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Câmara de Almada oferece vales de 500 euros a funcionários

Por Débora Carvalho|10.07.18

Autarquia gasta mais de 17 mil euros na compra de vouchers a agência de viagens.

A Câmara Municipal de Almada vai oferecer vouchers utilizáveis em viagens aos 40 funcionários que atingem este ano os 25 anos de serviço. Durante anos os trabalhadores foram presenteados com relógios de ouro, mas o executivo socialista, liderado pela atriz Inês de Medeiros, optou este ano por dar uma ajuda nas férias, através da oferta de ‘vales’ de 500 euros. Trata-se de um negócio de 17 mil euros, no qual a câmara contou com um ‘desconto’ da operadora (cada voucher saiu a 450 euros). O contrato, feito por ajuste direto e publicado na página dos contratos públicos no dia 4 deste mês, tem um valor global de 17 550 euros, já com IVA incluído. “Os vouchers respeitam à oferta simbólica que é atribuída anualmente pela câmara em forma de homenagem aos trabalhadores que completam 25 anos de serviço à autarquia, por ocasião do Dia da Cidade, 24 de junho”, referiu ao CM fonte oficial da autarquia. O gabinete de Inês de Medeiros justificou ainda a decisão de acabar com a atribuição de um relógio de ouro. “O objetivo é proporcionar uma experiência mais estimulante, de bem-estar e lazer, procurando contribuir assim para a sua valorização pessoal e permanente”, explicou a mesma fonte. Para além da oferta de um voucher, os trabalhadores vão receber uma medalha.

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Rui Garcia: “Campo de Tiro de Alcochete é a melhor opção” para a construção do novo aeroporto


Na última sexta-feira, o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebeu a sessão de esclarecimento/debate sobre a proposta do Governo de construir o novo aeroporto de Lisboa, ou uma extensão deste, na Base Aérea n.º 6, no Montijo, onde o presidente da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia, manifestou a sua preferência por uma mudança de localização.

“A construção do Novo Aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete continua a ser a opção, que responde às necessidades actuais e futuras de Portugal relativamente ao tráfego aéreo, de passageiros e de mercadorias”, referiu o autarca, convicto que esta opção “contribuirá não só para o crescimento económico, o aumento do investimento e do emprego e o desenvolvimento da região, como é de vital importância para o crescimento e desenvolvimento do país”.

Para Rui Garcia, nada destes investimentos se projectam na eventual instalação de um terminal do Aeroporto Humberto Delgado no Montijo.

“Esta opção traduz, da parte do Governo, a renúncia a uma visão estratégica não só do futuro da actividade aeroportuária, como também do ordenamento do território e do desenvolvimento da Área Metropolitana e, em particular, da Região de Setúbal”, afirmou o autarca, acrescentando que esta opção “não corresponde aos interesses da nossa região, da sua população e da sua economia, nem ao que o país necessita”.

Antes de terminar a sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal da Moita deixou, ainda, um apelo.

“Ainda é tempo de travar esta opção desastrosa. O futuro do país e da região e a segurança e o bem-estar da população, das muitas dezenas de milhares de pessoas afectadas, têm de ser mais importantes que a Vinci, empresa concessionária da ANA, as low-cost ou quaisquer outros interesses particulares”.

No momento de debate com a assistência, uma iniciativa muito participada, foram várias as dúvidas levantadas pela população, não só do concelho da Moita, mas dos concelhos limítrofes, que se prendiam, na maioria, com as questões de segurança e de perda de qualidade de vida nos municípios do Arco Ribeirinho Sul.

Esta sessão foi promovida pela Assembleia Municipal da Moita e contou, no debate, com a presença de Duarte Silva, Técnico Especialista do Gabinete do Secretário de Estado das Infra-estruturas, Francisco Pita, Administrador da ANA, Carla Graça, Vice-Presidente da Direcção da Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, Carlos Ramos, ex-presidente do LNEC e ex-Bastonário da Ordem dos Advogados, Rui Garcia, Presidente do Conselho Directivo da AMRS e Presidente da Câmara Municipal da Moita, como oradores, e João Lobo, presidente da Assembleia Municipal, como moderador.

Ao longo da noite, ouviram-se argumentos pró-aeroporto na Base Aérea do Montijo, nas intervenções de Duarte Silva e Francisco Pita, e contra esta localização, pelas palavras de Carla Graça, Carlos Ramos e Rui Garcia.

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PSP divulga novos locais dos radares de velocidade no distrito de Setúbal

Mensalmente a PSP indica os locais e datas onde vão decorrer acções de fiscalização rodoviária com recurso a radares, uma campanha sob o mote ‘Quem o avisa…’, através da sua página na rede social do Facebok.

O objetivo da campanha é reduzir a sinistralidade e proporcionar maior segurança a condutores e transeuntes, nomeadamente nas vias identificadas como mais propensas a existirem acidentes. No entanto, apenas cerca de 80% dos radares são divulgados.

No distrito de Setúbal, as acções vão ser as seguintes:

06-jul – 09h00 Circular Externa – Montijo

10-jul – 14h00 Av. Arsenal do Alfeite (sentido Almada/Corroios) – Almada

25-jul – 08h00 EN 10.4 – Setúbal

27-jul – 14h00 Rua Industrial Alfredo da Silva – Barreiro

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CDS-PP Almada – Partido visita o Canil da Aroeira

O Canil gerido pela Associação dos Amigos dos Animais da Aroeira, recebeu a visita da comitiva do CDS-PP nas suas instalações da Aroeira – Charneca da Caparica.

O CDS-PP testemunhou na prática o excelente trabalho e empenho que os responsáveis pelo canil tal como os voluntários fazem diariamente no mesmo num trabalho meritório e com muita dedicação aos animais.

Não obstante toda essa entrega e dedicação aos animais, nunca é demais lembrar as dificuldades com que se depara o canil da Aroeira.
Situações como falta de esterilização das cadelas, a falta de melhores condições apesar de todo o trabalho feito pelos responsáveis para que nada falte e ainda lidar com o abandono de animais frequentemente, é para a equipa de trabalho deste espaço, uma tarefa árdua, mas ao mesmo tempo muito motivante e cheia de objectivos.

Sara Machado Gomes, Presidente do CDS-PP Almada. realça o facto positivo de haver tanto voluntariado disposto a ajudar os animais tal como ficou impressionada com a quantidade de ofertas em comida que são doadas pela população em geral para alimento dos animais.
Na mesma visita este também presente a Juventude Popular de Almada, através do presidente da estrutura local, José Coutinho.

O CDS-PP, depois do Canll da Aroeira, em breve agendará um visita ao Canil Municipal.

O CDS-PP Almada

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Embaixador do Brasil visita territórios Lisbon South Bay

Julho 2018

esultado do trabalho de promoção desenvolvido e dos contactos permanentes com Câmaras de Comércio, Embaixadas e Associações Empresariais de múltiplas geografias, os territórios do projeto Lisbon South Bay são cada vez mais reconhecidos e alvo de interesse.

Os ativos da Baía do Tejo receberam a distinta visita do Embaixador do Brasil em Portugal, Luiz Alberto Figueiredo Machado, que já foi ministro das Relações Exteriores no seu país e que também já assumiu a liderança da representação diplomática brasileira em Washington.

O Embaixador foi acompanhado nesta visita aos ativos da Baía do Tejo presentes nos concelhos de Almada, Barreiro e Seixal pelo Conselheiro Comercial da Embaixada do Brasil em Portugal, Pedro Taunay.

A visita, conduzida pela administração da Baía do Tejo, contou com o empenho e a representação ao mais alto nível dos municípios envolvidos.

Em Almada, a Presidente da Câmara, Inês de Medeiros, fez questão de receber o Senhor Embaixador junto às maquetes do Projeto Cidade da Água, a desenvolver no antigo complexo da Lisnave, a que se seguiu uma apresentação audiovisual dos três territórios e do seu potencial no auditório do Parque Tecnológico da Mutela.

O Parque Empresarial da Baia do Tejo no Seixal foi o segundo ponto de paragem. Aquele que é o território com maior disponibilidade para acolher novas empresas, principalmente de grandes dimensões e de cariz industrial e logístico, foi dado a conhecer a este corpo diplomático. Também do concelho do Seixal, em geral, e de todos os seus atrativos deu nota o Vice Presidente do Município, Jorge Gonçalves.

A visita incluiu, nos terrenos conexos ao parque empresarial, uma passagem pela Lusosider – Aços Planos, SA, importante empresa de capitais brasileiros do setor siderúrgico a operar no nosso país. Empresa que exporta cerca de 80% da sua produção para diferentes destinos do globo, mas que tem nos mercados europeus uma forte aposta.

A iniciativa terminou no Parque Empresarial do Barreiro da Baía do Tejo, onde se juntou à comitiva o Presidente Câmara Municipal do Barreiro, Frederico Rosa. A visita ao antigo Bairro Operário da CUF, ao Clube de Empresas, ao museu Industrial da Baía do Tejo e a diferentes zonas onde se encontram em laboração cerca de 200 empresas, preencheram a visita àquele que foi o maior complexo industrial da península ibérica durante o séc. XX e que é atualmente um dos maiores parques empresariais do nosso país.

Foi com elevado interesse e com a promessa de que toda a informação recolhida ia ser enviada diretamente aos mais proeminentes grupos empresariais brasileiros que a visita terminou. Em aberto ficou a promoção que a embaixada vai fazer junto dos empresários deste país para conhecerem de perto estes territórios virados para Lisboa e todo o seu enorme potencial.

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Hospital do Seixal perde 12 camas para cuidados paliativos

Ministério da Saúde opta por retirar serviço de cuidados a doentes em fase terminal

A Adenda ao Acordo Estratégico de Colaboração para o lançamento do hospital do Seixal, assinada este sábado, suscita críticas junto da comissão de utentes local. Os cuidados paliativos ficam fora dos planos para o equipamento, ou seja, quem necessite daquele serviço vai continuar a depender do Hospital Garcia de Orta, em Almada.

“Em 2009, no mesmo documento, estavam previstas 12 camas para os cuidados paliativos. Neste novo acordo essas camas e esses cuidados simplesmente deixaram de existir e isso não é razoável”, explica José Luísa, da Comissão de Utentes da Saúde do Concelho do Seixal. Apesar de merecer reparos naquele âmbito específico, o documento foi esta sexta-feira assinado pelo presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, e homologado pelo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, presente na cerimónia. “Decidimos que mais vale assegurar a construção do hospital, pelo celebrar deste acordo, na esperança de que estas alterações possam ser pensadas no futuro”, garantiu o autarca.

Adalberto Campos Fernandes, que visitou o terreno onde ficará instalado o equipamento, garantiu que a celebração do acordo para a construção do hospital do Seixal é um dia feliz para o Serviço Nacional de Saúde (SNS). “É um dia feliz, sobretudo para o SNS. O Garcia de Orta está subdimensionado, este é um concelho muito jovem e o SNS tem de se adaptar a essa realidade”, afirmou. O hospital do Seixal estará concluído em 2021, no Fogueteiro, num investimento total de 60 milhões de euros.

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Barreiro e Moita expostos ao ruído de aeroporto

24/06/2018

Aviões com efeitos nocivos devido ao barulho.

A construção do aeroporto complementar a Lisboa, na base área do Montijo, implicará a exposição da “população do Lavradio (Barreiro) e da Baixa da Banheira (Moita) a um volume de ruído mais intenso do que o que está hoje sujeita a população do bairro de Alvalade, em Lisboa, devido à existência do Aeroporto Humberto Delgado”, considerou a dirigente da associação ambientalista Zero, Carla Graça. A ambientalista considera que “o valor de cinco mil pessoas que sofrerão consequências para a saúde devido ao ruído resultante do futuro aeroporto do Montijo é reduzido, tendo em conta que só nestas duas freguesias vivem 35 mil pessoas”. Concluído em maio o estudo de impacte ambiental, a associação Zero defendeu, então, a realização de uma avaliação ambiental estratégica. “É um trabalho que permitirá ver todas as consequências da criação do aeroporto não só para a zona do Montijo, mas para toda a região da Península de Setúbal”, disse Carla Graça. O risco de colisão com aves é outro dos problemas que a Zero defende ter de ser melhor estudado. O aeroporto do Montijo deverá ficar concluído em 2022, após um investimento de 400 milhões de euros. Por hora, vai movimentar 24 aviões.

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Moradias vão abaixo no Seixal

26/06/2018

Construções embargadas na área de servidão da NATO.

Quatro proprietários da freguesia de Fernão Ferro, no concelho do Seixal, foram esta segunda-feira notificados pela Marinha de que estão impedidos de continuar a obra de “construção de infraestruturas para habitação”. A explicação avançada para o embargo resulta das moradias estarem na área de servidão militar do Depósito de Munições da NATO, localizado naquela zona. A área é sensível em termos de explosivos podendo, em caso de acidente, colocar em risco a vida dos proprietários dos terrenos. É, por isso, proibida a construção de habitações, sendo apenas permitida a criação de apoios para a prática agrícola. A decisão de embargo por parte do ministro da Defesa, Azeredo Lopes, estabelece que “em caso de incumprimento, o proprietário do terreno é informado que pode sujeitar-se à posse administrativa, por parte do Ministério da Defesa Nacional, para a execução da demolição e à fixação do competente regime sancionatório”. Os donos das obras ficam também responsáveis pelo pagamento dos encargos inerentes às demolições das habitações construídas sem a necessária licença da autoridade militar. PORMENORES Dois embargos em março Em março, dois outros proprietários da freguesia de Fernão Ferro, no concelho do Seixal, foram notificados para procederem aos trabalhos de demolição do edificado, por estar em causa a segurança de pessoas e bens. Duas realidades distintas A área de servidão militar do Depósito de Munições da NATO reparte-se pelos concelhos de Sesimbra e do Seixal. O primeiro município sempre impediu a construção. No Seixal, pelo contrário, após o 25 de Abril de 1974, surgiram construções.

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Fonte da Telha : Vento atira parapente contra falésia


Um homem, de 58 anos, sofreu ferimentos graves após o parapente que pilotava ter sido empurrado pelo vento contra uma falésia, na praia da Fonte da Telha, Almada. A vítima sofreu ferimentos no tórax e ainda está em estado grave no Hospital Garcia de Orta. O alerta soou às 12h45 e dava conta de um acidente com um parapente. Quando os socorristas chegaram ao local, depararam-se com a vítima ferida e presa numa falésia com cerca de 40 metros. “A vítima estava a 5 metros do topo da arriba e a nossa equipa de salvamento em grande ângulo teve de içá-la”, contou ao CM Jorge Paulo, 2º comandante dos bombeiros de Cacilhas. No local estiveram 17 operacionais, entre bombeiros, GNR, Proteção Civil e INEM, com sete viaturas.

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Inaugurado Mercado Gourmet em Almada

No dia 22 de junho que o concelho de Almada ganhou uma nova centralidade nas lides gastronómicas com a abertura do Mercado da Romeira. São 12 espaços de restauração, dos hambúrgueres artesanais, ao pão de lenha, sumos e cervejas.

Diversidade não vai faltar à mesa dos 12 espaços de restauração instalados no Mercado da Romeira, uma infraestrutura à beira Tejo, na Cova da Piedade, que foi alvo de uma intervenção com vista a tornar-se uma nova centralidade gastronómica.

O espaço já foi casa integrada numa propriedade com 300 hectares (Quinta Real do Alfeite) onde o Rei D. Carlos I caçava e a Rainha D. Amélia ia a banhos. Agora, este verão de 2018, o Mercado da Romeira é de oferta democrática, onde não vão faltam os hambúrgueres de mão artesanal, tapas e petiscos, sushi, marisco, peixe, pão alentejano cozido em forno de lenha, sumos, crepes e gelados.

Diversidade não vai faltar à mesa dos 12 espaços de restauração instalados no Mercado da Romeira, uma infraestrutura à beira Tejo, na Cova da Piedade, que foi alvo de uma intervenção com vista a tornar-se uma nova centralidade gastronómica.

O espaço já foi casa integrada numa propriedade com 300 hectares (Quinta Real do Alfeite) onde o Rei D. Carlos I caçava e a Rainha D. Amélia ia a banhos. Agora, este verão de 2018, o Mercado da Romeira é de oferta democrática, onde não vão faltam os hambúrgueres de mão artesanal, tapas e petiscos, sushi, marisco, peixe, pão alentejano cozido em forno de lenha, sumos, crepes e gelados.

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