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Operação de elevação do submarino Barracuda | Cacilhas

Marinha Portuguesa
Publicado em 18 de nov de 2017

Esta operação de elevação visa tornar o submarino Barracuda mais visível e, ao mesmo tempo, facilitar o seu acesso, a partir do exterior, tendo em conta a criação do futuro núcleo museológico do Museu de Marinha em Cacilhas, fruto de um protocolo, assinado a 19 de dezembro de 2011, entre o Município de Almada e a Marinha Portuguesa.

Câmara do Seixal diz que demora na construção do hospital é injusta para a população

O presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, afirmou hoje que “não é justo para a população do concelho e da região que o processo de construção do Hospital no Seixal se mantenha cativo ano após ano”.


“Este equipamento tinha dez milhões de euros inscritos no Orçamento de Estado para 2017 e nem um cêntimo avançou”, diz Joaquim Santos em comunicado divulgado pela autarquia, na sequência das declarações proferidas hoje pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, sobre o hospital do Seixal.

O ministro das Finanças, que falava na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, onde foi ouvido sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018), disse que, “até ao final do mês”, vai “dar início à primeira fase formal do investimento no Hospital do Seixal”, mas reconheceu que o impacto orçamental será “na sua esmagadora maioria” em 2019.

No comunicado divulgado pela Câmara do Seixal, o presidente do município salienta que “a necessidade da construção de um hospital no Seixal é por todos reconhecida” e recorda o acordo assinado em agosto de 2009, entre a Câmara Municipal e o Ministério da Saúde, para a construção do novo hospital, que deveria estar em funcionamento desde 2012.

“A autarquia irá contactar o senhor ministro da Saúde para perceber o que efetivamente se passa e, uma vez mais, continuar a reivindicar o cumprimento do protocolo estabelecido com o Ministério da Saúde que, no nosso entender, é vital para dar resposta às necessidades de saúde da população”, refere Joaquim Santos.

O hospital do Seixal, com um investimento previsto de 60 milhões de euros, deverá ser construído em terreno do Estado, no Fogueteiro, na Amora.

A Câmara do Seixal deverá conceder a isenção do pagamento de taxas municipais e assegurar a construção de acessos e infraestruturas, num valor próximo dos dois milhões de euros.

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Barreiro – Lisbon South Bay Promove Portugal Connection Event

Os concelhos de Almada Barreiro e Seixal estiveram em destaque, assim como os ativos da Baía do Tejo nestes territórios. Foram dados a conhecer de forma diferenciada, em função dos targets de cada um dos eventos desenvolvidos nesta iniciativa, os Parques Empresariais do Barreiro e do Seixal e o projeto Cidade da Água em Almada.

Organizado pela Câmara de Comércio Portugal Holanda e com o envolvimento direto do corpo diplomático português, decorreu em Amsterdão o Portugal Conection Event com o objetivo de dar a conhecer os territórios Lisbon South Bay e as oportunidades de investimento que os mesmos oferecem.
Os concelhos de Almada Barreiro e Seixal estiveram em destaque, assim como os ativos da Baía do Tejo nestes territórios. Foram dados a conhecer de forma diferenciada, em função dos targets de cada um dos eventos desenvolvidos nesta iniciativa, os Parques Empresariais do Barreiro e do Seixal e o projeto Cidade da Água em Almada.
As apresentações mais formais e com conteúdos a atender às especificidades técnicas dos ativos promovidos e das tipologias de investimento que os mesmos estão aptos para acolher decorreram no evento Investors Afternnon Amsterdam. Este momento destinou-se a empresas Holandesas com interesse em Portugal e juntou também quadros de empresas portuguesas sediadas na Holanda.
Este último target foi considerado relevante nesta iniciativa. Os quadros portugueses e os representantes das instituições nacionais representadas no evento passaram a conhecer os ativos e os territórios que preenchem a margem esquerda do Tejo frente a Lisboa. Estão agora munidos de informação que lhes permite serem embaixadores destes territórios e das suas mais-valias junto das suas organizações e de todas as outras entidades com as quais mantêm relações
Para além da participação de todo o Conselho de Administração da Baía do Tejo, marcaram presença a Embaixadora Portuguesa em Amsterdão, Rosa Batoréu, que esteve na sessão de abertura do evento, e o representante da AICEP em Haia, Miguel Porfírio.

A iniciativa contou ainda com um momento mais informal, mas que despertou muito interesse junto do setor empresarial desta cidade holandesa e da comunidade académica deste país, o Portuguese Connection Amsterdam.
Tratou-se de uma sessão de Informal Networking com mais de 50 representantes de entidades diversas que, assim, conheceram melhor a realidade portuguesa neste momento e puderam estreitar relações entre si.
Muito apreciados por todos foram ainda as sessões de Experience Design, cujos conteúdos pretenderam dar a todos ferramentas de “Como melhorar a experiência do cliente” e de Visual Thinking, técnicas que, aplicadas à comunicação empresarial, permitem passar melhor as ideias e facilitar o relacionamento profissional entre entidades.
Esta ação de promoção agora realizada em Amsterdão decorreu na sequência de uma visita aos ativos da Baía do Tejo nos territórios Lisbon South Bay pelos responsáveis da Câmara de Comércio Portugal Holanda, altura em que as afinidades e a manifestação de interesse crescente que o mercado holandês em Portugal foi identificado.

Os ativos Lisbon South Bay, enquanto territórios de excelência e de elevado potencial, junto de uma das mais efervescentes capitais da Europa: Lisboa, realizaram na Holanda mais uma iniciativa premium com o objetivo de sinalizar os territórios e de lhes dar um maior nível de reconhecimento e notoriedade.

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Estudos sobre Hospital do Seixal lançados este mês mas impacto da construção recai em 2019

Lusa 14-11-2017

O ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou hoje que “até ao final do mês” vai “dar início à primeira fase formal do investimento no Hospital do Seixal”, de estudos, e o impacto orçamental será “na sua esmagadora maioria” em 2019. “Vamos nas próximas semanas, até ao final do mês, dar início à primeira fase formal deste processo, que é a concretização de projetos e estudos e a adjudicação da fiscalização de todo o processo” relativamente ao Hospital do Seixal, disse Mário Centeno na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa onde está a ser ouvido a propósito da proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018). O governante explicou que “o investimento no Hospital do Seixal vai ser definido a partir desses estudos” e que o impacto orçamental deste investimento “decorrerá na sua esmagadora maioria em 2019”, referindo que, segundo o planeamento atual, este hospital “estaria terminado no início de 2020”.

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CDU Almada comunicado sobre a distribuição dos pelouros

11 de Novembro 2017

NOTA DE IMPRENSA

CDU continuará a defender os interesses dos Almadenses e o desenvolvimento de Almada na Câmara Municipal

A CDU Almada reafirma publicamente a manutenção integral do seu compromisso com o desenvolvimento do nosso Concelho e com os Cidadãos de Almada, e prosseguirá na sua ação a intransigente defesa dos interesses, direitos e ambições de progresso e bem-estar de todos os Almadenses.

Ainda que arredados de responsabilidades de gestão na Câmara Municipal de Almada, os eleitos pela CDU intervirão permanentemente pelas vias que a vida democrática coloca à sua disposição nos órgãos municipais e em todos os momentos julgados adequados no sentido da salvaguarda dos inalienáveis direitos dos cidadãos do nosso Concelho.

Sobre o conteúdo do Despacho nº 11/2017-2021, assinado com data do passado dia 3 de novembro de 2017 pela Presidente da Câmara Municipal de Almada, através do qual é determinada a distribuição de pelouros e responsabilidades de gestão na Câmara Municipal para o mandato de 2017-2021, e sobre as decisões tomadas pela Câmara Municipal na sua primeira reunião, a CDU Almada entende destacar duas notas.

A primeira prende-se com o peso que a decisão do PS de atribuir ao PSD, no quadro da distribuição de pelouros e responsabilidades, cargos de gestão e responsabilidades em áreas tão importantes como a Energia, Clima, Ambiente, Espaços Verdes e Parques Urbanos, Rede Viária, Manutenção e Logística, e Transportes, para os quais a CDU entende que o PSD não dispõe de expressão política e apoio eleitoral que as justifique.

A segunda nota prende-se com a composição do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, cuja proposta foi aprovada na primeira reunião da Câmara Municipal, com o voto favorável da Presidente e vereadores eleitos pelo PS e pelo PSD, com o voto contra dos vereadores eleitos pela CDU e com a abstenção da vereadora eleita pelo BE, o qual será integrado por dois eleitos pelo Partido Socialista, incluindo a própria Presidente da Câmara Municipal, e um eleito pelo Partido Social Democrata.

Esta composição política do Conselho de Administração dos SMAS suscita à CDU as mais sérias reservas quanto à garantia do prosseguimento de uma política de afirmação e defesa intransigente de uma gestão pública e municipal da água enquanto bem essencial e de primeira necessidade das populações.

Sendo públicas as posições claramente assumidas pelo PSD relativamente às intenções de privatização da gestão deste bem essencial, assim como são igualmente públicas as incompreensíveis hesitações do PS neste domínio, as quais até ao momento não foram claramente eliminadas, a decisão tomada gera naturais e profundas preocupações relativamente à manutenção da gestão de excelência deste bem essencial à vida humana, garantida pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento em permanência ao longo da gestão da CDU.

O cenário desenhado a partir destas decisões de início de mandato, permite concluir que o caminho seguido pela força política vencedora – o PS – aliando-se à direita como expediente para garantir uma maioria de eleitos na gestão da Câmara Municipal que o Povo de Almada não quis, manifestamente, conferir-lhe, comporta um sério risco rutura com a gestão de rigor, excelência e solidez prosseguida em Almada pela CDU, que os almadenses bem conhecem e que se traduz num saldo francamente positivo no que respeita à melhoria das condições de vida de todos os Almadenses.

A Coordenadora Concelhia de Almada da CDU
Almada, 10 de Novembro de 2017

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Câmara e SMAS de Almada vão ser alvo de auditoria externa

11 de Novembro 2017

A Câmara Municipal e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada vão ser alvo de uma auditoria, a realizar por uma entidade independente.

O executivo camarário, presidido por Inês de Medeiros, aprovou esta sexta-feira por unanimidade, em reunião extraordinária não pública, uma proposta apresentada pelos vereadores eleitos pelo PSD, Nuno Matias e Miguel Salvado, no sentido de que seja realizada uma auditoria financeira e de gestão à Câmara e aos SMAS por uma entidade independente.

Disso mesmo deu conta o vereador Nuno Matias, na rede social Facebook, frisando ainda que a bancada social-democrata apresentou duas outras propostas que passaram com igual sentido de voto.

“Gostava de transmitir a todos a minha satisfação de poder dizer que as três propostas dos vereadores do PSD na Câmara Municipal de Almada foram aprovadas depois de votadas por unanimidade”, escreveu o autarca do PSD, enumerando os títulos das referidas propostas.

Além da auditoria, Nuno Matias sublinhou, assim, que foram apresentadas e aprovadas por unanimidade as propostas para “lançamento de um Portal de Transparência Municipal para divulgação pública das despesas da Autarquia” e a “transmissão por vídeo online” das reuniões públicas do executivo camarário.

Recorde-se que a gestão socialista, de maioria relativa, alcançou estabilidade governativa à direita, num entendimento com os vereadores eleitos pelo PSD, Nuno Matias e Miguel Salvado, que aceitaram, respectivamente, pelouros a meio tempo e tempo inteiro. O primeiro (a meio tempo) ficou responsável pelos espaços verdes, ambiente e energia. O segundo (a tempo inteiro) tem a seu cargo a rede viária, logística e frota.

De resto, a presidente da Câmara Municipal, Inês de Medeiros, já admitiu publicamente que mantém a porta aberta para estabelecer pontes com a restante oposição.

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Bruno Vitorino reafirma que «quem ganha governa»

PSD ao aceitar pelouros reafirma disponibilidade para trabalhar pelo Barreiro


“Mas quem ganha sem maioria absoluta tem que dialogar. O PSD não é, nem nunca foi, adversário do Barreiro. Recusamos sempre políticas de terra queimada. Pretendemos sim trabalhar pelo concelho. Por isso sempre estivemos disponíveis para aceitar pelouros, desde que também sejam dadas condições para trabalhar nessas áreas”, afirma Bruno Vitorino.

O presidente do PSD Barreiro e vereador na Câmara Municipal, Bruno Vitorino, diz que os eleitos social-democratas “estão hoje, como sempre estiveram, disponíveis para trabalhar pelo Barreiro e para os barreirenses”.
Bruno Vitorino reafirma que “quem ganha governa”, respeitando os resultados eleitorais e a vontade dos barreirenses.
“Mas quem ganha sem maioria absoluta tem que dialogar. O PSD não é, nem nunca foi, adversário do Barreiro. Recusamos sempre políticas de terra queimada. Pretendemos sim trabalhar pelo concelho. Por isso sempre estivemos disponíveis para aceitar pelouros, desde que também sejam dadas condições para trabalhar nessas áreas”, afirma.
Contudo, garante que “não passa cheques em branco”, pois os mesmos que deram a maioria ao PS na autarquia, também votaram no PSD para estar no executivo a fiscalizar a atividade da Câmara Municipal.
“Estamos disponíveis para trabalhar, mas não deixaremos de ser uma oposição forte, mas construtiva, uma voz atenta aos problemas do Concelho”, sublinha.

Bruno Vitorino diz ainda querer clarificar que “não há acordos nem coligação, mas sim a procura de pontes, diálogo e entendimento”, dando como exemplo a disponibilidade do PSD para integrar os executivos das juntas de freguesias.
O social-democrata informa que se disponibilizou para trabalhar num conjunto de áreas para as quais entendia que o seu contributo ajudaria o concelho, como as atividades económicas, turismo, ação social, desporto, sustentabilidade ambiental, entre outras. “As áreas que aceitámos foram aquelas que o presidente da CMB entendeu propor, e que eu aceitei. Como sabem decorre da lei ser essa uma competência do presidente”.

Por último, Bruno Vitorino afirmou que não vai “deixar cair” aquilo que foram as suas propostas eleitorais. “Muitas destas propostas voltarão a ser apresentadas. Esperamos, em diálogo, que algumas possam vir a ser aceites. O PS ganhou, mas não teve maioria absoluta, por isso terá que dialogar. Nós estamos disponíveis para dialogar, por isso esperamos que o PS também esteja”.

Fonte – PSD

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Almada – Incêndios em autocarros da TST CDS-PP questiona regulador

10 de Novembro 2017


Os deputados do CDS-PP perguntam quantas ações de fiscalização à TST foram efetuadas pela AMT nos últimos dois anos e que avaliação foi feita acerca do respeito pelo contrato de concessão, se a AMT tem conhecimento de que os autocarros da empresa TST se têm incendiado e que diligências vão ser tomadas por parte da AMT no sentido de ultrapassar esta situação que coloca em causa a segurança dos passageiros.
Os deputados do CDS-PP Nuno Magalhães, Hélder Amaral e Pedro Mota Soares questionaram hoje a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) sobre incêndios em autocarros da TST – Transportes Sul do Tejo.

No Requerimento enviado ao regulador, os deputados do CDS-PP pergunta quantas ações de fiscalização à TST foram efetuadas pela AMT nos últimos dois anos e que avaliação foi feita acerca do respeito pelo contrato de concessão, se a AMT tem conhecimento de que os autocarros da empresa TST se têm incendiado e que diligências vão ser tomadas por parte da AMT no sentido de ultrapassar esta situação que coloca em causa a segurança dos passageiros.

Nos últimos meses têm ocorrido vários acidentes com autocarros de passageiros da empresa TST, que operam na margem sul, nomeadamente no concelho de Almada.
Nomeadamente, têm-se verificado incêndios nos veículos da TST, que consubstanciam um problema de extrema gravidade e colocam em causa a segurança dos passageiros, cada vez mais insatisfeitos com o serviço.

A AMT tem como funções, entre outras, a regulação e fiscalização do setor da mobilidade e dos transportes terrestres, bem como assegurar que os direitos e interesses da população, em matéria de mobilidade, transportes terrestres e infraestruturas rodoviárias, são cumpridos.

Neste âmbito, compete à AMT a supervisão dos contratos de concessão e subconcessão da infraestrutura rodoviária e, nomeadamente, a fiscalização do cumprimento das obrigações legais pelos operadores dos setores regulados de serviço público de transportes.

Fonte – CDS/PP

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Apreendidas 7 toneladas de peixe em Sesimbra

Pescado apreendido ia para a Figueira da Foz, onde seria vendido para fora do País.

No Porto de Sesimbra foram apreendidas mais de sete toneladas de peixe, na sexta-feira, segundo a Autoridade Marítima Nacional. A operação, desenvolvida pela Polícia Marítima de Setúbal, ocorreu em duas fases. A primeira apreensão ocorreu por volta das 10h30 da manhã, durante uma fiscalização a uma embarcação acabada de atracar. “Foi uma ação de rotina, não houve qualquer denúncia. Acabámos por detetar excesso de biqueirão, ultrapassando em mais de uma tonelada e meia o limite permitido por lei, que ronda os 3500 quilos (165 cabazes)”, disse ao Correio da Manhã Luís Lavrador, Capitão do Porto de Setúbal. A segunda apreensão aconteceu por volta das 19h00, quando foi verificado um camião de uma empresa de congelados que se encontrava a carregar pescado. “Houve uma suspeita por parte dos agentes, porque viram que estava a ser carregado muito peixe. Pediram aos elementos que operavam no camião as guias correspondentes ao pescado, que referiam 5340 quilos de biqueirão. Na verdade estavam a ser carregados 10 980 quilos deste peixe”, afirmou o comandante da Polícia Marítima. As sete toneladas de biqueirão apreendidas foram vendidas na lota de Sesimbra. O produto da venda, superior a onze mil euros, reverteu para os cofres do Estado. Sabe o CM que a maioria do pescado teria como destino a Figueira da Foz, onde um comprador estrangeiro o receberia e faria sair do País.

O biqueirão é um peixe muito associado à região da Andaluzia, em Espanha. É conhecido popularmente como ‘boquerone’. Uma das receitas mais populares é o biqueirão frito.

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Governo espera estudo até ao fim do ano para renovar frota da Transtejo e Soflusa

LUSA 8 de Novembro de 2017, 20:04

Objectivo da reestruturação é ter uma frota mais “homogénea, suficientemente grande” para ter navios de reserva, e que seja eficiente do ponto de vista ambiental.

Pedro Cunha

O Governo encomendou um estudo da viabilidade da renovação da frota das transportadoras fluviais Transtejo e da Soflusa, que deve estar pronto durante o próximo mês, revelou esta quarta-feira o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente.

José Mendes respondia a questões dos deputados acerca dos problemas verificados nas últimas semanas nestas duas empresas de transporte público de Lisboa, numa audição conjunta nas comissões do Orçamento e Finanças, de Economia, Inovação e Obras Públicas e de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, no âmbito da apreciação, na especialidade, da proposta de Orçamento do Estado para 2018.

“Sabemos que o problema de fundo tem a ver com a heterogeneidade e exiguidade da frota da Transtejo e da Soflusa. Essa é que é a questão. Significa que estamos a operar nalgumas linhas praticamente sem navios de reserva e, quando temos uma frota com uma idade média acima dos 20 anos, isso significa que há problemas que acontecem com uma certa frequência e, quando perdemos um navio de reserva, estamos bastante mais vulneráveis”, explicou o secretário de Estado.

José Mendes afirmou que “há uma solução estrutural” para esta realidade, que passa pela renovação da frota.

“Está em elaboração – espero obtê-lo até ao final do ano, é esse o calendário que está definido – um plano para a reestruturação da frota que nos traga duas ou três novas realidades que nos permitam viver de uma forma mais desafogada”, revelou.

O governante destacou ainda que os objectivos deste plano são “uma frota mais homogénea, suficientemente grande” para ter navios de reserva, e também eficiente do ponto de vista ambiental.

“Esperamos ter este estudo de viabilidade económico-financeira no próximo mês e, nessa altura, vamos ter de trabalhar” para uma solução nas duas empresas, realçou, acrescentando que esta solução “custará sempre umas dezenas de milhões de euros”.

José Mendes recusou ainda acusações de degradação do serviço dos transportes públicos em Lisboa e no Porto, salientando que, entre Janeiro e Setembro deste ano, quando comparados com o período homólogo do ano passado, a procura do Metro de Lisboa cresceu 6,3%, no Metro do Porto 4,8%, na STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto) 5,5% e na Transtejo e Soflusa 4,2%.

A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão a Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e a capital.

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