Barreiro considera Quinta do Braamcamp “uma pérola” e quer desenvolver projecto no loca

17/03/2018

O presidente da Câmara do Barreiro, Frederico Rosa, afirmou que pretende ter definido, até meio de 2019, o projecto para a Quinta do Braamcamp, referindo que o espaço terá habitação, hotelaria e restauração, mas abertos à cidade.


“A Quinta do Braamcamp é uma pérola que é propriedade do município. São 21 hectares de terreno em frente ao rio, virado para Lisboa. Este projecto pode ser uma alavanca importante para o Barreiro e para a reconversão de toda a zona”, afirmou o autarca.

Frederico Rosa (PS) esteve presente na feira internacional de imobiliário, o MIPIM, que decorreu esta semana em Cannes, na França, onde aproveitou para reunir com investidores que podem estar interessados no projecto.

“O que nos interessa é discutir projecto e não fazer apenas uma operação imobiliária de compra e venda de terrenos. Queremos ter habitação, hotelaria, restauração e lazer, mas não pode ser uma zona de condomínio fechado. Neste momento o mais importante é o projeto, porque se quiserem fazer na zona um arranha-céus, eu não deixo”, defendeu.

Frederico Rosa afirmou que a autarquia do Barreiro tem “uma grande vontade” de, até meio de 2019, ter a decisão tomada sobre qual o projecto que será desenvolvido naquele território.

Segundo o presidente, apesar de o Plano Director Municipal (PDM) ser de 1994, está prevista a construção no local.

“Com este ‘boom’ imobiliário, temos sido abordados por diversos promotores com os seus projetos e ideias. Já recebemos projetos preliminares de meia dúzia de investidores, outros querem apresentar ainda projetos e vai chegar o momento de decidir. Temos interessados nacionais e estrangeiros”, frisou.

A Câmara do Barreiro anunciou, em 2016, a assinatura da escritura de aquisição da Quinta do Braamcamp, situada junto ao rio Tejo, entre o município e o Banco Comercial Português, num acordo avaliado em 2,9 milhões de euros.

A compra da Quinta do Braamcamp foi efetuada no mandato do anterior presidente da autarquia barreirense, Carlos Humberto (PCP), mas a decisão mereceu a aprovação de toda a oposição no executivo municipal de então.

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