Category: COVID-19

Sem assistentes operacionais, depois de um caso de Covid-19, secundária de Palmela passa 21 turmas para ensino à distância

23 set 2020

Segundo o comunicado da diretora, a escola esteve a funcionar com menos nove assistentes operacionais o que não garantia a higienização dos espaços nem a segurança dos corredores.

Um total de 21 turmas da Escola Secundária de Palmela teve de passar para ensino à distância, depois de ter sido detetado um caso positivo de Covid-19 num assistente operacional. Tal como já tinha acontecido numa escola básica de Lisboa, nas Laranjeiras, a decisão não teve a ver com possíveis contágios entre os alunos, mas antes porque a escola não tinha funcionários suficientes para permanecer aberta. A diretora da secundária, Isabel Ramada, espera ter a situação resolvida até à próxima segunda-feira. Segundo o seu comunicado, partilhado na página de Facebook da escola, o estabelecimento estava na terça-feira a funcionar com menos 9 assistentes operacionais do que o habitual.

O Observador tentou contactar a direção da escola, mas, até ao momento da publicação desta notícia, não foi possível.

Foi às 18h13 que o primeiro comunicado surgiu no site da secundária. “A partir do dia 23 de setembro, e até novas indicações, as turmas 11.º A, 11.º B, 11.º C, 11.º D, 11.º E, 11.º F, 11.º G, 12.º A, 12.º B, 12.º C, 12.º D, 12.º E, 12.º F, 12.º G, 10.º AE_TAR, 10.º GPSI, 10.º GPSI_V, 11.º AI_AS, 11.º GPSI, 11.º TAR_COM e 2.º OI entram no regime de Ensino à Distância. Todas as outras turmas continuam em regime presencial.”

Só já perto da meia-noite surgiu o comunicado, assinado pela diretora onde se explicava o sucedido.

“No dia 11 de setembro um assistente operacional da nossa escola levantou-se de manhã com sintomas febris e, por prevenção, não veio trabalhar. Seguindo o protocolo estabelecido contactou a linha SNS24 que lhe indicou um local para realizar o teste à Covid-19 e ficou em casa em isolamento profilático”, escreve Isabel Ramada. Desde então, não regressou à escola, só tendo sabido do resultado positivo no fim de semana de 19 e 20 de setembro. 

A partir dessa data, e seguindo as indicações do delegado de Saúde, os cinco assistentes operacionais que tiveram contacto mais próximo com o infetado na última semana em que esteve ao serviço ficaram em quarentena profilática. Segundo a diretora, estão assintomáticos e aguardam a realização do teste.

“A escola tem vários assistentes operacionais de atestado médico e ainda sem substituição, e terça-feira, alguns não se apresentaram ao serviço devido ao plenário dos autocarros TST. A escola esteve a funcionar com menos 9 assistentes operacionais sendo que os restantes asseguraram o funcionamento dos corredores desde as 8h00 até às 16h00”, explica a diretora no comunicado.

A partir dessa hora, argumenta, não havia assistentes operacionais disponíveis para assegurar a higienização dos espaços nem a segurança dos corredores pelo que decidiram terminar as atividades letivas pelas 15h40 de terça-feira.

“Com menos 9 assistentes operacionais não conseguimos manter todos os corredores de salas de aula, espaços e os diversos serviços a funcionar em segurança desde as 8h00 até às 18h35. Foi hoje [terça-feira] tomada a decisão de encerrar todas as salas do ‘bloco antigo’ (salas 100 e 200) durante os próximos dias até que possamos ter a substituição de alguns assistentes e os que se encontram em isolamento profilático tenham o resultado dos testes, esperamos, negativos, regressando ao serviço”, conclui Isabel Ramada.

A diretora explica ainda que as 48 turmas da escola não cabem nas salas de aula dos corredores que consegue manter em funcionamento, sendo necessário selecionar algumas turmas para transitarem para regime não presencial: “Quando tivermos um número de assistentes suficientes para voltar a abrir o bloco agora encerrado, estas turmas voltarão ao regime presencial, o que poderá acontecer já na próxima segunda-feira.”

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Alhos Vedros em festa em tempos de Covid

A paróquia de S. Lourenço de Alhos Vedros não quis deixar passar em branco a data de celebração da Padroeira Nossa Senhora dos Anjos. Muito embora bastante condicionada pela evolução do estado de pandemia que a todos nos afecta, o assinalar da data foi realizado com uma celebração religiosa, uma missa campal também ela condicionada e regrada pelas recomendações da Direção Geral de Segurança. Fruto de colaboração entre a Proteção Civil da Moita Luís Chula – Vereador Proteção Civil e representantes da Paróquia, as regras e recomendações foram implementadas no terreno e a celabração foi levada a efeito, tendo a maioria dos participantes sido distribuída pelo espaço, convidada a dar o exemplo comunitário que precisamos para debelar este mal e contribuir para que esta luta seja efectivamente de todos. Para o ano esperamos sinceramente conseguir festejar de forma diferente. Obrigado a todos quantos colaboraram para que este assinalar de data, ainda que simbólico, fosse gerido com a normalidade possível.

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ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA EM ESTADO DE CONTINGÊNCIA

25 de Junho 2020

AML

Estado de contingência
Estabelecimentos comerciais encerrados às 20 horas, com excepção de: restauração, supermercados, postos de combustível, clínicas, consultórios, veterinários, farmácias, funerárias e equipamentos desportivos; ajuntamentos com um máximo de 10 pessoas; proibida a venda de álcool nas estações de serviço

Portugal Continental

Estado de Alerta
Confinamento obrigatório para doentes e pessoas em vigilância; distanciamento social, uso de máscara, lotação máxima e higienização dos espaços; ajuntamentos com um máximo de 20 pessoas e proibição de consumo de álcool na via pública

<h3>19 freguesias da AML/h3>
Estado de Calamidade
Dever cívico de recolhimento domiciliário; Feiras e mercados de levante proibidos; ajuntamentos com um máximo de 5 pessoas 19 freguesias abrangidas pelo Estado de Calamidade são: todas dos concelhos de Amadora e Odivelas; Queluz-Belas/Massamá, Monte Abraão/Agualva; Mira Sintra/Algueirão-Mem-Martins, Rio de Mouro, Cacém/São-Marcos; Camarte, Unhos, Apelação, Sacavém-Prior Velho; Santa Clara.

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Barreiro / Setúbal- Jornadas de Bioinformática do IPS 3ª edição sobre combate à COVID-19 integralmente em formato online . Até 9 de junho

As Jornadas de Bioinformática do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), que este ano cumprem a sua 3ª edição em formato online, promovem mais uma sessão já na próxima terça-feira, dia 2 de junho, pelas 14h00, conduzida por José Borbinha, docente do Instituto Superior Técnico.

Este ano sob o tema “A Bioinformática no Combate à COVID-19”, a iniciativa é organizada pela coordenação da licenciatura em Bioinformática do IPS e destina-se a todos os profissionais e estudantes da área.

As Jornadas de Bioinformática do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), que este ano cumprem a sua 3ª edição em formato online, promovem mais uma sessão já na próxima terça-feira, dia 2 de junho, pelas 14h00, conduzida por José Borbinha, docente do Instituto Superior Técnico, que abordará em vídeoconferência a temática da colaboração europeia na gestão de dados em Bioinformática, elencando também as oportunidades de investigação no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC-IST-UL).
Este ano sob o tema “A Bioinformática no Combate à COVID-19”, a iniciativa é organizada pela coordenação da licenciatura em Bioinformática do IPS e destina-se a todos os profissionais e estudantes da área, bem como a todos interessados da comunidade externa, entre autarquias, empresas municipais, entidades e empresas privadas. Na quarta-feira, dia 3, pelas 14h30, está ainda prevista uma mesa redonda com diplomados e finalistas da licenciatura, onde se discutirá o ingresso no mercado de trabalho. As jornadas encerram no dia 9 com o workshop de R: “Análises de dados genómicos 101” (14h00-18h00), conduzido por Francisco Pina Martins, docente da ESTBarreiro/IPS e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).

Recorde-se que a licenciatura em Bioinformática do IPS é um curso em associação das escolas superiores de Ciências Empresariais (ESCE/IPS), Saúde (ESS/IPS), Tecnologia de Setúbal (ESTS/IPS) e Tecnologia do Barreiro (ESTB/IPS), sendo uma área do conhecimento emergente, que se situa no interface entre as Ciências Biológicas, a Informática e a Matemática, e que foi fortemente impulsionada pela sequenciação de genomas. A sua aplicabilidade na sociedade atual é vasta, abarcando desde as indústrias farmacêutica e agroalimentar até às empresas de Biotecnologia e de Tecnologias da Informação.

Todas as sessões decorrerão na plataforma Zoom. Antes de cada sessão, será enviada aos inscritos a senha de acesso. Programa e inscrições (gratuitas) em http://jbi.estbarreiro.ips.pt/.

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Trabalhadores temem perda de centenas de empregos no parque industrial da Autoeuropa

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Autoeuropa assumiu esta sexta-feira, em comunicado, recear a perda de centenas de empregos no parque industrial, que está sem condições para trabalhar sete dias por semana, após a pandemia de Covid-19.

Após ter confirmado, no início de abril, que as empresas do parque industrial já tinham despedido 500 trabalhadores temporários desde o início do surto do novo coronavírus, a entidade adiantou que esta sexta-feira mais de mil pessoas já foram para o desemprego e mostrou-se “apreensiva” quanto a mais despedimentos, quando a maior parte das empresas está sem condições para trabalhar em todos os dias da semana.

“Na maioria das empresas, neste momento, não estão reunidas condições para voltar a laborar sete dias por semana (…). Das quatro equipas de trabalho existentes anteriormente, apenas três estão no ativo e a assegurar três turnos diários, de segunda a sexta-feira, o que nos deixa mais apreensivos no que respeita a centenas de postos de trabalho, a juntar aos quase mil que já foram para o desemprego”, lê-se na nota.

A coordenadora das Comissões de Trabalhadores frisou que o “estado de precariedade” na Autoeuropa tem-se “acentuado”, tendo mencionado os despedimentos de “trabalhadores com vínculos laborais temporários” e de “trabalhadores cujos contratos não estão a ser renovados”.

A entidade salientou também que “o regime de ‘lay-off’ simplificado aplicado pelo Governo como medida de apoio às empresas” deve “contemplar a salvaguarda de todos os postos de trabalho”, de forma a que as empresas não “continuem a enviar trabalhadores para o desemprego”, criando “um esforço financeiro em duplicado para o sistema de Segurança Social do país”.

A organização denunciou ainda que algumas das 19 empresas localizadas no complexo industrial, em Palmela, “manifestam a intenção de não cumprirem os acordos internos assinados com as respetivas comissões de trabalhadores”, algo que não está disposta a aceitar.

“A coordenadora vem por este meio comunicar a todas as administrações de todas as 19 empresas implementadas neste parque industrial que, caso não exista um compromisso de cumprimento de todos os acordos em vigor, iremos mobilizar todo o coletivo de trabalhadores no sentido de demonstrar claramente que este é um período em que o esforço tem de ser conjunto e repartido entre trabalhadores e administrações”, refere o comunicado.

Na nota emitida, a organização alegou ainda que a “decisão mais fácil para as empresas tem sido despedir” e que a “legislação portuguesa permite o tipo de decisões que estão a ser tomadas”, tendo pedido aos gestores que “assumam a sua responsabilidade no sentido de haver o menor impacto social possível”.

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores informou ainda que vai enviar pedidos de audiência aos ministérios da Economia e do Trabalho e, possivelmente, às administrações das empresas da Autoeuropa, para encontrar “soluções que garantam o diálogo e a paz social” existentes naquele parque industrial “há mais de 25 anos”.

Lusa

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Câmara Municipal do Seixal aprova 375 mil euros para movimento associativo Lança obra do Parque Metropolitano da Biodiversidade

21 de Maio 2020

A Câmara Municipal do Seixal aprovou hoje, em reunião de câmara, a atribuição de várias comparticipações financeiras para apoio ao movimento associativo e instituições, no valor total de 375 706 euros. Este apoio da autarquia é mais uma medida para combater os efeitos da crise causada pela pandemia covid-19, que também atingiu coletividades e outras associações do concelho.

O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, referiu a este propósito que “sabemos da dificuldade por que passam as nossas coletividades e associações e, por isso, estas verbas serão fundamentais neste momento de crise, que iremos pagar na totalidade no mês de junho, como mais uma medida extraordinária de apoio”.

Nesta reunião de câmara foi também aprovado o lançamento do concurso público para a empreitada do Parque Metropolitano da Biodiversidade, no valor de 626 706,10 euros. O Parque Metropolitano da Biodiversidade, na Verdizela, freguesia de Corroios, pela sua dimensão e localização, assumirá um papel importante na estrutura verde e de recreio do concelho do Seixal, estendendo-se nesta 1.ª fase por cerca de 7 hectares. No futuro, com uma área total de 400 hectares, será o segundo maior parque urbano da Área Metropolitana de Lisboa, depois de Monsanto.

Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, afirmou que “esta 1.ª fase marca o início de um grandioso parque urbano para a população do concelho do Seixal, mas também da Área Metropolitana de Lisboa”.

O parque contemplará percursos pedonais e de bicicleta e fará ligação à Rede de Trilhos de Interpretação Ambiental do Município do Seixal. No local haverá também uma zona de estadia com bancos e mesas e um Espaço de Interpretação e Educação Ambiental, com uma área multiusos que dará apoio aos utentes do parque. Será também criado um pequeno charco biológico que permitirá a visualização de anfíbios em ações de educação ambiental. Todo o parque será acessível a pessoas com mobilidade reduzida.

A proposta de criação de um Parque Metropolitano da Biodiversidade neste lugar é substanciada pela existência, proximidade e ligação a habitats classificados associados a estas zonas húmidas. A valorização destas áreas e a sua proteção é o objetivo principal deste parque, através da requalificação e recuperação da vegetação existente, potenciando a regeneração natural.

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Portugal passará para ‘estado de calamidade’ a partir de 4 de Maio

Por Carmo Torres -Abril 30, 20200178

António Costa falou aos portugueses após o Conselho de Ministros que aprovou “um plano de transição do estado de emergência para o estado de calamidade a partir da próxima segunda-feira, 4 de Maio”.

António Costa falou aos portugueses após o Conselho de Ministros que aprovou “um plano de transição do estado de emergência para o estado de calamidade a partir da próxima segunda-feira, 4 de Maio”.

Segundo o primeiro-ministro “estas últimas semanas têm parecido uma eternidade, mas apenas se completa este sábado dois meses desde o primeiro caso detectado em Portugal, e graças ao esforço de contenção de todos os portugueses, foi possível que a pandemia regista-se uma evolução positiva nestes dois meses, em que a curva de crescimento exponencial prevista, contrasta com a realidade.

Ao longo destes dois meses foi possível verificar uma diminuição do risco de transmissibilidade que chegou a atingir 2,53% (cada contaminado poderia contaminar 2 ½ pessoa) passou para 0,92% em todas as regiões do país. E em relação ao número de óbitos, também se atingiu uma estabilização, e o número de doentes recuperados tem vindo a aumentar significativamente.”

Perante isto “não se justificava renovar o estado de emergência, mas isto não quer dizer que a pandemia esteja ultrapassada e o risco não seja elevado, pelo que temos de continuar a combater activamente a pandemia. Temos de manter um nível de contenção elevado mas o Governo entendeu que era o momento de descer um degrau na escala de risco, para estado de calamidade, embora com pequenos passos.

Apesar de tudo, não iremos continuar a nossa vida ‘normal’, e por isso ninguém pode interpretar o estado de emergência como o fim da emergência sanitária e que nos liberta do dever cívico de manter a distancia, e métodos de higienização.”

António Costa afirmou ainda que “temos a garantia por parte da indústria e dos grandes distribuidores de que passaremos a dispor de máscaras em abundância e acessíveis nos supermercados, e que o SNS tem a sua estrutura consolidada, por isso avançamos para o estado de calamidade.

Mas temos a consciência de que há medida que vamos reabrindo um conjunto de actividades, o risco de transmissão vai aumentar, o que exige maior responsabilidade de todos nós.

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Setúbal assinala 1.º de Maio com respeito pelas regras de distanciamento

Por Francisco Alves Rito 01/05/2020

União de Sindicatos de Setúbal (CGTP) fixou marcações na Avenida Luísa Todi e participantes usaram protecção individual

A celebração do 1.º de Maio em Setúbal, em tempo de pandemia, contou com a participação de mais de duas centenas de pessoas e decorreu com respeito pelas regras de convivência decretadas pela Direcção-Geral de Saúde (DGS).

O espaço central da Avenida Luísa Todi foi marcado, com fitas colocadas no chão, em filas a mais de dois metros de distância, e os participantes, na quase totalidade, usaram equipamentos de protecção individual, como máscaras ou viseiras.

Com esta espaçada formação, a acção, promovida pela União de Sindicatos de Setúbal (USS), da CGTP, estendeu-se por largos metros, desde o coreto até quase à passadeira frente à Praça do Bocage.

Os presentes aprovaram uma resolução, pelos direitos dos trabalhadores, salário mínimo nacional de 850 euros e 35 horas de trabalho semanais.

Antes da votação, houve intervenções de responsáveis da USS, como Luís Leitão, que denunciou o que disse ser o aproveitamento por parte de algumas empresas, para, a pretexto da situação provocada pela Covid-19, atentarem contra os direitos dos trabalhadores.

O coordenador da USS acusou as grandes empresas de recorrerem ao lay-off simplificado sem necessidade de o fazerem.

A iniciativa demorou cerca de uma hora, das 15h até perto das 16h, e, após as intervenções, foram cantadas três músicas, entre as quais o hino nacional, a encerrar. No final, os participantes foram convidados a desmobilizar “por filas” de forma a evitar o contacto.

Setúbal foi assim uma das 25 cidades em que a CGTP assinalou o 1.º de Maio com iniciativas de rua. A maior foi o desfile em Lisboa, onde vários trabalhadores e dirigentes de vários concelhos da zona ribeirinha norte do distrito de Setúbal participaram.

Este ano, devido à pandemia, a UGT, incluindo a delegação de Setúbal, optou por assinalar o Dia do Trabalhador através da Internet, com iniciativas nas redes sociais.

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Distrito de Setúbal apenas com mais 1 caso de covid-19 registado no concelho do Seixal

No distrito de Setúbal registam-se 722 casos confirmados (mais 1 que ontem, que foi registado no concelho do Seixal), com o concelho de Almada a liderar ainda a listagem com os mesmos 231 casos de ontem, seguida do Seixal com 163, mais 1 caso que ontem.
Todos os restantes concelhos do distrito mantêm, neste relatório da DGS, os mesmos casos de ontem: Barreiro 89, Moita 61, Setúbal 59, Montijo 44, Sesimbra 20, Palmela 16, Alcochete 14, Santiago do Cacém 14, Grândola 7 e Alcácer do Sal 4 casos, sendo que Sines volta a não fazer parte deste relatório, uma vez que concelhos com menos de três casos não são inseridos na listagem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.
Em internamento encontram-se 936 pessoas, menos 59 que ontem, e há 172 pessoas em cuidados intensivos. Há ainda 1389 casos recuperado, mais 32 que ontem.
A região norte do país continua a ter o maior número de casos, 14.702 casos, e 546 óbitos; o centro tem 3.289 casos e 194 óbitos; Lisboa e Vale do Tejo regista 5.593 casos e 185 óbitos; o Alentejo com 201 casos e mantém 1 óbito; o Algarve tem 330 casos e mantém 12 óbitos; os Açores com 121 casos e sobe para 10 óbitos e a Madeira mantém os 86 casos e sem óbitos.

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Trabalhadores da Autoeuropa regressam ao trabalho com limitações devido à pandemia

Apenas 2300 trabalhadores garantem a produção com dois turnos durante a semana.

Sofia Garcia

A fábrica Autoeuropa, em Palmela, voltou a abrir portas esta segunda-feira, depois de mais de um mês encerrada devido à pandemia de coronavírus.

Apesar de ter aberto portas, a empresa vai laborar com limitações. Apenas dois mil e trezentos trabalhadores garantem a produção com dois turnos durante a semana. O uso de máscaras é também obrigatório nas instalações da fábrica.

Foram colocados aparelhos à entrada do espaço para medir a temperatura de todos os trabalhadores que por ali passarem. Quem apresentar uma temperatura elevada terá de medir novamente a temperatura com um termómetro digital.

Os balneários estão fechados, por isso, têm de ir e regressar da fábrica fardados. O refeitório também não funcionará por algum tempo.

A fabricante automóvel voltou ao trabalho esta segunda-feira, após ter decidido suspender a produção a 16 de março, devido à pandemia de Covid-19. O uso de luvas, máscaras ou viseiras está difundido pelo parque industrial e o distanciamento social é obrigatório. 

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