Seixal no Portugal Smart Cities

11 abr 2018

Smart Cities. “A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”

No meio do Atlântico, Ponta Delgada tenta transformar a periferia em centralidade. No meio da Península Ibérica, Portalegre chama a atenção para a ruralidade onde estão pessoas que querem fazer parte desse país rural. Na margem sul do Tejo, o Seixal procura resolver a distância que há por estar tão próximo de Lisboa. E em Viseu, querem-se carros a andar sozinhos. Os exemplos são vários e em comum têm todos uma coisa: são cidades que querem ser inteligentes e por isso, em vez de esperarem para ver o que lhes acontece, dedicam-se a inventar o futuro.

O que é uma cidade inteligente? As respostas podem ser muitas e raramente são objetivas. Uma cidade inteligente é um território capaz de se adaptar às mudanças — sociais, climáticas, económicas, tecnológicas —, fazendo uso da tecnologia, mas sobretudo da inovação. Albufeira, Ponta Delgada, Portalegre, Guimarães, Seixal e Viseu são seis exemplos de municípios empenhados no desenvolvimento de um território mais dinâmico e, por isso, mais inteligente. Até porque, atira Ricardo Costa, vereador da autarquia da cidade berço, “a melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”.

A inteligência urbana é capaz de “valorizar o poder local, que foi uma das maiores conquistas de Abril”, como diz Joaquim Santos, presidente da câmara do Seixal. Por isso, num evento dedicado à inteligência das cidades, nada melhor do que uma cimeira dos autarcas, para dar voz aos decisores políticos que estão mais próximos dos cidadãos.

Antes desta cimeira, no Centro de Congressos de Lisboa, houve uma volta a Portugal que pôs autarcas e técnicos municipais, empresas e universidades, a discutir o que é isso de cidade inteligente, a trocar ideias, a partilhar erros e falhanços e a aconselhar sucessos.

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