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Barreiro – Trabalhadores da Empresa Wash Clean Laundries Em vigília para não sair bens da empresa

8 de Novembro 2018 16.08 h

“Os trabalhadores da lavandaria Wash Clean, no Barreiro, encontra-se concentrados à porta da empresa para os bens não saírem, em causa está o pagamento de salários e o facto de o patrão ser proprietário de outras lavandarias e poder vir a tirar material, sem pagar a estes trabalhadores pelo trabalho efectuado”, refere um comunicado da União dos Sindicatos de Setúbal

Trabalhadores da Empresa Wash Clean Laundries Parque da Quimigal
Em vigília para não sair bens da empresa

Os trabalhadores da lavandaria Wash Clean no Barreiro encontra-se concentrados à porta da empresa para os bens não saírem, em causa está o pagamento de salários e o facto de o patrão ser proprietário de outras lavandarias e poder vir a tirar material, sem pagar a estes trabalhadores pelo trabalho efectuado, tudo isto num contexto em que existe pretensão de pagar parte de salário aos “Bochechos” e deixar os trabalhadores vinculados à empresa mas sem dinheiro e com situações difíceis e complicadas de resolução.

Ou seja ao efectuar o mesmo os trabalhadores estão impedidos de evocar salário em atraso, quando o patrão deve vários subsídios e o contrato não pode ser suspenso pois foi pago parte do salário ainda que mínima.

A União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN, exige que o presente Patrão e proprietário de outras lavandarias se comporte como deve de ser e não recorra a esquemas para prejudicar quem está em condições de vida difícil fruto da sua má gestão.

Fonte -Comissão Executiva da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN

Ministério Público investiga queda de caixa com mil munições da Marinha durante transporte

1 de Outubro 2018

Incidente foi divulgado pela Marinha na passada quinta-feira e ocorreu no dia anterior.

O Ministério Público abriu um inquérito para investigar a queda de uma caixa com mil munições da Marinha durante o transporte para a Escola de Fuzileiros e que foi encontrada na via pública por um automobilista. “Confirma-se que o Ministério Público abriu inquérito com vista a investigar os factos”, disse fonte oficial da Procuradoria-Geral da República, em resposta a uma pergunta da agência Lusa. O incidente foi divulgado pela Marinha na passada quinta-feira e ocorreu no dia anterior. De acordo com a Marinha, a caixa terá caído durante o transporte das munições trazidas da última missão dos Fuzileiros na Lituânia, que chegaram a Portugal por via marítima e estavam a ser transportadas para a Escola de Fuzileiros, no Barreiro, distrito de Setúbal. “Um cunhete [caixa] de mil munições de 9 mm caiu da viatura de transporte. A equipa de transporte não se apercebeu da queda da caixa”, referiu a Marinha em comunicado enviado à agência Lusa. O ramo abriu um inquérito interno cujas conclusões preliminares, divulgadas na sexta-feira, apontam para a “queda inadvertida” da caixa na via pública, zona do Seixal, durante o percurso entre o Alfeite, em Almada, e o Vale de Zebro, no Barreiro.

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Centenas no Barreiro e Moita contra aeroporto no Montijo

1 de Outubro 2018

Marcha contra aeroporto na Base Área 6 juntou 300 pessoas


Cerca de 300 pessoas manifestaram-se, este sábado, no Barreiro e na Moita contra a construção do novo aeroporto para companhias ‘lowcost’ na base aérea do Montijo, por considerarem ser má solução para a península de Setúbal e para o país. No entanto, apesar dos protestos, o acordo para que o Montijo receba o novo aeroporto está fechado. A notícia foi dada este domingo por Marques Mendes, no seu habitual espaço no Jornal da Noite, na SIC. O comentador garante que o Estado não gastará um cêntimo, arcando a ANA com os mil milhões de investimento, a troco de um prolongamento da concessão.

“Não há estudos que comprovem que a Base Aérea n.º6 [BA6] é uma boa localização, mas sabemos que vai ter muitos impactos negativos, porque a aproximação e a descolagem das aeronaves vai ser feita sobre zonas habitacionais consolidadas, no Barreiro, na Baixa da Banheira e na Moita”, disse o presidente da Câmara da Moita, Rui Garcia, que se associou à manifestação organizada pela Plataforma Cívica Aeroporto BA6 – Montijo Não.Para o presidente da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira ( na Moita), Nuno Cavaco, este é “um processo sem transparência nenhuma, que não respeita os planos de ordenamento”.
“Quando os aviões andavam em testes, há cerca de três meses, as pessoas ficaram alarmadas. E aquilo eram apenas testes. O que aí vem será muito pior”, disse, convicto de que a escolha do Montijo, em detrimento do campo de tiro de Alcochete, é uma má opção para a região e para o país.
Mas se o processo não agrada aos autarcas e à sociedade civil dos concelhos do Barreiro e da Moita, também deixa muito a desejar em termos técnicos, segundo a opinião do antigo presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), entre 2005 e 2010, Carlos Matias Ramos, responsável pela análise comparada da localização do novo aeroporto de Lisboa na Ota e no campo de tiro de Alcochete, em 2008, e do piloto de linha aérea Vítor Silveira, que também não consegue perceber as motivações que levaram à escolha da base aérea do Montijo.
“A escolha do Montijo é uma má solução. Já não há nenhum país europeu que aposte num novo aeroporto como este que se pretende construir na BA6. Todos os países estão a apostar na construção de novos aeroportos afastados dos centros urbanos. Nós estamos a fazer o contrário. Não há qualquer fundamentação técnica que justifique esta escolha”, disse Vítor Silveira.
Uma opinião corroborada pelo antigo presidente do LNEC, Carlos Matias Ramos, que não participou na manifestação, mas que diz estar solidário com o protesto, porque considera “inaceitável” a escolha do Montijo em termos técnicos.
“O que me move é a necessidade de pôr o conhecimento de que disponho ao serviço do país e na defesa de processos de decisão que não sejam ‘porque sim’, mas processos de decisão sustentados em avaliações técnicas, económicas, financeiras, de ordenamento do território. E, nos últimos anos, o país está a descurar todas estas componentes determinantes para garantir um processo de decisão que não seja contestável”, disse à agência Lusa Carlos Matias Ramos.

Montijo sem capacidade para aviões de grande porte
“O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, disse que a diferença de custos entre a opção Montijo e a do campo de tiro de Alcochete era de três mil milhões de euros”, prosseguiu Matias Ramos. “Eu não aceito ouvir um responsável máximo a dizer coisas destas que não sejam devidamente fundamentadas. Eu pedi os planos diretores da análise comparada que fizeram para o Montijo e para o campo de tiro de Alcochete, mas, até hoje, o senhor ministro nunca me respondeu”, acrescentou.
Carlos Matias Ramos diz não conhecer nenhum documento que permita perceber a escolha do Montijo, e afirma que se trata de “um processo que está cheio de mitos, porque a criação de emprego é um mito, porque a possibilidade de haver aviões intercontinentais no Montijo é uma mentira pegada, porque o comprimento da pista não dá para aviões como o A320/200, que agora demandam o aeroporto de Lisboa (e a Easyjet tem 31 destes aviões e a TAP tem 20)”.
“A pista 01/19 do Montijo terá de ser aumentada em 300 metros, numa zona que precisa de estacaria, porque está numa zona de lama”, acrescentou Carlos Matias Ramos, salientando que as obras necessárias no Montijo vão encarecer significativamente esta solução, ao mesmo tempo que defende a opção pelo campo de tiro de Alcochete, que “já está devidamente estudada, e é a que melhor serve os interesses do país”.
Mesmo em termos económicos, o antigo responsável máximo do LNEC acredita que a construção do futuro aeroporto no campo de tiro de Alcochete não seria mais cara do que a opção pelo Montijo, uma vez que poderá ser feita de forma faseada.

Já há acordo Governo-ANA sobre novo aeroporto
O acordo entre o Governo e a ANA, para viabilizar o aeroporto do Montijo, já está selado – quem o garante é Marques Mendes, que deu a notícia no seu comentário habitual aos domingos, Jornal da Noite da SIC.
“A cerimónia pública da assinatura deverá realizar-se na primeira quinzena de Outubro”, disse.
Segundo o comentador da SIC, o Estado não gasta um cêntimo, pois os mil milhões de euros necessários (para adaptar o Montijo à aviação civil e, também, ampliar a pista de Lisboa) serão assumidos pela empresa concessionária dos aeroportos.
“A ANA assegurará o investimento total, o qual será compensado com o alargamento da concessão inicial”, afirmou Marques Mendes. As obras estarão terminada sem 2022.

Agência de Notícias com Lusa
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Barreiro – Programa POLIS vai avançar em duas fases Uma na zona verde a outra nas infraestruturas da zona habitacional

Na reunião de quinta feira, foi apreciado o ponto da informação escrita do presidente e situação financeira.

O edil divulgou que o programa POLIS vai avançar em duas fases, uma especifica para a zona verde junto ao rio, a outra será relativa às infraestruturas da zona habitacional.

Nesta reunião foi ainda aprovada a candidatura ao Programa Portugal 2020 – Planos Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar, com os votos favoráveis do PS, PSD, BE, PAN e MCI, A CDU optou pela abstenção.

Na reunião de quinta feira, foi apreciado o ponto da informação escrita do presidente e situação financeira.
Frederico Rosa, presidente da CMB, expressou a sua satisfação pela forma como decorreram as Festas do Barreiro e considerou positivo o retomar da marca BARRIND.
Divulgou que está perto de avançar a candidatura relativa à reabilitação da Doca Seca da CP, assim como a requalificação do espaço entre o Parque Catarina Eufémia e Moinho Pequeno, e, também vai avançar a requalificação do Armazém de Víveres e antigo Dormitório da CP.
Referiu que está a decorrer o programa de oferta de dois manuais escolares.

POLIS vai avançar em duas fases

O edil divulgou que o programa POLIS vai avançar em duas fases, uma especifica para a zona verde junto ao rio, a outra será relativa às infraestruturas da zona habitacional.
Quanto à situação financeira salientou que o prazo médio de pagamento a fornecedores situa-se nos 30 dias e a situação financeira mantem-se estável, tendo como linha prioritária investir em modificar a cidade em equipamentos e requalificação.
Frederico Rosa divulgou ainda que o processo relativamente à candidatura do Bairro Alves Redol foi cancelada e foi apresentada uma reprogramação.

Aprovado plano de Combate ao Insucesso Escolar

Nesta reunião foi ainda aprovada a candidatura ao Programa Portugal 2020 – Planos Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar, com os votos favoráveis do PS, PSD, BE, PAN e MCI, A CDU optou pela abstenção.
Em declaração de voto a CDU referiu estando de acordo com o objecto da candidatura, tinha dúvidas e considerou que o combate ao insucesso escolar é da responsabilidade do Ministério da Educação.

Não aceitar transferências em 2019

O último analisado na reunião de quinta-feira foi sobre a «Transferência de competências».
A Assembleia Municipal aprovou que o município não deve aceitar a transferência de competências em 2019, com o voto favorável da CDU, BE, PAN. O PS, PSD e MCI optaram pela abstenção.

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‘Lisbon South Bay’: uma marca na procura de investimento para antigas áreas industriais

15/03/2018

A empresa Baía do Tejo e os municípios do Barreiro, Seixal e Almada estão em Cannes, França, a promover os territórios das suas antigas áreas industriais, com o nome ‘Lisboa South Bay’ a ser essencial para captar investimento.

‘Lisbon South Bay’ é um projecto promovido pela Baía do Tejo, empresa pública, para requalificar os territórios das antigas áreas industriais da Quimiparque, no Barreiro, da Siderurgia, no Seixal, e da Margueira, em Almada, em conjunto com as autarquias, que se tem desenvolvido nos últimos anos.

“Criar uma parceira entre uma empresa do Estado, a Baía do Tejo, e três municípios é inédito no país. Surgiu na sequência de uma conclusão óbvia, que devemos estar todos a remar para o mesmo lado”, disse à Lusa Jacinto Pereira, presidente do conselho de administração da Baía do Tejo.

A empresa, que tem a responsabilidade sob os três territórios, e as autarquias estão a participar na maior feira internacional de imobiliário do mundo, o MIPIM, que está a decorrer em Cannes, na França.

“Com esta solução da marca ‘Lisbon South Bay’ criámos uma escala diferente e damos maior visibilidade e maior capacidade de promoção. Parece algo óbvio, mas não é algo que vejamos muito. Conseguimos chegar a uma plataforma de entendimento entre todos”, explicou.

Jacinto Pereira disse que a marca foi criada para “consumo externo”, referindo que não é possível estar em qualquer parte do mundo e falar do Barreiro, Seixal ou Almada.

“Não podemos ir a qualquer parte do mundo falar de Almada, Barreiro ou Seixal, temos que falar de Lisboa e da outra margem de Lisboa. Existe também outra razão, que é cavalgar esta onda de Lisboa, pois tem tido uma dinâmica e uma imagem extraordinárias”, disse, referindo que a ideia cada vez mais se mostra acertada.

No MIPIM, para além de procuraram investimentos para a antigas áreas industriais, os autarcas dos três municípios da margem sul desmultiplicam-se em reuniões e contactos para abordar outros projetos existentes nos seus concelhos, na procura de possíveis investidores, capazes de criar empreso e crescimento económico.

A presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, afirmou que utilizar a marca Lisboa é importante nestes eventos internacionais, referindo que “traz benefícios e não apaga a imagem e a identidade de Almada”.

Segundo a autarca, para além do projeto Cidade da Água, de requalificação dos antigos territórios da Margueira, procurou também abordar investidores para outros projectos no concelho, considerando que o balanço tem sido “interessante”.

Frederico Rosa, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, concorda que o nome ‘Lisbon South Bay’ funciona porque “unifica os três territórios na margem sul”, afirmando que os concelhos são vistos como parte integrante da Área Metropolitana de Lisboa.

Jorge Gonçalves, vice-presidente da Câmara do Seixal, salienta que colocar Lisboa no nome veio fortalecer o projeto e o seu impacto no exterior do país.

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BARREIRO – PS faz balanço de mandato na Câmara Municipal

2018-01-23 12:25:40

Passados noventa dias sobre a tomada de posse do executivo do Partido Socialista, o novo executivo da Câmara Municipal do Barreiro faz um balanço positivo.

Em nota de imprensa, o Gabinete de comunicação PS Barreiro faz um balanço «volvidos noventa dias da tomada de posse dos eleitos do Partido Socialista no Concelho do Barreiro, o Barreiro já está a mudar».

Refere a nota que André Pinotes Batista, presidente recém-eleito do PS Barreiro, considera que «temos notado que as pessoas estão satisfeitas com o trabalho que realizámos desde o primeiro dia, com grande impacto no dia-a-dia da cidade e do concelho, e expectantes com o que ainda está por vir, o que se deve ao excelente trabalho desenvolvido não só pelo executivo da CMB, exemplarmente liderado pelo Frederico Rosa, mas também pela atividade da AMB, pelos presidentes da junta e uniões de juntas de freguesia e respetivos executivos e todos os eleitos do PS nos diferentes órgãos autárquicos».

«Os nossos eleitos já deram provas do compromisso estabelecido durante a campanha autárquica: estão nos seus cargos para operar a mudança. Assumimos um conjunto de compromissos que vamos cumprir. Propusemo-nos fazer um grande trabalho e é isso que vamos fazer» acrescenta.

«Foram 90 dias de trabalho que sabíamos intenso, porque o preparámos, mas extremamente gratificante», refere Frederico Rosa.

«Neste curto intervalo de tempo demos seguimento a uma série de projetos que consideramos essenciais para o dinamismo que queremos conferir ao nosso concelho, seja a instalação da pista de gelo no Parque da Cidade, cuja receita reverteu integralmente para IPSS do concelho e permitiu aos barreirenses divertirem-se na sua cidade sem necessidade de visitar outros territórios, a transferência do Posto de Turismo do centro da cidade para o Terminal Rodo-Ferro-Fluvial ou a criação do Balcão Único de Atendimento ao Munícipe, sediado no Mercado Municipal 1.º de Maio.

Queremos estar ao serviço da população, e isso passa por estarmos onde as pessoas estão» acrescentando «Não posso também deixar de referir, saudando o empenho dos trabalhadores da autarquia, o trabalho desenvolvido ao nível da gestão de resíduos e higiene urbana, fazendo com que, por exemplo, a época natalícia, ciclicamente marcada por uma gestão de resíduos deficitária, tenha este ano decorrido com toda a normalidade”.

A aprovação do primeiro orçamento elaborado pelo executivo, no dia 19 de Janeiro, irá ainda permitir a concretização de outros projetos que constavam do programa eleitoral do PS. «Irá iniciar-se a requalificação da Quinta de Braamcamp, está agendada a oferta de dois livros escolares no próximo ano letivo para alunos residentes no concelho, vai ser criado o Gabinete de Apoio à Vitima da Violência Doméstica, assim como será dinamizado um projeto de reabilitação urbana e implementado o Orçamento Participativo», refere ainda a nota em nome de Frederico Rosa.

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Baía do Tejo recebe Promotores e investidores do sector imobiliário

01/02/2018

Visitam territórios de Almada, Seixal e Barreiro


Hoje, cerca de 60 membros da APPII – Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários, no âmbito de um evento promovido pela associação – Net Work trip APPII – visitou a margem sul com a finalidade de conhecer os activos da Baía do Tejo.

A APPII – Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários, é a associação responsável pela representação das maiores, mais importantes e mais activas empresas de promoção e investimento imobiliário, nacional e estrangeiro, com actividade em Portugal.
Hoje, cerca de 60 membros da APPII, no âmbito de um evento promovido pela associação – Net Work trip APPII – visitou a margem sul com a finalidade de conhecer os activos da Baía do Tejo.

Um olhar sobre Lisbon South Bay.

A iniciativa começou pela manhã, com uma viagem pelo Tejo, que permitiu aos membros da APPII ter uma visão, a partir do rio, sobre os territórios de Almada, Seixal e Barreiro – um olhar sobre Lisbon South Bay.
Os promotores e investidores do sector imobiliário, após a viagem pelo Rio Tejo, deslocararam-se até Cacilhas para tomar contacto directo com os territórios da Baía da Tejo – Cidade da Água – em Almada.
Posteriormente visitaram o territórios do Seixal e Barreiro, com uma visita guiada ao Museu Industrial.

Porta de entrada dos investidores internacionais

De sublinhar que a APPII é reconhecida como uma voz activa na defesa do sector imobiliário e considerada a porta de entrada dos investidores internacionais, sendo o ponto de encontro dos principais players do sector imobiliário e revelando-se um centro vivo de troca de ideias, experiências, conhecimentos e negócios.

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Secretário de Estado do Ambiente visita trabalhos de Requalificação Ambiental no Barreiro

26/01/2018
Foi dado nota dos estudos, em fase de adjudicação, para avaliação de passivos existentes e enquadramento de candidaturas a fundos para nova fase dos trabalhos de remoção de resíduos nos territórios geridos pela Baía do Tejo.
Deu-se conta da obra de ligação da rede de saneamento do Parque Empresarial do Barreiro e zonas urbanas envolventes à ETAR da Simarsul.

visita do Secretário de Estado do Ambiente, Eng Carlos Martins, ao Parque Empresarial da Baía do Tejo no Barreiro, permitiu acompanhar de perto os trabalhos em curso de remoção de passivos ambientais nos territórios do Barreiro, na sequência da aprovação de candidaturas a fundos europeus para ações de requalificação ambiental e eliminação dos passivos históricos existentes nos territórios geridos pela Baía do Tejo.
Durante esta jornada de trabalho foi dado nota de várias questões que se prendem diretamente com um dos pilares importantes da missão da Baía do Tejo: a Requalificação Ambiental do território, nomeadamente nos parques de Barreiro e Seixal.

.Ponto de situação dos investimentos na requalificação ambiental dos territórios e da fase em que se encontra a remoção dos passivos no Barreiro e Seixal.

Com a execução das candidaturas já aprovadas para as pirites verdes e lamas de zinco, cujos estaleiros no Barreiro foram o alvo da visita do Sec de Estado, e com a remoção das lamas da aciaria e pós de goela, depositados no Parque do Seixal, cuja intervenção vai começar em breve, ficam concretizados os cerca de 13,3 milhões de investimento aprovado para requalificação ambiental destes territórios. Processos em que o Sec Estado Ambiente, Eng Carlos Martins, se envolveu diretamente há cerca de um ano e que agora veio confirmar execução.

. Foi dado nota dos estudos, em fase de adjudicação, para avaliação de passivos existentes e enquadramento de candidaturas a fundos para nova fase dos trabalhos de remoção de resíduos nos territórios geridos pela Baía do Tejo.

A Baía do Tejo encontra-se atualmente a preparar concursos para estudos ambientais de detalhe para duas zonas do Parque Empresarial do Barreiro e três do Parque Empresarial do Seixal, com vista à definição das ações de requalificação ambiental a candidatar a fundos comunitários.
Após aprovação e conclusão dos trabalhos desta nova fase, ficarão solucionados os passivos ambientais existentes nos Parques Empresariais Baía do Tejo de Barreiro e Seixal considerados como prioritários pela APA , Agência Portuguesa para o Ambiente.
O Sec Estado Ambiente, Eng Carlos Martins, anunciou “a disponibilização de cerca de meio milhão de euros para estudos para enquadrar novas candidaturas para eliminar as bolsas de resíduos que ainda existem nestes territórios”.
Com a nova fase de trabalhos, que se estima poderem ser concluídos até final de 2019, ficam resolvidos os problemas ambientais considerados prioritários e que se arrastaram durante décadas e foram motivo de forte preocupação por parte das populações.

. Deu-se conta da obra de ligação da rede de saneamento do Parque Empresarial do Barreiro e zonas urbanas envolventes à ETAR da Simarsul.

A intervenção vai iniciar-se na primeira quinzena de fevereiro (encontra-se em fase final de concurso). Com um investimento global de cerca de 1,1 milhão de euros, capital exclusivo da Baía do Tejo, esta infraestrutura vai melhorar de forma significativa as condições de ambiente do Parque Empresarial do Barreiro e de algumas zonas envolventes que ficarão também ligadas à ETAR. Esta é uma intervenção aguardada há décadas e que agora se vê, finalmente, concretizada.
De acordo com o Sec Estado Ambiente, Eng. Carlos Martins, “Esta obra de ligação da rede de saneamento à ETAR é também uma medida muito importante, uma vez que afasta do Tejo mais uma fonte poluente e melhora as condições do Parque da Baía do Tejo e zonas contíguas ao mesmo”
O trabalho de proximidade que tem sido desenvolvido entre a Baía do Tejo, o Ministério do Ambiente e esta Secretaria de Estado tem permitido acelerar o processo de requalificação ambiental dos territórios, que beneficiará não só os Parques Empresariais e empresas aí sediadas, mas principalmente as populações destes concelhos da margem esquerda do Tejo.

. Projeto Cidade da Água (Almada)

À margem desta questão das intervenções de requalificação ambiental, o Sec Estado Ambiente, Carlos Martins, referiu que “também é com agrado que dou conta do Decreto Lei recentemente aprovado que permitiu delimitar as áreas exactas dos terrenos do complexo da Margueira (estaleiros da antiga Lisnave, em Cacilhas), o que vai permitir avançar com os importantes projetos definidos para o local. Projetos que definiu “com enorme potencial e de elevada importância para a região de Lisboa e para o país”.

Jacinto Pereira, presidente do CA da Baía do Tejo, anunciou que para o projeto Cidade da Água, cujo desenvolvimento vai mudar definitivamente a face da região, estão já confirmadas formalmente cinco manifestações de interesse de grupos oriundos da China, EUA, Reino Unido e dois consórcios portugueses, para o desenvolvimento de um projeto que se estima implicar um investimento entre mil milhões de euros e 1,5 mil milhões de euros.
A sinalização destes territórios e a recolha destas manifestações formais de interesse são resultado do trabalho de promoção efetuado, principalmente desde há quatro anos, a partir da criação da ferramenta de promoção Lisbon South Bay e dos contactos continuados que vêm sido mantidos com estes e outros grupos com interesse nos ativos geridos pela Baía do Tejo.
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Estudos para remoção de resíduos em antigas áreas industriais da Baia do Tejo

Lusa|23.01.18

O secretário de Estado do Ambiente vai visitar, na quarta-feira, o parque empresarial da Baía do Tejo, no Barreiro, para avaliar o processo de remoção dos passivos ambientais, sendo também apresentados estudos para nova fase de retirada de resíduos. “Será feito ponto de situação dos investimentos na requalificação ambiental dos territórios e da fase em que se encontra a remoção dos passivos no Barreiro e Seixal”, anunciou a Baía do Tejo, em comunicado enviado hoje à agência Lusa. A Baía do Tejo, do universo Parpública (empresas detidas pelo Estado), tem a seu cargo a gestão dos Parques Empresariais localizados no Barreiro, Seixal e Estarreja, bem como o desenvolvimento do projeto Arco Ribeirinho Sul, que prevê a requalificação de antigas áreas industriais da Quimiparque, no Barreiro, da Siderurgia, no Seixal, e da Margueira, em Almada.

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CTT fecha no Lavradio mas abre logo a seguir

CTT abrem 14 postos em localidades onde vão encerrar instalações


Anúncio surge numa altura em que a empresa anunciou encerramento de 22 lojas.
nal.pt/sociedade/detalhe/ctt-querem-abrir-14-postos-de-acesso-em-localidades-onde-vao-encerrar-instalacoes
Por Lusa|17.01.18
Os CTT pretendem avançar com 14 novos pontos de acesso em localidades onde irão encerrar instalações, cuja abertura ainda está a ser negociada com autarquias e entidades comerciais, informou esta quarta-feira a empresa. O anúncio surge numa altura em que os CTT anunciaram o encerramento de 22 lojas, com impacto em 53 postos de trabalho, no âmbito do plano de reestruturação, o que tem motivado os protestos das comunidades e dos trabalhadores, que esta quarta-feira entregaram no parlamento uma petição contra o fecho dessas instalações. Com a abertura de novos 14 postos de acesso, os CTT “garantem que em todas as localizações” das 22 lojas que serão encerradas “a população mantém acesso ao atendimento dos CTT a um quilómetro ou menos da anterior localização”. Depois da conclusão desta operação, os CTT afirmam que haverá “uma redução máxima de oito pontos de acesso, resultado do encerramento/transformação de 22 lojas próprias e da abertura de 14 novos postos de correio”. Nos 14 novos pontos de acesso – que estão já acordados ou em negociação final com autarquias e entidades comerciais locais – vão manter-se “disponíveis ao público a totalidade dos serviços postais, incluindo o pagamento de vales de prestações sociais e o envio e levantamento de encomendas”.
A localização destes 14 novos pontos de acesso – dos quais já se conhece, por exemplo, os de Termas de São Vicente (Penafiel), Arco da Calheta (Madeira) e Lavradio (Barreiro) – serão dados a conhecer à medida que os passos necessários para a sua abertura estejam concluídos. “Este ajustamento da rede de Pontos de Acesso dos CTT em nada afeta a distribuição postal, realizada pelos carteiros dos CTT, que são uma rede totalmente autónoma da rede de atendimento”, sublinha a empresa.

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