da Costa da Caparica. Na sexta-feira, um acidente com uma cliente agravou a situação. “A senhora, de 71 anos, tropeçou numa das tábuas, caiu e partiu a anca. Nesse mesmo dia estiveram aqui funcionários da Polis”. No domingo, a Polícia Marítima colocou fitas de segurança, interditando a passagem ao passadiço e, consequentemente, ao restaurante. “Cheguei de manhã e vi as fitas. Perdi muito negócio”, adianta, contando ainda que “mais tarde, algum banhista deve ter cortado as fitas, porque já lá não estavam no final do dia”. O Correio da Manhã questionou o diretor da CostaPolis, Marco Dias, e a Câmara Municipal de Almada, mas não foram dadas respostas até ao fecho de edição. O Programa Polis para a Costa da Caparica, o maior de todo o País, foi iniciado em julho de 2001 e previa um investimento de 215 milhões de euros para a reabilitação da frente urbana e da zona das praias, com o reforço da segurança e melhoramento de infraestruturas e acessos.

Ler mais em: Correio da Manhã

Sol da Caparica – Highlight do dia 10 de Agosto 2017

O primeiro dia

O rock nasceu em Almada

Foto Rui Dias

É costume as coisas boas terem muitos progenitores e as más ficarem órfãs do silêncio. “O rock nasceu em Almada” é uma frase provocatória da minha lavra com razão de ser. Antes dos finais da década de 1970 já havia rock em Portugal, desde que Elvis Presley começara a gingar as ancas a meio dos anos ’50 nos States. O próximo livro do meu querido amigo Pedro de Freitas Branco traça o percurso, como antes o João Aristides Duarte, outro amigo, fizera com “Memórias do Rock Português”. Curiosamente, ou não, as duas obras foram por mim prefaciadas. O puto que fui tornou-se o gajo que viveu e vive a corrida.
Ontem, no palco BLITZ do Festival Sol da Caparica, IV edição, escreveu-se uma parte dessa legenda em canções centrada na margem esquerda do Tejo.
Nem todos estarão despertos para o fenómeno, mas a revista BLITZ de Setembro vai revelar em CD o lado visionário dos UHF, tão visionário quanto ingénuo fundado numa vontade sem limites.
Com o projecto do Tim, À Sombra do Cristo-Rei, celebrou-se essa ebulição a que os UHF deram fogo e mecha. Como disse em palco, eu e o Tim começámos juntos no quarto de um amigo que tinha uma viola, depois separámo-nos para fundarmos as nossas duas bandas e ontem voltámos juntos a um palco.
De “Jorge Morreu”, uma canção, talvez a primeira, a falar do flagelo da submissão às drogas duras, real e de Almada, que ele regravou, até às canções dos Roquivários, Grupo de Baile, Xutos e de Da Weasel, além dos originais que o CD integra, tocámos “Rapaz Caleidoscópio”, um hino tribal que une os (desactivados) estaleiros da Lisnave à noite do Bairro Alto. Terminámos num grande finalle com os nossos “Cavalos de Corrida”, nossos porque são de todos, porque foram a porta aberta e puseram as editoras multinacionais em sentido quando quatro acordes sobre as palavras certas mudaram a face da música portuguesa realizando pipas de massa. Nada contra o lucro, pagaram-nos, criámos condições e atenção para outros gravarem, chegámos aqui.
O pragmatismo e a distância no tempo permitem-me pôr os pontos nos ii e apresentar a minha opinião: ‘o rock nasceu em Almada’ pelo força e poder de um punhado de canções que fizeram girar a máquina industrial da música. Havia rádio disponível e sequiosa, e TV atenta. A história tem uma semente.
Uma nota para três miúdos: Sebastião e Vicente, filhos do Tim, e o Nuno Espírito Santo, que começou nos UHF, uma formação de gente jovem do caraças. Sem esquecer o grande João Cabeleira, desde os ensaios até à noite de ontem.

Veja mais em ::::> António Manuel Ribeiro

Avioneta cai na Costa da Caparica – momento de aterragem

O momento em que o Cessna aterrou na praia foi captado pelas câmaras do site Surfline. É o primeiro vídeo do acidente que vitimou duas pessoas na Caparica


veja mais em ::::> Observador

Dois mortos após aterragem de emergência em praia da Costa da Caparica

Uma aeronave aterrou de emergência esta quarta-feira na praia de São João, na Costa da Caparica, provocando dois mortos. Fonte do INEM confirmou à TVI que o alerta foi dado às 16:51.

Queda de aeronave em praia. (foto enviada para EUVI@TVI.PT)

Um homem e uma criança com cerca de dez anos, que estavam à beira-mar, terão sido atingidos mortalmente, segundo apurou a TVI no local.

Para o local foram os Bombeiros de Cacilha e Trafaria e uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Almada.

A repórter Vânia Ramos, que se encontra no local, apurou que na aeronave estavam duas pessoas.

“As pessoas estão assustadas”, sublinhou.

Veja mais em ::::> TVI 24

Avioneta atinge banhistas na praia de São João da Caparica


Uma aeronave ligeira aterrou de emergência no areal da praia de São João da Caparica, atingido quatro banhistas, segundo avança a SIC Notícias.

Ao PÚBLICO, o CDOS de Setúbal confirma o incidente, tendo accionado meios de emergência.

Veja mais em ::::> Público

1968 SFUAP inaugura Secção de Campismo

Os praticantes de Campismo Desportivo na Cova da Piedade iniciaram a sua actividade em princípios dos anos 50 do sec. XX.

A secção de Campismo da Cooperativa Piedense e do Clube Desportivo da Cova da Piedade, emprestavam aos seus associados o material de campismo, como tendas, sacos de água, mesas, bancos etc.

Organizavam acampamentos onde acolhiam campistas de saco ás costas vindos muitas vezes de lugares longínquos que percorriam a pé e à boleia.

O grande impulsionador desses tempo era o Sr. Geordano que também era projeccionista no salão de cinema da SFUAP.

Ele conseguiu congregar os praticantes das Secções de Campismo da Cooperativa e do Desportivo da Cova da Piedade para formarem uma nova secção de Campismo desta vez na SFUAP onde a Direcção disponibilizou uma sala para a nossa actividade.

Eram o Borginho, o Manuel Quaresma, o João Reis,o Nini, o Fernando Cruz e muitos outros

A Secção passou a ser frequentada diariamente e formou-se uma comissão de trabalho para serem estabelecidas as actividades a desenvolver.

O ambiente era familiar e todos os dias chegava gente nova.

 

 

Nas Festas da Cova da Piedade de 1969

Resolvemos fazer mesmo em frente à nossa Secção, uma quermesse de petiscos para angariar fundos para a reconstrução da nossa secção de campismo.

Carlos Coelho, Lcruz, Lourdes Quaresma, Maria Antónia, Nini, Tólinhas

Fernando Cruz, João Silva, Cruz, Manuel Quaresma

1970 Mudança e remodelação da Sede

Com os dinheiritos feitos nessas e noutras angariações a sede da Secção de Campismo muda-se para outro local e faz remodelações as quais tiveram como grande mestre o

Sr. Fernando da Cruz

Ele foi o arquitecto da nova sede que ficou linda com decoração em madeira de costaneiros que tornava a sala acolhedora e rústica.

Com a nova sede construída voltamo-nos em força para a actividade do campismo desportivo.

A partir de 1971 a actividade da secção de campismo SFUAP aumentou com a participação em massa em Acampamentos Desportivos nos quais arrecadando muitas taças de participação e com participações marcantes nos fogos de campo.

Era tempo de acampar

No início dos anos 70 do sec. XX passar o fim de semana junto à natureza e na companhia de amigos era do melhor que queríamos ter.

 

 

Podíamos conviver com velhos campistas como o Tio Henrique que era o espelho dos Maquis Franceses que depois da guerra inventaram as férias nos campos e nas montanhas.

 

O Lagarto, O Chagas e a sua Pantera, o Gilberto dos Cabindas, o Caldeira do Porto, o Carlinhos do Estrela, o Mário do Carmo e tantos outros

 

A certa altura levámos 2 autocarros cheios de gente a um acampamento do CCL em Almornos.

O primeiro hino da secção de campismo SFUAP foi o Hino da Juventude

só mais tarde tivemos um hino dos “graúdos”

Hino da Juventude

Dentro do campismo nós somos Obreiros da Felicidade Cantando para vós aqui estamos Juventude da Piedade

Acampar,Acampar Este é o meu lema E marchar, e marchar Sendo assim vale a pena

Eu levo o meu saco ás costas E as minhas botas cardadas Eu vou pela estrada fora vou ter com os meus camaradas

e nesta noite tão linda À luz grande do braseiro Nós temos uma mensagem Salve , Salve Companheiro

Amanhã quando acordarmos E mesmo ao nasces da aurora sorridentes nos soltamos da nossa tendinha para fora.

Gabriel Quaresma

 

A partir de 1970 a Secção de Campismo da SFUAP, passou não só a participar em Acampamentos desportivos realizados pelos outros Clubes, como também passou a organizar os seus próprios acampamentos, onde afluíam um grande numero de Companheiros Campistas vindos de diversos pontos do Pais.

 

1970 Acampamento da Juventude em Vale Fetal

 

 

 

Diariamente a Secção de Campismo SFUAP era visitada por muitos Companheiros e Companheiras que organizavam regularmente reuniões de convívio, onde para além da música estava sempre presente a amizade e a camaradagem.

O Mano, O Jorge Lourenço, O Tó Zé, O Henrique Tavares, o Vasco das Barrocas, o Cá Mané, o Zé Faisco, o Heischmann, o Borginho e outras…..

Organizávamos exposições de marial campista para podermos captar novos campistas.

A partir de 1971 a Secção de Campismo teve autorização dos serviços florestais para ocupar nos meses de verão uma parcela de terreno junto à Praia da Mata que anteriormente era ocupada por uma colónia infantil do Benfica.

E assim passámos a acampar durante Junho, Julho e Agosto no meio de uma imensidão de acácias as quais íamos cortando antes de montarmos as tendas.

Eram tantas acácias que se podia ir do centro do acampamento até á estrada principal sempre em cima de árvores.

 

 

 

 

 

 

 

Tínhamos água do poço e W.C. em fossa séptica

e todos participavam em tarefas para o bem comum

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A partir de 1973 surge um homem que levaria mais longe os destinos da secção e da colectividade

Mário Martins foi o impulsionador do processo de legalização do espaço que ocupávamos provisoriamente na Praia da Mata como Parque de Campismo da SFUAP.

1974 SFUAP ganha Parque de Campismo

O momento em que o Presidente da SFUAP , Fernando Trindade Valverde, assinava o contrato de arrendamento do Parque de Campismo na Costa da Caparica.

 

Estiveram presentes no acto várias entidades oficiais, o Presidente da Federação Portuguesa de Campismo, Sr. Joaquim Campino e António Borginho, Nini, Mário Martins como representantes da Secção de Campismo.

 

 

 

A Direção da SFUAP contava agora com um “inesperado” meio de sobrevivência, já que a sua situação financeira era muito preocupante.

 

 

 

Mário Martins cumpre promessa feita

O grande impulsionador da cedência do Parque de Campismo tinha prometido cortar as barbas no dia em que a SFUAP fosse dona do Parque de Campismo

 

A partir de Janeiro de 1974 os ventos vão mudar e a secção de campismo é dissolvida pela Assembleia Geral, e o parque de Campismo passa a funcionar como uma entidade autónoma.

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Muitos destes homens e mulheres que tornaram este sonho possível, nunca viriam a usufruir do espaço como lugar de laser.

Outros permaneceram no Parque durante anos sem qualquer contacto com a sua Direcção apenas dando sol ás varizes e ás saudades de outros tempos.

O colectivismo e a força de acreditar num sonho para o bem comum tinha agora novas regras que a pouco e pouco desvaneceram no tempo os feitos de um punhado de Piedenses de uma Secção de Campismo que ousaram querer um Parque de Campismo.

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O Movimento Campista da SFUAP entre anos 50 e 80 do Sec. XX

Concurso elege a melhor Caldeirada à Pescador da Costa de Caparica

Já está a decorrer a 13.ª edição do Concurso da Caldeirada à Pescador da Costa de Caparica, que se realiza há 33 anos e que constitui o segundo concurso gastronómico mais antigo a nível nacional. Esta iniciativa prolonga-se até 9 de abril e conta com a participação de 11 restaurantes, onde será possível provar esta iguaria da cultura caparicana, apreciada por milhares de pessoas.

O Concurso da Caldeirada à Pescador distingue-se por ser uma homenagem à tradição secular da sabedoria dos homens do mar, na sua qualidade de pescadores e de criadores deste prato gastronómico único no país, confecionado com o peixe fresco pescado na zona da Costa de Caparica, e por potenciar o desenvolvimento económico e turístico da região.

À semelhança das edições anteriores, será feita uma homenagem a quem faz a história desta terra de pescadores. Este ano serão homenageadas as 11 vítimas do naufrágio do “Pensativo”, que perderam a vida na tragédia que ocorreu a 12 de dezembro de 1929 ao largo da Costa da Caparica.

O “Pensativo” era um saveiro em meia-lua, fazendo parte da primeira geração deste tipo de embarcações que praticava Arte-Xávega na frente Atlântica. A tripulação (chamada de companha) era constituída por 56 pessoas, 21 a bordo e 35 em terra.

O Concurso da Caldeirada à Pescador é promovido pela Junta de Freguesia da Costa de Caparica e nesta 13.ª edição participam os seguintes restaurantes: “Borda D´ água”, “Ohhh TC”, “O Barbas Catedral”, “O Barbas Tertúlia”, “O Camões”, “Cabana do Pescador”, “Praia do Castelo”, “Carolina do Aires”, “Só Grelhados”, “O Tarquínio” e “BBQ – Tapas e Petiscos”.

Ler mais: Jornal da Região

Um ferido grave em incêndio no parque de campismo da Costa de Caparica

Foram afetados “quatro alvéolos” do parque de campismo


Um incêndio que deflagrou hoje no Parque de Campismo do Inatel, na Costa de Caparica, Almada, causou um ferido grave, disse à agência Lusa do Comando de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal.

“Recebemos o alerta para o incêndio no Parque de Campismo do Inatel pelas 22:17, tendo-se registado uma vítima em estado grave”, disse a fonte do CDOS, referindo que não existe relato de mais feridos na ocorrência.

Segundo a mesma fonte, o incêndio afetou “pelo menos quatro alvéolos” do parque de campismo, mas cerca das 23:15 já estava extinto pelos bombeiros, não sendo ainda conhecidas as causas.

No local estiveram os bombeiros de Cacilhas e da Trafaria, as viaturas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) do hospital São Francisco Xavier e do hospital Garcia de Orta, em Almada, bem como a GNR da Costa de Caparica.

Veja mais em:::> Diário de Notícias

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