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Sindicatos exigem integração de precários em Almada

13/04/2018

Trabalhadores da Câmara de Almada manifestam-se contra despedimentos

Os trabalhadores da limpeza da Câmara de Almada saíram à rua. Lutam pelos 51 trabalhadores que podem ficar sem emprego com o fim dos contratos precários, que terminam este mês. Entregaram também um manifesto à autarquia de apelo à integração. A concentração juntou centenas de trabalhadores e serviu para exigir a integração dos contratados a prazo. Porém, a autarquia diz que estes não cumprem os requisitos da lei para a regularização de vínculos precários.
“Tivemos aqui centenas de trabalhadores que vieram exigir a integração de 51 contratados a prazo da higiene urbana, ao abrigo da Lei, para a regularização de vínculos precários. E entregámos um abaixo-assinado com 900 assinaturas a exigir a regularização dos vínculos precários destes trabalhadores”, disse à agência Lusa Luís Leitão, coordenador da União de Sindicatos de Setúbal.
“A Câmara de Almada, ao contrário do que diz, só não integra estes trabalhadores porque pretende manter a precariedade e não por qualquer impedimento legal. Não é uma questão jurídica, é uma questão de vontade política. Se quiserem ouvir o STAL – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, eles explicam como se pode fazer a integração com total respeito pela lei”, acrescentou o coordenador sindical.
João Couvaneiro, vice-presidente da Câmara de Almada e eleito pelo Partido Socialista, acusou trabalhadores e sindicalistas de invasão aos Paços do Concelho e ao seu gabinete quando este se preparava para receber apenas uma delegação da Comissão de Trabalhadores.
O coordenador da União de Sindicatos de Setúbal nega qualquer invasão. “Os trabalhadores foram apenas, coletivamente, fazer a entrega do abaixo-assinado e não provocaram distúrbios”, garantiu.

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Agência de Notícias com Lusa

ALMADA – Famílias carenciadas com menos apoios

2018-04-07 21:16:22

O alerta é dado pelo Centro Social Paroquial Padre Ricardo Gameiro, uma IPSS fundada há mais de quarenta anos na Cova da Piedade, que publicou uma reportagem no seu portal online, divulgada pela Diocese de Setúbal.

Os programas de acção social existentes revelam-se insuficientes para colmatar as necessidades das famílias carenciadas de Almada, uma vez que o Banco Alimentar tem vindo a diminuir as quantidades de bens alimentares entregues e prevê-se a substituição da ‘Cantina Social’, que funciona há cerca de quatro anos, pelo Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas (POAPMC) «que tem funcionado de forma deficiente e que não está acessível a toda a população anteriormente abrangida pela cantina social».

O Centro Social e Paroquial Padre Ricardo Gameiro e a Paróquia da Cova da Piedade apoiam actualmente 108 famílias, num total de 242 pessoas, através da ‘Ajuda Fraterna’, que entrega duas vezes por mês cabazes com produtos do Banco Alimentar e oferecidos pela comunidade da Paróquia da Cova da Piedade, (67 famílias – 160 pessoas), e a ‘Cantina Social’ – POAPMC (20 famílias – 51 pessoas).

«Para além das pessoas que todos os meses dependem da nossa ajuda para conseguirem ‘sobreviver’ com os fracos rendimentos que têm, diariamente recebemos pedidos de apoio social e alimentar. Por vezes, apenas uma refeição, um pacote de massa, de arroz ou atum, podem fazer a diferença para muitas famílias que veem as suas vidas condicionadas por uma sociedade que, em muitos casos, não facilita o acesso ao emprego e as limita e impede de viver com dignidade.»

O desemprego por doença, idade, fraca escolaridade ou falta de experiência profissional, dificultam a obtenção de trabalho originam as difíceis situações socioeconómicas em que estas pessoas e famílias se encontram. «O número de pessoas carenciadas é grande e torna-se difícil conseguirmos entregar os bens alimentares necessários para a sua subsistência. Os que nos chegam não são suficientes face à quantidade de pedidos de ajuda e a Paróquia tem redobrado o esforço para atender não só as famílias abrangidas pelos programas, mas também às necessidades das famílias que não estão abrangidas por nenhum programa e passam por grandes dificuldades.»

A reportagem do Centro Social Paroquial Padre Ricardo Gameiro conta também com testemunhos de utentes que a Educadora Social, Carla Martinho, acompanha no trabalho de Acção Social, como «Maria», de 45 anos, divorciada, doente oncológica e vive com o filho de 18 anos. Sobrevivem com a pensão de alimentos do filho e com o Rendimento Social de Inserção (RSI), pagando as despesas da casa, medicação, alimentação e os estudos do filho.

José Nascimento, ex-recluso e ex-toxicodependente, conheceu a dura condição de “sem-abrigo”, e chegou até à Instituição através do GIP (Gabinete de Inserção Profissional), através do qual conseguiu trabalho «e encontrou na nossa Instituição a ajuda necessária para sair da situação em que estava».

José Rodrigues, 62 anos, encontra-se desempregado há mais de três anos, é utente da Cantina Social, uma pequena ajuda que muita diferença faz no seu rendimento mensal que se resume aos 186€ do RSI que recebe. Para pagar o quarto onde “sobrevive” retira 150€, restando-lhe apenas 36€ para se governar durante todo o mês.
«Ao contrário do que se ouve frequentemente nos meios de Comunicação Social sobre a diminuição do desemprego e melhoria das condições de vida, a realidade é um pouco diferente e que todas as semanas chegam até nós pessoas a pedir apoio» afirma Carla Martinho. «Hoje em dia, não ter telemóvel é um fator de exclusão social, porque se a pessoa se estiver à procura de emprego não consegue arranjar trabalho porque o empregador não a consegue contactar.»

Apesar das anunciadas melhorias económicas dos últimos anos em Portugal, os problemas mantêm-se. «Quem nos procura são famílias que trabalhavam, tinham uma vida organizada e que, de repente, ficaram sem trabalho ou adoeceram, mulheres que ficam sozinhas com os filhos, trabalhos precários, mal remunerados, reformas baixas e as rendas cada vez mais altas. São pedidos de ajuda diferentes daqueles que recebíamos há anos atrás, vêm pedir mas com vergonha, são pessoas que, noutras situações, nunca viriam recorrer a este apoio, por ser uma novidade o tipo de situação que enfrentam.»

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“Somos todos 51”? Ou a hipocrisia da CDU e do STAL em Almada!

segunda-feira, 2 de abril de 2018
Ermelinda Toscano

Na sequência da manifestação do passado dia 29-03-2018 do “movimento” criado para contestar o alegado despedimento de 51 trabalhadores da Câmara Municipal de Almada, elaborei um relatório (com 19 páginas) cuja parte inicial serviu como artigo para o site OPINANTES no dia 01-04-2018: “Somos todos 51” – não se defendem trabalhadores com mentiras!
Depois da parte introdutória ontem divulgada, apresento agora o resto do relatório onde analiso a situação ao pormenor (incluindo dois contratos e respetivos aditamentos que me fizeram chegar) e numa sequência cronológica, identifico responsáveis, coloco questões para reflexão, mas, sobretudo, denuncio a incompetência de uns e a hipocrisia de outros com destaque para o desmascarar do estratagema por detrás do “movimento” de pseudossolidariedade.
Alguns excertos:
(…)
Aliás, basta ler o Aviso da CMA n.º 15628-A/2016 (publicado no Diário da República, II série, n.º 238, de 14 de dezembro de 2016) que procedeu à abertura dos 51 lugares em causa (45 para a limpeza e varredura e prevenção de fogos florestais e 6 para a condução de máquinas pesadas e veículos especiais) para percebermos que alguma coisa na versão atual da CDU e do STAL está muito mal contada.
No aviso, subscrito pelo vereador José Gonçalves, é dito expressamente que 45 assistentes operacionais são contratados a termo resolutivo certo por seis meses para proceder à “remoção de lixos e equiparados nas praias do concelho e varredura e limpeza das zonas próximas, limpeza de azinhagas, matas e arruamentos para a prevenção dos incêndios florestais e minimização dos seus efeitos” e os outros seis irão conduzir “veículos destinados à limpeza ou recolha de lixo nas praias do concelho e nas zonas próximas.” Ou seja, trata-se de trabalho sazonal, sem margem para dúvidas.
Todavia os contratos que vieram a ser celebrados (conforme os dois exemplares que nos fizeram chegar, mas que não divulgamos pro pedido expresso de quem o fez e que respeitamos) apenas referem, na sua cláusula 1.ª, que a atividade em causa é a “correspondente à carreira / categoria de assistente operacional (limpeza e varredura e prevenção de fogos florestais)” e na 2.ª, sobre o local de trabalho, especificam somente o setor (Divisão de Salubridade) sem indicação da área do território referida no respetivo Aviso.
Por outro lado, das seis cláusulas contratuais nenhuma refere sequer a justificação que a lei obriga para fundamentar a contratação a termo resolutivo por seis meses, embora no preâmbulo citem o artigo 57.º da Lei n.º 35/2014, de 20 de junho. Ou seja, os contratos em causa (cuja redação se presume seja idêntica nos restantes 49) não cumprem os requisitos legalmente exigidos quanto à forma pois omitem do seu articulado o motivo pelo qual são celebrados (artigo 58.º do referido diploma).
Fica assim provado que se trata de contratos irregulares (por incumprimento de duas formalidades legalmente exigidas) o que implica a sua nulidade e “gera responsabilidade civil, disciplinar e financeira dos dirigentes máximos dos órgãos ou serviços que os tenham celebrado ou renovado” (n.º 1 do artigo 63.º da Lei n.º 35/2014) – portanto, o senhor vereador José Gonçalves (que é jurista, advogado) fez asneira e mostrou incompetência nesta matéria o que é bastante grave. Por isso, deve ser responsabilizado, pelo que é nosso dever denunciar a situação à entidade competente para avaliar a situação: a IGF (Inspeção-geral de Finanças). E é isso que iremos fazer!
(…)
Suponhamos também que, apesar do contrato precário ter sido inicialmente considerado adequado, os trabalhadores se encontravam de facto a desempenhar funções que representam necessidades permanentes dos serviços porque o anterior executivo resolveu reavaliar a respetiva classificação funcional. O que terá, entretanto, ocorrido?
É simples: depois de 17-04-2017, foi apresentada na Assembleia da República a proposta de lei do Governo para regularização extraordinária dos vínculos precários de que já falámos, mais precisamente no dia 30-06-2017, aprovada na generalidade no da 7 de julho.
Na redação dessa proposta já constava como data de referência o período de 1 de janeiro a 4 de maio de 2017 para enquadramento dos contratos precários. E que fez então a CDU? Finda a época balnear desviou os trabalhadores em causa para funções que alegadamente correspondem a funções permanentes e propõe-se prolongar-lhes os contratos por mais seis meses, “considerando os fundamentos expostos na Proposta n.º 831-2017 [DPES] aprovada na reunião da Câmara realizada no passado dia 6 de setembro de 2017”. E em 20-09-2017 o vereador José Gonçalves assina um aditamento aos contratos prolongando-os pelo prazo necessário para que possam vir a ser abrangidos pelo PREVP.
(…)
Quando a Assembleia Municipal de Almada deliberou, na reunião realizada no passado dia 28 de fevereiro de 2018, aprovar a lista dos trabalhadores abrangidos pelo PREVPAP, além de redigir comunicados panfletários, pintar cartazes, criar pseudomovimentos e organizar manifestações de suposta solidariedade, o que fizeram a CDU e o STAL (ou até a comissão de trabalhadores) para contestar o facto destes 51 trabalhadores terem ficado excluídos? Parece que… NADA!
«É possível contestar a deliberação do órgão executivo? Sim. Os trabalhadores podem opor-se à deliberação do órgão executivo através de reclamação regulada pelo Código do Procedimento Administrativo, ou, pelos meios contenciosos de impugnação.» Guião para o PREVP elaborado pela DGAL.
Alguém avisou os trabalhadores de que poderiam ter contestado aquela deliberação (que, volto a lembrar, teve o voto favorável da CDU na câmara e na assembleia municipal)? Alguém se preocupou em ajudar os trabalhadores lesados, em termos individuais ou os sindicatos em representação dos seus associados, a redigir os requerimentos de oposição à não inclusão naquela lista?
Ou CDU / PCP / STAL / CGTP (só para citar os que publicamente têm vindo a fingir-se muito solidários com os trabalhadores em causa) limitam-se a programar e a participar em ações de folclore de rua?
(…)
Uma última dúvida: que faria a CDU em relação a estes trabalhadores se não tivesse perdido as eleições autárquicas? Iriam “fabricar” justificações à medida e integrar aqueles 51 trabalhadores? Se essa era a sua intenção, porque não os incluíram na lista enviada à DGAL? Ou iriam “despedi-los” apresentando como desculpa a inevitabilidade da situação por culpa do Governo do PS?
Os sindicatos não servem (não deviam servir) para isto! Esta atuação do STAL e da CGTP em Almada só desprestigia aquele que deve ser o papel fundamental deste tipo de associações.
A defesa dos direitos dos trabalhadores tem de assentar na seriedade e não pode estar sustentada em mentiras que só criam instabilidade ou numa inércia propositada para evitar que os problemas tenham uma solução alternativa, com o objetivo de criar vítimas para ter motivos de descontentamento que permitam continuar a alimentar lutas partidárias e assim satisfazer objetivos políticos.
Os sindicatos não são partidos políticos tal como os partidos não são sindicatos.
Atitudes destas demonstram que se torna cada vez mais premente repensar o sindicalismo em Portugal!

O texto integral pode ser lido AQUI.

FONTE ::::::> INFINITO`S

Autarca de Cabo Verde visita Proteção Civil de Almada

Almada e município de Cabo Verde partilham conhecimento sobre Proteção Civil

Foto: Francisca Parreira

Herménio Fernandes, presidente do município de São Miguel, Cabo Verde, foi recebido pelo vice-presidente da Câmara de Municipal de Almada, João Couvaneiro, e pela vereadora Francisca Parreira, para partilha de conhecimento na área da Protecção Civil.

A Câmara Municipal de Almada recebeu o presidente da Câmara Municipal de São Miguel, da ilha de Santiago, Cabo Verde, Herménio Fernandes, no dia 14 de março.

No âmbito desta visita, foi abordada a possível parceria e/ou colaboração entre os municípios de Almada e São Miguel, ao nível da Proteção Civil e outras áreas de interesse comum.

O autarca cabo-verdiano foi recebido, nos Paços do Concelho, pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Almada (CMA), João Couvaneiro, e pela vereadora com o Pelouro da Proteção Civil, Francisca Parreira, e pelos comandantes das Corporações de Bombeiros Voluntários de Almada, Cacilhas e Trafaria.

Após este encontro, seguiu-se uma reunião técnica nas instalações do Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC), no Pragal.

A visita de Herménio Fernandes a Almada, surge após o VI Encontro Técnico da Rede Temática de Proteção Civil, no âmbito da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), realizado na ilha de Santiago, em outubro de 2017, e no qual participou o SMPC de Almada.

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‘Lisbon South Bay’: uma marca na procura de investimento para antigas áreas industriais

15/03/2018

A empresa Baía do Tejo e os municípios do Barreiro, Seixal e Almada estão em Cannes, França, a promover os territórios das suas antigas áreas industriais, com o nome ‘Lisboa South Bay’ a ser essencial para captar investimento.

‘Lisbon South Bay’ é um projecto promovido pela Baía do Tejo, empresa pública, para requalificar os territórios das antigas áreas industriais da Quimiparque, no Barreiro, da Siderurgia, no Seixal, e da Margueira, em Almada, em conjunto com as autarquias, que se tem desenvolvido nos últimos anos.

“Criar uma parceira entre uma empresa do Estado, a Baía do Tejo, e três municípios é inédito no país. Surgiu na sequência de uma conclusão óbvia, que devemos estar todos a remar para o mesmo lado”, disse à Lusa Jacinto Pereira, presidente do conselho de administração da Baía do Tejo.

A empresa, que tem a responsabilidade sob os três territórios, e as autarquias estão a participar na maior feira internacional de imobiliário do mundo, o MIPIM, que está a decorrer em Cannes, na França.

“Com esta solução da marca ‘Lisbon South Bay’ criámos uma escala diferente e damos maior visibilidade e maior capacidade de promoção. Parece algo óbvio, mas não é algo que vejamos muito. Conseguimos chegar a uma plataforma de entendimento entre todos”, explicou.

Jacinto Pereira disse que a marca foi criada para “consumo externo”, referindo que não é possível estar em qualquer parte do mundo e falar do Barreiro, Seixal ou Almada.

“Não podemos ir a qualquer parte do mundo falar de Almada, Barreiro ou Seixal, temos que falar de Lisboa e da outra margem de Lisboa. Existe também outra razão, que é cavalgar esta onda de Lisboa, pois tem tido uma dinâmica e uma imagem extraordinárias”, disse, referindo que a ideia cada vez mais se mostra acertada.

No MIPIM, para além de procuraram investimentos para a antigas áreas industriais, os autarcas dos três municípios da margem sul desmultiplicam-se em reuniões e contactos para abordar outros projetos existentes nos seus concelhos, na procura de possíveis investidores, capazes de criar empreso e crescimento económico.

A presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, afirmou que utilizar a marca Lisboa é importante nestes eventos internacionais, referindo que “traz benefícios e não apaga a imagem e a identidade de Almada”.

Segundo a autarca, para além do projeto Cidade da Água, de requalificação dos antigos territórios da Margueira, procurou também abordar investidores para outros projectos no concelho, considerando que o balanço tem sido “interessante”.

Frederico Rosa, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, concorda que o nome ‘Lisbon South Bay’ funciona porque “unifica os três territórios na margem sul”, afirmando que os concelhos são vistos como parte integrante da Área Metropolitana de Lisboa.

Jorge Gonçalves, vice-presidente da Câmara do Seixal, salienta que colocar Lisboa no nome veio fortalecer o projeto e o seu impacto no exterior do país.

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Joana Mortágua contesta declarações de Inês de Medeiros

16 de Março 2018

A vereadora do Bloco exige uma tomada de posição sobre serviço público de transporte fluvial, contestando as declarações da Presidente da Câmara de Almada sobre a abertura do Tejo aos privados.

Em comunicado enviado à imprensa, Joana Mortágua, vereadora do Bloco de Esquerda na Câmara Municipal de Almada, diz considerar preocupantes as recentes declarações da Presidente da Câmara, Inês de Medeiros, que declarou que a Câmara Municipal tem recebido propostas de operadores privados para atividades no Tejo, tanto turísticas como de transporte de passageiros, acrescentando que não vê “razão para que isso não possa acontecer”.

“A presidente tem de esclarecer o que quer dizer com abrir o Tejo aos privados. Se está a falar de desporto, turismo e comércio, isso já existe. Se está a falar de privatizar o único transporte público de passageiros acessível às populações de Almada, poderá contar com a oposição do Bloco de Esquerda.”, afirma Mortágua, considerando que “o transporte flucial é essencial para meio milhão de pessoas que vivem na margem sul”.

A vereadora e deputada afirma que “com o desinvestimento dos últimos anos, têm sido frequentes as falhas e a degradação no serviço”, dizendo ainda que é “público que a maior parte dos navios está parada na Doca 13 da Lisnave, com avarias e sem certificado de navegabilidade”. Contudo, afirma, “o transporte fluvial também é o único transporte coletivo acessível aos concelhos ribeirinhos do Tejo que ainda não foi concessionado ou privatizado”.

Estas são as razões pelas quais, segundo a vereadora, “ é tão importante exigir um serviço público de transporte fluvial de qualidade”. Assim, a “solução não é abrir o transporte de passageiros a mais uma concessão, mais uma privatização. Degradar para privatizar é um velho truque que não serve as populações. A solução é mais investimento público na Transtejo/Soflusa”.

Na próxima reunião de Câmara, Joana Mortágua irá questionar a Presidente de Almada sobre as suas declarações e exigir uma tomada de posição sobre serviço público de transporte fluvial.

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Promoção da «Marca Almada» mantém evolução positiva em 2017

Promoção da «Marca Almada» mantém evolução positiva em 2017
Com destaque especial para turismo e atividades de promoção culturais e artísticas

Comunicado CDU Almada

A CDU Almada sublinha que, depois de ter sido considerado pela Bloom Consulting em 2017 como “Marca Estrela” no “ranking” Viver do “City Brand Ranking” dos Municípios Portugueses, o Município de Almada voltou a destacar-se na avaliação desta empresa em 2018, no âmbito da 5ª edic¸ão do Portugal City Brand Ranking, que avalia a performance de marca dos municípios portugueses nas áreas do Turismo, Negócios e Talento.

Promoção da “Marca Almada” mantém evolução positiva em 2017

Foram hoje conhecidos os resultados de um conjunto de prémios nacionais atribuídos a entidades diversas em matéria de promoção pública das respetivas “marcas”, nos quais a marca “Almada” surge de novo em posição destacada.

A CDU Almada sublinha que, depois de ter sido considerado pela Bloom Consulting em 2017 como “Marca Estrela” no “ranking” Viver do “City Brand Ranking” dos Municípios Portugueses, o Município de Almada voltou a destacar-se na avaliação desta empresa em 2018, no âmbito da 5ª edic¸ão do Portugal City Brand Ranking, que avalia a performance de marca dos municípios portugueses nas áreas do Turismo, Negócios e Talento.

A consultora especializada em análise de estratégias e ferramentas de medic?ão de destinos por todo o mundo, classifica o Município de Almada na avaliação global dos três parâmetros utilizados no estudo em 11º lugar entre os 308 Municípios Portugueses, uma posição que representa uma melhoria de duas posições relativamente ao ano de 2017.

Nas três categorias consideradas individualmente, o Município de Almada melhorou a sua classificação em “Negócios” em três posições – passou de 14º para 11º lugar -, em “Viver” em uma posição – passou de 8º para 7º lugar -, e manteve a classificação obtida em 2017 em “Visitar” – 24º lugar do ranking.

Entre os primeiros 25 municípios portugueses classificados neste “ranking” anual, progredindo duas posições Almada é – a par de Portimão, 17º em 2018 – o quarto município que mais progrediu entre 2017 e 2018, superado apenas por Ponta Delgada – 24º em 2018, tendo progredido quatro posições -, Matosinhos – 13º em 2018, tendo progredido três posições -, e Vila Nova de Gaia – 9º em 2018, tendo progredido três posições.

O ano de 2017 foi também positivo no que respeita à promoção da marca Almada, de novo através do Festival “O Sol da Caparica”.

Nomeado para oito prémios promovidos pela Associação Portuguesa de Festivais (Aporfest) no quadro dos 272 festivais realizados em 2017 em todo o país, “O Sol da Caparica” venceu três importantes prémios:

Melhor Festival Lusófono e Hispânico – Ibérico (Best Lusophone and Hispanic Festival – Ibérico), votado pelo publico em Portugal, Espanha e América do Sul, constituindo importante reconhecimento pela aposta estratégica do Festival desde a sua primeira edição, na promoção de um Festival de Língua Portuguesa.

Melhor Grande Festival – Nacional (Best Major Festival – National), votado igualmente pelo público, foi atribuído ao “O Sol da Caparica” o prémio de melhor Grande Festival Nacional em confronto com grandes e prestigiados eventos nacionais e internacionais.

Melhor Ativação de Marca em Festival (National Best Brand Activation), este último atribuído pelo Júri aos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada.

A CDU Almada sublinha a evolução positiva da marca “Almada” em diferentes áreas de atividade do Município, com destaque especial para o turismo e atividades de promoção culturais e artísticas, a nível nacional e internacional.

Esta evolução resulta necessariamente da prática reiterada de uma política de investimento consistente e permanente na promoção do destino Almada prosseguida ao longo dos últimos anos, em especial durante o anterior mandato autárquico, durante o qual, entre muitas outras iniciativas de promoção de Almada, foram concebidas, organizadas e concretizadas as primeiras edições dos Festivais “O Sol da Caparica”, “Caparica Primavera Surf Fest”, que hoje integram por direito próprio e em lugar destacado o calendário dos mais de 270 festivais que se realizam no nosso país.

Almada, 16 de Março de 2018
A Coordenadora Concelhia de Almada da CDU

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Projeto ‘Cidade da Água’ (Almada) entregue a um promotor em 2019


O projeto de requalificação da antiga área industrial da Margueira, em Almada, conhecido como ‘Cidade da Água’, vai estar entregue a um promotor até ao final do primeiro trimestre de 2019, disse hoje o presidente da Baía do Tejo. A Baía do Tejo é uma empresa pública que tem a responsabilidade de requalificar os territórios das antigas áreas industriais da Quimiparque, no Barreiro, da Siderurgia, no Seixal, e da Margueira, em Almada, em conjunto com as autarquias, conhecido como projeto do Arco Ribeirinho Sul ou ‘Lisbon South Bay’, nome utilizado na promoção internacional. “A desafetação do território, que ocorreu em 2017, foi um passo fundamental para se poder avançar. O projeto ‘Cidade da Água’ está em fase de ser definido o modelo e o caderno de encargos para se iniciar a fase de decisão e penso que no primeiro trimestre de 2019 estará nas mãos de um promotor”, disse Jacinto Pereira, presidente do conselho de administração da Baía do Tejo.

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Câmara de Almada comemora Dia Internacional da Mulher

8 de Março 2018

Almada assinala o Dia da Mulher com conferências, exposições, cinema, desporto e animação no espaço público. Junte-se a esta causa e venha celebrar a Igualdade!

Esta data emblemática é assinalada por uma campanha de comunicação, que pode ser vista nos espaços públicos do concelho, onde são evidenciadas as diferenças que ainda existem no trabalho, na divisão das tarefas, nos lugares de decisão e na investigação.

Porque «celebrar esta data associada à luta histórica das mulheres pela igualdade de direitos é celebrar as conquistas, mas também trazer para a atualidade a reflexão sobre a urgência de promover iguais direitos e oportunidades para todas as pessoas», elucida Inês de Medeiros, presidente da Câmara Municipal de Almada.

No dia 8 de março, às 21h30, é inaugurada a exposição «O Prodígio da Experiência», olhar sobre o percurso experimental e multidisciplinar da autora e artista plástica portuguesa Ana Hatherly, na Galeria Municipal de Arte de Almada.

Ao longo do dia 8 de março, o Dia da Mulher será também assinalado no Almada Fórum, com registo fotográfico no espaço «Ser Igual,… Neste Dia da Mulher».

Conferências «Quotidianos de “Des”Igualdade»

Partindo de experiências do dia-a-dia que nos falam de oportunidades, relações de igualdade e desigualdade, caminhos percorridos, conquistas, direitos sociais e desafios, serão realizadas duas conferências: «O papel da Mulher na Produção do Conhecimento Científico», dia 19 de março, a partir das 15 horas, no Auditório Biblioteca da FCT NOVA, na Caparica, com moderação da Professora Elvira Fortunato.

«Lutas e Quotidianos de Mulheres» é o tema da conferência dia 22 de março, a partir das 14h30, no Auditório Municipal Fernando Lopes-Graça, em Almada.

O Auditório Municipal Fernando Lopes-Graça acolhe o Ciclo de Cinema dedicado ao Dia Internacional da Mulher, com filmes como «Uma mulher fantástica» (21 de março, às 21h30) e «Paula Rego, Histórias & Segredos» (28 de março, às 21h30).

Pedalar pela Igualdade

No dia 18 de março, às 9 horas, pedala-se pela Igualdade. O ponto de encontro é a Praça São João Baptista, em Almada. Este passeio de bicicleta dará a conhecer alguns dos locais emblemáticos da cidade, com passagem pelo Teatro Municipal Joaquim Benite, Museu da Cidade, Parque da Paz, Cristo Rei, Almada Velha, Paços do Concelho, Mercado Almada e regresso ao local de partida.

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Almada celebra Dia Internacional da Mulher semeando a Igualdade

A Câmara Municipal de Almada assinala o Dia Internacional da Mulher com um conjunto de iniciativas de sensibilização social e cultural, “em coerência com o nosso Plano Municipal para a Igualdade de Género e com os nossos valores de sempre: liberdade, justiça, criatividade, desenvolvimento, diversidade, respeito”, lembra Inês de Medeiros, presidente da Câmara Municipal de Almada.

Empenhado na causa da igualdade, o município celebra o Dia da Mulher com conferências, exposições, cinema, desporto e animação no espaço público.

Esta data, uma data de referência, é ainda assinalada por uma campanha de comunicação que pode ser vista nos espaços públicos do concelho, e onde serão tornadas evidentes as diferenças que ainda existem no trabalho, na divisão das tarefas, nos lugares de decisão e na investigação.

Porque “celebrar esta data associada à luta histórica das mulheres pela igualdade de direitos é celebrar as conquistas, mas também trazer para a actualidade a reflexão sobre a urgência de promover iguais direitos e oportunidades para todas as pessoas”, salienta Inês de Medeiros.

Pelas 21:30 do dia 08 de Março, é inaugurada a exposição “O Prodígio da Experiência”, um olhar sobre o percurso experimental e multidisciplinar da autora e artista plástica portuguesa Ana Hatherly, na Galeria Municipal de Arte de Almada.

No decorrer do dia 08 de Março, o Dia da Mulher será também assinalado no Almada Fórum, com registo fotográfico no espaço “Ser Igual,… Neste Dia da Mulher”.

Centrada na temática do feminismo baseada em frases de mulheres influentes, no dia 17 de Março, pelas 19:00, é inaugurada a exposição de pintura e fotografia ilustradas em trabalhos de grande formato, das artistas Art Keeps Me Alive e Andreia Alves.

A educação, o trabalho, o desporto, a ciência e a imigração são os temas, em torno dos quais, se falará de desigualdades, de estereótipos, de cidadania.

Partindo de experiências do dia-a-dia que nos falam de oportunidades, relações de igualdade e desigualdade, caminhos percorridos, conquistas, direitos sociais e desafios, serão realizadas duas conferências: “O papel da Mulher na Produção do Conhecimento Científico”, que terá lugar a partir das 15:00 do dia 19 de Março, no Auditório Biblioteca da FCT NOVA, na Caparica, com moderação da Professora Elvira Fortunato.

“Lutas e Quotidianos de Mulheres” é o tema da conferência, que terá lugar a partir das 14:30 do dia 22 de Março, no Auditório Municipal Fernando Lopes-Graça, em Almada.

O Auditório Municipal Fernando Lopes-Graça acolhe o Ciclo de Cinema dedicado ao Dia Internacional da Mulher, com os filmes “O que está por vir”(07 de Março, pelas 21:30), “Uma mulher fantástica” (21 de Março, pelas 21:30) e “Paula Rego, Histórias Segredos” (28 de Março, pelas 21:30).

Pelas 09:00 do dia 18 de Março, pedala-se pela Igualdade. O ponto de encontro é a Praça São João Baptista, em Almada. Este passeio de bicicleta dará a conhecer alguns dos locais emblemáticos da cidade, com passagem pelo Teatro Municipal Joaquim Benite, Museu da Cidade, Parque da Paz, Cristo Rei, Almada Velha, Paços do Concelho, Mercado Almada e regresso ao local de partida.

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Almada: Câmara do PS acaba com almoço do Dia Internacional da Mulher

8 de Março 2018

Há mais de 30 anos que a Câmara Municipal de Almada realizava um almoço com as trabalhadoras do município, enquadrado no Dia Internacional da Mulher, que era simultaneamente um espaço de intervenção e formação. A tradição acabou este ano.

O

AbrilAbril

apurou que, entre os trabalhadores, mas sobretudo entre as mulheres, a decisão do município foi encarada com «decepção» – não só pelo que este almoço significava, mas também pelo facto de não terem recebido qualquer explicação acerca dos motivos que levaram ao seu cancelamento.

A iniciativa tinha como objectivo comemorar a luta das mulheres e reunia trabalhadoras da autarquia, dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS), das juntas de freguesia e da Empresa Municipal de Estacionamento e Circulação de Almada (Ecalma).

O coordenador da Comissão de Trabalhadores (CT), António Olaio, explica que, durante o almoço eram proferidas intervenções por parte de representantes dos trabalhadores e do presidente do município, dedicadas a matérias como as questões laborais, a violência doméstica ou situações vividas pelas mulheres noutros cantos do mundo.

Olaio adianta que a informação de que não se iria realizar soube-se através de uma reunião da Assembleia Municipal, o que gerou um sentimento de «desconsideração» por parte das trabalhadoras, e «revela uma certa menorização da iniciativa» por parte da actual presidente da Câmara de Almada. «Tanto mais que ontem tivemos conhecimento de um cartaz que saiu dos SMAS, que são dirigidos pela presidente Inês Medeiros, que é um autêntico insulto às mulheres», acrescenta.

«É uma coisa ridícula. É um mostruário de sapatos a dizer que a mulher pode ser aquilo que quer: pode ser divertida, pode ser tímida, pode ser corajosa e tudo isto reduzido a sapatos, que é o cúmulo do estereótipo da mulher numa sociedade de consumo», frisa.

No fundo, acrescenta, «isto é esconder as quase 20 mulheres mortas em Portugal no ano passado, vítimas de violência doméstica, é esconder que as mulheres ganham menos 19% que os homens, é ignorar tudo isso».

«Para além disso, até agora não temos conhecimento de mais nenhuma iniciativa da Câmara de Almada para realçar este dia», sublinha o coordenador da CT.

Numa nota enviada às redacções, a autarquia informa que vai assinalar o Dia Internacional da Mulher através de um conjunto de iniciativas de sensibilização social e cultural, «em coerência com o nosso Plano Municipal para a Igualdade de Género».

Primeiro veio o Carnaval

Mas esta não é a primeira vez que o actual executivo da Câmara de Almada cancela iniciativas históricas do município. Este ano, e ao fim de cerca de 20 anos, a autarquia acabou com o desfile de Carnaval das escolas pelas ruas da cidade.

António Olaio critica o facto de o município não ter apresentado alternativas, realçando que se trata de «uma profunda ignorância em relação ao conteúdo das coisas».

«Esquecem-se que o Carnaval para as escolas tinha um carácter pedagógico. Era um meio de as crianças trabalharem determinados conteúdos à volta do Carnaval e era também uma forma de os pais se envolverem no ensino dos filhos», conclui.
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União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas

“MULHER” Poema de José Carlos Ary dos Santos
“A mulher não é só casa
mulher-loiça, mulher cama
ela é também mulher-asa,
mulher-força, mulher-chama
E é preciso dizer
dessa antiga condição
a mulher soube trazer
a cabeça e o coração
Trouxe a fábrica ao seu lar
e ordenado à cozinha
e impôs a trabalhar
a razão que sempre tinha
Trabalho não é só de parto
mas também de construção
para um filho crescer farto
para um filho crescer são
A posse vai-se acabar
no tempo da liberdade
o que importa é saber estar
juntos em pé de igualdade
Desde que as coisas se tornem
naquilo que a gente quer
é igual dizer meu homem
ou dizer minha mulher”
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