Tag: Cacilhas

Bombeiros de Cacilhas resgatam cão dentro de poço

“Este fim de semana efectuámos o resgate de um pequeno cão, que tinha caído no interior de um poço. Felizmente foi retirado sem ferimentos e entregue à GNR, pois aparentemente não tinha dono.”


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Tony Carreira de Almada dá baile

Cantor invisual desfia êxitos da criança a sonhar perdida na beira.

“E agora, um grande aplauso para o Zé, que montou tudo sozinho”, pede o cantor invisual que com playback e outras misturas anima o baile, maioritariamente de idosos, à porta do Escondidinho de Cacilhas, a dois passos da entrada para o cais dos barcos. O movimento no local está assegurado, mesmo se o Farol e o Ginjal repartem hoje com construções degradadas a melhor varanda sobre o Tejo para ver Lisboa estendida da Torre de Belém ao cais de Santa Apolónia. A vista vale tudo. Ideias mais descontraídas tem o cantor invisual que a si próprio se intitula ‘Tony Carreira de Almada’ e, no recanto do Escondidinho, desfia os êxitos da “criança a sonhar, perdida na Beira”. Os seus convites para as pessoas dançarem merecem, porém, fraca adesão. Afinal, não foi só a Incrível Almadense que por falta de convivas teve de baixar a frequência dos bailes para idosos na grande sala de teatro da sede. Há quem não resista ao cansaço dos anos.

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Plano Municipal: Cacilhas vai ter nova cara e reclama “a melhor vista sobre Lisboa”

Depois da bem-sucedida requalificação da rua Cândido dos Reis, que atraiu mais investidores e deu novos usos à zona de Cacilhas, na margem sul de Lisboa, a autarquia da Almada quer agora apostar na requalificação do Cais do Ginjal.

A autarquia de Almada anunciou esta quarta-feira um novo plano municipal para o Cais do Ginjal, em Cacilhas. O projeto, ainda sem orçamento estimado, inclui a substituição dos armazéns industriais abandonados em frente ao rio por modernas residências, escritórios e praças temáticas, numa zona que reclama a “melhor vista sobre Lisboa”.

Segundo avança o jornal ‘Diário de Notícias’, depois da bem-sucedida requalificação da rua Cândido dos Reis, que atraiu mais investidores e deu novos usos àquela zona da margem sul de Lisboa, a autarquia da Almada quer agora apostar na requalificação do Cais do Ginjal. A candidatura já foi submetida ao programa 2020 e está a ser ponderada a criação do núcleo museológico da Marinha na zona, bem como uma mudança dos terminais rodoviário e marítimo.

“Precisamos de ligar a rua ao largo de Cacilhas e depois ao Ginjal. A Cândido dos Reis é o início de uma dinâmica que queremos para a entrada em Almada que é Cacilhas por via do rio”, afirma a vereadora Amélia Pardal ao ‘DN’.

O presidente da Câmara Muncipal de Almada, Joaquim Judas, não avança como um valor para a intervenção que abrange uma área superior 80 mil metros quadrados. O Ginjal pertence o grupo imobiliário Avelino Farinha e Agrela, que comprou o terreno à Galp, e que terá de dar o parecer final sobre o projeto. A proposta de requalificação da zona vai ser agora discutida na sede da autarquia e a admite-se a possibilidade de dentro de uma década ser possível dar uma nova cara ao velho Cais do Ginjal.

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Bombeiros de Cacilhas ajudam no incêndio de Pedrogão

Saiu de cacilhas, às 16:30, a rendição dos operacionais do Distrito de Setúbal, que estão no combate ao incêndio em Pedrógão. Esta rendição está a ser efetuada, em autocarro cedido pela Câmara Municipal de Almada.

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Trabalhadores da Soflusa avançam para dois dias de greve parcial

Trabalhadores da empresa realizaram um plenário no terminal do Barreiro.

Os trabalhadores da Soflusa, responsável pela ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa, decidiram hoje avançar para dois dias de greve parcial, devido à falta de embarcações e inexistência de respostas sobre a revisão do Acordo de Empresa. Os trabalhadores da empresa realizaram hoje um plenário no terminal do Barreiro, o que originou a paralisação das ligações durante um período da tarde, tendo votado a favor dos dois dia de greve, em data a decidir. “Os trabalhadores reuniram em plenário para avaliar a greve que foi realizada e decidiram avançar com mais dois dias de greve, de duas horas por turno, em data ainda a definir. Os trabalhadores vão intensificar a luta perante a ausência de respostas”, disse à agência Lusa Carlos Costa, do Sindicato dos Transportes Fluviais Costeiros e Marinha Mercante, afeto à Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS). Segundo o sindicalista, os trabalhadores não estão satisfeitos com a atual situação na Soflusa e decidiram avançar para um dia de greve. “A revisão do Acordo de Empresa está pré-acordada, mas ainda não temos respostas, e os problemas nos navios continuam”, defendeu. A Lusa contatou a Soflusa, mas até ao momento não foi possível obter qualquer comentário a esta decisão dos trabalhadores. Na quarta-feira, os trabalhadores da Transtejo, a outra empresa do grupo que faz as ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, também vão realizar um plenário, que deve originar a paragem das carreiras fluviais durante um período da tarde. “Os trabalhadores da Transtejo também vão analisar a greve de dois dias que foi efetuada e é expectável que também voltem a avançar com novas formas de luta”, concluiu o sindicalista.

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Grupos internacionais querem investir em Almada

Vão ser investidos 13 milhões de euros na descontaminação dos solos da Siderurgia e da Quimigal. Projeto Cidade da Água, em Cacilhas, já tem interessados

Até ao final do ano vão ser investidos 13 milhões de euros na descontaminação dos terrenos dos antigos parques industriais do Seixal (ex- Siderurgia Nacional) e do Barreiro (antiga Quimigal). Além de estarem previstas pela empresa Baía do Tejo ações de reabilitação, no valor de dois milhões de euros, nestes terrenos, que fazem parte de um projeto que tem como objetivo renovar as zonas ribeirinhas de Almada (que tem recebido manifestações de interesse por parte de fundos e de grupos económicos internacionais em investir), Seixal e Barreiro. E ao mesmo tempo criar uma única frente metropolitana de oferta turística e empresarial juntando os recursos disponíveis naquelas cidades com o que já existe em Lisboa.

Dentro deste projeto, é na cidade de Almada que está a grande aposta na área da reabilitação urbana, cujo interesse em ali investir já foi demonstrado por grupos económicos internacionais, existindo mesmo, sabe o DN, manifestações dessa intenção feitas por escrito. Para a área que já foi ocupada pelos estaleiros de reparação naval da Lisnave está aprovado desde 2009 um projeto de renovação que inclui uma marina, um terminal para cruzeiros e uma área habitacional, que, após estar construída, deverá contar com dez mil habitantes.

Com o plano de urbanização Almada Nascente aprovado e publicado em Diário da República desde 2009, falta uma decisão administrativa do governo sobre terem poderes sobre a zona marítima junto a Cacilhas para que os concursos públicos para a concretização do projeto avancem. E não parece faltarem interessados. Segundo sabe o DN, a Baía do Tejo e a autarquia de Almada têm sido contactados por grupos de investidores internacionais como fundos norte-americanos e ingleses e empresas ligadas ao imobiliário, por exemplo do Médio Oriente e da Holanda, que revelaram interesse em investir neste projeto que, segundo a avaliação económico-financeira conhecida, pode englobar um investimento mínimo de mil milhões de euros. Alguns desses contactos aconteceram no Mipim, uma das maiores feiras de imobiliário do mundo, que se realizou Cannes (França) em março, onde o projeto de reabilitação dos três pontos-chave da Margem Sul estiveram em destaque.

“A promoção do projeto Lisbon South Bay, feito pela Baía do Tejo em parceria com os municípios de Almada, Barreiro e Seixal, tem dado frutos e tornado estes territórios conhecidos e conseguido mostrá–los a grupos económicos de referência e a empresas de investimento imobiliário”, confirmou ao DN Sérgio Saraiva, administrador da empresa Baía do Tejo.

Além da Cidade da Água, uma das apostas para dar uma nova vida aos antigos parques industriais do Seixal e do Barreiro (ambos com dezenas de empresas a funcionar nessas áreas) e a de que o terminal de contentores que atualmente existe em Lisboa passe para o Barreiro, aproveitando uma parte dos terrenos da Quimigal, estando previsto que o porto para os barcos seja feito ganhando terreno ao rio Tejo. Para já, o processo da responsabilidade da Administração do Porto de Lisboa está parado na Agência Portuguesa do Ambiente, à espera de elementos adicionais relativos ao impacte ambiental.

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Almada – Placas de fibrocimento do telhado do Terminal Fluvial de Cacilhas

CDS/PP exige intervenção para a remoção total das placas.

Nuno Magalhães, deputado do CDS eleito por Setúbal, quer saber se o Ministério do Ambiente tem conhecimento da existência de placas de fibrocimento no telhado do Terminal Fluvial de Cacilhas e quando irá proceder a uma intervenção para a remoção total das placas.

O deputado do CDS pergunta ainda ao Ministro se este não considera que a não remoção dessa estrutura pode considerar um perigo para a saúde pública, nomeadamente para os utentes e para os profissionais que se deslocam e operam diariamente no respetivo terminal.

O Terminal Fluvial de Cacilhas é uma infraestrutura do Grupo Transtejo, integrada no equipamento para a prestação de serviço público de transporte fluvial entre as duas margens do Rio Tejo, parte do sistema global da Área Metropolitana de Lisboa, mais concretamente entre Cacilhas/Cais do Sodré.

Deste Terminal fazem uso milhares de utentes que diariamente escolhem o transporte fluvial para atravessar as duas margens.

O Terminal Fluvial de Cacilhas está integrado numa rede de transportes que prestam serviço público, como são o caso da TST (Transportes Sul do Tejo), do MTS (Metro Transportes do Sul) e de táxis, sendo ainda complementado por parqueamento automóvel.

É da máxima utilidade a fomentação dos transportes públicos coletivos, tendo em vista também o descongestionamento do tráfego automóvel dentro das cidades, diminuir o tempo de deslocação das viagens, e a criação de bons hábitos ambientais, mitigando a emissão de gases poluentes na atmosfera.

O Terminal Fluvial de Cacilhas é um equipamento que data de 1978, tendo sofrido obras de remodelação em 2010, nomeadamente, com a instalação de sanitários e o posto de venda de bilhetes.

O telhado da infraestrutura em questão é constituído por placas de fibrocimento, sendo que o mesmo não foi intervencionado aquando das obras de requalificação do Terminal.
Está provado que a exposição continuada às partículas libertadas pelas placas de fibrocimento é potencial causadora de graves problemas de saúde.

Está contemplada na Missão do Grupo Transtejo a prestação do serviço de transporte público fluvial de passageiros e veículos com padrões elevados de qualidade e segurança, segundo critérios de sustentabilidade económico-financeira, social e ambiental, tal como os Valores contemplados no mesmo Grupo, onde se realça o respeito pelos direitos das pessoas e a proteção do ambiente e promoção da segurança das pessoas e bens.
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Queixas de utentes levam a inspecção nos Transportes Sul do Tejo

Os Transportes Sul do Tejo (TST) começaram hoje a ser alvo de uma ação inspetiva devido à “quantidade de reclamações sobre os serviços”, avançou, no Parlamento, o presidente da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT).


De acordo com João Amaral Carvalho, que falava na comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, a ação inspetiva nos TST surge depois de uma outra começada em 2016, que incidiu em 36 operadores de transportes a nível nacional, que representam 86% das carreiras registadas.

Segundo o presidente da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, o objetivo destas ações é ter a perceção dos contratos que os operadores têm e quais as carreiras que operam.

João Amaral Carvalho lembrou ainda que, da ação inspetiva de três dias realizada no Metropolitano de Lisboa, já saiu um “relatório preliminar” que foi enviado ao Metro, estando agora a AMT à espera do contraditório para a elaboração do relatório final.

A 23 de novembro último, a Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul (CUTMS) realizou uma ação de protesto junto às instalações da empresa TST, para contestar o serviço que “está degradado e a frota obsoleta”.

“Realizámos esta ação de protesto devido à degradação do serviço prestado pelos TST. Depois de cortarem carreiras e horários, agora nem os horários cumprem. A frota está também obsoleta e muito degradada”, disse Luísa Ramos, da CUTMS, à Lusa na altura.

Segundo a responsável, existem cada vez mais casos de “avarias de autocarros em serviço”, bem como falta de condições para transportar pessoas com mobilidade reduzida.

“Esta empresa tem uma frota envelhecida, sem conforto, sem higiene e com constantes avarias. Os preços são também exorbitantes”, defendeu.

Luísa Ramos afirmou ainda que os utentes exigem uma maior fiscalização ao serviço prestado pela TST por parte das entidades competentes.
De acordo com João Amaral Carvalho, que falava na comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, a ação inspetiva nos TST surge depois de uma outra começada em 2016, que incidiu em 36 operadores de transportes a nível nacional, que representam 86% das carreiras registadas.

Segundo o presidente da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, o objetivo destas ações é ter a perceção dos contratos que os operadores têm e quais as carreiras que operam.

João Amaral Carvalho lembrou ainda que, da ação inspetiva de três dias realizada no Metropolitano de Lisboa, já saiu um “relatório preliminar” que foi enviado ao Metro, estando agora a AMT à espera do contraditório para a elaboração do relatório final.

A 23 de novembro último, a Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul (CUTMS) realizou uma ação de protesto junto às instalações da empresa TST, para contestar o serviço que “está degradado e a frota obsoleta”.

“Realizámos esta ação de protesto devido à degradação do serviço prestado pelos TST. Depois de cortarem carreiras e horários, agora nem os horários cumprem. A frota está também obsoleta e muito degradada”, disse Luísa Ramos, da CUTMS, à Lusa na altura.

Segundo a responsável, existem cada vez mais casos de “avarias de autocarros em serviço”, bem como falta de condições para transportar pessoas com mobilidade reduzida.

“Esta empresa tem uma frota envelhecida, sem conforto, sem higiene e com constantes avarias. Os preços são também exorbitantes”, defendeu.

Luísa Ramos afirmou ainda que os utentes exigem uma maior fiscalização ao serviço prestado pela TST por parte das entidades competentes.

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Grupo Transtejo com cinco embarcações sem certificado de navegabilidade

Empresa dispõe de uma frota de 25 embarcações para a sua operação.

O grupo Transtejo, responsável pelas ligações fluviais no rio Tejo, tem cinco embarcações sem certificado de navegabilidade, refere o Governo, em resposta a uma questão colocada pelos deputados do PS eleitos por Setúbal. “O grupo Transtejo dispõe de uma frota de 25 embarcações para a sua operação. Atualmente encontram-se caducados os certificados de navegabilidade de cinco embarcações: dois catamarãs e um ferry da Transtejo e dois catamarãs da Soflusa”, refere a resposta do Governo, remetida pelo gabinete do ministro do Ambiente, depois de consultada a empresa. Os deputados socialistas questionaram o Governo sobre as perturbações nas ligações fluviais no rio Tejo e os problemas com a frota, depois de terem sido feitas várias denúncias, por sindicatos e autarquias, dos problemas existentes. Na resposta, o Governo refere que o certificado de navegabilidade tem a validade de um ano, estando o armador obrigado a colocar o navio em doca seca de dois em dois anos. “Não foi possível contratar, em tempo útil, os trabalhos de docagem e reparação necessários para o efeito, atendendo a condicionantes de ordem técnica e financeira”, salienta. O Governo refere que o grupo Transtejo, que engloba as empresas Transtejo e Soflusa, esteve sujeito a “restrições orçamentais”, que levou a que apostasse na reparação de falhas em vez de na prevenção e que, nas peças sobressalentes, se tivesse privilegiado o “preço em contraponto com a qualidade”.
“A nova administração tem previsto a curto prazo uma estratégia de contenção dos níveis de degradação de ativos considerados críticos para assegurar os níveis de oferta programada, com destaque para a frota de navios e pontões”, explica. O documento acrescenta que os estudos internos para a renovação de frota estão a ser reanalisados e que o grupo tem autorização para admitir oito trabalhadores, cinco na Transtejo e três na Soflusa, em 2017. Em relação à taxa de regularidade das ligações fluviais, o Governo refere que em 2016 foi de 98,38%, explicando que as empresas do grupo necessitam de 16 embarcações para a sua atividade.

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Cacilhas mostra veleiros nas comemorações dos 50 anos da Ponte 25 de abril

SAM_1484Por ocasião das comemorações dos 50 anos da Ponte 25 de abril que ocorre amanhã dia 6 de agosto encontram-se em visita em Almada nos cais de Cacilhas com visita grátis a Caravela Vera Cruz, Veleiro Crioula, Fragata D.Fernando II e Glória e o Veleiro Gulden Leeuw , holandês.

Fonte :::> http://quintaisisa.blogspot.pt/?view=sidebar

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