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António José Seguro na Fábrica de Tomate em Palmela

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. País precisa de mais economia e não de impostos

. Portugal consolidou posição entre os maiores produtores mundiais de tomate

António José Seguro, Secretário Geral do Partido Socialista visitou ontem à tarde, a FIT (Fomento da Indústria de Tomate), em Águas de Moura, concelho de Palmela, a convite da Associação dos Industriais de Tomate.

No decorrer da visita o líder do Partido Socialista manifestou a sua surpresa ao ser divulgado um novo produto a «Cerveja de Tomate», expressando-se agradavelmente sorridente, após a prova que foi proporcionada.

Japão maior cliente da indústria portuguesa de tomate

Foi referido que este é um produto direcionado ao mercado do Japão, país que é o maior cliente da indústria portuguesa de tomate.
De referir que, no último ano, as exportações portuguesas de tomate para o Japão cresceram 33%.
O Japão consome 10% do total do tomate que a a indústria portuguesa exporta e lidera os países que são clientes de Portugal.

Portugal 4º maior exportador mundial

Segundo dados que foram facultados aos órgãos de comunicação social, “fruto dos investimentos e da capacidade empreendedora dos empresários nacionais, Portugal e hoje o 4º maior exportador mundial, exportando a quase totalidade da sua produção (95%).”
No ranking dos maiores exportadores, Portugal posiona-se logo a seguir à china, Estados Unidos e Itália, sendo Portugal o 2º maior exportador europeu, representando 19,8% do total das exportações europeias.
O Secretário Geral do Partido Socialista visitou as instalações, acompanhado por diversos dirigentes socialistas do distrito de Setúbal.

António Costa foge de debates públicos

No final da visita, em contacto com os jornalistas, o líder do Partido Socialista, acusou António Costa, de fugir a debates públicos.

País precisa de mais economia e não de impostos

Por outro lado, António José Seguro, sublinhou que Portugal «tem problemas gravíssimo» alertando para o facto de se registar um aumento na dívida pública.
“O país precisa de mais economia e não de impostos”, referiu o líder do Partido Socialista, acrescentando que – “há uma carga excessiva de impostos”.
António José Seguro afirmou que o Governo liderado por Passos Coelho é o “Governo dos rectificativos”.

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António José Seguro foi a Almada em ação de apoio ao candidato socialista, Joaquim Barbosa

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Para o líder do PS, a solução para o equilíbrio das contas públicas passa pela adoção de “um programa credível que concilie rigor orçamental e políticas amigas do crescimento económico”

O secretário-geral do PS afirmou hoje que o primeiro-ministro tem de parar de “enganar” os portugueses e desafiou-o a não se refugiar entre o carro e os palcos em campana, ouvindo antes os portugueses.

No final de uma arruada na Praça do Movimento das Forças Armadas, em Almada, durante uma ação de apoio ao candidato socialista, Joaquim Barbosa, António José Seguro foi confrontado com o teor do discurso feito na véspera, em Alcobaça, pelo presidente do PSD, segundo o qual a economia portuguesa já começa a dar a volta à situação de crise.

“Acho que o primeiro-ministro tem de parar de enganar os portugueses, porque só um primeiro-ministro que desconhece o país e o sofrimento por que passam os portugueses é que pode dizer uma coisa dessas”, respondeu imediatamente o líder socialista.

Seguro fez depois um repto a Pedro Passos Coelho em relação à forma como tem atuado ao longo desta campanha para as eleições autárquicas.

“Ele que não se refugie no carro e a entrar diretamente para os palcos, e depois dos palcos diretamente para os carros. Ouça os portugueses, como eu faço, para perceber que há muita gente a sofrer, muita gente a passar dificuldades e muita gente a viver abaixo do limiar mínimo da dignidade”, afirmou o secretário-geral do PS.

Nas respostas que deu aos jornalistas, o líder socialista voltou a insistir na necessidade de haver uma mutualização de parte da dívida de Portugal e criticou a atuação dual do Fundo Monetário Internacional (FMI), depois de esta instituição ter de novo defendido a necessidade de uma maior flexibilização das metas do défice no país.

“Trata-se de palavras. Quando eu proponho isso, a ‘troika’ (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia), tal como o Governo, responde que não convém aliviar [as metas do défice]“, justificou.

Para o líder do PS, a solução para o equilíbrio das contas públicas passa pela adoção de “um programa credível que concilie rigor orçamental e políticas amigas do crescimento económico”.

Neste contexto, António José Seguro retomou a conclusão de um recente estudo do FMI, que defende uma solução de mutualização da dívida superior a 60 por cento entre os Estados-membros da União Europeia.

“Cá está mais uma proposta que faço há mais de ano e meio. Atendendo ao nosso perfil da dívida, é necessário que haja essa mutualização. Não é para os outros pagarem a nossa dívida, mas para permitir que se verifiquem taxas de juro mais baixas – o que significa que o país pagará menos pelo serviço da dívida e o défice reduz-se”, sustentou o secretário-geral do PS.

Ainda de acordo com o líder socialista, a mutualização da dívida europeia permitirá a Portugal enfrentar os mercados de um modo “mais robusto”.

“Isso seria uma boa notícia para a Europa e para Portugal”, acrescentou.

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