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Autoeuropa duplicou produção em 2018 e já representa 1,6% do PIB

A fábrica de automóveis da Volkswagen em Palmela registou também um aumento de 67% na exportação de bens e teve um impacto de 5% no valor das exportações portuguesas.

A Autoeuropa registou no ano passado um aumento de 106% na produção relativamente a 2017 e já representa 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB), anunciou esta quarta-feira a empresa, baseando-se nos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística. De acordo com a administração, em 2018, a fábrica de automóveis da Volkswagen em Palmela registou também um aumento de 67% na exportação de bens e teve um impacto de 5% no valor das exportações portuguesas.
Segundo uma nota de imprensa da Autoeuropa, “estes indicadores revelam o impacto positivo que a fábrica de Palmela teve na economia nacional no ano transato, período em que foram produzidas 223.200 unidades (mais 106% que em 2017), um volume que equivale a 75% de toda a produção automóvel em Portugal”. De acordo com a Autoeuropa, além do aumento de produção de automóveis, a unidade de prensas também contribuiu para o aumento significativo de produção do ano passado, com a exportação de cerca de 20 milhões de peças, resultado que “reforçou o papel da Volkswagen Autoeuropa como segundo maior exportador nacional”. A Autoeuropa salienta ainda que tem previsto para este ano de 2019 um novo investimento de 110 milhões de euros, com o objetivo de aumentar a capacidade de produção do T-Roc e de dar resposta à crescente aceitação deste modelo no mercado. Este investimento de 110 milhões de euros na fábrica de Palmela, que tem atualmente cerca de 5.800 colaboradores, destina-se, também, à expansão da unidade de cunhos e cortantes, responsável por vários projetos para o Grupo Volkswagen. A Autoeuropa está a produzir diversos modelos para a marca alemã, designadamente os monovolumes Volkswagen Sharan e SEAT Alhambra, bem como o novo T-Roc, veículo que tem tido grande aceitação no mercado mundial e que é responsável pelo aumento significativo da produção na fábrica de Palmela.

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Sindicalista histórico “espantado” com primeira greve na Autoeuropa

Depois de 26 anos de paz laboral, a Autoeuropa vai ter a sua primeira greve, sete meses após a saída do sindicalista histórico. António Chora acusa o sindicato afecto à CGTP de “populismo”, mas acredita num acordo.

André Cabrita-Mendes
André Cabrita-Mendes andremendes@negocios.pt 29 de agosto de 2017 às 22:00

António Chora, ligado ao Bloco de Esquerda, foi líder da comissão de trabalhadores (CT) da Autoeuropa durante 20 anos, período marcado por relações laborais estáveis. Sete meses após a sua reforma, os trabalhadores da fábrica da Volkswagen em Palmela vão realizar a primeira greve, fora de greves gerais, em 26 anos.

O coordenador demissionário da CT, Fernando Sequeira, disse que o sindicato SITE Sul, afecto à CGTP, estava a realizar um assalto ao castelo na Autoeuropa. Concorda?
Sim, é claramente o assalto ao castelo e a tentativa do PCP pressionar o Governo para algumas cedências noutros lados. Mas isso tem sido a prática ao longo dos anos.

Este sindicato aproveitou a sua saída para entrar na CT?
Vamos ver se entram. Ainda tem que haver eleições. O sindicato montou-se em cima de quatro ou cinco populistas. É lamentável porque é um sindicato com história.

Está admirado com este conflito laboral?
Estou espantado. Nunca pensei ver tanta verborreia como tenho visto ultimamente, mas o populismo é assim.

Vai haver muita adesão à greve de dia 30 de Agosto?
Penso que sim, é capaz de haver uma adesão significativa porque as pessoas estão demasiado instrumentalizadas e demasiado confiantes nas palavras de pessoas que nunca viram na vida delas.

Mas a administração diz que não negoceia com sindicatos…
Sim, é o que se passa em todas as fábricas da Volkswagen, tirando o caso de Bratislava [Eslováquia] onde há dois sindicatos, mas em que cada dia de greve é pago pelos sindicatos a 50 euros, aqui não se passa nada disso.

Pode haver acordo até final do ano. Espero que uma lista independente ganhe as eleições. antónio Chora ex-coordenador da Comissão de trabalhadores da autoeuropa

Pode haver um acordo até ao final do ano?
Penso que sim, se houver uma nova comissão de trabalhadores com carisma. Gostaria que uma lista independente ganhasse as eleições. Normalmente aparecem quatro ou cinco listas, vai depender da divisão de votos por essas listas.

Tem se falado em deslocalizar parte da produção do novo modelo T-Roc…
Eu já vi isto acontecer em 2005 e 2006 na Volkswagen em Pamplona e na Seat em Barcelona. Num caso não foram admitidos trabalhadores, noutro caso foram para a rua. Mas depois desta euforia vamos acompanhar esta situação com muita calma, com muita atenção.

Os 2.000 novos postos de trabalho [criados por causa do T-Roc] ficariam em risco com a deslocalização?
Uma parte significativa sim, se calhar 700 ou 800 estão.

Tem-se comparado a Autoeuropa com a Opel na Azambuja [que fechou em 2006]…
Penso que a Volkswagen não trabalhará assim. Quando decidem é a longo prazo. Mas se a Volkswagen não conseguir produzir os automóveis aqui, há-de produzi-los noutro lado. Quanto mais próxima está a produção de um automóvel da produção dos seus motores ou da sua caixa de velocidade, mais barato se torna. Todos sabemos o preço que a logística tem hoje.

A Autoeuropa já esteve em risco de fechar?
As únicas vezes que a fábrica teve esse risco foi em 1999, quando a Ford desistiu do projecto, e depois em 2005 quando a Volkswagen falou em encerrar uma fábrica na Europa. Na altura falou-se na Autoeuropa por causa das questões logísticas e a outra era a fábrica de Bruxelas por questões salariais, custos de produção. Na altura estive quase três semanas na Alemanha com muitas reuniões com administrações e com comissões de trabalhadores e optou-se “por vender” a fábrica de Bruxelas à Audi. Em Dezembro de 2005 tinha havido também a recusa de um acordo, mas em Janeiro de 2006 foi aprovado por uma esmagadora maioria e tudo isso contribuiu para a manutenção da fábrica até hoje.

Quando se reformou já previa este conflito laboral?
Eu atrasei a minha saída um ano exactamente por causa disto. Eu era para ter saído em Dezembro de 2015, mas tinha assinado um acordo a dizer que até Fevereiro de 2016 tinha que ter os horários prontos por causa do T-Roc, mas a empresa não encetou negociações, e acabei por sair em Janeiro de 2017. Mas poderia ter-se arranjado algum tempo no meio disto tudo para negociar. Não podia estar a prolongar eternamente a minha saída. Não se negociou durante esta altura porque penso que havia a necessidade de defender os postos de trabalho que estavam em risco. A Autoeuropa teve que negociar com a Volkswagen para distribuir pessoas pela Alemanha até à vinda do T-Roc.

Auto Europa Chumbo do acordo leva Comissão de Trabalhadores a demitir-se

Autoeuropa. Perante chumbo dos trabalhadores ao acordo com a administração, Comissão de Trabalhadores decide sair de cena

A Comissão de Trabalhadores (CT) da Volkswagen Autoeuropa apresentou esta terça-feira a sua demissão aos restantes órgãos sociais da empresa, anunciou a CT em comunicado. Em causa a “nega” dada pelos trabalhadores ao acordo que esta estrutura tinha chegado com a administração da Autoeuropa, mantendo a greve prevista para dia 30 de agosto. “A Comissão de Trabalhadores é um órgão democrático, reconhece que a maioria dos trabalhadores pretende outro caminho, deixamos assim aberto espaço para que outros demonstrem as suas capacidades negociais”, refere a CT. Apesar da demissão, a estrutura continua a defender o acordo a que chegou com a empresa.

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Funcionários da Autoeuropa sentem-se traídos pela Comissão de Trabalhadores

Pré-acordo com a administração da empresa foi a gota de água. Fernando Sequeira, coordenador da Comissão de Trabalhadores, diz que, apesar do chumbo, os horários pretendidos pela empresa deverão mesmo vir a ser aplicados

O chumbo do pré-acordo negociado entre a administração da Autoeuropa e a Comissão de Trabalhadores foi claro e inequívoco e, além disso, abriu uma ferida profunda entre os funcionários e os seus representantes. Ao que o DIÁRIO DA REGIÃO apurou, a forma como a Comissão de Trabalhadores se posicionou ao longo do processo criou desagrado nos trabalhadores.

“Neste momento, existe um enorme sentimento de traição em relação à Comissão de Trabalhadores, que é sentido pelos trabalhadores em geral”, disse ao DIÁRIO DA REGIÃO um dos funcionários da empresa. A gota de água, sublinhou a mesma fonte, foi a votação do pré-acordo que acabou recusado por 2 596 trabalhadores (74,8%) – de um total de 4 415 inscritos, votaram 3 472, registando-se 815 votos favoráveis (23,5%), 44 votos brancos e 17 nulos.

“Na votação, em vez de ser perguntado aos trabalhadores se concordavam com o pré-acordo, fala-se apenas nos 175 euros. Ora, os trabalhadores deixaram bem explícito que o que não querem é a perda do direito do trabalho ao sábado como dia extraordinário”, explicou a mesma fonte, considerando que “os 175 euros propostos é como uma cenoura em que os trabalhadores trocariam a actual remuneração dos sábados a 100%, por 175 euros mensais”.

“Um trabalhador de nível intermédio recebe ao sábado um valor bruto na ordem dos 100 euros, fazendo os quatro de um mês ganharia 400 euros. E é este direito que os trabalhadores não querem perder, trocar 400 euros por 175”, reforçou, salientando que “o problema agora é a falta de confiança” na Comissão de Trabalhadores. “Fizeram o oposto para o qual foram mandatados em plenário. Vamos ver, se não dará a destituição dos membros da Comissão de Trabalhadores”, concluiu.

Comissão de Trabalhadores sublinha legalidade dos horários propostos

Em declarações à Lusa, o coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, Fernando Sequeira, salientou a legalidade dos horários que a Autoeuropa pretende implantar e foi mais longe, considerando que a medida deverá ir avante.

“Conseguimos negociar uma compensação financeira para os horários que a empresa pretende implementar para assegurar a produção do novo veículo T-Roc, sendo que esses horários são legais e deverão ser aplicados pela empresa, apesar desta votação”, disse.

“Receio que os trabalhadores que votaram pelo ‘não’ ao pré-acordo não tenham percebido que pode estar em causa, pelo menos, uma parte da produção do novo veículo T-Roc na Autoeuropa”, acrescentou o coordenador da Comissão de Trabalhadores, escusando-se a explicar até que ponto a recusa do pré-acordo poderá comprometer o futuro da fábrica de Palmela.

O sindicato dos Trabalhadores das Industriais Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul (SITE), afecto à CGTP, também reagiu em comunicado e indicou que tem uma reunião marcada com a administração da Autoeuropa para esta quarta-feira (2), às 11h00. No mesmo documento, o sindicato afirma que “para facilitar a negociação” disponibiliza-se “para retirar o pré-aviso de greve para o dia 30 de Agosto”, caso a empresa retire a sua proposta de horário de segunda a sábado.

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Sábados sem extras revoltam Autoeuropa

Funcionários não recusam trabalhar ao fim de semana, mas querem compensação.

Construção do novo modelo na fábrica da Autoeuropa está a criar pressão nos horários e críticas dos operários

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Volkswagen vai cortar 30 mil postos de trabalho

Maior parte dos cortes vai acontecer em fábricas alemãs. Autoeuropa não deverá ser afetada.

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A Volkswagen anunciou esta sexta-feira o despedimento de 30 mil trabalhadores, em todo o mundo, 23 mil dos quais na Alemanha, no quadro de um plano de recuperação e de desenvolvimento dos veículos elétricos. Herbert Diess, responsável máximo da empresa, disse hoje, em conferência de imprensa, em Wolfsburg, que a supressão de 23 mil postos de trabalho vai atingir as fábricas da Alemanha durante os próximos quatro anos. Os restantes sete mil trabalhadores vão ser despedidos nas fábricas da Volkswagen no resto do mundo mas os locais não foram especificados. A Volkswagen Autoeuropa, fábrica da marca em Palmela, não deverá ser afetada pelos cortes nos postos de trabalho. Fonte da Autoeuropa diz que o plano de investimento vai manter-se, assim como o lançamento de um novo modelo. Segundo a Volkswagen, a medida vai conseguir uma poupança de 3,7 mil milhões de euros por ano, até 2020. Trabalhadores de todo o mundo reúnem-se na Alemanha Fonte da Autoeuropa em Portugal disse hoje à Lusa que as comissões de trabalhadores da Volkswagen a nível mundial vão reunir-se na Alemanha entre os próximos dias 05 e 08 de dezembro. A questão dos despedimentos vai “naturalmente” ser analisada durante as reuniões dos trabalhadores que, depois, “tal como previsto”, devem reunir-se com a administração da empresa, disse a mesma fonte. O fabricante automóvel foi afetado há cerca de um ano pelo escândalo da manipulação dos valores das emissões poluentes nos veículos a gasóleo, que ficou conhecido por “Dieselgate”. A Volkswagen concordou pagar 15 mil milhões de dólares às autoridades norte-americanas e aos proprietários de cerca de meio milhão de veículos da marca, nos Estados Unidos, que não possuíam o equipamento eletrónico de controlo de emissões de gases. Em todo o mundo, foram vendidos 11 milhões de carros nas mesmas condições.

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Quebra na produção da Autoeuropa pode lançar 300 pessoas no desenprego

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A Coordenadora das Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa admite que cerca de 300 trabalhadores estão em risco de perder o emprego devido à quebra de produção naquela fábrica, que se deverá prolongar até meados de 2017.

“De acordo com o levantamento efetuado pelas Organizações Representativas dos Trabalhadores (ORT), as empresas do Parque Industrial poderão vir a despedir, pelo menos, 300 trabalhadores”, disse Daniel Bernardino, da Coordenadora das Comissões de Trabalhadores, à Lusa.

“É uma estimativa confirmada junto das administrações das empresas”, frisou o representante dos trabalhadores, na sequência de uma reunião da Coordenadora das Comissões de Trabalhadores realizada na segunda-feira.

Segundo Daniel Bernardino, há empresas, como a Faurécia, que deverão despedir apenas 20 trabalhadores, quando a expectativa dos próprios trabalhadores apontavam para cerca de 40, mas também há casos em que o número de trabalhadores despedidos deverá ultrapassar largamente as estimativas das Comissões de Trabalhadores, como acontece na Vampro, em que a própria empresa terá admitido que pretende prescindir de cerca de 60 funcionários.

“Teria sido bom que as administrações das empresas do parque industrial se tivessem disponibilizado para reunir com a Coordenadora das Comissões de Trabalhadores, para ouvirem a nossa opinião e conhecer melhor as nossas propostas, mas limitaram-se a dialogar com as Comissões de Trabalhadores de cada uma dessas empresas, o que é perfeitamente legítimo”, disse o sindicalista.

Daniel Bernardino lembrou que a Coordenadora das Comissões de Trabalhadores já solicitou reuniões urgentes com os ministros da Economia e do Trabalho, com o objetivo de encontrar soluções, designadamente na área da formação, que será necessária quando a Autoeuropa começar a produzir um novo modelo, no segundo semestre de 2017.

“Acreditamos que, a exemplo do que fez a própria Autoeuropa, é possível evitar os despedimentos através de um plano de formação, tal como se fez em 2009 com o Programa de Apoio ao Setor Automóvel (PASA), plano esse que viria a ser aplicado a nível nacional”, sublinhou.

A fábrica de automóveis da Autoeuropa, em Palmela, vai reduzir o período laboral de dois para apenas um turno a partir de setembro, mas a empresa conseguiu encontrar soluções, incluindo planos de formação, que permitem evitar despedimentos até ao início de produção do novo modelo atribuído à fábrica de Palmela.

Uma realidade distinta do que poderá vir a acontecer nas outras 13 empresas do parque industrial, com cerca de 1.600 trabalhadores, que, de acordo com as estimativas anunciadas pela Coordenadora das Comissões de Trabalhadores, admitem eliminar, pelo menos temporariamente, cerca de 300 postos de trabalho.

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Batota na Volkswagen alarma Autoeuropa

Trabalhadores da fábrica de Palmela desconhecem se os carros montados em Portugal estão equipados com motores que manipulam emissões.

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Volkswagen diz que 11 milhões de carros foram falseados

11 milhões de carros em todo o mundo foram equipados com um tipo de motor que poderia distorcer os dados das emissões.
No entanto, a Volkswagen não especificou quantos modelos estarão afetados pela decisão, mas alguns dos veículos que incluem este motor são, por exemplo, o Golf, Jetta, Beetle da Volkswagen e o Audi A3.

O grupo automóvel alemão Volkswagen anunciou esta terça-feira que mais de 11 milhões de carros a gasóleo em todo o mundo foram equipados com um determinado tipo de motor que poderia distorcer os dados de emissões.

Em comunicado, o grupo faz questão de esclarecer que “os veículos novos do grupo Volkswagen com motores diesel UE 6, atualmente disponíveis na União Europeia, estão em conformidade com os requisitos legais e as normas ambientais”, mas que os veículos “com motores tipo EA 189, envolvendo cerca de onze milhões de automóveis em todo o mundo”, poderão ter discrepâncias nos dados das emissões.

A Volkswagen acrescenta estar a trabalhar “intensamente para eliminar as discrepâncias através de medidas técnicas”, estando em contacto com as autoridades competentes, principalmente a KBA (Autoridade Federal Alemã de Transportes).

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Fornecedores da Autoeuropa temem encerramentos

“Esvaziamento” do negócio preocupa fornecedores.

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As comissões de trabalhadores (CT) das empresas fornecedoras da Autoeuropa, no parque industrial da fábrica em Palmela, estão preocupadas com o “esvaziamento” do negócio e falam em risco de “encerramentos”. Num comunicado esta quinta-feira divulgado pela comissão executiva da comissão coordenadora das CT ligadas às empresas do complexo industrial da Autoeuropa, afirma-se que “o esvaziamento do negócio que se faz sentir em alguns fornecedores” faz com que nalguns casos estes estejam a atravessar dificuldades na sua manutenção e nos postos de trabalho, “havendo mesmo o risco de encerramentos”. Para reagir a esta situação, a mesma comissão executiva anuncia que decidiu agendar um encontro com todos os representantes dos trabalhadores das empresas do parque industrial para o próximo dia 02 de fevereiro, para analisar quais as medidas a tomar. Em causa está também “a sistemática pressão para a redução de custos a que os fornecedores estão sujeitos”, quando concorrem a produtos futuros, o que se pode refletir numa “política de baixos salários” e em “‘dumping’ social”, acusa o comunicado esta quinta-feira divulgado, que surge na sequência de uma reunião realizada pela estrutura laboral. “Não ter em consideração a componente social, mas somente a financeira, terá como consequência piores condições de trabalho, aumento da precariedade, e simultaneamente a baixa da qualidade e especialidade da mão-de-obra”, acrescenta a mesma entidade, que representa os trabalhadores dos principais fornecedores da fábrica portuguesa da Volkswagen.

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Presidente da Alemanha visita Palmela

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Da agenda fazem parte encontros com as mais altas figuras do Estado e uma visita à Autoeuropa.

O Presidente alemão vai visitar Portugal na próxima semana, a convite do seu homólogo português, Cavaco Silva. Joachim Gauck chega no dia 23, mas o programa oficial começa a 24, com a deposição de uma coroa de flores no túmulo de Luis Vaz de Camões, no Mosteiro dos Jerónimos.

O chefe de Estado alemão será depois recebido no Palácio de Belém por Cavaco Silva, com quem tem agendada uma reunião de trabalho e um almoço. Segue-se um encontro com a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves.

Ao fim da tarde, Joachim Gauck vai presidir, com o chefe de Estado português, ao encerramento oficial da Conferência dos 60 anos da Câmara de Comércio Luso-Alemã.

O dia termina com um jantar no Palácio da Ajuda, oferecido pelo Presidente português.

No dia 25, Cavaco Silva vai acompanhar o seu convidado alemão numa visita à Autoeuropa, em Palmela.

Joachim Gauck traz a Portugal membros do Governo alemão, deputados e uma delegação empresarial.

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