Category: PS

PS Seixal CONTRA o apoio municipal à realização da Festa do Avante 2020

30 Julho 2020

✊PS Seixal CONTRA o apoio municipal à realização da Festa do Avante 2020 👎Pela salvaguarda:👉 dos munícipes;👉 dos trabalhadores da Câmara Municipal;👉 dos profissionais de saúde; 👉 dos (outros) agentes de primeira linha no combate à COVID-19;👉 dos operadores de atividades económicas. #2021esperapornós#psseixal

Publicado por Marco Teles Fernandes em Quinta-feira, 30 de julho de 2020

Pela salvaguarda:

👉 dos munícipes

;👉 dos trabalhadores da Câmara Municipal;

👉 dos profissionais de saúde;

👉 dos (outros) agentes de primeira linha no combate à COVID-19;

👉 dos operadores de atividades económicas.

PS Seixal CONTRA apoio municipal à Festa do Avante

O PS Seixal não é contra a Festa do Avante.

O PS Seixal é contra a realização da festa no presente ano, sobretudo com apoios humanos e materiais por parte da Câmara Municipal do Seixal.Mais, queremos que o nosso sentido de voto sinalize o alarme social das populações.Queremos:– proteger as populações de ajuntamentos com riscos de contágio;– salvaguardar os funcionários da Câmara Municipal do Seixal dos participantes do evento, como da exposição destes perante a eventual insatisfação de populares;– salvaguardar os profissionais de saúde que evitam, a todo o custo, o risco de uma segunda vaga pandémica;– salvaguardar as atividades económicas que vêem-se na contingência de poder fechar para estarem resguardadas das aglomerações de pessoas nos seus espaços ou envolvente;– apaziguar o alarme social geral.É função do PSSeixal preocupar-se pelas causas da sua população. É dever do PSSeixal votar contra esta iniciativa.Contudo, a mesma foi aprovada, com os votos a favor da CDU (PCP-PEV) e abstenção do (Bloco de Esquerda).Queremos continuar a zelar por si…

#2021esperapornós

#PSSeixal

Veja mais em ::::> PS Seixal

PS quer Setúbal

SEMMAIS Por Redação S+ Imagem DR -26 de Julho, 2020

Entrevista com António Mendes, lides da Federação Distrital do PS

Com uma vitória folgada, o líder da federação distrital do PS aposta nas próximas autárquicas e quer resgatar Setúbal para mãos socialistas. O novo aeroporto é para levar para a frente, mesmo contra os bloqueios da Moita e do Seixal, e não declina a terceira travessia do Tejo. Fala de uma nova oportunidade para o distrito com o novo envelope financeiro da Europa, mas só se a região não ficar refém de um discurso “miserabilista e de protesto”.

Peço-lhe um primeiro sentimento em relação ao ato eleitoral?

Tratou-se de um ato eleitoral realizado em circunstâncias muito particulares, e quero saudar a capacidade de organização do mesmo e a participação muito expressiva dos militantes.

Com resultados significativos, já os esperava?

Os resultados ditaram um reforço da confiança dos militantes no projeto que lidero há quatro anos, e não escondo que tal me deixa feliz porque, de certo modo, representa o reconhecimento no trabalho que temos vindo a realizar.

Como viu o aparecimento da outra candidatura?

Com total naturalidade. O que seria estranho era que em democracia não existissem alternativas.

Claro, mas podia pensar-se já num certo desgaste, que a vitória esmagadora dissipou…

O resultado é esclarecedor. Quero saudar todos os que se envolveram nestas eleições defendendo o seu ponto de vista. A decisão está tomada, e de forma muito clara. Agora todos se devem concentrar no objetivo comum de afirmar o projeto do PS no distrito de Setúbal.

Vamos então ao futuro. Esta reeleição significa o fechar de um ciclo político?

Diria apenas que esta eleição representa o início de um novo mandato de dois anos.

Mas reforçou o objetivo central de deixar o PS como maior força política autárquica…

Sim, é esse o objetivo que temos na moção que levamos ao Congresso: tornar o PS a força política autárquica liderante no distrito de Setúbal e, julgo, face aos resultados que temos vindo a alcançar em anteriores eleições e ao trabalho dos nossos autarcas, que é possível conquistar essa meta.

Simplificando. Quais são os objetivos exequíveis e as apostas fortes?

Vamos apostar nos 13 concelhos e nas 55 freguesias com candidaturas que têm por objetivo disputar a vitória.

É muito vaga essa resposta. Por exemplo, considera atingível a vitória na capital do distrito?

Sobre a pergunta em concreto, posso garantir que não tenho dúvidas que a população de Setúbal já não se deixa embalar com a ideia estafada nos últimos 20 anos de que todos os males da cidade se devem à gestão do PS que terminou em 2001. Setúbal tem uma dimensão que merece ser evidenciada no todo nacional e que não se compadece com uma gestão pequenina que caracterizou os últimos mandatos: Setúbal é a capital de um distrito liderante, que tem uma força produtiva muito grande – com as maiores indústrias exportadoras aqui sedeadas – e que por isso merece uma liderança também ela cosmopolita e dinâmica, aberta ao Mundo e ao progresso. Estamos muito empenhados em reconquistar a Câmara de Setúbal em 2021.

Já deve estar definido um perfil de candidato. Já há nomes em cima da mesa?

O PS apresentará uma candidatura muito forte a Setúbal e, a seu tempo, anunciaremos à cidade.

Não vale a pena então especular com nomes?

Para já não há nomes para especular. Estamos a trabalhar para que, a seu tempo, seja apresentada uma candidatura forte para dotar Setúbal de um projeto político de dimensão e à medida do que representam as políticas autárquicas modernas do PS.

O PCP prepara-se para lançar candidatos fortes em Alcochete e Almada. São ameaças? O que pensa sobre o assunto?

A presidente Inês de Medeiros e o presidente Fernando Pinto têm trabalho feito, e muito bem feito, em Almada e em Alcochete, que os torna candidatos muito fortes nas eleições autárquicas. Estou convencido que as populações não vão querer voltar para trás.

Tem mencionado, repetidamente, a “alavanca” das medidas do Governo no distrito, em que se mede esse fator?

Na melhoria das condições de vida dos portugueses nos últimos anos em que o PS lidera o Governo. Isso é muito visível. Assim como o investimento que temos feito no distrito, seja ao nível da habitação, seja ao nível das condições de competitividade das nossas infraestruturas portuárias, apenas para dar dois exemplos.

É um dos obreiros da Agenda para a Década, programa da federação, falta ainda muito para cumprir esse desígnio…

Ainda vamos a meio da década!

De qualquer das formas há grandes obras públicas paradas. É o caso do aeroporto do Montijo. O eixo Moita/Seixal está a conseguir travar o projeto…

O exemplo do novo aeroporto no Montijo é paradigmático da diferença entre os projetos autárquicos do PS e do PCP: repare que o PCP se opõe à obra, porque se opõe à criação de mais emprego e, neste caso, emprego qualificado, que beneficiaria muito o distrito.

Está a dizer que é uma força de bloqueio?

É um facto. Querem apenas bloquear. Nós não podemos aceitar que o presidente da Câmara do Seixal ou o presidente da Câmara da Moita possam impedir o maior projeto de desenvolvimento da península de Setúbal das últimas décadas. Estou mesmo convencido que o eleitorado vai penalizar estes autarcas pela sua atitude de bloqueio.

Que outros projetos estruturantes defende o PS distrital?

O modelo de desenvolvimento económico do distrito de Setúbal deve assentar na vantagem competitiva da sua posição geográfica, potenciando as infraestruturas de transportes, como os portos e o novo aeroporto, de forma a fixar tecido produtivo com perfil exportador. Temos também um potencial grande ao nível da economia do mar, seja com as atividades mais tradicionais, como a pesca, ou projetos mais inovadores que devemos promover e acarinhar, até no quadro do plano de recuperação económica que vamos ter para a próxima década.

A nova travessia do Tejo vai continuar a ser uma miragem?

A nova travessia do Tejo é uma necessidade que deve avançar assim que estejam reunidas todas as condições para o efeito.

E a ferrovia e a mobilidade urbana vão continuar a ser duas frentes de aposta na região, no quadro da AML?

Sem dúvida. Penso, aliás, que o início de uma grande revolução nesta área é o programa tarifário que permitiu diminuir o preço do transporte público de forma muito substancial e que agora será acompanhado de um aumento da oferta, quer do transporte rodoviário, quer ferroviário e fluvial.

Já sente maior aproximação à AMR, ou está tudo na mesma?

Acho que a AMR é um exemplo de desperdício de dinheiros públicos que deveria merecer mais atenção e escrutínio por parte de todos.

Caso o PS ganhe maior peso autárquico no distrito o que se poderá esperar da associação de municípios. Pode acabar?

Nunca escondemos que a AMR deveria ter um papel liderante de defesa do desenvolvimento do distrito que hoje não tem. Espero que a alteração da correlação de forças leve a uma dignificação da AMR.

CAIXA

Aproveitar novos fundos e não ficar refém do “miserabilismo e do protesto”

António Mendes, que é ex-secretário de Estado Adjunto e das Finanças, entende que o plano de recuperação da Europa é uma oportunidade única que o distrito tem que saber aproveitar. “Temos de aproveitar não apenas o montante do pacote financeiro, como a flexibilidade de utilização dos fundos que lhe está associado e que pode fazer com que o distrito tenha acesso a fundos que sustentem o desenvolvimento de projetos que criem valor”, afirma. O líder federativo diz ter a expetativa de que no novo modelo de governação das CCDR “possa haver uma concertação de estratégia regional, quer para a península no âmbito da Região de LVT, quer para o Alentejo no âmbito da Região do Alentejo”. E acrescenta: “Os autarcas têm aqui um papel liderante: temos de colocar ambição nos nossos projetos e não podemos ficar reféns do discurso miserabilista e de protesto. Não há tempo a perder: há emprego a manter e a criar, e isso implica muita determinação em fazer acontecer”.

António Mendes, que é ex-secretário de Estado Adjunto e das Finanças, entende que o plano de recuperação da Europa é uma oportunidade única que o distrito tem que saber aproveitar. “Temos de aproveitar não apenas o montante do pacote financeiro, como a flexibilidade de utilização dos fundos que lhe está associado e que pode fazer com que o distrito tenha acesso a fundos que sustentem o desenvolvimento de projetos que criem valor”, afirma. O líder federativo diz ter a expetativa de que no novo modelo de governação das CCDR “possa haver uma concertação de estratégia regional, quer para a península no âmbito da Região de LVT, quer para o Alentejo no âmbito da Região do Alentejo”. E acrescenta: “Os autarcas têm aqui um papel liderante: temos de colocar ambição nos nossos projetos e não podemos ficar reféns do discurso miserabilista e de protesto. Não há tempo a perder: há emprego a manter e a criar, e isso implica muita determinação em fazer acontecer”.

Veja mais em :::> SEMMAIS

Distrital do PS diz que COMUNISTAS RECUSAM RETIRADA DE AMIANTO DAS ESCOLAS

28 de Julho 2020

Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista

AUTARQUIAS COMUNISTAS RECUSAM RETIRADA DE AMIANTO DAS ESCOLAS NO DISTRITO DE SETÚBAL

Conforme previsto no Programa de Estabilização Económica e Social, o Governo mobilizou fundos comunitários para, em conjunto com os municípios, retirar o amianto de 578 escolas do território nacional.Cobrindo 100% dos custos, as parcerias com os municípios viabilizam a agilização dos procedimentos sem qualquer encargo para as autarquias.A Federação Distrital do Partido Socialista lamenta que, no distrito de Setúbal, haja escolas que vão continuar com amianto devido à recusa de assinatura de acordo com o Ministério da Educação por parte das Câmaras Municipais de Grândola, Moita, Palmela, Santiago do Cacém, Seixal, Sesimbra e Setúbal.O distrito poderia estar num caminho de modernização e de saúde para todos se a opção das autarquias CDU não fosse a insistência numa gestão por contestação em vez de se colocar ao serviço das populações, servindo melhor as crianças e os jovens.Almada e Barreiro, que hoje assinaram acordos com o Ministério da Educação para a remoção de amianto, são a prova de que rejeitar a política da CDU é uma urgência para a melhoria da qualidade de vida deste distrito.

veja mais em :::> Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista

Federação Distrital de Setúbal da Juventude Socialista «CDU coloca obstáculos à instituição dos Conselhos Municipais de Juventude»

10/08/2018

A Federação Distrital de Setúbal da Juventude Socialista, em comunicado, afirma que “continuará a lutar pela participação ativa e democrática dos jovens na vida dos seus municípios e, sobretudo, para que a sua voz não seja um mero artifício, mas sim um elemento interventivo na vida autárquica e na sociedade.”

O bloqueio à instituição dos Conselhos Municipais de Juventude

A Federação Distrital de Setúbal da Juventude Socialista reunida em Comissão Política Federativa, vem por este meio denunciar o bloqueio por parte das câmaras lideradas pela CDU à instituição dos Conselhos Municipais de Juventude (CMJ), previstos por lei e fulcrais enquanto meio de participação ativa e democrática dos jovens nas políticas de juventude.

Os Conselhos Municipais de Juventude são, por excelência, o espaço de participação democrática dos jovens. Enquanto órgão consultivo, ausculta a voz destes nas matérias relacionadas com as políticas de juventude do município. Deste modo, os Conselhos Municipais de Juventude procuram dinamizar e promover o envolvimento cívico-político dos jovens e das organizações de jovens nos seus concelhos, criando assim uma identidade e sentido de pertença nos mesmos.

Este bloqueio revela por um lado revela a faceta antidemocrática das câmaras CDU, ao impedir a participação democrática e ativa dos jovens na vida dos seus municípios, por outro, o profundo desrespeito desses mesmos municípios pela lei e pelos órgãos de soberania.
Quando a CDU coloca obstáculos à instituição dos Conselhos Municipais de Juventude, cria também um entrave à livre expressão das vontades e ambições da juventude. Fá-lo porque teme os jovens, a sua voz, a sua irreverência e a sua capacidade de renovação.

Além disso, o Conselho Municipal da Juventude é obrigatório por lei. Segundo o número 2 do artigo 27º da Lei nº8/2009, de 18 de fevereiro “os municípios que à data de entrada em vigor da presente lei não se encontrem dotados de um Conselho Municipal de Juventude devem proceder à sua instituição, nos termos da presente lei, no prazo máximo de seis meses”.

Apenas seis dos treze concelhos no distrito têm CMJ, destes seis concelhos, apenas um é liderado por um executivo da CDU (sem maioria), sendo todos os restantes liderados pelo PS. Em alguns casos, as câmaras lideradas pela CDU criam um outro órgão em substituição do CMJ, de modo a contornar a lei e a esvaziar as competências do mesmo, de nome “Fórum da Juventude”.
Já assistimos, inclusive, a um presidente de Câmara da CDU afirmar publicamente que não cumpre a lei de forma propositada, uma vez que o seu município possui algo melhor que o que a lei determina. Após uma queixa ao Provedor de Justiça, prefere ignorar as diretrizes deste órgão, incumprindo assim a lei.

Pelo exposto, condenamos o evidente desrespeito da CDU pela Lei e pelos órgãos de soberania que legislaram sobre esta matéria, a Assembleia da República e o Governo ((A Lei n.º6/2012, de 10 de fevereiro, primeira alteração à Lei n.º8/2009, de 18 de fevereiro, que criava o regime jurídico dos conselhos municipais de juventude, e segunda alteração ao Decreto-Lei n.º7/2003, de 15 de janeiro, que regulamenta os conselhos municipais de educação e aprova o processo de elaboração de carta educativa, transferindo competências para as autarquias locais). Não podemos continuar a tolerar a prepotência e a falta de exemplo de prática democrática.

A Federação Distrital de Setúbal da Juventude Socialista continuará a lutar pela participação ativa e democrática dos jovens na vida dos seus municípios e, sobretudo, para que a sua voz não seja um mero artifício, mas sim um elemento interventivo na vida autárquica e na sociedade.

Veja mais em ::::> ROSTOS

Seo wordpress plugin by www.seowizard.org.