Sul TV Almada 1986

Sul TV – uma ideia de 34 anos

Breve História

Em 1986 com o aparecimento das rádios locais e posterior legalização, pareceu-nos ter chegado o momento propicio para lançar um projecto de TV Local. A privatização da Televisão era um assunto mais complicado e ninguém sabia muito bem como viria a ser o padrão de Tv´s públicas e privadas. Aproveitando o vazio legal surgiram várias TV´s locais e mais tarde os chamados retransmissores instalados pelas Autarquias. Os avanços tecnológicos permitiram então a construção de emissores simples, que colocados em pontos estratégicos arrebatavam audiências de fazer inveja à Televisão Portuguesa (RTP canal 1 e 2). Depois de elaborarmos um projecto inicial e de reunido um enorme potencial humano, a Sul TV iniciou as suas emissões diárias ininterruptamente durante quatro meses e meio. O estúdio era na Cooperativa Almadense e a programação variada incluía entrevistas em directo, reportagens do exterior, programas para crianças, Music Box gravado via satélite e claro filmes, muitos filmes. Muito antes da RTP, já tínhamos emissões diárias com horário compreendido entre as 15h e as 2 da manhã, e chegámos a estar no ar 3 dias seguidos. Atingimos uma média diária de dez mil espectadores, muitos dos quais esperavam horas com o televisor ligado, só para ver o início da nossa emissão. Em Setembro de 1986, recebemos a visita da Direcção Geral de Telecomunicações que procedeu à apreensão do emissor. Na altura estávamos a emitir o filme Sanção e Dalila e simultaneamente gravava-mos em estúdio uma entrevista sobre o Cesário Verde. Respeitosamente solicitámos ao inspector da DGT autorização para avisar os nossos telespectadores que a emissão iria ser interrompida, mas nem ele nem os cerca de 50 polícias que cercavam as instalações concordaram com o nosso pedido. O emissor foi levado, mas não a nossa vontade, tanto mais que logo de seguida construímos um outro mais sofisticado e mudámos de local de emissão desta vez para uma casa junto ao Cristo Rei. Uma vez que o documento da apreensão do emissor referia que éramos uma estação não licenciada a emitir com programação própria, requeremos à Assembleia da Republica o nosso licenciamento e fomos recebidos pelo então Presidente da Comissão Parlamentar para a TV Privada, o deputado Abel Gomes de Almeida, que nos prometeu que o assunto iria ser estudado. Assim, apesar de termos um novo estúdio e um novo equipamento, não voltamos a emitir regularmente para não comprometer quem nos quisesse ajudar no Parlamento. A excepção foi para várias retransmissões que fizemos para Almada, das emissões que a Câmara Municipal do Seixal fazia na altura, disponibilizando canais de satélite. Embora sem emissões regulares, a nossa actividade continuou, com a criação do Centro Nova Informação, onde cerca de 30 Jovens diariamente recolhiam informação do distrito de Setúbal e disponibilizavam-na para os meios de comunicação social locais. Em 1988, apresentámos a um organismo de apoio a Empresas de Inovação com sede nas antigas instalações da Lisnave, um projecto de enviou e recepção de imagens via telefone. A Telepac e a comutação por pacotes tinha iniciado a sua actividade, e nós tínhamos algum conhecimento da computação on-line. Depois de elaborado devidamente por um economista, o projecto foi entregue na referida entidade a qual o viria a rejeitar alegando que “enviar imagens pelo telefone era impossível “. Depois, ao longo dos anos fomos reformulando a nossa actividade, até que lançámos o site www.cibersul.org , que disponibiliza uma base de notícias e milhares de fotos e vídeos sobre a vida do distrito de Setúbal nos últimos 30 anos. Mais tarde lançamos o www.cibersul.info – todos os dias todas as notícias. Disponibilizamos notícias diariamente em WAP para telemóvel e PDA “Choques tecnológicos” Após todos estes anos, sabemos muito bem que todos falam de inovação tecnológica, mas muitos têm medo que aconteça. Actualmente ao olharmos para os meios que os organismos do estado disponibilizam à população, ficamos realmente contentes. Bibliotecas, Forúns, Internet para todos, Península Digital, Cidade Digital etc., mas onde está o apoio à experimentação e à criação de novos produtos ou serviços? Habituámo-nos simplesmente a utilizar e consumir aquilo que outros países nos oferecem, sem sequer pensarmos por um momento, que também somos capazes de criar coisas novas. Sabemos que a nossa industria, agricultura e pescas estão de rastos, a balança comercial pende sempre para o lado de lá e apesar de sabermos que a única saída é o turismo e os serviços com o aproveitamento das novas tecnologias, nunca fizemos nada para que os criativos que estão no meio de nós possam ter um terreno fértil para produzir. Apesar de toda a gente falar em inovação, qualquer coisa nova é considerada perigosa e se ainda por cima tiver carácter futurista é sem dúvida para abater. Há pequenos países como a Finlândia, em que o que mudou mesmo foi a atitude face ás novas tecnologias impulsionando assim a economia. Nos Estados Unidos, existem mais Televisões locais Portuguesas que propriamente em Portugal. Será que alguém duvida que no futuro, serão criados centros regionais, locais e pessoais de informação os quais serão primordiais para o fluxo de conteúdos e imprescindíveis para as tomadas de decisão para negócios, lazer e mesmo politica e economia? Não basta haver informação, é necessário que esteja disponível e de busca fácil, o que torna a Geoinformática e a palavra GLOCAL um assunto de extrema importância. Cada região e cada individuo têm assim possibilidade de participar numa actividade global para a qual contribui e usufrui. Assim criámos agora a www.sultv.tvWeb Televião Regional para servir a Peninsula de Setúbalque a partir do dia 1 de Outubro 2008 emite uma programação diária,ao mesmo tempo disponibiliza em arquivo videos, fotografias e notícias desde 1954. Sabemos que uma Televisão mesmo na Internet não é só passar vídeos.Temos um projecto de participação e parceria com particulares, colectividades, Autarquias e Empesas, de modo a criar pequenos centros de produção os quais depois de alguma formação produzirão material videografico para ser incuido na nossa programação. Assim, lançamos desde já um apelo a todos que de alguma forma queiram participar neste projecto para que nos contactem via e-mail para sultv@netvisao.pt. O início está ai, com o avançar das tecnologias, vai ser possivel em breve aumentar a qualidade técnica a um nivel superior de modo a que em todo o mundo se possa assistir e participar numa TV Regional interactiva e interveniente de todos para todos. A SulTV tem mais de 20 anos, e espera por cá ficar por muitos mais 20 anos.Gostariamos de continuar a nossa viagem em companhia de todos que queiram participar de modo a fazer desta ideia uma verdade irredutivel para uso das futuras gerações. Queremos contribuir para desenvolvimento económico, social e turistico da nossa terra. Com a criação de pontos de produção Audio Visual, iremos desenvolver o interesse e a criatividade abrindo portas a uma profissionalisação e criação de novos postos de trabalho. Procuramos parcerias com orgão de informação de modo a rentabilizar os seus patrocinadores e outros clientes. Nos proximos meses, iremos analizar a receptividade da SulTV e ao mesmo tempo, procurar melhorar as nossas emissões com intervenções em directo, notíciário periodico, entrevistas, documentários. O tempo de alcançar os nossos objectivos finais depende das ajudas que tivermos agora, mas uma coisa é certa vamos lá chegar.

Gabriel Quaresma 2006

Sultv – Almada 1986

Emissões hertzianas a partir de Almada

Publicado por Sultv em Domingo, 13 de janeiro de 2013

SUL TV 1986

1996 – sultv na RTP

1996 – SUL TV em reportagem da RTP sobre televisões regionais

Publicado por Sultv em Sábado, 3 de setembro de 2016

PS quer Setúbal

SEMMAIS Por Redação S+ Imagem DR -26 de Julho, 2020

Entrevista com António Mendes, lides da Federação Distrital do PS

Com uma vitória folgada, o líder da federação distrital do PS aposta nas próximas autárquicas e quer resgatar Setúbal para mãos socialistas. O novo aeroporto é para levar para a frente, mesmo contra os bloqueios da Moita e do Seixal, e não declina a terceira travessia do Tejo. Fala de uma nova oportunidade para o distrito com o novo envelope financeiro da Europa, mas só se a região não ficar refém de um discurso “miserabilista e de protesto”.

Peço-lhe um primeiro sentimento em relação ao ato eleitoral?

Tratou-se de um ato eleitoral realizado em circunstâncias muito particulares, e quero saudar a capacidade de organização do mesmo e a participação muito expressiva dos militantes.

Com resultados significativos, já os esperava?

Os resultados ditaram um reforço da confiança dos militantes no projeto que lidero há quatro anos, e não escondo que tal me deixa feliz porque, de certo modo, representa o reconhecimento no trabalho que temos vindo a realizar.

Como viu o aparecimento da outra candidatura?

Com total naturalidade. O que seria estranho era que em democracia não existissem alternativas.

Claro, mas podia pensar-se já num certo desgaste, que a vitória esmagadora dissipou…

O resultado é esclarecedor. Quero saudar todos os que se envolveram nestas eleições defendendo o seu ponto de vista. A decisão está tomada, e de forma muito clara. Agora todos se devem concentrar no objetivo comum de afirmar o projeto do PS no distrito de Setúbal.

Vamos então ao futuro. Esta reeleição significa o fechar de um ciclo político?

Diria apenas que esta eleição representa o início de um novo mandato de dois anos.

Mas reforçou o objetivo central de deixar o PS como maior força política autárquica…

Sim, é esse o objetivo que temos na moção que levamos ao Congresso: tornar o PS a força política autárquica liderante no distrito de Setúbal e, julgo, face aos resultados que temos vindo a alcançar em anteriores eleições e ao trabalho dos nossos autarcas, que é possível conquistar essa meta.

Simplificando. Quais são os objetivos exequíveis e as apostas fortes?

Vamos apostar nos 13 concelhos e nas 55 freguesias com candidaturas que têm por objetivo disputar a vitória.

É muito vaga essa resposta. Por exemplo, considera atingível a vitória na capital do distrito?

Sobre a pergunta em concreto, posso garantir que não tenho dúvidas que a população de Setúbal já não se deixa embalar com a ideia estafada nos últimos 20 anos de que todos os males da cidade se devem à gestão do PS que terminou em 2001. Setúbal tem uma dimensão que merece ser evidenciada no todo nacional e que não se compadece com uma gestão pequenina que caracterizou os últimos mandatos: Setúbal é a capital de um distrito liderante, que tem uma força produtiva muito grande – com as maiores indústrias exportadoras aqui sedeadas – e que por isso merece uma liderança também ela cosmopolita e dinâmica, aberta ao Mundo e ao progresso. Estamos muito empenhados em reconquistar a Câmara de Setúbal em 2021.

Já deve estar definido um perfil de candidato. Já há nomes em cima da mesa?

O PS apresentará uma candidatura muito forte a Setúbal e, a seu tempo, anunciaremos à cidade.

Não vale a pena então especular com nomes?

Para já não há nomes para especular. Estamos a trabalhar para que, a seu tempo, seja apresentada uma candidatura forte para dotar Setúbal de um projeto político de dimensão e à medida do que representam as políticas autárquicas modernas do PS.

O PCP prepara-se para lançar candidatos fortes em Alcochete e Almada. São ameaças? O que pensa sobre o assunto?

A presidente Inês de Medeiros e o presidente Fernando Pinto têm trabalho feito, e muito bem feito, em Almada e em Alcochete, que os torna candidatos muito fortes nas eleições autárquicas. Estou convencido que as populações não vão querer voltar para trás.

Tem mencionado, repetidamente, a “alavanca” das medidas do Governo no distrito, em que se mede esse fator?

Na melhoria das condições de vida dos portugueses nos últimos anos em que o PS lidera o Governo. Isso é muito visível. Assim como o investimento que temos feito no distrito, seja ao nível da habitação, seja ao nível das condições de competitividade das nossas infraestruturas portuárias, apenas para dar dois exemplos.

É um dos obreiros da Agenda para a Década, programa da federação, falta ainda muito para cumprir esse desígnio…

Ainda vamos a meio da década!

De qualquer das formas há grandes obras públicas paradas. É o caso do aeroporto do Montijo. O eixo Moita/Seixal está a conseguir travar o projeto…

O exemplo do novo aeroporto no Montijo é paradigmático da diferença entre os projetos autárquicos do PS e do PCP: repare que o PCP se opõe à obra, porque se opõe à criação de mais emprego e, neste caso, emprego qualificado, que beneficiaria muito o distrito.

Está a dizer que é uma força de bloqueio?

É um facto. Querem apenas bloquear. Nós não podemos aceitar que o presidente da Câmara do Seixal ou o presidente da Câmara da Moita possam impedir o maior projeto de desenvolvimento da península de Setúbal das últimas décadas. Estou mesmo convencido que o eleitorado vai penalizar estes autarcas pela sua atitude de bloqueio.

Que outros projetos estruturantes defende o PS distrital?

O modelo de desenvolvimento económico do distrito de Setúbal deve assentar na vantagem competitiva da sua posição geográfica, potenciando as infraestruturas de transportes, como os portos e o novo aeroporto, de forma a fixar tecido produtivo com perfil exportador. Temos também um potencial grande ao nível da economia do mar, seja com as atividades mais tradicionais, como a pesca, ou projetos mais inovadores que devemos promover e acarinhar, até no quadro do plano de recuperação económica que vamos ter para a próxima década.

A nova travessia do Tejo vai continuar a ser uma miragem?

A nova travessia do Tejo é uma necessidade que deve avançar assim que estejam reunidas todas as condições para o efeito.

E a ferrovia e a mobilidade urbana vão continuar a ser duas frentes de aposta na região, no quadro da AML?

Sem dúvida. Penso, aliás, que o início de uma grande revolução nesta área é o programa tarifário que permitiu diminuir o preço do transporte público de forma muito substancial e que agora será acompanhado de um aumento da oferta, quer do transporte rodoviário, quer ferroviário e fluvial.

Já sente maior aproximação à AMR, ou está tudo na mesma?

Acho que a AMR é um exemplo de desperdício de dinheiros públicos que deveria merecer mais atenção e escrutínio por parte de todos.

Caso o PS ganhe maior peso autárquico no distrito o que se poderá esperar da associação de municípios. Pode acabar?

Nunca escondemos que a AMR deveria ter um papel liderante de defesa do desenvolvimento do distrito que hoje não tem. Espero que a alteração da correlação de forças leve a uma dignificação da AMR.

CAIXA

Aproveitar novos fundos e não ficar refém do “miserabilismo e do protesto”

António Mendes, que é ex-secretário de Estado Adjunto e das Finanças, entende que o plano de recuperação da Europa é uma oportunidade única que o distrito tem que saber aproveitar. “Temos de aproveitar não apenas o montante do pacote financeiro, como a flexibilidade de utilização dos fundos que lhe está associado e que pode fazer com que o distrito tenha acesso a fundos que sustentem o desenvolvimento de projetos que criem valor”, afirma. O líder federativo diz ter a expetativa de que no novo modelo de governação das CCDR “possa haver uma concertação de estratégia regional, quer para a península no âmbito da Região de LVT, quer para o Alentejo no âmbito da Região do Alentejo”. E acrescenta: “Os autarcas têm aqui um papel liderante: temos de colocar ambição nos nossos projetos e não podemos ficar reféns do discurso miserabilista e de protesto. Não há tempo a perder: há emprego a manter e a criar, e isso implica muita determinação em fazer acontecer”.

António Mendes, que é ex-secretário de Estado Adjunto e das Finanças, entende que o plano de recuperação da Europa é uma oportunidade única que o distrito tem que saber aproveitar. “Temos de aproveitar não apenas o montante do pacote financeiro, como a flexibilidade de utilização dos fundos que lhe está associado e que pode fazer com que o distrito tenha acesso a fundos que sustentem o desenvolvimento de projetos que criem valor”, afirma. O líder federativo diz ter a expetativa de que no novo modelo de governação das CCDR “possa haver uma concertação de estratégia regional, quer para a península no âmbito da Região de LVT, quer para o Alentejo no âmbito da Região do Alentejo”. E acrescenta: “Os autarcas têm aqui um papel liderante: temos de colocar ambição nos nossos projetos e não podemos ficar reféns do discurso miserabilista e de protesto. Não há tempo a perder: há emprego a manter e a criar, e isso implica muita determinação em fazer acontecer”.

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Distrital do PS diz que COMUNISTAS RECUSAM RETIRADA DE AMIANTO DAS ESCOLAS

28 de Julho 2020

Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista

AUTARQUIAS COMUNISTAS RECUSAM RETIRADA DE AMIANTO DAS ESCOLAS NO DISTRITO DE SETÚBAL

Conforme previsto no Programa de Estabilização Económica e Social, o Governo mobilizou fundos comunitários para, em conjunto com os municípios, retirar o amianto de 578 escolas do território nacional.Cobrindo 100% dos custos, as parcerias com os municípios viabilizam a agilização dos procedimentos sem qualquer encargo para as autarquias.A Federação Distrital do Partido Socialista lamenta que, no distrito de Setúbal, haja escolas que vão continuar com amianto devido à recusa de assinatura de acordo com o Ministério da Educação por parte das Câmaras Municipais de Grândola, Moita, Palmela, Santiago do Cacém, Seixal, Sesimbra e Setúbal.O distrito poderia estar num caminho de modernização e de saúde para todos se a opção das autarquias CDU não fosse a insistência numa gestão por contestação em vez de se colocar ao serviço das populações, servindo melhor as crianças e os jovens.Almada e Barreiro, que hoje assinaram acordos com o Ministério da Educação para a remoção de amianto, são a prova de que rejeitar a política da CDU é uma urgência para a melhoria da qualidade de vida deste distrito.

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Dores Meira acusa o PS de mentir sobre o amianto nas escolas

29 de Julho 2020

Maria das Dores Meira

“O PS continua a mentir sobre a questão da retirada do amianto das escolas do concelho de Setúbal.”

“AMIANTO: FEDERAÇÃO DISTRITAL DO PARTIDO SOCIALISTA MENTEA Federação Distrital do Partido Socialista, em comunicado divulgado esta terça-feira, acusa diretamente a Câmara Municipal de Setúbal de ter recusado a assinatura de um acordo com o Ministério da Educação para a realização de obras de remoção de telhados de amianto em escolas do concelho que são da exclusiva responsabilidade do Ministério da Educação.Por ter sido diretamente visada e por tal acusação ser TOTALMENTE falsa, a edilidade setubalense é obrigada a responder publicamente a este comunicado.A Federação Distrital do Partido Socialista, que é dirigida por um membro do Governo, sabe que a Câmara Municipal de Setúbal comunicou ao Delegado Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (tutelado pelo Ministério da Educação) que vai assinar o acordo para remoção do amianto, ainda que não concorde com os seus termos. A DGEstE foi expressamente informada que a CMS, embora tenha decidido assinar o acordo, não tencionava participar no ato de propaganda que constituiu a cerimónia pública de assinatura do documento, realizada no dia 28 de julho no Barreiro.Não nos resta outra alternativa que não seja classificar os dirigentes distritais do PS como mentirosos, pois o comunicado em causa assenta numa inequívoca mentira no que ao município de Setúbal diz respeito.Importa ainda esclarecer que é falso que, através deste acordo, os custos com as operações de remoção de amianto das escolas que são a responsabilidade do Ministério da Educação sejam cobertos a 100 por cento. O acordo prevê um preço máximo de 55 euros por metro quadrado para remoção das telhas de amianto, preço abaixo do praticado pelo mercado, o que significa que tudo o que for acima desse preço terá de ser suportado pelas autarquias.Finalmente, mas não menos importante, destacamos que não deixa de ser escandaloso que um membro do Governo faça este ataque a uma autarquia que já retirou ou anulou o amianto em todas as escolas de que é responsável, ao contrário do Governo, em que o PS está há muito, que não promoveu estas operações nas escolas em que tem responsabilidades.

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Sol da Caparica só para o ano

InfoCosta 28 de Julho 2020

SOL DA CAPARICA REGRESSA
EM AGOSTO DE 2021
A sétima edição do festival O Sol da Caparica decorrerá entre 12 e 15 de Agosto de 2021, revelou hoje o Grupo Chiado, promotor do evento, que voltará a trazer ao Parque Urbano da cidade os habituais quatro dias de muita festa e animação.
Embora já tivessem sido reveladas as datas do festival para 2020, em virtude da Covid-19, o Grupo Chiado, em parceria com a Câmara Municipal de Almada (CMA) optou por não anunciar os nomes do cartaz deste ano, tendo em conta as diretrizes da Direção-Geral da Saúde e da proibição da realização de grandes eventos até 30 de Setembro de 2020, impedindo assim a concretização deste evento.
Neste sentido, a 7.ª edição, do festival decorre a 12, 13, 14 e 15 de agosto de 2021, com muita festa e animação onde a lusofonia e os seus diversos ritmos serão as estrelas dos finais de tarde mais quentes do verão.

soldacaparica

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24Jul2020 Reunião Pública Câmara Municipal de Almada

24 de Julho 2020
João Couvaneiro no Facebook
Foi com muita honra que dirigi hoje Reunião Pública Extraordinária da Câmara Municipal de Almada em que foram aprovadas as seguintes propostas:

  • Ampliação e requalificação do Jardim Infância do Alto do Índio – Lançamento de procedimento Empreitada de Obra Pública.
  • Requalificação e reperfilamento da Estrada Florestal, na Costa da Caparica – Lançamento de procedimento.
  • Reabilitação do Edifício 1 do Presídio da Trafaria e ordenamento da Praça do Porto de Lisboa – Lançamento de procedimento por Concurso Público;
  • Requalificação/criação do Espaço Comunitário nos bairros da Madame Faber e dos Torrões – Trafaria – Lançamento do procedimento Empreitada de Obra Pública;
  • Alteração ao Mapa de Pessoal da Câmara Municipal de Almada.

AlmadaPode #AlmadaFaz

(24 de julho de 2020)

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Inês de Medeiros – DIREITO DE RESPOSTA

23 de Julho 2020
Inês de Medeiros no Facebook
“Na sequência de notícias recentes publicadas pelo jornal Expresso reproduzo aqui na íntegra o direito de resposta hoje enviado.
Foi com grande estupefação que fui confrontada com uma notícia publicada esta quarta-feira, dia 22 de julho, no site do Expresso com o título “Inês de Medeiros admite que Câmara de Almada fez obra na Fonte da Telha que “visivelmente não podia fazer””. Neste sentido, venho por este meio solicitar o direito de resposta pois, objetivamente, nem o texto nem o título correspondem à verdade.

A notícia baseia-se num vídeo colocado nas redes sociais com excertos de uma intervenção minha deliberadamente descontextualizada, durante a reunião da Câmara Municipal de Almada (CMA), do passado dia 20 de julho, que importa esclarecer.

Respondendo a uma questão colocada por uma Senhora Vereadora, na minha intervenção relatei todas as diligências feitas pela CMA, no seu coletivo, desde a preparação da época balnear. E citei a colaboração com as entidades, de forma cronológica. A frase presente no título diz respeito aos prazos para a execução da obra e não ao material utilizado, nem à sua legalidade.

Reforça -se que a intervenção cumpre as regras definidas no Regulamento de Gestão das Praias Marítimas e Domínio Hídrico da Orla Costeira Alcobaça-Cabo Espichel, que prevê um pavimento semipermeável. A solução apresentada às entidades competentes, antes da sua colocação, não só cumpre os requisitos legais como era a única que permitia que a intervenção fosse realizada, num curto espaço de tempo.

Na minha intervenção, refiro o decreto-lei 24/2020, datado de 25 de maio, que determina que “compete às autarquias locais proceder à criação e ao ordenamento do espaço de estacionamento”. Sendo a Fonte da Telha a segunda praia do país com maior lotação, e começando a época balnear a 6 de junho, era, pois, urgente fazer uma intervenção, que cumprisse todos os requisitos, até aos meses de maior afluência: julho e agosto.

Também esclarecemos os senhores vereadores e os Almadenses que a intervenção só se iniciou após parecer positivo do ICNF “atendendo à urgência.”

Nesse sentido, foi clarificado que se as entidades responsáveis, que acompanharam desde o início a intervenção, tivessem pretendido que a obra integrasse, à partida, um plano global, essa intervenção seria “visivelmente uma obra (que a CMA) não podia fazer” a tempo do verão deste ano.

A impossibilidade era, pois, reforço, temporal e não em termos de legalidade da obra.

Adiantamos ainda que já por mais do que uma vez o jornal Expresso, no seguimento que tem dado a esta matéria, não permite à CMA exercer o seu direito ao contraditório, algo que é um direito deontológico fundamental. Temos alertado para o facto tendo, aliás, sido corrigida, a nosso pedido, no passado dia 19 de junho, uma notícia com afirmações que me foram inicialmente imputadas e que nunca fiz.

Mais se acrescenta que, pelo respeito que o Expresso nos merece, desde o início temos sido totalmente colaborantes, enviando, inclusive, documentação que nunca foi sequer referida.

Não posso deixar, no entanto, de estranhar que um jornal reconhecido pelo seu rigor publique notícias, sem nos ser dado o direito ao contraditório, com base em vídeos publicados em páginas com conotações políticas e declaradamente descontextualizadas, e fazendo, inclusive, juízos de intenções despropositados e parciais, como revelam expressões como “procurou desculpar-se”, “atirar as culpas” ou “tentando isentar-se de responsabilidades”, quando, relembramos, ainda se aguarda pelos pareceres da CCDR-LVT.

Neste caso em concreto, um acesso às fontes oficiais da CMA, nomeadamente a sua página de YouTube, onde está a reunião de Câmara na íntegra, seria suficiente para perceber o contexto da referida frase.

Por fim, afirmámos e reafirmamos que é com agrado que recebemos as declarações do Senhor Ministro quando prevê a elaboração de um plano integrado para toda a frente marítima de Almada e, em particular, para a Fonte da Telha.

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Câmara de Almada tem de substituir o pavimento dos acessos à praia da Fonte da Telha

15.07.2020

Asfaltamento dos acessos à praia da Fonte da Telha espalham material betuminoso sobre a duna

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, anunciou que a Câmara Municipal de Almada terá de retirar o material betuminoso que colocou nos acessos à praia da Fonte da Telha e substituí-lo por “um pavimento mais permeável”.

ão me parece que aquele pavimento seja o mais adequado”, afirmou o ministro do Ambiente e da Ação Climática, esta terça-feira, durante uma audição na Comissão parlamentar de Ambiente e Ordenamento do Território. João Pedro Matos Fernandes respondia assim a uma questão levantada pela deputada Paula Santos, do PCP, relacionada com o asfaltamento dos acessos à praia da Fonte da Telha com um material betuminoso, realizada pela Câmara Municipal de Almada em junho.

“No contexto de um projeto integrado para aquele território, quero acreditar que depois da época balnear aquele pavimento seja substituído por um pavimento que seja efetivamente mais permeável”, disse Matos Fernandes.

Este anúncio do ministro do Ambiente é visto pelo geógrafo Sérgio Barroso como “o reconhecimento de que a intervenção na Praia da Fonte da Telha não está conforme com o Programa de Ordenamento de Alcobaça – Cabo Espichel (POC-ACE), nem se adequa à vulnerabilidade ecológica e costeira do local”. O perito saúda “a ação do Ministério, ao garantir que a reparação ambiental retoma o estabelecido no Plano de Praia e na proposta de Plano de Pormenor, promovido em 2015 pela Câmara Municipal de Almada, prevendo o recuo do acesso viário e a recuperação da duna frontal”.

O especialista, que coordenou a elaboração do POC-ACE considera que o asfaltamento executado pela autarquia em junho “é um crime ambiental”. E perante “tamanha aberração e atropelo do ordenamento do território”, assim que soube e observou o que foi feito, enviou um parecer técnico à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e uma carta ao ministro do Ambiente.

Agora, Sérgio Barroso espera que se “retirem lições” desta situação, já que, em sua opinião, “é evidente que os mecanismos de controlo prévio estão a falhar na proteção do litoral com danos ambientais e na credibilidade do ordenamento da orla costeira”.
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Inês de Medeiros reafirma túnel entre Trafaria e Algés

Por Humberto Lameiras 02/07/2020

A presidente da Câmara de Almada reafirmou a sua defesa pela construção de um túnel entre a Trafaria e Algés. Para Inês de Medeiras esta terceira travessia é fundamental para o “desenvolvimento da Área Metropolitana de Lisboa” e, particularmente, para Almada. A autarca respondia, em sede Assembleia Municipal, à questão levantada pela deputada do Bloco de Esquerda, Inês Bom, sobre se os grandes projectos para o concelho estão dependentes desta ligação entre as duas margens do Tejo.

São empreendimentos como Almada Cidade da Água, o da reabilitação do Ginjal, em Cacilhas, ou ainda a intensificação de actividades da Faculdade de Ciência e Tecnologia. Projectos que a própria Inês de Medeiros fez depender desta nova travessia que, na sua opinião “é melhor por túnel do que por ponte”.

Depois de afirmar que, para já, “o que é preciso é existirem mais barcos a fazer a travessia de passageiros no Tejo”, a presidente da Câmara de Almada adiantou que já começou a reunir com entidades competentes nesta matéria e manifestou o interesse do executivo municipal ao ministro das Infraestruturas. Disse ainda que está a ser preparada uma reunião com o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, que também já disse ser a favor desta ligação.

Uma coisa é certa, a intenção de construir esta ligação já tem bastantes anos e, tanto na margem sul como na norte já existem estruturas viárias “praticamente prontas” para complementar esta ligação, disse Inês de Medeiros. Trata-se da A33 em Almada e da ligação à CRIL no lado de Algés.

Entretanto, a 5 de Junho, foi formalmente constituído em associação o grupo de cidadão que está a mobilizar a petição pública pela construção do túnel Trafaria – Algés. Segundo Pedro Pereira, um dos fundadores deste grupo, a petição online, na altura, já tinha 2 mil assinaturas e, em papel, 2 400.

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Fonte da Telha Julho 2020

Fonte da Telha 2020

Praia da Fonte da Telha 5 Julho 2020 – 10 h

Publicado por Cibersul Almada Setúbal em Domingo, 5 de julho de 2020
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