Pesca de milhões na margem do Tejo

Terrenos da Lisnave, Quimigal e Siderurgia Nacional estão a ser vendidos no estrangeiro. Mas reabilitar não será fácil.

lisnave

Após a presença no MIPIM, certame de imobiliário em Cannes (França) aonde foram os presidentes das câmaras de Almada, Barreiro e Seixal , em que o Lisbon South Bay atraiu investidores do Reino Unido, Marrocos e Hong Kong, seguem-se agora apresentações no Brasil.

Lisbon South Bay: A “porta atlântica” que quer conquistar o Brasil

Projeto de dinamização económica da cidade de Lisboa e da Margem Sul ruma ao Brasil
Este mês, a empresa Baía do Tejo ruma ao Brasil para apresentar um dos mais inovadores projetos empresariais portugueses e que visa dinamizar a zona económica de Lisboa e da Margem Sul.
O Lisbon South Bay foca-se na requalificação de três zonas situadas nas margens do rio Tejo: Lisboa, Barreiro, Seixal e Almada. Lembrando que estas foram zonas que sempre contribuíram para a dinamização económica da cidade e do país, o projeto, da autoria da empresa Baía do Tejo, quer atrair mais investimento estrangeiro.

O projeto inclui também espaço para habitação, tornando a zona mais atrativa não só para os de fora, mas para os que já moram nestas zonas. Criar mais emprego é outra das finalidades do projeto que se quer tornar numa referência a nível nacional.

Para que isso aconteça, vai começar a ser apresentado lá fora. Depois de Cannes, o Brasil é o próximo território a conhecer melhor esta iniciativa, que quer mostrar que estas zonas possuem as condições para qualquer tipo de negócios, indicou fonte da Baía do Tejo ao Notícias ao Minuto. O arquiteto Sérgio Saraiva será o responsável pela apresentação.

“Em coordenação com a Invest Lisboa, a Lisbon South Bay vai estar presente num roadshow por 4 cidades brasileiras, onde serão efetuadas diversas palestras sobre as oportunidades, vantagens e incentivos da região de Lisboa para investimentos, empresas e empreendedores brasileiros”, conta o também administrador executivo da Baía do Tejo.

Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro serão as cidades onde o projeto será apresentado. “Os eventos terão lugar nas várias embaixadas e consulados e certamente contarão com a presença de empresas brasileiras interessadas em garantir a sua presença em Portugal”, diz o arquiteto.

O objetivo, esclarece, “é conseguir contactar com empresários e sinalizar os territórios geridos pela empresa como excelentes oportunidades”, provando que Lisboa é a melhor “porta atlântica para as empresas brasileiras entrarem no mercado europeu”.

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