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Câmara do Seixal exige que o Governo resolva a falta de barcos da Transtejo

14 de Março 2018

A autarquia do Seixal pede ao Governo que cumpra com o prometido e resolva “com urgência” os problemas nas ligações fluviais entre o Seixal e Lisboa. A Câmara Municipal considera que não é aceitável que continuem a ser suprimidas carreiras diariamente, prejudicando as populações.

O presidente do município, Joaquim Santos, considera que esta situação é “insustentável” e mostrou o seu desagrado pelas ligações fluviais terem sido substituídas por ligações rodoviárias nos últimos dias.

“O tempo que leva a travessia de um e de outro meio de transporte é totalmente diferente. As pessoas pagam os seus passes mensais para utilizar o barco e não o autocarro”, refere.

O autarca, que diz estar solidário com os utentes da Transtejo, lembrou também que “apesar das várias reuniões e reivindicações da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em Junho de 2017 o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa”.

Recorde-se que no dia 9 de Outubro de 2017, o presidente da Câmara Municipal em conjunto com o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, e vários elementos da Comissão de Utentes dos Transportes fizeram a travessia de barco como forma de mostrar a sua solidariedade para com a população.

“Nos últimos tempos os utentes do Seixal têm vindo a ver reduzido o número de carreiras diárias e que, apesar de apresentar milhares de reclamações, não obtém qualquer resposta. As inúmeras supressões de carreiras por parte da Transtejo têm sido alvo de reclamações e protestos por parte da população, que tenta assim ver resolvida a situação”, salienta a autarquia.

Segundo o município, desde 2011 já foram suprimidas 16 carreiras diárias e é notório que se tem vindo a “acentuar o desinvestimento da empresa na manutenção e reforço da frota”.

O transporte fluvial assume um papel de grande importância na mobilidade das populações, transportando cerca de 5 mil pessoas por dia para Lisboa, pelo que a Câmara Municipal “reitera a sua solidariedade para com a população na reivindicação de mais carreiras, mais investimento nas frotas e ainda a criação de novas carreiras que possam ligar os concelhos ribeirinhos do Seixal, Almada, Barreiro e Montijo”.

Veja mais em ::::> Diário da Região

Não houve barcos entre a Trafaria e Lisboa – a culpa é do vento

5 de Março 2018

A circulação por barco entre a capital e a margem sul esteve cortada por causa do mau tempo e da agitação marítima que continua a afetar o litoral.

Durante a manhã desta segunda-feira, foi suspensa a circulação de barcos entre a Trafaria, em Almada, o Porto Brandão e Belém por causa do mau tempo. A notícia, avançada pelo “Observador”, cita uma fonte do grupo Transtejo.

“Consoante a evolução do estado do mar, a ligação poderá vir a ser reposta ao longo do dia”, afirma a Transtejo.

A ligação fluvial já esteve interrompida durante este fim de semana, segundo escreve a mesma publicação. Os barcos vindos do Barreiro para o Terreiro do Paço estão a circular normalmente, segundo o site da Transtejo. Entre Cacilhas e o Cais do Sodré a circulação também esteve interrompida durante algum tempo.

As ligações para passageiros foram retomadas entre Cacilhas e Cais do Sodré e Trafaria-Porto Brandão-Belém às 11h20 e às 11h30, respetivamente. O transporte de veículos continua interrompido, bem como qualquer ligação entre Porto Brandão e Trafaria.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera pôs todo o litoral sob aviso amarelo por causa da agitação marítima, que deve continuar até pelo menos às 3 horas da madrugada desta terça-feira, 6 de março. Já se sabe que o mau tempo vai continuar até, pelo menos, ao final desta semana, e a passagem desta tempestade por Portugal já causou bastantes estragos de norte a sul do País.
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5 de Março 2018
Devido ao mau tempo, a ligação dos barcos da Transtejo entre Cacilhas e o Cais do Sodré foi interrompida. O mesmo aconteceu há pouco com a ligação entre a Trafaria e Belém.

Segundo o site da Transtejo, a interrupção deve-se às “condições meteorológicas adversas”.

Até às 3 horas de amanhã, a costa portuguesa encontra-se sob aviso amarelo devido à agitação marítima forte, avançou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Veja mais em ;;;;>RECORD

Câmara do Seixal exige mais carreiras no transporte fluvial no Tejo

09 Outubro 2017

A Câmara do Seixal exigiu hoje um aumento diário do número de barcos a fazer a ligação entre a cidade e Lisboa, acusando a empresa responsável pelas ligações fluviais de “desinvestimento”, situação que considera “insutentável”.

O presidente da Câmara, Joaquim Santos, apanhou hoje um barco na cidade em direção a Lisboa, pelas 08:10, para demonstrar “a sua solidariedade para com a população” do concelho do distrito de Setúbal, anunciou o município, em comunicado.

De acordo com a autarquia, nos últimos tempos a população do Seixal “tem vindo a ver reduzido o número de carreiras diárias e, apesar de apresentar milhares de reclamações, não obtém qualquer resposta por parte da empresa”.

O atual executivo, em conjunto com o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, e vários elementos da Comissão de Utentes dos Transportes realizaram a viagem até à capital para demonstrar que “o transporte fluvial assume um papel de extrema importância na mobilidade das populações”.

As embarcações transportam cerca de 5 mil pessoas por dia para Lisboa, pelo que o município “reitera a sua solidariedade para com a população na reivindicação de mais carreiras, mais investimento nas frotas e ainda a criação de novas carreiras que possam ligar os concelhos ribeirinhos do Seixal, Almada, Barreiro e Montijo”.

Joaquim Santos referiu ainda, citado no comunicado, que “esta é uma situação insustentável, que prejudica diariamente a população, que paga um serviço do qual não usufrui”.

Desde 2011, acrescentou, já foram suprimidas 16 carreiras diárias e o desinvestimento da Transtejo e Soflusa – empresas de transporte público fluvial – na manutenção e reforço da frota tem-se vindo a acentuar.

As inúmeras supressões de carreiras por parte da Transtejo e Soflusa têm sido alvo de reclamações e protestos por parte da população, que tenta ver resolvida a situação.

O autarca lembrou que “apesar das várias reuniões e reivindicações da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em junho deste ano o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa”.

De acordo com o Plano de Mobilidade e Transportes Intermunicipal, apresentado recentemente, o transporte fluvial de Lisboa encontra-se em “4.º lugar no mundo em termos de volume de passageiros médio diário de sistemas fluviais metropolitanos, com o total de 74 236 passageiros por dia, só superado por Istambul (150 mil passageiros), Rio de Janeiro (106 mil passageiros) e Nova Iorque (75 mil passageiros)”, relembra a autarquia no comunicado.

Segundo o mesmo documento, só no Seixal são transportados 5.573 passageiros por dia, número que poderia ser superior se a oferta do número de carreiras fosse também superior”, ressalva.

A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e a capital.

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Passageiros invadem terminal do Barreiro

Desespero levou utentes a forçar entrada nos barcos. Polícia interveio e INEM foi chamado.

A redução de carreiras na ligação fluvial Barreiro-Lisboa obrigou ontem à intervenção da PSP e da Polícia Marítima, depois de centenas de passageiros, em desespero por não conseguirem transporte, terem procurado forçar a entrada nos barcos.

“Foi uma grande confusão. As pessoas chegavam, o terminal estava cheio, começaram aos gritos, a partir portas, queriam bater aos seguranças e à Polícia Marítima. Chegou a polícia de intervenção e as coisas acalmaram”, contou ao CM Andreia Gouveia, funcionária de um café do terminal do Barreiro. Segundo Marina Ferreira, administradora da Soflusa, o INEM teve de assistir duas mulheres e “parte da estação ficou destruída”. A responsável admitiu que a ligação fluvial “está limitada a quatro navios, em vez dos seis obrigatórios” porque dois encontram-se em reparação em Peniche. “O Damião de Góis e o Jorge de Sena estão a aguardar entrada em funcionamento”, disse, frisando que a empresa procura “mergulhadores certificados, que não há muitos, para verificar condições de navegabilidade”. Marina Ferreira espera solução “até final da semana”, mas para já pediu ajuda aos passageiros.

“Tentem organizar as deslocações para antes das 08h00 ou depois das 09h00, porque a essa hora vai com certeza haver falhas”, disse. A responsável atribui o problema à tentativa de recuperar os barcos após “as restrições financeiras dos últimos anos”. Marina Ferreira nota que também as ligações da Transtejo ao Seixal e Montijo “estão no limite”, com dois barcos cada, e a aguardar, “até final do mês”, o regresso de dois catamarãs em reparação.

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Soflusa falha ligações durante a hora de ponta

8 de Outubro 2017

Cumprimento dos horários exige uma frota de seis navios. Só quatro estão disponíveis.


partir de amanhã e até sexta-feira, a Soflusa, empresa responsável pelas ligações fluviais no rio Tejo, não vai assegurar a totalidade das carreiras que ligam o Barreiro ao Terreiro do Paço durante a hora de ponta – entre as 05h30 e as 09h30 – por falta de navios operacionais. “Na hora de ponta da manhã, aos dias de semana, o cumprimento dos horários estabelecidos exige a disponibilidade de seis navios. Na semana que se inicia, dois navios estão sem certificado de navegabilidade e um já deveria ter saído do estaleiro. A empresa só dispõe, atualmente, de quatro navios operacionais”, explicou ao Correio da Manhã fonte da Soflusa. A empresa garante, no entanto, que ao longo do dia “tudo fará para assegurar que as carreiras se mantenham”. A Soflusa referiu ainda que o navio Damião de Goes, que faz a ligação Barreiro-Terreiro do Paço, está em estaleiro e, “em seguida, entrarão os navios Fernando Namora e Jorge de Sena, (também responsáveis por esta ligação entre o Barreiro e Lisboa). Com estas operações de docagem concluídas até ao final do ano, é expectativa da empresa que em 2018 seja assegurada a normalidade da oferta”. A empresa aguarda também “a todo o momento, que o navio Damião de Goes saia do estaleiro e retome a atividade, o que permitirá minimizar a diminuição das carreiras”.

Os atrasos e as falhas nos transportes fluviais entre Lisboa e a Margem Sul motivam amanhã um protesto da Comissão de Utentes dos Transportes do Seixal, que vão viajar até Lisboa no barco que parte às 08h10. A iniciativa conta com o apoio da Câmara do Seixal.

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Sete feridos em colisão de barcos no Sado

Catamaran tinha saído de Setúbal quando chocou contra um navio mercante.

Uma colisão entre um Catamaran e um navio mercante fez sete feridos, esta segunda-feira, no Rio Sado. A embarcação que saiu de Setúbal continuou a viagem até Tróia, onde as sete pessoas feridas foram assistidas. Quatro dos sete feridos foram levados para o hospital por precaução. A Polícia Marítima tomou conta da situação e o comandante do barco está ser interrogado, em Setúbal.

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Ligações fluviais no rio Tejo voltaram a parar no período da tarde

Sindicato anunciou uma “forte adesão” à paralisação.


As ligações fluviais no rio Tejo voltaram esta quarta-feira à tarde a parar devido à greve dos trabalhadores das empresas Transtejo e Soflusa, com o sindicato a anunciar uma “forte adesão” à paralisação. “Regista-se uma forte adesão neste período da tarde, tal como ocorreu de manhã. Não temos números exatos, mas podemos dizer que foi 100 por cento, porque no período definido de greve não circulou nenhuma embarcação nas duas empresas”, disse à Lusa Carlos Costa, do Sindicato dos Transportes Fluviais Costeiros e Marinha Mercante, afeto à Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS). Os trabalhadores das empresas estão a cumprir hoje o primeiro de dois dias de uma greve parcial, de três horas por turno na Transtejo e duas horas por turno na Soflusa, que afeta as ligações, em especial nas horas de ponta da manhã e tarde. Os trabalhadores contestam o facto de o Ministério das Finanças não ter aprovado o acordo, assinado em dezembro com as organizações de trabalhadores, para a renovação da contratação coletiva existente, bem como as condições da frota de navios e pontões. Fonte da administração das duas empresas adiantou à Lusa que adesão à greve na Transtejo no período da manhã, entre a direção de operação e a direção de gestão comercial, foi de 88 por cento, enquanto na Soflusa, no mesmo período, foi de 89 por cento, não existindo ainda dados sobre o período da tarde. A presidente do conselho de administração da Soflusa e Transtejo afirmou hoje à Lusa que vai trabalhar para resolver os problemas nas empresas, reconhecendo que o serviço de transporte fluvial se degradou. “É necessário que o Ministério das Finanças descative as verbas do orçamento das empresas para se proceder à renovação e manutenção da frota. Estamos a tentar lutar contra o tempo e a procurar encurtar os prazos para que sejam lançados os concursos”, explicou a presidente do conselho de administração. Marina Ferreira disse que grande parte das operações de manutenção estão relacionados com os necessários certificados de navegabilidade que as embarcações necessitam para puderem circular. A responsável anunciou ainda que vai efetuar uma reunião com todas as estruturas representativas dos trabalhadores na sexta-feira para tentar encontrar soluções. “Estamos convictos que, face à disponibilidade sempre manifestada pelos representantes dos trabalhadores, vamos conseguir encontrar uma solução para resolver o impasse e regressar à normalidade. Gerir é encontrar soluções e vamos empenhar-nos e trabalhar no sentido de resolver a situação”, defendeu. Carlos Costa afirmou que os sindicatos estão disponíveis para negociar e esperam por novidades positivas por parte da administração na reunião de sexta-feira. “Aplaudimos esta decisão de desbloquearem verbas para se avançar com as necessárias manutenções e reparações. Houve um pré-acordo entre as partes sobre a revisão do Acordo de Empresa que foi rejeitado pelo ministério e não sabemos que proposta nos vão trazer, mas estamos disponíveis para procurar resolver a situação”, disse. Para quinta-feira está agendado o segundo dia de greve parcial nas duas empresas, com o sindicato a esperar uma adesão “semelhante ao que ocorreu no dia de hoje”. A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e Lisboa.

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Trabalhadores da Soflusa avançam para dois dias de greve parcial

Trabalhadores da empresa realizaram um plenário no terminal do Barreiro.

Os trabalhadores da Soflusa, responsável pela ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa, decidiram hoje avançar para dois dias de greve parcial, devido à falta de embarcações e inexistência de respostas sobre a revisão do Acordo de Empresa. Os trabalhadores da empresa realizaram hoje um plenário no terminal do Barreiro, o que originou a paralisação das ligações durante um período da tarde, tendo votado a favor dos dois dia de greve, em data a decidir. “Os trabalhadores reuniram em plenário para avaliar a greve que foi realizada e decidiram avançar com mais dois dias de greve, de duas horas por turno, em data ainda a definir. Os trabalhadores vão intensificar a luta perante a ausência de respostas”, disse à agência Lusa Carlos Costa, do Sindicato dos Transportes Fluviais Costeiros e Marinha Mercante, afeto à Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS). Segundo o sindicalista, os trabalhadores não estão satisfeitos com a atual situação na Soflusa e decidiram avançar para um dia de greve. “A revisão do Acordo de Empresa está pré-acordada, mas ainda não temos respostas, e os problemas nos navios continuam”, defendeu. A Lusa contatou a Soflusa, mas até ao momento não foi possível obter qualquer comentário a esta decisão dos trabalhadores. Na quarta-feira, os trabalhadores da Transtejo, a outra empresa do grupo que faz as ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, também vão realizar um plenário, que deve originar a paragem das carreiras fluviais durante um período da tarde. “Os trabalhadores da Transtejo também vão analisar a greve de dois dias que foi efetuada e é expectável que também voltem a avançar com novas formas de luta”, concluiu o sindicalista.

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Almada – Placas de fibrocimento do telhado do Terminal Fluvial de Cacilhas

CDS/PP exige intervenção para a remoção total das placas.

Nuno Magalhães, deputado do CDS eleito por Setúbal, quer saber se o Ministério do Ambiente tem conhecimento da existência de placas de fibrocimento no telhado do Terminal Fluvial de Cacilhas e quando irá proceder a uma intervenção para a remoção total das placas.

O deputado do CDS pergunta ainda ao Ministro se este não considera que a não remoção dessa estrutura pode considerar um perigo para a saúde pública, nomeadamente para os utentes e para os profissionais que se deslocam e operam diariamente no respetivo terminal.

O Terminal Fluvial de Cacilhas é uma infraestrutura do Grupo Transtejo, integrada no equipamento para a prestação de serviço público de transporte fluvial entre as duas margens do Rio Tejo, parte do sistema global da Área Metropolitana de Lisboa, mais concretamente entre Cacilhas/Cais do Sodré.

Deste Terminal fazem uso milhares de utentes que diariamente escolhem o transporte fluvial para atravessar as duas margens.

O Terminal Fluvial de Cacilhas está integrado numa rede de transportes que prestam serviço público, como são o caso da TST (Transportes Sul do Tejo), do MTS (Metro Transportes do Sul) e de táxis, sendo ainda complementado por parqueamento automóvel.

É da máxima utilidade a fomentação dos transportes públicos coletivos, tendo em vista também o descongestionamento do tráfego automóvel dentro das cidades, diminuir o tempo de deslocação das viagens, e a criação de bons hábitos ambientais, mitigando a emissão de gases poluentes na atmosfera.

O Terminal Fluvial de Cacilhas é um equipamento que data de 1978, tendo sofrido obras de remodelação em 2010, nomeadamente, com a instalação de sanitários e o posto de venda de bilhetes.

O telhado da infraestrutura em questão é constituído por placas de fibrocimento, sendo que o mesmo não foi intervencionado aquando das obras de requalificação do Terminal.
Está provado que a exposição continuada às partículas libertadas pelas placas de fibrocimento é potencial causadora de graves problemas de saúde.

Está contemplada na Missão do Grupo Transtejo a prestação do serviço de transporte público fluvial de passageiros e veículos com padrões elevados de qualidade e segurança, segundo critérios de sustentabilidade económico-financeira, social e ambiental, tal como os Valores contemplados no mesmo Grupo, onde se realça o respeito pelos direitos das pessoas e a proteção do ambiente e promoção da segurança das pessoas e bens.
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Passageiros em terra com avarias em barcos

Utentes denunciam supressões entre o Seixal e o Cais do Sodré.

barcos

Maria Grilo Fernandes, de 49 anos, residente em Fernão Ferro (Seixal), não esconde o desagrado pelas falhas nas ligações fluviais da empresa Transtejo/Soflusa entre o Seixal e o Cais do Sodré, em Lisboa: “Não sabemos se vamos ter barco e, quando temos, chega atrasado. Isto não pode continuar.” Maria Fernandes pediu explicações no balcão de atendimento, mas considera que a informação dada – avarias nos barcos – “não é suficiente para um passe que custa quase 50 euros”.

Desde sexta-feira que vários utentes denunciaram haver apenas um catamarã ao serviço, o que provocou transtornos a centenas de passageiros. Muitos apresentaram queixas no livro de reclamações. Tânia Gomes, de 37 anos, residente no Seixal, foi uma das utentes que sentiram a anomalia no horário das carreiras: “Chegava a casa muito mais tarde do que era previsto”. Carmen Nunes, de 47 anos, também do Seixal, compreende que haja avarias nos barcos, mas, “quando isto acontece, costumam pedir barcos ao Barreiro”, o que não aconteceu agora.

Questionada pelo CM, a Transtejo/Soflusa confirmou que, “devido a problemas técnicos imprevistos, existiu alguma perturbação de serviço na ligação Seixal – Cais do Sodré, nos dias 15, 18” e na manhã de ontem, mas que o serviço normalizou durante a tarde.

A Transtejo/Soflusa é responsável pelas travessias no rio Tejo entre a Margem Sul e Lisboa, com carreiras entre o Montijo, Barreiro, Seixal, Cacilhas (Almada) e Trafaria/Porto Brandão (Almada) e os terminais do Terreiro do Paço, Cais do Sodré e Belém.

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