Category: Saúde

Concurso prevê reforço de médicos de família na Península de Setúbal

Para a Península de Setúbal estão previstos mais de 50 médicos de medicina geral e familiar: 17 para o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal, 18 para o ACES Arco Ribeirinho e 18 para o ACES Arrábida. Estas vagas, a serem preenchidas, vão permitir a atribuição de médico de família a mais cerca de 90 mil utentes.

O concurso para a contratação de recém-especialistas de Medicina Geral e Familiar já foi aberto. Das 218 vagas previstas para a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), quase 25% são para a Península de Setúbal, o que permitirá aumentar o número de utentes com médico de família atribuído.
Para a Península de Setúbal estão previstos mais de 50 médicos de medicina geral e familiar: 17 para o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal, 18 para o ACES Arco Ribeirinho e 18 para o ACES Arrábida. Estas vagas, a serem preenchidas, vão permitir a atribuição de médico de família a mais cerca de 90 mil utentes.
Este concurso dá continuidade ao compromisso assumido pela ARSLVT de melhorar a resposta assistencial aos utentes, garantindo o acesso a cuidados de saúde de qualidade, adequando os recursos disponíveis às necessidades em saúde. Este trabalho tem passado por reforçar, sempre que possível, o número de profissionais nas várias unidades. Destaca-se, por exemplo, o reforço feito recentemente no Centro de Saúde da Baixa da Banheira, com mais horas médicas.
O Aviso n.º 10362/2017 foi publicado no dia 11 de setembro em Diário da República e determina a abertura de um procedimento concursal nacional para o preenchimento de 290 postos de trabalho para a categoria de assistente, em medicina geral e familiar, em todo o país.
Na semana passada já tinha sido publicado em Diário da República o Despacho n.º 7810/2017, que identificava os serviços e estabelecimentos de saúde e respetivas unidades funcionais classificados como carenciados, na área de medicina geral e familiar, tendo em vista a abertura do concurso.

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PSD considera que empresas da região de Setúbal são “exemplo de inovação”

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Para o coordenador dos deputados do PSD do distrito de Setúbal “é preciso também realçar que as empresas têm procurado cada vez mais parcerias com as escolas profissionais, com o Instituto Politécnico e com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), no âmbito dos estágios profissionais, dando assim resposta às suas necessidades e contribuindo para a formação e integração de jovens no mercado de trabalho”. Estas visitas foram integradas na iniciativa “Portugal Faz Bem”, organizada pelo Grupo Parlamentar do PSD, que segundo Paulo Ribeiro permitiram por todo o país, destacar exemplos de competitividade das empresas.

“No distrito de Setúbal temos vários exemplos de sucesso, uns mais conhecidos do que outros, mas todos resultantes de uma enorme vontade de vencer as adversidades”, realça. Os social-democratas afirmaram ainda que este é um importante sinal de “confiança e esperança no futuro, traduzida nas intenções e nos projetos de investimento e de criação de emprego”.
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Utentes alertam Governo para problemas na saúde na Península de Setúbal

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A Plataforma da Península de Setúbal em Defesa do Serviço Nacional de Saúde vai entregar na terça-feira ao ministro da Saúde um manifesto a alertar para os problemas do setor na região, disse hoje fonte daquela estrutura.

“Subscrevemos um manifesto denunciando um conjunto de situações que os utentes e as populações da Península de Setúbal estão a viver, designadamente os constrangimentos no acesso à saúde, mas também as questões relacionadas com os profissionais: falta de médicos, falta de enfermeiros, rutura nos serviços”, disse Luísa Ramos, da Comissão de Utentes da Saúde de Almada, entidade que subscreve o manifesto.

Segundo Luísa Ramos, foi pedida “uma audiência ao ministro da Saúde para entrega do manifesto, mas também para lhe dar a conhecer, de viva voz – presumindo que há muita coisa que ele possa não saber, até pelas afirmações que tem feito no plano público de que as coisas estão melhores -, a situação que se vive no setor da saúde na Península de Setúbal”.

Representantes dos subscritores do manifesto vão deslocar-se na terça-feira ao Ministério da Saúde, pelas 11:30, apesar de não terem recebido qualquer confirmação do pedido de audiência.

O manifesto foi elaborado a partir de uma iniciativa do Movimento de Utentes de Serviços Públicos da Península de Setúbal, a que se juntaram Comissões de Utentes da Saúde, autarquias, sindicatos e outras associações da região de Setúbal.

A demora no atendimento nos serviços de urgência do Hospital Garcia de Orta, o maior hospital da margem sul do Tejo, a falta de médicos e de enfermeiros naquele hospital e em diversas unidades de saúde da região têm originado várias ações de protesto dos utentes contra a alegada degradação dos cuidados de saúde na Península de Setúbal.

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Setúbal – Manifestantes querem ‘justiça’ após morte violenta

Nuno Jorge Pires terá sido agredido por elementos da PSP

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Cerca de 150 pessoas desfilaram este domingo pelas ruas de Setúbal para exigirem justiça face à morte de Nuno Jorge Pires, encontrado em coma numa rotunda perto da estação dos caminhos-de-ferro, no passado dia 19 de fevereiro.

“O que me traz aqui é tentar perceber até que ponto a nossa política nos leva a voltarmos atrás 50 anos. Não compreendo. Venho aqui dar a minha manifestação de pesar a um amigo, a um amigo do nosso filho e a um amigo nosso também”, disse à Lusa Francisco Praia, de 63 anos, um dos manifestantes que desfilaram da Praça do Brasil até à residência do jovem. “Não sei quem matou o Jorge Pires. Há testemunhas e há testemunhos que se retraem, com medo de retaliações”, acrescentou Francisco Praia.

Patrícia Amâncio, amiga de Nuno Jorge Pires, de 35 anos, conhecido pela acunha `Fantasma´, também desconhece as circunstâncias da morte do jovem setubalense. “Era amiga dele. Ele era uma pessoa espetacular, não criava conflitos com ninguém. Não posso estar a criar ideias porque ele estava sozinho naquele momento. Não sabemos o que aconteceu, mas esperamos que a justiça seja efetivamente justa e que se apure aquilo que aconteceu”, disse.

Manifestação sem incidentes

A agência Lusa contactou diversos elementos da organização da manifestação, que decorreu sem incidentes, mas nenhum se mostrou disponível para prestar declarações, para além das palavras de ordem que foram gritando através de num megafone, em que pediam “justiça” e prometiam que o ‘Fantasma’ não seria esquecido.

Nuno Jorge Pires foi encontrado em estado de coma em 19 de fevereiro numa rotunda junto à estação dos caminhos-de-ferro de Setúbal, depois de ter sido abordado e, alegadamente, agredido com uma bastonada na cabeça, por elementos de PSP, por razões que não são ainda conhecidas.

Poucos dias depois do incidente, a 25 de fevereiro, a PSP de Setúbal anunciou a abertura de um processo de averiguações, para identificar os elementos que terão estado com o jovem alegadamente agredido e que acabou por morrer no dia 22 de fevereiro, no Hospital Garcia de Orta, em Almada.

PSP abre processo de averiguações

“Já foi aberto um processo de averiguações no Comando Distrital de Setúbal, no sentido de confrontar os elementos que estiveram de serviço naquela madrugada”, disse, na altura, o porta-voz da direção nacional da PSP, Paulo Flor.

“Por existirem indícios consubstanciados em imagens [de videovigilância] que identificam dois polícias junto ao rapaz que veio a falecer no domingo passado, naturalmente que temos todo o interesse em perceber o que se passou”, acrescentou o porta-voz da PSP.

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Câmara Municipal do Seixal contra o agravamento das condições de acesso aos cuidados de saúde

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A Câmara Municipal do Seixal aprovou ontem, em reunião de Câmara, uma tomada de uma posição contra o agravamento das condições de acesso da população do Seixal aos cuidados de saúde. A Autarquia considera que nas últimas décadas se tem vindo a assistir à degradação dos serviços públicos de saúde, com o encerramento de serviços, a concentração de valências e departamentos, a diminuição dos horários de funcionamento das unidades de saúde e com a falta de investimentos que permitam qualificar o Sistema Nacional de Saúde.

A falta de meios e equipamentos de saúde no Concelho do Seixal, onde sobressai os mais de 40 mil utentes sem médico de família e a insuficiente capacidade de resposta do Hospital Garcia de Orta (HGO), bem como a não construção do Hospital no Concelho do Seixal, têm significado um prejuízo acrescido para os doentes e população da região.
Quando o quadro existente fazia pressupor a necessidade urgente de medidas por parte do Governo para ultrapassar a situação atual, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), por orientação do governo, não considerou, no quadro do concurso para preenchimento de 70 vagas de Médicos de Família, qualquer vaga destinada às Unidades de Saúde dos Concelhos do Seixal e Almada, não obstante o respetivo agrupamento ser atualmente um dos mais carenciados em termos de recursos humanos em toda a ARSLVT.
A Câmara Municipal do Seixal expressa, por esta via, a mais profunda contestação a esta decisão da ARSLVT, que prejudicará ainda mais o acesso aos cuidados de saúde primários às populações dos Concelhos do Seixal e Almada.
Esta medida do Governo é demonstrativa do desrespeito pelas populações de Seixal e Almada que através das suas comissões de utentes e órgãos do Poder Local Democrático têm solicitado insistentemente junto do Ministro da Saúde, Paulo Macedo, uma reunião para uma discussão deste grave problema e que não só têm sido ignorados, como agora parecem ser discriminados pela persistência na reivindicação por melhores cuidados de saúde para as populações do Seixal e Almada, nomeadamente a urgente construção de um hospital público no Concelho do Seixal.
A Câmara Municipal insiste ainda junto do Ministro da Saúde que receba os Presidentes de Câmara e Assembleia Municipal do Seixal, Almada e Sesimbra, conforme os pedidos de reunião de 19 de Dezembro de 2013 e de 14 de Março de 2014, até ao momento sem agendamento e manifesta o seu profundo desagrado pela não colocação de Médicos de Família no Concelho do Seixal, potenciando o governo dessa forma, o agravamento das condições de acesso a cuidados de saúde da população do Município.

Fonte – CMS

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Plataforma Península de Setúbal em Defesa do Serviço Nacional de Saúde

Câmara da Moita adere por unanimidade

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Na sua primeira reunião de 2015, que decorreu no dia 7 de janeiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a Câmara Municipal da Moita aprovou, por unanimidade, a adesão do Município da Moita à Plataforma Península de Setúbal em Defesa do Serviço Nacional de Saúde – SNS.

Esta plataforma reúne Comissões de Utentes de Saúde, Sindicatos, Câmaras Municipais, Juntas e Uniões de Freguesia, a Associação de Mulheres com Patologia Mamária e o Movimento Democrático de Mulheres que, em conjunto, se compromete a lutar por um SNS geral, universal e gratuito, garantindo-se assim o acesso de todos a um Direito consagrado na Constituição da República.
A Plataforma Península de Setúbal em Defesa do SNS exige, através do seu Manifesto, o fim da privatização dos Serviços de Saúde, o fim das parcerias público privadas, a eliminação das taxas moderadoras, médico e enfermeiro de família para todos os utentes (a região de Setúbal é das regiões do País onde há um maior número de utentes sem médico de família atribuído), o reforço dos meios financeiros, técnicos e humanos do SNS necessários para a prestação dos serviços de proximidade e de qualidade, a construção de Centros de Saúde em falta na Península de Setúbal (Feijó, Corroios, Foros de Amora, Pinhal Novo, Baixa da Banheira, Alto Seixalinho e Aldeia de Paio Pires), bem como a requalificação e a reabertura dos equipamentos de Saúde, o reforço dos recursos humanos e materiais de emergência médica e dos cuidados de saúde primários, a revogação da portaria que impede a utilização de transporte por parte dos utentes, a revogação da Portaria n.º 82/2014 que veio instituir a categorização dos serviços e estabelecimentos do SNS, a reabertura dos SAP’s, o alargamento dos horários dos Centros de Saúde, a adoção de medidas para minorar os tempos de espera nas consultas de especialidade e respetivos exames de diagnóstico, a reposição das especialidades nas urgências nos Hospitais da Península de Setúbal e a reposição e dignificação das carreiras e remunerações de todos os trabalhadores do SNS – médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica, técnicos superiores de saúde, administrativos e assistentes operacionais.
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Partido Socialista denuncia publicamente Situação de degradação dos cuidados de saúde no Distrito de Setúbal

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“No Distrito de Setúbal também se assinalam situações de grandes tempos de espera no atendimento das urgências, as quais são muito preocupantes, no Hospital Garcia de Orta, em Almada, e no Hospital do Barreiro e em particular, no Hospital de S. Bernardo em Setúbal, onde, no dia 3 de Janeiro, um homem de 77 anos, que tinha sido assistido por um médico do INEM que não fez qualquer referenciação do doente para as urgências, depois de 4 horas num corredor do Hospital sem qualquer assistência, acabou por morrer” – refere um comunicado do Secretariado da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista.

GOVERNO COLOCA EM CAUSA ACESSO DOS CIDADÃOS AOS CUIDADOS DE SAÚDE
Nas últimas semanas o País tem assistido ao caos generalizado das urgências hospitalares, situação que se repete um pouco por todo o País.
No Distrito de Setúbal também se assinalam situações de grandes tempos de espera no atendimento das urgências, as quais são muito preocupantes, no Hospital Garcia de Orta, em Almada, e no Hospital do Barreiro e em particular, no Hospital de S. Bernardo em Setúbal, onde, no dia 3 de Janeiro, um homem de 77 anos, que tinha sido assistido por um médico do INEM que não fez qualquer referenciação do doente para as urgências, depois de 4 horas num corredor do Hospital sem qualquer assistência, acabou por morrer.
Essas situações, ainda que agravadas nesta época, não constituem factos isolados, antes espelham a situação de abandono do Serviço Nacional de Saúde por parte do Governo PSD/ CDS.
Ainda recentemente numa visita que o Partido Socialista realizou a diversos Centros de Saúde do Distrito de Setúbal se pode constatar que para o Governo, os cuidados primários de saúde não são uma prioridade, situação refletida nas faltas de condições de atendimento, falta de recursos humanos e, muitas vezes, falta de material. A ausência de políticas de saúde adequadas fez com que nos últimos 3 anos haja menos cidadãos do distrito de Setúbal com acesso a médicos de família.
A carência de meios humanos e materiais também se verifica ao nível hospitalar. Esta realidade foi particularmente questionada em Julho do ano passado por 42 diretores de serviço do Hospital Garcia de Orta que denunciaram o adiamento de consultas, exames e de cirurgias por falta de profissionais, bem como a existência de equipamentos obsoletos.
A Ordem dos Médicos, ainda recentemente, responsabilizou diretamente o Governo PSD/ CDS pela situação que se vive no setor da Saúde.
Conscientes da situação que se vive atualmente em todo o País, e com reflexo no Distrito de Setúbal, a Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista denuncia publicamente a situação de degradação dos cuidados de saúde no Distrito de Setúbal, responsabilizando o Governo PSD/ CDS por, com a obsessão de acabar com o Serviço Nacional de Saúde, estar a colocar em causa o princípio constitucional de garantia de acesso aos cuidados de saúde.

Setúbal, 7 de janeiro de 2015

O Secretariado da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista

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Consolas de jogos e realidade virtual ajudam doentes a recuperar de AVC

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Um projeto de doutoramento que envolve o uso de consolas de jogos e computadores está a ajudar doentes vítimas de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) a recuperarem as capacidades motoras e cognitivas através da realidade virtual.

O projeto ‘NeuroRehab Lab’ está a ser desenvolvido no Instituto de Tecnologias Interativas da Universidade da Madeira (M-ITI) por Ana Lúcia Faria, e visa a utilização das novas tecnologias na reabilitação de doentes vítimas de AVC.

Ana Lúcia Faria explicou que as ferramentas interativas treinam a recuperação motora, por exemplo, “do braço afetado pelo AVC”, como também “tratam os défices de memória, linguagem, funções executivas e atenção”.

“Na reabilitação tradicional, temos uma repetição de movimentos e de tarefas com vista a melhorar a plasticidade cerebral. Através da realidade virtual vamos poder oferecer, não só em espaços clínicos, mas também em casa, as mesmas metodologias de reabilitação, mas através de ambientes de simulação de atividades de vida diária”, disse.

A investigadora acrescentou que esta metodologia “vai permitir que, após a alta, os doentes possam fazer uma melhor transferência daquilo que estiveram a treinar para o seu contexto de vida, como também vai permitir que continuem a fazer o seu treino em casa através de um computador”.

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