Category: Palmela

Autarcas de municípios mais afetados pedem mais meios, coordenação e fiscalização no combate à pandemia

Fernando Medina, Lisboa
1 – Os números não estão a aumentar, mas também não mostram tendência consistente para diminuir. Temos de fazer mais e melhor para reduzir os novos casos.
2 – Temos de ter consciência cívica, individual e coletiva. É essencial ter equipas de saúde no terreno a verificar se o isolamento está a ser observado e se há condições para o manter.

Carlos Carreiras, Cascais
1 – Cascais teve taxas de infeção muito baixas, mas, naturalmente, não é uma ilha. Preocupam os surtos em lares, porque os idosos são a população mais frágil.
2 – Urge que os transportes públicos circulem em respeito pelas normas e que entre em funcionamento a app para quebrar cadeias de transmissão. Mais ainda, importa apoiar os doentes.

Isaltino Morais, Oeiras 
1 – Em Oeiras, cedo iniciámos as medidas de prevenção, à medida das necessidades e sempre em linha com as orientações da DGS e do Governo da República.
2 – Temos reserva de equipamentos de proteção individual e estamos preparados financeiramente para responder a necessidades que surjam. Não queremos ninguém com fome.

Carla Tavares, Amadora
1 – O nosso concelho é o mais pequeno dos 18 municípios e o mais densamente povoado do País. Temos maior propensão para a propagação da epidemia.
2 – Do último Conselho de Ministros saíram medidas essenciais para ajudar a controlar os focos e ajudar-nos a muscular a intervenção. É fundamental manter quadro de contraordenações.

Basílio Horta, Sintra
1 – Sintra registou um decréscimo de casos, só possível graças à implantação de medidas coordenadas entre os municípios e pelo aumento da fiscalização.
2 – O Município de Sintra defende a importância de quebrar as cadeias de transmissão com a maior rapidez e eficiência. Importa também reforçar a fiscalização nos transportes públicos.

Hugo Martins, Odivelas
1 – A situação de Odivelas tem evoluído de forma positiva, sem focos significativos, exceção feita a situações recentes em dois lares da freguesia de Caneças.
2 – Temos pela frente uma corrida de fundo, cujo sucesso será tanto maior quanto maior for a sintonia entre as diversas entidades envolvidas e a responsabilidade de cada cidadão.

Inês de Medeiros, Almada
1 – Não está identificado qualquer surto no concelho. Ainda assim, acompanhamos as autoridades de saúde para uma resposta imediata, se necessário.
2 – Entre as diversas medidas que implementámos, destacamos a ativação dos planos de emergência de proteção civil e emergência social e o Plano Almada Solidário, de 5 milhões €.

Frederico Rosa, Barreiro
1 – Acompanhamos a situação com cautela. Temos o Plano Municipal de Proteção Civil ativo desde março e estamos em ligação direta com as autoridades que envolve.
2 – O mais importante é não baixar os braços e cumprir as regras. Os transportes no Barreiro estiveram sempre acima do que era requerido. A ligação entre entidades é essencial.

Joaquim Santos, Seixal
1 – A situação no nosso município está controlada: estamos na 11ª posição, em ordem de grandeza, no número de infetados por 10 mil habitantes.
2 – O Seixal não integra o grupo de municípios com medidas agravadas. Assim sendo, prossegue o plano de contingência e combate à Covid-19 no quatro do Estado de Alerta Municipal.

Fernando Pinto, Alcochete
1 – Temos acompanhado o assunto com assertividade desde o início. Temos a situação controlada, sem, contudo, perdermos o foco deste tema.
2 – Não vejo necessidade de acrescentar medidas face ao que temos vindo a desenvolver. Face aos números, devemos manter a atitude que temos tido até ao momento.

Bernardino Soares, Loures
1 – Não temos novos focos e nos que existiam há diminuição de casos. Temos equipas no terreno, com técnicos, para garantir os apoios às pessoas infetadas.
2 – É urgente reforçar a Unidade de Saúde Pública e as equipas no terreno. Vamos manter a monitorização da oferta de transportes públicos, sobretudo em hora de ponta.

Hélder Sousa Silva, Mafra
1 – A situação tem vindo a agravar-se, pelo que reforçámos as ações de sensibilização e fiscalização, punindo quem infringe as normas em vigor.
2 – É urgente reforçar a fiscalização às infrações, com tolerância zero em cafés, esplanadas, restaurantes. É preciso vigiar os casos ativos da doença e estar muito atento às praias.

Rui Garcia, Moita
1 – Entre outras medidas, reforçámos a desinfeção de espaços públicos, estamos a entregar equipamento de proteção e há regras para os espaços municipais.
2 – É urgente reforçar os transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa e, é claro, investir no Serviço Nacional de Saúde. Se algo ficou claro foi a importância desse serviço.

Nuno Canta, Montijo
1 – Estamos atentos à situação dos lares, onde implementámos medidas de segurança apertadas. Felizmente, só temos um morto a lamentar no Montijo.
2 – Tivemos um pequeno surto nas fábricas de carne, e controlámo-lo rapidamente. Atuámos onde é preciso: nas carrinhas de transportes. É o maior foco de transmissão do vírus. 

Álvaro Balseiro Amaro, Palmela
1 – Não temos surtos ou situações sem controlo. Conhecemos todos os casos e acompanhamo-los diariamente. Os doentes estão todos confinados.
2 – É preciso uma segunda leva de testes em lares de idosos e em centros de acolhimento de grupos vulneráveis. Deveria também haver testes a todos os profissionais do setor educativo.

Francisco de Jesus, Sesimbra
1 – Nunca houve um número elevado de casos e conseguimos evitar surtos ao nível das escolas, creches e lares. A população tem sido exemplar.
2 – É preciso identificar os focos de propagação na região e desenvolver ações dirigidas a essas situações. Também é essencial reforçar os meios ao serviço das forças de segurança.

Alberto Mesquita, Vila Franca de Xira
1 – À data, existem no concelho de Vila Franca de Xira 346 casos ativos de Covid-19. De um total de 965 casos confirmados, são 604 os doentes recuperados.
2 – A evolução da pandemia é acompanhada diariamente com a Autoridade de Saúde local e avaliada em reuniões da comissão de proteção civil, atuando-se em conformidade.

Maria das Dores Meira, Setúbal
1 – Casos estão abaixo da média da Região de Lisboa e Vale do Tejo, mas autarquia mantém uma atividade pró-ativa e próxima das populações e das instituições.
2 – Reforçar o distanciamento social e as restantes regras da Direção-Geral da Saúde; aumentar carreiras dos transportes públicos; controlar os acessos às praias e espaços públicos.

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Autoeuropa celebra 3 milhões de unidades produzida

Por Mário Rui Sobral 26/06/2020

Fábrica de Palmela salienta marco histórico e enaltece contributo dos trabalhadores

A Volkswagen Autoeuropa celebrou esta quinta-feira, 25, mais uma marca histórica, ao atingir o número redondo de três milhões de unidades automóveis produzidas.

Em comunicado, a fábrica de Palmela enaltece o feito, lembrando outros momentos marcantes que ficaram para trás e a actual conjuntura difícil, para destacar o papel preponderante dos funcionários da empresa.

“A história repete-se. Celebramos juntos (e em segurança) com os nossos colaboradores. Graças ao seu empenho, resiliência e profissionalismo retomamos a actividade durante uma crise sanitária sem precedentes”, pode ler-se no comunicado da Autoeuropa, que reúne comentários de alguns dos trabalhadores.

Os meses de Junho e Julho, salienta a empresa, são de boa memória para a fábrica de Palmela, até porque ficaram ligados à conquista de outros marcos históricos.

“No dia 16 de Junho de 2003 celebrámos 1.000.000 de carros produzidos, ano que ficou marcado por uma quebra no volume de produção que nos levou à assinatura de um acordo laboral histórico, com a introdução dos downdays”, recorda a produtora de automóveis, acrescentando: “Dez anos depois, a 1 de Julho de 2013, os monitores na montagem marcaram 2.000.000 de unidades produzidas desde o arranque da fábrica em 1995. A fábrica já fazia quatro modelos, Sharan, Eos, Scirocco e SEAT Alhambra, mas adivinhava-se que, em breve, passaria a sair mais um da sua linha de montagem: o T-Roc.”

Agora, e de novo em período difícil – tal como em 2003 –, a fábrica da marca alemã volta a celebrar outro número digno de registo (3 milhões), para o qual muito contribuiu também o novo modelo T-Roc.

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ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA EM ESTADO DE CONTINGÊNCIA

25 de Junho 2020

AML

Estado de contingência
Estabelecimentos comerciais encerrados às 20 horas, com excepção de: restauração, supermercados, postos de combustível, clínicas, consultórios, veterinários, farmácias, funerárias e equipamentos desportivos; ajuntamentos com um máximo de 10 pessoas; proibida a venda de álcool nas estações de serviço

Portugal Continental

Estado de Alerta
Confinamento obrigatório para doentes e pessoas em vigilância; distanciamento social, uso de máscara, lotação máxima e higienização dos espaços; ajuntamentos com um máximo de 20 pessoas e proibição de consumo de álcool na via pública

<h3>19 freguesias da AML/h3>
Estado de Calamidade
Dever cívico de recolhimento domiciliário; Feiras e mercados de levante proibidos; ajuntamentos com um máximo de 5 pessoas 19 freguesias abrangidas pelo Estado de Calamidade são: todas dos concelhos de Amadora e Odivelas; Queluz-Belas/Massamá, Monte Abraão/Agualva; Mira Sintra/Algueirão-Mem-Martins, Rio de Mouro, Cacém/São-Marcos; Camarte, Unhos, Apelação, Sacavém-Prior Velho; Santa Clara.

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Palmela – Mercado Queijo, Pão e Vinho 2020

Em segurança, encontre os melhores produtos regionais!

Nos dias 27 e 28 de junho e 4 e 5 de julho, visite o Mercado do Queijo, Pão e Vinho, em S. Gonçalo, Quinta do Anjo, e encontre os melhores produtos regionais.

A edição deste ano do Festival Queijo, Pão e Vinho teve que ser cancelada, devido ao surgimento da pandemia que assola o país mas, consciente da importância que este evento tem para a economia local, a organização, a cargo da ARCOLSA – Associação Regional de Criadores de Ovinos Leiteiros da Serra da Arrábida, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela e da Junta de Freguesia da Quinta do Anjo, decidiu avançar com esta iniciativa.

Nestes dois fins de semana, entre as 9h00 e as 14h00, as/os visitantes vão poder encontrar os produtores de queijo, pão, vinho e doçaria regional que, habitualmente, participam no Festival, apresentando e vendendo alguns dos melhores produtos da região. Ao visitar o Mercado do Queijo Pão e Vinho, está também a apoiar estes agentes económicos, que viram a sua atividade prejudicada pela pandemia da COVID-19.

A iniciativa não vai contar com os espaços de gastronomia, animação e exposição habitualmente presentes no Festival. Para garantir as distâncias obrigatórias e a segurança de todas/os, os produtores vão repartir-se entre o interior e o exterior do pavilhão da ARCOLSA.

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Trabalhadores temem perda de centenas de empregos no parque industrial da Autoeuropa

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Autoeuropa assumiu esta sexta-feira, em comunicado, recear a perda de centenas de empregos no parque industrial, que está sem condições para trabalhar sete dias por semana, após a pandemia de Covid-19.

Após ter confirmado, no início de abril, que as empresas do parque industrial já tinham despedido 500 trabalhadores temporários desde o início do surto do novo coronavírus, a entidade adiantou que esta sexta-feira mais de mil pessoas já foram para o desemprego e mostrou-se “apreensiva” quanto a mais despedimentos, quando a maior parte das empresas está sem condições para trabalhar em todos os dias da semana.

“Na maioria das empresas, neste momento, não estão reunidas condições para voltar a laborar sete dias por semana (…). Das quatro equipas de trabalho existentes anteriormente, apenas três estão no ativo e a assegurar três turnos diários, de segunda a sexta-feira, o que nos deixa mais apreensivos no que respeita a centenas de postos de trabalho, a juntar aos quase mil que já foram para o desemprego”, lê-se na nota.

A coordenadora das Comissões de Trabalhadores frisou que o “estado de precariedade” na Autoeuropa tem-se “acentuado”, tendo mencionado os despedimentos de “trabalhadores com vínculos laborais temporários” e de “trabalhadores cujos contratos não estão a ser renovados”.

A entidade salientou também que “o regime de ‘lay-off’ simplificado aplicado pelo Governo como medida de apoio às empresas” deve “contemplar a salvaguarda de todos os postos de trabalho”, de forma a que as empresas não “continuem a enviar trabalhadores para o desemprego”, criando “um esforço financeiro em duplicado para o sistema de Segurança Social do país”.

A organização denunciou ainda que algumas das 19 empresas localizadas no complexo industrial, em Palmela, “manifestam a intenção de não cumprirem os acordos internos assinados com as respetivas comissões de trabalhadores”, algo que não está disposta a aceitar.

“A coordenadora vem por este meio comunicar a todas as administrações de todas as 19 empresas implementadas neste parque industrial que, caso não exista um compromisso de cumprimento de todos os acordos em vigor, iremos mobilizar todo o coletivo de trabalhadores no sentido de demonstrar claramente que este é um período em que o esforço tem de ser conjunto e repartido entre trabalhadores e administrações”, refere o comunicado.

Na nota emitida, a organização alegou ainda que a “decisão mais fácil para as empresas tem sido despedir” e que a “legislação portuguesa permite o tipo de decisões que estão a ser tomadas”, tendo pedido aos gestores que “assumam a sua responsabilidade no sentido de haver o menor impacto social possível”.

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores informou ainda que vai enviar pedidos de audiência aos ministérios da Economia e do Trabalho e, possivelmente, às administrações das empresas da Autoeuropa, para encontrar “soluções que garantam o diálogo e a paz social” existentes naquele parque industrial “há mais de 25 anos”.

Lusa

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Concurso para novo operador de transporte rodoviário na Área Metropolitana atrasou mas está de pé

Por Humberto Lameiras 15/05/2020

Candidatos ao novo serviço de transportes públicos colocaram mais de 800 questões à AML. Respostas chegam dentro de dias

O concurso internacional para aquisição do serviço público de transporte rodoviário de passageiros na Área Metropolitana de Lisboa (AML), apresentado em Fevereiro último, tem adiado prazos, mas continua activo.

A pandemia instalada nos últimos dois meses obrigou a ajustar metodologias de trabalho, o que teve influência neste adiamento, mas também a obrigatoriedade dos técnicos da AML de responderem às mais de 800 questões levantadas por potencias candidatos, contribuiu para o mesmo.

“O concurso vai para a frente”, garante Carlos Humberto, 1.º secretário da AML, que aponta como última data de referência para submissão de propostas o dia 24 de Maio. Uma data que tem sido empurrada depois de ter sido estabelecido como limite para a submissão de pedidos de esclarecimentos erros e omissões o dia 3 de Abril de 2020, devendo as propostas serem submetidas até 28 de Abril, também deste ano.

Entretanto, foi publicada a Lei n.º 1-A/2020, de 19 de Março, que apontava para adiamento de concursos devido à pandemia Covid-19. O mesmo diploma veio em seguida a ser clarificado com a publicação da Lei n.º 4-A/2020, de 6 de Abril de 2020, que decidiu que esta data limite transitava para 24 de Maio.

Mas é dado como certo que a mesma data é mesmo indicativa, como diz Carlos Humberto. “nem todas as mais de 800 questões colocadas sobre o concurso tiveram ainda resposta; mas assim será dentro de poucos dias”.

Depois de receberem os esclarecimentos solicitados à AML, os candidatos têm 75 dias para apresentarem propostas. A isto segue-se a análise das mesmas pelo júri, a audiência dos interessados, a deliberação da Comissão Executiva Metropolitana de Lisboa e, por último, o visto do Tribunal de Contas, sendo que alguns destes passos não têm um prazo definido.

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Distrito de Setúbal apenas com mais 1 caso de covid-19 registado no concelho do Seixal

No distrito de Setúbal registam-se 722 casos confirmados (mais 1 que ontem, que foi registado no concelho do Seixal), com o concelho de Almada a liderar ainda a listagem com os mesmos 231 casos de ontem, seguida do Seixal com 163, mais 1 caso que ontem.
Todos os restantes concelhos do distrito mantêm, neste relatório da DGS, os mesmos casos de ontem: Barreiro 89, Moita 61, Setúbal 59, Montijo 44, Sesimbra 20, Palmela 16, Alcochete 14, Santiago do Cacém 14, Grândola 7 e Alcácer do Sal 4 casos, sendo que Sines volta a não fazer parte deste relatório, uma vez que concelhos com menos de três casos não são inseridos na listagem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.

O relatório diário da DGS dá conta de que hoje se registam 24.322 casos confirmados de covid-19, um aumento de 295 casos em relação a ontem, com um total de 948 óbitos, mais 20 vítimas mortais que ontem.
Em internamento encontram-se 936 pessoas, menos 59 que ontem, e há 172 pessoas em cuidados intensivos. Há ainda 1389 casos recuperado, mais 32 que ontem.
A região norte do país continua a ter o maior número de casos, 14.702 casos, e 546 óbitos; o centro tem 3.289 casos e 194 óbitos; Lisboa e Vale do Tejo regista 5.593 casos e 185 óbitos; o Alentejo com 201 casos e mantém 1 óbito; o Algarve tem 330 casos e mantém 12 óbitos; os Açores com 121 casos e sobe para 10 óbitos e a Madeira mantém os 86 casos e sem óbitos.

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Testes a profissionais de lares de idosos arrancam em Setúbal e Palmela

Por Mário Rui Sobral 28/04/2020

Em Setúbal começaram ontem a ser testados oito lares. Em Palmela começam amanhã

Os testes de rastreio à Covid-19 a profissionais de lares de idosos, planeados para toda a Área Metropolitana de Lisboa (AML), tiveram início ontem em oito lares do concelho de Setúbal. No concelho de Palmela começam amanhã e até ao fim desta semana espera-se que, em toda a margem sul do Tejo, sejam realizados 250 testes por dia a profissionais de lares.

Realizados nas instituições sociais, em Setúbal e Palmela os testes aos funcionários são monitorizados por técnicos da Faculdade de Ciências, do Instituto Superior Técnico e do Instituto de Medicina Molecular, à semelhança do que também será aplicado em todos concelhos da AML.

Tal como em Setúbal, no concelho de Palmela a realização dos testes de rastreio é ainda antecedida de visitas técnicas aos equipamentos por técnicos do Serviço Municipal de Proteção Civil, da Segurança Social e da Autoridade de Saúde Pública.

Estas visitas permitem avaliar planos de contingência das instituições e a preparação dos profissionais, para a eventualidade de se registar um caso positivo na instituição.

Medidas que vêm responder às expectativas avançadas na passada semana pelo presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Amaro.

No decorrer deste processo, em toda a AML vão ser testados oito mil profissionais de lares de idosos e serviços de apoio domiciliário, com uma capacidade instalada de 500 testes por dia, entre as duas margens do Tejo. No entanto, esta capacidade pode aumentar com o envolvimento do Instituto Politécnico de Setúbal e da Fundação Champalimaud.

O secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, já confirmou que espera testar, numa primeira fase, todos os funcionários das estruturas residenciais para pessoas idosas e dos serviços de apoio domiciliário da península de Setúbal, onde ainda não houve qualquer registo de casos de infecção por Covid-19.

 Alentejo conclui testes até ao fim de Maio

O Alentejo vai concluir até ao final de Maio os testes à Covid-19 em todos os lares de idosos da região, assegurou o secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches.

O Governante, responsável pela coordenação da execução do estado de emergência nessa região, avançou à agência Lusa que no Litoral Alentejano “foi fechado o entendimento com a comunidade intermunicipal e os testes também já estão em início”. E no Baixo Alentejo (distrito de Beja], no domingo, os testes preventivos em lares começaram a ser realizados no concelho de Serpa.

“No Alentejo Central [distrito de Évora], já se realizaram mais de 1 300 testes e no norte alentejano [distrito de Portalegre] mais de 2 000, através da Unidade Local de Saúde e da Segurança Social”, disse.

Questionado sobre se os testes preventivos avançaram tarde, o secretário de Estado respondeu que “estaremos sempre a correr atrás do tempo, porque nunca, nem o mundo, nem a Europa, nem o país, estavam preparados para este tipo de pandemia”.

Com Ana Martins Ventura e Lusa

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Trabalhadores da Autoeuropa regressam ao trabalho com limitações devido à pandemia

Apenas 2300 trabalhadores garantem a produção com dois turnos durante a semana.

Sofia Garcia

A fábrica Autoeuropa, em Palmela, voltou a abrir portas esta segunda-feira, depois de mais de um mês encerrada devido à pandemia de coronavírus.

Apesar de ter aberto portas, a empresa vai laborar com limitações. Apenas dois mil e trezentos trabalhadores garantem a produção com dois turnos durante a semana. O uso de máscaras é também obrigatório nas instalações da fábrica.

Foram colocados aparelhos à entrada do espaço para medir a temperatura de todos os trabalhadores que por ali passarem. Quem apresentar uma temperatura elevada terá de medir novamente a temperatura com um termómetro digital.

Os balneários estão fechados, por isso, têm de ir e regressar da fábrica fardados. O refeitório também não funcionará por algum tempo.

A fabricante automóvel voltou ao trabalho esta segunda-feira, após ter decidido suspender a produção a 16 de março, devido à pandemia de Covid-19. O uso de luvas, máscaras ou viseiras está difundido pelo parque industrial e o distanciamento social é obrigatório. 

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Ministério da Educação esclarece – São extemporâneas quaisquer afirmações sobre avaliação final do terceiro período

A prioridade durante estas duas semanas, antes das férias da Páscoa, tem sido estabelecer mecanismos não presenciais com os alunos, tendo especial relevo o arrancar deste processo e a especial atenção aos alunos em situação de maior vulnerabilidade.

O Ministério da Educação esclarece que são extemporâneas e meramente conjeturais quaisquer afirmações sobre a avaliação final do terceiro período. A prioridade durante estas duas semanas, antes das férias da Páscoa, tem sido estabelecer mecanismos não presenciais com os alunos, tendo especial relevo o arrancar deste processo e a especial atenção aos alunos em situação de maior vulnerabilidade.

O Ministério da Educação continua a trabalhar proativamente para que este tempo de exceção decorra com a responsabilidade necessária, minimizando os impactos necessariamente existentes para todos numa situação como a que vivemos.

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