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Inês de Medeiros vai salvar festa de Almada

21 de Maio 2018
Ana Maria Ribeiro

Festival Internacional de Teatro perdeu 25% do apoio que teve do Estado em 2017.

As palavras de indignação da presidente [da Câmara Municipal de Almada] são naturais, pois o Festival Internacional de Teatro de Almada é um evento de nível internacional e um corte de 25% no seu orçamento coloca em perigo a sua realização”, diz Rodrigo Francisco. O diretor da Companhia de Teatro de Almada – e do festival que o grupo organiza anualmente desde 1984 – reagia assim às declarações de Inês de Medeiros que, em entrevista à Lusa, disse ser “uma inconsciência absoluta” e uma “falta de noção” os cortes de financiamento da Direção-Geral das Artes (DGArtes) à companhia. “Estamos a falar do grande evento teatral do País”, acrescentou a autarca. A Companhia de Teatro de Almada viu este ano o seu apoio anual ser reduzido em 110 mil euros (para um total de 312 mil euros), o que Rodrigo Francisco considera “lamentável”, mas espera que venha a ser revisto nos próximos anos. “Os próprios responsáveis políticos já vieram dizer que o regulamento da DGArtes não é bom e tem de ser alterado”, lembra ele, que agora deposita esperanças no apoio da autarquia. “Em reunião de câmara, a presidente já disse que a festa não pode acabar. Acredito que não vai deixar cair o festival.”

PORMENORES

O pai foi Joaquim Benite

Foi Joaquim Benite, antigo diretor da Companhia de Teatro de Almada, quem teve a ideia de criar um festival internacional no nosso país que pudesse ombrear com o histórico Festival de Avignon, em França. A festa de Almada é o festival de teatro mais importante do País.

Os melhores já cá vieram

Ao longo de 33 anos (este ano fará 34), o Festival Internacional de Teatro de Almada recebeu alguns dos criadores teatrais (e não só) mais importantes da cena mundial. Casos de Peter Brook, Peter Stein, Bruno Ganz e Bernard Sobel.

Ler mais em: ::::> Correio da Manhã

Almada Ação de limpeza florestal em terreno municipal

15 de Maio 2018
Proteção Civil CMA

O Município de Almada dá o exemplo através da limpeza e gestão de combustíveis florestais numa parcela de terreno municipal, na Charneca de Caparica. É uma intervenção que decorre no âmbito do Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios.

Os trabalhos de limpeza tiveram início esta quarta-feira, 15 de maio, envolvendo vários serviços da Câmara Municipal de Almada (CMA), dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada e os Bombeiros Voluntários de Cacilhas.

A intervenção, realizada numa parcela de terreno municipal, próximo de edificações e via rodoviária, localizada junto à Rua de São Macário, na freguesia da Charneca de Caparica, consiste na desmatação, desrama e abate de arvoredo, de acordo com os critérios de segurança, legalmente definidos, e retirada de sobrantes.

Esta é uma ação que decorre no âmbito do Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios e que visa promover também as boas práticas no espaço público comum.

A presidente da CMA, Inês de Medeiros, juntamente com as vereadoras Francisca Parreira, Teodolinda Silveira e vereador Miguel Salvado, e o presidente da União de Freguesias de Charneca de Caparica e Sobreda, Pedro Matias, acompanharam, durante a manhã, o decorrer dos trabalhos.

Denuncie abandono de monos e depósito de entulhos ilegais

Ao avançar com esta ação de limpeza florestal, a CMA conta também com a colaboração de todos os munícipes.

Nos casos em que se verifiquem o abandono de monos domésticos e/ou despejos de entulhos ilegais, os serviços municipais solicitam que seja feito o alerta através da Linha Verde Almada Limpa ou da aplicação Almada Mais Perto.

Linha Verde Almada Limpa
800 206 017
Aplicação Almada Mais Perto
www.m-almada.pt/almadamaisperto

Alcochete – Sporting. Ataque à equipa foi planeado previamente

18 de Maio 2018

O Ministério Público defende a prisão preventiva para os 23 suspeitos por haver risco de continuarem a atividade criminosa


O Ministério Público (MP) alegou em tribunal que os 23 detidos pelas agressões na Academia do Sporting, em Alcochete, agiram de acordo com um plano previamente combinado para intimidar e agredir os jogadores e elementos da equipa técnica da equipa principal do clube leonino. Segundo a descrição da procuradora do MP, depois de ter ouvido os testemunhos das vítimas, este “bando” atuou com um “forte sentimento de impunidade, demonstrando uma personalidade desviante do direito”.

O grupo detido – que constitui menos de metade dos cerca de 50 que invadiram o centro de treinos – estava ainda a ser ouvido em tribunal à hora do fecho desta edição e ainda não eram conhecidas as medidas de coação. No entanto, a magistrada do MP não tem dúvidas de que essas medidas terão que ser mais graves do que o Termo de Identidade e Residências. Isto porque, no seu entender, estão verificados os pressupostos para a prisão preventiva: perturbação do inquérito (nomeadamente para a conservação da prova já produzida); perigo de continuação da atividade criminosa; perigo de perturbação da ordem e tranquilidade pública.

“Vocês são uns filhos da puta, cabrões. Vocês são um monte de merda. Vamos-vos matar! Vocês estão fodidos! Vamos-vos arrebentar a boca toda” Não ganhem o jogo no domingo que vocês vão ver”, foram algumas das ameaças ouvidas que os jogadores e dirigentes transmitiram ao MP. De acordo com os relatos, os arguidos já iam munidos de tochas, que arremessaram para o recinto logo que chegaram, causando logo queimaduras a um elemento da equipa técnica.

Agrediram depois violentamente vários jogadores e outras pessoas presentes. O treinador Jorge Jesus foi atingido com um cinto na cara e pontapeado em diversas partes do seu corpo. Segundo ainda a descrição do MP, depois de terem cumprido o seu objetivo premeditado, o “bando” colocou-se em fuga apeada. Nesta altura, a GNR já tinha sido informada dos incidentes e estava a chegar à Academia.

Os arguidos estão indiciados por vários crimes, o mais grave dos quais de terrorismo. Este crime pode ser imputado, de acordo com a lei, sempre que “um agrupamento de duas ou mais pessoas, atuando concertadamente” ajam para “intimidar certas pessoas, grupos de pessoas ou a população em geral”, através de ameaças ou contra a sua integridade física.

Veja mais em ::::> Diário de Notícias

Quim Roscas & Zeca Estacionâncio em Almada dia 2 de Junho


“Com 2300 espetáculos, 126.000 km percorridos , 16 anos de muitas gargalhadas, Quim Roscas (João Paulo Rodrigues) & Zeca Estacionâncio (Pedro Alves) é a dupla de humoristas incontornável no panorama nacional.
A dupla já foi do norte ao sul do país, e vice-versa, mas dia 2 de Junho será a Academia Almadense a recebe-los, num espetáculo que de comédia, improviso e boa disposição – alguns dos ingredientes que têm feito a delícia de todos aqueles que os têm acompanhado durante esta longa jornada.
Quim Roscas & Zeca Estacionâncio propõem um espectáculo de 60 minutos, dos 16 aos 116 anos, com bom disposição e muito sentido de humor do princípio ao fim.
Com todos estes elementos à mistura, corpos seminus e chinelos com meias ( ou não ) o melhor mesmo é não perder, dia 02 de Junho em Almada!”

Local | Rua Capitão Leitão, nº64 2800-068 Almada
Preço do Bilhete | 11€ Plateia / 10€ Balcão
Limite de idade | maiores de 16 anos
Locais de venda | Academia Almadense ; Taverna Bobo da Corte ; através do telefone : 935205936

ALMADA – 140 Fuzileiros vão integrar força da NATO na Lituânia

2018-04-27

A força de fuzileiros que parte na próxima segunda-feira, faz parte de um quadro de Medidas de Tranquilização da NATO naquele território.


O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, vai estar presente na Base Naval de Lisboa (Alfeite) na próxima segunda-feira (30) onde vai presidir à cerimónia de entrega do Estandarte Nacional à Força de Fuzileiros que integra um contingente de 140 militares numa missão de Medidas de Tranquilização da NATO na Lituânia.

Esta é a primeira vez que uma força, tão significativa, integra uma formação de fuzileiros a operar num teatro Europeu.

veja mais em ::::> DIário do Distrito

MFA na Costa

Abel Pinto | 25 Abril, 2018

O Noticias da Gandaia esteve à conversa com João Andrade no número 3 da Rua Dr. Barros de Castro, na Costa da Caparica, onde em 5 de Dezembro de 1973, se deu um passo decisivo no rumo da liberdade.

O Sr.º João Andrade é filho do Sr.º Carlos Alberto Ferreira de Andrade e neto do Sr.º João Luz Ribeiro da Silva, proprietário da vivenda à data da reunião. O Sr.º João Luz, comerciante de brinquedos (dono da loja Benard no chiado), era um homem imbuído dos ideais Republicanos, sentindo por isso uma natural antipatia pela ditadura em que vivia; cedeu de bom grado a vivenda, sabendo o que se iria passar, impondo uma única condição: ignorar quem iria estar presente na reunião.

Este local foi escolhido por estar afastado dos “radares” da PIDE e devido à amizade entre o Sr.º Carlos Alberto Ferreira de Andrade e o capitão Vítor Alves.

Esta reunião marcou o ponto de “não retorno” do Movimento das Forças Armadas porque nela, e pela primeira vez na cronologia do MFA, participou um oficial superior, o coronel Vasco Gonçalves. Reuniu-se, pela primeira vez, a nova comissão coordenadora e executiva do MFA (que havia sido eleita na reunião anterior realizada em Óbidos em 1 de Dezembro) e, por razões operacionais, foi decidida a criação de várias subcomissões, nomeadamente: subcomissão de ligação aos outros ramos das Forças armadas, subcomissão de ligação na metrópole e ultramar aos camaradas do exército, subcomissão do estudo da situação, subcomissão de recolha de opinião e subcomissão de secretariado. Foi ainda eleita uma Direcção, formada por um elemento das três subcomissões fundamentais, que passou a assumir a responsabilidade das decisões a tomar em situações emergentes. A nova direcção ficou composta por: major Vítor Alves, major Otelo Saraiva de Carvalho e capitão Vasco Lourenço (que em 16 de Março de 1974 iria ser colocado, compulsivamente, nos Açores). A reunião foi realizada ao final do dia, tendo os participantes chegado individualmente e de forma espaçada, de modo a não levantar suspeitas, tendo, no final da reunião, deixado a casa da mesma forma. Além dos elementos da comissão coordenadora e executiva do MFA, estiveram também presentes alguns capitães do exército vindos da zona norte do país.

Ninguém da família do proprietário da vivenda esteve presente na casa, quando se realizou a reunião. No entanto, o Sr.º Carlos Alberto Ferreira de Andrade, amigo de infância do capitão Vítor Alves, no mesmo dia e à mesma hora, organizou um encontro de amigos na casa ao lado, numero 1 (propriedade de outro familiar), para que o movimento de pessoas encobrisse a reunião que se queria manter afastada de atenções inconvenientes.

Veja mais em :::> Notícias da Gandaia

Costa pede urgência no consenso para novo aeroporto internacional

23 Abril 2018

O primeiro-ministro pediu hoje urgente consenso político em torno do novo aeroporto internacional e defendeu que o turismo em Portugal tem ainda margem para crescer caso se reforce a diversificação da oferta.

António Costa falava na cerimónia de posse da recondução de Francisco Calheiros no cargo de presidente da direção da Confederação do Turismo de Portugal, que decorreu em Lisboa e em que também esteve presente o ex-líder do PSD e ex-chefe do Governo Pedro Passos Coelho.

“Importa concentrarmo-nos no futuro e recuperar o tempo perdido, assegurando rapidamente a solução duradoura, politicamente consensual, para dotarmos o país de um aeroporto internacional com a capacidade que o crescimento do tráfego aéreo necessariamente impõe”, defendeu o primeiro-ministro na parte final do seu discurso.

Antes de António Costa, já o presidente da Confederação do Turismo Português tinha colocado como questão de resolução urgente a abertura de um novo aeroporto.

Neste ponto, António Costa avisou mesmo que não se cansará de repetir “o quanto é absolutamente essencial para grandes investimentos públicos o país ser capaz de construir consensos políticos alargados”.

“Isto com a consciência de que cada decisão de fazer ou de não se fazer nunca será uma decisão cujos efeitos se esgotem na legislatura em que é tomada, mas que duradouramente se projeta para décadas e séculos posteriores”, sustentou.

Na perspetiva do primeiro-ministro, a solução base assumida pela ANA – Aeroportos de Portugal e pelo Estado Português em relação ao Montijo, distrito de Setúbal, “deve ser objeto de todos os estudos necessários para que não haja dúvidas, hesitações e se tomem as decisões que urge tomar”.

“Temos de recuperar tão rapidamente possível o tempo que estamos atrasados para dotar o país com um novo aeroporto internacional com a capacidade que Portugal carece”, completou.

Na sua intervenção, o primeiro-ministro mostrou-se também convicto que o turismo em Portugal tem ainda margem de crescimento caso se aposte na diversificação da oferta, designadamente na valorização do património cultural e das regiões do interior, bem como no turismo de congressos.

Nos últimos dois anos, de acordo com os dados citados pelo primeiro-ministro, houve 41 novos congressos internacionais em Portugal, o que “ajuda a quebrar o fator da sazonalidade” inerente a esta atividade.

Ainda no que respeita às questões relativas à acessibilidade, mencionadas no discurso anterior de Francisco Calheiros, o líder do executivo referiu-se à abertura nos últimos dois anos “de 104 novas rotas e operações no período de inverno”, bem como de “42 no período do verão”.

“Esta questão das acessibilidades, como é evidente, dá atualidade a novos desafios que se colocam ao país”, observou António Costa – aqui, outra vez numa alusão ao problema de o aeroporto de Lisboa ter atingido o limite de capacidade no ano passado.

Na sessão, estiveram também presentes os ministros da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, e do Trabalho e Segurança Social, Vieira da Silva, bem como o antigo ministro social-democrata José Luís Arnaut, que hoje tomou posse como membro da direção da Confederação do Turismo Português em representação da ANA – Aeroportos de Portugal.

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Seixal no Portugal Smart Cities

11 abr 2018

Smart Cities. “A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”

No meio do Atlântico, Ponta Delgada tenta transformar a periferia em centralidade. No meio da Península Ibérica, Portalegre chama a atenção para a ruralidade onde estão pessoas que querem fazer parte desse país rural. Na margem sul do Tejo, o Seixal procura resolver a distância que há por estar tão próximo de Lisboa. E em Viseu, querem-se carros a andar sozinhos. Os exemplos são vários e em comum têm todos uma coisa: são cidades que querem ser inteligentes e por isso, em vez de esperarem para ver o que lhes acontece, dedicam-se a inventar o futuro.

O que é uma cidade inteligente? As respostas podem ser muitas e raramente são objetivas. Uma cidade inteligente é um território capaz de se adaptar às mudanças — sociais, climáticas, económicas, tecnológicas —, fazendo uso da tecnologia, mas sobretudo da inovação. Albufeira, Ponta Delgada, Portalegre, Guimarães, Seixal e Viseu são seis exemplos de municípios empenhados no desenvolvimento de um território mais dinâmico e, por isso, mais inteligente. Até porque, atira Ricardo Costa, vereador da autarquia da cidade berço, “a melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”.

A inteligência urbana é capaz de “valorizar o poder local, que foi uma das maiores conquistas de Abril”, como diz Joaquim Santos, presidente da câmara do Seixal. Por isso, num evento dedicado à inteligência das cidades, nada melhor do que uma cimeira dos autarcas, para dar voz aos decisores políticos que estão mais próximos dos cidadãos.

Antes desta cimeira, no Centro de Congressos de Lisboa, houve uma volta a Portugal que pôs autarcas e técnicos municipais, empresas e universidades, a discutir o que é isso de cidade inteligente, a trocar ideias, a partilhar erros e falhanços e a aconselhar sucessos.

Veja mais em ::::> SAPO24

Kira no Hospital do Barreiro Está internado em Cardiologia

25 de Abril 2018

Segundo nota que recebemos, o artista plástico Kira, hoje, dia 25 de Abril, foi internado no Serviço de Cardiologia do Hospital do Barreiro.

Está é a única informação que recebemos acerca do estado de saúde do prestigiado artista plástico barreirense e colunista do jornal «Rostos». Expressamos os votos de rápidas melhoras.

Kira um nome que muito deu ao Barreiro, um homem cuja obra é inseparável das paisagens de Alburrica ao Tejo, assim como às suas tradições. O Barreiro e o Alentejo são dois elementos estéticos marcantes na sua imensa criatividade.

Hoje no Barreiro Debate sobre Aeroporto na Península de Setúbal Defensores das opções Campo de Tiro de Alcochete e Base Aérea 6 Montijo

. NA COOPERATIVA CULTURAL POPULAR BARREIRENSE, DIA 27 DE ABRIL – 21H00

A Cooperativa Cultural Popular Barreirense promove debate onde defensores das hipóteses: (Campo de Tiro de Alcochete / Base Aérea 6 Montijo) terão oportunidade de apresentar as virtualidades e fraquezas, as oportunidades e ameaças de cada uma delas, para um melhor esclarecimento de todos.

Aproximando-se o momento da decisão quanto à implantação de um Aeroporto na Península de Setúbal e tendo em conta as implicações que isso acarreta para a vida das populações da Região, principalmente para os residentes nos concelhos ribeirinhos da Margem Sul , nomeadamente do Barreiro, Moita, Montijo, Alcochete e Seixal, a Cooperativa Cultural Popular Barreirense convida todos os seus cooperadores e público em geral a participar neste debate, onde defensores das hipóteses: (Campo de Tiro de Alcochete / Base Aérea 6 Montijo) terão oportunidade de apresentar as virtualidades e fraquezas, as oportunidades e ameaças de cada uma delas, para um melhor esclarecimento de todos.

Serão nossos convidados o Eng. Carlos Matias Ramos (Presidente do LNEC à data do Estudo para Análise Comparada das Alternativas de Localização do NAL na OTA ou na CTA e ex Presidente da Ordem dos Engenheiros); Dra. Carla Graça (Vice-Presidenta da Associação ZERO); Victor Silveira (Piloto de Linha Aérea); Manuel Fernandes (cooperador) “As Ameaças de um Aeroporto na BA6 para as Comunidades Locais”.

Numa altura em que estará para breve a saída dos primeiros estudos sobre os impactos resultantes da possível escolha de construção do Aeroporto de Lisboa na Base Aérea 6 do Montijo, a que se seguirá uma consulta pública e no momento em que começamos a ouvir vozes alertando para a insuficiência ambiental e estrutural desses estudos, interessa contribuir para o esclarecimento do maior número de cidadãos no sentido de compreenderem as razões da escolha que se venha a efectuar, bem como as suas consequências, a fim de cada um poder tomar a sua decisão e comunicá-la de forma esclarecida. Neste sentido esperamos por si no dia 27 de Abril, na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, pelas 21h00.

COOPERATIVA CULTURAL POPULAR BARREIRENSE

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