Category: Barreiro

Barreiro – Trabalhadores da Empresa Wash Clean Laundries Em vigília para não sair bens da empresa

8 de Novembro 2018 16.08 h

“Os trabalhadores da lavandaria Wash Clean, no Barreiro, encontra-se concentrados à porta da empresa para os bens não saírem, em causa está o pagamento de salários e o facto de o patrão ser proprietário de outras lavandarias e poder vir a tirar material, sem pagar a estes trabalhadores pelo trabalho efectuado”, refere um comunicado da União dos Sindicatos de Setúbal

Trabalhadores da Empresa Wash Clean Laundries Parque da Quimigal
Em vigília para não sair bens da empresa

Os trabalhadores da lavandaria Wash Clean no Barreiro encontra-se concentrados à porta da empresa para os bens não saírem, em causa está o pagamento de salários e o facto de o patrão ser proprietário de outras lavandarias e poder vir a tirar material, sem pagar a estes trabalhadores pelo trabalho efectuado, tudo isto num contexto em que existe pretensão de pagar parte de salário aos “Bochechos” e deixar os trabalhadores vinculados à empresa mas sem dinheiro e com situações difíceis e complicadas de resolução.

Ou seja ao efectuar o mesmo os trabalhadores estão impedidos de evocar salário em atraso, quando o patrão deve vários subsídios e o contrato não pode ser suspenso pois foi pago parte do salário ainda que mínima.

A União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN, exige que o presente Patrão e proprietário de outras lavandarias se comporte como deve de ser e não recorra a esquemas para prejudicar quem está em condições de vida difícil fruto da sua má gestão.

Fonte -Comissão Executiva da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN

Setúbal é o distrito com mais mortes na estrada

5/11/2018

Morreram 422 pessoas nas estradas do País nos primeiros 10 meses do ano.

Nos primeiros 10 meses do ano, 422 pessoas perderam a vida em acidentes nas estradas portuguesas. Mais duas vítimas mortais comparadas com o mesmo período de 2017 (mais 50 do que em 2016). Números da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária revelam que o distrito de Setúbal é o mais sangrento do ranking. Nas estradas sadinas já morreram 61 pessoas, mais 15 do que em 2017. O aumento do número de mortes poderá ser explicado pelo crescente número de acidentes. Em 2017, as autoridades policiais registaram 106 986 acidentes de norte a sul do País. Este ano, e até 31 de outubro, esse número já ultrapassou os 109 mil (109 030). Setúbal aparece no topo da lista de vítimas mortais mas, contudo, está fora dos quatro distritos com mais acidentes. Em primeiro lugar encontra-se Lisboa, com 21 744 sinistros, dos quais resultaram 42 vítimas mortais. Segue-se o Porto com 19 603 acidentes, há a lamentar 46 mortos; Braga (9255 acidentes e 25 mortes); Faro (9180 acidentes e 28 mortes) e, por fim, Setúbal. Os números da ANSR continuam elevados quando se faz a contabilidade de feridos: 1739 pessoas sofreram ferimentos graves (1834 em 2017) e 33 742 apresentaram ferimentos ligeiros (34 488 no ano passado). Apenas três distritos revelam números inferiores a uma dezena, no que diz respeito a vítimas mortais. Portalegre registou cinco vítimas, seguindo-se Bragança e Viana do Castelo com seis cada.

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Ministério Público investiga queda de caixa com mil munições da Marinha durante transporte

1 de Outubro 2018

Incidente foi divulgado pela Marinha na passada quinta-feira e ocorreu no dia anterior.

O Ministério Público abriu um inquérito para investigar a queda de uma caixa com mil munições da Marinha durante o transporte para a Escola de Fuzileiros e que foi encontrada na via pública por um automobilista. “Confirma-se que o Ministério Público abriu inquérito com vista a investigar os factos”, disse fonte oficial da Procuradoria-Geral da República, em resposta a uma pergunta da agência Lusa. O incidente foi divulgado pela Marinha na passada quinta-feira e ocorreu no dia anterior. De acordo com a Marinha, a caixa terá caído durante o transporte das munições trazidas da última missão dos Fuzileiros na Lituânia, que chegaram a Portugal por via marítima e estavam a ser transportadas para a Escola de Fuzileiros, no Barreiro, distrito de Setúbal. “Um cunhete [caixa] de mil munições de 9 mm caiu da viatura de transporte. A equipa de transporte não se apercebeu da queda da caixa”, referiu a Marinha em comunicado enviado à agência Lusa. O ramo abriu um inquérito interno cujas conclusões preliminares, divulgadas na sexta-feira, apontam para a “queda inadvertida” da caixa na via pública, zona do Seixal, durante o percurso entre o Alfeite, em Almada, e o Vale de Zebro, no Barreiro.

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Centenas no Barreiro e Moita contra aeroporto no Montijo

1 de Outubro 2018

Marcha contra aeroporto na Base Área 6 juntou 300 pessoas


Cerca de 300 pessoas manifestaram-se, este sábado, no Barreiro e na Moita contra a construção do novo aeroporto para companhias ‘lowcost’ na base aérea do Montijo, por considerarem ser má solução para a península de Setúbal e para o país. No entanto, apesar dos protestos, o acordo para que o Montijo receba o novo aeroporto está fechado. A notícia foi dada este domingo por Marques Mendes, no seu habitual espaço no Jornal da Noite, na SIC. O comentador garante que o Estado não gastará um cêntimo, arcando a ANA com os mil milhões de investimento, a troco de um prolongamento da concessão.

“Não há estudos que comprovem que a Base Aérea n.º6 [BA6] é uma boa localização, mas sabemos que vai ter muitos impactos negativos, porque a aproximação e a descolagem das aeronaves vai ser feita sobre zonas habitacionais consolidadas, no Barreiro, na Baixa da Banheira e na Moita”, disse o presidente da Câmara da Moita, Rui Garcia, que se associou à manifestação organizada pela Plataforma Cívica Aeroporto BA6 – Montijo Não.Para o presidente da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira ( na Moita), Nuno Cavaco, este é “um processo sem transparência nenhuma, que não respeita os planos de ordenamento”.
“Quando os aviões andavam em testes, há cerca de três meses, as pessoas ficaram alarmadas. E aquilo eram apenas testes. O que aí vem será muito pior”, disse, convicto de que a escolha do Montijo, em detrimento do campo de tiro de Alcochete, é uma má opção para a região e para o país.
Mas se o processo não agrada aos autarcas e à sociedade civil dos concelhos do Barreiro e da Moita, também deixa muito a desejar em termos técnicos, segundo a opinião do antigo presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), entre 2005 e 2010, Carlos Matias Ramos, responsável pela análise comparada da localização do novo aeroporto de Lisboa na Ota e no campo de tiro de Alcochete, em 2008, e do piloto de linha aérea Vítor Silveira, que também não consegue perceber as motivações que levaram à escolha da base aérea do Montijo.
“A escolha do Montijo é uma má solução. Já não há nenhum país europeu que aposte num novo aeroporto como este que se pretende construir na BA6. Todos os países estão a apostar na construção de novos aeroportos afastados dos centros urbanos. Nós estamos a fazer o contrário. Não há qualquer fundamentação técnica que justifique esta escolha”, disse Vítor Silveira.
Uma opinião corroborada pelo antigo presidente do LNEC, Carlos Matias Ramos, que não participou na manifestação, mas que diz estar solidário com o protesto, porque considera “inaceitável” a escolha do Montijo em termos técnicos.
“O que me move é a necessidade de pôr o conhecimento de que disponho ao serviço do país e na defesa de processos de decisão que não sejam ‘porque sim’, mas processos de decisão sustentados em avaliações técnicas, económicas, financeiras, de ordenamento do território. E, nos últimos anos, o país está a descurar todas estas componentes determinantes para garantir um processo de decisão que não seja contestável”, disse à agência Lusa Carlos Matias Ramos.

Montijo sem capacidade para aviões de grande porte
“O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, disse que a diferença de custos entre a opção Montijo e a do campo de tiro de Alcochete era de três mil milhões de euros”, prosseguiu Matias Ramos. “Eu não aceito ouvir um responsável máximo a dizer coisas destas que não sejam devidamente fundamentadas. Eu pedi os planos diretores da análise comparada que fizeram para o Montijo e para o campo de tiro de Alcochete, mas, até hoje, o senhor ministro nunca me respondeu”, acrescentou.
Carlos Matias Ramos diz não conhecer nenhum documento que permita perceber a escolha do Montijo, e afirma que se trata de “um processo que está cheio de mitos, porque a criação de emprego é um mito, porque a possibilidade de haver aviões intercontinentais no Montijo é uma mentira pegada, porque o comprimento da pista não dá para aviões como o A320/200, que agora demandam o aeroporto de Lisboa (e a Easyjet tem 31 destes aviões e a TAP tem 20)”.
“A pista 01/19 do Montijo terá de ser aumentada em 300 metros, numa zona que precisa de estacaria, porque está numa zona de lama”, acrescentou Carlos Matias Ramos, salientando que as obras necessárias no Montijo vão encarecer significativamente esta solução, ao mesmo tempo que defende a opção pelo campo de tiro de Alcochete, que “já está devidamente estudada, e é a que melhor serve os interesses do país”.
Mesmo em termos económicos, o antigo responsável máximo do LNEC acredita que a construção do futuro aeroporto no campo de tiro de Alcochete não seria mais cara do que a opção pelo Montijo, uma vez que poderá ser feita de forma faseada.

Já há acordo Governo-ANA sobre novo aeroporto
O acordo entre o Governo e a ANA, para viabilizar o aeroporto do Montijo, já está selado – quem o garante é Marques Mendes, que deu a notícia no seu comentário habitual aos domingos, Jornal da Noite da SIC.
“A cerimónia pública da assinatura deverá realizar-se na primeira quinzena de Outubro”, disse.
Segundo o comentador da SIC, o Estado não gasta um cêntimo, pois os mil milhões de euros necessários (para adaptar o Montijo à aviação civil e, também, ampliar a pista de Lisboa) serão assumidos pela empresa concessionária dos aeroportos.
“A ANA assegurará o investimento total, o qual será compensado com o alargamento da concessão inicial”, afirmou Marques Mendes. As obras estarão terminada sem 2022.

Agência de Notícias com Lusa
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Barreiro – Programa POLIS vai avançar em duas fases Uma na zona verde a outra nas infraestruturas da zona habitacional

Na reunião de quinta feira, foi apreciado o ponto da informação escrita do presidente e situação financeira.

O edil divulgou que o programa POLIS vai avançar em duas fases, uma especifica para a zona verde junto ao rio, a outra será relativa às infraestruturas da zona habitacional.

Nesta reunião foi ainda aprovada a candidatura ao Programa Portugal 2020 – Planos Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar, com os votos favoráveis do PS, PSD, BE, PAN e MCI, A CDU optou pela abstenção.

Na reunião de quinta feira, foi apreciado o ponto da informação escrita do presidente e situação financeira.
Frederico Rosa, presidente da CMB, expressou a sua satisfação pela forma como decorreram as Festas do Barreiro e considerou positivo o retomar da marca BARRIND.
Divulgou que está perto de avançar a candidatura relativa à reabilitação da Doca Seca da CP, assim como a requalificação do espaço entre o Parque Catarina Eufémia e Moinho Pequeno, e, também vai avançar a requalificação do Armazém de Víveres e antigo Dormitório da CP.
Referiu que está a decorrer o programa de oferta de dois manuais escolares.

POLIS vai avançar em duas fases

O edil divulgou que o programa POLIS vai avançar em duas fases, uma especifica para a zona verde junto ao rio, a outra será relativa às infraestruturas da zona habitacional.
Quanto à situação financeira salientou que o prazo médio de pagamento a fornecedores situa-se nos 30 dias e a situação financeira mantem-se estável, tendo como linha prioritária investir em modificar a cidade em equipamentos e requalificação.
Frederico Rosa divulgou ainda que o processo relativamente à candidatura do Bairro Alves Redol foi cancelada e foi apresentada uma reprogramação.

Aprovado plano de Combate ao Insucesso Escolar

Nesta reunião foi ainda aprovada a candidatura ao Programa Portugal 2020 – Planos Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar, com os votos favoráveis do PS, PSD, BE, PAN e MCI, A CDU optou pela abstenção.
Em declaração de voto a CDU referiu estando de acordo com o objecto da candidatura, tinha dúvidas e considerou que o combate ao insucesso escolar é da responsabilidade do Ministério da Educação.

Não aceitar transferências em 2019

O último analisado na reunião de quinta-feira foi sobre a «Transferência de competências».
A Assembleia Municipal aprovou que o município não deve aceitar a transferência de competências em 2019, com o voto favorável da CDU, BE, PAN. O PS, PSD e MCI optaram pela abstenção.

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PSP divulga novos locais dos radares de velocidade no distrito de Setúbal

Mensalmente a PSP indica os locais e datas onde vão decorrer acções de fiscalização rodoviária com recurso a radares, uma campanha sob o mote ‘Quem o avisa…’, através da sua página na rede social do Facebok.

O objetivo da campanha é reduzir a sinistralidade e proporcionar maior segurança a condutores e transeuntes, nomeadamente nas vias identificadas como mais propensas a existirem acidentes. No entanto, apenas cerca de 80% dos radares são divulgados.

No distrito de Setúbal, as acções vão ser as seguintes:

06-jul – 09h00 Circular Externa – Montijo

10-jul – 14h00 Av. Arsenal do Alfeite (sentido Almada/Corroios) – Almada

25-jul – 08h00 EN 10.4 – Setúbal

27-jul – 14h00 Rua Industrial Alfredo da Silva – Barreiro

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Embaixador do Brasil visita territórios Lisbon South Bay

Julho 2018

esultado do trabalho de promoção desenvolvido e dos contactos permanentes com Câmaras de Comércio, Embaixadas e Associações Empresariais de múltiplas geografias, os territórios do projeto Lisbon South Bay são cada vez mais reconhecidos e alvo de interesse.

Os ativos da Baía do Tejo receberam a distinta visita do Embaixador do Brasil em Portugal, Luiz Alberto Figueiredo Machado, que já foi ministro das Relações Exteriores no seu país e que também já assumiu a liderança da representação diplomática brasileira em Washington.

O Embaixador foi acompanhado nesta visita aos ativos da Baía do Tejo presentes nos concelhos de Almada, Barreiro e Seixal pelo Conselheiro Comercial da Embaixada do Brasil em Portugal, Pedro Taunay.

A visita, conduzida pela administração da Baía do Tejo, contou com o empenho e a representação ao mais alto nível dos municípios envolvidos.

Em Almada, a Presidente da Câmara, Inês de Medeiros, fez questão de receber o Senhor Embaixador junto às maquetes do Projeto Cidade da Água, a desenvolver no antigo complexo da Lisnave, a que se seguiu uma apresentação audiovisual dos três territórios e do seu potencial no auditório do Parque Tecnológico da Mutela.

O Parque Empresarial da Baia do Tejo no Seixal foi o segundo ponto de paragem. Aquele que é o território com maior disponibilidade para acolher novas empresas, principalmente de grandes dimensões e de cariz industrial e logístico, foi dado a conhecer a este corpo diplomático. Também do concelho do Seixal, em geral, e de todos os seus atrativos deu nota o Vice Presidente do Município, Jorge Gonçalves.

A visita incluiu, nos terrenos conexos ao parque empresarial, uma passagem pela Lusosider – Aços Planos, SA, importante empresa de capitais brasileiros do setor siderúrgico a operar no nosso país. Empresa que exporta cerca de 80% da sua produção para diferentes destinos do globo, mas que tem nos mercados europeus uma forte aposta.

A iniciativa terminou no Parque Empresarial do Barreiro da Baía do Tejo, onde se juntou à comitiva o Presidente Câmara Municipal do Barreiro, Frederico Rosa. A visita ao antigo Bairro Operário da CUF, ao Clube de Empresas, ao museu Industrial da Baía do Tejo e a diferentes zonas onde se encontram em laboração cerca de 200 empresas, preencheram a visita àquele que foi o maior complexo industrial da península ibérica durante o séc. XX e que é atualmente um dos maiores parques empresariais do nosso país.

Foi com elevado interesse e com a promessa de que toda a informação recolhida ia ser enviada diretamente aos mais proeminentes grupos empresariais brasileiros que a visita terminou. Em aberto ficou a promoção que a embaixada vai fazer junto dos empresários deste país para conhecerem de perto estes territórios virados para Lisboa e todo o seu enorme potencial.

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Autarcas dão milhares a empresários amigos

7 de Maio 2018

COMUNISTAS

EMPRESAS DE COMINICAÇÃO E ARTES GRÁFICAS QUASE SÓ TÊM AUTARQUIAS DO PCP COMO CLIENTES NO ESTADO.

Desses, cerca de 30 estão ligados ao PCP: autarquias de Alcácer do Sal, Avis, Alcochete, Moura, Moita, Grândola, Barreiro, Palmela, Santiago do Cacém, Cuba, Montemor-o-Novo e Vendas Novas e os Serviços de Água e Saneamento de Almada – todos eles liderados pela CDU à data dos contratos.

Duas Empresas de Setúbal ganharam cerca de 648 mil euros em dez anos, sobretudo com autarquias do PCP.
A Mimir, firma de consultadoria, e a empresa de artes gráficas Regiset quase só têm câmaras comunistas na lista de entidades públicas com as quais assinaram contratos desde 2008.

As empresas são lideradas por Carlos Menezes, que fez parte de uma comissão de empresários de apoio à CDU nas legislativas de 2002, e Pedro Magro Ramos, que em 2009 ficou em 4º lugar como candidato à Câmara de Oeiras pela CDU.

Na lista de clientes públicos da Mimir, segundo o portasl Base, contabilizam-se nove contratos e cinco clientes :
Autarquias do Seixal, Loures e Moura, todos liderados por comunistas à época dos contratos;
Área Metropolitana de Lisboa que, em 2015, data do contrato, era liderada por Demétrio Alves, histórico autarca de Loures pelo PCP;
e a Associação de Municípios de Setúbal que à data dos contratos (2008 e 2009) era liderada por Alfredo Monteiro,ex autarca do Seixal.A empresa já ganhou 404.270 Euros.

O facto é ainda mais visível no caso da Regiset:
tem 34 contratos com 17 clientes no Estado, desde 2009.Desses cerca de 30 estão ligado ao PCP:
Autarquias de Alcácer do Sal, Avis, Alcochete, Moura, Moita, Grãndola, Barreiro, Palmela, Santiago do Cacém. Cuba. Montemos o Novo e os

Serviços de água e Saneamento de Almada

todos eles liderados pela CDU à data dos contratos. Arrecadou 244.320 euros.
Confrontada pelo CM, a Regiset diz não entender o “objetivo das questões”. “A nossa carteirade clientes é diversificada, que no plano público/intitucional quer no plano privado.
A Mimir não respondeu.

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Kira no Hospital do Barreiro Está internado em Cardiologia

25 de Abril 2018

Segundo nota que recebemos, o artista plástico Kira, hoje, dia 25 de Abril, foi internado no Serviço de Cardiologia do Hospital do Barreiro.

Está é a única informação que recebemos acerca do estado de saúde do prestigiado artista plástico barreirense e colunista do jornal «Rostos». Expressamos os votos de rápidas melhoras.

Kira um nome que muito deu ao Barreiro, um homem cuja obra é inseparável das paisagens de Alburrica ao Tejo, assim como às suas tradições. O Barreiro e o Alentejo são dois elementos estéticos marcantes na sua imensa criatividade.

‘Lisbon South Bay’: uma marca na procura de investimento para antigas áreas industriais

15/03/2018

A empresa Baía do Tejo e os municípios do Barreiro, Seixal e Almada estão em Cannes, França, a promover os territórios das suas antigas áreas industriais, com o nome ‘Lisboa South Bay’ a ser essencial para captar investimento.

‘Lisbon South Bay’ é um projecto promovido pela Baía do Tejo, empresa pública, para requalificar os territórios das antigas áreas industriais da Quimiparque, no Barreiro, da Siderurgia, no Seixal, e da Margueira, em Almada, em conjunto com as autarquias, que se tem desenvolvido nos últimos anos.

“Criar uma parceira entre uma empresa do Estado, a Baía do Tejo, e três municípios é inédito no país. Surgiu na sequência de uma conclusão óbvia, que devemos estar todos a remar para o mesmo lado”, disse à Lusa Jacinto Pereira, presidente do conselho de administração da Baía do Tejo.

A empresa, que tem a responsabilidade sob os três territórios, e as autarquias estão a participar na maior feira internacional de imobiliário do mundo, o MIPIM, que está a decorrer em Cannes, na França.

“Com esta solução da marca ‘Lisbon South Bay’ criámos uma escala diferente e damos maior visibilidade e maior capacidade de promoção. Parece algo óbvio, mas não é algo que vejamos muito. Conseguimos chegar a uma plataforma de entendimento entre todos”, explicou.

Jacinto Pereira disse que a marca foi criada para “consumo externo”, referindo que não é possível estar em qualquer parte do mundo e falar do Barreiro, Seixal ou Almada.

“Não podemos ir a qualquer parte do mundo falar de Almada, Barreiro ou Seixal, temos que falar de Lisboa e da outra margem de Lisboa. Existe também outra razão, que é cavalgar esta onda de Lisboa, pois tem tido uma dinâmica e uma imagem extraordinárias”, disse, referindo que a ideia cada vez mais se mostra acertada.

No MIPIM, para além de procuraram investimentos para a antigas áreas industriais, os autarcas dos três municípios da margem sul desmultiplicam-se em reuniões e contactos para abordar outros projetos existentes nos seus concelhos, na procura de possíveis investidores, capazes de criar empreso e crescimento económico.

A presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, afirmou que utilizar a marca Lisboa é importante nestes eventos internacionais, referindo que “traz benefícios e não apaga a imagem e a identidade de Almada”.

Segundo a autarca, para além do projeto Cidade da Água, de requalificação dos antigos territórios da Margueira, procurou também abordar investidores para outros projectos no concelho, considerando que o balanço tem sido “interessante”.

Frederico Rosa, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, concorda que o nome ‘Lisbon South Bay’ funciona porque “unifica os três territórios na margem sul”, afirmando que os concelhos são vistos como parte integrante da Área Metropolitana de Lisboa.

Jorge Gonçalves, vice-presidente da Câmara do Seixal, salienta que colocar Lisboa no nome veio fortalecer o projeto e o seu impacto no exterior do país.

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