Tag: Arsenal do Alfeite

BE questiona Governo sobre exoneração da administração do Arsenal do Alfeite

Por Humberto Lameiras 13/05/2020

Em dez anos o Arsenal do Alfeite já teve quatro administrações. A última acabou de ser exonerada e o Bloco de Esquerda quer saber porquê, e qual a estratégia do Governo para este estaleiro em Almada

A exoneração da administração do Arsenal do Alfeite está a levantar perplexidade no grupo parlamentar do Bloco de Esquerda que, ao saber da mesma, decidiu apurar os motivos desta demissão e qual o futuro dos trabalhadores, pelo que dirigiu uma mão cheia de questões ao Governo, através do Ministério da Defesa Nacional.

No documento apresentado esta semana, para além de perguntar sobre os motivos que levaram a esta exoneração, o BE quer que o Governo explique o “aparente falhanço da estratégia actual e a necessidade de um novo rumo” para esta empresa que, em 2009, em vigência de governo socialista, passou a sociedade anónima de capitais públicos.

Numa terceira questão, pretende saber por que razão o Governo “não considera” que a administração agora exonerada, estaria apta para cumprir os novos objectivos estratégicos do estaleiro, ao que acrescenta sobre qual a previsão do executivo de António Costa para nomear uma nova administração e quais os requisitos para esta escolha.

Numa quinta pergunta, lembra que sendo esta administração a quarta a ser exonerada em dez anos, o BE interroga o Governo sobre se as estratégias definidas em todo este tempo “demonstram uma incapacidade dos diversos governos (PS e PSD/CDS) em estabelecer um rumo concreto que devolva o Arsenal do Alfeite a lugares de destaque mundial relativamente à construção, reparação e manutenção naval”.

Para o BE estas são questões também relacionadas por, nos últimos anos, este estaleiro de “importância estratégica para o país”, tem sido “apartado das suas competências, sendo a sua degradação melhor ilustrada pela perda substantiva do número de trabalhadores, pelo encerramento da sua Escola de Formação e pela consequente perda de valências e know-how”.

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João Lourenço termina visita de Estado com deslocação à Base Naval do Alfeite

Presidente angolano afirmou, na sexta-feira, no Porto, antever “um futuro promissor” nas relações entre Portugal e Angola.


O Presidente de Angola, João Lourenço, termina este sábado, em Lisboa, a sua primeira visita de Estado a Portugal, com a deslocação à Base Naval do Alfeite. João Lourenço é esperado durante a manhã na Base Naval de Lisboa e no arsenal do Alfeite, onde irá visitar a base operacional da Marinha portuguesa. Durante a tarde de sábado não há programa oficial e o regresso do Presidente angolano a Luanda está previsto para domingo. O Presidente angolano afirmou, na sexta-feira, no Porto, antever “um futuro promissor” nas relações entre Portugal e Angola. João Lourenço disse ainda que espera um “desfecho”, no primeiro trimestre de 2019, na negociação com o Governo português para simplificação dos procedimentos administrativos para a concessão de vistos de entrada, tendo já um “caminho delineado e bastante claro”. Na sexta-feira, em comunicado conjunto, os dois governos salientaram que os diversos encontros no âmbito desta visita de Estado “mostraram uma ampla convergência de pontos de vista e permitiram uma oportuna atualização de informação sobre a situação política, económica e social nos dois países”. Esta visita de Estado de três dias, que termina hoje, é também a primeira do género de um Presidente angolano a Portugal desde 2009, e envolveu a assinatura de 13 acordos entre os dois governos, tendo João Lourenço anunciado ainda que o chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, visitará Angola em 2019.

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Submarino Tridente em reparação no Alfeite

Pela primeira vez, um submarino da classe Tridente deu entrada numa doca seca em Portugal. O NRP Tridente vai ser alvo de uma reparação nos estaleiros da Arsenal do Alfeite S.A.

A data de 8 de novembro de 2018 fica na história da reparação naval portuguesa porque foi neste dia que, pela primeira vez, um submarino da classe Tridente deu entrada numa doca seca em Portugal.

O NRP Tridente vai estar as próximas semanas nos estaleiros da Arsenal do Alfeite S.A., localizada na Base Naval de Lisboa, em Almada, para uma operação de reparação.

Esta intervenção surge no âmbito de uma parceria entre a Arsenal do Alfeite S.A. e os estaleiros alemães, responsáveis pela construção do submarino português.

Está igualmente previsto que, nos próximos meses, o submarino gémeo do Tridente, o NRP Arpão, dê entrada na mesma doca seca para trabalhos de manutenção.

A cerimónia contou com a presença da vereadora da Câmara Municipal de Almada, Francisca Parreira.

Estiveram igualmente presentes, entre vários representantes de outras entidades, o presidente do conselho de administração da Arsenal do Alfeite S.A., o Almirante José Garcia Belo, o Chefe do Estado-Maior da Armada, o Almirante António Maria Mendes Calado, e a secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto.

O Submarino NRP Tridente

Foi construído entre 2007 e 2010 nos estaleiros de Kiel, na Alemanha.

Entrou ao serviço da Marinha Portuguesa a 17 de junho de 2010.

A sua guarnição é composta por 33 marinheiros, com capacidade para mais 10 militares.

Comprimento: 67,9 metros
Altura: 13 metros
Diâmetro de casco: 6,3 metros
08/11/2018

Fonte :::> CM Almada

Ministério das Finanças bloqueia actividade do Arsenal do Alfeite

5 de Fevereiro 2018

Por falta de autorização do Governo e, em particular, do Ministério das Finanças, o Arsenal do Alfeite (AA), único estaleiro naval público em Portugal, está impedido de prosseguir a sua missão, apesar de possuir verbas suficientes nas suas contas próprias. Os trabalhadores deslocam-se a Lisboa, na próxima quinta-feira, para expor a situação ao Ministério das Finanças e ao Chefe do Estado-Maior da Armada.

A chegada dos trabalhadores ao Ministério das Finanças está prevista para as 14h30. Esta acção terá a participação do secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos.

No Ministério será entregue um documento em que se exige o desbloqueio imediato das autorizações necessárias para que a Administração deste estaleiro público possa prosseguir com as necessárias intervenções em termos de modernização, equipamento (incluindo o lançamento da importantíssima obra de aumento da doca seca), admissão e formação de pessoal, questões que se arrastam há mais de um ano, unicamente por falta de autorização do Governo e, em particular, do Ministério das Finanças, pois o AA possui nas suas contas próprias verbas suficientes.

Esta situação está a comprometer seriamente não só a actividade corrente como a indispensável modernização e desenvolvimento do único estaleiro naval público em Portugal, numa altura em que existem todas as condições para o fazer.

Do documento a entregar no Ministério das Finanças constará também a exigência de que o Governo se pronuncie quanto às dúvidas que subsistem em relação à forma como vão ser descongeladas as carreiras dos trabalhadores do AA, uma questão que foi colocada por este Sindicato à Secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, em ofício de 22 de Janeiro, ainda sem resposta.

De seguida, o plenário de trabalhadores do AA deslocar-se-á para junto do Estado-Maior da Armada, onde entregarão ao CEMA uma mensagem sobre a relação entre este estaleiro e a Marinha.

FONTE: STEFFAs – Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa

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Faltam trabalhadores ao Arsenal do Alfeite

Comissão alerta para diminuição de pessoal com saídas para outros organismos.

Os trabalhadores do Arsenal do Alfeite estão preocupados com a diminuição de efetivos e com a demora na contratação de substitutos, situação agravada com o não funcionamento da escola de formação daquele estaleiro naval de Almada, que tem como principal cliente a Marinha. Segundo explicou ao CM a comissão de trabalhadores, a diminuição de pessoal qualificado tem origem em “saídas para outros organismos”. Em paralelo, há “demora na contratação” e “falha dramática na passagem do conhecimento profissional”. Dificuldades já transmitidas ao Ministério da Defesa e à Marinha. Foi solicitada, mas ainda não realizada, uma audiência com a secretaria de Estado do Tesouro e Finanças. Os trabalhadores alertam ainda para a “ausência de um quadro específico de carreiras” e o “congelamento de progressões e atualizações salariais desde 2009”. O estaleiro é 100% da Empordef, holding do Estado para as indústrias de defesa. Entre os trabalhos entregues encontra-se a construção de dois salva- -vidas para o Instituto de Socorros a Náufragos. Está programada a manutenção do submarino ‘Arpão’ e das fragatas Vasco da Gama, dependentes do prolongamento da doca. A obra já tem verba mas as Finanças não deram luz verde para o seu uso. Várias fontes ouvidas pelo CM dão como “solução ideal” a reintegração do Arsenal do Alfeite na Marinha, a quem pertenceu até 2009. A comissão de trabalhadores afirma não ter “parecer sobre o assunto”.

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ALMADA | Marcelo Rebelo de Sousa visitou Arsenal do Alfeite

O Presidente da República visitou esta tarde o Arsenal do Alfeite, no concelho de Almada, “num momento muito especial para esta empresa” conforme referiu Marcelo Rebelo de Sousa

Acompanhado da ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, do secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, e dos presidentes das Câmaras Municipais de Almada e Barreiro, o Presidente da República, visitou algumas das oficinas do Arsenal do Alfeite.

Na recepção à visita, a presidente do Conselho de Administração do AA, Andreia de Brito Bogas agradeceu a presença do Presidente e fez uma breve apresentação da empresa, dos objectivos e dos projectos futuros.

“Esta empresa tem 78 anos, e emprega 504 pessoas. E são os recursos humanos a força do Arsenal, que fazem desta empresa o que ela é. Por isso estamos a apostar no rejuvenescimento, com a entrada de novos empregados e na sua formação.”

Relativamente ao futuro, a presidente referiu o alargamento da Doca Seca, um investimento que rondará os 12 milhões de euros, a retoma da construção naval que foi iniciada com projectos de construção de embarcações de salvamento para a Marinha Portuguesa e a expansão do negócio, com reparação de navios da Marinha Real de Marrocos e das Filipinas.

Marcos Perestrello relembrou que Marcelo Rebelo de Sousa é o primeiro Presidente da República não militar a visitar o Arsenal, “que não recebia uma visita desta personalidade há cerca de 45 anos” e salientou “o momento de viragem que a empresa está a realizar, com o investimento na modernização, melhoria e expansão internacional”.

Marcelo Rebelo de Sousa frisou também “tratar-se de um momento muito especial esta visita, que é também uma homenagem do Presidente da República aos trabalhadores que dedicaram a sua vida à empresa e para quem deixo uma palavra de gratidão”.

Criticando as “vozes que nos últimos anos achavam que o Arsenal não voltaria a levantar-se”, garantiu que “não só provou que não vai parar como vai ter um futuro de sucessos e de internacionalização. Este é um futuro à medida do passado, e que já começou, com a ligação com a Armada Portuguesa, afinal uma história vivida em conjunto, porque não há Arsenal do Alfeite sem Marinha nem vice-versa.”

O Presidente afiançou que “o Governo está apostado no futuro do Arsenal do Alfeite, e todos sabemos que hoje há uma linha de rumo, com uma estratégia e não uma táctica a prazo. O investimento na formação para o seguro é um garante também para as comunidades desta zona, de onde vêm os trabalhadores”.

Por último, deixou “uma mensagem de confiança e esperança, algo que gostava de poder dizer a todas as instituições que visito, mas nem sempre é possível. Quero agradecer pelo que o Arsenal do Alfeite tem feito pelo país e pela Marinha Portuguesa, felicitar pelo passado e pelo futuro.”

O Presidente da República assinou ainda o livro de honra, inaugurou uma placa em leme, realizada por um dos empregados do Arsenal, e ainda teve tempo para umas selfies com os trabalhadores, além da programada fotografia de grupo.

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PS fugiu ao debate sobre Arsenal do Alfeite

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Os candidatos pela Coligação Portugal à Frente pelo círculo de Setúbal, Bruno Vitorino e Nuno Magalhães, acusam o Partido Socialista de ter fugido ao debate sobre o Arsenal do Alfeite, realizado há uma semana, «evitando ser confrontado sobre as políticas que levaram à descapitalização e ao desinvestimento naquela empresa, bem como à política ruinosa do PS na área da reparação e construção naval, nomeadamente em Viana do Castelo».

Neste debate, organizado pela Casa de Pessoal do Arsenal do Alfeite, Bruno Vitorino e Nuno Magalhães lamentam que, numa altura que deveria servir para clarificar ideias e esclarecer os pontos de vista de cada força política, o PS «tenha fugido deliberadamente do confronto de ideias».

Segundo os candidatos, o governo PSD/CDS-PP está a reverter a situação deixada pelos governos do PS, reinvestindo na modernização do Arsenal do Alfeite.

«O PS em 2010 desviou 17 milhões do Arsenal do Alfeite para aos estaleiros navais de Viana do Castelo. Com isto descapitalizou o Arsenal e não resolveu os problemas em Viana do Castelo, cujos prejuízos acumulados eram a superiores a 250 milhões de euros», recorda Bruno Vitorino.

Nuno Magalhães sublinha que «este governo definiu uma estratégia através do estudo do professor Augusto Mateus, tendo já devolvido 3,2 milhões de euros ao Arsenal do Alfeite, que vão permitir iniciar um conjunto de investimentos de modernização para tornar a empresa mais competitiva».

«A formação vai ser retomada e já foi autorizada a contratação de 63 novos trabalhadores para que não se perca a excelência do know-how dos trabalhadores do Alfeite», reforça Bruno Vitorino.

De salientar que na semana passada Pedro Passos Coelho visitou as instalações do Arsenal do Alfeite, reiterando a importância que o estaleiro tem para o sector e para os interesses estratégicos nacionais.

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PSD espera que Governo “não trave” desenvolvimento do Arsenal do Alfeite

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Os deputados do PSD entregaram na Assembleia da República um Projeto de Resolução sobre Arsenal do Alfeite, onde defendem que o actual Governo não pode travar o desenvolvimento da empresa.

Bruno Vitorino recorda que de 2009 a 2011, assistiu-se à “descapitalização e ao desinvestimento do Arsenal devido às políticas do Governo socialista de José Sócrates”, que tiveram também graves repercussões na área da reparação e construção naval.

“Em 2010, o Governo de então desviou 17 milhões do Arsenal do Alfeite para aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Com isto descapitalizou o Arsenal e não resolveu os problemas em Viana do Castelo, cujos prejuízos acumulados eram superiores a 250 milhões de euros”, sublinha.

O deputado do PSD do distrito de Setúbal destaca que o Governo PSD/CDS-PP reverteu a situação deixada pelo PS, tendo definido uma estratégia para o Arsenal que permitiu apostar na sua modernização e internacionalização.

“A devolução de 4 milhões de euros pelo Governo anterior foi o início de um processo de devolução total da verba retirado pelo governo socialista ao Arsenal do Alfeite, mas que já permitiu iniciar um conjunto de investimentos, com vista à modernização das instalações, tornando a empresa mais competitiva”, explica.

“Comunistas e bloquistas andaram durante quatro anos a envenenar a opinião pública, afirmando que o objectivo do Governo PSD/CDS era desmantelar e privatizar o Alfeite, ameaçando sempre com despedimentos de trabalhadores”, acusa.

Bruno Vitorino refere, ao contrário do que foi dito, o Governo anterior “definiu uma estratégia, garantiu contratos com a Marinha Portuguesa, internacionalizou o estaleiro, deu início ao processo de devolução da verba que o PS tinha retirado, começou os necessários investimentos na sua modernização e contratou novos trabalhadores, para além de apresentar resultados financeiros positivos”.

O PSD espera agora que “o Governo socialista apoiado pelo BE e PCP continue a devolução da verba ao Arsenal do Alfeite, único processo que permite a modernização dos estaleiros e o aumento da sua competitividade, e que não trave o processo em curso de contratação de novos trabalhadores”.

Actualmente, o Arsenal do Alfeite emprega perto de 600 trabalhadores, com grande peso na vida económica e social no concelho de Almada, na Península de Setúbal e no país.

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PS, PSD e CDS voltam a rejeitar reintegração do Arsenal do Alfeite no Estado

PS, PSD e CDS-PP mostraram-se contra os projetos do PCP e do BE para a reintegração do Arsenal do Alfeite na Marinha, alegando que é cedo para fazer balanços sobre o modelo atual de sociedade anónima.

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O deputado do PS Miguel Medeiros afirmou que a bancada socialista não vê razões para alterar a posição que teve o ano passado, quando votou contra propostas idênticas em plenário, ao lado do PSD e do CDS-PP.

Admitindo que o modelo instituído em 2009 pelo então governo de José Sócrates – sociedade anónima – possa ser “aperfeiçoado”, Miguel Medeiros considerou que “é cedo” e que é preciso “dar tempo” para que o modelo possa provar o seu funcionamento.

O deputado falava na comissão parlamentar de Defesa Nacional, que aprovou hoje o relatório sobre os projetos do BE e do PCP que propõem a reintegração do Arsenal do Alfeite na orgânica da Marinha, que seguirão para discussão em plenário.

PCP e BE, partidos que estiveram hoje ausentes da reunião da comissão parlamentar, sustentam nos respetivos diplomas que sete anos passados após a passagem a sociedade anónima, não só não se fizeram sentir quaisquer melhorias como se registou uma degradação das capacidades do Arsenal.

“Os resultados destes últimos cinco anos que precederam esta transformação não foram positivos. Houve um corte efetivo de trabalhadores, tendo sido desperdiçado `know-how´ da empresa (…) A par disso, a empresa não se restruturou nem se modernizou nos anos referidos. Pelo contrário, tem-se assistido a uma degradação do estaleiro”, refere o diploma do BE.

No seu diploma, o PCP considera ainda urgente que o Governo recapitalize o Arsenal do Alfeite, mantendo-o na tutela do Estado e revertendo uma operação financeira feita em 2010 que consistiu na transferência, através da EMPORDEF, de cerca de 17 milhões de euros destinados ao Alfeite para os Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

Na reunião de hoje, o deputado do CDS-PP João Rebelo recordou este episódio, considerando que constituiu uma “machadada muito complicada” para o Arsenal, cujo modelo de sociedade anónima disse ter sido uma ideia boa mas que está a ter problemas burocráticos que carecem de resolução.

Pelo PSD, Bruno Vitorino considerou também que é necessário dar mais tempo e que o “Arsenal do Alfeite, SA” provou nos últimos sete anos “algumas virtudes”, afirmando esperar que o atual governo consiga repor os 17 milhões de euros que lhe eram inicialmente destinados.

Sublinhando falar a título pessoal, o deputado do PS João Soares admitiu alguma “simpatia” pela ideia de manter o Arsenal do Alfeite na tutela da Marinha, considerando que foi “um disparate” impor a passagem daquela infraestrutura a sociedade anónima, em 2009, e admitindo que “não estão reunidas as condições políticas” para alterar novamente o modelo.

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Deputados do PSD e do CDS-PP do distrito de Setúbal Defendem que Governo garantiu futuro do Arsenal do Alfeite

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Os deputados do PSD e do CDS-PP do distrito de Setúbal, juntamente com os presidentes das respetivas concelhias de Almada, reuniram ontem à tarde com o conselho de administração do Arsenal do Alfeite, destacando que a solução encontrada pelo Governo para a empresa vai garantir que a mesma se continue a modernizar, sedimentando a sua importância na indústria naval.
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Os deputados recordam que o Governo solicitou a realização de um estudo antes de tomar uma decisão sobre o futuro do Arsenal do Alfeite, que assenta numa “solução evolutiva da empresa, que poderá constituir-se como uma plataforma naval global, rentabilizando não só as competências de produção, mas também de toda a sua infraestrutura”.
O modelo do Governo prevê também a rentabilização de vários hectares de terreno que neste momento não estão a ser usados, e que podem ser rentabilizados por empresas públicas ou privadas.
“Esta decisão veio acabar com as dúvidas lançadas pela oposição sobre o futuro da empresa. A oposição lança sistematicamente o tema dos despedimentos que não estão, nem nunca estiveram, nos objetivos do Governo”, sublinha Bruno Vitorino.
O deputado do PSD defende, no entanto, a necessidade de se fazer rapidamente o levantamento dos investimentos que terão que ser feitos pelo Governo, e de se definirem as prioridades desses mesmos investimentos, reconhecendo que a empresa precisa de modernizar parte da sua infraestrutura.
“Acreditamos que estes investimentos vão ser feitos, pois são decorrentes de uma decisão clara e inequívoca do Governo. Com este modelo, o Arsenal do Alfeite vai criar condições para continuar a garantir todo o seu apoio à Marinha Portuguesa, e será ainda mais competitivo em termos internacionais. Desta forma criará mais postos de trabalho”, acrescenta.
Os deputados do PSD e do CDS-PP lembram ainda que “nada disto seria um problema se o PS, em 2009, não descapitalizasse e não prejudicasse o Arsenal do Alfeite, desviando mais de 17 milhões de euros para os Estaleiros de Viana no Castelo. Ao invés de resolver um problema, criou dois problemas que o atual Governo tem tentado resolver”.

28 de Maio de 2015
Fonte – PSD

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