MFA na Costa

Abel Pinto | 25 Abril, 2018

O Noticias da Gandaia esteve à conversa com João Andrade no número 3 da Rua Dr. Barros de Castro, na Costa da Caparica, onde em 5 de Dezembro de 1973, se deu um passo decisivo no rumo da liberdade.

O Sr.º João Andrade é filho do Sr.º Carlos Alberto Ferreira de Andrade e neto do Sr.º João Luz Ribeiro da Silva, proprietário da vivenda à data da reunião. O Sr.º João Luz, comerciante de brinquedos (dono da loja Benard no chiado), era um homem imbuído dos ideais Republicanos, sentindo por isso uma natural antipatia pela ditadura em que vivia; cedeu de bom grado a vivenda, sabendo o que se iria passar, impondo uma única condição: ignorar quem iria estar presente na reunião.

Este local foi escolhido por estar afastado dos “radares” da PIDE e devido à amizade entre o Sr.º Carlos Alberto Ferreira de Andrade e o capitão Vítor Alves.

Esta reunião marcou o ponto de “não retorno” do Movimento das Forças Armadas porque nela, e pela primeira vez na cronologia do MFA, participou um oficial superior, o coronel Vasco Gonçalves. Reuniu-se, pela primeira vez, a nova comissão coordenadora e executiva do MFA (que havia sido eleita na reunião anterior realizada em Óbidos em 1 de Dezembro) e, por razões operacionais, foi decidida a criação de várias subcomissões, nomeadamente: subcomissão de ligação aos outros ramos das Forças armadas, subcomissão de ligação na metrópole e ultramar aos camaradas do exército, subcomissão do estudo da situação, subcomissão de recolha de opinião e subcomissão de secretariado. Foi ainda eleita uma Direcção, formada por um elemento das três subcomissões fundamentais, que passou a assumir a responsabilidade das decisões a tomar em situações emergentes. A nova direcção ficou composta por: major Vítor Alves, major Otelo Saraiva de Carvalho e capitão Vasco Lourenço (que em 16 de Março de 1974 iria ser colocado, compulsivamente, nos Açores). A reunião foi realizada ao final do dia, tendo os participantes chegado individualmente e de forma espaçada, de modo a não levantar suspeitas, tendo, no final da reunião, deixado a casa da mesma forma. Além dos elementos da comissão coordenadora e executiva do MFA, estiveram também presentes alguns capitães do exército vindos da zona norte do país.

Ninguém da família do proprietário da vivenda esteve presente na casa, quando se realizou a reunião. No entanto, o Sr.º Carlos Alberto Ferreira de Andrade, amigo de infância do capitão Vítor Alves, no mesmo dia e à mesma hora, organizou um encontro de amigos na casa ao lado, numero 1 (propriedade de outro familiar), para que o movimento de pessoas encobrisse a reunião que se queria manter afastada de atenções inconvenientes.

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Costa pede urgência no consenso para novo aeroporto internacional

23 Abril 2018

O primeiro-ministro pediu hoje urgente consenso político em torno do novo aeroporto internacional e defendeu que o turismo em Portugal tem ainda margem para crescer caso se reforce a diversificação da oferta.

António Costa falava na cerimónia de posse da recondução de Francisco Calheiros no cargo de presidente da direção da Confederação do Turismo de Portugal, que decorreu em Lisboa e em que também esteve presente o ex-líder do PSD e ex-chefe do Governo Pedro Passos Coelho.

“Importa concentrarmo-nos no futuro e recuperar o tempo perdido, assegurando rapidamente a solução duradoura, politicamente consensual, para dotarmos o país de um aeroporto internacional com a capacidade que o crescimento do tráfego aéreo necessariamente impõe”, defendeu o primeiro-ministro na parte final do seu discurso.

Antes de António Costa, já o presidente da Confederação do Turismo Português tinha colocado como questão de resolução urgente a abertura de um novo aeroporto.

Neste ponto, António Costa avisou mesmo que não se cansará de repetir “o quanto é absolutamente essencial para grandes investimentos públicos o país ser capaz de construir consensos políticos alargados”.

“Isto com a consciência de que cada decisão de fazer ou de não se fazer nunca será uma decisão cujos efeitos se esgotem na legislatura em que é tomada, mas que duradouramente se projeta para décadas e séculos posteriores”, sustentou.

Na perspetiva do primeiro-ministro, a solução base assumida pela ANA – Aeroportos de Portugal e pelo Estado Português em relação ao Montijo, distrito de Setúbal, “deve ser objeto de todos os estudos necessários para que não haja dúvidas, hesitações e se tomem as decisões que urge tomar”.

“Temos de recuperar tão rapidamente possível o tempo que estamos atrasados para dotar o país com um novo aeroporto internacional com a capacidade que Portugal carece”, completou.

Na sua intervenção, o primeiro-ministro mostrou-se também convicto que o turismo em Portugal tem ainda margem de crescimento caso se aposte na diversificação da oferta, designadamente na valorização do património cultural e das regiões do interior, bem como no turismo de congressos.

Nos últimos dois anos, de acordo com os dados citados pelo primeiro-ministro, houve 41 novos congressos internacionais em Portugal, o que “ajuda a quebrar o fator da sazonalidade” inerente a esta atividade.

Ainda no que respeita às questões relativas à acessibilidade, mencionadas no discurso anterior de Francisco Calheiros, o líder do executivo referiu-se à abertura nos últimos dois anos “de 104 novas rotas e operações no período de inverno”, bem como de “42 no período do verão”.

“Esta questão das acessibilidades, como é evidente, dá atualidade a novos desafios que se colocam ao país”, observou António Costa – aqui, outra vez numa alusão ao problema de o aeroporto de Lisboa ter atingido o limite de capacidade no ano passado.

Na sessão, estiveram também presentes os ministros da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, e do Trabalho e Segurança Social, Vieira da Silva, bem como o antigo ministro social-democrata José Luís Arnaut, que hoje tomou posse como membro da direção da Confederação do Turismo Português em representação da ANA – Aeroportos de Portugal.

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Seixal no Portugal Smart Cities

11 abr 2018

Smart Cities. “A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”

No meio do Atlântico, Ponta Delgada tenta transformar a periferia em centralidade. No meio da Península Ibérica, Portalegre chama a atenção para a ruralidade onde estão pessoas que querem fazer parte desse país rural. Na margem sul do Tejo, o Seixal procura resolver a distância que há por estar tão próximo de Lisboa. E em Viseu, querem-se carros a andar sozinhos. Os exemplos são vários e em comum têm todos uma coisa: são cidades que querem ser inteligentes e por isso, em vez de esperarem para ver o que lhes acontece, dedicam-se a inventar o futuro.

O que é uma cidade inteligente? As respostas podem ser muitas e raramente são objetivas. Uma cidade inteligente é um território capaz de se adaptar às mudanças — sociais, climáticas, económicas, tecnológicas —, fazendo uso da tecnologia, mas sobretudo da inovação. Albufeira, Ponta Delgada, Portalegre, Guimarães, Seixal e Viseu são seis exemplos de municípios empenhados no desenvolvimento de um território mais dinâmico e, por isso, mais inteligente. Até porque, atira Ricardo Costa, vereador da autarquia da cidade berço, “a melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”.

A inteligência urbana é capaz de “valorizar o poder local, que foi uma das maiores conquistas de Abril”, como diz Joaquim Santos, presidente da câmara do Seixal. Por isso, num evento dedicado à inteligência das cidades, nada melhor do que uma cimeira dos autarcas, para dar voz aos decisores políticos que estão mais próximos dos cidadãos.

Antes desta cimeira, no Centro de Congressos de Lisboa, houve uma volta a Portugal que pôs autarcas e técnicos municipais, empresas e universidades, a discutir o que é isso de cidade inteligente, a trocar ideias, a partilhar erros e falhanços e a aconselhar sucessos.

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Kira no Hospital do Barreiro Está internado em Cardiologia

25 de Abril 2018

Segundo nota que recebemos, o artista plástico Kira, hoje, dia 25 de Abril, foi internado no Serviço de Cardiologia do Hospital do Barreiro.

Está é a única informação que recebemos acerca do estado de saúde do prestigiado artista plástico barreirense e colunista do jornal «Rostos». Expressamos os votos de rápidas melhoras.

Kira um nome que muito deu ao Barreiro, um homem cuja obra é inseparável das paisagens de Alburrica ao Tejo, assim como às suas tradições. O Barreiro e o Alentejo são dois elementos estéticos marcantes na sua imensa criatividade.

Hoje no Barreiro Debate sobre Aeroporto na Península de Setúbal Defensores das opções Campo de Tiro de Alcochete e Base Aérea 6 Montijo

. NA COOPERATIVA CULTURAL POPULAR BARREIRENSE, DIA 27 DE ABRIL – 21H00

A Cooperativa Cultural Popular Barreirense promove debate onde defensores das hipóteses: (Campo de Tiro de Alcochete / Base Aérea 6 Montijo) terão oportunidade de apresentar as virtualidades e fraquezas, as oportunidades e ameaças de cada uma delas, para um melhor esclarecimento de todos.

Aproximando-se o momento da decisão quanto à implantação de um Aeroporto na Península de Setúbal e tendo em conta as implicações que isso acarreta para a vida das populações da Região, principalmente para os residentes nos concelhos ribeirinhos da Margem Sul , nomeadamente do Barreiro, Moita, Montijo, Alcochete e Seixal, a Cooperativa Cultural Popular Barreirense convida todos os seus cooperadores e público em geral a participar neste debate, onde defensores das hipóteses: (Campo de Tiro de Alcochete / Base Aérea 6 Montijo) terão oportunidade de apresentar as virtualidades e fraquezas, as oportunidades e ameaças de cada uma delas, para um melhor esclarecimento de todos.

Serão nossos convidados o Eng. Carlos Matias Ramos (Presidente do LNEC à data do Estudo para Análise Comparada das Alternativas de Localização do NAL na OTA ou na CTA e ex Presidente da Ordem dos Engenheiros); Dra. Carla Graça (Vice-Presidenta da Associação ZERO); Victor Silveira (Piloto de Linha Aérea); Manuel Fernandes (cooperador) “As Ameaças de um Aeroporto na BA6 para as Comunidades Locais”.

Numa altura em que estará para breve a saída dos primeiros estudos sobre os impactos resultantes da possível escolha de construção do Aeroporto de Lisboa na Base Aérea 6 do Montijo, a que se seguirá uma consulta pública e no momento em que começamos a ouvir vozes alertando para a insuficiência ambiental e estrutural desses estudos, interessa contribuir para o esclarecimento do maior número de cidadãos no sentido de compreenderem as razões da escolha que se venha a efectuar, bem como as suas consequências, a fim de cada um poder tomar a sua decisão e comunicá-la de forma esclarecida. Neste sentido esperamos por si no dia 27 de Abril, na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, pelas 21h00.

COOPERATIVA CULTURAL POPULAR BARREIRENSE

Medina quer “mandar” nos transportes da Área Metropolitana de Lisboa

Festival VISÃO

22.04.2018 às 19h27
JOSE CARLOS CARVALHO

O Presidente da Câmara de Lisboa revela que o Governo vai responder até junho às pretensões da AML e da Área Metropolitana do Porto sobre a criação de um bilhete único intermodal. Inês de Medeiros defende que a Costa de Caparica seja um “resort de ecoturismo” para quem visita Almada

Longe vão os tempos em que Lisboa e Almada viviam, aparentemente, de costas voltadas. Esta tarde, no painel “Os dois lados do Tejo”, inserido no Visão Fest, que decorre no Capitólio, em Lisboa, os presidentes das duas autarquias, Fernando Medina e Inês de Medeiros, alinharam os discursos e defenderam que é preciso reforçar “a complementaridade” entre os concelhos, quer para servir melhor quem neles vive, quer para benefício de ambos no que respeita ao boom turístico que se verifica no País.

Para Inês de Medeiros, está na hora de “olharmos para o Rio Tejo não como um obstáculo”, mas como “o centro” da Área Metropolitana de Lisboa (AML), motivo que considera suficiente para que sejam revistas muitas questões na mobilidade e nos transportes, na habitação e no turismo, numa articulação feita entre 18 concelhos e não apenas de forma bilateral (Almada-Lisboa).

A autarca almadense entende que “o excesso de carros” na capital, criticado por Fernando Medina, poderia começar a resolver-se com a criação de “um passe intermodal para a AML, a um preço acessível”, assim como através do desenvolvimento do “transporte fluvial em todo o arco ribeirinho” dos concelhos da margem sul do Tejo.

Fernando Medina foi mais longe e, vestindo o fato de presidente da AML, adiantou no debate moderado pelo jornalista Filipe Luís, que em março, numa “cimeira” entre a AML, a Área Metropolitana do Porto e o Governo, foi proposta a transferência de competências do plano nacional para o intermunicipal.

“Nós queremos assumir as competências das questões da mobilidade e queremos assumir a propriedade ou co-propriedade das empresas de transportes de âmbito metropolitano. Queremos ser nós a mandar na forma como eles se organizam e queremos encontrar uma fórmula para que possamos ter transportes acessíveis”, afirmou o chefe do executivo da capital.

Quanto ao diálogo com o Governo de António Costa, Fernando Medina revelou que ficou estabelecido que haveria uma resposta “já no mês de junho acerca do caderno de encargos que a AML e a AMP apresentaram. E que propostas foram essas? Um “plano de investimentos relativamente aos transportes na Área Metropolitana”, a “passagem do poder de regulação e comando para a Área Metropolitana” e também a “criação de um fundo que permitisse reduzir os preços dos tarifários e criar um bilhete único para a AML”.

Inês de Medeiros, que subscreve a iniciativa, indicou ainda que também no capítulo do turismo será necessário reforçar a coordenação entre as duas cidades e que, além da reabilitação do Cais do Ginjal (Cacilhas) ou do plano de urbanização da Lisnave, o papel da Costa de Caparica terá de ser reforçado. Atendendo à dimensão das reservas florestais junto às praias, defendeu mesmo que “a Costa de Caparica tenha de ser vista como um resort de ecoturismo” e não como um objeto de turismo de massas, como até aqui tem acontecido – dado os seus 15 quilómetros de contínuo areal.

Já quando o debate foi aberto às questões da plateia, ambos voltaram a estar sintonizados na necessidade de haver uma decisão tão “rápida” quanto possível acerca da construção de um segundo aeroporto na grande Lisboa. Medina deixou, contudo, o reparo de que “o Montijo não é solução ideal para Lisboa”, ao passo que Medeiros salientou que a construção é “uma inevitabilidade”, seja no Montijo ou noutro local.


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Montijo – Ministro garante que novo aeroporto está “dentro do calendário previsto”

Por Lusa|20.04.18

Pedro Marques reafirmou que existe “um grande consenso” sobre a matéria.

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques – Lusa

O ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, disse esta sexta-feira que deverá receber na próxima semana o estudo sobre o impacto ambiental do novo aeroporto do Montijo, garantindo que o processo decorre “dentro do calendário previsto”. “Estamos para receber na próxima semana o estudo do impacto ambiental [sobre o novo aeroporto] e estamos já a negociar a proposta que a ANA Aeroportos apresentou ao Governo”, afirmou o ministro aos jornalistas, à saída de uma reunião da Concertação Social, em Lisboa, sobre o Programa Nacional de Reformas (PNR). Pedro Marques reafirmou que existe “um grande consenso” sobre a matéria, referindo que o Governo e o PSD já consideraram que o aeroporto no Montijo “é uma boa solução”. “Estamos dentro do calendário previsto no memorando assinado há um ano, o que significa que se tudo correr bem teremos o aeroporto pronto em 2021”, reforçou Pedro Marques. Sobre o tema da reunião da Concertação Social, o PNR, o ministro disse que, em reposta aos receios dos parceiros sociais manifestados durante o encontro, o governante afirmou “de forma clara” que o documento se articula com o Programa de Estabilidade (PE) mas que “não se subjuga” a este último. “É possível fazer reformas, implementar medidas que melhoram o crescimento económico e melhoram a sustentabilidade das contas públicas, mas a sustentabilidade das contas públicas também é muito importante para que o Governo continue a implementar medidas de política para melhorar, por exemplo, os rendimentos dos portugueses, portanto estes documentos complementam-se e não se subjugam um ao outro”, frisou o ministro. O presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Vieira Lopes, disse estar preocupado com as verbas para qualificação, uma vez que, segundo adiantou, não foi feito um balanço dos atuais fundos europeus “de uma forma correta” e por isso receia que “os erros” estejam a ser refletidos no acordo que o Governo firmou com o PSD esta semana sobre o próximo quadro. Para o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, o PNR é “positivo na globalidade”, salientando que há uma valorização do documento por integrar mais dois setores – habitação e prevenção e segurança do interior do país – mas defendeu que o documento do Governo deve ser melhorado. Já o líder da CGTP, Arménio Carlos, afirmou que o PNR é marcado por “uma insuficiência muito grande”, pois ao apostar na qualificação, não dá a importância devida à qualidade do emprego.

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Romaria a cavalo liga a Moita a Viana do Alentejo

Por Sofia Garcia|25.04.18

Romeiros e cavalos fizeram-se à estrada para uma jornada de quatro dias e 150 quilómetros.>/h3>

Romaria a cavalo liga a Moita a Viana do Alentejo – Rui Minderico

Centenas de romeiros partiram esta quarta-feira da Moita, no distrito de Setúbal, rumo a Viana do Alentejo, Évora, no âmbito da 18ª edição da Romaria a Cavalo Moita-Viana do Alentejo. Depois de abençoada a Nossa Senhora D’Aires, na igreja paroquial da Moita, romeiros e cavalos fizeram-se à estrada para uma jornada de quatro dias e 150 quilómetros. Os participantes chegarão a Viana do Alentejo ao final da tarde de sábado onde se juntarão em convívio e entregarão a figura da Nossa Senhora D’Aires, a quem pedem sorte e boas colheitas.

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45.º aniversário do PS em Almada

19.04.18

Costa define PS como a força do “equilíbrio” e do “diálogo” em Portugal

“Precisamos de dar força ao PS porque este campeonato ainda não chegou ao fim”, advertiu.

Costa define PS como a força do “equilíbrio” e do “diálogo” em Portugal Lusa

O secretário-geral socialista definiu esta quinta-feira o PS como o fator “de equilíbrio” e “diálogo” na sociedade portuguesa, num discurso em que elogiou o acordo sobre descentralização celebrado com o PSD e os avanços sociais alcançados à esquerda. Palavras proferidas por António Costa no jantar comemorativo do 45.º aniversário do PS em Almada, junto ao Cristo Rei, e que a organização afirma ter juntado cerca de 1.200 apoiantes socialistas. No seu discurso, o líder socialista sustentou que desde que o atual executivo iniciou funções, em novembro de 2015, teve como preocupação central adotar uma combinação de políticas de avanços sociais e de consolidação das finanças públicas. António Costa procurou sintetizar da seguinte forma qual a linha seguida pelo seu executivo: “Não dar um passo a mais para um lado que desequilibre o outro lado; não estender a mão mais para ali para depois ficarmos com um problema aqui”. “Temos de dar força ao PS, porque é o fator de equilíbrio, de diálogo, de consenso, de mobilização e de unidade do conjunto da sociedade portuguesa”, declarou, antes também de deixar um aviso aos militantes socialistas no sentido de evitarem uma atitude triunfalista. “Precisamos de dar força ao PS porque este campeonato ainda não chegou ao fim. Sabemos bem que ainda temos muito trabalho pela frente”, advertiu.

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Almada 25 de Abril 2018 (vídeo)

25/04/2018
Fórum Romeu Correia
Assembleia Municipal de Almada
Sessão comemorativa dos 44 anos do 25 de Abril
Praça do MFA
Desfile das Colectividades

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