«A Terra Treme» em Setúbal o exercício decorreu em todas as escolas

Um exercício testou esta manhã, em todas as escolas do concelho de Setúbal, procedimentos e medidas de autoproteção no caso da ocorrência de um sismo, no âmbito do Dia Internacional para a Redução de Catástrofes.


10h13. A terra treme em Portugal. O abalo sísmico interrompe a normalidade na EB n.º 12 das Amoreiras e há que adotar as medidas necessárias para que ninguém se magoe.

Toda a comunidade escolar ouviu o toque do alarme e resguarda-se debaixo das mesas, em posição fetal, com as mãos sobre a cabeça e conta até sessenta.

O exercício “A Terra Treme”, de âmbito nacional, conduzido localmente pelo Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros de Setúbal, consiste no treino, com a duração de um minuto, das três medidas básicas de autoproteção – baixar, proteger e aguardar – e dos procedimentos de evacuação em caso de ocorrência de catástrofe.

Em Setúbal, o exercício decorreu em todas as escolas, mas o teatro de operações foi montado na EB n.º 12 das Amoreiras e teve o acompanhamento do vereador da Proteção Civil, Carlos Rabaçal.

“É um exercício muito relevante, pois permite introduzir na rotina das crianças, numa situação de risco real, o comportamento adequado”, sublinha o autarca.

Após se resguardarem debaixo das mesas e contarem sessenta segundos, que é o tempo de duração, por norma, de um sismo, alunos, professores e auxiliares saem ordeiramente do edifício da escola para o ponto de encontro, no campo de jogos, enquanto a coordenadora do estabelecimento chama os meios de socorro.

“Há uma criança ‘ferida’, o Gonçalo, do 4.º ano. Já chamei a ambulância”, diz Maria Henriqueta Melão para uma auxiliar.

No campo de jogos, os professores fazem a chamada e verificam que estão presentes todos os alunos e que se encontram bem, exceto o Gonçalo, que aguarda a chegada do socorro. “Onde te magoaste?”, pergunta a auxiliar. “Dói-me a perna”, responde Gonçalo, compenetrado no papel de vítima.

Os meios de socorro da Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal chegam poucos minutos depois, com uma viatura de combate a incêndios e uma ambulância, e inteiram-se da situação.

“Estamos quase todos no exterior do edifício, exceto um menino, que está ferido, e uma auxiliar que está a acompanhá-lo”, dá conta a coordenadora da escola à equipa de bombeiros.

Gonçalo é retirado para o exterior. A perna é imobilizada, mas o menino tem de ser transportado ao hospital. É a única “vítima”. De resto, todos estão bem e não há danos materiais a registar. O exercício acaba e todos regressam ordeiramente às salas de aula.

“A rotina funcionou bem, em algumas turmas, noutras, nem tanto, mas há sempre aspetos a melhorar. A questão fundamental é as crianças perceberem qual o comportamento a adotar, porque podem não ter, no dia do acidente real, o professor ou o auxiliar em condições de os mobilizar. Cada criança tem de ser autónoma”, sublinha o vereador Carlos Rabaçal.

O autarca recorda que este exercício integra o planeamento global da Proteção Civil municipal, cujo trabalho garantiu, há um mês, a Setúbal o estatuto de Município Resiliente, atribuído pela ONU. “Estamos num patamar muito elevado em termos de planeamento e preparação, intervenção e recuperação.”

O exercício é repetido à tarde, às 15h00, nos estabelecimentos de ensino com horário duplo, como a EB n.º 12 das Amoreiras.

Esta é a quinta edição da iniciativa “A Terra Treme”, organizada pela Autoridade Nacional de Proteção Civil em conjunto com a Direção-Geral de Educação, a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e a Liga dos Bombeiros Portugueses, que visa capacitar a população para saber como agir antes, durante e depois de um sismo.

“A Terra Treme” coincide com o Dia Internacional para a Redução de Catástrofes, efeméride instituída em 1989 pelas Nações Unidas que, este ano, tem como tema central “Home Safe Home: Reducing Exposure, Reducing Displacement

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José Freitas desabafa sobre a SFUAP

13 de Outubro 2017

Esta é para os Amigos da SfUAP

Hoje pela manhã que pela primeira vez após a minha saída como técnico desta casa a onde estive quasi Meio Século,para assistir a aula de natação era minha mulher,fui surpreendido por um jovem nadador que chorava por ter que abandonar a sfuap,tinha pena de virar as costas as pessoas com quem conviveu durante estes anos todos que viveu neste convívio saudável da sfuap entre técnicos e nossos familiares
E, verdades que não estava a espera de assistir aquilo que nunca assisti durante os anos que por lá passei
Então o jovem,dizia que não pode continuar,porque não teem apoio da parte da Direcção,até que o próprio Presidente,disse numa reunião com os jovens quer a sfuap lhes estava a fazer um favor de fazerem uma prática desportiva( todos os praticantes pagam uma mensalidade e ainda os custos com deslocacacoes fora) Palavras que ficaram muito sentidas nos jovens,é cercada qQue a equipa está toda desmotivada na forma como este jovem promissor se desabafou com lágrimas nos olhos Como e de conhecimento geral uma grande parte dos jovens promessas da sfuap foram convidados pelo anterior técnico para representarem o Benfica Este e mais um que vai reforçar a equipa do clube encarnado que oferece melhores condições aos jovens promessas
Com a idade que tenho dedicada a uma modalidade com grande paixao,estava muito longe de assistir ao que assisti.

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Câmara do Seixal exige mais carreiras no transporte fluvial no Tejo

09 Outubro 2017

A Câmara do Seixal exigiu hoje um aumento diário do número de barcos a fazer a ligação entre a cidade e Lisboa, acusando a empresa responsável pelas ligações fluviais de “desinvestimento”, situação que considera “insutentável”.

O presidente da Câmara, Joaquim Santos, apanhou hoje um barco na cidade em direção a Lisboa, pelas 08:10, para demonstrar “a sua solidariedade para com a população” do concelho do distrito de Setúbal, anunciou o município, em comunicado.

De acordo com a autarquia, nos últimos tempos a população do Seixal “tem vindo a ver reduzido o número de carreiras diárias e, apesar de apresentar milhares de reclamações, não obtém qualquer resposta por parte da empresa”.

O atual executivo, em conjunto com o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, e vários elementos da Comissão de Utentes dos Transportes realizaram a viagem até à capital para demonstrar que “o transporte fluvial assume um papel de extrema importância na mobilidade das populações”.

As embarcações transportam cerca de 5 mil pessoas por dia para Lisboa, pelo que o município “reitera a sua solidariedade para com a população na reivindicação de mais carreiras, mais investimento nas frotas e ainda a criação de novas carreiras que possam ligar os concelhos ribeirinhos do Seixal, Almada, Barreiro e Montijo”.

Joaquim Santos referiu ainda, citado no comunicado, que “esta é uma situação insustentável, que prejudica diariamente a população, que paga um serviço do qual não usufrui”.

Desde 2011, acrescentou, já foram suprimidas 16 carreiras diárias e o desinvestimento da Transtejo e Soflusa – empresas de transporte público fluvial – na manutenção e reforço da frota tem-se vindo a acentuar.

As inúmeras supressões de carreiras por parte da Transtejo e Soflusa têm sido alvo de reclamações e protestos por parte da população, que tenta ver resolvida a situação.

O autarca lembrou que “apesar das várias reuniões e reivindicações da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em junho deste ano o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa”.

De acordo com o Plano de Mobilidade e Transportes Intermunicipal, apresentado recentemente, o transporte fluvial de Lisboa encontra-se em “4.º lugar no mundo em termos de volume de passageiros médio diário de sistemas fluviais metropolitanos, com o total de 74 236 passageiros por dia, só superado por Istambul (150 mil passageiros), Rio de Janeiro (106 mil passageiros) e Nova Iorque (75 mil passageiros)”, relembra a autarquia no comunicado.

Segundo o mesmo documento, só no Seixal são transportados 5.573 passageiros por dia, número que poderia ser superior se a oferta do número de carreiras fosse também superior”, ressalva.

A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e a capital.

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Bombeiros de Cacilhas resgatam cão dentro de poço

“Este fim de semana efectuámos o resgate de um pequeno cão, que tinha caído no interior de um poço. Felizmente foi retirado sem ferimentos e entregue à GNR, pois aparentemente não tinha dono.”


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SOFLUSA | Ministro penitencia-se mas defende que são “dores de cura”

11 de Outubro 2017

Caos na Soflusa motiva reacções de PSD, CDS e PCP, além da União de Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN que lembra também os constrangimentos na Transtejo. Actual situação é insustentável. Soflusa voltou a ter mais um navio (Cesário Verde) a funcionar desde as 17h00 de hoje

O ministro do Ambiente penitenciou-se hoje e reconheceu ser “muito constrangedor” a situação vivida pelos utentes da ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa, que viram a Soflusa suprimir várias carreiras durante as horas de ponta.

“Neste momento esta é uma dor de cura, pela qual nos penitenciamos, gostaria que assim não fosse, não vou dizer que é indiferente uma coisa destas, em situação alguma. É muito constrangedor o que está a acontecer, estamos todos muito constrangidos com isto. Apelamos à compreensão de todos, sobretudo, porque, repito, são dores de cura e a situação vai melhorar”, afirmou hoje João Pedro Matos Fernandes.

O ministro do Ambiente, que tutela os transportes urbanos, falava aos jornalistas à margem da sessão de lançamento do Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, na Culturgest, em Lisboa.

“Não tenham a mais pequena dúvida, que se não estivéssemos a fazer este esforço grande de investimento de dez milhões de euros na recuperação da frota dos navios da Transtejo e da Soflusa, os problemas seriam muitíssimo mais graves num tempo mais próximo”, frisou o governante.

Para o ministro do Ambiente, este processo de manutenção da frota é essencial para que, futuramente, a empresa possa cumprir os compromissos e os serviços assumidos.
“Isto são dores de cura, no sentido em que um conjunto alargado de navios está a ser reparado, alguns já foram, os outros dois que faltam estão agora a entrar em doca seca. Mas ficamos com um volume estável de seis navios que são o necessário para poder cumprir as nossas obrigações, incluindo em hora de ponta”, sublinhou Matos Fernandes.

Segundo o ministro do Ambiente, chegou-se a este ponto devido ao “desinvestimento continuado” em manutenção das frotas levado a cabo pelo anterior Governo, designadamente ao nível do transporte fluvial. O governante deixou, contudo, uma garantia. “O que dissemos em Maio ou Junho foi que a estabilidade da operação iria acontecer em 2018, e isso está assegurado, com a certeza de que estes navios quando têm de ser reparados e têm de ir para uma doca seca, têm de facto, às vezes, de ficar alguns meses em estaleiro para poder ser reparados”, explicou.

Reforço da ligação após caos

A ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa passou a contar, desde a tarde de hoje, com o serviço de mais um navio da Soflusa. Num curto comunicado de Imprensa, a empresa anunciou que já tem mais uma embarcação a efectuar carreiras fluviais desde as 17h00 de hoje.

“A Soflusa, S.A. informa que a sua frota será reforçada a partir das 17h00, de hoje, com o navio “Cesário Verde”, pode ler-se no comunicado enviado pela empresa.

Recorde-se que ontem, a Soflusa já havia emitido um outro comunicado a apelar para que os utentes evitassem as carreiras entre as 8 e as 9h00, depois de terem sido verificados alguns ferimentos em passageiros, na altura do embarque no cais do Barreiro. Uma mulher desmaiou, outros passageiros ficaram magoados e vários sentiram-se mal, quando muitos forçaram a entrada na zona de embarque.

A Soflusa é a empresa responsável pelas ligações entre o Barreiro e Lisboa, enquanto a Transtejo faz as ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com a capital.

PSD quer que empresa devolva dinheiro dos passes

Entretanto, hoje, também através de comunicados de Imprensa, PSD, CDS e PCP destacaram a situação que tem estado a afectar a mobilidade entre as duas margens.

Bruno Vitorino, deputado social-democrata eleito pelo círculo de Setúbal, classificou de “inqualificável e vergonhosa” a situação, devido à anulação de carreiras por parte da Soflusa, considerando que os utentes devem receber o dinheiro do passe de volta.

“Todos sabem que é impensável fazer este serviço com apenas quatro navios. É inconcebível que a empresa e o Governo deixem chegar a situação a este ponto. Já era mau para os utentes a supressão de carreiras em hora de ponta decididas pela administração, ao que agora se junta este problema”, refere em nota de Imprensa.

Para o social-democrata, os utentes deste serviço estão a ser “gravemente prejudicados”, tendo em conta que são “supressões atrás de supressões”.

“Neste momento, são muitos os problemas que esta situação causa aos milhares de pessoas que têm que chegar a horas aos seus empregos e às aulas”, lembrou.

CDS sem resposta da tutela

Já os deputados do CDS-PP Nuno Magalhães, Álvaro Castello-Branco e Hélder Amaral querem saber que medidas estão a ser tomadas pelo Ministério do Ambiente para, com urgência, resolver a situação da Soflusa. Em comunicado, os centristas recordam que questionaram o Ministro do Ambiente sobre “se é verdade que a supressão de carreiras se deve a atrasos nas renovações dos Certificados de Navegabilidade dos navios, e, se sim, que medidas estão a ser tomadas para renovar os referidos certificados”. Além disso, perguntaram ainda “para quando está prevista a concretização do investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios das operadoras Transtejo e Soflusa”.
“Já em Março último, o Grupo Parlamentar do CDS-PP questionou o Ministro do Ambiente sobre a degradação do serviço fluvial, prestado pela Transtejo/Soflusa, entre o Barreiro e o Terreiro do Paço/Lisboa, questionando que medidas estavam, então, a ser tomadas para resolver os problemas que afectam este serviço, prejudicando diariamente milhares de utentes. Até à data de hoje, não houve qualquer resposta por parte da tutela”, concluem.

PCP pede audiência ao ministro

Por seu lado o PCP, através do deputado Bruno Dias, adiantou em comunicado que solicitou uma “audição do Ministro do Ambiente e do Conselho de Administração da Transtejo/Soflusa”, relativamente à situação. Os comunistas lembram que importa também registar que “em todo o serviço de transporte fluvial, não só da Soflusa como também da Transtejo (com as ligações de Lisboa a Cacilhas, Trafaria, Seixal e Montijo) se registam problemas graves, desde logo na operacionalidade da frota, mas inclusive de falta de pessoal, com supressões de serviços na empresa”

“O problema da falta de meios e condições de operacionalidade nos transportes públicos tem sido suscitado pelo PCP de forma reiterada, e o quadro de enorme gravidade nestas empresas em concreto foi especificamente abordado, quer na anterior quer na actual legislatura. A situação que actualmente se verifica exige uma abordagem urgente na Assembleia da República”, sublinha o PCP a concluir.

Sindicatos de Setúbal também querem navios em Montijo e Seixal

A União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN também emitiu hoje um comunicado. Os sindicalistas esperam que “entrem ao serviço no mais curto espaço de tempo duas embarcações da Transtejo, uma de reserva para o Seixal e outra para o Montijo, de forma a não causar mais problemas aos utentes e trabalhadores”.

“Tal como sempre afirmámos, é necessário manter com regularidade os serviços de manutenção para as pequenas avarias, reforçando os serviços com mais trabalhadores, de forma a prevenir a avaria e não proceder ao arranjo só em último caso”, afirmam, salientando que na Soflusa “é necessário repor as seis embarcações no mais curto espaço de tempo, de forma a não existirem mais sobressaltos no serviço público, nem supressão de carreiras”.

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Setúbal / Barreiro -PSD considera «inqualificável e vergonhosa» situação da Soflusa e quer devolução do dinheiro dos passes aos utentes

O deputado do PSD do distrito de Setúbal, Bruno Vitorino, classifica de “inqualificável e vergonhoso” o que se está a passar nas horas de ponta na travessia Barreiro-Lisboa devido à anulação de carreiras por parte da Soflusa, considerando que os utentes devem receber o dinheiro do passe de volta.

“Todos sabem que é impensável fazer este serviço com apenas quatro navios. É inconcebível que a empresa e o governo deixem chegar a situação a este ponto. Já era mau para os utentes a supressão de carreiras em hora de ponta decididas pela administração, ao que agora se junta este problema”, refere.

Para o social-democrata, os utentes deste serviço estão a ser “gravemente prejudicados, tendo em conta que são “supressões atrás de supressões”.

“Neste momento, são muitos os problemas que esta situação causa aos milhares de pessoas que têm que chegar a horas aos seus emprego e às aulas”, acrescenta.

Bruno Vitorino mostra-se ainda incrédulo por a empresa apelar aos utentes que não viajem entre as 08:00h e as 09:00h, “como se os trabalhadores ou estudantes pudessem alterar os horários do trabalho ou das aulas”.

“É uma falta de respeito pelas pessoas, ainda para mais quando não são criadas redes de transporte alternativo. O utente paga o passe, sem poder usufruir do serviço”, sublinha

O deputado do PSD diz ainda ser “inaceitável” que o Governo, uma vez que se trata de uma empresa do estado, está “impávido e sereno” a assistir a esta situação sem na prática nada fazer.

“Como já se percebeu, os anúncios de milhões para a reparação de embarcações das Transtejo/Soflusa, feitas três meses antes do ato eleitoral autárquico pelo primeiro-ministro António Costa, não passaram de meras promessas para atirar areias aos olhos da pessoas, como se comprova”, acrescenta.

Bruno Vitorino exige que o governo resolva esta situação o mais rapidamente possível, pois “o tempo passa e os problemas agudizam-se”, relembrando que António Costa já governa há dois anos”, conclui.

Fonte – PSD

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Mais de 500 nadaram na baía de Sesimbra

Travessia da Baía realiza-se desde 1946 e atrai centenas de pessoas à vila.

Os 17 graus da água da praia da Califórnia não foram suficientes para afugentar os mais de 500 inscritos na Travessia da Baía de Sesimbra a nado. Entre federados e amadores, o espírito era de entrega. “A única dificuldade será o frio, mas estamos cá para isso”, explicou André Varanda, que fez a prova pela primeira vez. Há 12 anos a repetir a prova e com bom conhecimento do percurso e das águas de Sesimbra, João Pereira tem vindo a superar recordes pessoais. “O melhor tempo que fiz foi 24 minutos, este ano espero fazer à volta de 22 minutos”, contou ao Correio da Manhã. Entre os profissionais destacou-se a presença de Simone Fragoso, nadadora paralímpica, que se preparou antecipadamente para a prova que tem aproximadamente 1500 metros. “Vim aqui com a minha mãe e o melhor tempo que fiz foi 38 minutos. Cheguei mais depressa à praia do Ouro a nado do que a minha mãe de carro”, contou ao CM. Este ano, o vencedor, Mário Bonança, do Sporting Clube de Portugal, concluiu a prova em apenas 17 minutos. A travessia de longa distância, organizada pela Câmara Municipal de Sesimbra em parceria com o Clube Naval de Sesimbra e a Federação Portuguesa de Natação, realiza-se desde 1946 e atrai centenas de pessoas todos os anos aos areais das praias de Sesimbra.

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Passageiros invadem terminal do Barreiro

Desespero levou utentes a forçar entrada nos barcos. Polícia interveio e INEM foi chamado.

A redução de carreiras na ligação fluvial Barreiro-Lisboa obrigou ontem à intervenção da PSP e da Polícia Marítima, depois de centenas de passageiros, em desespero por não conseguirem transporte, terem procurado forçar a entrada nos barcos.

“Foi uma grande confusão. As pessoas chegavam, o terminal estava cheio, começaram aos gritos, a partir portas, queriam bater aos seguranças e à Polícia Marítima. Chegou a polícia de intervenção e as coisas acalmaram”, contou ao CM Andreia Gouveia, funcionária de um café do terminal do Barreiro. Segundo Marina Ferreira, administradora da Soflusa, o INEM teve de assistir duas mulheres e “parte da estação ficou destruída”. A responsável admitiu que a ligação fluvial “está limitada a quatro navios, em vez dos seis obrigatórios” porque dois encontram-se em reparação em Peniche. “O Damião de Góis e o Jorge de Sena estão a aguardar entrada em funcionamento”, disse, frisando que a empresa procura “mergulhadores certificados, que não há muitos, para verificar condições de navegabilidade”. Marina Ferreira espera solução “até final da semana”, mas para já pediu ajuda aos passageiros.

“Tentem organizar as deslocações para antes das 08h00 ou depois das 09h00, porque a essa hora vai com certeza haver falhas”, disse. A responsável atribui o problema à tentativa de recuperar os barcos após “as restrições financeiras dos últimos anos”. Marina Ferreira nota que também as ligações da Transtejo ao Seixal e Montijo “estão no limite”, com dois barcos cada, e a aguardar, “até final do mês”, o regresso de dois catamarãs em reparação.

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Faltam trabalhadores ao Arsenal do Alfeite

Comissão alerta para diminuição de pessoal com saídas para outros organismos.

Os trabalhadores do Arsenal do Alfeite estão preocupados com a diminuição de efetivos e com a demora na contratação de substitutos, situação agravada com o não funcionamento da escola de formação daquele estaleiro naval de Almada, que tem como principal cliente a Marinha. Segundo explicou ao CM a comissão de trabalhadores, a diminuição de pessoal qualificado tem origem em “saídas para outros organismos”. Em paralelo, há “demora na contratação” e “falha dramática na passagem do conhecimento profissional”. Dificuldades já transmitidas ao Ministério da Defesa e à Marinha. Foi solicitada, mas ainda não realizada, uma audiência com a secretaria de Estado do Tesouro e Finanças. Os trabalhadores alertam ainda para a “ausência de um quadro específico de carreiras” e o “congelamento de progressões e atualizações salariais desde 2009”. O estaleiro é 100% da Empordef, holding do Estado para as indústrias de defesa. Entre os trabalhos entregues encontra-se a construção de dois salva- -vidas para o Instituto de Socorros a Náufragos. Está programada a manutenção do submarino ‘Arpão’ e das fragatas Vasco da Gama, dependentes do prolongamento da doca. A obra já tem verba mas as Finanças não deram luz verde para o seu uso. Várias fontes ouvidas pelo CM dão como “solução ideal” a reintegração do Arsenal do Alfeite na Marinha, a quem pertenceu até 2009. A comissão de trabalhadores afirma não ter “parecer sobre o assunto”.

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Explosão de carro lança pânico na margem sul

Desmantelamento de carro GPL originou alarme.

Uma bilha de gás no interior de uma viatura que estava a ser desmantelada no Seixal provocou esta segunda-feira uma forte explosão, mas não causou vítimas, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal. “A explosão ocorreu na empresa Ecometais no concelho do Seixal, distrito de Setúbal. Tratou-se de uma bilha de gás que estava no interior de uma viatura que estava a ser desmantelada no local e que rebentou”, disse à Lusa fonte do CDOS.

Segundo a mesma fonte, a explosão não causou vítimas e apenas danificou a máquina que estava a operar no local. A explosão foi sentida em vários concelhos do distrito de Setúbal, como Seixal, Almada, Sesimbra, Moita, Almada ou Alcochete e causou apreensão por ser num local contíguo à Siderurgia Nacional. O alerta para a ocorrência foi dado pelas 21h49, tendo sido mobilizados para o local 18 operacionais, apoiados por seis viaturas.

Entretanto, tanto a Câmara e os bombeiros do Seixal utilizaram as redes sociais para esclarecer que a situação está controlada e para evitar ligar a pedir explicações, porque os serviços estão já congestionados. Nas redes sociais foram muitos os moradores do concelho que relataram o susto ao ouvir o estrondo. A explosão foi na Ecometais, mas não houve danos pessoais nem materiais e já está controlado. — Bombeiros M. Seixal (@BombeirosSeixal) 9 de outubro de 2017

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