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Operação de elevação do submarino Barracuda | Cacilhas

Marinha Portuguesa
Publicado em 18 de nov de 2017

Esta operação de elevação visa tornar o submarino Barracuda mais visível e, ao mesmo tempo, facilitar o seu acesso, a partir do exterior, tendo em conta a criação do futuro núcleo museológico do Museu de Marinha em Cacilhas, fruto de um protocolo, assinado a 19 de dezembro de 2011, entre o Município de Almada e a Marinha Portuguesa.

Barracuda impulsiona construção de polo museológico em Almada

barracuda

A Câmara Municipal de Almada considera que a construção do núcleo museológico da Marinha Portuguesa “é uma boa aposta para atrair mais turistas”, afirma o vereador do Desenvolvimento Social na autarquia. António Matos assegura também que “é uma forma de valorizar a prática de atividades náuticas, na medida em que esta é uma forte tradição da região, e disponibilizar à população outro tipo de atração”.

A ideia de construir o polo museológico partiu da Câmara Municipal de Almada que, tendo já em doca seca a fragata D. Fernando e Glória, “decidiu apresentar esta proposta à Marinha Portuguesa”, salienta Bossa Dionísio, responsável pela musealização do submarino Barracuda. Esta aposta vai permitir a aquisição, por parte da população, “de dados importantes sobre a história destas embarcações e as suas particularidades”, visto que, durante as visitas, são realizadas “atividades educativas”, adianta Bossa Dionísio.

A iniciativa responde também à necessidade da Marinha Portuguesa de “perpetuar as suas embarcações históricas”, frisa o responsável pela musealização do Barracuda. A fragata D. Fernando e Glória, que está na doca seca de Cacilhas há alguns anos, “já recebeu mais de 14 mil visitas”, pelo que António Matos acredita que “o projeto vai ser bem sucedido”. O submarino Barracuda ainda não está aberto ao público, mas “no final do ano as pessoas poderão ter acesso à exposição”, adianta o autarca.

Tendo em conta o protocolo assinado pela Câmara Municipal de Almada e a Marinha Portuguesa, inicia-se agora a construção do edifício que vai servir de antecâmara e apoio à exposição permanente do Barracuda e da Fragata D. Fernando II e Glória, o último navio de guerra à vela da Marinha Portuguesa. O objetivo da construção desta estrutura é “facilitar o acesso da população às exposições”, conclui o oficial da Marinha Portuguesa. As duas embarcações estão a receber trabalhos de manutenção, pelo que, apesar de estar equipado como se fosse participar em missões, o submarino foi reestruturado de forma a garantir segurança aos visitantes.

Lúdia Aniceto – 02-08-2013 18:48
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Visitas ao Barracuda previstas para o final do ano em Cacilhas

barracuda

O submarino Barracuda cumpriu na passada quinta-feira, 25 de Julho, a última viagem para se juntar à fragata D. Fernando II e Glória no polo museológico que a Câmara de Almada e a Marinha Portuguesa estão a construir em Cacilhas.

Depois de 42 anos de serviço e um total de 52 mil horas de navegação, o último submarino da classe Albacora a sair do activo partiu da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, para as docas dos antigos estaleiros navais da Parry & Son, junto ao cais de embarque da Transtejo.

“É um dia de muita alegria. O Barracuda podia, pura e simplesmente, ser desmantelado e perdermos uma memória de 42 anos de actividade”, disse o último comandante do submarino Barracuda, capitão-tenente Baptista Pereira, agora comandante do novo submarino Arpão.

“O Barracuda pertence a uma classe de submarinos que se chamou Albacora, que nasceu em 1967 e que teve quatro navios – o Albacora, o Barracuda, o Delfim e o Cachalote”, acrescentou. A tripulação era composta por 54 homens.

Baptista Pereira sublinhou a competência da Marinha Portuguesa, lembrando que submarinos idênticos de outros países cessaram a actividade ao fim de 25 anos.

A presidente da Câmara de Almada, Maria Emília de Sousa, referiu à Lusa que a musealização do Barracuda, projecto que custou à autarquia cerca de 500.000 euros, só foi possível “graças às boas relações do município com a Marinha Portuguesa”.

“Estamos a construir o núcleo museológico da Marinha Portuguesa no concelho de Almada. Temos de agradecer muito à Marinha Portuguesa que, com estas manobras delicadas, nos deu mais uma prova de grande rigor, de grande competência, no desempenho da sua missão”, disse.

De acordo com a estimativa do responsável da Marinha pela musealização do Barracuda, Bossa Dionísio, os trabalhos vão prosseguir nos próximo meses, pelo que a abertura do submarino ao público não deverá acontecer antes do final de 2013.

Ler mais: O submarino Barracuda cumpriu na passada quinta-feira, 25 de Julho, a última viagem para se juntar à fragata D. Fernando II e Glória no polo museológico que a Câmara de Almada e a Marinha Portuguesa estão a construir em Cacilhas.

Depois de 42 anos de serviço e um total de 52 mil horas de navegação, o último submarino da classe Albacora a sair do activo partiu da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, para as docas dos antigos estaleiros navais da Parry & Son, junto ao cais de embarque da Transtejo.

“É um dia de muita alegria. O Barracuda podia, pura e simplesmente, ser desmantelado e perdermos uma memória de 42 anos de actividade”, disse o último comandante do submarino Barracuda, capitão-tenente Baptista Pereira, agora comandante do novo submarino Arpão.

“O Barracuda pertence a uma classe de submarinos que se chamou Albacora, que nasceu em 1967 e que teve quatro navios – o Albacora, o Barracuda, o Delfim e o Cachalote”, acrescentou. A tripulação era composta por 54 homens.

Baptista Pereira sublinhou a competência da Marinha Portuguesa, lembrando que submarinos idênticos de outros países cessaram a actividade ao fim de 25 anos.

A presidente da Câmara de Almada, Maria Emília de Sousa, referiu à Lusa que a musealização do Barracuda, projecto que custou à autarquia cerca de 500.000 euros, só foi possível “graças às boas relações do município com a Marinha Portuguesa”.

“Estamos a construir o núcleo museológico da Marinha Portuguesa no concelho de Almada. Temos de agradecer muito à Marinha Portuguesa que, com estas manobras delicadas, nos deu mais uma prova de grande rigor, de grande competência, no desempenho da sua missão”, disse.

De acordo com a estimativa do responsável da Marinha pela musealização do Barracuda, Bossa Dionísio, os trabalhos vão prosseguir nos próximo meses, pelo que a abertura do submarino ao público não deverá acontecer antes do final de 2013.

Ler mais: :::> Jornal da Região

Arsenal do Alfeite 1988 – Manutenção do Submarino Barracuda

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