Tag: Arsenal Alfeite

Almada – Alfeite Novo navio da Marinha NRP Sines entrou pela primeira vez na Base Naval de Lisboa

06/08/2018

Na manhã deste sábado atracou pela primeira vez na Base Naval de Lisboa, no Alfeite, o mais recente navio da Marinha Portuguesa, o NRP Sines.

O navio largou de Viana do Castelo, onde foi construído, na quinta-feira e após a chegada à Base Naval prepara-se agora para iniciar o seu plano de treino operacional, uma fase exigente e fundamental para os navios e guarnições.

No cais a guarnição do NRP Sines tinha à sua espera o Comandante Naval, Vice-Almirante Gouveia e Melo, camaradas, amigos, familiares e até um grupo de jovens escuteiros que não quiseram perder este importante momento para a Marinha e para o navio, a entrada e a primeira atracação do NRP Sines.

O NRP Sines, que foi aumentado ao efetivo dos navios da Marinha no dia 6 de julho, é o terceiro navio da classe “Viana do Castelo”, todos construídos em Portugal. O NRP Sines junta-se assim ao NRP Viana do Castelo e NRP Figueira da Foz, atualmente no ativo. O navio é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem uma guarnição de 44 elementos.

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Finanças bloqueiam capacidade do Alfeite para reparar mais navios

8 Outubro 2017

Limitações do Alfeite poderão obrigar obrigar Marinha a fazer reparações no submarino Arpão na Alemanha, com os custos a aumentarem

Marinha preocupada porque o Arsenal continua a não conseguir reparar, em simultâneo, submarinos e navios de superfície

É um mistério, que nem as Finanças nem o Ministério da Defesa explicam. Porque é que o Arsenal do Alfeite (AA) continua sem luz verde para usar as verbas que tem no banco, desde janeiro e transferidas pelo próprio governo? Além de a empresa já estar em risco de perder milhões de euros por negócios não realizados, é quase certo que terá de imputar aos clientes – como a Marinha – os custos adicionais inerentes à realização dos trabalhos noutros locais, soube o DN.

Os milhões a receber decorrem de conseguir fazer a reparação de submarinos alemães construídos pela ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) para a Marinha, a começar pelo português Arpão a partir de setembro de 2018 e cujo valor por unidade supera os 20 milhões de euros na intervenção programada. Quanto aos custos adicionais a pagar pelos clientes, o mesmo navio da Marinha serve de exemplo: caso tenha de ir para os estaleiros de Kiel, cabe ao ramo naval das Forças Armadas suportar os valores associados ao envio da guarnição e à estada das equipas de acompanhamento (15 meses).

Diferentes fontes garantem não estar em causa cativações de verbas (cerca de dez milhões de euros do próprio capital social da empresa), nem o saber onde arranjar dinheiro para um investimento qualificado como reprodutivo – alargar o cais do AA, para reparar e fazer manutenção simultânea de submarinos e navios de superfície.

As Finanças, que não responderam ao DN até ao fecho da edição, enviaram no fim de setembro uma portaria de extensão de encargos para pagar a formação dos trabalhadores nos estaleiros de Kiel (onde acompanham a reparação do submarino Tridente). Contudo, as mesmas Finanças “não deram autorização para usar a verba respetiva”, inferior a um milhão de euros, lamentou ontem uma fonte da Defesa ao DN.

Quanto às outras duas portarias de extensão de encargos, pedidas pelo AA e necessárias para fazer pagamentos plurianuais, uma visa construir duas lanchas salva-vidas para a Marinha e a outra respeita às obras no cais (envolvendo também aspetos ambientais), explicou outra das fontes.
Neste momento, alertou outra fonte, há um atraso de pelo menos cinco meses no processo, que começa com o lançamento do concurso internacional para a realização das obras, envolve a análise dos processos e eventuais recursos judiciais de candidatos derrotados, depois a contratualização dos trabalhos e a sua realização. Isto significa uma de duas situações para o AA: ou já não recebe o submarino Arpão, em setembro de 2018; ou então aceita-o e durante 15 meses não recebe qualquer outro navio.

Com a Marinha a ter de realizar ações de manutenção em pelo menos uma das fragatas Vasco da Gama, bem como em corvetas, estes meios teriam de ir para outro lado – sendo obrigação contratual do AA fazer esses trabalhos. “A situação não é fácil”, até porque “os encargos recairiam sobre o cliente e não sobre o Arsenal”, disse ao DN uma fonte que já esteve envolvida em processos desses.
Quanto à Marinha, apesar das potenciais implicações desta situação, o seu porta-voz limitou-se a dizer ao DN que o ramo “não tem informação” relativa ao AA que suscite preocupações. “Mantém-se o planeamento” quanto aos prazos de docagem do submarino Arpão (em setembro de 2018), das fragatas e das corvetas até 2020, afirmou o comandante Coelho Dias, acrescentando: “Estamos a confiar” que, “quando chegar o período” de fazer as revisões e manutenções, o Arsenal seja capaz de garantir as suas obrigações.

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Arsenal do Alfeite irá construir embarcações salva-vidas

2016-11-10 18:44:23

Foi assinado hoje um memorando no Alfeite que visa estabelecer as bases do entendimento entre a Autoridade Marítima Nacional (AMN), a Marinha e a Arsenal do Alfeite, S.A., para a construção de quatro embarcações salva-vidas

salva-vidas

Foi assinado hoje, em cerimónia realizada nas instalações da Arsenal do Alfeite, S.A., o Memorando de Entendimento relativo ao Projeto e Construção de Embarcações Salva-vidas.

Este Memorando visa estabelecer as bases do entendimento entre a Autoridade Marítima Nacional (AMN), a Marinha e a Arsenal do Alfeite, S.A., para a construção de quatro embarcações salva-vidas da classe “Vigilante”, as quais serão destinadas ao salvamento marítimo, socorro e assistência a pessoas, navios e embarcações em perigo, como missões prioritárias que a lei comete aos órgãos e serviços da AMN, em especial, ao Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) e às Capitanias dos Portos, como Autoridades Marítimas Locais.

​Este Memorando prevê a construção de quatro embarcações Salva-vidas de 15 metros de comprimento da classe “Vigilante” modificada, de modo a incorporar os novos requisitos operacionais, decorrentes da evolução das operações de salvamento, socorro e assistência no mar, nos termos dos requisitos técnicos a estudar e desenvolver, conjuntamente, entre a AMN e Marinha.

Estiveram presentes na cerimónia o ministro da Defesa Nacional, o secretário de Estado da Defesa Nacional, o Almirante Autoridade Marítima Nacional e o diretor-geral da Autoridade Marítima.

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Presidente da República adverte que meios da Marinha são insuficientes

Arsenal do Alfeite

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje que os meios da Marinha “ainda são insuficientes” para as missões que tem a cargo e afirmou esperar que seja possível reforçar os meios disponíveis.

“Há uma programação para a construção, em curso, e porventura para a aquisição de novos meios. Mas os meios de que dispõe a Marinha portuguesa ainda são insuficientes para as missões que tem a cargo”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, que visitou hoje pela primeira vez a Marinha, na Base Naval do Alfeite, Almada.

Marcelo Rebelo de Sousa, que foi acompanhado na primeira parte da visita pelo ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, visitou o navio de patrulha oceânico Viana do Castelo e o submarino Tridente, assistindo em seguida a um desfile dos militares.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

Almada – Arsenal do Alfeite de «Interesse Público Municipal» Assembleia Municipal aprova declaração de reconhecimento

Na declaração de reconhecimento de «Interesse Público Municipal» a Assembleia Municipal de Almada sublinha a importância que a “atividade socioeconómica desta empresa representa para o desenvolvimento, e no que respeita à criação de postos de trabalho”.

Base Naval de Lisboa
De Declaração de Interesse Público Municipal do Arsenal do Alfeite

O “Arsenal do Alfeite, SA.” Situa-se na Base Naval de Lisboa, localizada no Alfeite, encontrando-se as suas instalações classificadas no Plano Diretor Municipal como recinto militar, integrando área de servidão militar.
A proposta para o reconhecimento do interesse público municipal fundamentou-se nos seguintes considerandos:

– Que as posições publicamente assumidas pelos órgãos das autarquias locais do Concelho de Almada, em diversos momentos e ao longo de todo o processo de constituição da “Arsenal do Alfeite, SA” desde a sua criação em 2009, apontam de forma clara e inequívoca no sentido da defesa intransigente do interesse municipal na manutenção em plena laboração daquela estrutura industrial, 100% pública e ao serviço da Marinha Portuguesa e do País, e da defesa dos postos de trabalho existentes e da criação de novos postos de trabalho que se justifiquem em função do desejável alargamento da atividade desenvolvida pelo Arsenal;

– Que dispõe o Decreto-Lei nº 165/2014, de 5 de novembro que a regularização da atividade do estabelecimento e instalação “Arsenal do Alfeite, SA” exige deliberação fundamentada do reconhecimento de Interesse Público Municipal;

– O interesse municipal que a atividade socioeconómica desta empresa representa para o desenvolvimento, e no que respeita à criação de postos de trabalho, referindo explicitamente a proposta constante da solicitação que é dirigida ao Município de Almada que “pretende-se, com os mais de 508 trabalhadores em efetividade de funções, e procedendo-se ao recrutamento de mais trabalhadores em número significativo a curto prazo, dar pleno cumprimento ao nosso objetivo principal e assegurar um polo de manutenção e reparação naval militar e civil e estabelecer um centro de competências navais que explore sinergias com as entidades do Sistema Nacional de Investigação e Inovação”, com a consequente melhoria do nível de vida dos seus trabalhadores e da população em geral;

– Que a declaração de interesse público municipal solicitada pela Administração da “Arsenal do Alfeite, SA” não colide nem coloca em causa a defesa dos princípios atrás enunciados
Pelo que a Assembleia Municipal, deliberou Reconhecer de Interesse Público Municipal a regularização do estabelecimento e instalação “Arsenal do Alfeite, SA”.

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Pedro Passos Coelho e Nuno Melo em Almada e Setúbal Visita ao Arsenal do Alfeite

No âmbito da agenda dos candidatos da Coligação Portugal à Frente do Distrito de Setúbal, amanhã, dia 17 de Setembro, realiza-se uma visita ao Arsenal do Alfeite e aos Vinhos José Maria da Fonseca, com a presença de Pedro Passos Coelho e Nuno Melo.

Agenda dos candidatos da Coligação Portugal à Frente do Distrito de Setúbal.

Amanhã – 17 de Setembro

14h – Visita ao Arsenal do Alfeite, com Pedro Passos Coelho e Nuno Melo

16h – Visita aos Vinhos José Maria da Fonseca, Vinhas, SA, com Pedro Passos Coelho e Nuno Melo (Quinta da Bassaqueira, EN10, Vila Nogueira de Azeitão

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Arsenal do Alfeite 1988

Reparação do Submarino Barracuda

Arsenal do Alfeite 1988 – Manutenção do Submarino Barracuda

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