Category: Cova da Piedade

José Freitas desabafa sobre a SFUAP

13 de Outubro 2017

Esta é para os Amigos da SfUAP

Hoje pela manhã que pela primeira vez após a minha saída como técnico desta casa a onde estive quasi Meio Século,para assistir a aula de natação era minha mulher,fui surpreendido por um jovem nadador que chorava por ter que abandonar a sfuap,tinha pena de virar as costas as pessoas com quem conviveu durante estes anos todos que viveu neste convívio saudável da sfuap entre técnicos e nossos familiares
E, verdades que não estava a espera de assistir aquilo que nunca assisti durante os anos que por lá passei
Então o jovem,dizia que não pode continuar,porque não teem apoio da parte da Direcção,até que o próprio Presidente,disse numa reunião com os jovens quer a sfuap lhes estava a fazer um favor de fazerem uma prática desportiva( todos os praticantes pagam uma mensalidade e ainda os custos com deslocacacoes fora) Palavras que ficaram muito sentidas nos jovens,é cercada qQue a equipa está toda desmotivada na forma como este jovem promissor se desabafou com lágrimas nos olhos Como e de conhecimento geral uma grande parte dos jovens promessas da sfuap foram convidados pelo anterior técnico para representarem o Benfica Este e mais um que vai reforçar a equipa do clube encarnado que oferece melhores condições aos jovens promessas
Com a idade que tenho dedicada a uma modalidade com grande paixao,estava muito longe de assistir ao que assisti.

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Finanças bloqueiam capacidade do Alfeite para reparar mais navios

8 Outubro 2017

Limitações do Alfeite poderão obrigar obrigar Marinha a fazer reparações no submarino Arpão na Alemanha, com os custos a aumentarem

Marinha preocupada porque o Arsenal continua a não conseguir reparar, em simultâneo, submarinos e navios de superfície

É um mistério, que nem as Finanças nem o Ministério da Defesa explicam. Porque é que o Arsenal do Alfeite (AA) continua sem luz verde para usar as verbas que tem no banco, desde janeiro e transferidas pelo próprio governo? Além de a empresa já estar em risco de perder milhões de euros por negócios não realizados, é quase certo que terá de imputar aos clientes – como a Marinha – os custos adicionais inerentes à realização dos trabalhos noutros locais, soube o DN.

Os milhões a receber decorrem de conseguir fazer a reparação de submarinos alemães construídos pela ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) para a Marinha, a começar pelo português Arpão a partir de setembro de 2018 e cujo valor por unidade supera os 20 milhões de euros na intervenção programada. Quanto aos custos adicionais a pagar pelos clientes, o mesmo navio da Marinha serve de exemplo: caso tenha de ir para os estaleiros de Kiel, cabe ao ramo naval das Forças Armadas suportar os valores associados ao envio da guarnição e à estada das equipas de acompanhamento (15 meses).

Diferentes fontes garantem não estar em causa cativações de verbas (cerca de dez milhões de euros do próprio capital social da empresa), nem o saber onde arranjar dinheiro para um investimento qualificado como reprodutivo – alargar o cais do AA, para reparar e fazer manutenção simultânea de submarinos e navios de superfície.

As Finanças, que não responderam ao DN até ao fecho da edição, enviaram no fim de setembro uma portaria de extensão de encargos para pagar a formação dos trabalhadores nos estaleiros de Kiel (onde acompanham a reparação do submarino Tridente). Contudo, as mesmas Finanças “não deram autorização para usar a verba respetiva”, inferior a um milhão de euros, lamentou ontem uma fonte da Defesa ao DN.

Quanto às outras duas portarias de extensão de encargos, pedidas pelo AA e necessárias para fazer pagamentos plurianuais, uma visa construir duas lanchas salva-vidas para a Marinha e a outra respeita às obras no cais (envolvendo também aspetos ambientais), explicou outra das fontes.
Neste momento, alertou outra fonte, há um atraso de pelo menos cinco meses no processo, que começa com o lançamento do concurso internacional para a realização das obras, envolve a análise dos processos e eventuais recursos judiciais de candidatos derrotados, depois a contratualização dos trabalhos e a sua realização. Isto significa uma de duas situações para o AA: ou já não recebe o submarino Arpão, em setembro de 2018; ou então aceita-o e durante 15 meses não recebe qualquer outro navio.

Com a Marinha a ter de realizar ações de manutenção em pelo menos uma das fragatas Vasco da Gama, bem como em corvetas, estes meios teriam de ir para outro lado – sendo obrigação contratual do AA fazer esses trabalhos. “A situação não é fácil”, até porque “os encargos recairiam sobre o cliente e não sobre o Arsenal”, disse ao DN uma fonte que já esteve envolvida em processos desses.
Quanto à Marinha, apesar das potenciais implicações desta situação, o seu porta-voz limitou-se a dizer ao DN que o ramo “não tem informação” relativa ao AA que suscite preocupações. “Mantém-se o planeamento” quanto aos prazos de docagem do submarino Arpão (em setembro de 2018), das fragatas e das corvetas até 2020, afirmou o comandante Coelho Dias, acrescentando: “Estamos a confiar” que, “quando chegar o período” de fazer as revisões e manutenções, o Arsenal seja capaz de garantir as suas obrigações.

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Prova de natação homenagem a José Freitas

Prova de Águas Abertas, para federados e populares realizou-se a 2 de Setembro junto ao Terreiro do Paço.
A prova de mar José Freitas resulta da sinergia criada entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Associação de Natação de Lisboa no intuito de fazer renascer no Tejo as tradições que serviram de berço para o crescimento da natação em Portugal.

Para homenagear e celebrar a figura mítica e incontornável da natação nacional, o Prof. José Freitas, a Associação de Natação de Lisboa e a Camara Municipal de Lisboa organizam a primeira edição da prova que pretende associar a história do nadador/treinador/embaixador, aos maiores símbolos da sua carreira e da cidade de Lisboa.

Irão ser realizadas duas provas, uma para federados e outra em formato “Mass Event” para populares que se queiram associar a esta iniciativa.

VITÓRIA DO EX-PUPILO José Paulo Carvalho da SFUAPiedense

TVI
Tejo voltou a ser piscina para prova de natação
Ontem

Este sábado, cumpriu-se a primeira edição da prova “José Freitas”, uma homenagem ao nadador de 85 anos, que foi recordista da travessia do estreito de Gibraltar

TVI vídeo ::::>Click aqui para ver

ALMADA | Marcelo Rebelo de Sousa visitou Arsenal do Alfeite

O Presidente da República visitou esta tarde o Arsenal do Alfeite, no concelho de Almada, “num momento muito especial para esta empresa” conforme referiu Marcelo Rebelo de Sousa

Acompanhado da ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, do secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, e dos presidentes das Câmaras Municipais de Almada e Barreiro, o Presidente da República, visitou algumas das oficinas do Arsenal do Alfeite.

Na recepção à visita, a presidente do Conselho de Administração do AA, Andreia de Brito Bogas agradeceu a presença do Presidente e fez uma breve apresentação da empresa, dos objectivos e dos projectos futuros.

“Esta empresa tem 78 anos, e emprega 504 pessoas. E são os recursos humanos a força do Arsenal, que fazem desta empresa o que ela é. Por isso estamos a apostar no rejuvenescimento, com a entrada de novos empregados e na sua formação.”

Relativamente ao futuro, a presidente referiu o alargamento da Doca Seca, um investimento que rondará os 12 milhões de euros, a retoma da construção naval que foi iniciada com projectos de construção de embarcações de salvamento para a Marinha Portuguesa e a expansão do negócio, com reparação de navios da Marinha Real de Marrocos e das Filipinas.

Marcos Perestrello relembrou que Marcelo Rebelo de Sousa é o primeiro Presidente da República não militar a visitar o Arsenal, “que não recebia uma visita desta personalidade há cerca de 45 anos” e salientou “o momento de viragem que a empresa está a realizar, com o investimento na modernização, melhoria e expansão internacional”.

Marcelo Rebelo de Sousa frisou também “tratar-se de um momento muito especial esta visita, que é também uma homenagem do Presidente da República aos trabalhadores que dedicaram a sua vida à empresa e para quem deixo uma palavra de gratidão”.

Criticando as “vozes que nos últimos anos achavam que o Arsenal não voltaria a levantar-se”, garantiu que “não só provou que não vai parar como vai ter um futuro de sucessos e de internacionalização. Este é um futuro à medida do passado, e que já começou, com a ligação com a Armada Portuguesa, afinal uma história vivida em conjunto, porque não há Arsenal do Alfeite sem Marinha nem vice-versa.”

O Presidente afiançou que “o Governo está apostado no futuro do Arsenal do Alfeite, e todos sabemos que hoje há uma linha de rumo, com uma estratégia e não uma táctica a prazo. O investimento na formação para o seguro é um garante também para as comunidades desta zona, de onde vêm os trabalhadores”.

Por último, deixou “uma mensagem de confiança e esperança, algo que gostava de poder dizer a todas as instituições que visito, mas nem sempre é possível. Quero agradecer pelo que o Arsenal do Alfeite tem feito pelo país e pela Marinha Portuguesa, felicitar pelo passado e pelo futuro.”

O Presidente da República assinou ainda o livro de honra, inaugurou uma placa em leme, realizada por um dos empregados do Arsenal, e ainda teve tempo para umas selfies com os trabalhadores, além da programada fotografia de grupo.

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Banda da SFUAP

1989 Orquestra no Jardim da Cova da Piedade

2010 Banda SFUAP na Cova da Piedade

2010 Banda SFUAP na Trafaria

Banda SFUAP 2010

Natação SFUAP

1987 Cova da Piedade 24 horas a nadar SFUAP



1988 Cova da Piedade -24 horas a nadar SFUAP

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=ATsisLEtm00&w=560&h=315]

1988 Almada – Festival Natação SFUAP

2007 SFUAP 24 horas a nadar

2010 Natação SFUAP

1989 Comemorações do centenário SFUAP

A 23 de Outubro de 1989 a SFUAP comemorou 10 anos de existência


1989 – SFUAP Conferencia 100 anos de actividade

1988 SFUAP muda a sede para o Palácio José Gomes

A SFUAPiedense muda a sede social para o palácio José Gomes após o incêndio no edifício do Largo 5 de Outubro.

1968 SFUAP inaugura Secção de Campismo

Os praticantes de Campismo Desportivo na Cova da Piedade iniciaram a sua actividade em princípios dos anos 50 do sec. XX.

A secção de Campismo da Cooperativa Piedense e do Clube Desportivo da Cova da Piedade, emprestavam aos seus associados o material de campismo, como tendas, sacos de água, mesas, bancos etc.

Organizavam acampamentos onde acolhiam campistas de saco ás costas vindos muitas vezes de lugares longínquos que percorriam a pé e à boleia.

O grande impulsionador desses tempo era o Sr. Geordano que também era projeccionista no salão de cinema da SFUAP.

Ele conseguiu congregar os praticantes das Secções de Campismo da Cooperativa e do Desportivo da Cova da Piedade para formarem uma nova secção de Campismo desta vez na SFUAP onde a Direcção disponibilizou uma sala para a nossa actividade.

Eram o Borginho, o Manuel Quaresma, o João Reis,o Nini, o Fernando Cruz e muitos outros

A Secção passou a ser frequentada diariamente e formou-se uma comissão de trabalho para serem estabelecidas as actividades a desenvolver.

O ambiente era familiar e todos os dias chegava gente nova.

 

 

Nas Festas da Cova da Piedade de 1969

Resolvemos fazer mesmo em frente à nossa Secção, uma quermesse de petiscos para angariar fundos para a reconstrução da nossa secção de campismo.

Carlos Coelho, Lcruz, Lourdes Quaresma, Maria Antónia, Nini, Tólinhas

Fernando Cruz, João Silva, Cruz, Manuel Quaresma

1970 Mudança e remodelação da Sede

Com os dinheiritos feitos nessas e noutras angariações a sede da Secção de Campismo muda-se para outro local e faz remodelações as quais tiveram como grande mestre o

Sr. Fernando da Cruz

Ele foi o arquitecto da nova sede que ficou linda com decoração em madeira de costaneiros que tornava a sala acolhedora e rústica.

Com a nova sede construída voltamo-nos em força para a actividade do campismo desportivo.

A partir de 1971 a actividade da secção de campismo SFUAP aumentou com a participação em massa em Acampamentos Desportivos nos quais arrecadando muitas taças de participação e com participações marcantes nos fogos de campo.

Era tempo de acampar

No início dos anos 70 do sec. XX passar o fim de semana junto à natureza e na companhia de amigos era do melhor que queríamos ter.

 

 

Podíamos conviver com velhos campistas como o Tio Henrique que era o espelho dos Maquis Franceses que depois da guerra inventaram as férias nos campos e nas montanhas.

 

O Lagarto, O Chagas e a sua Pantera, o Gilberto dos Cabindas, o Caldeira do Porto, o Carlinhos do Estrela, o Mário do Carmo e tantos outros

 

A certa altura levámos 2 autocarros cheios de gente a um acampamento do CCL em Almornos.

O primeiro hino da secção de campismo SFUAP foi o Hino da Juventude

só mais tarde tivemos um hino dos “graúdos”

Hino da Juventude

Dentro do campismo nós somos Obreiros da Felicidade Cantando para vós aqui estamos Juventude da Piedade

Acampar,Acampar Este é o meu lema E marchar, e marchar Sendo assim vale a pena

Eu levo o meu saco ás costas E as minhas botas cardadas Eu vou pela estrada fora vou ter com os meus camaradas

e nesta noite tão linda À luz grande do braseiro Nós temos uma mensagem Salve , Salve Companheiro

Amanhã quando acordarmos E mesmo ao nasces da aurora sorridentes nos soltamos da nossa tendinha para fora.

Gabriel Quaresma

 

A partir de 1970 a Secção de Campismo da SFUAP, passou não só a participar em Acampamentos desportivos realizados pelos outros Clubes, como também passou a organizar os seus próprios acampamentos, onde afluíam um grande numero de Companheiros Campistas vindos de diversos pontos do Pais.

 

1970 Acampamento da Juventude em Vale Fetal

 

 

 

Diariamente a Secção de Campismo SFUAP era visitada por muitos Companheiros e Companheiras que organizavam regularmente reuniões de convívio, onde para além da música estava sempre presente a amizade e a camaradagem.

O Mano, O Jorge Lourenço, O Tó Zé, O Henrique Tavares, o Vasco das Barrocas, o Cá Mané, o Zé Faisco, o Heischmann, o Borginho e outras…..

Organizávamos exposições de marial campista para podermos captar novos campistas.

A partir de 1971 a Secção de Campismo teve autorização dos serviços florestais para ocupar nos meses de verão uma parcela de terreno junto à Praia da Mata que anteriormente era ocupada por uma colónia infantil do Benfica.

E assim passámos a acampar durante Junho, Julho e Agosto no meio de uma imensidão de acácias as quais íamos cortando antes de montarmos as tendas.

Eram tantas acácias que se podia ir do centro do acampamento até á estrada principal sempre em cima de árvores.

 

 

 

 

 

 

 

Tínhamos água do poço e W.C. em fossa séptica

e todos participavam em tarefas para o bem comum

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A partir de 1973 surge um homem que levaria mais longe os destinos da secção e da colectividade

Mário Martins foi o impulsionador do processo de legalização do espaço que ocupávamos provisoriamente na Praia da Mata como Parque de Campismo da SFUAP.

1987-88 Incêndio e demolição SFUAP

1988 Secção de Campismo e Sede da SFUAP

uma vista da fachada da colectividade antes do incêndio

;No dia 2 de Dezembro de 1987 a Sede da SFUAP estava em chamas

Em 1988 deu-se a demolição do edifício

Incendio e demolição

 

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