Category: Autarquicas

Inês de Medeiros coliga-se com o PSD em Almada

3 de Novembro 2017

Depois de protagonizar a maior surpresa da noite das autárquicas, Almada confirma uma mudança de monta. Os vereadores do PCP não têm pelouros, pela primeira vez.

Está consumada a maior mudança política em Almada desde o 25 de Abril: o PS, que ganhou as últimas autárquicas, vai governar a câmara municipal em coligação com o PSD. Pela primeira vez em mais de 40 anos, os vereadores do PCP não têm pelouros.

Na câmara agora liderada pela socialista Inês de Medeiros, o PS tem quatro eleitos, o PCP outros quatro, o PSD dois e o Bloco de Esquerda um. Foi com os sociais-democratas que a nova autarca chegou a acordo para garantir a estabilidade governativa. O entendimento foi noticiado primeiramente pelo Observador.

“Nós oferecemos pelouros a todos os vereadores, pelouros que achámos significativos”, explica Inês de Medeiros ao PÚBLICO. “Fomos mantendo a negociação com as três forças políticas” nas últimas semanas, continua a presidente da câmara, acrescentando que o diálogo acabou por só ser frutífero com o PSD.

O Bloco de Esquerda, que elegeu Joana Mortágua para a autarquia, emitiu um comunicado na segunda-feira a explicar que não assume pelouros porque a coligação com o PS não permitiria “determinar a formação de uma maioria transformadora à esquerda”. Apesar disso, diz Inês de Medeiros, o partido mostrou-se disponível para acordos pontuais nos próximos quatro anos.

No mesmo dia, também o PCP se pronunciou, igualmente através de comunicado, explicando que enviara “uma proposta de distribuição de pelouros” a Inês de Medeiros com base no “historial” da autarquia, mas que a nova autarca não respondera.

Assim, são os dois eleitos do PSD que assumem responsabilidades governativas. Miguel Salvado vai integrar a administração dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS), de que Inês de Medeiros será presidente, e fica ainda responsável pelas redes viárias. Já Nuno Matias vai ter a pasta dos espaços verdes e estratégia ambiental. Segundo a presidente, “houve a preocupação desde o início de atribuir pelouros em função da mais-valia que podia trazer cada um dos vereadores”.

Os novos membros da câmara e da assembleia municipal de Almada tomaram posse há uma semana, no Teatro Joaquim Benite. Na ocasião, Inês de Medeiros disse que “ao confiarem na mudança, ao fim de 41 anos de poder inalterável, os almadenses deram um grande sinal de maturidade democrática”, mas assegurou que “a alternância não significa ruptura”. Ainda assim, prometeu “uma nova atitude na governação da câmara” que transforme Almada numa “terra de oportunidades”.

No comunicado de segunda-feira, o PCP informou que deixou uma ‘herança’ de 22 milhões de euros nos cofres da autarquia.

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PS e PSD fazem acordo de governação. Há bloco central em Almada

03 de Novembro 2017

Depois de 41 anos de governação “comunista” em Almada, o bastião da CDU perdido nas autárquicas para o PS vai agora passar a ser um bloco central. PSD aceitou pelouros e vai integrar executivo.

Que o resultado eleitoral em Almada nas autárquicas de 1 de outubro deixou muita gente surpreendida, já se sabia: a CDU perdeu a câmara que detinha há 41 anos por apenas 406 votos e o PS ganhou uma câmara na margem sul do Tejo que não estava à espera de ganhar. O que não se sabia era que a mudança ia ser tão grande. Ao fim de duas semanas de negociações, a presidente da câmara eleita, Inês de Medeiros, que precisava de dois vereadores para ter maioria, fechou um acordo de governação com…o PSD. É um bloco central na câmara que sempre foi comunista.

As conversações foram demoradas mas, ao que o Observador apurou, os principais pontos ficaram acertados esta quinta-feira à noite na primeira reunião de câmara do executivo socialista, em acordo com o PSD. A Inês de Medeiros e aos três vereadores do PS eleitos — Francisca Parreira, João Couvaneiro e Teodolinda Silveira — juntam-se assim os dois vereadores eleitos pelo PSD, Nuno Matias e Miguel Salvado, sendo que Nuno Matias fica apenas com meio tempo atribuído — por opção pessoal.

Ao Observador, Inês de Medeiros confirmou o acordo, avançando que estava a tratar esta sexta-feira à tarde da oficialização da distribuição de pelouros, que não vai requerer nenhuma cerimónia formal. O PSD fica, desta forma, com as seguintes pastas: redes viárias, iluminação pública, planeamento energético, espaços verdes e parques urbanos, assim como fica com um vereador no leque de três que compõem a administração dos SMAS (Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada).

Tudo pelouros que a ex-deputada socialista considera “consistentes”. “Convidámos todas as forças políticas e oferecemos pelouros a todos”, garante ao Observador a ex-vice-presidente do Inatel, explicando que só o PSD acabou por aceitar, na medida em que o Bloco de Esquerda, que apenas elegeu um vereador (insuficiente para fazer maioria com o PS), emitiu logo um comunicado a pôr-se de lado de um eventual acordo de governação, e as negociações com o PCP (que elegeu os mesmos quatro mandatos que o PS), não chegaram a bom porto.
Inês de Medeiros não quis entrar “no detalhe das negociações”, limitando-se a dizer que foram “duas semanas de conversações com as três forças políticas que elegeram vereadores”, que terminaram sem “hostilização” por parte de nenhuma delas. Refer-se-ia concretamente ao PCP, que terá achado os pelouros disponibilizados pelos socialistas pouco significativos face à pouca diferença no número de votos e à experiência no terreno que os vereadores eleitos pela CDU acumularam ao longo dos últimos mandatos. A Cultura, por exemplo, seria um pelouro apetecível para os comunistas, mas Inês de Medeiros não abdica dele para si.

Hostilidades à parte, certo é que a tomada de posse do último sábado no Teatro Joaquim Benite ficou marcada por muito ruído e alguma contestação, numa sala totalmente dividida ao meio, com comunistas para um lado e socialistas para o outro. O momento mais tenso foi quando Inês de Medeiros dedicou a sua vitória em Almada a Mário Soares, que motivou apupos sobretudo da parte do setor operário do PCP.

“Dediquei a vitória a Mário Soares porque, para mim, é uma referência daquilo que é o processo democrático, independentemente do sítio onde estou“, explicou a presidente de câmara eleita ao Observador, desvalorizando o ruído gerado. “Barulho havia dos dois lados, do PS e do PCP”.

PSD e PS não descartam assinatura de acordo programático

Depois da tomada de posse de todos os vereadores eleitos no passado sábado, a oficialização do acordo de governação entre o PS e o PSD não carece de nenhuma assinatura formal, segundo explica Inês de Medeiros. Ainda assim, a hipótese de vir a existir um “acordo programático” mais formal entre as duas forças políticas não é descartada por fonte do PSD local. Seria uma espécie de posição conjunta com linhas vermelhas, como as que o PS assinou com o PCP, o BE e os Verdes, à vez, aquando da constituição da “geringonça” a nível nacional.

O Observador sabe que o PSD mantém essa hipótese em aberto, ainda que PSD e PS já se tenham entendido nos traços políticos globais, concordando em muitas matérias “do ponto de vista estratégico”. É também isso que reforça Inês de Medeiros. “Para já não há nada escrito, há apenas muita conversa. Os pontos essenciais de convergência já estão definidos, depois logo se vê”, diz.

No rescaldo da vitória tangente do PS em Almada, o cabeça de lista do PSD à câmara, Nuno Matias, já tinha dito ao Observador que não abria portas mas também não fechava janelas à partida. Quando questionado sobre se aceitaria integrar o executivo do PS numa perspetiva de bloco central respondia: “Depende das condições. Só se pudéssemos implementar muitas das nossas propostas, mas se for para vir executar o programa dos outros, não obrigado”.

Quem se pôs logo de fora foi o Bloco de Esquerda, que elegeu apenas uma vereadora, Joana Mortágua. Com os quatro eleitos pelo PS, uma vereadora do BE tornava-se insuficiente para um eventual acordo de governação com o PS, onde a maioria é feita com seis elementos. “Apesar da eleição de uma vereadora, a votação do Bloco de Esquerda não permite determinar a formação de uma maioria transformadora à Esquerda que garanta a estabilidade governativa em Almada, conforme foi decidido pela Convenção Nacional do Bloco. Desta forma, não tendo capacidade para definir as políticas do futuro executivo camarário, o Bloco de Esquerda não pode aceitar pelouros no desempenho dos quais teria de executar políticas definidas por maiorias que lhe são alheias, delineadas pelas negociações do PS”, escrevia a concelhia do BE de Almada em comunicado.

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BARREIRO | Novo executivo definido por Frederico Rosa

03 de Novembro 2017

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Frederico Rosa, atribuiu os pelouros aos eleitos do executivo, mas apesar de na primeira reunião camarária ter sido referida a disponibilidade e as conversações que decorriam com a segunda força mais votada, a CDU não ficou com qualquer pelouro atribuído.


Ao presidente da Câmara Municipal Frederico Rosa cabem os pelouros da Coordenação e representação geral do Município; Serviço Municipal de Proteção Civil; Gabinete Técnico-Florestal; Gabinete de Auditoria; Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial e Gabinete de serviços urbanos.

Ao vereador João António Pintassilgo (PS) foi atribuída a vice-presidência e os pelouros do Departamento de Águas e Resíduos, onde se insere a Divisão de Águas e Saneamento, Divisão de Residuos, Gabinete Comercial e Gabinete de Estudos e Projetos; Departamento de Gestão e Administração Geral onde se inclui a Secretaria-Geral, Gabinete de Apoio ao Munícipe e Divisão de Recursos Humanos e o Gabinete de Descentralização, integrado no Departamento de Gestão da Cidade.

O vereador Rui Miguel Santos Braga (PS) fica com o Gabinete de Tecnologias de Informação; Gabinete Municipal de Desenvolvimento Económico e Estratégico; Projeto Municipal de Participação, Democracia, Cidadania e Comunicação e o Departamento de Gestão da Cidade, onde se inclui a Divisão de Planeamento, Ambiente e Mobilidade; Divisão de Gestão e Regeneração Urbana; Divisão de Intervenção no Espaço Público e Equipamentos Municipais e Divisão de Fiscalização e Contra-ordenações.

A vereadora Sara Isabel da Conceição Ferreira (PS) fica encarregue do pelouro do Departamento de Desenvolvimento Sociocultural onde se inclui a Divisão de Promoção Cultural e a Divisão de Intervenção Social e Educação.

Ao vereador Bruno Vitorino (PSD) coube de novo o pelouro do Centro de Educação Ambiental, Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata Nacional da Machada; o Gabinete da Juventude e o Acompanhamento do Trabalho da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em risco.

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Junta de Freguesia de Alcochete sem executivo

03 de Novembro 2017

À terceira não foi de vez. Três tentativas e igual número de expectativas goradas em conseguir que houvesse fumo branco para constituição do novo executivo para a Junta de Freguesia de Alcochete. Para o próximo dia 14, pelas 21h00, está marcada nova reunião, tendo em vista a resolução do impasse.

A CDU foi a força mais votada, elegendo para a presidência do órgão Natacha Patinha, porém sem alcançar maioria absoluta. O resultado obriga a um entendimento com a oposição (PS e coligação CDS/PSD), mas quer a segunda força mais votada (PS) quer a coligação (CDS/PSD) têm rejeitado as propostas até ao momento apresentadas.

A presidente Natacha Patinha começou por propor um executivo composto por quatro elementos da CDU e um da oposição, o que foi prontamente rejeitado pelos elementos do PS e do CDS/PSD. Contrapôs a oposição, através do PS, com uma proposta de um executivo com dois elementos da CDU, dois do PS e um da coligação do CDS/PSD, que não foi aceite pela força mais votada.

Natacha Patinha viria ainda a apresentar uma solução que passava por três elementos da CDU e dois da oposição, proposta também ela recusada por PS e CDS/PSD.

Em causa está quem ficará em maioria no executivo da Junta, ponto de que não abdicam CDU nem a oposição.

Recorde-se que a CDU venceu a eleição para a Junta de Freguesia de Alcochete com 1.839 votos (32,40%), seguindo-se o PS com 1.818 (32,03%) e o CDS/PSD com 1.502 votos (26,42%), o que se traduziu no seguinte número de mandatos para a Assembleia de Freguesia: cinco da CDU, quatro do PS e quatro do CDS/PSD.

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MONTIJO | Oposição de mãos a abanar

Maria Clara Silva agarra Finanças e segura Educação

Nuno Canta já distribuiu pelouros na Câmara Municipal. Presidente mantém o Planeamento do Território e Urbanismo e entrega a Ricardo Bernardes e Sara Ferreira, vereadores estreantes no executivo, a Saúde e os Transportes Públicos (ao primeiro) e a Cultura e o Turismo (à segunda). Oposição de mãos a abanar.

A distribuição de pelouros na Câmara Municipal do Montijo já é conhecida. Nuno Canta, presidente da autarquia, vai acumular as pastas da coordenação dos serviços municipais, da tesouraria, bem como a Divisão de Planeamento do Território e Urbanismo.

O presidente chamou ainda à sua alçada o Gabinete de Comunicação e Relações Públicas, o Gabinete de Sanidade Pecuária, o Conselho Municipal de Segurança, o Gabinete Florestal e a cooperação internacional, além do Serviço Municipal de Protecção Civil.

Em despachado datado de 25 de Outubro, Nuno Canta atribuiu três divisões à vice-presidente Maria Clara Silva. A autarca vai acumular os pelouros da Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial, da Divisão de Gestão de Recursos Humanos e da Divisão de Educação, além da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens e da Associação para a Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo.

Estreantes na vereação da autarquia, eleitos que foram pelo Partido Socialista, são Ricardo Bernardes e Sara Ferreira. O primeiro ficou responsável pelas pastas da Divisão de Administração Organizacional, da Divisão de Desenvolvimento Social e Promoção da Saúde, da Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida nas áreas das Obras Municipais por Administração Directa, Transportes Públicos, Parque Auto e Energia, e área da Juventude da Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto. Ricardo Bernardes recebeu ainda os pelouros do Conselho Municipal da Juventude e da Universidade e Academias Sénior.

A segunda, Sara Ferreira, assume todas as áreas, excepto a da Juventude, da Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto. Ficou ainda responsável pelas áreas dos Mercados, Feiras e Metrologia da Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida, pelo Parque de Exposições Acácio Dores do Montijo, pelo Cinema Teatro Joaquim d’ Almeida e ainda pelo Turismo.

Recorde-se que o PS, nas últimas eleições autárquicas, passou de maioria relativa para absoluta, conquistando quatro lugares no executivo composto por sete. Os vereadores eleitos pela oposição, Carlos Jorge de Almeida e Ana Baliza (ambos eleitos pela CDU) e João Afonso (eleito pela coligação PSD/CDS) não receberam pelouros.

Pelouros

Nuno Canta (presidente)

Coordenação dos Serviços Municipais
Tesouraria
Divisão de Planeamento do Território e Urbanismo (DPTU)
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Ambiente, Empreitadas, Trânsito, Cemitérios e Toponímia
Gabinete de Comunicação e Relações Públicas
Gabinete de Sanidade Pecuária
Conselho Municipal de Segurança
Serviço Municipal de Proteção Civil
Gabinete Florestal
Cooperação Internacional

Maria Clara Silva

Vice-Presidência
Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial (DGFP)
Divisão de Gestão de Recursos Humanos (DGRH)
Divisão de Educação (DE)
Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ)
Associação para a Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo (AFPDM)

Ricardo Bernardes


Divisão de Administração Organizacional (DAO)
Divisão de Desenvolvimento Social e Promoção da Saúde (DDSPS)
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Obras Municipais por Administração Direta, Transportes Públicos, Parque Auto e Energia
Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto (DCBJD) na área da Juventude
Conselho Municipal da Juventude
Universidade e Academias Sénior

Sara Ferreira

Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto (DCBJD), em todas as áreas excepto na área da Juventude
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Mercados, Feiras e Metrologia
Parque de Exposições do Montijo (Montiagri)
Cinema Teatro Joaquim d’ Almeida
Turismo

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As novas caras da Câmara de Almada

28 de Outubro 2017

Eleitos para a Câmara Municipal

1. Inês de Medeiros PS
2 Joaquim Judas CDU
3. Francisca Parreira PS
4. Jose Gonçalves CDU
5. Nuno Matias PSD
6. Joao Couvaneiro PS
7. Amelia Pardal CDU
8. Joana Mortagua BE
9. Teodolinda Silveira PS
10. António Matos CDU
11. Miguel Salvado PSD

Almada – Bloco de Esquerda rejeita pelouros

31 de Outubro 2017

Comunicado da Coordenadora Concelhia de Almada do Bloco de Esquerda.

Os resultados eleitorais em Almada resultaram na vitória do PS, que elegeu quatro vereadores, e na eleição de quatro vereadores da CDU, dois do PSD e uma vereadora do Bloco de Esquerda.
No final da semana passada, o Partido Socialista tornou pública a sua intenção de atribuir pelouros a todas as forças políticas com representação na vereação.
O Bloco de Esquerda assumirá responsabilidades na medida da expressão política que nos foi confiada pelo eleitorado. Teremos em todo o mandato uma postura construtiva que se traduz na disponibilidade da vereadora eleita para executar medidas concretas que correspondam às propostas que apresentámos à confiança dos eleitores. Não deixaremos de propor, negociar e executar programas que façam a diferença no concelho, mantendo a autonomia política e a liberdade de voto indispensáveis ao compromisso eleitoral que assumimos com os munícipes de Almada.
No entanto, e apesar da eleição de uma vereadora, a votação do Bloco de Esquerda não permite determinar a formação de uma maioria transformadora à Esquerda que garanta a estabilidade governativa em Almada, conforme foi decidido pela Convenção Nacional do Bloco. Desta forma, não tendo capacidade para definir as políticas do futuro executivo camarário, o Bloco de Esquerda não pode aceitar pelouros no desempenho dos quais teria de executar políticas definidas por maiorias que lhe são alheias, delineadas pelas negociações do PS.
Sempre com prestação de contas, transparência e responsabilidade, a vereadora e os deputados municipais que tomaram posse no passado sábado serão incansáveis na defesa dos direitos, da democracia participativa e da qualidade de vida da população de Almada.

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Almada distribuição de pelouros – CDU considera que a questão ainda não está fechada

31 de Outubro 2017

NOTA DE IMPRENSA
Coordenadora Concelhia de Almada da CDU

A propósito da distribuição de pelouros na Câmara Municipal de Almada

A propósito da notícia publicada na edição de hoje (30 de outubro de 2017) do Diário de Notícias sob o título “Só PSD aceita pelouros do PS em Almada. PCP recusou”, a CDU Almada esclarece o seguinte:

1. No passado dia 27 de outubro de 2017, véspera do dia da instalação dos órgãos do Município de Almada, a Coligação Democrática Unitária (CDU) apresentou por escrito à Presidente eleita da Câmara Municipal de Almada e ao Partido Socialista (PS), uma proposta de distribuição de pelouros na Câmara Municipal de Almada para o mandato de 2017-2021.

2. A proposta apresentada pela CDU considera a realidade da composição do órgão com quatro eleitos pelo PS, quatro eleitos pela CDU, dois eleitos pelo PSD e um eleito pelo BE, e considera ainda o historial registado no Concelho relativamente à atribuição de responsabilidades de gestão da Câmara Municipal às diferentes forças políticas nela representadas.

3. Até ao presente momento, a proposta escrita dirigida ao PS e à Presidente da Câmara Municipal de Almada não obteve qualquer resposta, pelo que a CDU considera que a questão ainda não está fechada, ao contrário do que a notícia do Diário de Notícias refere.

4. A CDU esclarece igualmente que a informação veiculada pela mesma notícia relativa à composição da Assembleia Municipal de Almada não corresponde à realidade efetivamente verificada naquele órgão do Município. Com efeito, a CDU assume no mandato agora iniciado 14 representantes na Assembleia Municipal (não 11 como refere a notícia), o PS assume 13 representantes (não 11, como igualmente refere a notícia), o PSD cinco representantes, o Bloco de Esquerda quatro representantes, o PAN um representante e o CDS-PP um representante.

5. Neste quadro, a CDU esclarece ainda que na primeira reunião da Assembleia Municipal subsequente ao ato de instalação do órgão para eleição do Presidente e Secretários da Assembleia Municipal, foram apresentadas duas listas: uma proposta pelo PS e outra pela CDU. A lista proposta pelo PS venceu a votação realizada, recolhendo o que se admitem ser os votos do PS, PSD e BE (23 votos), enquanto a lista proposta pela CDU obteve o que se admite igualmente serem os 14 votos dos eleitos que a representam na Assembleia Municipal, tendo-se registado ainda um voto branco, sendo assim a Mesa da Assembleia Municipal integralmente constituída por eleitos pelo Partido Socialista.

6. A CDU informa ainda que foi concluído o processo de transmissão de bens do Município para a nova administração. O saldo de tesouraria da Câmara Municipal de Almada transferido foi de 22 milhões de euros.

Almada, 30 de Outubro de 2017

Coordenadora Concelhia de Almada da CDU

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Só PSD aceita pelouros do PS em Almada. PCP recusou

Socialistas estavam dispostos a entregar funções executivas a todos os partidos. Comunistas recusaram na véspera da posse

O PS ensaiou uma grande coligação na Câmara Municipal de Almada, entregando pelouros aos vereadores de todas as forças políticas, mas à última hora esse entendimento falhou. Na véspera da tomada de posse de Inês de Medeiros, que ocorreu no sábado, o PCP fez mais exigências que os socialistas recusaram, apurou o DN. Sem acordo, o PSD foi o único partido a aceitar pelouros.

Os socialistas estavam dispostos a entregar a gestão da Casa da Cerca, Espaços Verdes, Mercados e SMAS (serviços municipalizados de água e saneamento) aos comunistas – que perderam para o PS as eleições autárquicas de dia 1 deste mês por 413 votos. As negociações que estariam bem encaminhadas soçobraram à última: o PCP pediu “pelouros impossíveis”, como definiu fonte conhecedora do processo, incluindo a Cultura, que o PS já tinha indicado que fica nas mãos da nova presidente da câmara.

Socialistas e comunistas elegeram quatro vereadores cada, os sociais-democratas dois e os bloquistas uma. Como o BE não faz a diferença, perante o não acordo com o PCP, Joana Mortágua (a quem o PS poderia entregar a Habitação Social) preferiu ficar de fora da equação.

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Inês Medeiros Presidente da Câmara Municipal de Almada

28 de Outubro 2017
Teatro Joaquim Benite – Almada

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Câmara Municipal de Almada

Inês de Medeiros tomou posse como Presidente da Câmara Municipal de Almada, numa cerimónia realizada no dia 28 de outubro, no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada.

Inês de Medeiros torna-se assim na quarta Presidente da Câmara Municipal de Almada em funções desde as primeiras eleições autárquicas, em 1976.

A assistir ao ato de instalação dos órgãos municipais – Câmara e Assembleia – estiveram, entre outros, o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, e a Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, Graça Fonseca.

Com a Tomada de Posse agora realizada, o executivo da CMA para o mandato 2017 – 2021 tem a seguinte constituição:

Presidente:
Inês de Saint-Maurice Esteves de Medeiros Victorino de Almeida – PS

Vereação
Francisca Luís Batista Parreira – PS
João Luís Serrenho Frazão Couvaneiro – PS
Maria Teodolinda Monteiro Silveira – PS
Joaquim Estêvão Miguel Judas – CDU
José Manuel Raposo Gonçalves – CDU
Maria Amélia de Jesus Pardal – CDU
António José de Sousa Matos – CDU
Nuno Filipe Miragaia Matias – PSD
Miguel Ângelo Moura Salvado – PSD
Joana Rodrigues Mortágua – BE

Na mesma sessão, José Courinha Leitão, eleito pelo PS, tomou posse como Presidente da Assembleia Municipal de Almada.

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