SEIXAL| Bombeiros reúnem com secretário de Estado

03 de Novembro 2017

A reunião que o Ministério da Administração Interna prometeu realizar com a Associação Humanitária dos Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal teve lugar na tarde de quinta-feira, mostrando-se este ‘sensibilizado’ com a situação desta corporação.

Num comunicado emitido hoje, a Associação Humanitária dos Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal refere o que aconteceu na reunião com o secretário de Estado da Administração Interna, Artur Tavares Neto, e dirigentes da Associação.

Após as explicações de elementos da direcção da AHBMCS sobre «as origens do problema e o PER que foi apresentado em Tribunal», o secretário de Estado deixou «palavras de apreço a todos os operacionais, reconhecendo o esforço que a Instituição está a demonstrar para a boa resolução da situação financeira».

Artur Tavares Neto mostrou-se «sensibilizado» e declarou ainda esperar que o Tribunal aceite a defesa que a Associação tem ainda de apresentar, e que venha a homologar o Plano Especial de Revitalização.

Como o Diário do Distrito também referiu ontem, a entidade financeira BBVA Finance contactou a direcção da AHBMCS «que declarou que, para que o Plano fosse homologado judicialmente desistia de cobrar a totalidade da Associação, doando o valor em dívida à AHBMCS, e consequentemente desistindo do pedido formulado em Tribunal de não homologação do PER».

A BBVA FInance foi um dos poucos credores que não votou favoravelmente o PER em reunião de credores, e havia interposto um pedido ao Tribunal para que este não fosse homologado, do qual desiste agora.

Apesar da situação estar ‘encaminhada’, a AHBMCS não desiste do protesto que está marcado para a próxima segunda-feira, às 10h00, frente ao Tribunal do Barreiro.

A Câmara Municipal do Seixal já se mostrou solidária com a Associação, e também o Clube Recreativo e Desportivo de Miratejo emitiu um comunicado no qual mostra a sua preocupação pela possível insolvência desta.

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BARREIRO | Novo executivo definido por Frederico Rosa

03 de Novembro 2017

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Frederico Rosa, atribuiu os pelouros aos eleitos do executivo, mas apesar de na primeira reunião camarária ter sido referida a disponibilidade e as conversações que decorriam com a segunda força mais votada, a CDU não ficou com qualquer pelouro atribuído.


Ao presidente da Câmara Municipal Frederico Rosa cabem os pelouros da Coordenação e representação geral do Município; Serviço Municipal de Proteção Civil; Gabinete Técnico-Florestal; Gabinete de Auditoria; Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial e Gabinete de serviços urbanos.

Ao vereador João António Pintassilgo (PS) foi atribuída a vice-presidência e os pelouros do Departamento de Águas e Resíduos, onde se insere a Divisão de Águas e Saneamento, Divisão de Residuos, Gabinete Comercial e Gabinete de Estudos e Projetos; Departamento de Gestão e Administração Geral onde se inclui a Secretaria-Geral, Gabinete de Apoio ao Munícipe e Divisão de Recursos Humanos e o Gabinete de Descentralização, integrado no Departamento de Gestão da Cidade.

O vereador Rui Miguel Santos Braga (PS) fica com o Gabinete de Tecnologias de Informação; Gabinete Municipal de Desenvolvimento Económico e Estratégico; Projeto Municipal de Participação, Democracia, Cidadania e Comunicação e o Departamento de Gestão da Cidade, onde se inclui a Divisão de Planeamento, Ambiente e Mobilidade; Divisão de Gestão e Regeneração Urbana; Divisão de Intervenção no Espaço Público e Equipamentos Municipais e Divisão de Fiscalização e Contra-ordenações.

A vereadora Sara Isabel da Conceição Ferreira (PS) fica encarregue do pelouro do Departamento de Desenvolvimento Sociocultural onde se inclui a Divisão de Promoção Cultural e a Divisão de Intervenção Social e Educação.

Ao vereador Bruno Vitorino (PSD) coube de novo o pelouro do Centro de Educação Ambiental, Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata Nacional da Machada; o Gabinete da Juventude e o Acompanhamento do Trabalho da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em risco.

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ALMADA | PSD irá propor auditoria financeira à Câmara Municipal e SMAS

03 de Novembro 2017

Numa nota que divulgou nas redes sociais, o vereador Nuno Matias informa que ‘os vereadores do PSD, eu próprio e o Miguel Salvado, apresentaram 3 propostas que serão debatidas e votadas na próxima reunião de Câmara Municipal:

1- A realização de uma Auditoria Financeira e de gestão Independente à Câmara Municipal de Almada e aos SMAS;

2- A criação de um Portal de Transparência Municipal, onde sejam publicitadas as despesas da autarquia;

3- A transmissão online das reuniões de câmara, para garantir uma maior transparência de tudo o que se faz na Autarquia e para promover a proximidade com todos os Almadenses.

Como sempre afirmámos, o PSD e os seus vereadores, assumem o mandato em pleno, próximos de todos, com respeito pelos almadenses.’

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Junta de Freguesia de Alcochete sem executivo

03 de Novembro 2017

À terceira não foi de vez. Três tentativas e igual número de expectativas goradas em conseguir que houvesse fumo branco para constituição do novo executivo para a Junta de Freguesia de Alcochete. Para o próximo dia 14, pelas 21h00, está marcada nova reunião, tendo em vista a resolução do impasse.

A CDU foi a força mais votada, elegendo para a presidência do órgão Natacha Patinha, porém sem alcançar maioria absoluta. O resultado obriga a um entendimento com a oposição (PS e coligação CDS/PSD), mas quer a segunda força mais votada (PS) quer a coligação (CDS/PSD) têm rejeitado as propostas até ao momento apresentadas.

A presidente Natacha Patinha começou por propor um executivo composto por quatro elementos da CDU e um da oposição, o que foi prontamente rejeitado pelos elementos do PS e do CDS/PSD. Contrapôs a oposição, através do PS, com uma proposta de um executivo com dois elementos da CDU, dois do PS e um da coligação do CDS/PSD, que não foi aceite pela força mais votada.

Natacha Patinha viria ainda a apresentar uma solução que passava por três elementos da CDU e dois da oposição, proposta também ela recusada por PS e CDS/PSD.

Em causa está quem ficará em maioria no executivo da Junta, ponto de que não abdicam CDU nem a oposição.

Recorde-se que a CDU venceu a eleição para a Junta de Freguesia de Alcochete com 1.839 votos (32,40%), seguindo-se o PS com 1.818 (32,03%) e o CDS/PSD com 1.502 votos (26,42%), o que se traduziu no seguinte número de mandatos para a Assembleia de Freguesia: cinco da CDU, quatro do PS e quatro do CDS/PSD.

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Moita – Presidente da Câmara atribui Pelouros a todas as forças politicas

31 de Outubro 2017

Pela primeira vez desde o 25 de Abril, sublinha o PS Moita


Ao PS, que elegeu 3 Vereadores e foi a segunda força mais votada, apenas foi destinado um Pelouro e com meio-tempo para o respetivo desempenho, ficando os restantes 2 vereadores do PS sem qualquer Pelouro.
Ao BE, a 3ª força mais votada, foi também atribuído apenas meio-tempo para o seu Pelouro.

Esta decisão não é, pois, a que melhor respeita a vontade expressa pelos eleitores, atribuindo maiores responsabilidades à força politica em que, no concelho da Moita, menos eleitores votaram (PSD+CDS+MPT).

Comissão Politica do Partido Socialista da Moita
QUANDO OS ÚLTIMOS SÃO OS PRIMEIROS

Nas Eleições Autárquicas do passado dia 1 de outubro, o PS no concelho da Moita obteve o melhor resultado global desde 2001, obtendo a confiança de cerca de 29% da vontade dos cidadãos que foram votar, sinónimo da confiança nos projectos e nas candidaturas que apresentamos.

O PCP/CDU, que durante mais de 41 governou o concelho com maioria absoluta, teve o seu pior resultado de sempre ( -6,5%), perdendo 1 Vereador, a maioria absoluta na Câmara Municipal e nas Juntas de Freguesia da Moita e Alhos Vedros e mandatos na Assembleia Municipal e na Assembleia de Freguesia da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira.
Estes resultados são, pois, indissociáveis de uma forma de exercer o poder caracterizada por uma postura autoritária, arrogante e de inação, e representam a rejeição dessa postura.

Estamos perante uma mudança de paradigma e uma manifestação de vontade por parte dos munícipes que terá de ser devidamente interpretada e respeitada pelos seus representantes nos órgãos autárquicos.
Preocupante, continua a ser a elevada taxa de abstenção no nosso concelho (57%) que, apesar da ligeira diminuição, foi a maior do distrito a exigir respostas adequadas por parte dos eleitos e das instituições no sentido de promover a participação política dos cidadãos.

Entretanto, instalados os órgãos autárquicos, a Câmara Municipal ficou assim constituída:
4 membros do PCP/CDU; 3 do PS; 1 do BE e 1 da coligação Merecemos Mais que juntou o PSD, o CDS e MPT.
Pela primeira vez desde o 25 de Abril, o Presidente da Câmara decidiu atribuir Pelouros a todas as forças politicas representadas naquele órgão autárquico, interpretando a nova realidade que a mudança impôs.
Para desempenho das funções que cabem a cada Pelouro são atribuídos tempos de trabalho aos respetivos Vereadores.

No caso presente, seguindo uma interpretação bastante sui generis dos resultados eleitorais, não pode deixar de causar estranheza ter sido atribuído ao Vereador da coligação que juntou o PSD, CDS e MPT, um tempo inteiro para desempenho das funções do Pelouro atribuído, uma vez que foi a força politica que menos votos arrecadou para o órgão Câmara Municipal.

Ao PS, que elegeu 3 Vereadores e foi a segunda força mais votada, apenas foi destinado um Pelouro e com meio-tempo para o respetivo desempenho, ficando os restantes 2 vereadores do PS sem qualquer Pelouro.
Ao BE, a 3ª força mais votada, foi também atribuído apenas meio-tempo para o seu Pelouro.

Esta decisão não é, pois, a que melhor respeita a vontade expressa pelos eleitores, atribuindo maiores responsabilidades à força politica em que, no concelho da Moita, menos eleitores votaram (PSD+CDS+MPT).
Simultaneamente menoriza o papel do PS, o maior partido da oposição no concelho, o que constitui uma solução difícil de entender, ao preterir um efetivo reforço da representatividade democrática daquele órgão, questionando-se a razão de tal opção.

Pela parte dos vereadores do PS, com Pelouro e sem Pelouro, o compromisso é acima tudo para com as pessoas, pela elevação do nosso Concelho ao patamar que lhe é devido, valorizando o seu potencial para que cada um possa nele desenvolver o seu projeto de vida, pelo que iremos cumprir o mandato que nos foi confiado nos termos do programa que apresentámos e que consubstancia o nosso projeto, procurando sempre ouvir as pessoas e dar resposta aos seus anseios e preocupações.”

Secretariado da Concelhia do Partido Socialista da Moita

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Dois sírios em fuga de navio atracado em Setúbal

http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/alerta-cm–dois-sirios-em-fuga-de-navio-atracado-em-setubal


Os dois homens em fuga, Walid Jenad e Bashar Helly, ambos de 20 anos, não tinham autorização do comandante para se ausentarem e deixaram os passaportes a bordo. Foram vistos pelo segurança do terminal, pelas 7h00, cada um com uma mochila às costas. Não responderam à chamada e correram para o exterior do porto de setúbal. O alerta foi dado via 112, encontrando-se a Polícia Marítima, Polícia Judiciária, PSP e GNR avisadas e a realizar diligências no terreno. “Os dois jovens, de 20 e 22 anos, tiveram acesso a um documento – yellow card – concedido pelo SEF, para o caso de precisarem de tratar de alguns assuntos administrativos ou logísticos em terra”, disse Luís Lavrador, comandante do porto, acrescentando que o referido documento era suficiente para os dois jovens saírem da zona portuária. “O que aconteceu foi que um segurança interpelou os dois jovens e eles fugiram. Isso levantou suspeitas. Uma equipa da Polícia Marítima foi a bordo e confirmou que faltavam dois elementos da tripulação, que saíram do navio sem autorização do comandante”, disse o capitão do porto de Setúbal, referindo ainda que os dois indivíduos deixaram o passaporte no navio, proveniente de Marrocos. De acordo com o responsável da capitania do porto de Setúbal, a fuga dos dois jovens ocorreu cerca das 07:00 e, desde então, as forças de segurança de Setúbal tem estado a desenvolver esforços para os localizar.
“Ainda não sabemos se se tratou apenas de um ato irrefletido dos dois jovens ou se foi uma coisa planeada. Neste momento não temos nada que possa explicar as motivações dos dois jovens”, disse Luís Lavrador. O navio Nagham tem saída prevista do porto de Setúbal para o próximo sábado, dia 4 de novembro.

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Governo vai reunir-se com bombeiros do Seixal

Lusa 01 Novembro 2017

Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal ficou com uma situação financeira insustentável a 31 de maio de 2016.

O Ministério da Administração Interna vai reunir-se com Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal por considerar que a instituição se encontra numa “situação extraordinária” já que pende sobre ela uma insolvência. Fonte do gabinete do ministro Eduardo Cabrita disse esta quarta-feira à agência Lusa que a “situação é extraordinária” e que está prevista, ainda sem data marcada, uma reunião entre elementos do ministério e a associação. Os Bombeiros do Seixal vão concentrar-se na segunda-feira às 10h00 junto ao tribunal do Barreiro contra a recusa do Processo Especial de Revitalização, alegadamente devido à posição de um credor (BBVA) que tem apenas 0,31% dos créditos da corporação. No despacho de 17 de outubro do Juízo do Comércio do Barreiro, do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, “a juíza titular do processo entende que o Plano (PER) não poderá ser homologado” e deu um prazo de dez dias aos bombeiros para convencerem o tribunal do contrário, “sob pena de ser proferida decisão que rejeite a revitalização e decrete a insolvência dos Bombeiros do Seixal”. A Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal ficou com uma situação financeira insustentável a 31 de maio de 2016, data em que foi condenada pelo Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo do Trabalho do Barreiro, a pagar mais de 260 mil euros a um seu ex-trabalhador, a título de trabalho suplementar, trabalho noturno, indemnização por despedimento e salários intercalares.

Face à condenação da associação no referido processo judicial, outros bombeiros com os mesmos horários reclamaram também o pagamento de trabalho suplementar e de trabalho noturno que terão prestado à associação. A associação reconheceu esses créditos, no valor total de 7,64 milhões de euros, mas, face à falta de liquidez para o pagamento da dívida em causa, decidiu iniciar um Processo Especial de Revitalização que, segundo o presidente dos bombeiros António Matos, foi aprovado em março por 93% dos credores e teve apenas quatro votos contra, um deles do BBVA. A Câmara Municipal do Seixal, liderada por Joaquim Santos (PCP), já considerou inadmissível que o tribunal avance para “a insolvência” dos bombeiros do concelho, referindo que a prestação de socorro às populações vai ficar em causa.

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MONTIJO | Oposição de mãos a abanar

Maria Clara Silva agarra Finanças e segura Educação

Nuno Canta já distribuiu pelouros na Câmara Municipal. Presidente mantém o Planeamento do Território e Urbanismo e entrega a Ricardo Bernardes e Sara Ferreira, vereadores estreantes no executivo, a Saúde e os Transportes Públicos (ao primeiro) e a Cultura e o Turismo (à segunda). Oposição de mãos a abanar.

A distribuição de pelouros na Câmara Municipal do Montijo já é conhecida. Nuno Canta, presidente da autarquia, vai acumular as pastas da coordenação dos serviços municipais, da tesouraria, bem como a Divisão de Planeamento do Território e Urbanismo.

O presidente chamou ainda à sua alçada o Gabinete de Comunicação e Relações Públicas, o Gabinete de Sanidade Pecuária, o Conselho Municipal de Segurança, o Gabinete Florestal e a cooperação internacional, além do Serviço Municipal de Protecção Civil.

Em despachado datado de 25 de Outubro, Nuno Canta atribuiu três divisões à vice-presidente Maria Clara Silva. A autarca vai acumular os pelouros da Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial, da Divisão de Gestão de Recursos Humanos e da Divisão de Educação, além da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens e da Associação para a Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo.

Estreantes na vereação da autarquia, eleitos que foram pelo Partido Socialista, são Ricardo Bernardes e Sara Ferreira. O primeiro ficou responsável pelas pastas da Divisão de Administração Organizacional, da Divisão de Desenvolvimento Social e Promoção da Saúde, da Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida nas áreas das Obras Municipais por Administração Directa, Transportes Públicos, Parque Auto e Energia, e área da Juventude da Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto. Ricardo Bernardes recebeu ainda os pelouros do Conselho Municipal da Juventude e da Universidade e Academias Sénior.

A segunda, Sara Ferreira, assume todas as áreas, excepto a da Juventude, da Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto. Ficou ainda responsável pelas áreas dos Mercados, Feiras e Metrologia da Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida, pelo Parque de Exposições Acácio Dores do Montijo, pelo Cinema Teatro Joaquim d’ Almeida e ainda pelo Turismo.

Recorde-se que o PS, nas últimas eleições autárquicas, passou de maioria relativa para absoluta, conquistando quatro lugares no executivo composto por sete. Os vereadores eleitos pela oposição, Carlos Jorge de Almeida e Ana Baliza (ambos eleitos pela CDU) e João Afonso (eleito pela coligação PSD/CDS) não receberam pelouros.

Pelouros

Nuno Canta (presidente)

Coordenação dos Serviços Municipais
Tesouraria
Divisão de Planeamento do Território e Urbanismo (DPTU)
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Ambiente, Empreitadas, Trânsito, Cemitérios e Toponímia
Gabinete de Comunicação e Relações Públicas
Gabinete de Sanidade Pecuária
Conselho Municipal de Segurança
Serviço Municipal de Proteção Civil
Gabinete Florestal
Cooperação Internacional

Maria Clara Silva

Vice-Presidência
Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial (DGFP)
Divisão de Gestão de Recursos Humanos (DGRH)
Divisão de Educação (DE)
Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ)
Associação para a Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo (AFPDM)

Ricardo Bernardes


Divisão de Administração Organizacional (DAO)
Divisão de Desenvolvimento Social e Promoção da Saúde (DDSPS)
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Obras Municipais por Administração Direta, Transportes Públicos, Parque Auto e Energia
Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto (DCBJD) na área da Juventude
Conselho Municipal da Juventude
Universidade e Academias Sénior

Sara Ferreira

Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto (DCBJD), em todas as áreas excepto na área da Juventude
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Mercados, Feiras e Metrologia
Parque de Exposições do Montijo (Montiagri)
Cinema Teatro Joaquim d’ Almeida
Turismo

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As novas caras da Câmara de Almada

28 de Outubro 2017

Eleitos para a Câmara Municipal

1. Inês de Medeiros PS
2 Joaquim Judas CDU
3. Francisca Parreira PS
4. Jose Gonçalves CDU
5. Nuno Matias PSD
6. Joao Couvaneiro PS
7. Amelia Pardal CDU
8. Joana Mortagua BE
9. Teodolinda Silveira PS
10. António Matos CDU
11. Miguel Salvado PSD

Câmara do Seixal diz ser inadmissível possível insolvência dos bombeiros

A Câmara Municipal do Seixal, em Setúbal, considerou que “é inadmissível” que o tribunal avance para “a insolvência” dos bombeiros do concelho, referindo que a prestação de socorro às populações vai ficar em causa.

“Câmara Municipal do Seixal está solidária com a Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal, que viu recentemente ser despachada pelo Tribunal do Trabalho do Barreiro uma ordem de insolvência”, refere a autarquia, liderada por Joaquim Santos (PCP), em comunicado.

Segundo o documento, a situação é considerada “inadmissível” pela autarquia, que está solidária com os bombeiros do concelho.

“Num ano em que o flagelo dos fogos assolou grande parte do país, não se entende esta decisão que compromete a operacionalidade desta associação. Em causa estão os postos de trabalho e os socorros aos cerca de 110 mil munícipes que estão na área de intervenção da Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal”, disse Joaquim Santos.

Os Bombeiros do Seixal vão concentrar-se na segunda-feira às 10:00 junto ao tribunal do Barreiro contra a recusa do Processo Especial de Revitalização, alegadamente devido à posição de um credor que tem apenas 0,31% dos créditos da corporação.

“Vamos apenas dizer que estamos presentes – não vamos fazer barulho, cortar o trânsito ou fazer qualquer outra ação de protesto -, porque a nossa contestação será entregue antes através da internet, pelo nosso advogado”, disse à agência Lusa António Matos, presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal.

egundo um comunicado dos Bombeiros do Seixal, no despacho de 17 de outubro do Juízo do Comércio do Barreiro, do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, “a juíza titular do processo entende que o Plano (PER) não poderá ser homologado” e deu um prazo de dez dias aos bombeiros para convencerem o tribunal do contrário, “sob pena de ser proferida decisão que rejeite a revitalização e decrete a insolvência dos Bombeiros do Seixal”.

A Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal ficou com uma situação financeira insustentável a 31 de maio de 2016, data em que foi condenada pelo Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo do Trabalho do Barreiro, a pagar mais de 260 mil euros a um seu ex-trabalhador, a título de trabalho suplementar, trabalho noturno, indemnização por despedimento e salários intercalares.

Face à condenação da associação no referido processo judicial, outros bombeiros com os mesmos horários reclamaram também o pagamento de trabalho suplementar e de trabalho noturno que terão prestado à associação.

A Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal reconheceu esses créditos, no valor total de 7,64 milhões de euros, mas, face à falta de liquidez para o pagamento da dívida em causa, decidiu iniciar um Processo Especial de Revitalização.

Segundo revelou à agência Lusa António Matos, o PER foi aprovado no passado mês de março por 93% dos credores e teve apenas quatro votos contra, um deles do BBVA, único credor que se opôs à homologação judicial do referido PER.

“Não compreendo a posição do BBVA, porque se trata de uma instituição financeira que apenas financiou a aquisição de uma ambulância e que recebeu todas as prestações que lhe eram devidas até agora. Falta-nos apenas pagar onze prestações mensais que totalizam cerca de 13.500 euros”, disse António Matos.

“Também não compreendo a posição do tribunal uma vez que o PER foi aprovado por 93% dos credores”, acrescentou António Matos, lembrando a importância do trabalho prestado pela corporação a milhares de pessoas da margem sul do Tejo.

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