Category: Montijo

Eleições Presidenciais 2021

17 de Janeiro 2021

ALMADA

José João Pires

“Fila enorme no Pavilhão Municipal de Almada para votar presidenciais antecipadamente. Não posso ir cortar o cabelo por marcação ao Ze Barbeiro e para aqui já se pode andar em fila até ao cimo da rua! Porque não adiaram as eleições?Sou crítico tal como nas baldas pelo Natal que deu no que deu! Depois não se queixem! Haja coerência!”

Ermelinda Toscano

“Voto antecipado em mobilidade no concelho de Almada. Muitas dezenas, muitas mesmo, numa fila enorme durante a manhã. Era assim às 10:30H e agora às 12:15H ainda está pior. Desisti de votar hoje. Deve ser mais descansado no próximo domingo.”

Ana Bely Mayan

https://www.facebook.com/100009224416910/videos/2797984607185659

Paulo Gomes

https://www.facebook.com/paulo.gomes.315428/videos/3558950614222143

Helder Pereira

Pedro Guerreiro

“São 18:30 da tarde isto está assim desde manhã para votar.fds para o António costa”

SEIXAL

Carlos Dias

“É vergonhoso este cenário. Uma autêntica falta de civismo e de consciência nesta situação de Estado De Emergência… Voto antecipado nas instalações da CMS.
Vai Ficar TUDO BEM ( Só que NÃO)”

Cristina Pereira

Não entendo explicação para este disparate.Votar antecipadamente no pico da 3a vaga Covid19 e o cenário é este junto à CM Seixal.Impedir propagação de vírus é tarefa impossível perante comportamentos como este. Por mais leis, regras, restrições, os números da pandemia em Portugal não reduzirão nem se evitará a ruptura do SNS previsto para muito breve. Apenas o comportamento individual que fará a diferença, e, definitivamente, aqui não está correcto”

Pedro Filipe Tomás

“Felizmente o vírus é um peão e só se desloca para a frente… há civismo e respeito pelas regras por parte dos eleitores que guardam a distância na fila. Contudo, faltou a esta assembleia de voto contemplar que se as filas são lado a lado também as pessoas ficam a escassos centímetros umas das outras…”

MONTIJO

Helder Simoes

Eleitores de Palmela queixam-se de falta de organização

ão várias as pessoas do concelho de Palmela que solicitaram ao abrigo do voto antecipado, a reclamar das longas filas na única mesa de voto que foi instalada na Escola Preparatória Hermenegildo Capelo, em Palmela.

Os relatos estão a ser deixados nas redes sociais com as fotografias e onde informam que estão desde as 10h30 numa fila indeterminável para que possam votar antes do próximo domingo, 24 de janeiro.

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11 concelhos do distrito de Setúbal em confinamento parcial

3 de Novembro 2020

“Dever cívico de recolhimento domiciliário” a partir de quarta-feira

Mais 121 concelhos e 7,1 milhões de portugueses ficarão em confinamento parcial a partir de 4 de Novembro, anunciou António Costa no briefing do Conselho de Ministros. O primeiro-ministro confirmou ainda que vai falar com Marcelo Rebelo de Sousa sobre estado de emergência, mas a reunião ainda não está marcada.

Um dos critérios para determinar quais são os concelhos de maior risco que entrarão para o mapa de risco será o dos 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 15 dias, que já serviu para os três concelhos que estão em confinamento. “Este é um critério que se aplica a vários concelhos das zonas metropolitanas de Lisboa e do Porto”, referiu. Este é o critério usado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças. Situações em que um concelho esteja acima daquele critério em resultado de um surto confinado, por exemplo, de um lar, serão excluídas. É o caso de Alvaiázere, por exemplo. Em sentido inverso, pode haver concelhos que não estão acima dos mais de 240 casos por 100 mil habitantes, mas que são ilhas no conjunto dos concelhos que os rodeiam. “É o caso da Moita, Montijo, Barreiro e Alcochete, que estavam abaixo dos 240, o caso do Sobral de Monte Agraço ou de Viana do Castelo”, disse António Costa, citando outros. A cada 14 dias o Conselho de Ministros revisitará a lista, esperando retirar uns e receando acrescentar outros. “Convém não criar falsas expectativas. Novembro vai ser um mês muito duro”, conta o primeiro-ministro. 

11 concelhos em risco elevado no distrito

Assim, no distrito de Setúbal, só Grândola e Santiago do Cacém ficam de fora dos concelhos considerados “de risco elevado”. Todos os municípios da península de Setúbal e dois concelhos do Litoral Alentejano [Sines e Alcácer do Sal] ficam em confinamento parcial a partir da próxima quarta-feira. Nestes municípios vão ficar abrangidos pelo dever cívico de recolhimento domiciliário, novos horários nos estabelecimentos [que passam a fechar até às 22 horas] e teletrabalho obrigatório, salvo “oposição fundamentada” pelo trabalhador, devido à covid-19.
Também nestes territórios, ficam proibidas as feiras e os mercados de levante, e os eventos e celebrações ficam limitados a cinco pessoas, exceto nos casos em que os participantes pertencem ao mesmo agregado familiar.

“Se nada tivermos a fazer de imperioso, devemos ficar em casa. Claro que podemos sair para ir trabalhar, para ir à escola, para fazer as compras, para fazer algum exercício físico nas proximidades, passear animais de companhia, dar assistência a alguma pessoa que precise, mas a regra não podemos esquecer: devemos ficar em casa”, afirmou António Costa.
De acordo com o primeiro ministro as medidas agora adotadas pelo seu executivo “são as adequadas, as necessárias e as proporcionais face à atual situação do país”.

Contratação de mais enfermeiros para cuidados intensivos

António Costa anunciou, no briefing após o Conselho de Ministros extraordinário realizado neste sábado, que o Serviço Nacional de Saúde vai ser reforçado com um total de enfermeiros dedicados a unidades de cuidados intensivos que poderá chegar a 350 vagas, sendo a sua contratação feita por integração na carreira e não a termo certo, o que o Governo espera incentivar mais candidatos e melhorar a capacidade de resposta à pandemia de Covid-19, que será reforçada com mais 209 camas de cuidados intensivos.
Estas contratações decorrem, segundo António Costa, em paralelo com o concurso para novos médicos para as unidades de cuidados intensivos, estando prestes a entrar no SNS 48 médicos intensivistas e seguindo-se um novo concurso para a formação de mais 46 em Janeiro de 2021.
“Não basta ter ventiladores e quartos de pressão negativa. É fundamental que haja recursos humanos”, disse o primeiro-ministro, anunciando de igual modo a contratação de enfermeiros reformados para as equipas de rastreamento de contactos de infetados com covid-19, em condições idênticas à contratação dos médicos reformados.
António Costa disse que neste momento há 286 doentes com covid-19 internados em unidades de cuidados intensivos, estando ainda disponíveis mais 70 camas exclusivamente para esses doentes. E, apesar de ter admitido alargar esse número com recurso às 505 camas de cuidados intensivos para doentes não-covid, salientou que “teremos dificuldades crescentes” caso se mantenha a pressão sobre o SNS.Desde o início da pandemia, já se confirmaram 141 mil 270 casos e morreram 2507 pessoas. Atualmente, Portugal tem mais de 58 mil casos de covid-19 ativos, sendo a região do Norte e da Grande Lisboa as mais afetadas.

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Autarcas de municípios mais afetados pedem mais meios, coordenação e fiscalização no combate à pandemia

Fernando Medina, Lisboa
1 – Os números não estão a aumentar, mas também não mostram tendência consistente para diminuir. Temos de fazer mais e melhor para reduzir os novos casos.
2 – Temos de ter consciência cívica, individual e coletiva. É essencial ter equipas de saúde no terreno a verificar se o isolamento está a ser observado e se há condições para o manter.

Carlos Carreiras, Cascais
1 – Cascais teve taxas de infeção muito baixas, mas, naturalmente, não é uma ilha. Preocupam os surtos em lares, porque os idosos são a população mais frágil.
2 – Urge que os transportes públicos circulem em respeito pelas normas e que entre em funcionamento a app para quebrar cadeias de transmissão. Mais ainda, importa apoiar os doentes.

Isaltino Morais, Oeiras 
1 – Em Oeiras, cedo iniciámos as medidas de prevenção, à medida das necessidades e sempre em linha com as orientações da DGS e do Governo da República.
2 – Temos reserva de equipamentos de proteção individual e estamos preparados financeiramente para responder a necessidades que surjam. Não queremos ninguém com fome.

Carla Tavares, Amadora
1 – O nosso concelho é o mais pequeno dos 18 municípios e o mais densamente povoado do País. Temos maior propensão para a propagação da epidemia.
2 – Do último Conselho de Ministros saíram medidas essenciais para ajudar a controlar os focos e ajudar-nos a muscular a intervenção. É fundamental manter quadro de contraordenações.

Basílio Horta, Sintra
1 – Sintra registou um decréscimo de casos, só possível graças à implantação de medidas coordenadas entre os municípios e pelo aumento da fiscalização.
2 – O Município de Sintra defende a importância de quebrar as cadeias de transmissão com a maior rapidez e eficiência. Importa também reforçar a fiscalização nos transportes públicos.

Hugo Martins, Odivelas
1 – A situação de Odivelas tem evoluído de forma positiva, sem focos significativos, exceção feita a situações recentes em dois lares da freguesia de Caneças.
2 – Temos pela frente uma corrida de fundo, cujo sucesso será tanto maior quanto maior for a sintonia entre as diversas entidades envolvidas e a responsabilidade de cada cidadão.

Inês de Medeiros, Almada
1 – Não está identificado qualquer surto no concelho. Ainda assim, acompanhamos as autoridades de saúde para uma resposta imediata, se necessário.
2 – Entre as diversas medidas que implementámos, destacamos a ativação dos planos de emergência de proteção civil e emergência social e o Plano Almada Solidário, de 5 milhões €.

Frederico Rosa, Barreiro
1 – Acompanhamos a situação com cautela. Temos o Plano Municipal de Proteção Civil ativo desde março e estamos em ligação direta com as autoridades que envolve.
2 – O mais importante é não baixar os braços e cumprir as regras. Os transportes no Barreiro estiveram sempre acima do que era requerido. A ligação entre entidades é essencial.

Joaquim Santos, Seixal
1 – A situação no nosso município está controlada: estamos na 11ª posição, em ordem de grandeza, no número de infetados por 10 mil habitantes.
2 – O Seixal não integra o grupo de municípios com medidas agravadas. Assim sendo, prossegue o plano de contingência e combate à Covid-19 no quatro do Estado de Alerta Municipal.

Fernando Pinto, Alcochete
1 – Temos acompanhado o assunto com assertividade desde o início. Temos a situação controlada, sem, contudo, perdermos o foco deste tema.
2 – Não vejo necessidade de acrescentar medidas face ao que temos vindo a desenvolver. Face aos números, devemos manter a atitude que temos tido até ao momento.

Bernardino Soares, Loures
1 – Não temos novos focos e nos que existiam há diminuição de casos. Temos equipas no terreno, com técnicos, para garantir os apoios às pessoas infetadas.
2 – É urgente reforçar a Unidade de Saúde Pública e as equipas no terreno. Vamos manter a monitorização da oferta de transportes públicos, sobretudo em hora de ponta.

Hélder Sousa Silva, Mafra
1 – A situação tem vindo a agravar-se, pelo que reforçámos as ações de sensibilização e fiscalização, punindo quem infringe as normas em vigor.
2 – É urgente reforçar a fiscalização às infrações, com tolerância zero em cafés, esplanadas, restaurantes. É preciso vigiar os casos ativos da doença e estar muito atento às praias.

Rui Garcia, Moita
1 – Entre outras medidas, reforçámos a desinfeção de espaços públicos, estamos a entregar equipamento de proteção e há regras para os espaços municipais.
2 – É urgente reforçar os transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa e, é claro, investir no Serviço Nacional de Saúde. Se algo ficou claro foi a importância desse serviço.

Nuno Canta, Montijo
1 – Estamos atentos à situação dos lares, onde implementámos medidas de segurança apertadas. Felizmente, só temos um morto a lamentar no Montijo.
2 – Tivemos um pequeno surto nas fábricas de carne, e controlámo-lo rapidamente. Atuámos onde é preciso: nas carrinhas de transportes. É o maior foco de transmissão do vírus. 

Álvaro Balseiro Amaro, Palmela
1 – Não temos surtos ou situações sem controlo. Conhecemos todos os casos e acompanhamo-los diariamente. Os doentes estão todos confinados.
2 – É preciso uma segunda leva de testes em lares de idosos e em centros de acolhimento de grupos vulneráveis. Deveria também haver testes a todos os profissionais do setor educativo.

Francisco de Jesus, Sesimbra
1 – Nunca houve um número elevado de casos e conseguimos evitar surtos ao nível das escolas, creches e lares. A população tem sido exemplar.
2 – É preciso identificar os focos de propagação na região e desenvolver ações dirigidas a essas situações. Também é essencial reforçar os meios ao serviço das forças de segurança.

Alberto Mesquita, Vila Franca de Xira
1 – À data, existem no concelho de Vila Franca de Xira 346 casos ativos de Covid-19. De um total de 965 casos confirmados, são 604 os doentes recuperados.
2 – A evolução da pandemia é acompanhada diariamente com a Autoridade de Saúde local e avaliada em reuniões da comissão de proteção civil, atuando-se em conformidade.

Maria das Dores Meira, Setúbal
1 – Casos estão abaixo da média da Região de Lisboa e Vale do Tejo, mas autarquia mantém uma atividade pró-ativa e próxima das populações e das instituições.
2 – Reforçar o distanciamento social e as restantes regras da Direção-Geral da Saúde; aumentar carreiras dos transportes públicos; controlar os acessos às praias e espaços públicos.

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ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA EM ESTADO DE CONTINGÊNCIA

25 de Junho 2020

AML

Estado de contingência
Estabelecimentos comerciais encerrados às 20 horas, com excepção de: restauração, supermercados, postos de combustível, clínicas, consultórios, veterinários, farmácias, funerárias e equipamentos desportivos; ajuntamentos com um máximo de 10 pessoas; proibida a venda de álcool nas estações de serviço

Portugal Continental

Estado de Alerta
Confinamento obrigatório para doentes e pessoas em vigilância; distanciamento social, uso de máscara, lotação máxima e higienização dos espaços; ajuntamentos com um máximo de 20 pessoas e proibição de consumo de álcool na via pública

<h3>19 freguesias da AML/h3>
Estado de Calamidade
Dever cívico de recolhimento domiciliário; Feiras e mercados de levante proibidos; ajuntamentos com um máximo de 5 pessoas 19 freguesias abrangidas pelo Estado de Calamidade são: todas dos concelhos de Amadora e Odivelas; Queluz-Belas/Massamá, Monte Abraão/Agualva; Mira Sintra/Algueirão-Mem-Martins, Rio de Mouro, Cacém/São-Marcos; Camarte, Unhos, Apelação, Sacavém-Prior Velho; Santa Clara.

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Concurso para novo operador de transporte rodoviário na Área Metropolitana atrasou mas está de pé

Por Humberto Lameiras 15/05/2020

Candidatos ao novo serviço de transportes públicos colocaram mais de 800 questões à AML. Respostas chegam dentro de dias

O concurso internacional para aquisição do serviço público de transporte rodoviário de passageiros na Área Metropolitana de Lisboa (AML), apresentado em Fevereiro último, tem adiado prazos, mas continua activo.

A pandemia instalada nos últimos dois meses obrigou a ajustar metodologias de trabalho, o que teve influência neste adiamento, mas também a obrigatoriedade dos técnicos da AML de responderem às mais de 800 questões levantadas por potencias candidatos, contribuiu para o mesmo.

“O concurso vai para a frente”, garante Carlos Humberto, 1.º secretário da AML, que aponta como última data de referência para submissão de propostas o dia 24 de Maio. Uma data que tem sido empurrada depois de ter sido estabelecido como limite para a submissão de pedidos de esclarecimentos erros e omissões o dia 3 de Abril de 2020, devendo as propostas serem submetidas até 28 de Abril, também deste ano.

Entretanto, foi publicada a Lei n.º 1-A/2020, de 19 de Março, que apontava para adiamento de concursos devido à pandemia Covid-19. O mesmo diploma veio em seguida a ser clarificado com a publicação da Lei n.º 4-A/2020, de 6 de Abril de 2020, que decidiu que esta data limite transitava para 24 de Maio.

Mas é dado como certo que a mesma data é mesmo indicativa, como diz Carlos Humberto. “nem todas as mais de 800 questões colocadas sobre o concurso tiveram ainda resposta; mas assim será dentro de poucos dias”.

Depois de receberem os esclarecimentos solicitados à AML, os candidatos têm 75 dias para apresentarem propostas. A isto segue-se a análise das mesmas pelo júri, a audiência dos interessados, a deliberação da Comissão Executiva Metropolitana de Lisboa e, por último, o visto do Tribunal de Contas, sendo que alguns destes passos não têm um prazo definido.

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Distrito de Setúbal apenas com mais 1 caso de covid-19 registado no concelho do Seixal

No distrito de Setúbal registam-se 722 casos confirmados (mais 1 que ontem, que foi registado no concelho do Seixal), com o concelho de Almada a liderar ainda a listagem com os mesmos 231 casos de ontem, seguida do Seixal com 163, mais 1 caso que ontem.
Todos os restantes concelhos do distrito mantêm, neste relatório da DGS, os mesmos casos de ontem: Barreiro 89, Moita 61, Setúbal 59, Montijo 44, Sesimbra 20, Palmela 16, Alcochete 14, Santiago do Cacém 14, Grândola 7 e Alcácer do Sal 4 casos, sendo que Sines volta a não fazer parte deste relatório, uma vez que concelhos com menos de três casos não são inseridos na listagem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.
Em internamento encontram-se 936 pessoas, menos 59 que ontem, e há 172 pessoas em cuidados intensivos. Há ainda 1389 casos recuperado, mais 32 que ontem.
A região norte do país continua a ter o maior número de casos, 14.702 casos, e 546 óbitos; o centro tem 3.289 casos e 194 óbitos; Lisboa e Vale do Tejo regista 5.593 casos e 185 óbitos; o Alentejo com 201 casos e mantém 1 óbito; o Algarve tem 330 casos e mantém 12 óbitos; os Açores com 121 casos e sobe para 10 óbitos e a Madeira mantém os 86 casos e sem óbitos.

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Ministério da Educação esclarece – São extemporâneas quaisquer afirmações sobre avaliação final do terceiro período

A prioridade durante estas duas semanas, antes das férias da Páscoa, tem sido estabelecer mecanismos não presenciais com os alunos, tendo especial relevo o arrancar deste processo e a especial atenção aos alunos em situação de maior vulnerabilidade.

O Ministério da Educação esclarece que são extemporâneas e meramente conjeturais quaisquer afirmações sobre a avaliação final do terceiro período. A prioridade durante estas duas semanas, antes das férias da Páscoa, tem sido estabelecer mecanismos não presenciais com os alunos, tendo especial relevo o arrancar deste processo e a especial atenção aos alunos em situação de maior vulnerabilidade.

O Ministério da Educação continua a trabalhar proativamente para que este tempo de exceção decorra com a responsabilidade necessária, minimizando os impactos necessariamente existentes para todos numa situação como a que vivemos.

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“Montijo não tem futuro”: Ex-Bastonário da Ordem dos Engenheiros considera Campo de Tiro de Alcochete melhor solução para aeroporto

Lusa6 de Fevereiro de 2020 às 20:41

Aeroporto do Montijo pode ter os primeiros trabalhos no terreno já em 2020.

O antigo bastonário da Ordem dos Engenheiros Carlos Matias Ramos defendeu esta quinta-feira que o aeroporto do Montijo “não tem futuro”, pois é uma nova versão da Portela, acrescentando que o Campo de Tiro de Alcochete poderia ser uma solução.

“O Campo de Tiro de Alcochete é uma solução com futuro. O Montijo não tem futuro nenhum é a Portela + 2”, apontou Carlos Matias Ramos, que falava, em Lisboa, numa sessão pública organizada pela Plataforma Cívica Aeroporto BA6 Montijo Não!.

Para o também ex-presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), “o Montijo tem complicações tremendas do ponto de vista da engenharia”, bem como para a população e para os animais.

Conforme explicou o engenheiro, a base aérea número seis do Montijo tem apenas construída “uma linha que não recebe aviões pesados” e que “mal recebe os aviões da força aérea”, notando que não se trata de uma solução barata.

Durante a sua intervenção, Carlos Matias Ramos lamentou ainda que entidades como a gestora aeroportuária ANA – Aeroportos de Portugal – fujam do debate sobre as consequências da construção desta infraestrutura.

“O Montijo tem [uma pista] com 2.187 metros de comprimento e preveem-se obras para mais 390 metros”, referiu o antigo responsável do LNEC, afirmando ainda que a pista “tem que ser alteada, numa zona que é de aterro”.

Já a nível do ruído, o Campo de Tiro de Alcochete afetaria cerca de 400 habitantes, enquanto a solução do Montijo entre 30.000 e 35.000, apontou.

Por sua vez, no que se refere ao futuro do Aeroporto Humberto Delgado (em Lisboa, também conhecido como aeroporto da Portela), o ex responsável do LNEC vincou que “tem que ser um objetivo nacional” tirar o aeroporto da Portela, sublinhando que não há nenhum aeroporto europeu situado no centro da cidade.

Presente na mesma sessão pública, o diretor da Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) do Centro Hospitalar do Barreiro, Paulo André Fernandes, destacou o “prejuízo para a saúde das populações” que a nova infraestrutura vai provocar.

De acordo com este responsável, existe já um consenso de que os aeroportos causam impacto na saúde das populações, afirmando que, em último caso, estes provocam “morte prematura”.

Paulo André Fernandes lamentou ainda que no projeto deste novo aeroporto não estejam a ser consideradas consequências, já comprovadas por dados científicos, como o impacto no rendimento escolar e na felicidade dos habitantes.

A vice-presidente da associação ambientalista ZERO — Sistema Terrestre Sustentável, Carla Graça, indicou, por seu turno, que o processo associado à viabilização do aeroporto do Montijo não tem sido “nada transparente”, destacando ainda a “participação demolidora” que o último Estudo de Impacte Ambiental recebeu enquanto esteve em consulta pública, “com uma larga maioria de posições contra”.

Carla Graça alertou, à semelhança dos anteriores intervenientes, para as consequências ao nível do ruído e qualidade do ar que a infraestrutura vai provocar, acrescentando que já no aeroporto de Lisboa não tem sido respeitada a legislação sobre o ruído, nem o regime de exceção.

Já Duarte Caldeira, antigo presidente da Liga de Bombeiros, disse que, ao morar em frente ao LNEC, em Lisboa, constitui uma testemunha “do não cumprimento dos períodos de exceção” a nível do ruído, em Lisboa, posicionando-se também contra a opção do Montijo.

“É irresponsável colocar um aeroporto numa zona deste tipo […]. Constitui uma infração da lei informadora dos sistema de proteção civil e um largo desprezo pelos cidadãos. Sempre que se coloca em risco as pessoas, só tem um significado — a salvaguarda dos interesses que não são os da vida humana”, garantiu.

Assim, para Duarte Caldeira, a única solução é “continuar a lutar para inviabilizar esta irresponsabilidade”.

Em 08 de janeiro de 2019, a ANA e o Estado assinaram o acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, com um investimento de 1,15 mil milhões de euros até 2028 para aumentar o atual aeroporto de Lisboa e transformar a base aérea do Montijo, na margem sul do Tejo, num novo aeroporto.

O aeroporto do Montijo poderá ter os primeiros trabalhos no terreno já este ano, depois da emissão da Declaração de Impacto Ambiental (DIA) e da reorganização do espaço aéreo militar e após os vários avanços registados em 2019.

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Aeroporto no Montijo divide autarcas da região de Setúbal

A localização do novo aeroporto não é consensual entre os presidentes das câmaras da região.

O Governo saudou esta quarta-feira de manhã a decisão da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) sobre o aeroporto do Montijo. Numa breve nota, o Executivo sublinha que este era um passo que faltava para que se pudesse avançar com uma “infraestrutura crucial para o desenvolvimento do país”. O Governo sublinha que as medidas exigidas pela APA devem ser respeitadas.

O presidente da Associação de Municípios da Região de Setúbal (AMRS) afirma que a Declaração de Impacto Ambiental (DIA), que dá luz verde ao novo aeroporto do Montijo, não constitui surpresa porque foi um “resultado predeterminado”, explicou à TSF.

“Pensamos que se trata de uma má opção e que esta declaração não responde a questões essenciais, provavelmente porque não há resposta possível a algumas das questões”, afirmou o autarca da CDU, convicto de que a melhor solução para a região e para o país seria a construção de um novo aeroporto no campo de tiro de Alcochete.

Rui Garcia lamentou que os autarcas continuem divididos sobre esta questão, “prevalecendo ligações partidárias sobre os interesses do país e da região”.

Os autarcas do Barreiro e do Montijo têm uma opinião diferente. Frederico Rosa sublinha a importância do novo aeroporto para “o desenvolvimento da região”. O autarca do Barreiro garante que o novo aeroporto vai trazer “coesão territorial” à margem sul do Tejo.

Já Nuno Canta, presidente da Câmara do Montijo, defende que as questões ambientais “estão acauteladas” e que “esta é uma infraestrutura necessária, que tem o apoio da população”.

Uma opinião que não é partilhada por outros autarcas do distrito de Setúbal. O autarca do Seixal, Joaquim Santos, admite recorrer à Justiça para travar a construção do novo aeroporto no Montijo e insiste na construção de um novo aeroporto em Alcochete.

Joaquim Santos lembra que Alcochete é uma hipótese “já estudada, mais barata e que também garante postos de trabalho”. Por isso, o autarca admite todas as possibilidades e insiste que a “opção pelo Montijo é um erro”.

A Agência Portuguesa do Ambiente confirmou, na terça-feira, a viabilidade ambiental do novo aeroporto no Montijo, embora impondo cerca de 160 medidas de minimização e compensação a que a ANA – Aeroportos de Portugal “terá de dar cumprimento”, num custo estimado de 48 milhões de euros, de acordo com a nota da APA.

A construção do novo aeroporto do Montijo só pode avançar após aprovação dos respetivos projetos de execução e relatório de conformidade ambiental.

Segundo consta da DIA emitida na terça-feira, o projeto do novo aeroporto do Montijo será desenvolvido em duas fases: a fase de abertura (prevista para 2022 e dimensionada para o ano 2032) e a fase de expansão (agendada para 2054 e dimensionada para o ano 2062).

A “decisão favorável condicionada” ao novo aeroporto anunciada pela APA prevê a adoção da designada “Solução 2” do estudo prévio para a expansão sul da pista 01/19 do Montijo, que “contempla a construção de uma estrutura porticada, em betão armado, suportada por estacas de fundação”.LEIA TAMBÉM:ANA considera positivo parecer da APA sobre aeroporto do Montijo

Nesta solução – cujo prazo previsto de execução é de 30 meses – “a realização de aterros é marginal, sendo apenas necessária nas zonas de encontro com as margens existentes”, e “a pista é suportada por uma laje em betão armado, apoiada em vigas transversais e longitudinais, as quais são, por sua vez, suportadas por estacas de fundação também em betão armado”, refere a APA.

No que se refere à ligação rodoviária a efetuar entre o novo aeroporto e a A12, a solução viabilizada pela DIA é a “solução alternativa”, que “se desenvolve ao longo de cerca de 3,2 quilómetros e faz a interligação com a rede viária existente ou projetada, através de três nós”, prevendo ainda “sete desnivelamentos das vias intersetadas, dos quais dois em viadutos” e terminando “cerca do quilómetro 3,2 na interligação com a A12”.

Entre as “razões de facto e de direito” avançadas pela APA para justificar a decisão de viabilização do novo aeroporto destaca-se a “vantagem competitiva e respetiva longevidade de uma solução de operação simultânea do AHD [Aeroporto Humberto Delgado] e de um aeroporto complementar a instalar no Montijo”.

O projeto do aeroporto do Montijo — acrescenta – assenta numa “conceção especialmente vocacionada para serviços ponto-a-ponto e companhias low-cost, garantindo turn around das aeronaves mais rápidos e eficientes e a diminuição de serviços de handling”, permitindo “uma boa resposta a cenários diversos de evolução da procura”.

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Mau tempo. Queda de árvore mata condutor no Montijo

Uma árvore de grandes dimensões caiu sobre um camião provocando a morte ao condutor. O veículo pesado circulava na Estrada Nacional 10, na zona das Taipadas, Montijo

A queda de uma árvore no Montijo, distrito de Setúbal, matou esta quinta-feira o condutor de um veículo pesado, revelou a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que já contabilizou 2941 ocorrências devido ao mau tempo.

“Temos o registo de vítima mortal em Canha, concelho do Montijo, devido à queda de uma árvore sobre um veículo pesado de mercadorias, às 15:55 de hoje”, disse à Lusa o comandante Rui Laranjeira, da ANEPC.

O veículo pesado circulava na Estada Nacional 10, na zona das Taipadas, no sentido Pegões-Infantado, quando um pinheiro de grandes dimensões caiu sobre a cabine do camião, conta ao DN Urbano Emídio, comandante dos bombeiros voluntários de Canha. “À nossa chegada, o condutor estava em paragem cardiorrespiratória”, afirma. Após manobras de reanimação, o óbito foi declarado no local pelo médico da VMER (Viatura Médica de Emergência e reanimação) do Hospital de Setúbal.

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