PLUNC, um festival de arte digital em Lisboa e Almada

O PLUNC, um festival internacional de Artes Digitais e Novos Media, irá decorrer entre 24 e 27 de setembro nas zonas ribeirinhas das cidades de Lisboa e Almada. A entrada é livre.

plunc
Entre os dias 24 e 27 de setembro, irá realizar-se em Lisboa e Almada a primeira edição do PLUNC, um festival internacional de Artes Digitais e Novos Media. Com uma programação vasta, com exposições, workshops e debates, o PLUNC pretende ser, nas palavras da organização, “um espaço informal de permanente diálogo”, onde se cruzam a arte e tecnologia. Tudo isto com entrada livre.

O evento, que irá decorrer nas zonas ribeirinhas das cidades de Lisboa e Almada, está “construído de forma a criar uma dinâmica e fluxo de percurso entre as duas margens”, disse ao Observador Carlos Ramos, da organização. Graças à parceria com a Transportes de Lisboa, as exposições irão acontecer nas estações fluviais de Cacilhas, Cais do Sodré e em cais de desembarque desocupados. “O que por si só já é algo inovador, além de existirem talks de curta duração nos barcos, durante a travessia“, frisou Carlos Ramos.

Para além das atividades organizadas nos cais das duas margens, haverá ainda uma exposição da curadoria de Zach Lieberman, um dos mais importantes nomes na área da computação física e da programação criativa, que será organizada na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, perto do Chiado.

Os workshops, que abordarão temáticas como o hacking, código, makers ou sensores, irão começar no dia 21 de setembro e prolongar-se-ão até ao último dia do festival, 27 de setembro. “Teremos a construção de um drone aquático com sensores, feito de material reciclado, um workshop de acoustic sensing, outro de computação física, um sobre desenho e programação e ainda outro na área dos makers, para constuir um bot“, contou ao Observador Carlos Ramos.

A programação do PLUNC inclui ainda duas conferências com convidados internacionais e uma performance de arte digital, realizada pela dupla Yago de Quay e João Beira, a decorrer no Ginjal Terrasse, que acolherá também uma das conferências.

No que diz respeito às exposições, o festival irá contar com obras da artista belga Els Viaene, que terá em exposição uma peça de grande dimensão chamada “The Mamori Expedition”, e de Alex Rothera, um designer e artista nort-americano que irá apresentar o projeto COVE e participar num workshop. A nível nacional, o PLUNC irã contar com trabalhos de André Sier e de José Carlos Neves.

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