Category: Setúbal

Sul do Tejo – 2009 em revista (vídeo 1)

Passagem do Ano em Cacilhas, Carnaval Infantil em Setúbal e em Almada

Setúbal dia de Portugal 2007

Desfile militar comemorativo do dia de Portugal em Setúbal

Setúbal – Carnaval 2007 (vídeo)

Carnaval em Setúbal 2007 – Fotos

2006 – Demissão Carlos Sousa não esconde surpresa

carlos Sousa

Maria das Dores Meira, actual vereadora da Cultura e vice- -presidente da Autarquia, será a sucesora de Carlos Sousa. Com este sai também Aranha Figueiredo, vereador do Urbanismo. Entram para o Executivo Eusébio Candeias e Rui Higino, actual presidente da Junta de Freguesia do Sado. André Martins, de Os Verdes, mantém o lugar, completando, assim, a bancada dos eleitos da CDU. A nova líder da Autarquia, de 49 anos, é licenciada em Direito pela Universidade Internacional e pós-graduada em Direito da Propriedade Industrial, tendo sido eleita vereadora da Câmara de Setúbal nas eleições autárquicas de Dezembro de 2001 e reeleita em 2005. Ao longo dos cinco anos de mandato foi responsável pelos pelouros da Educação, Cultura, Desporto, Juventude e Inclusão Social. Em termos profissionais, Maria das Dores Meira exerceu advocacia em 1997, é proprietária e fundadora das empresas Tecnimarca, MPI e Criativus e foi presidente da Associação de Pequenos Empresários da Região de Setúbal.

“Saio surpreendido com a decisão do partido. Não estava à espera”. Carlos Sousa, o ainda presidente da Câmara Municipal de Setúbal, apresentou, ontem, a renúncia ao seu mandato, com efeitos a partir do próximo dia 7 de Setembro. A decisão foi tomada após um pedido do PCP, que resolveu aceitar tendo em conta a “coerência” com o que defendeu ao longo de 26 anos como autarca.

Carlos Sousa escusou-se a comentar as razões que estiveram na base desta decisão do partido, mas negou a existência de “falta de coordenação” entre os eleitos da CDU, bem como reafirmou não ter conhecimento de um alegado relatório da IGAT que recomenda a dissolução da Autarquia, por causa das aposentações compulsivas de cerca de 60 funcionários. Sobre este assunto, adiantou estar “perfeitamente tranquilo, pois, sublinhou, “actuámos dentro da legislação”, ao mesmo tempo que deixava no ar algumas suspeitas “Foi uma fuga propositada de informação organizada por alguém do Governo”.

Entretanto, a Presidência do Conselho de Ministros emitiu, ontem à tarde, uma nota onde reafirma a existência de um inquérito à Câmara de Setúbal, que se encontra “em ponderação final, considerando, quanto à oportunidade da sua divulgação, o facto de a matéria ter sido igualmente participada ao Ministério Público”. A nota classifica ainda de “infundadas” as afirmações de Carlos de Sousa, sendo que realça que a adopção de qualquer iniciativa do Governo no exercício das suas competências de tutela administrativa “será sempre precedida de audição à Câmara Municipal”.

Na breve nota que leu, Carlos Sousa recordou o passado de autarca e em particular os dois mandatos à frente da Câmara de Setúbal e garantiu “Neste momento, não interessa se estou de acordo ou não com a decisão do partido”. Desde há muito apontado como um “renovador”, Carlos Sousa reconheceu ontem que nem sempre esteve de acordo com as orientações do PCP, mas, frisou nunca ter discutido esses assuntos na praça pública.

Os dirigentes do PCP mantêm o silêncio, tendo sido emitido um comunicado, na madrugada da passada terça-feira, onde foi dado conta das decisões tomadas durante uma reunião da Comissão Concelhia de Setúbal do PCP, a que Carlos de Sousa assistiu.Documento onde era confirmado o inevitável, ou seja, a substituição de Carlos de Sousa por Maria das Dores Meira, actual vereadora da Cultura e vice- -presidente da Autarquia.

Logo após as explicações de Carlos Sousa, o líder da concelhia local do PSD, Paulo Valdez, que, tal como o seu homólogo do PS é vereador, exigiu a realização de eleições intercalares, adiantando que “Fernando Negrão é o candidato do PSD”. E instou o PS a fazer o mesmo, sublinhando o facto de estes terem tido “uma oposição mais radical”.

PSD e PS têm na mão a hipótese de fazer cair a Câmara, já que, juntos, detêm a maioria dos pelouros, o que, no entanto, só acontecerá se todos os membros das duas listas pedirem renúncia.

Idade 55 anos

Profissão Autarca

Estado civil Casado

A “estrela” comunista nas autárquicas de 2005 caiu após seis anos de gestão, deixando a Câmara de Setúbal numa situação financeira pior do que a encontrou, devido aos gastos com pessoal, que tanto criticou à presidência do socialista Mata Cáceres. Carlos Sousa possui uma carreira de 26 anos no poder local e já foi considerado um “autarca- -modelo” do PCP. Por isso, não tem uma má imagem, apesar das recorrentes críticas dos socialistas de Setúbal e de não ter qualquer pejo em mandar calar os munícipes que sejam desagradáveis nas reuniões de Câmara. Prevaleceu sempre o seu lado dialogante e de “bom trato”, talvez por nunca ter esquecido as raízes humildes de mero trabalhador da Lisnave, onde ingressou em 1973 como programador informático. O autarca, que começou a actividade política em 1980 como vereador em Almada, ficou conhecido, porém, pelos gostos peculiares em termos de moda. Fanático pelas chamadas “camisas com gola de padre”, gostava de as ter sempre apertadas até cima. A moda pegou e, pouco depois de chegar à Câmara de Setúbal, muitos dirigentes comunistas começaram a copiar a sua imagem de marca cultivada sobretudo durante a presidência da Câmara de Palmela, que ocupou de 1990 a 2001. Recentemente, Carlos Sousa passou a usar fato completo mas não prescindiu das meias com bonecos de banda desenhada. Inconstante em termos de amores – já casou, pelo menos, três vezes -, o autarca é visto também como um pouco namoradeiro. É notória ainda a paixão do “renovador” comunista por cães de raça “boxer” e pelas motas. Tal como prometeu, em 2001, quando chegou a Setúbal, pertence aos dois motoclubes do concelho.

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Setúbal – Marchas Populares 2005

Desfiles nas Rua de Setúbal

Setúbal – 25 de Abril 2002

Comemorações do 25 de Abril em Setúbal 2002

Autarquicas 2001 CDU Setúbal

A «Outra Banda», apoiou o derrube do fascismo

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Sexta-Feira, 26 de Abril de 1974 – 2.ª Edição

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A «Outra Banda», apoiou o derrube do fascismo

«Vivemos momentos de grande importância política no país! O regime fascista que há cerca de 48 anos nos oprimia, chegou ao fim derrubado pelo corajoso Movimento das Forças Armadas!»- assim começa o comunicado que o Movimento Democrático do Distrito de Setúbal, com sede no Barreiro, distribuiu ontem à população da «Outra Banda». O comunicado prossegue: «O Movimento Democrático do Distrito de Setúbal não pode deixar de manifestar a sua adesão ao derrube do regime contra o qual tem vindo a lutar desde sempre, e que se caracterizava por defesa intransigente dos interesses dos monopólios com o consequente agravamento das condições de vida do Povo Português, traduzido pelo aumento galopante dos preços e pelo congelamento dos salários; manutenção de uma guerra contra os povos das colónias, onde milhares de jovens deixaram a sua vida e para cuja continuação a nação é obrigada a despender perto de 50% das receitas do Estado em único e exclusivo interesse dos monopólios nacionais e estrangeiros; impedimento das mais elementares liberdades políticas e sindicais que se traduziram ao longo destes 48 anos em prisões, torturas e assassinatos de milhões de portugueses empenhados na luta pelas liberdades democráticas; e servil submissão ao imperialismo estrangeiro, explorador das riquezas da Nação».

O Comunicado, destacando os objectivos do Movimento das Forças Armadas, solidarizando-se com eles, termina pedindo à população que se mantenha atenta ao desenrolar dos acontecimentos e que reforce a organização do Movimento Democrático.

No Barreiro

No Barreiro cerca de uma centena de democratas assinou um telegrama de felicitações que enviou ontem à Junta de Salvação Nacional, cujo texto transcrevemos na íntegra:

«Noventa e sete democratas do Barreiro reunidos data histórica 25 Abril 1974 manifestando seu contentamento pelo derrube do regime que durante 48 anos nos oprimiu reclamam da Junta de Salvação Nacional sejam decretadas as seguintes medidas imediatas: 1. Libertação de todos os presos políticos e regresso exilados; 2. Fim da guerra colonial com o reconhecimento dos Movimento de Libertação e do Governo da Guiné-Bissau e regresso soldados; 3. Restabelecimento de todas as liberdades democráticas; 4. Extinção da DGS». Seguem-se as assinaturas dos democratas.

Situação perfeitamente normalizada

Em comunicado difundido às 7.30 horas de hoje o comando do Movimento das Forças Armadas informava: «estando perfeitamente normalizada a situação, a população pode retomar as suas actividades».

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