Category: Setúbal

Como podem ser diferentes e antagónicas as práticas municipais

3 de Setembro 2020
António Matos

Terrenos públicos e o desporto na região.

Da cedência aos clubes como prática generalizada, à sua venda aos clubes, como medida inusitada.
Ou como podem ser diferentes e antagónicas as práticas municipais. O exemplo de Setúbal e Almada.
Ponto de partida para um debate?!
A Presidente da Câmara Municipal de Setúbal anunciou ter sido dado o passo final para garantir a posse do estádio do Bonfim ao adquirir em hasta pública, por um milhão e meio de euros, os direitos de superfície colocados à venda no âmbito do processo de insolvência da empresa que foi detentora destes direitos.
Apesar de a aquisição ter sido realizada, formalmente, pelo valor indicado, a autarquia não teve de pagar qualquer quantia e fica ainda com um crédito remanescente de cerca de 600 mil euros, uma vez que já tinha na sua posse direitos no valor de mais de 2,1 milhões adquiridos ao BCP em julho.
A cidade e clube ficam assim com a garantia de que o estádio, ainda que, e sempre, na posse plena do município, poderá continuar a ser utilizado para a finalidade para que foi construído pelos setubalenses e o Vitória fica livre da preocupação de perder o seu histórico campo em qualquer operação imobiliária especulativa.
Em Almada, a Câmara vende ao Almada Atlético Clube o terreno do seu campo n° 2, por 300 000 euros, terreno que estava cedido ao clube em direito de superfície, e com esta venda impede a concretização de um audacioso projeto de revitalização e relançamento do histórico clube almadense.
Estas posições – a primeira sendo prática da generalidade das Câmaras, mas sendo invulgar pelos valores em presença – e a segunda por ser uma prática nunca havida em Almada e inusitada em Portugal – poderão ser pontos de partida para um debate necessário.
Que pensa quem está ligado ao movimento associativo?

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Maria Dores Meira pede ajuda no combate as fake news

Maria das Dores Meira

“Nos últimos dias reapareceu nas redes sociais uma notícia do Correio da Manhã de 2014 em que se aborda, com total má-fé, a minha declaração de rendimentos depositada no Tribunal Constitucional. Aqui fica o esclarecimento que publiquei na altura e apelo a todos os que não se revêm nas campanhas de desinformação que começam a surgir unicamente com o objetivo de me atacar para que o partilhem onde puderem para ajudar a combater este inqualificável ataque disseminado através de fake news.”

16 de agosto de 2014

Quando a má fé se alia à ignorância. O Correio da Manhã decidiu hoje, pela segunda vez nos últimos anos, dedicar especial atenção à minha declaração de rendimentos entregue no Tribunal Constitucional, na minha qualidade de titular de cargo político. Entre insinuações inadmissíveis, o jornal revela que sou proprietária de 14 imóveis, o que é verdade, mas “esquece” que todos eles foram adquiridos antes de ter sido eleita, em 2001, para os cargos autárquicos que desempenho desde essa data. Claro que este detalhe pouco importa ao jornal, aparentemente mais interessado numa caça à autarca Maria das Dores Meira, perseguição que eu gostaria de acreditar que não existe, embora todos os dados disponíveis contrariem esta minha vontade… Na verdade, este detalhe é fundamental pois contraria a ideia latente no texto de que teria enriquecido depois de me tornar autarca. E é também um detalhe que demonstra que, ao contrário de outros, tive e tenho uma vida profissional que vai muito para lá da política, vida que continuarei a ter depois de ser autarca, porque sempre dependi da minha atividade profissional para ser o que sou. Mas isso, o Correio da Manha não quis investigar…Sobre as dívidas da Câmara Municipal de Setúbal que são associadas à notícia sobre a minha declaração de rendimentos, essa será uma questão que será tratada no local próprio, em especial para mostrar que a pouca seriedade profissional deste jornal o impediu de solicitar à Câmara Municipal, seguramente porque isso poderia não encaixar na história que quis construir, o devido esclarecimento que, obviamente, contrariaria a informação publicada. Aproveito para agradecer a todos, e foram muitos, os que hoje, escandalizados com a notícia do Correio da Manhã, fizeram questão de me fazer chegar a sua solidariedade e apoio. A todos, muito obrigada.

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Setúbal – Pedro Tomás pretende dinâmica Revitalização do PSD na agenda para a rentrée das Assembleias Distritais

. Reabrir as secções e reanimar a militância são o foco de algumas propostas

Com a notícia da reabertura das Assembleias Distritais pelo CJN, Pedro Tomás não quer perder tempo e pretende que os delegados à Assembleia Distrital voltem a ter uma maior dinâmica na construção conjunta da recuperação do capital humano e político com vista a um partido forte nas próximas autárquicas.

Findas as eleições distritais, o partido deve aproveitar a dinâmica criada e este é o momento de todos assumirem as suas responsabilidades de forma positiva na construção de um partido mais unido e forte. Nesse sentido, Pedro Filipe Tomás abriu hoje a discussão de ideias e estratégias para revitalizar o PSD no distrito através de uma publicação na sua página de Facebook.
Pretende-se envolver todos os social-democratas na preparação de uma moção à Assembleia Distrital, da qual será o primeiro subscritor e tendo como ponto de partida algumas propostas discutidas nos últimos meses.

Reabrir as secções e reanimar a militância são o foco de algumas propostas como a nomeação de Comissões Instaladoras, promover Assembleias de Secção, a descentralização de actividades ou a reabertura das sedes nos concelhos onde não se conseguiu a sua manutenção.

A preparação das reuniões magnas do PSD no distrito trará frutos numa discussão mais focada e pensada para a definição de uma estratégia política que envolva todos e contribua para a vitalidade do PSD.

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PS quer Setúbal

SEMMAIS Por Redação S+ Imagem DR -26 de Julho, 2020

Entrevista com António Mendes, lides da Federação Distrital do PS

Com uma vitória folgada, o líder da federação distrital do PS aposta nas próximas autárquicas e quer resgatar Setúbal para mãos socialistas. O novo aeroporto é para levar para a frente, mesmo contra os bloqueios da Moita e do Seixal, e não declina a terceira travessia do Tejo. Fala de uma nova oportunidade para o distrito com o novo envelope financeiro da Europa, mas só se a região não ficar refém de um discurso “miserabilista e de protesto”.

Peço-lhe um primeiro sentimento em relação ao ato eleitoral?

Tratou-se de um ato eleitoral realizado em circunstâncias muito particulares, e quero saudar a capacidade de organização do mesmo e a participação muito expressiva dos militantes.

Com resultados significativos, já os esperava?

Os resultados ditaram um reforço da confiança dos militantes no projeto que lidero há quatro anos, e não escondo que tal me deixa feliz porque, de certo modo, representa o reconhecimento no trabalho que temos vindo a realizar.

Como viu o aparecimento da outra candidatura?

Com total naturalidade. O que seria estranho era que em democracia não existissem alternativas.

Claro, mas podia pensar-se já num certo desgaste, que a vitória esmagadora dissipou…

O resultado é esclarecedor. Quero saudar todos os que se envolveram nestas eleições defendendo o seu ponto de vista. A decisão está tomada, e de forma muito clara. Agora todos se devem concentrar no objetivo comum de afirmar o projeto do PS no distrito de Setúbal.

Vamos então ao futuro. Esta reeleição significa o fechar de um ciclo político?

Diria apenas que esta eleição representa o início de um novo mandato de dois anos.

Mas reforçou o objetivo central de deixar o PS como maior força política autárquica…

Sim, é esse o objetivo que temos na moção que levamos ao Congresso: tornar o PS a força política autárquica liderante no distrito de Setúbal e, julgo, face aos resultados que temos vindo a alcançar em anteriores eleições e ao trabalho dos nossos autarcas, que é possível conquistar essa meta.

Simplificando. Quais são os objetivos exequíveis e as apostas fortes?

Vamos apostar nos 13 concelhos e nas 55 freguesias com candidaturas que têm por objetivo disputar a vitória.

É muito vaga essa resposta. Por exemplo, considera atingível a vitória na capital do distrito?

Sobre a pergunta em concreto, posso garantir que não tenho dúvidas que a população de Setúbal já não se deixa embalar com a ideia estafada nos últimos 20 anos de que todos os males da cidade se devem à gestão do PS que terminou em 2001. Setúbal tem uma dimensão que merece ser evidenciada no todo nacional e que não se compadece com uma gestão pequenina que caracterizou os últimos mandatos: Setúbal é a capital de um distrito liderante, que tem uma força produtiva muito grande – com as maiores indústrias exportadoras aqui sedeadas – e que por isso merece uma liderança também ela cosmopolita e dinâmica, aberta ao Mundo e ao progresso. Estamos muito empenhados em reconquistar a Câmara de Setúbal em 2021.

Já deve estar definido um perfil de candidato. Já há nomes em cima da mesa?

O PS apresentará uma candidatura muito forte a Setúbal e, a seu tempo, anunciaremos à cidade.

Não vale a pena então especular com nomes?

Para já não há nomes para especular. Estamos a trabalhar para que, a seu tempo, seja apresentada uma candidatura forte para dotar Setúbal de um projeto político de dimensão e à medida do que representam as políticas autárquicas modernas do PS.

O PCP prepara-se para lançar candidatos fortes em Alcochete e Almada. São ameaças? O que pensa sobre o assunto?

A presidente Inês de Medeiros e o presidente Fernando Pinto têm trabalho feito, e muito bem feito, em Almada e em Alcochete, que os torna candidatos muito fortes nas eleições autárquicas. Estou convencido que as populações não vão querer voltar para trás.

Tem mencionado, repetidamente, a “alavanca” das medidas do Governo no distrito, em que se mede esse fator?

Na melhoria das condições de vida dos portugueses nos últimos anos em que o PS lidera o Governo. Isso é muito visível. Assim como o investimento que temos feito no distrito, seja ao nível da habitação, seja ao nível das condições de competitividade das nossas infraestruturas portuárias, apenas para dar dois exemplos.

É um dos obreiros da Agenda para a Década, programa da federação, falta ainda muito para cumprir esse desígnio…

Ainda vamos a meio da década!

De qualquer das formas há grandes obras públicas paradas. É o caso do aeroporto do Montijo. O eixo Moita/Seixal está a conseguir travar o projeto…

O exemplo do novo aeroporto no Montijo é paradigmático da diferença entre os projetos autárquicos do PS e do PCP: repare que o PCP se opõe à obra, porque se opõe à criação de mais emprego e, neste caso, emprego qualificado, que beneficiaria muito o distrito.

Está a dizer que é uma força de bloqueio?

É um facto. Querem apenas bloquear. Nós não podemos aceitar que o presidente da Câmara do Seixal ou o presidente da Câmara da Moita possam impedir o maior projeto de desenvolvimento da península de Setúbal das últimas décadas. Estou mesmo convencido que o eleitorado vai penalizar estes autarcas pela sua atitude de bloqueio.

Que outros projetos estruturantes defende o PS distrital?

O modelo de desenvolvimento económico do distrito de Setúbal deve assentar na vantagem competitiva da sua posição geográfica, potenciando as infraestruturas de transportes, como os portos e o novo aeroporto, de forma a fixar tecido produtivo com perfil exportador. Temos também um potencial grande ao nível da economia do mar, seja com as atividades mais tradicionais, como a pesca, ou projetos mais inovadores que devemos promover e acarinhar, até no quadro do plano de recuperação económica que vamos ter para a próxima década.

A nova travessia do Tejo vai continuar a ser uma miragem?

A nova travessia do Tejo é uma necessidade que deve avançar assim que estejam reunidas todas as condições para o efeito.

E a ferrovia e a mobilidade urbana vão continuar a ser duas frentes de aposta na região, no quadro da AML?

Sem dúvida. Penso, aliás, que o início de uma grande revolução nesta área é o programa tarifário que permitiu diminuir o preço do transporte público de forma muito substancial e que agora será acompanhado de um aumento da oferta, quer do transporte rodoviário, quer ferroviário e fluvial.

Já sente maior aproximação à AMR, ou está tudo na mesma?

Acho que a AMR é um exemplo de desperdício de dinheiros públicos que deveria merecer mais atenção e escrutínio por parte de todos.

Caso o PS ganhe maior peso autárquico no distrito o que se poderá esperar da associação de municípios. Pode acabar?

Nunca escondemos que a AMR deveria ter um papel liderante de defesa do desenvolvimento do distrito que hoje não tem. Espero que a alteração da correlação de forças leve a uma dignificação da AMR.

CAIXA

Aproveitar novos fundos e não ficar refém do “miserabilismo e do protesto”

António Mendes, que é ex-secretário de Estado Adjunto e das Finanças, entende que o plano de recuperação da Europa é uma oportunidade única que o distrito tem que saber aproveitar. “Temos de aproveitar não apenas o montante do pacote financeiro, como a flexibilidade de utilização dos fundos que lhe está associado e que pode fazer com que o distrito tenha acesso a fundos que sustentem o desenvolvimento de projetos que criem valor”, afirma. O líder federativo diz ter a expetativa de que no novo modelo de governação das CCDR “possa haver uma concertação de estratégia regional, quer para a península no âmbito da Região de LVT, quer para o Alentejo no âmbito da Região do Alentejo”. E acrescenta: “Os autarcas têm aqui um papel liderante: temos de colocar ambição nos nossos projetos e não podemos ficar reféns do discurso miserabilista e de protesto. Não há tempo a perder: há emprego a manter e a criar, e isso implica muita determinação em fazer acontecer”.

António Mendes, que é ex-secretário de Estado Adjunto e das Finanças, entende que o plano de recuperação da Europa é uma oportunidade única que o distrito tem que saber aproveitar. “Temos de aproveitar não apenas o montante do pacote financeiro, como a flexibilidade de utilização dos fundos que lhe está associado e que pode fazer com que o distrito tenha acesso a fundos que sustentem o desenvolvimento de projetos que criem valor”, afirma. O líder federativo diz ter a expetativa de que no novo modelo de governação das CCDR “possa haver uma concertação de estratégia regional, quer para a península no âmbito da Região de LVT, quer para o Alentejo no âmbito da Região do Alentejo”. E acrescenta: “Os autarcas têm aqui um papel liderante: temos de colocar ambição nos nossos projetos e não podemos ficar reféns do discurso miserabilista e de protesto. Não há tempo a perder: há emprego a manter e a criar, e isso implica muita determinação em fazer acontecer”.

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Distrital do PS diz que COMUNISTAS RECUSAM RETIRADA DE AMIANTO DAS ESCOLAS

28 de Julho 2020

Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista

AUTARQUIAS COMUNISTAS RECUSAM RETIRADA DE AMIANTO DAS ESCOLAS NO DISTRITO DE SETÚBAL

Conforme previsto no Programa de Estabilização Económica e Social, o Governo mobilizou fundos comunitários para, em conjunto com os municípios, retirar o amianto de 578 escolas do território nacional.Cobrindo 100% dos custos, as parcerias com os municípios viabilizam a agilização dos procedimentos sem qualquer encargo para as autarquias.A Federação Distrital do Partido Socialista lamenta que, no distrito de Setúbal, haja escolas que vão continuar com amianto devido à recusa de assinatura de acordo com o Ministério da Educação por parte das Câmaras Municipais de Grândola, Moita, Palmela, Santiago do Cacém, Seixal, Sesimbra e Setúbal.O distrito poderia estar num caminho de modernização e de saúde para todos se a opção das autarquias CDU não fosse a insistência numa gestão por contestação em vez de se colocar ao serviço das populações, servindo melhor as crianças e os jovens.Almada e Barreiro, que hoje assinaram acordos com o Ministério da Educação para a remoção de amianto, são a prova de que rejeitar a política da CDU é uma urgência para a melhoria da qualidade de vida deste distrito.

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Dores Meira acusa o PS de mentir sobre o amianto nas escolas

29 de Julho 2020

Maria das Dores Meira

“O PS continua a mentir sobre a questão da retirada do amianto das escolas do concelho de Setúbal.”

“AMIANTO: FEDERAÇÃO DISTRITAL DO PARTIDO SOCIALISTA MENTEA Federação Distrital do Partido Socialista, em comunicado divulgado esta terça-feira, acusa diretamente a Câmara Municipal de Setúbal de ter recusado a assinatura de um acordo com o Ministério da Educação para a realização de obras de remoção de telhados de amianto em escolas do concelho que são da exclusiva responsabilidade do Ministério da Educação.Por ter sido diretamente visada e por tal acusação ser TOTALMENTE falsa, a edilidade setubalense é obrigada a responder publicamente a este comunicado.A Federação Distrital do Partido Socialista, que é dirigida por um membro do Governo, sabe que a Câmara Municipal de Setúbal comunicou ao Delegado Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (tutelado pelo Ministério da Educação) que vai assinar o acordo para remoção do amianto, ainda que não concorde com os seus termos. A DGEstE foi expressamente informada que a CMS, embora tenha decidido assinar o acordo, não tencionava participar no ato de propaganda que constituiu a cerimónia pública de assinatura do documento, realizada no dia 28 de julho no Barreiro.Não nos resta outra alternativa que não seja classificar os dirigentes distritais do PS como mentirosos, pois o comunicado em causa assenta numa inequívoca mentira no que ao município de Setúbal diz respeito.Importa ainda esclarecer que é falso que, através deste acordo, os custos com as operações de remoção de amianto das escolas que são a responsabilidade do Ministério da Educação sejam cobertos a 100 por cento. O acordo prevê um preço máximo de 55 euros por metro quadrado para remoção das telhas de amianto, preço abaixo do praticado pelo mercado, o que significa que tudo o que for acima desse preço terá de ser suportado pelas autarquias.Finalmente, mas não menos importante, destacamos que não deixa de ser escandaloso que um membro do Governo faça este ataque a uma autarquia que já retirou ou anulou o amianto em todas as escolas de que é responsável, ao contrário do Governo, em que o PS está há muito, que não promoveu estas operações nas escolas em que tem responsabilidades.

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Autarcas de municípios mais afetados pedem mais meios, coordenação e fiscalização no combate à pandemia

Fernando Medina, Lisboa
1 – Os números não estão a aumentar, mas também não mostram tendência consistente para diminuir. Temos de fazer mais e melhor para reduzir os novos casos.
2 – Temos de ter consciência cívica, individual e coletiva. É essencial ter equipas de saúde no terreno a verificar se o isolamento está a ser observado e se há condições para o manter.

Carlos Carreiras, Cascais
1 – Cascais teve taxas de infeção muito baixas, mas, naturalmente, não é uma ilha. Preocupam os surtos em lares, porque os idosos são a população mais frágil.
2 – Urge que os transportes públicos circulem em respeito pelas normas e que entre em funcionamento a app para quebrar cadeias de transmissão. Mais ainda, importa apoiar os doentes.

Isaltino Morais, Oeiras 
1 – Em Oeiras, cedo iniciámos as medidas de prevenção, à medida das necessidades e sempre em linha com as orientações da DGS e do Governo da República.
2 – Temos reserva de equipamentos de proteção individual e estamos preparados financeiramente para responder a necessidades que surjam. Não queremos ninguém com fome.

Carla Tavares, Amadora
1 – O nosso concelho é o mais pequeno dos 18 municípios e o mais densamente povoado do País. Temos maior propensão para a propagação da epidemia.
2 – Do último Conselho de Ministros saíram medidas essenciais para ajudar a controlar os focos e ajudar-nos a muscular a intervenção. É fundamental manter quadro de contraordenações.

Basílio Horta, Sintra
1 – Sintra registou um decréscimo de casos, só possível graças à implantação de medidas coordenadas entre os municípios e pelo aumento da fiscalização.
2 – O Município de Sintra defende a importância de quebrar as cadeias de transmissão com a maior rapidez e eficiência. Importa também reforçar a fiscalização nos transportes públicos.

Hugo Martins, Odivelas
1 – A situação de Odivelas tem evoluído de forma positiva, sem focos significativos, exceção feita a situações recentes em dois lares da freguesia de Caneças.
2 – Temos pela frente uma corrida de fundo, cujo sucesso será tanto maior quanto maior for a sintonia entre as diversas entidades envolvidas e a responsabilidade de cada cidadão.

Inês de Medeiros, Almada
1 – Não está identificado qualquer surto no concelho. Ainda assim, acompanhamos as autoridades de saúde para uma resposta imediata, se necessário.
2 – Entre as diversas medidas que implementámos, destacamos a ativação dos planos de emergência de proteção civil e emergência social e o Plano Almada Solidário, de 5 milhões €.

Frederico Rosa, Barreiro
1 – Acompanhamos a situação com cautela. Temos o Plano Municipal de Proteção Civil ativo desde março e estamos em ligação direta com as autoridades que envolve.
2 – O mais importante é não baixar os braços e cumprir as regras. Os transportes no Barreiro estiveram sempre acima do que era requerido. A ligação entre entidades é essencial.

Joaquim Santos, Seixal
1 – A situação no nosso município está controlada: estamos na 11ª posição, em ordem de grandeza, no número de infetados por 10 mil habitantes.
2 – O Seixal não integra o grupo de municípios com medidas agravadas. Assim sendo, prossegue o plano de contingência e combate à Covid-19 no quatro do Estado de Alerta Municipal.

Fernando Pinto, Alcochete
1 – Temos acompanhado o assunto com assertividade desde o início. Temos a situação controlada, sem, contudo, perdermos o foco deste tema.
2 – Não vejo necessidade de acrescentar medidas face ao que temos vindo a desenvolver. Face aos números, devemos manter a atitude que temos tido até ao momento.

Bernardino Soares, Loures
1 – Não temos novos focos e nos que existiam há diminuição de casos. Temos equipas no terreno, com técnicos, para garantir os apoios às pessoas infetadas.
2 – É urgente reforçar a Unidade de Saúde Pública e as equipas no terreno. Vamos manter a monitorização da oferta de transportes públicos, sobretudo em hora de ponta.

Hélder Sousa Silva, Mafra
1 – A situação tem vindo a agravar-se, pelo que reforçámos as ações de sensibilização e fiscalização, punindo quem infringe as normas em vigor.
2 – É urgente reforçar a fiscalização às infrações, com tolerância zero em cafés, esplanadas, restaurantes. É preciso vigiar os casos ativos da doença e estar muito atento às praias.

Rui Garcia, Moita
1 – Entre outras medidas, reforçámos a desinfeção de espaços públicos, estamos a entregar equipamento de proteção e há regras para os espaços municipais.
2 – É urgente reforçar os transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa e, é claro, investir no Serviço Nacional de Saúde. Se algo ficou claro foi a importância desse serviço.

Nuno Canta, Montijo
1 – Estamos atentos à situação dos lares, onde implementámos medidas de segurança apertadas. Felizmente, só temos um morto a lamentar no Montijo.
2 – Tivemos um pequeno surto nas fábricas de carne, e controlámo-lo rapidamente. Atuámos onde é preciso: nas carrinhas de transportes. É o maior foco de transmissão do vírus. 

Álvaro Balseiro Amaro, Palmela
1 – Não temos surtos ou situações sem controlo. Conhecemos todos os casos e acompanhamo-los diariamente. Os doentes estão todos confinados.
2 – É preciso uma segunda leva de testes em lares de idosos e em centros de acolhimento de grupos vulneráveis. Deveria também haver testes a todos os profissionais do setor educativo.

Francisco de Jesus, Sesimbra
1 – Nunca houve um número elevado de casos e conseguimos evitar surtos ao nível das escolas, creches e lares. A população tem sido exemplar.
2 – É preciso identificar os focos de propagação na região e desenvolver ações dirigidas a essas situações. Também é essencial reforçar os meios ao serviço das forças de segurança.

Alberto Mesquita, Vila Franca de Xira
1 – À data, existem no concelho de Vila Franca de Xira 346 casos ativos de Covid-19. De um total de 965 casos confirmados, são 604 os doentes recuperados.
2 – A evolução da pandemia é acompanhada diariamente com a Autoridade de Saúde local e avaliada em reuniões da comissão de proteção civil, atuando-se em conformidade.

Maria das Dores Meira, Setúbal
1 – Casos estão abaixo da média da Região de Lisboa e Vale do Tejo, mas autarquia mantém uma atividade pró-ativa e próxima das populações e das instituições.
2 – Reforçar o distanciamento social e as restantes regras da Direção-Geral da Saúde; aumentar carreiras dos transportes públicos; controlar os acessos às praias e espaços públicos.

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ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA EM ESTADO DE CONTINGÊNCIA

25 de Junho 2020

AML

Estado de contingência
Estabelecimentos comerciais encerrados às 20 horas, com excepção de: restauração, supermercados, postos de combustível, clínicas, consultórios, veterinários, farmácias, funerárias e equipamentos desportivos; ajuntamentos com um máximo de 10 pessoas; proibida a venda de álcool nas estações de serviço

Portugal Continental

Estado de Alerta
Confinamento obrigatório para doentes e pessoas em vigilância; distanciamento social, uso de máscara, lotação máxima e higienização dos espaços; ajuntamentos com um máximo de 20 pessoas e proibição de consumo de álcool na via pública

<h3>19 freguesias da AML/h3>
Estado de Calamidade
Dever cívico de recolhimento domiciliário; Feiras e mercados de levante proibidos; ajuntamentos com um máximo de 5 pessoas 19 freguesias abrangidas pelo Estado de Calamidade são: todas dos concelhos de Amadora e Odivelas; Queluz-Belas/Massamá, Monte Abraão/Agualva; Mira Sintra/Algueirão-Mem-Martins, Rio de Mouro, Cacém/São-Marcos; Camarte, Unhos, Apelação, Sacavém-Prior Velho; Santa Clara.

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Barreiro / Setúbal- Jornadas de Bioinformática do IPS 3ª edição sobre combate à COVID-19 integralmente em formato online . Até 9 de junho

As Jornadas de Bioinformática do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), que este ano cumprem a sua 3ª edição em formato online, promovem mais uma sessão já na próxima terça-feira, dia 2 de junho, pelas 14h00, conduzida por José Borbinha, docente do Instituto Superior Técnico.

Este ano sob o tema “A Bioinformática no Combate à COVID-19”, a iniciativa é organizada pela coordenação da licenciatura em Bioinformática do IPS e destina-se a todos os profissionais e estudantes da área.

As Jornadas de Bioinformática do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), que este ano cumprem a sua 3ª edição em formato online, promovem mais uma sessão já na próxima terça-feira, dia 2 de junho, pelas 14h00, conduzida por José Borbinha, docente do Instituto Superior Técnico, que abordará em vídeoconferência a temática da colaboração europeia na gestão de dados em Bioinformática, elencando também as oportunidades de investigação no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC-IST-UL).
Este ano sob o tema “A Bioinformática no Combate à COVID-19”, a iniciativa é organizada pela coordenação da licenciatura em Bioinformática do IPS e destina-se a todos os profissionais e estudantes da área, bem como a todos interessados da comunidade externa, entre autarquias, empresas municipais, entidades e empresas privadas. Na quarta-feira, dia 3, pelas 14h30, está ainda prevista uma mesa redonda com diplomados e finalistas da licenciatura, onde se discutirá o ingresso no mercado de trabalho. As jornadas encerram no dia 9 com o workshop de R: “Análises de dados genómicos 101” (14h00-18h00), conduzido por Francisco Pina Martins, docente da ESTBarreiro/IPS e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).

Recorde-se que a licenciatura em Bioinformática do IPS é um curso em associação das escolas superiores de Ciências Empresariais (ESCE/IPS), Saúde (ESS/IPS), Tecnologia de Setúbal (ESTS/IPS) e Tecnologia do Barreiro (ESTB/IPS), sendo uma área do conhecimento emergente, que se situa no interface entre as Ciências Biológicas, a Informática e a Matemática, e que foi fortemente impulsionada pela sequenciação de genomas. A sua aplicabilidade na sociedade atual é vasta, abarcando desde as indústrias farmacêutica e agroalimentar até às empresas de Biotecnologia e de Tecnologias da Informação.

Todas as sessões decorrerão na plataforma Zoom. Antes de cada sessão, será enviada aos inscritos a senha de acesso. Programa e inscrições (gratuitas) em http://jbi.estbarreiro.ips.pt/.

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Concurso para novo operador de transporte rodoviário na Área Metropolitana atrasou mas está de pé

Por Humberto Lameiras 15/05/2020

Candidatos ao novo serviço de transportes públicos colocaram mais de 800 questões à AML. Respostas chegam dentro de dias

O concurso internacional para aquisição do serviço público de transporte rodoviário de passageiros na Área Metropolitana de Lisboa (AML), apresentado em Fevereiro último, tem adiado prazos, mas continua activo.

A pandemia instalada nos últimos dois meses obrigou a ajustar metodologias de trabalho, o que teve influência neste adiamento, mas também a obrigatoriedade dos técnicos da AML de responderem às mais de 800 questões levantadas por potencias candidatos, contribuiu para o mesmo.

“O concurso vai para a frente”, garante Carlos Humberto, 1.º secretário da AML, que aponta como última data de referência para submissão de propostas o dia 24 de Maio. Uma data que tem sido empurrada depois de ter sido estabelecido como limite para a submissão de pedidos de esclarecimentos erros e omissões o dia 3 de Abril de 2020, devendo as propostas serem submetidas até 28 de Abril, também deste ano.

Entretanto, foi publicada a Lei n.º 1-A/2020, de 19 de Março, que apontava para adiamento de concursos devido à pandemia Covid-19. O mesmo diploma veio em seguida a ser clarificado com a publicação da Lei n.º 4-A/2020, de 6 de Abril de 2020, que decidiu que esta data limite transitava para 24 de Maio.

Mas é dado como certo que a mesma data é mesmo indicativa, como diz Carlos Humberto. “nem todas as mais de 800 questões colocadas sobre o concurso tiveram ainda resposta; mas assim será dentro de poucos dias”.

Depois de receberem os esclarecimentos solicitados à AML, os candidatos têm 75 dias para apresentarem propostas. A isto segue-se a análise das mesmas pelo júri, a audiência dos interessados, a deliberação da Comissão Executiva Metropolitana de Lisboa e, por último, o visto do Tribunal de Contas, sendo que alguns destes passos não têm um prazo definido.

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