Tag: Alexandre Castanheira

Faleceu Alexandre Castanheira

17 de Janeiro 2018

obrigado Companheiro até sempre

De acordo com a esposa o velório será 5ª feira ao final do dia, na Igreja de Nª Senhora de Fátima ( Av. 23 de Julho, entre o Laranjeiro e a Cova da Piedade) e o funeral sairá 6ª feira às 10h30. para o cemitério de Vale Flores, Feijó. Até sempre, companheiro.

castanheiraxxxxxxxxx
Alexandre Castanheira, militante do MUDJ e depois do PCP , funcionário do partido, representante do PCP em França, e membro do CC desde meados dos anos cinquenta até ao fim da década de sessenta, altura em que se afastou da militância partidária activa, publicou uma autobiografia com o título Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim, Porto, Companhia das Letras, 2003.

Alexandre Castanheira tem o curso de Histórico-Filosóficas da Faculdade de Letras de Lisboa. Poeta, desde sempre se interessou pela divulgação da poesia, fazendo recitais em escolas, colectividades, festas em todo o País. Exilado em França, licenciou-se em Literatura Moderna e alarga a divulgação da poesia moderna e contemporânea aos círculos de portugueses imigrados em França. Regressado a Portugal, começa finalmente a publicar a sua obra, em que se destacam, em poesia, os volumes Poesia… sem Distanciação e Desilusão Optimista a par de outros livros como teatro, crónicas, ensaio e contos. Com o ensaio “Camões, Nosso Contemporâneo” ganha o Concurso Literário do IV Centenário de Camões, promovido pela Câmara Municipal de Almada, por decisão de um júri presidido pelo Prof. Doutor Óscar Lopes. Multiplicam-se em seguida os recitais de poesia não só em Portugal como na Galiza (Vigo, Baiona, Universidade de Santiago de Compostela) e as conferências-recital dedicadas a Antero de Quental, Guerra Junqueiro, Mário Sá-Carneiro, Manuel da Fonseca, Sidónio Muralha, Fernando Pessoa, entre outros. Professor na Escola Superior de Educação Jean Piaget, de Almada, cidade de onde é natural, nos vários cursos do Básico 2.º Ciclo e no de Animadores Socioculturais, participou com comunicações em quase todos os encontros e congressos organizados pelo Instituto Piaget. São algumas delas que a Editorial Piaget tem o prazer de editar agora, cônscia de que é uma boa contribuição que assim dá à divulgação da Poesia no seu relacionamento com a vida e o Homem do nosso tempo, a que Alexandre Castanheira dá tanta importância. ALEXANDRE CASTANHEIRA é professor jubilado do Instituto Piaget, tendo leccionado na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada, onde continua ligado ao cancioneiro e à Unidade de Investigação em Antropologia.

2006 Almada Alexandre Castanheira

2006 Alexandre Castanheira no Jean Piaget

1989 – SFUAP Conferencia 100 anos de actividade

Nada e tudo
Parti numa hora de loucura
e agora longe de ti
vivo arrastado
o desejo da ausente
que vislumbro
e sinto no fundo de mim
presente
resultado do silêncio
disseminado em ondas de calor
inundando este vazio pleno
Entre o nada e o tudo
o que me falta e o que contenho
e o que pressinto de ti
a cada momento te amo
mais e mais e mais
e mais repito ainda
que te direi uma vez mais
como te amo
A sombra deste sol abrasador
fermenta o nosso amor
num cosmos azul profundo
onde te direi
envolta em nuvens de prazer
e felicidade
no momento extraordinariamente preciso
de te apertar enfeitiçado
e magnético
nos braços ávidos de carícias
COMO TE AMO

Alexandre Castanheira – Poesia Vadia na Esc. Sec. do Monte
Ermelinda Toscano

click para ver o artigo ::::> Alexandre Castanheira tem nome de escola no Laranjeiro

Veja mais em Almada2016

25 Abril – comemorações em Almada 2014

25 de Abril em Almada 2014

Almada Comemora Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974

2006 Almada Alexandre Castanheira

castanheiraxxxxxxxxx
Alexandre Castanheira, militante do MUDJ e depois do PCP , funcionário do partido, representante do PCP em França, e membro do CC desde meados dos anos cinquenta até ao fim da década de sessenta, altura em que se afastou da militância partidária activa, publicou uma autobiografia com o título Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim, Porto, Companhia das Letras, 2003.

Alexandre Castanheira tem o curso de Histórico-Filosóficas da Faculdade de Letras de Lisboa. Poeta, desde sempre se interessou pela divulgação da poesia, fazendo recitais em escolas, colectividades, festas em todo o País. Exilado em França, licenciou-se em Literatura Moderna e alarga a divulgação da poesia moderna e contemporânea aos círculos de portugueses imigrados em França. Regressado a Portugal, começa finalmente a publicar a sua obra, em que se destacam, em poesia, os volumes Poesia… sem Distanciação e Desilusão Optimista a par de outros livros como teatro, crónicas, ensaio e contos. Com o ensaio “Camões, Nosso Contemporâneo” ganha o Concurso Literário do IV Centenário de Camões, promovido pela Câmara Municipal de Almada, por decisão de um júri presidido pelo Prof. Doutor Óscar Lopes. Multiplicam-se em seguida os recitais de poesia não só em Portugal como na Galiza (Vigo, Baiona, Universidade de Santiago de Compostela) e as conferências-recital dedicadas a Antero de Quental, Guerra Junqueiro, Mário Sá-Carneiro, Manuel da Fonseca, Sidónio Muralha, Fernando Pessoa, entre outros. Professor na Escola Superior de Educação Jean Piaget, de Almada, cidade de onde é natural, nos vários cursos do Básico 2.º Ciclo e no de Animadores Socioculturais, participou com comunicações em quase todos os encontros e congressos organizados pelo Instituto Piaget. São algumas delas que a Editorial Piaget tem o prazer de editar agora, cônscia de que é uma boa contribuição que assim dá à divulgação da Poesia no seu relacionamento com a vida e o Homem do nosso tempo, a que Alexandre Castanheira dá tanta importância. ALEXANDRE CASTANHEIRA é professor jubilado do Instituto Piaget, tendo leccionado na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada, onde continua ligado ao cancioneiro e à Unidade de Investigação em Antropologia.

2006 Almada Alexandre Castanheira

2006 Alexandre Castanheira no Jean Piaget

1989 – SFUAP Conferencia 100 anos de actividade

Nada e tudo
Parti numa hora de loucura
e agora longe de ti
vivo arrastado
o desejo da ausente
que vislumbro
e sinto no fundo de mim
presente
resultado do silêncio
disseminado em ondas de calor
inundando este vazio pleno
Entre o nada e o tudo
o que me falta e o que contenho
e o que pressinto de ti
a cada momento te amo
mais e mais e mais
e mais repito ainda
que te direi uma vez mais
como te amo
A sombra deste sol abrasador
fermenta o nosso amor
num cosmos azul profundo
onde te direi
envolta em nuvens de prazer
e felicidade
no momento extraordinariamente preciso
de te apertar enfeitiçado
e magnético
nos braços ávidos de carícias
COMO TE AMO

Veja mais em Almada2016

Homenagem a Alexandre Castanheira – Almada 1998

Homenagem organizada pela Junta e Câmara de Almada pela passagem dos 70 anos do professor em 1998 na Incrível Almadense.

1989 Cova da Piedade – Jorge Norvick pintura e poesia na SFUAP

1989 – Conferencia SFUAP 100 anos de actividade

Fernando Brito Mateus, Alexandre Castanheira, Policarpo e muitos outros colectivistas falam sobre as mudança necessárias.

Seo wordpress plugin by www.seowizard.org.