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Joaquim Judas (CDU) defende reposição das freguesias em Almada

O cabeça-de-lista da CDU nas eleições autárquicas para a Câmara de Almada, Joaquim Judas, afirmou na sexta-feira que o voto na CDU é a “única e real condição para que sejam repostas as freguesias do concelho”.

“Com a vitória, o reforço da votação na CDU a 01 de outubro, conseguiremos, mais cedo do que tarde, que sejam repostas todas as freguesias [extintas pelo anterior governo PSD/CDS-PP] com os seus órgãos”, disse o presidente da Câmara de Almada, que se recandidata a um segundo mandato.

Joaquim Judas falava perante centenas de pessoas na apresentação dos candidatos da CDU aos diferentes órgãos autárquicos do concelho, que decorreu sexta-feira à noite em Almada.

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CDU Almada apresenta candidatos às Autárquicas 2017

21 de Abril 2017
Laranjeiro – Praça da Portela

José Manuel Maia – Presidente da Assembleia Municipal
Joaquim Judas – Presidente da Câmara Municipal

União de Freguesias:
Teresa Paula Coelho – Caparica/Trafaria
Ricardo Louçâ – Almada, C. Piedade, Pragal e Cacilhas
Luis Filipe Palma – Laranjeiro e Feijó
Ana Margarida Carvalho – Charneca/ Sobreda
…………………… – Costa da Caparica

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Autárquicas 2017 -Cabeças-de-lista definidos no Montijo

nuno-canta-montijo

No Montijo, única câmara do distrito de Setúbal sem maioria absoluta, o presidente Nuno Canta, que preside também à Comissão Política Concelhia local do PS, já anunciou que irá recandidatar-se ao cargo. De resto, este também o primeiro dos 13 concelhos da região em que o nome dos cabeças-de-lista dos principais partidos às autárquicas de 2017 estão já definidos. A CDU deverá manter a aposta em Carlos Jorge de Almeida. O PSD irá apresentar João Afonso e o Bloco de Esquerda deverá voltar a candidatar Cipriano Pisco.

carlos_jorge_almeida-CDU-Montijo

Carlos Jorge de Almeida deverá encabeçar a lista da CDU. O comunista alcançou um resultado considerado muito satisfatório nas últimas autárquicas e tem vindo a realizar um trabalho de sapa pelo concelho, desdobrando-se em contactos com os movimentos associativos e empresariais do concelho. À parte disso, não deixa de ser sintomático o facto de ter fixado recentemente residência em Montijo, tal como o próprio anunciou na sua página da rede social Facebook. “Pois hoje é tempo de anunciar – não sei como se chama a cidadã montijense – que está cumprido o compromisso que lhe fiz em plena campanha para as eleições autárquicas de 2013, e que reiterei o ano transacto na recepção da Procissão: já resido em Montijo e aqui a família fixou a sua residência para continuar a tentar construir em harmonia e paz o seu caminho”, escreveu o comunista, que nas últimas eleições foi criticado pelo adversário socialista, Nuno Canta, precisamente por não ser do Montijo.

João Afonso – PSD Montijo

Cipriano Pisco – BE – Montijo

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Tomada de posse CM Almada – vídeo 2

18 de Outubro 2013
Teatro Municipal de Almada

Tomada de Posse da Câmara e Assembleia Municipal de Almada – 2013

18 de Outubro 2013
Teatro Municipal

Vídeo 1

Tomada de posse da Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Almada

Teatro Municipal
18 de Outubro 2013

Almada sec XXI autárquicas 2009 e 2013

resumo dos vídeos de Campanha e tomada de posse

Ermelinda Toscano comenta a eleições em Almada

cma2
“O Bloco de Esquerda”
Tiveram tudo para, de facto, marcar a diferença em Almada! Mas foram esbanjando os “créditos” concedidos em 2009 pelos eleitores que neles haviam confiado (refiro-me ao partido e não propriamente aos dois candidatos que aparecem no cartaz que ilustra esta publicação) até terminarem em 2013 com a esperança dessa gente hipotecada. Fizeram uma campanha inócua e, agora, colhem os frutos do que semearam durante este mandato que findou. Será que terão a humildade suficiente para reconhecer as falhas, tentar corrigi-las e seguir em frente? A ver vamos…

Em Almada, mais uma vez, e nada que me espante, o Bloco de Esquerda recusa-se a admitir os erros cometidos em termos autárquicos (da impreparação da maioria dos seus eleitos à estratégia de mimetização face ao PCP que não resultou – os eleitores preferem sempre, e bem, o original a uma má cópia) e apressa-se a arranjar bodes expiatórios para as suas falhas e a desvalorizar as conquistas dos outros, transformando tudo numa espécie de referendo nacional às políticas do governo esquecendo que estas foram eleições locais.

Em Almada, não nos podemos esquecer que apenas 32% do total de eleitores inscritos expressou validamente o seu voto. Ou seja, de 149.500 eleitores 68% (repito: 68%) decidiram abster-se, votar em branco ou anular o voto. E isto, quer se queira ou não, é gravíssimo e deveria merecer uma séria reflexão de todos os partidos pois constitui uma séria ameaça ao regime democrático tal como o conhecemos.

Além do mais, esta situação ensombra qualquer vitória, mesmo a da CDU que, há que reconhecer (e eu já aqui o admiti publicamente, dirigindo-lhe os parabéns), foi a grande vencedora destas eleições.

Mas é bom que percebamos, também, que isso aconteceu não por obtenção de mais votos (e a CDU ao contrário do que aconteceu a nível nacional em Almada perdeu, em média, 17% de votos em relação a 2009) – considerando apenas a votação para os órgãos municipais: a CDU teve menos 4.055 votos para a CM e menos 4.949 para a AM – mas porque o seu eleitorado é dos mais fiéis e cumpridores no que ao dever de cidadania diz respeito, enquanto os votantes dos outros partidos flutuam mais facilmente entre o voto expresso e a abstenção. Porquê? Há que analisar a questão friamente e o rescaldo das eleições não será o momento mais adequado para o fazer.

A hecatombe que caiu sobre o CDS (na freguesia da Costa da Caparica teve menos 75% de votos do que em 2009 e perdeu, em média, 60% do seu eleitorado nas restantes) só teve paralelo, estranhamente, não no PSD (que também diminuiu significativamente como era esperado), mas no Bloco de Esquerda que foi o partido que, a seguir, mais eleitores perdeu em Almada: 41% na CM e 45% na AM, sendo evidente que não só não conseguiu capitalizar o descontentamento face às políticas do Governo como recebeu ele próprio, em contrapartida, um enorme cartão vermelho pelo péssimo desempenho dos seus autarcas no mandato findo (excluo desta conclusão os autarcas eleitos nas freguesia) e pela forma indiferente, assaz hipócrita nalgumas situações, com que sempre se escusaram a explicar, de forma objetiva e fundamentada, as razões para a inversão do caminho proposto no programa eleitoral sufragado em 2009.

Esta é uma verdade insofismável (43%, em média, de perda de votos) e os dirigentes bloquistas concelhios devem dela tirar as devidas ilações, o que, temo, não venha a acontecer pois ao que tudo indica pelo teor das escassas intervenções que se vão conhecendo nesta rede social preferem continuar a apostar na tese dos prejuízos causados por terceiros: os tais que apelidam de “renegados” tentando assim livrar a sua própria responsabilidade pela “casaca” que eles sim “viraram” ao trair quem em 2009 acreditara que iriam fazer a diferença na oposição à gestão municipal da CDU com quem acabaram parceiros.

Os eleitores perceberam, sentiram-se traídos e isso pagou-se caro: custou, expressamente, menos 2.305 votos na CM e menos 3.153 na AM. Votos que terão ido direitinhos, na sua esmagadora maioria, para a abstenção pois que se todos os partidos desceram em número de votantes isso só pode significar, presumo, que não terá havido deslocação para outros partidos.

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Noite Eleitoral em Almada

29 de Setembro 2013
CDU vence com maioria absoluta

Joaquim Judas conquista Almada e garante maioria absoluta
Joaquim Judas diz que “o resultado foi significativo no plano local e uma derrota para os partidos do governo”. O candidato afirma que “a CDU tem uma actividade de prestígio, principalmente no distrito de Setúbal” e isso foi notório no resultado destas autárquicas.

O PS fará tudo ao seu alcance para que a “câmara sirva a população e dê prioridade ao apoio às famílias”. Para Joaquim Barbosa o balanço é positivo, visto que contou com um aumento percentual de dois por cento, que só demonstra que “o programa eleitoral teve alguma aceitação junto da população”. O socialista acredita que “Almada terá de ser gerida de forma diferente”.

O candidato pelo PS considera que a abstenção revela um “sentimento de grande distanciamento da população em relação à política”. Com um aumento de oito por cento em comparação com as autárquicas de 2009, Joaquim Barbosa defende ao “Setúbal na Rede” que “a abstenção favorece sempre o primeiro”. Já Joaquim Judas diz que “a chuva pode ter sido um entrave para os eleitores votarem”.

O novo presidente garante que irá cultivar a boa rede que Almada mantém com as instituições do concelho e insistir junto das suas parcerias para a “mobilização dos recursos para a criação de emprego”. Alguns dos seus projetos passam pela dinamização do “centro histórico através na reabilitação humana, o programa da polis na Costa da Caparica, o aumento da qualidade de vida, bem como, desenvolver projetos culturais e destinados à juventude”.

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António José Seguro foi a Almada em ação de apoio ao candidato socialista, Joaquim Barbosa

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Para o líder do PS, a solução para o equilíbrio das contas públicas passa pela adoção de “um programa credível que concilie rigor orçamental e políticas amigas do crescimento económico”

O secretário-geral do PS afirmou hoje que o primeiro-ministro tem de parar de “enganar” os portugueses e desafiou-o a não se refugiar entre o carro e os palcos em campana, ouvindo antes os portugueses.

No final de uma arruada na Praça do Movimento das Forças Armadas, em Almada, durante uma ação de apoio ao candidato socialista, Joaquim Barbosa, António José Seguro foi confrontado com o teor do discurso feito na véspera, em Alcobaça, pelo presidente do PSD, segundo o qual a economia portuguesa já começa a dar a volta à situação de crise.

“Acho que o primeiro-ministro tem de parar de enganar os portugueses, porque só um primeiro-ministro que desconhece o país e o sofrimento por que passam os portugueses é que pode dizer uma coisa dessas”, respondeu imediatamente o líder socialista.

Seguro fez depois um repto a Pedro Passos Coelho em relação à forma como tem atuado ao longo desta campanha para as eleições autárquicas.

“Ele que não se refugie no carro e a entrar diretamente para os palcos, e depois dos palcos diretamente para os carros. Ouça os portugueses, como eu faço, para perceber que há muita gente a sofrer, muita gente a passar dificuldades e muita gente a viver abaixo do limiar mínimo da dignidade”, afirmou o secretário-geral do PS.

Nas respostas que deu aos jornalistas, o líder socialista voltou a insistir na necessidade de haver uma mutualização de parte da dívida de Portugal e criticou a atuação dual do Fundo Monetário Internacional (FMI), depois de esta instituição ter de novo defendido a necessidade de uma maior flexibilização das metas do défice no país.

“Trata-se de palavras. Quando eu proponho isso, a ‘troika’ (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia), tal como o Governo, responde que não convém aliviar [as metas do défice]“, justificou.

Para o líder do PS, a solução para o equilíbrio das contas públicas passa pela adoção de “um programa credível que concilie rigor orçamental e políticas amigas do crescimento económico”.

Neste contexto, António José Seguro retomou a conclusão de um recente estudo do FMI, que defende uma solução de mutualização da dívida superior a 60 por cento entre os Estados-membros da União Europeia.

“Cá está mais uma proposta que faço há mais de ano e meio. Atendendo ao nosso perfil da dívida, é necessário que haja essa mutualização. Não é para os outros pagarem a nossa dívida, mas para permitir que se verifiquem taxas de juro mais baixas – o que significa que o país pagará menos pelo serviço da dívida e o défice reduz-se”, sustentou o secretário-geral do PS.

Ainda de acordo com o líder socialista, a mutualização da dívida europeia permitirá a Portugal enfrentar os mercados de um modo “mais robusto”.

“Isso seria uma boa notícia para a Europa e para Portugal”, acrescentou.

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