Category: Montijo

Censos 2021: Península de Setúbal com mais 29 mil e Litoral Alentejano perde pouco em dez anos

PorLusa29/07/2021

O Barreiro foi o único concelho a perder população residente na Península de Setúbal, e Moita e Almada crescem muito pouco. No geral, a península regista um aumento da população de 3,8% (mais 29 290 habitantes), passando de 779 99 residentes em 2011 para 808 689 residentes em 2021.

Palmela é o concelho da península que registou maior aumento da população residente

De acordo com os dados dos Censos de 2021 divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o Barreiro tem menos 462 residentes (-0,5%) do que há dez anos, passando de um total de 78 764 pessoas em 2011 para os actuais 78 362 residentes naquele concelho da zona ribeirinha do Tejo.

Segundo os dados sobre a Variação da População Residente nos últimos dez anos, entre 2011 e 2021, no polo oposto, com maior aumento da população residente, de cerca de 9%, estão os municípios de Alcochete, do Montijo e de Palmela.

Alcochete teve um aumento de 1 579 residentes (9%), passando de uma população de 17 569 pessoas, em 2011, para as actuais 19 148, tal como o município do Montijo, que passou de 51 222 residentes para 55 732, o que significa que tem mais 4 510 pessoas (aumento de 8,8%) face aos censos de 2011.

Palmela foi o concelho da Península de Setúbal que registou o maior aumento da população residente nos últimos dez anos, passando de 62 831 residentes em 2011 para agora 68 879, o que representa um acréscimo de mais 6 048 habitantes (9,6%).

Acima do aumento médio nos nove municípios da Península de Setúbal, que foi de 3,8%, estão também os municípios do Seixal, com um aumento da população residente de 6%, e de Sesimbra, com 5,3%.

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Imigrantes: Pegões denuncia insalubridade e diz não querer ser uma segunda Odemira

Por Redação S+ Imagem DR -7 de Maio, 2021

Já foram identificados barracões agrícolas onde viviam 60 pessoas. Presidente da junta de freguesia diz que as autoridades estão avisadas da degradação das condições de vida desde dezembro.

A freguesia de Pegões, no concelho do Montijo, ameaça tornar-se numa segunda versão de Odemira, com uma parte significativa dos cerca de dois milhares de imigrantes asiáticos que ali trabalham em explorações agrícolas a viverem em alojamentos sobrelotados e sem condições de salubridade. A situação foi confirmada ao Semmais pelo próprio presidente da união de freguesias, que diz temer pela segurança de todos os residentes e que afirma esperar, desde de dezembro último, que o Estado ponha termo às situações identificadas e já denunciadas.

“Em dezembro, depois de uma rixa entre paquistaneses, com vários feridos e que obrigou à presença do Corpo de Intervenção da GNR, a Assembleia Municipal aprovou por unanimidade uma moção que foi enviada a todas as entidades com responsabilidades, dando conta da degradação das condições de vida em Pegões destas pessoas. Até hoje, apesar de várias reuniões, parecem que todos tentam sacudir o problema. Nada está resolvido”, contou ao Semmais o presidente António Miguéis.

A versão do presidente da união de freguesias é, de resto, diferente da do presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, que ao nosso jornal confirmou a realização de diversas operações com funcionários municipais, da freguesia, da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e da GNR, dando conta de que tinham sido identificadas algumas situações de pessoas a viverem em casas sem condições de habitabilidade, mas que o caso não era preocupante.

“O que eu constato é que vivemos uma Pegões uma situação muito parecida com a de Odemira. A diferença é no número de pessoas”, refere por sua vez António Miguéis, estimando que sejam cerca de 2.000 os asiáticos (paquistaneses, indianos e nepaleses) que vivam na freguesia. Já Nuno Canta, referindo-se à comunidade imigrante, estimou-a em “pouco mais de um milhar”.

Casas esventradas para aumentar capacidade de alojamento

O presidente da União de Freguesias de Pegões e Santo Isidro diz que, na sequência de diversas ações de fiscalização que têm sido efetuadas, até foram encontradas na localidade algumas habitações cujas paredes terão sido derrubadas para assim se obter mais espaço.

“Vi o que não esperava. Há casas com o interior esventrado. Numa delas, com cerca de 80 metros quadrados, foram identificadas 26 pessoas que ali residiam. Têm sido vários os casos em que, dentro da vila, encontramos casos onde vivem oito, dez e até 18 pessoas. Além disso, em alguns barracões agrícolas, já foram encontrados mais de 20 residentes. Num caso havia alguns 60”, disse António Miguéis.

O autarca de Pegões refere, por outro lado, que a situação que se vive na localidade é, em parte, consequência da própria atuação dos arrendatários. “Existe um claro aproveitamento dos proprietários, que não olham a meios para atingirem os fins”, refere. “Já encontrámos pessoas não licenciadas ou registadas pela junta a habitar em casas onde não existem condições. Está tudo ao monte”.

Nuno Canta, por sua vez, admite que “por vezes surgem algumas situações que são averiguadas”, salientando, no entanto, que “não há exemplos de grandes problemas”. O autarca do Montijo entende que as operações de fiscalização que têm sido realizadas “não são de repressão e não acontecem devido a situações que possam estar a ocorrer noutras zonas do país”. “Estas operações são antes uma prática comum no município e que visam detetar e identificar problemas relacionados com questões de saúde (Covid-19) ou de falta de condições nas habitações”.

“Já temos imigrantes que alugam eles próprios casas a outros imigrantes. Cobram entre 100 e 120 euros por mês por cabeça. No caso dos arrendatários portugueses, o preço pode ser um pouco mais baixo”, afirma o autarca de Pegões, referindo que também já aconteceu terem sido localizados, no lugar de Figueiras, alguns imigrantes que tinham contraído Covid-19. “Ficaram confinados e recebiam comida de uma instituição de solidariedade”, explicou.

Canta defende que mão de obra é “essencial”

O presidente da câmara do Montijo entende que a situação da comunidade asiática residente no concelho está devidamente identificada e acompanhada pelos serviços autárquicos e da freguesia, mas também pela GNR e ACT. “Não podemos esquecer que estas pessoas que aqui vivem são essenciais para o concelho, do mesmo modo que são essenciais para o país”, referiu. Nuno Canta diz que se não fossem os imigrantes asiáticos, o setor agrícola, nomeadamente no que se refere às explorações hortícolas e frutícolas, que são particularmente fortes no Montijo, não teriam a atual dimensão. “Estas pessoas são necessárias à produção nacional. As suas condições de vida, nomeadamente as de habitabilidade, são um problema que em grande parte é responsabilidade de quem arrenda as casas. O que sabemos é que quando existe alguma queixa ou suspeita, a GNR é chamada a intervir e depois procede à notificação do proprietário”, afirmou.

Eleições Presidenciais 2021

17 de Janeiro 2021

ALMADA

José João Pires

“Fila enorme no Pavilhão Municipal de Almada para votar presidenciais antecipadamente. Não posso ir cortar o cabelo por marcação ao Ze Barbeiro e para aqui já se pode andar em fila até ao cimo da rua! Porque não adiaram as eleições?Sou crítico tal como nas baldas pelo Natal que deu no que deu! Depois não se queixem! Haja coerência!”

Ermelinda Toscano

“Voto antecipado em mobilidade no concelho de Almada. Muitas dezenas, muitas mesmo, numa fila enorme durante a manhã. Era assim às 10:30H e agora às 12:15H ainda está pior. Desisti de votar hoje. Deve ser mais descansado no próximo domingo.”

Ana Bely Mayan

https://www.facebook.com/100009224416910/videos/2797984607185659

Paulo Gomes

https://www.facebook.com/paulo.gomes.315428/videos/3558950614222143

Helder Pereira

Pedro Guerreiro

“São 18:30 da tarde isto está assim desde manhã para votar.fds para o António costa”

SEIXAL

Carlos Dias

“É vergonhoso este cenário. Uma autêntica falta de civismo e de consciência nesta situação de Estado De Emergência… Voto antecipado nas instalações da CMS.
Vai Ficar TUDO BEM ( Só que NÃO)”

Cristina Pereira

Não entendo explicação para este disparate.Votar antecipadamente no pico da 3a vaga Covid19 e o cenário é este junto à CM Seixal.Impedir propagação de vírus é tarefa impossível perante comportamentos como este. Por mais leis, regras, restrições, os números da pandemia em Portugal não reduzirão nem se evitará a ruptura do SNS previsto para muito breve. Apenas o comportamento individual que fará a diferença, e, definitivamente, aqui não está correcto”

Pedro Filipe Tomás

“Felizmente o vírus é um peão e só se desloca para a frente… há civismo e respeito pelas regras por parte dos eleitores que guardam a distância na fila. Contudo, faltou a esta assembleia de voto contemplar que se as filas são lado a lado também as pessoas ficam a escassos centímetros umas das outras…”

MONTIJO

Helder Simoes

Eleitores de Palmela queixam-se de falta de organização

ão várias as pessoas do concelho de Palmela que solicitaram ao abrigo do voto antecipado, a reclamar das longas filas na única mesa de voto que foi instalada na Escola Preparatória Hermenegildo Capelo, em Palmela.

Os relatos estão a ser deixados nas redes sociais com as fotografias e onde informam que estão desde as 10h30 numa fila indeterminável para que possam votar antes do próximo domingo, 24 de janeiro.

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11 concelhos do distrito de Setúbal em confinamento parcial

3 de Novembro 2020

“Dever cívico de recolhimento domiciliário” a partir de quarta-feira

Mais 121 concelhos e 7,1 milhões de portugueses ficarão em confinamento parcial a partir de 4 de Novembro, anunciou António Costa no briefing do Conselho de Ministros. O primeiro-ministro confirmou ainda que vai falar com Marcelo Rebelo de Sousa sobre estado de emergência, mas a reunião ainda não está marcada.

Um dos critérios para determinar quais são os concelhos de maior risco que entrarão para o mapa de risco será o dos 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 15 dias, que já serviu para os três concelhos que estão em confinamento. “Este é um critério que se aplica a vários concelhos das zonas metropolitanas de Lisboa e do Porto”, referiu. Este é o critério usado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças. Situações em que um concelho esteja acima daquele critério em resultado de um surto confinado, por exemplo, de um lar, serão excluídas. É o caso de Alvaiázere, por exemplo. Em sentido inverso, pode haver concelhos que não estão acima dos mais de 240 casos por 100 mil habitantes, mas que são ilhas no conjunto dos concelhos que os rodeiam. “É o caso da Moita, Montijo, Barreiro e Alcochete, que estavam abaixo dos 240, o caso do Sobral de Monte Agraço ou de Viana do Castelo”, disse António Costa, citando outros. A cada 14 dias o Conselho de Ministros revisitará a lista, esperando retirar uns e receando acrescentar outros. “Convém não criar falsas expectativas. Novembro vai ser um mês muito duro”, conta o primeiro-ministro. 

11 concelhos em risco elevado no distrito

Assim, no distrito de Setúbal, só Grândola e Santiago do Cacém ficam de fora dos concelhos considerados “de risco elevado”. Todos os municípios da península de Setúbal e dois concelhos do Litoral Alentejano [Sines e Alcácer do Sal] ficam em confinamento parcial a partir da próxima quarta-feira. Nestes municípios vão ficar abrangidos pelo dever cívico de recolhimento domiciliário, novos horários nos estabelecimentos [que passam a fechar até às 22 horas] e teletrabalho obrigatório, salvo “oposição fundamentada” pelo trabalhador, devido à covid-19.
Também nestes territórios, ficam proibidas as feiras e os mercados de levante, e os eventos e celebrações ficam limitados a cinco pessoas, exceto nos casos em que os participantes pertencem ao mesmo agregado familiar.

“Se nada tivermos a fazer de imperioso, devemos ficar em casa. Claro que podemos sair para ir trabalhar, para ir à escola, para fazer as compras, para fazer algum exercício físico nas proximidades, passear animais de companhia, dar assistência a alguma pessoa que precise, mas a regra não podemos esquecer: devemos ficar em casa”, afirmou António Costa.
De acordo com o primeiro ministro as medidas agora adotadas pelo seu executivo “são as adequadas, as necessárias e as proporcionais face à atual situação do país”.

Contratação de mais enfermeiros para cuidados intensivos

António Costa anunciou, no briefing após o Conselho de Ministros extraordinário realizado neste sábado, que o Serviço Nacional de Saúde vai ser reforçado com um total de enfermeiros dedicados a unidades de cuidados intensivos que poderá chegar a 350 vagas, sendo a sua contratação feita por integração na carreira e não a termo certo, o que o Governo espera incentivar mais candidatos e melhorar a capacidade de resposta à pandemia de Covid-19, que será reforçada com mais 209 camas de cuidados intensivos.
Estas contratações decorrem, segundo António Costa, em paralelo com o concurso para novos médicos para as unidades de cuidados intensivos, estando prestes a entrar no SNS 48 médicos intensivistas e seguindo-se um novo concurso para a formação de mais 46 em Janeiro de 2021.
“Não basta ter ventiladores e quartos de pressão negativa. É fundamental que haja recursos humanos”, disse o primeiro-ministro, anunciando de igual modo a contratação de enfermeiros reformados para as equipas de rastreamento de contactos de infetados com covid-19, em condições idênticas à contratação dos médicos reformados.
António Costa disse que neste momento há 286 doentes com covid-19 internados em unidades de cuidados intensivos, estando ainda disponíveis mais 70 camas exclusivamente para esses doentes. E, apesar de ter admitido alargar esse número com recurso às 505 camas de cuidados intensivos para doentes não-covid, salientou que “teremos dificuldades crescentes” caso se mantenha a pressão sobre o SNS.Desde o início da pandemia, já se confirmaram 141 mil 270 casos e morreram 2507 pessoas. Atualmente, Portugal tem mais de 58 mil casos de covid-19 ativos, sendo a região do Norte e da Grande Lisboa as mais afetadas.

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Autarcas de municípios mais afetados pedem mais meios, coordenação e fiscalização no combate à pandemia

Fernando Medina, Lisboa
1 – Os números não estão a aumentar, mas também não mostram tendência consistente para diminuir. Temos de fazer mais e melhor para reduzir os novos casos.
2 – Temos de ter consciência cívica, individual e coletiva. É essencial ter equipas de saúde no terreno a verificar se o isolamento está a ser observado e se há condições para o manter.

Carlos Carreiras, Cascais
1 – Cascais teve taxas de infeção muito baixas, mas, naturalmente, não é uma ilha. Preocupam os surtos em lares, porque os idosos são a população mais frágil.
2 – Urge que os transportes públicos circulem em respeito pelas normas e que entre em funcionamento a app para quebrar cadeias de transmissão. Mais ainda, importa apoiar os doentes.

Isaltino Morais, Oeiras 
1 – Em Oeiras, cedo iniciámos as medidas de prevenção, à medida das necessidades e sempre em linha com as orientações da DGS e do Governo da República.
2 – Temos reserva de equipamentos de proteção individual e estamos preparados financeiramente para responder a necessidades que surjam. Não queremos ninguém com fome.

Carla Tavares, Amadora
1 – O nosso concelho é o mais pequeno dos 18 municípios e o mais densamente povoado do País. Temos maior propensão para a propagação da epidemia.
2 – Do último Conselho de Ministros saíram medidas essenciais para ajudar a controlar os focos e ajudar-nos a muscular a intervenção. É fundamental manter quadro de contraordenações.

Basílio Horta, Sintra
1 – Sintra registou um decréscimo de casos, só possível graças à implantação de medidas coordenadas entre os municípios e pelo aumento da fiscalização.
2 – O Município de Sintra defende a importância de quebrar as cadeias de transmissão com a maior rapidez e eficiência. Importa também reforçar a fiscalização nos transportes públicos.

Hugo Martins, Odivelas
1 – A situação de Odivelas tem evoluído de forma positiva, sem focos significativos, exceção feita a situações recentes em dois lares da freguesia de Caneças.
2 – Temos pela frente uma corrida de fundo, cujo sucesso será tanto maior quanto maior for a sintonia entre as diversas entidades envolvidas e a responsabilidade de cada cidadão.

Inês de Medeiros, Almada
1 – Não está identificado qualquer surto no concelho. Ainda assim, acompanhamos as autoridades de saúde para uma resposta imediata, se necessário.
2 – Entre as diversas medidas que implementámos, destacamos a ativação dos planos de emergência de proteção civil e emergência social e o Plano Almada Solidário, de 5 milhões €.

Frederico Rosa, Barreiro
1 – Acompanhamos a situação com cautela. Temos o Plano Municipal de Proteção Civil ativo desde março e estamos em ligação direta com as autoridades que envolve.
2 – O mais importante é não baixar os braços e cumprir as regras. Os transportes no Barreiro estiveram sempre acima do que era requerido. A ligação entre entidades é essencial.

Joaquim Santos, Seixal
1 – A situação no nosso município está controlada: estamos na 11ª posição, em ordem de grandeza, no número de infetados por 10 mil habitantes.
2 – O Seixal não integra o grupo de municípios com medidas agravadas. Assim sendo, prossegue o plano de contingência e combate à Covid-19 no quatro do Estado de Alerta Municipal.

Fernando Pinto, Alcochete
1 – Temos acompanhado o assunto com assertividade desde o início. Temos a situação controlada, sem, contudo, perdermos o foco deste tema.
2 – Não vejo necessidade de acrescentar medidas face ao que temos vindo a desenvolver. Face aos números, devemos manter a atitude que temos tido até ao momento.

Bernardino Soares, Loures
1 – Não temos novos focos e nos que existiam há diminuição de casos. Temos equipas no terreno, com técnicos, para garantir os apoios às pessoas infetadas.
2 – É urgente reforçar a Unidade de Saúde Pública e as equipas no terreno. Vamos manter a monitorização da oferta de transportes públicos, sobretudo em hora de ponta.

Hélder Sousa Silva, Mafra
1 – A situação tem vindo a agravar-se, pelo que reforçámos as ações de sensibilização e fiscalização, punindo quem infringe as normas em vigor.
2 – É urgente reforçar a fiscalização às infrações, com tolerância zero em cafés, esplanadas, restaurantes. É preciso vigiar os casos ativos da doença e estar muito atento às praias.

Rui Garcia, Moita
1 – Entre outras medidas, reforçámos a desinfeção de espaços públicos, estamos a entregar equipamento de proteção e há regras para os espaços municipais.
2 – É urgente reforçar os transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa e, é claro, investir no Serviço Nacional de Saúde. Se algo ficou claro foi a importância desse serviço.

Nuno Canta, Montijo
1 – Estamos atentos à situação dos lares, onde implementámos medidas de segurança apertadas. Felizmente, só temos um morto a lamentar no Montijo.
2 – Tivemos um pequeno surto nas fábricas de carne, e controlámo-lo rapidamente. Atuámos onde é preciso: nas carrinhas de transportes. É o maior foco de transmissão do vírus. 

Álvaro Balseiro Amaro, Palmela
1 – Não temos surtos ou situações sem controlo. Conhecemos todos os casos e acompanhamo-los diariamente. Os doentes estão todos confinados.
2 – É preciso uma segunda leva de testes em lares de idosos e em centros de acolhimento de grupos vulneráveis. Deveria também haver testes a todos os profissionais do setor educativo.

Francisco de Jesus, Sesimbra
1 – Nunca houve um número elevado de casos e conseguimos evitar surtos ao nível das escolas, creches e lares. A população tem sido exemplar.
2 – É preciso identificar os focos de propagação na região e desenvolver ações dirigidas a essas situações. Também é essencial reforçar os meios ao serviço das forças de segurança.

Alberto Mesquita, Vila Franca de Xira
1 – À data, existem no concelho de Vila Franca de Xira 346 casos ativos de Covid-19. De um total de 965 casos confirmados, são 604 os doentes recuperados.
2 – A evolução da pandemia é acompanhada diariamente com a Autoridade de Saúde local e avaliada em reuniões da comissão de proteção civil, atuando-se em conformidade.

Maria das Dores Meira, Setúbal
1 – Casos estão abaixo da média da Região de Lisboa e Vale do Tejo, mas autarquia mantém uma atividade pró-ativa e próxima das populações e das instituições.
2 – Reforçar o distanciamento social e as restantes regras da Direção-Geral da Saúde; aumentar carreiras dos transportes públicos; controlar os acessos às praias e espaços públicos.

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ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA EM ESTADO DE CONTINGÊNCIA

25 de Junho 2020

AML

Estado de contingência
Estabelecimentos comerciais encerrados às 20 horas, com excepção de: restauração, supermercados, postos de combustível, clínicas, consultórios, veterinários, farmácias, funerárias e equipamentos desportivos; ajuntamentos com um máximo de 10 pessoas; proibida a venda de álcool nas estações de serviço

Portugal Continental

Estado de Alerta
Confinamento obrigatório para doentes e pessoas em vigilância; distanciamento social, uso de máscara, lotação máxima e higienização dos espaços; ajuntamentos com um máximo de 20 pessoas e proibição de consumo de álcool na via pública

<h3>19 freguesias da AML/h3>
Estado de Calamidade
Dever cívico de recolhimento domiciliário; Feiras e mercados de levante proibidos; ajuntamentos com um máximo de 5 pessoas 19 freguesias abrangidas pelo Estado de Calamidade são: todas dos concelhos de Amadora e Odivelas; Queluz-Belas/Massamá, Monte Abraão/Agualva; Mira Sintra/Algueirão-Mem-Martins, Rio de Mouro, Cacém/São-Marcos; Camarte, Unhos, Apelação, Sacavém-Prior Velho; Santa Clara.

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Concurso para novo operador de transporte rodoviário na Área Metropolitana atrasou mas está de pé

Por Humberto Lameiras 15/05/2020

Candidatos ao novo serviço de transportes públicos colocaram mais de 800 questões à AML. Respostas chegam dentro de dias

O concurso internacional para aquisição do serviço público de transporte rodoviário de passageiros na Área Metropolitana de Lisboa (AML), apresentado em Fevereiro último, tem adiado prazos, mas continua activo.

A pandemia instalada nos últimos dois meses obrigou a ajustar metodologias de trabalho, o que teve influência neste adiamento, mas também a obrigatoriedade dos técnicos da AML de responderem às mais de 800 questões levantadas por potencias candidatos, contribuiu para o mesmo.

“O concurso vai para a frente”, garante Carlos Humberto, 1.º secretário da AML, que aponta como última data de referência para submissão de propostas o dia 24 de Maio. Uma data que tem sido empurrada depois de ter sido estabelecido como limite para a submissão de pedidos de esclarecimentos erros e omissões o dia 3 de Abril de 2020, devendo as propostas serem submetidas até 28 de Abril, também deste ano.

Entretanto, foi publicada a Lei n.º 1-A/2020, de 19 de Março, que apontava para adiamento de concursos devido à pandemia Covid-19. O mesmo diploma veio em seguida a ser clarificado com a publicação da Lei n.º 4-A/2020, de 6 de Abril de 2020, que decidiu que esta data limite transitava para 24 de Maio.

Mas é dado como certo que a mesma data é mesmo indicativa, como diz Carlos Humberto. “nem todas as mais de 800 questões colocadas sobre o concurso tiveram ainda resposta; mas assim será dentro de poucos dias”.

Depois de receberem os esclarecimentos solicitados à AML, os candidatos têm 75 dias para apresentarem propostas. A isto segue-se a análise das mesmas pelo júri, a audiência dos interessados, a deliberação da Comissão Executiva Metropolitana de Lisboa e, por último, o visto do Tribunal de Contas, sendo que alguns destes passos não têm um prazo definido.

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Distrito de Setúbal apenas com mais 1 caso de covid-19 registado no concelho do Seixal

No distrito de Setúbal registam-se 722 casos confirmados (mais 1 que ontem, que foi registado no concelho do Seixal), com o concelho de Almada a liderar ainda a listagem com os mesmos 231 casos de ontem, seguida do Seixal com 163, mais 1 caso que ontem.
Todos os restantes concelhos do distrito mantêm, neste relatório da DGS, os mesmos casos de ontem: Barreiro 89, Moita 61, Setúbal 59, Montijo 44, Sesimbra 20, Palmela 16, Alcochete 14, Santiago do Cacém 14, Grândola 7 e Alcácer do Sal 4 casos, sendo que Sines volta a não fazer parte deste relatório, uma vez que concelhos com menos de três casos não são inseridos na listagem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.
Em internamento encontram-se 936 pessoas, menos 59 que ontem, e há 172 pessoas em cuidados intensivos. Há ainda 1389 casos recuperado, mais 32 que ontem.
A região norte do país continua a ter o maior número de casos, 14.702 casos, e 546 óbitos; o centro tem 3.289 casos e 194 óbitos; Lisboa e Vale do Tejo regista 5.593 casos e 185 óbitos; o Alentejo com 201 casos e mantém 1 óbito; o Algarve tem 330 casos e mantém 12 óbitos; os Açores com 121 casos e sobe para 10 óbitos e a Madeira mantém os 86 casos e sem óbitos.

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Ministério da Educação esclarece – São extemporâneas quaisquer afirmações sobre avaliação final do terceiro período

A prioridade durante estas duas semanas, antes das férias da Páscoa, tem sido estabelecer mecanismos não presenciais com os alunos, tendo especial relevo o arrancar deste processo e a especial atenção aos alunos em situação de maior vulnerabilidade.

O Ministério da Educação esclarece que são extemporâneas e meramente conjeturais quaisquer afirmações sobre a avaliação final do terceiro período. A prioridade durante estas duas semanas, antes das férias da Páscoa, tem sido estabelecer mecanismos não presenciais com os alunos, tendo especial relevo o arrancar deste processo e a especial atenção aos alunos em situação de maior vulnerabilidade.

O Ministério da Educação continua a trabalhar proativamente para que este tempo de exceção decorra com a responsabilidade necessária, minimizando os impactos necessariamente existentes para todos numa situação como a que vivemos.

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“Montijo não tem futuro”: Ex-Bastonário da Ordem dos Engenheiros considera Campo de Tiro de Alcochete melhor solução para aeroporto

Lusa6 de Fevereiro de 2020 às 20:41

Aeroporto do Montijo pode ter os primeiros trabalhos no terreno já em 2020.

O antigo bastonário da Ordem dos Engenheiros Carlos Matias Ramos defendeu esta quinta-feira que o aeroporto do Montijo “não tem futuro”, pois é uma nova versão da Portela, acrescentando que o Campo de Tiro de Alcochete poderia ser uma solução.

“O Campo de Tiro de Alcochete é uma solução com futuro. O Montijo não tem futuro nenhum é a Portela + 2”, apontou Carlos Matias Ramos, que falava, em Lisboa, numa sessão pública organizada pela Plataforma Cívica Aeroporto BA6 Montijo Não!.

Para o também ex-presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), “o Montijo tem complicações tremendas do ponto de vista da engenharia”, bem como para a população e para os animais.

Conforme explicou o engenheiro, a base aérea número seis do Montijo tem apenas construída “uma linha que não recebe aviões pesados” e que “mal recebe os aviões da força aérea”, notando que não se trata de uma solução barata.

Durante a sua intervenção, Carlos Matias Ramos lamentou ainda que entidades como a gestora aeroportuária ANA – Aeroportos de Portugal – fujam do debate sobre as consequências da construção desta infraestrutura.

“O Montijo tem [uma pista] com 2.187 metros de comprimento e preveem-se obras para mais 390 metros”, referiu o antigo responsável do LNEC, afirmando ainda que a pista “tem que ser alteada, numa zona que é de aterro”.

Já a nível do ruído, o Campo de Tiro de Alcochete afetaria cerca de 400 habitantes, enquanto a solução do Montijo entre 30.000 e 35.000, apontou.

Por sua vez, no que se refere ao futuro do Aeroporto Humberto Delgado (em Lisboa, também conhecido como aeroporto da Portela), o ex responsável do LNEC vincou que “tem que ser um objetivo nacional” tirar o aeroporto da Portela, sublinhando que não há nenhum aeroporto europeu situado no centro da cidade.

Presente na mesma sessão pública, o diretor da Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) do Centro Hospitalar do Barreiro, Paulo André Fernandes, destacou o “prejuízo para a saúde das populações” que a nova infraestrutura vai provocar.

De acordo com este responsável, existe já um consenso de que os aeroportos causam impacto na saúde das populações, afirmando que, em último caso, estes provocam “morte prematura”.

Paulo André Fernandes lamentou ainda que no projeto deste novo aeroporto não estejam a ser consideradas consequências, já comprovadas por dados científicos, como o impacto no rendimento escolar e na felicidade dos habitantes.

A vice-presidente da associação ambientalista ZERO — Sistema Terrestre Sustentável, Carla Graça, indicou, por seu turno, que o processo associado à viabilização do aeroporto do Montijo não tem sido “nada transparente”, destacando ainda a “participação demolidora” que o último Estudo de Impacte Ambiental recebeu enquanto esteve em consulta pública, “com uma larga maioria de posições contra”.

Carla Graça alertou, à semelhança dos anteriores intervenientes, para as consequências ao nível do ruído e qualidade do ar que a infraestrutura vai provocar, acrescentando que já no aeroporto de Lisboa não tem sido respeitada a legislação sobre o ruído, nem o regime de exceção.

Já Duarte Caldeira, antigo presidente da Liga de Bombeiros, disse que, ao morar em frente ao LNEC, em Lisboa, constitui uma testemunha “do não cumprimento dos períodos de exceção” a nível do ruído, em Lisboa, posicionando-se também contra a opção do Montijo.

“É irresponsável colocar um aeroporto numa zona deste tipo […]. Constitui uma infração da lei informadora dos sistema de proteção civil e um largo desprezo pelos cidadãos. Sempre que se coloca em risco as pessoas, só tem um significado — a salvaguarda dos interesses que não são os da vida humana”, garantiu.

Assim, para Duarte Caldeira, a única solução é “continuar a lutar para inviabilizar esta irresponsabilidade”.

Em 08 de janeiro de 2019, a ANA e o Estado assinaram o acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, com um investimento de 1,15 mil milhões de euros até 2028 para aumentar o atual aeroporto de Lisboa e transformar a base aérea do Montijo, na margem sul do Tejo, num novo aeroporto.

O aeroporto do Montijo poderá ter os primeiros trabalhos no terreno já este ano, depois da emissão da Declaração de Impacto Ambiental (DIA) e da reorganização do espaço aéreo militar e após os vários avanços registados em 2019.

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