Meco: Pedras nos pés eram, afinal, bolas de natal

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O despacho de arquivamento do Ministério Público de Almada relativo à morte de seis estudantes na praia do Meco dá conta de que, afinal, não houve excesso de álcool na noite de 15 de dezembro de 2013 e que os estudantes não tinham pedras atadas aos pés.~
O Expresso teve acesso ao despacho de arquivamento do caso do Meco e dá conta, na sua edição diária, que não há indícios da prática de crime pelo jovem João Gouveia.

Inquérito à tragédia do Meco arquivado por se tratar de “acidente”
O Ministério Público (MP) arquivou o inquérito à morte de seis jovens na praia do Meco, concluindo ter sido um acidente, foi hoje noticiado, mas o pai de uma das vítimas disse à Lusa que ainda não foi notificado.

O jornal Correio da Manhã avança na sua edição de hoje que o caso foi arquivado pelo MP na quinta-feira, enquanto o Diário de Notícias refere que o MP de Almada concluiu que foi um acidente e que não pode ser imputada qualquer responsabilidade criminal ao único sobrevivente da tragédia, João Gouveia, devendo o despacho de arquivamento ser divulgado nos próximos dias.

Fonte policial disse recentemente à agência Lusa que o processo de investigação já tinha sido entregue pela Polícia Juddiciária ao MP “há alguns dias”, sem que tivessem sido encontrados indícios de qualquer crime, mas ressalvou a possibilidade de o procurador titular do processo vir a entender serem necessárias mais diligências.

Contactado na madrugada de hoje pela Lusa, António Soares, pai de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Lusófona que morreu na praia do Meco, disse que não ter sido notificado ou ter conhecimento de qualquer decisão do MP relativamente ao arquivamento.

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