Faltam trabalhadores ao Arsenal do Alfeite

Comissão alerta para diminuição de pessoal com saídas para outros organismos.

Os trabalhadores do Arsenal do Alfeite estão preocupados com a diminuição de efetivos e com a demora na contratação de substitutos, situação agravada com o não funcionamento da escola de formação daquele estaleiro naval de Almada, que tem como principal cliente a Marinha. Segundo explicou ao CM a comissão de trabalhadores, a diminuição de pessoal qualificado tem origem em “saídas para outros organismos”. Em paralelo, há “demora na contratação” e “falha dramática na passagem do conhecimento profissional”. Dificuldades já transmitidas ao Ministério da Defesa e à Marinha. Foi solicitada, mas ainda não realizada, uma audiência com a secretaria de Estado do Tesouro e Finanças. Os trabalhadores alertam ainda para a “ausência de um quadro específico de carreiras” e o “congelamento de progressões e atualizações salariais desde 2009”. O estaleiro é 100% da Empordef, holding do Estado para as indústrias de defesa. Entre os trabalhos entregues encontra-se a construção de dois salva- -vidas para o Instituto de Socorros a Náufragos. Está programada a manutenção do submarino ‘Arpão’ e das fragatas Vasco da Gama, dependentes do prolongamento da doca. A obra já tem verba mas as Finanças não deram luz verde para o seu uso. Várias fontes ouvidas pelo CM dão como “solução ideal” a reintegração do Arsenal do Alfeite na Marinha, a quem pertenceu até 2009. A comissão de trabalhadores afirma não ter “parecer sobre o assunto”.

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