Nós sempre fomos contra a necessidade de recorrer a situações de trabalho precário

Assembleia Municipal de Almada
09 de Fevereiro 2018

João Geraldes Deputado da CDU na Assembleia Municipal de Almada

“Não há nenhuma disputa entre a CDU e o PS em matéria rigorosamente nenhuma desde o início do mandato, há uma tentativa da Câmara e da actual maioria de justificar as opções que tomam em função do mandato anterior.”
“Relativamente á questão dos vínculos precários, não há ninguém neste País nem nenhuma organização Política que mais que a CDU tenha lutado contra o trabalho precário.”

“Dizer que o antigo executivo dizia que não tinha precários e depois tinha 51 trabalhadores precários a trabalhar na Autarquia, não é sério.
É preciso não esquecer porque é que as autarquias tiveram de recorrer a trabalho precário.
É preciso não esquecer que o PS, o PSD e o CDS, assinaram com a Troika estrangeira um acordo que impôs ás autarquias locais a redução em 2% dos seus trabalhadores e impediu a contratação de trabalhadores durante anos.
Como é que se garantia os serviços que as Autarquias têm de prestar às populações?
Qual era a opção ?
Era fechar os serviços e deixar as populações sem esses serviços?
Não foi essa a opção.
Nós sempre fomos contra o trabalho precário.
Nós sempre fomos contra a necessidade de recorrer a situações de trabalho precário para satisfazer necessidades permanentes.
Simplesmente foi a lei que o PS o PSD e o CDS impuseram ao País e obrigaram a generalidade da Autarquias a seguir uma via que não é a via que as Autarquias defendem .”
“É preciso sermos sérios .
No final do mandato anterior, com a mudança politica Nacional, estávamos a resolver o problema.
Aliás como se continua a resolver o problema e como todos nós defendemos que o problema se resolva.
É preciso ter sentido de Estado relativamente a estas matérias, é preciso ser sério quando se fazem as afirmações que se fazem”

Inês de Medeiros – Presidente da Câmara Municipal de Almada

“Senhor deputado João Gerales se me permite, mas não creio que tenha autoridade para pôr em causa a minha seriedade e a seriedade das minhas palavras, e se eu não desminto imediatamente e com factos que até o Sr. Deputado conhecia até pela posição que ocupava é por respeito pela privacidade de alguns membros inclusivamente da sua bancada, e ai poderíamos falar de seriedade “
“Da nossa parte não pomos os trabalhadores no meio de nenhuma disputa, mas uma coisa é proclamar direitos dos trabalhadores e outra coisa é pôr em prática políticas e criar as condições de trabalho que protegem os trabalhadores.
É ou não é verdade que havia 51 trabalhadores ?
É ou não verdade que a Câmara de Almada chegou a recorrer á Manpower para contratar pessoas?
É ou não é verdade que fez outsourcing e nenhuma lei o impedia como nem em Almada nem em nenhum outro Município para contratar os monitores de natação e os trabalhadores das piscinas que estavam convencidos que trabalhavam para a Câmara Municipal de Almada .
É ou não é verdade que esse contrato com essa Empresa …..
Terei todo o gosto de enviar para esta Assembleia todos os documentos que comprovam , e mais, terei todo o gosto de enviar também as atas onde o anterior Presidente declarava solenemente suponho com sentido de Estado, que em Almada não havia percários.
Afinal havia ou não havia?”

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