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INFORMAÇÃO CMSetúbal – QUALIDADE DA ÁGUA NA PRAIA DA FIGUEIRINHA


Estão a circular nas redes sociais notícias falsas que indicam que a praia da Figuerinha está interditada devido à má qualidade da água, o que é absolutamente falso. Não houve nenhuma ordem de interdição da praia emitida por qualquer entidade e é totalmente seguro tomar banho ali.
A qualidade da água da Praia da Figueirinha foi classificada como excelente, como se pode constatar na análise mais recente efetuada pela Agência Portuguesa de Ambiente que aqui publicamos.
Lamentamos profundamente que continue a haver quem fomente notícias falsas como esta, que apenas provocam alarmismo e prejuízos ao nosso concelho.

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Cientista Japonês fotografou as moléculas da água submetidas ao pensamento

Masaru Emoto diz que “palavras ou pensamentos fazem com que as moléculas de água se comportem de formas diferentes”.

O corpo humano possui cerca de 70% de água em homens adultos e 60% em mulheres adultas.
Se os pensamentos afectam a água, podemos imaginar o que eles podem fazer pelo nosso corpo.
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As experiencias de Emoto consistem em expor água a diferentes palavras, imagens ou música, e então congelá-la e examinar a aparência do cristal de água sob um microscópio.
Emoto admite abertamente que não é um cientista, e que os fotógrafos são instruídos a selecionar as fotografias mais bonitas.
Em busca de comprovar sua teoria, Dr. Emoto construiu um enorme Frigorifico onde a água era submetida a temperaturas de até -30º Celsius e, durante o processo de congelamento, fotografada por câmeras de alta velocidade capazes de ampliar a foto em até 800 vezes. O resultado foi impressionante.


No início, ele percebeu que água da torneira é incapaz de formar cristais devido à quantidade de químicos presentes. Por outro lado, água pura e limpa das nascentes, rios subterrâneos e geleiras forma cristais.
Avançando com a experiencia, Dr. Emoto decidiu testar o efeito da música durante o processo de congelamento. A água que congelou enquanto Bach, Beethoven e Mozart tocavam formou belíssimos e delicados cristais. Opostamente, a água que congelou enquanto heavy metal era reproduzido formou cristais deformados.
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O mais surpreendente ainda estava por vir. Dr. Emoto e seu assistente dividiram amostras de água em dois grupos. Para o grupo A, eles disseram palavras bonitas (‘Obrigado’, ‘Amor’, ‘Gratidão’) e procuraram transmitir emoções positivas para as amostras. Já com o grupo B, os dois agiram de forma oposta, transmitindo emoções negativas e falando palavras como: ‘Ódio’, ‘Estupidez’, ‘Vou Te Matar’.
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Após o congelamento, a água do grupo A formou magníficos cristais hexagonais. Enquanto, a água do grupo B produziu cristais de qualidade baixíssima, semelhante aos submetidos ao som do heavy metal.
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O trabalho do Dr. Masaru Emoto comprova que a água está profundamente conectada à consciência individual e coletiva dos seres humanos, fornecendo uma nova luz ao precioso poder da água e a sua importância para a evolução humana.

O seu próximo passo foi propagar os resultados obtidos. Emoto empreendeu viagens pela Europa e nos Estados Unidos onde palestrou para centenas de milhares de pessoas. Ele também lançou livros de sucesso, como por exemplo: O Milagre da Água e A Mensagem Escondida na Água.
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Como já era de se esperar, a maior parte da comunidade científica, que é controlada pelos governantes, desprezou esses estudos e acusou o cientista japonês de heterodoxo e não confiável.

Conclusão

O ser humano é composto 70% de água, assim como o planeta Terra. Se a raça humana como um todo enchesse seus corações de Amor e Gratidão, poderíamos estar a viver um cenário completamente diferente.

Palavras são expressões do espírito. Água reflete nosso espírito. Quando nos deixamos levar para estados de raiva, frustração e ódio, a água dentro de nós retribui tristeza e sofrimento.

Quanto mais nos aproveitarmos dos recursos do planeta Terra e continuar a poluir indiscriminadamente o meio ambiente e os oceanos, mais raiva, hostilidade e guerra estaremos gerando contra nós mesmos.

É preciso pensar que tudo pode ser diferente, podemos mesmo vir a negar tudo o que aprendemos até aqui.

Península de Setúbal e Alentejo resistem a reforma do sector da água

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A grande região a sul do rio Tejo, de Almada a Ferreira do Alentejo, é um “mundo à parte”, no panorama nacional do abastecimento de água pública, que não é abrangido na fusão de sistemas recentemente aprovada pelo Governo. O abastecimento de água às populações, na península de Setúbal e numa importante parte do Alentejo, que inclui 21 concelhos em três distritos, constitui uma exceção, não legal mas de facto, à reforma do sector aprovada pelo conselho de ministros no passado dia nove.
A fusão abrange somente o Sistema Multimunicipal de Saneamento de Águas Residuais da Península de Setúbal (Simarsul), sistema específico para saneamento e que abrange apenas oito concelhos uma vez que o município de Setúbal não é associado. Na região de Setúbal, a captação e abastecimento de água para consumo público são geridos diretamente pelos nove municípios da península, sendo que oito, todos de maioria CDU, integram a Associação Intermunicipal de Água da Região de Setúbal (AIA).

O Montijo, autarquia liderada pelo Partido Socialista (PS), não é membro efetivo da AIA mas também gere um sistema de água municipalizado. Em boa parte do Alentejo, a distribuição de água pertence à Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública no Alentejo (AMGAP), que envolve concelhos dos distritos de Setúbal, Évora e Beja, e não é abrangida pelo processo de reestruturação do sector, constituindo um exemplo de um modelo alternativo na gestão da água pública.

A AMGAP criou, em 2009, o Sistema de Parceria Pública Integrada de Águas do Alentejo, num contrato de parceria com o Estado cujo estatuto deixa este sistema fora tanto dos modelos de gestão multimunicipais, designados águas em “Alta”, como das fusões entre sistemas do litoral e sistemas do interior do país.

Um modelo que, segundo a associação, prova a existência de alternativas à solução adotada pelo ministério do Ambiente. O Governo “procura a todo o custo escamotear a existência de alternativas”, afirma o presidente da ANGAP. Segundo Vítor Proença, o caso das Águas do Alentejo “demonstra pelas suas características que é possível criar um sistema sustentável apenas com concelhos do interior e de baixa densidade, bem como manter um sistema respeitador da vontade dos municípios”.

A AMGAP está em negociações com o Governo para tentar reduzir o preço do abastecimento de água em “Alta” para conseguir assegurar um “valor similar” ao que o anunciou com a aprovação da reforma, que prevê redução de tarifa ao consumidor no interior do país. Apesar da sua independência relativamente às novas estruturas criadas pelo Governo, estes sistemas de distribuição de água para consumo a sul do Tejo têm muitas razões de queixa contra a reforma do sector, principalmente pela sujeição imposta por via da Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Saneamento (ERSAR) com competências que anulam a autonomia dos municípios.

Uma das maiores queixas dos autarcas é a fixação de tarifas ao consumidor pela ERSAR. “Há uma intromissão da ERSAR na forma como os municípios definem a estrutura tarifária e vai haver agravamento das tarifas tanto de saneamento, aqui também por força da fusão da Simarsul na nova estrutura de Lisboa e Vale do Tejo, como de abastecimento de água e recolha de resíduos”, disse o presidente da AIA, Álvaro Amaro da CDU.

Outra crítica dirige-se à coesão nacional, apontada pelo ministro do Ambiente, como um dos princípios estruturantes da nova lei, com o aumento gradual em cinco anos das tarifas de água no litoral a suportar a redução de preços no interior do país. O presidente da AIA lembra que os municípios da península de Setúbal, fizeram um maior esforço financeiro para desenvolverem os seus sistemas, porque a comparticipação de fundos comunitários, nesta região, é inferior a outras do norte e do interior e que agora é pedida a solidariedade destes municípios para com esses que investiram menos inicialmente.

Álvaro Amaro, que preside também à câmara de Palmela, aplaude, no entanto, um ponto da reforma do sector das águas, a eliminação dos caudais mínimos obrigatórios. Como disse o ministro Jorge Moreira da Silva, trata-se de “uma norma que vigorava há vinte anos”, e que “obrigava os municípios a contratualizar consumo de água de que não necessitavam”.

O autarca, que há muito defendia a adotação da medida, estima que a poupança, para os municípios que viram revisto esse critério de pagamento à Simarsul, seja muito significativa. “A introdução dos caudalímetros veio dar-nos razão, no caso de Palmela isso significa uma redução anual entre 250 a 300 mil euros, o que não é uma verba insignificante”, afirma.

A AIA e a AMGAP, que em conjunto representam um total de 29 autarquias onde residem cerca de um milhão de habitantes, têm muita coisa em comum e estão cada vez mais próximas. Ainda no mês passado promoveram um encontro, em Almada, subordinado ao tema “A Autonomia do Poder local Democrático na defesa da Água Pública”, em que produziram uma declaração pública conjunta.

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Almada: Projeto de arquitetura leva água canalizada a bairro da Caparica

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O bairro Terras da Costa terá este verão uma cozinha comunitária que levará até ali água canalizada, e que, ainda antes de estar concluída, já está a mudar aquele núcleo da Costa da Caparica (Almada).

Até ao final do verão, aquele bairro de génese ilegal estará munido de um «quarteirão» que terá, além de uma cozinha comunitária, «um espaço de comer, uma zona com tanques de lavagem de roupa, chuveiros públicos e uma sede da associação de moradores».

Para já, no local é visível apenas o ‘esqueleto’ do que será a Cozinha Comunitária das Terras da Costa, um projeto do gabinete de arquitetura ateliermob e do coletivo experimental de arquitetura Projeto Warehouse, pensado e construído em conjunto com os moradores.

O local onde está a ser instalado não foi escolhido ao acaso. «Foi a própria população que nos disse onde é que queria construir», disse à Lusa Tiago Saraiva, do ateliermob.

Raul Marques, morador no Terras da Costa há 37 anos e elemento da Comissão de Bairro, explica: «Fazia-se aqui tráfico de estupefacientes».

«No espaço de um ano, acabou-se. Isso foi uma grande vitória de quem aqui mora, porque a maioria não gostava», contou.

A segunda «grande vitória» será em julho: a chegada da água canalizada ao bairro, através daquele equipamento comunitário.

O Terras da Costa, com cerca de 500 moradores, cem dos quais crianças, está dividido em dois núcleos, separados por terrenos de cultivo. Os moradores que vivem nas casas mais afastadas da estrada principal têm que percorrer «cerca de um quilómetro e meio» para irem buscar água, contou Raul Marques.

Assim, deixa de ser necessário que os moradores percorram essa distância com os bidões na cabeça ou em carrinhos de mão.

«É uma vitória enorme para a Humanidade», disse Durval Carvalho, há 14 anos no Terras da Costa e elemento da Comissão de Bairro.

Durval confidenciou que «muitos não acreditavam [que a água chegasse].»

«Eu, como sou muito persistente e um bocadinho louco, fui atrás e nunca achei que podia não ter», disse. Raul Marques lembra que «Durval andava há uns cinco ou seis anos a tentar levar água para o bairro».

«Só com a [associação] Fronteiras Urbanas e estes senhores [ateliermob e Projeto Warehouse] é que conseguimos», afirmou.

Durval Carvalho acredita que a cozinha comunitária poderá ajudar a «deitar abaixo o muro» que separa quem ali vive da civilização.

Questionado sobre se este é um bairro esquecido, Durval ironiza: «Por um lado é muito visível. Para campo de treino de polícia isto é um terreno bom. Para outras instituições não existe».

Este morador fala numa «indiferença que toca e que não era suposto existir». «Mas agora está a começar a mudar», referiu.

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2000 – Festa da Água SMAS Almada

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