Category: Setúbal

Assembleia Municipal de Setúbal homenageia Odete Santos


A Assembleia Municipal de Setúbal vai prestar homenagem a Odete Santos no próximo dia 25 de Abril, pelas 11h15, numa sessão solene a decorrer no Fórum Municipal Luísa Todi, no âmbito das comemorações do 44.º aniversário da Revolução dos Cravos.

Odete Santos, a carismática deputada do PCP, foi também presidente da Assembleia Municipal de Setúbal, aquando da presidência da autarquia de Carlos de Sousa.

Actualmente reformada, nasceu a 26 de Abril de 1941, na Guarda, mas foi em Setúbal, sua terra de eleição, que desenvolveu um trabalho como advogada, política e actriz.

A 6 de Março de 1998 foi agraciada pelo Presidente da República com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

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Primeira edição do Portugal Cinco Estrelas Setúbal venceu em seis das catorze categorias de reconhecimento de ícones de referência nacional

17/03/2018

Setúbal venceu em seis das catorze categorias de reconhecimento de ícones de referência nacional na primeira edição do Portugal Cinco Estrelas, sistema que avalia, através de votação pelos consumidores, o que de melhor existe no território.


Setúbal venceu em seis das catorze categorias de reconhecimento de ícones de referência nacional na primeira edição do Portugal Cinco Estrelas, sistema que avalia, através de votação pelos consumidores, o que de melhor existe no território.

No Portugal Cinco Estrelas, cuja votação contou com a participação de um total de 205.895 pessoas, o concelho setubalense viu reconhecida a excelência em áreas relacionadas com gastronomia, vinhos e património natural.

Na categoria de “Cozinha Tradicional”, a escolha dos consumidores recaiu no choco frito, enquanto na “Doçaria Regional” o prémio foi para as tortas de Azeitão. Já em “Vinhos” o moscatel de Setúbal viu reforçado o estatuto nacional.

Setúbal é também ícone de referência nacional na categoria de “Praias”, com Galapinhos, eleita em 2017 como a melhor da Europa, a conquistar também o título de melhor a nível nacional.

Além destes, Setúbal teve ainda vencedores nas categorias de “Reservas, Paisagens e Barragens”, com o Parque Natural da Arrábida, e de “Serras e Montanhas”, neste caso com a Serra da Arrábida.

Além das seis distinções na votação para o reconhecimento de ícones de referência nacional, Setúbal teve vencedores, a nível distrital, em 12 categorias destinadas a premiar marcas, produtos e serviços.

Nesta vertente, consumidores portugueses elegeram as escolhas em categorias como ginásios, hotel e spa, obras de remodelações de imóveis, parques temáticos, lojas de tecnologia e imobiliárias.

Para esta avaliação, os consumidores tiveram como critérios as variáveis que influenciam a decisão a compra, concretamente a satisfação, a relação preço-qualidade, a intenção ou recomendação, a confiança e a inovação.

O Portugal Cinco Estrelas, cuja votação foi gerida pela empresa de estudos de mercado Multidados, tem entrega de prémios agendada para o dia 12 de abril, pelas 16h30 no Teatro Thalia, em Lisboa.

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Setúbal está no Top 10 das melhores cidades para negócios em Portugal

Cidade sadina é melhor classificada para os negócios, categoria em que alcança o 8.º lugar. Para Viver é a 12.ª e para Visitar a 17ª. Ranking da Bloom Consulting foi divulgado esta terça-feira

Setúbal integra o Top 10 do ranking nacional das melhores cidades para viver, visitar e negociar, em Portugal, divulgado esta terça-feira (13) pela consultora Bloom.

O relatório completo está disponivel em http://www.bloom-consulting.com/pdf/rankings/Bloom_Consulting_City_Brand_Ranking_Portugal.pdf.

Este ranking nacional analisa os negócios, o turismo e as condições de vida dos 308 municípios portugueses e Setúbal mantém a mesma posição que ocupava no ano passado, o décimo lugar.

O melhor desempenho da cidade sadina é na categoria Negócios, onde atinge o 8.º lugar, com a 12.ª posição na categoria Viver e 17.ª na categoria Visitar.

O primeiro lugar da lista, nesta quinta edição do estudo anual, é ocupado por Lisboa, que garante, outra vez, o primeiro lugar nas três categorias, Negócios, Visitar e “Viver.

Nos 10 primeiros lugares surgem, depois de Lisboa, Porto, Cascais, Braga, Coimbra, Sintra, Funchal, Faro, Vila Nova de Gaia e Setúbal, por esta ordem.

Municípios de Sesimbra, Palmela e Setúbal no âmbito do Portugal 2020 vão valorizar a região da Arrábida

12 de Março 2018

Os projetos representam um investimento global superior a 9 milhões de euros.


Os municípios de Sesimbra, Palmela e Setúbal reforçam o compromisso e a estratégia comum para a implementação de projetos conjuntos nas áreas da mobilidade, acessibilidades, património e intervenção social, no âmbito do Portugal 2020, que vão contribuir para valorizar a região da Arrábida e melhorar a qualidade de vida no território.

Os presidentes das Câmaras Municipais de Sesimbra, Setúbal e Palmela, Francisco Jesus, Maria das Dores Meira e Álvaro Amaro, reuniram no dia 9 de março, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Sesimbra, para fazer o ponto de situação dos projetos conjuntos que estão a ser desenvolvidos, no âmbito da sua estratégia territorial integrada, centrada na Arrábida. Este encontro, que passa doravante a ter maior regularidade, exalta o compromisso assumido pelos três municípios na valorização do território e na melhoraria da qualidade de vida das populações da região da Arrábida.

Na reunião foi feita uma abordagem técnica e de planificação dos investimentos promovidos por cada município, que incluiu apresentações pelos respetivos técnicos do Grupo de Trabalho Intermunicipal que acompanham os projetos cofinanciados pelos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), no âmbito do Portugal2020.

Este compromisso comum consubstancia-se em quatro grandes projetos estruturantes, incorporados no Pacto de Desenvolvimento e Coesão Territorial da Área Metropolitana de Lisboa e nos Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano de cada um dos municípios, abrangendo áreas tão diversas como o património natural e cultural, a mobilidade suave e os trajetos em contexto urbano e a promoção do bem-estar e da qualidade de vida das comunidades locais, a saber: 1) PRARRÁBIDA – Conservação, Valorização e Promoção do Património Histórico, Cultural e Natural da Arrábida – que inclui a requalificação do património, a criação de percursos turísticos, a criação e consolidação de estruturas de apoio aos visitantes e a promoção turística; 2) HUB 10 – Plataforma Humanizada de Conexão Territorial -que engloba uma intervenção em torno da EN10 e da sua conetividade intermodal; 3) CICLOP 7 – Rede Clicável e Pedonal da Península de Setúbal – que prevê a construção de troços de ciclovias e de percursos pedonais de ligação entre áreas urbanas e periurbanas, valorizando a conetividade interconcelhos e 4) PRIA – Percurso em Rede para a Inclusão Ativa – que assenta no desenvolvimento de abordagens comunitárias partilhadas e de respostas sociais mais inclusivas face aos desafios que se colocam às comunidades locais.

Algumas das intervenções já foram candidatadas aos avisos publicitados pelo Programa Operacional Regional de Lisboa 2020, e já se encontram em execução, enquanto outras estão em fase de submissão de candidaturas ou a aguardar a abertura dos respetivos avisos. No conjunto, estes projetos representam um investimento superior a 9 milhões de euros, cofinanciados em 50 por cento pelo POR Lisboa 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo Social Europeu (FSE). Para além das operações já estruturadas e das medidas em execução, foram projetadas outras áreas de intervenção no âmbito do Portugal 2020.

No final do encontro foi reiterado o compromisso dos três municípios continuarem a trabalhar em conjunto na consolidação da estratégia partilhada e da visão comum referente à valorização e promoção da centralidade Arrábida.

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TVI vai gravar novela em Setúbal


Maria das Dores MeiraPresidente da CM Setúbal

“Assinei esta manhã, no Salão Nobre dos Paços dos Concelho, um protocolo de colaboração com a Plural Entertainment para a produção da telenovela “Jogo Duplo” em Setúbal, precisamente depois da gravação, nesta sala, de mais uma cena da série exibida diariamente na TVI. Na assinatura do documento estiveram presentes, além de Luís Cunha Velho e Luís Cabral, administradores da Plural, José Eduardo Moniz, consultor desta produtora, e os atores Diogo Infante, Vítor D’Andrade e a atriz Sandra Santos que, na telenovela desempenham os papéis de Manuel Qiang, Tomás Vaz e Melo e Emília Venâncio. Como afirmei nesta cerimónia, estamos certos de que o investimento municipal feito nesta produção televisiva, traduzido na isenção de taxas, será muitas vezes multiplicado na atração de visitantes, na geração de negócio e, acima de tudo, na transmissão da que é a verdadeira dimensão de Setúbal, ou seja, uma cidade moderna de escala europeia que se afirma, desde há muito, pelas suas capacidades na indústria e nos serviços e que consegue agora mostrar o seu melhor a todos em diferentes latitudes.”

Congresso debate em Viseu descentralização e reorganização de freguesias

Associação Nacional de Freguesias reúne-se no seu XVI Congresso com promessas de reabertura do dossier da reforma administrativa.

Foto: Pedro Matias

A descentralização de competências, a revisão das finanças locais, a reorganização territorial e o estatuto do autarca vão ser debatidos, entre esta sexta-feira e domingo, no XVI Congresso da Associação Nacional de Freguesias (Anafre), que se realiza em Viseu. Reunião magna começa no dia em que se soube que Governo vai alterar critérios de reorganização das freguesias até Junho.

O presidente da Anafre, Pedro Cegonho (PS), explicou à Lusa que o congresso vai debater “quatro eixos fundamentais”, em torno da descentralização de competências, revisão da Lei das Finanças Locais, “nova lei-quadro de criação, modificação e extinção de autarquias” e alteração do “estatuto do eleito local”.

A Anafre concorda com a proposta de descentralização, em apreciação no Parlamento, mas o autarca salientou que a associação está disponível “para aperfeiçoar” o mecanismo “de partilha de recursos, [em que] a transferência de competências seja por força de lei e não por força contratual entre municípios e freguesias”.

As freguesias, segundo a proposta do Governo, poderão assumir a instalação e gestão de Espaços do Cidadão, “em articulação com a rede nacional de Lojas do Cidadão e com os municípios”, mas também “pequenas reparações nos estabelecimentos de educação pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico”, entre outras atribuições.<_o3a_p>

O também presidente da Junta de Freguesia de Campo de Ourique (Lisboa) adiantou que a associação só concluirá o seu parecer ao anteprojecto de revisão da Lei das Finanças Locais após o congresso, mas concedeu que “as propostas da Anafre estão incluídas” na mais recente versão de trabalho da proposta de diploma.

A revisão, no entanto, deve apontar para o duplo objectivo de “uma distribuição de recursos mais justa entre freguesias” e, “de uma forma global, aumentar os recursos do Estado” ao dispor destas autarquias locais, referiu Pedro Cegonho.

Após o chumbo no Parlamento de propostas do PCP e do BE para a reposição de freguesias, antes das eleições de 1 de Outubro passado, a Anafre defende uma nova lei-quadro de criação, modificação e extinção de autarquias, que permita corrigir situações da reforma imposta em 2013.

PS e Governo remeteram para depois das autárquicas a eventual correcção de erros da reforma do PSD/CDS-PP, que levou à redução para 3092 das 4259 freguesias antes existentes, mas o presidente da Anafre defendeu que o processo deve ter “em conta o novo quadro de competências que possa surgir de um processo de descentralização”.

A revisão do estatuto do eleito local, segundo Pedro Cegonho, recandidato à presidência por indicação do PS, que saiu vencedor das recentes autárquicas, deve contribuir para “uniformizar” a legislação e avaliar as condições ao dispor das freguesias para exercerem as novas competências.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, participa na abertura do congresso, no Pavilhão Multiusos de Viseu, onde os cerca de 1200 delegados debatem no sábado as linhas gerais de actuação para os próximos quatro anos.

No domingo de manhã, serão eleitos os órgãos da Anafre, cabendo ao PSD e ao PCP indicar os dois vice-presidentes da comissão permanente, e na sessão de encerramento participam o presidente da Câmara de Viseu, o social-democrata Almeida Henriques, e o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, que tutela as autarquias.

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Câmara de Setúbal vai gerir acessos às praias

Estrada de acesso às praias vai passar para gestão municipal, graças a um acordo com a Infraestruturas de Portugal.

A via de acesso às praias de Setúbal – Estrada Nacional 379-1 -, no Parque Natural da Arrábida, vai passar a ser gerida a nível municipal, depois de a autarquia ter aprovado, na quarta-feira, a celebração de um protocolo entre a Infraestruturas de Portugal e a Câmara de Setúbal. O acordo a celebrar entre as duas entidades define que a gestão dos dois troços (entre a Gávea e a rotunda do Pinheiro e o acesso rodoviário à praia do Portinho da Arrábida) fica na competência da autarquia entre 1 de maio e 31 de outubro de cada ano, durante três anos. Em comunicado, a Câmara de Setúbal diz estar “ciente das necessidades especiais nos troços de via, em particular durante a época balnear”, defendendo que é de “interesse municipal a gestão direta dos mesmos, não só pela aposta num desenvolvimento turístico de qualidade, como pelo empenho da melhoria das condições de segurança de circulação e aposta no uso do transporte público e modos suaves”. Segundo a autarquia, a circulação nestas estradas fica prejudicada devido ao “estacionamento indevido ao longo de toda a faixa de rodagem, em especial nos meses de junho a setembro”. Além da conservação dos troços, a Câmara de Setúbal tem, durante a época balnear, a responsabilidade de prestar informações aos utentes da via e “garantir condições adequadas de segurança rodoviária, conforto, fluidez do tráfego, incluindo a realização de ceifas”. Também a colocação, conservação e remoção de equipamentos e sinalização relativos à regulação do trânsito são competências da autarquia.

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General Electric vai encerrar em Setúbal

2018-01-19 13:58:10

Plano de restruturação na Europa leva ao encerramento da General Electric, sedeada em Setúbal, colocando no desemprego 200 trabalhadores.


A General Electric (GE) já confirmou que irá encerrar e terminar com cerca de 200 postos de trabalho em Setúbal, e mais 200 indirectos, no âmbito de uma reestruturação do seu negócio de energia na Europa e que terá impacto em Portugal.

Globalmente a empresa quer cortar 12 mil postos de trabalho e com este plano a GE pretende alcançar o objectivo de reduzir em mil milhões de dólares os custos operacionais da empresa ao longo do próximo ano. Faz ainda parte do objectivo global que passa por reduzir em 3,5 mil milhões de dólares os custos gerais da eléctrica. No final do ano passado, a GE detinha cerca de 300 mil funcionários nas diversas unidades operacionais espalhadas por todo o globo.

«Este processo resulta das condições de mercado e do impacto significativo que têm tido na actividade da General Electric, nomeadamente a queda substancial, em todos os países da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico], da procura por novas unidades de produção termoeléctrica de energia», justifica a empresa num comunicado emitido no início de Janeiro.

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras do Sul reuniu-se esta sexta-feira com a administração da General Eletric. Em causa o encerramento previsto da fábrica de Setúbal e ministro da Economia já afirmou esperar que a unidade da General Electric em Setúbal encontre ‘uma solução que escape’ à reestruturação internacional, garantindo que está a acompanhar o assunto no sentido de ‘que não haja encerramento’.

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Deputados de Taiwan visitaram Setúbal e Azeitão

8de Janeiro 2018

Comitiva de três dezenas de pessoas foi recebida por Dores Meira, na Câmara Municipal, e visitou adega José Maria da Fonseca. Moscatel foi um dos produtos regionais oferecidos ao deputados asiáticos

Uma delegação de 27 deputados de Taiwan visitou Setúbal e Azeitão no sábado (06), numa iniciativa liderada pelo presidente do Centro Económico e Cultural de Taipei em Lisboa, Raymond Wang.
A comitiva foi recebida pela presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, nos Paços do Concelho, onde os participantes assistiram a uma apresentação sobre as principais áreas de investimento em Setúbal e os objectivos de desenvolvimento económico do município, em áreas como turismo, comércio e indústria.
O grupo de visitantes deslocou-se depois às Caves da adega José Maria da Fonseca, em Azeitão.
Além de Setúbal, os périplo dos deputados de Taiwn por Portugal passou também por Setúbal e Sintra.

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Paulo Lopes, candidato ao PS Setúbal: ‘Não nos resignamos a que Setúbal continue nas mãos da CDU’


Presidente do PS Setúbal há quatro anos, Paulo Lopes, arquitecto de 44 anos, diz que se recandidata ao cargo pela expressão de confiança que sentiu por parte dos militantes e simpatizantes e por contar com o apoio da maioria dos autarcas locais do partido. Defende que o projecto que lidera, ‘Juntos por Setúbal’ é o que tem melhores condições para iniciar um novo ciclo político interno que possa conduzir à vitória nas autárquicas.
As eleições estão marcadas para dia 19 e o outro candidato é António Caracol.

Porque decidiu recandidatar-se ao PS Setúbal?
Esta recandidatura nasce na expressão de confiança dos militantes e simpatizantes, que querem que esta equipa continue a fazer o trabalho, que não se resigne com os resultados autárquicos, porque objectivamente não foram os esperados. Entendemos que é possível fazer diferente e melhor e queremos aproveitar o novo ciclo autárquico para também incutir um novo ciclo a nível interno, porque não aceitamos, não nos resignamos com estes resultados. Em suma, temos estas duas componentes, que são não baixar os braços porque não nos resignamos a que Setúbal continue nas mãos da CDU. Queremos um PS forte e activo. E em segundo lugar, houve uma confiança expressa pelos militantes, no sentido de avançarmos com uma candidatura com condições para pôr em curso um novo ciclo.

Mas os resultados são precisamente um dos argumentos do seu adversário, António Caracol, que diz que a concelhia se conformou e que é preciso combater o inconformismo…
Isso é a interpretação do outro candidato, que é legítimo ter que ter um motivo para aparecer como candidato. Isso é a expressão deles. A nossa é não nos resignarmos e por isso, queremos criar um novo ciclo. Aliás, o próximo ciclo é um ciclo muito interessante, porque vamos ter eleições legislativas e europeias, para as quais é muito importante que o PS esteja mobilizado e com força de militância-base, porque não vão ser eleições fáceis. É um combate político para o qual estamos inteiramente disponíveis e muito motivados.

Mas não acha que os resultados autárquicos em Setúbal jogam contra a actual concelhia?
Os resultados autárquicos em Setúbal desde 2001 que não são favoráveis ao PS. E por isso é preciso continuar a trabalhar no sentido de perceber o que é que passa.

E o que é que propõe aos militantes para este novo mandato?
Na minha moção Juntos por Setúbal elencamos uma estratégia, que assenta em quatro pilares porque entendemos que a qualidade de vida na cidade depende destas áreas. O primeiro é Mobilidade e Segurança, uma cidade do futuro passa essencialmente por esta discussão, seja do transporte colectivo, seja do transporte privado, percursos pedonais, etc, e da Segurança. O segundo tem a ver com a regeneração urbana, não só no conceito de recuperação do imóvel, mas do espaço público e assente na linha da sustentabilidade ambiental, energética. Esse é o caminho que todas as cidades da Europa e do mundo Ocidental estão a caminhar e é por aí que Setúbal também deve ir. Depois, as comunidades solidárias, porque sem haver uma justiça social, é impossível também haver uma cidade com qualidade de vida. E o PS tem no seu ADN político, a questão das políticas sociais de inclusão e nada disto funciona senão houver economia e emprego. Para marcar a agenda política dos próximos tempos com estes quatro pilares, temos um plano de acção, que assenta basicamente em compreender a realidade que nos rodeia e o contexto em que estamos inseridos, assumir a responsabilidade de desenvolver trabalho nessa matéria e depois agir e dar a conhecer publicamente as propostas e os projectos estruturantes que o PS irá apresentar.
Acho que a comunicação é fundamental e que há um défice de comunicação que tem de ser combatido. Muitas das vezes damos por nós a falar nas reuniões de câmara, nas assembleias de freguesia, nas assembleias municipais e sentimos que a mensagem não chega ao interlocutor, por culpa nossa. É preciso combater isso. E é por isso que apostamos muito nos autarcas eleitos, que que agora começam um novo ciclo autárquico, para que sejam os interlocutores privilegiados, ao longo destes quatro anos, do PS, junto da população. Também é fundamental o caminho que temos vindo a fazer de abertura aos independentes. A Agenda para a Década, em que fizemos meia-dúzia de encontros muito interessantes, contou com muita participação de independentes.

Como é que explica o facto destas eleições internas serem mais participadas?
É normal, em democracia, haver mais do que uma lista. E são eleições a seguir às autárquicas, um período que internamente mexe sempre.

O aparecimento de outro candidato não corresponde a uma preferência de estrutura regional ou nacional?
Não tenho essa leitura. Aliás, o facto de haver um militante que é secretário de Estado e que apoia uma outra candidatura não vale mais do que isso mesmo. É um militante que por acaso agora foi nomeado secretário de Estado. Não valorizo essa imagem de que há aqui uma postura institucional contra uma concelhia.

Não acha que a sua candidatura esteja em desvantagem nesse domínio?
Até agora, não tenho sentido essa situação. Pelo contrário. Quem manda no PS não são as estruturas nacionais nem superiores, mas os militantes-base, que votam, e no dia das eleições veremos qual é o projecto político que os militantes escolhem e com que as estruturas nacionais e regionais trabalharão. E a seguir também haverá eleições para a Federação e depois nacionais.
Estas são eleições internas disputadas, mas normais. No passado chegou a haver quatro ou cinco listas e, ai sim, foi algo anómalo. Do lado da minha lista, aquilo que sei é que estamos muito motivados e temos muita juventude, inclusive com o apoio do presidente da JS Setúbal, que é sintomático. Este misto de experiência e juventude vai estar patente nas listas e nos grupos de trabalho.

E porque é que acha que o seu projecto é melhor para o PS aqui em Setúbal?
Nós estamos muito motivados, temos o apoio da maioria dos autarcas que estão no terreno. Entendemos que esta estratégia de fazer do autarca o interlocutor entre a população e o partido é fundamental. Não acredito em política feita de gabinete ou à distância, seja de Lisboa ou noutro sítio qualquer. Acredito na política terra-a-terra, local, feita no dia-a-dia pelos autarcas ou pelos militantes que estão a trabalhar nos seus bairros.

Contínua disponível para ser candidato nas autárquicas?
Este mandato tem duração de dois anos e não vai definir quais são os candidatos autárquicos. Eu fui candidato, porque fazia sentido ser o candidato. Se, daqui a quatro ano, quando se materializarem essas eleições, fizer sentido ser candidato e se os militantes assim entenderem, obviamente assumirei as minhas responsabilidades.

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