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António Costa no Sol da Caparica

18 de Agosto 2019

António Costa mostra-se feliz ao lado da mulher em festival

Casal vive dias felizes, depois de Fernanda Tadeu ter sido operada com sucesso a um cancro no pulmão no mês de junho.
Primeiro -ministro levou a mulher a ver o concerto do amigo Luís Represas.

O programa de sexta-feira do Sol da Caparica prometia, com SeuJorge, Mariza, Carlãi e Luís Represas, entre outros famosos artistas lusófonos, e António Costa decidiu marcar presença no festival desta freguesia do concelho de Almada, com Fernanda Tdeu, mostrando que o pior- a mulher do primeito-ministro foi operada a um cancro no pulmão no mês de Junho- já passou.
Sempre acompanhado pela anfitriã Inês de Medeiros , a Presidente da CÂmara de Almada, António Costa distribuiu sorrisos e cumprimentos aos mais novos e mais velhos, tirou selfies com homens e mulheres, vibrou com o concerto do amigo Luís Represas, mas principalmente aproveitou para se divertir ao lado da mulher, com quem mantém uma relação há 32 anos.
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Governo aprova projeto habitacional de Almada

22 de julho de 2019

Mais de nove mil pessoas do concelho vão ser realojadas em 2023

O Conselho de Ministros aprovou e admitiu reconhecer o interesse público no “projeto urbanístico denominado Projeto Habitacional de Almada Poente”, na cidade de Almada. O projeto vai ser implementado “em terrenos do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana”, que fazem parte do Plano Integrado de Almada e pretende disponibilizar a oferta pública de habitação a custos acessíveis. “Estes terrenos têm um potencial de edificabilidade de cerca de 3.500 habitações que permitirão alojar mais de nove mil pessoas”, anuncia o Conselho de Ministros. A construção dos primeiros 1100 fogos, deverá estar concluída em 2023. De acordo com a Câmara de Almada há 450 famílias, sinalizadas pela autarquia, de diversos bairros carenciados do concelho que irão ser os primeiros beneficiários das casas. “Parte significativa da população que hoje vive em barracas” vai ter casas, diz Inês de Medeiros, presidente da autarquia.

O concelho de Almada foi apontado nesta sexta-feira, pelo Governo, como exemplo nacional da nova geração de políticas de habitação, estando prevista a construção ou reabilitação de um total superior a seis mil fogos.
Só o Projecto Habitacional de Almada Poente, um programa de 125 milhões de euros do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana de construção pública para arrendamento, que foi nesta sexta-feira apresentado, prevê a construção de 3500 habitações numa “nova cidade” com vista sobre Lisboa.
Segundo a secretária de Estado da Habitação, a primeira fase deste projecto, num total de 28,5 milhões de euros para a construção de 284 fogos em quatro lotes, vai arrancar já, com os concurso públicos para o projecto de arquitectura e o de empreitada “até ao final do ano”.
O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, afirmo que a aposta do Governo na promoção de habitação pública para arrendamento é uma reforma que visa melhorar a qualidade de vida dos portugueses.
“Aquilo que estamos a fazer, alargar a oferta pública de habitação, essa sim, é a verdadeira reforma que queremos fazer. Isso é que é fazer reformas. As reformas têm como objetivo melhorar a vida do povo. E é isso que nós estamos a fazer neste momento em Portugal com a política de habitação”, disse Pedro Nuno Santos, depois de criticar a ideia de que as reformas passam sempre por uma privatização, liberalização ou desregulamentação.
O governante, que falava em Almada, na apresentação pública do Projeto Habitacional de Almada Poente, um programa de promoção de habitação pública para arrendamento que prevê a construção de 3.500 fogos, defendeu que o povo também “tem direito a viver com dignidade, a viver em boas localizações e em habitação com qualidade”.
“Este programa [Projeto Habitacional de Almada Poente] visa isso, porque não está restringido apenas aos setores mais carenciados da população – esses também têm uma resposta da Câmara de Almada, no programa 1.º Direito com a sua Estratégia Local de Habitação – e temos aqui a oportunidade de alargar a oferta pública de fogos para a classe média, que hoje enfrenta, como sabemos, uma grande dificuldade no acesso à habitação”, justificou o ministro.
“Esta é uma prioridade muito importante para nós. Esta localização muito privilegiada (com vista para o estuário do Tejo e para Lisboa) não tem de estar apenas sujeita aos mecanismos especulativos do mercado imobiliário, tem de estar também acessível a pessoas como nós”, acrescentou Pedro Nuno Santos durante a cerimónia realizada na Biblioteca Pública Maria Lamas, na Caparica, concelho de Almada.

Autarquia dá prioridade a famílias de bairros carenciados
A secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, revelou que a primeira fase do projeto Almada Poente, a construção dos primeiros 1100 fogos, deverá estar concluída em 2023, adiantando que o processo para a construção de 284 fogos poderá avançar de imediato.
Segundo Ana Pinho, depois de concluída a primeira fase ainda ficam a faltar 2.400 habitações, que estão dependentes de um Plano de Urbanização que deverá ser aprovado no prazo de um ano a um ano e meio.
Ana Pinho lembrou ainda que, ao abrigo de um protocolo de cooperação que foi hoje assinado entre a Câmara de Almada e o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, a atribuição de casas depende de um regulamento de atribuição de habitações que será definido pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, mas em que haverá prioridade para pessoas sinalizadas pela Câmara de Almada.
A presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, que destronou a anterior maioria CDU nas últimas eleições autárquicas, revelou que a Estratégia Local de Habitação de Almada, aprovada em Maio deste ano, assume três objetivos estratégicos: “melhorar a coesão social e territorial, aumentar a competitividade e melhorar a qualidade do `habitat´”.
Inês de Medeiros referiu ainda que a Câmara de Almada pretende reabilitar “a dignidade do parque habitacional municipal e realojar uma parte dos agregados que hoje vivem em barracas”, designadamente através do 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação.
Segundo a presidente da Câmara de Almada, os beneficiários do 1.º Direito serão 450 famílias residentes em barracas e casas no Torrão, na Trafaria, cerca de 50 agregados familiares das Terras de Lelo e Abreu, nas Terras da Costa, Costa de Caparica e 10 agregados familiares residentes nas traseiras da Escola da Trafaria.

Agência de Notícias com Lusa
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Presidente da República visita Vale de Acór em Almada

27 de Junho 2019
A Associação Vale de Acór, da Diocese de Setúbal, apresentou hoje o livro comemorativo pelos seus 25 anos de existência que contou com a com a presença do presidente de República e do bispo sadino bem como a de Inês de Medeiros Presidente da Câmara da Almada.


“Foi com emoção que comemoramos os 25 anos de Vale de Acor, e se lançou o lindíssimo livro de fotografia de Rui Ochoa. Com a presença do Sr. Presidente da República, o Sr. Bispo de Setúbal e o Pd. Pedro Quintela”
Inês de Medeiros

O evento com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa e D. José Ornelas, Teve lugar na Quinta de São Lourenço, no Pragal, Almada.
O livro comemorativo dos 25 anos de existência da Instituição Particular de Solidariedade Social conta com fotografias de Rui Ochoa, o fotógrafo oficial do atual presidente da República Portuguesa e que foi diretor de fotografia do jornal ‘Expresso’, entre 1989 e 2008.

A Associação Vale de Acór trabalha desde 1994 no âmbito da recuperação e reinserção de dependentes – nomeadamente os toxicodependentes e alcoólicos; toxicodependentes com problemas psiquiátricos; e toxicodependentes reclusos e ex-reclusos, tem uma Comunidade Terapêutica, licenciada pelo IDT, na Quinta de São Lourenço, no Pragal, Almada.

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Marchas sairam à rua em Almada

25 de Junho 2019

União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas

“As Marchas Populares de Almada voltaram a animar a noite de São João, padroeiro de Almada. O desfile realizou-se no dia 23 de Junho na Avenida Povo MFA, em Cacilhas.

As nossas freguesias estiveram muito bem representadas com a Marcha da Al-Madan, com o tema: Al-Madan traz Portugal no coração; a Marcha do Pragal, com o tema: SRUP celebrada nas Festas de Almada; a Marcha da SFUAP,
com o tema Cova da Piedade está de volta – O que eras e o que és e a Marcha do Beira-Mar de Almada, com o tema: A festa passa por Cacilhas.

Excelentes coreografias, fatos e vestidos, arcos, músicas e letras, com grande dedicação e alegria, encheram-nos de orgulho!

Parabéns a todos! Foram fantásticos!”

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União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas

DESFILE DAS MARCHAS NA FREGUESIA DA COSTA


InfoCosta

“As marchas infantis Sai & Age e “Os Costinhas” e as marchas da Rua 15 e Popular da Costa de Caparica, cumpriram a tradição e desfilaram ontem (24 Jun) pelas artérias da cidade com um desfile na Praça da Liberdade e mais tarde, no Largo dos Apóstolos, protagonizaram uma exibição para as centenas de populares presentes.”

Foto: infocosta

Conceição Ribeiro Gomes

“Que estou de Alma cheia de ORGULHO Por Marchar Ao Vosso Lado Obrigado por me Escolherem como Madrinha tenhos os Marchantes Mais Lindos Obrigado José Pacheco por Seres como és ao Meu Padrinho Bruno Frazao porque com uns Padrinhos Assim quase que Houve Porrada Mas Foi tudo A brincar Ninguem Se Zanga Em Almada ….ESTAMOS JUNTOS QUE VENHA A PROXIMA ETAPA ….ADORO-VOS A TODOS/AS …um Beijo do Tamanho do Mundo Da Madrinha A Nossa Marcha E Linda A minha Marcha Ruas Bairro.”

Junta da União das Freguesias de Caparica e Trafaria

“No feriado de S. João, a noite do Arraial da Caparica, organizado pela Junta no Parque do Fróis, encheu-se de música, luz, cor e carinho, com centenas de pessoas a aplaudirem as marchas populares da freguesia.

Exibiram-se as quatro marchas que estão no concurso concelhio: Marcha da Associação Capa Rica, Marcha da Associação Juvenil Lifeshaker, Marcha do Centro Comunitário do PIA 2 e Marcha da Associação Ruas do Bairro.”

Inês de Medeiros

Presidente da C.M. Almada

“Noite de marchas, cheia de cor, de inventividade, de talento e de alegria. Estão todos de parabéns! As marchas foram lindas.”

Foto: Inês de Medeiros

Fotos Cibersul

Marchas de S. João em Almada 2019 (fotos)

23 de Junho 2019
As Marchas desfilam junto á Lisnave

Câmara cede edifício da Cooperativa Piedense

Instalação dos Juízos de Execução, de Trabalho e Local Cível de Almada

Boletim Almada Março/Abril 2019

Dinamizar o centro da Cova da Piedade, reabilitar o património e melhorar as instalações na área da Justiça são os objetivos desta medida

O Município de Almada aprovou o protocolo com vista à cedência do edifício da Cooperativa Piedense ao Instituto de Gestão Financeira e Equipamento da Justiça (IGFEJ), I.P., entidade que gere o património afeto à área de justiça.

Os Juízo de Execução, de Trabalho e Local Cível de Almada vão ser instalados este edifício, pois atualmente encontram-se em espaços desadequados no edifício do Tribunal Administrativo de Almada, no Largo Gabriel Pedro e no Palácio da Justiça do Pragal.

Uma nova centralidade na Cova da Piedade

A presidente da CMA, Inês de Medeiros, reforça que esta decisão vai “dar um grande impulso para a redinamização de toda aquela zona da Cova da Piedade, inclusive do comércio local”.

Edifício reabilitado

No âmbito do protocolo, cabe ao IGFEJ assegurar as obras de reabilitação , adaptação do edifício da Cooperativa Piedense, com o objectivo de dotá-lo de todos os meios necessários à efetiva instalação dos novos serviços.

Cooperativa de Consumo Piedense no Facebook

O FUTURO MATERIAL DA COOPERATIVA ESTÁ DECIDIDO, E QUE FAZER COM O IMATERIAL?

No âmbito do protocolo da Câmara Municipal com o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça(IGFEJ) I.P. o edifício da Cooperativa Piedense foi cedido para a instalação dos Juízos de Execução, de Trabalho e Local Cível de Almada. A cedência a uma actividade nobre, recorda-nos que a liberdade e a justiça sempre fizeram parte dos princípios orientadores da Cooperativa. O problema é desconhecermos o destino dos arquivos e do espólio da biblioteca, e se neste espaço remodelado haverá um lugar que recorde a importância social, politica e cultural da maior Cooperativa da Península Ibérica, para memória futura. Embora concorde com o meu amigo Raul Costa quando afirmou que “a Cooperativa são as pessoas, não é o edifício”.

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Inês de Medeiros quer 25 de Abril sem palanque em Almada

25 de Abril 2019

“O Poder em Almada não pode estar num palanque longe do Povo.
O Poder em Almada devia estar lá em baixo junto do Povo.”
Inês de Medeiros



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25 de Abril em Almada 45 anos depois

Fotos: Inês de Medeiros

25 de Abril 2019
Fórum Romeu Correia e Praça M.F.A.

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Inês de Medeiros tenta acabar com “sururu” sobre a cultura em Almada

20 de Março 2019

Autarca chama agentes culturais para acabar com polémica do projecto Companhia Paulo Ribeiro na Casa da Juventude. Foi uma dança sobre o arame.


Francisco Alves Rito

A presidente da Câmara de Almada promoveu uma sessão de esclarecimento sobre a instalação do projecto da Casa da Dança, da Companhia Paulo Ribeiro, na Casa da Juventude do Ginjal, para acabar com o “sururu sobre a cultura” que se vive no concelho.

A expressão “sururu”, usada por um dos jovens dos grupos participantes, que se queixou de que “é muito cansativo este sururu”, foi usada por todos os quadrantes durante a sessão.

A tensão, bem patente na sessão, decorre do contexto político. Almada foi de maioria comunista desde o 25 de Abril, o PS ganhou o município por 413 votos (diferença de 0,62%), a presidente não era do concelho, a política municipal assim como as pessoas e as práticas mudaram, o PCP mantém ligações e influencias antigas, o movimento associativo e a cultura pesam muito nesta equação. Inês de Medeiros tem de procurar o equilíbrio sobre o arame e a dança da autarca seguiu o ritmo deste complexo ambiente.

Rodeada, como o encenador entre o grupo de artistas no palco, Inês de Medeiros, argumentou, explicou, garantiu, pediu o apoio de todos e até disse um palavrão.

“Este raio de discussão entre o nós e o eles é do mais fascista que há. Na cultura, quem pratica este chauvinismo bacoco está completamente errado. Acabe-se com esta m…!”, exclamou. A presidente pediu desculpa por estar “exaltada” e ninguém levou a mal.

Mas houve quem aproveitasse. Amélia Pardal, vereadora da CDU há muitos anos, considerou a polémica sobre a Casa da Dança como uma “reacção perfeitamente legitima” que “não se pode confundir com provincianismo”.

Inês de Medeiros reagiu com um “eu não disse isso” que levou a eleita comunista a confirmar que estava a referir-se ao desabafo da adversária política: “Pois não, disse pior, disse fascismo”.

Neste registo, o debate puxava para fora da Casa da Juventude, entrando pela política cultural e de juventude da maioria socialista.

A autarca resistiu à discussão sobre a política municipal para a juventude, dizendo que essa é matéria para outros momentos e para o Conselho Municipal de Juventude, mas argumentou relativamente à cultura.

“A cultura em Almada teve um reforço orçamental de quase 800 mil euros, ronda os quatro milhões. Não nos podem acusar de desinvestir na cultura”, atirou Inês de Medeiros, acrescentando que “este reforço não é para a Companhia Paulo Ribeiro, é para outros projectos”.

A presidente da autarquia frisou que o concelho não tem os equipamentos de cultura que deveria ter e contra-atacou com a falta de pessoal no município, que vinha do anterior executivo. “Como achamos que estes equipamentos são importantes, contratámos 12 pessoas para esta área”, disse.

Depois de muita argumentação, a autarca apelou ao consenso, para uma nova forma de relação do município com as colectividades locais.

“Preciso do vosso apoio para isto, para criarmos este sistema, para salvarmos alguns espaços e algumas colectividades que estão com a corda na garganta. Preciso do vosso apoio porque isto não é uma coisa que se imponha.”, sustentou.

No entanto, consenso, para já, só sobre a necessidade de alterar o nome de dois instrumentos municipais. O Regulamento Municipal de Apoio ao Movimento Associativo (RMAMA) – que soa a voltar a mamar – e o Gabinete da Apoio ao Movimento Associativo (GAMA), segundo a autarca precisam de novos nomes.
“Aqui estamos todos de acordo”, disse Inês de Medeiros para gargalhada geral.

“Não há! Não há!” Ponto de Encontro fica como está

Na resposta às muita perguntas concretas da sessão de esclarecimento, Inês de Medeiros não se cansou de repetir que “Não há!” alteração ao funcionamento, nem encerramento, desinvestimento, desmantelamento ou preferência por projectos de fora.

“Posso repetir mais uma vez; nenhum grupo [dos 12 que usam actualmente o espaço] deixa de estar nem ninguém ficará impedido de entrar. O que haverá é articulação.”, afirmou a presidente da câmara explicando que a Companhia Paulo Ribeiro ficará fisicamente na sala de baixo, menos usada, e que os ensaios em que usará outras salas serão durante o dia, quando a procura de espaço do Ponto de Encontro por outros grupos é sobretudo “após as 18 horas”.

“Paulo Ribeiro pode ser uma ajuda para dar visibilidade à vossa criatividade. Ninguém vem de Viseu, de Setúbal ou do Seixal para dizer como deve ser.”, disse.

A autarca informou que no local onde hoje se encontra o Ponto de Encontro e o Centro Paroquial de Almada será construido um silo automóvel – no âmbito do projecto imobiliário já contratado para o Cais do Ginjal – e que no topo dessa estrutura será edificada a nova Casa da Juventude. “O projecto desse novo edifício ainda não existe”, referiu, informando que o processo se encontra em fase de elaboração do Plano de Pormenor.

O município garante no entanto, que, ao contrário do que esteve previsto no mandato anterior, a Casa da Juventude não será demolida enquanto não for encontrado um espaço substituto, para funcionar provisoriamente até que as futuras instalações estejam concluídas no mesmo local”

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Jerónimo critica Câmara de Almada por acabar com almoço do Dia da Mulher

8/3/2019, 16:55

O líder do PCP critica Almada por ter posto fim a uma iniciativa com mais de 30 anos. No mesmo evento, Jerónimo aproveitou para criticar a direita, por alimentar discriminação das mulheres

O secretário-geral do PCP criticou esta sexta-feira o executivo da Câmara de Almada, liderado por Inês de Medeiros (PS), por ter acabado com o almoço comemorativo do Dia da Mulher, uma iniciativa que se realizava há mais de 30 anos.
Este almoço do PCP é, para Jerónimo de Sousa, “uma atitude que contrasta com o PS, que assumiu como uma das primeiras decisões do seu mandato a anulação de uma iniciativa que, desde Abril, a instituição do poder local realizava: o almoço de 8 de março onde se prestava a devida homenagem aos trabalhadores da autarquia e, em particular, às mulheres trabalhadoras”, afirmou Jerónimo de Sousa.

O líder comunista discursava na Academia Almadense, em Almada, no distrito de Setúbal, onde o PCP organizou um almoço comemorativo do Dia Internacional da Mulher tendo referido que o fim da iniciativa organizada pelo município é um “retrocesso”.

“Este é um exemplo indissociável dos retrocessos registados neste mandato no plano autárquico em que temos usado a expressão ‘Com o PS Almada Perde’. Perdem as mulheres no apoio às suas lutas específicas, num concelho de tão profundas tradições democráticas e progressistas. Perdem os trabalhadores nos seus direitos sindicais, no despedimento de 51 trabalhadores da higiene e limpeza. Perde a população do concelho”, defendeu.

O almoço comemorativo do Dia da Mulher era dinamizado pelos executivos da CDU e foi suspenso no início do mandato de Inês de Medeiros (PS). Para Jerónimo de Sousa, o facto de ter sido uma mulher a ter colocado termo ao evento é um exemplo de que “não é por haver mais mulheres neste ou naquele cargo que se altera a política” e que a questão central é “que política se decide seguir”.

No evento, o secretário-geral do PCP saudou todas as mulheres do concelho, mas em especial as trabalhadoras da câmara municipal, pela luta que travaram na “defesa das 35 horas de trabalho e pela recuperação do subsídio de Natal por inteiro ao fim de seis anos de corte”. Ainda assim, afirmou, o PCP vai continuar a apoiar a luta pela “valorização dos salários e carreiras” e por “uma vida melhor”.

“Reafirmamos o nosso empenho em lutar por uma Almada de progresso, que honre as suas tradições democráticas e de luta, em não admitir recuos na qualidade de serviço público”, frisou.

Jerónimo acusa política de direita de alimentar discriminação das mulheres
O secretário-geral do PCP acusou esta sexta-feira os governos de direita de alimentarem mecanismos de discriminação das mulheres, tanto na vida social, profissional ou política, fomentando “falsas políticas de igualdade”.

“A natureza das opções económicas e sociais de sucessivos governos da política de direita e de integração de Portugal na União Europeia têm invertido o rumo de Abril, já que alimentam e reproduzem mecanismos de dupla exploração, desigualdade e de discriminação das mulheres no trabalho, na família, na vida social e política”, defendeu Jerónimo de Sousa.

Contudo, na visão de Jerónimo de Sousa, na atualidade é preciso continuar a lutar, até porque o PS, PSD e CDS têm vindo a fomentar “falsas políticas de igualdade”, ocultando que o sistema capitalista proclamou “a inferioridade das mulheres na lei e na vida”.

Além disso, referiu que os partidos de direita não têm cumprido as promessas em relação à conciliação da vida profissional com a vida familiar das mulheres, à natalidade, à promoção da igualdade salarial, nem ao combate à violência doméstica.

Por este motivo, o secretário-geral do PCP lembrou que, este ano, se assinala o 45.º aniversário da Revolução de Abril e que só através de uma “nova política de esquerda” será possível lutar pelos direitos das mulheres e dar “um novo rumo ao país”.

“A efetivação dos direitos das mulheres só se concretiza com uma nova política enraizada nos valores e conquistas da Revolução de Abril. O PCP é portador de soluções de futuro ancoradas na política patriótica e de esquerda, cujos eixos centrais permitem combater a exploração, as desigualdades e a violência sobre as mulheres. É dela que emerge uma nova política de igualdade assente no cumprimento dos direitos das mulheres numa sociedade mais justa para todos”, defendeu.

No discurso, o líder comunista apelou também à participação na Manifestação Nacional de Mulheres, promovida pelo Movimento Democrático de Mulheres, que se realiza no sábado, pelas 14h30, entre os Restauradores e a Ribeira das Naus, em Lisboa.

A emancipação é obra da própria mulher, mas não se dividam, juntos é que conseguimos essa emancipação”, frisou

No almoço também esteve presente o cabeça de lista às eleições europeias, João Ferreira, que referiu que a igualdade de género é um assunto que “tem transportado para a intervenção no parlamento europeu”.

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