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2017 Tomada de Posse da Câmara do Montijo (Vídeo)

20 de Outubro 2017

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Reportagem Diário da Região

Novos órgãos municipais instalados. Presidente da Câmara “elegeu” investimento da tutela como âncora para estratégia de acção nos próximos quatro anos. Cerimónia ficou ainda marcada por despedida de Maria Amélia Antunes

do Governo, está no “centro do radar” da estratégia de investimentos que o novo executivo camarário, presidido por Nuno Canta, defende para os próximos quatro anos no concelho. Da implantação do novo aeroporto, que aguarda por luz verde do Governo para se fazer à pista no Montijo, derivará muito da acção autárquica da nova maioria socialista (agora absoluta) para o futuro próximo do território, conforme deixou antever o discurso do presidente reeleito, durante a cerimónia de instalação da Câmara Municipal, realizada esta sexta-feira, no salão nobre dos Paços do Concelho.

“O novo mandato ficará marcado pela construção de novas infra-estruturas. Falo-vos do novo aeroporto no Montijo, no Seixalinho. É um processo sem paralelo no resto do País e que constitui uma verdadeira transformação no Montijo e na região de Setúbal”, disse Nuno Canta, lembrando que essa transformação suscita “oportunidades e desafios”, gera “esperanças e angústias, motiva expectativas e cria problemas”, o que obriga a uma gestão do processo com “ambição, lucidez e, ao mesmo tempo, serenidade”.
Todo o processo do aeroporto, adiantou, será desenvolvido em “permanente diálogo com todos” e com total garantia de “segurança ambiental”, salvaguardando a “defesa dos interesses do Montijo”.

“O novo aeroporto é uma oportunidade de excelência e os objectivos de um crescimento inteligente, inclusivo e sustentável são as linhas inspiradores que assumimos no desenvolvimento deste processo”, admitiu, sublinhando que o novo equipamento trará “novas exclusões, geradas pelo desenvolvimento”, que vão exigir “prioridade” às políticas de coesão. “Há que mobilizar as forças vivas, parceiros sociais, empresas e agentes de desenvolvimento local. O Montijo deverá dinamizar a constituição de uma aliança, que permita uma estratégia de desenvolvimento justo e sustentável, que promova a competitividade, o emprego e a coesão de todos os montijenses”, considerou, antes de sublinhar a política de proximidade aprofundada nos últimos quatro anos.

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Foi com gosto que representei o povo do Barreiro sublinha Carlos Humberto, em carta dirigida ao Movimento Associativo

“Termino este período da minha vida com o sentimento de dever cumprido, que é diferente de afirmar que fiz tudo bem”, refere Carlos Humberto, numa Carta dirigida ao Movimento Associativo, no final do seu mandato como Presidente da Câmara Municipal do Barreiro.


Amigos

Passaram 12 anos desde que assumi a presidência da Câmara Municipal do Barreiro. Chegou a hora de me despedir destas funções e de me despedir de vós.

Foi com gosto que representei o povo do Barreiro. Foi com enorme esforço que cumpri estes mandatos, mas foi também, com sentido de uma responsabilidade imensa.
Termino este período da minha vida com o sentimento de dever cumprido, que é diferente de afirmar que fiz tudo bem.

Sempre considerei e continuo a considerar que o movimento associativo, as IPSS são um pilar muito importante do desenvolvimento passado, presente e futuro do Barreiro.
Sempre considerei e continuo a considerar que o movimento associativo, as IPSS têm autonomia dos poderes que é necessário respeitar, preservar e aprofundar.

A cooperação e a proximidade que mantive com a generalidade do movimento associativo e das IPSS enquanto presidente de Câmara é para mim sinónimo de satisfação pessoal.
Quero, em meu nome, agradecer a forma como criámos e desenvolvemos relações institucionais e com muitos dos intervenientes, relações pessoais.

Foi um prazer ter criado e mantido uma estreita relação que em minha opinião, foi frutuosa para cada uma das entidades e para o concelho.
Nas novas funções que irei exercer, estarei sempre á vossa disposição.

Um abraço.
Carlos Humberto de Carvalho

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MONTIJO | Catarina Marcelino cai do Governo no mesmo dia em que assume Assembleia Municipal

MÁRIO RUI SOBRAL

A nova presidente da Assembleia Municipal do Montijo poderá retomar as funções de deputada à Assembleia da República, o que implica, desde logo, a saída de Francisca Parreira (autarca em Almada) do hemiciclo. Ana Sofia Araújo (autarca em Sines) poderá levar a mais uma alteração na composição do elenco do PS eleito pelo círculo de Setúbal

À hora da cerimónia de instalação dos órgãos autárquicos, Câmara e Assembleia Municipal, no Montijo, estava já definido que Catarina Marcelino não seria reconduzida como secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.

Horas antes do início da cerimónia, realizada ontem nos Paços do Concelho, a decisão já estava tomada, apurou o DIÁRIO DA REGIÃO junto de fonte socialista.

Rosa Lopes Monteiro – que vinha exercendo funções, na área da Igualdade, desde 2016, no gabinete de Eduardo Cabrita (então ministro Adjunto do primeiro-ministro, agora ministro da Administração Interna) – sabia que iria substituir Catarina Marcelino na secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade, que passou a ser tutelada pela ministra da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques.

Catarina Marcelino tomava posse como membro da Assembleia Municipal do Montijo pouco depois das 15h30 (sendo eleita, logo após a cerimónia, presidente deste órgão municipal) e por essa hora já deveria também ter conhecimento de que estaria de saída da secretaria de Estado. O anúncio da substituição foi feito ao final da tarde na página da Presidência da República e pelas 21h20 a montijense reagiu na página pessoal que administra na rede social Facebook.

“Tenho por hábito dizer que estou de Secretária de Estado. Estamos e a qualquer momento podemos deixar de estar. Foi o que aconteceu hoje comigo. Não saio por vontade própria, mas porque a Ministra que vai tutelar a pasta entendeu, no seu pleno direito, escolher outra pessoa”, disse a nova presidente da Assembleia Municipal do Montijo, deixando agradecimentos a todos os que lhe manifestaram apoio pelo trabalho desenvolvido como secretária de Estado.

Mexidas no xadrez dos deputados do PS eleitos por Setúbal

O PS, recorde-se, elegeu nas Legislativas de 2015 sete deputados pelo círculo de Setúbal à Assembleia da República: Ana Catarina Mendes; Eduardo Cabrita; Eurídice Pereira; Paulo Trigo Pereira; Catarina Marcelino; Ricardo Mourinho Félix; e Inês de Medeiros.

Com as saídas de Eduardo Cabrita, Catarina Marcelino e Ricardo Mourinho Félix para funções governativas e de Inês de Medeiros para vogal do INATEL (entretanto eleita presidente da Câmara de Almada), subiram a deputados do hemiciclo em regime de substituição Ivan Gonçalves (líder da JS nacional), Ana Sofia Araújo (eleita agora vereadora na Câmara de Sines), André Pinotes Batista (também eleito a 1 de Outubro para a Assembleia Municipal do Barreiro) e Francisca Parreira (ex-presidente da Junta da Trafaria e igualmente eleita nas últimas Autárquicas para a vereação da Câmara de Almada).

Catarina Marcelino pode agora retomar as funções de deputada parlamentar, o que implicará desde logo a saída de Francisca Parreira do hemiciclo, de acordo com o estipulado no número 2 do artigo 6.º do Estatuto do Deputado que determina que “com a retoma pelo deputado do exercício do mandato, cessam automaticamente todos os poderes do último deputado da respectiva lista que nessa data esteja a exercer o mandato”.

As mexidas no xadrez dos parlamentares eleitos pelo círculo de Setúbal poderão não ficar por aqui. Até porque, segundo a alínea g) do estatuto atrás referido “são incompatíveis com o exercício do mandato de deputado à Assembleia da República” os cargos ou funções de “vereador a tempo inteiro ou em regime de meio tempo das câmaras municipais”.

Ora, neste particular, há ainda a observar que Ana Sofia Araújo já foi empossada como vereadora da Câmara Municipal de Sines, sendo que a autarca terá de optar por se manter como deputada à Assembleia da República, em regime de substituição, até 2019, ou por assumir as funções com pelouros na vereação de Sines, até 2021. Caso Ana Sofia Araújo opte pela última hipótese, Pedro Filipe Ruas – que foi cabeça-de-lista pelo PS à Assembleia Municipal de Grândola – será o senhor que se segue entre os deputados do círculo de Setúbal no parlamento.

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Câmara do Seixal exige mais carreiras no transporte fluvial no Tejo

09 Outubro 2017

A Câmara do Seixal exigiu hoje um aumento diário do número de barcos a fazer a ligação entre a cidade e Lisboa, acusando a empresa responsável pelas ligações fluviais de “desinvestimento”, situação que considera “insutentável”.

O presidente da Câmara, Joaquim Santos, apanhou hoje um barco na cidade em direção a Lisboa, pelas 08:10, para demonstrar “a sua solidariedade para com a população” do concelho do distrito de Setúbal, anunciou o município, em comunicado.

De acordo com a autarquia, nos últimos tempos a população do Seixal “tem vindo a ver reduzido o número de carreiras diárias e, apesar de apresentar milhares de reclamações, não obtém qualquer resposta por parte da empresa”.

O atual executivo, em conjunto com o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, e vários elementos da Comissão de Utentes dos Transportes realizaram a viagem até à capital para demonstrar que “o transporte fluvial assume um papel de extrema importância na mobilidade das populações”.

As embarcações transportam cerca de 5 mil pessoas por dia para Lisboa, pelo que o município “reitera a sua solidariedade para com a população na reivindicação de mais carreiras, mais investimento nas frotas e ainda a criação de novas carreiras que possam ligar os concelhos ribeirinhos do Seixal, Almada, Barreiro e Montijo”.

Joaquim Santos referiu ainda, citado no comunicado, que “esta é uma situação insustentável, que prejudica diariamente a população, que paga um serviço do qual não usufrui”.

Desde 2011, acrescentou, já foram suprimidas 16 carreiras diárias e o desinvestimento da Transtejo e Soflusa – empresas de transporte público fluvial – na manutenção e reforço da frota tem-se vindo a acentuar.

As inúmeras supressões de carreiras por parte da Transtejo e Soflusa têm sido alvo de reclamações e protestos por parte da população, que tenta ver resolvida a situação.

O autarca lembrou que “apesar das várias reuniões e reivindicações da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em junho deste ano o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa”.

De acordo com o Plano de Mobilidade e Transportes Intermunicipal, apresentado recentemente, o transporte fluvial de Lisboa encontra-se em “4.º lugar no mundo em termos de volume de passageiros médio diário de sistemas fluviais metropolitanos, com o total de 74 236 passageiros por dia, só superado por Istambul (150 mil passageiros), Rio de Janeiro (106 mil passageiros) e Nova Iorque (75 mil passageiros)”, relembra a autarquia no comunicado.

Segundo o mesmo documento, só no Seixal são transportados 5.573 passageiros por dia, número que poderia ser superior se a oferta do número de carreiras fosse também superior”, ressalva.

A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e a capital.

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Inês de Medeiros: “Assustada não diria, mas é uma tarefa grande”

4 de Outubro 2017

Na noite eleitoral, o presidente cessante, Joaquim Judas, telefonou-lhe duas vezes mas não falaram sobre o futuro. Essa conversa começa agora, com todas as forças eleitas.

A presidente eleita está a resolver as últimas coisas no Inatel e no Teatro da Trindade, mas sabe que quer trabalhar em articulação com os outros concelhos da Área Metropolitana de Lisboa porque sem isso não há soluções para questões essenciais como a mobilidade. Gosta de cacilheiros, sim, “esse é o transporte mais rápido, eficaz e limpo entre as duas margens”.

Não está assustada com a tarefa gigante que tem entre mãos?

ssustada não diria, porque sou uma otimista, mas estou consciente de que é uma tarefa grande. Todos nós que nos apresentamos a eleições temos de ter consciência de que representamos mais do que nós próprios e a nossa força partidária. O tempo da disputa política, que é saudável e desejável em democracia, acabou. Agora é trabalhar por aquilo que todos queremos, o bem do território e das populações.

Vai trabalhar com os eleitos dos outros partidos? Como vai organizar o executivo?

Ainda temos de conversar todos. Para já está tudo em aberto. Não é um caso único, há muitas câmaras onde não há maioria. Independentemente de qualquer tipo de acordo que venha a ser criado, ou não, o importante para Almada é termos sempre a noção de abertura, de diálogo e do envolvimento de todos para aproveitar a oportunidade que Almada tem neste momento, até pelo contexto que o país está a viver. Vai ser precisa a mobilização de todos.

Vai mesmo viajar todos os dias de cacilheiro entre Lisboa e Almada?

Acho que não me vão deixar, mas gosto muito de andar de cacilheiro, e é certamente o transporte mais rápido, eficaz e limpo entre as duas margens.

Quais são os projetos mais urgentes?

Muita coisa em Almada é urgente. A mobilidade é obviamente uma urgência. Com os candidatos do Partido Socialista, assinei um compromisso para o de­senvolvimento sustentável, sobretudo ao nível da mobilidade, que tem de ser vista dentro da Área Metropolitana de Lisboa. Outra questão primordial é a da eficácia da limpeza. Há dois grandes projetos para Almada que têm de avançar rapidamente, até porque têm um tempo de execução que é longo – os projetos da Margueira/Lisnave e do Ginjal. Ambos são essencialmente investimentos privados, mas importa que a câmara tenha uma visão a médio prazo. O projeto da Lisnave vai criar uma nova centralidade e os serviços têm de estar preparados. Há dois grandes contratos de concessão – dos TST e da Fertagus – que têm de estar finalizados até finais de 2019 e têm de ter em conta essa evolução. Nada disto pode ser tratado de forma isolada, mas sim ao nível de um plano integrado que junte a mobilidade, a reabilitação e os novos investimentos.

O desemprego continua a ser muito pesado no concelho?

Almada está com os piores resultados de Lisboa e Vale do Tejo na descida do desemprego, o que é incompreensível dada a situação geográfica. No último ano, tem piores resultados na retoma económica e do emprego do que o próprio Seixal, embora tenha mais potencialidades.

Tem 20 quilómetros de praias. Vai apostar no turismo?

Propomos o programa Costa Todo o Ano. O turismo massificado já não é solução, queremos apostar num turismo de qualidade e diversificado, desde a praia ao turismo desportivo e religioso. O Cristo Rei é o segundo monumento religioso mais visitado do país, mas isso não tem reflexos em Almada. Há que aplicar medidas, umas complicadas, outras simples, como o ordenamento do espaço, a sinalética, a reorganização de serviços eficazes e próximos.

Grande parte da população de Almada trabalha fora do concelho.

Muitos jovens disseram-nos que gostam de viver e estudar aqui, querem continuar mas não conseguem emprego. Não basta dizer que se apoia o empreendedorismo ou fazer startups. Tem de haver apostas específicas. Já existe o Madan Parque, ligado à FCT e que inclui as câmaras de Almada e do Seixal, um ninho de empresas ligadas à tecnologia. Agora queremos investir na responsabilidade social, que passa pelo desenvolvimento sustentável e pelo serviço a pessoas, com novos serviços que estão a surgir.

Vai apostar nos dois grandes festivais – o de teatro e o Sol da Caparica?

Claro. Almada tem o maior festival de teatro do país, uma referência – o Festival Internacional de Teatro de Almada. Não pondo em causa a sua ótima matriz artística, gostaria que invadisse as ruas e mobilizasse todo o concelho, tornando-o central nas festas de Almada, que poderá ser a grande cidade criativa das artes performativas. A aposta na cultura, mesmo ao nível das políticas sociais, é muitíssimo importante. Mas há ainda uma medida proposta pela Juventude Socialista que gosto de salientar. Há um problema com a instalação dos estudantes do polo universitário e há um problema de envelhecimento e de isolamento da população. A ideia é apoiar um arrendamento intergeracional.

Jovens a alugar quartos em casas de pessoas idosas?

Exatamente. Gosto que tenha sido proposto pelos jovens, conscientes de que isto é cada vez mais importante: tentar resolver uma questão de habitação e ter também efeitos benéficos no combate ao isolamento e pelo envelhecimento ativo.

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SEIXAL | Câmara Municipal vai recorrer ao TC sobre retirada de outdoors

Depois do anúncio da Comissão Nacional de Eleições, que ordenou a retirada dos outdoors colocados pela Câmara Municipal do Seixal, a autarquia respondeu ao Diário do Distrito que irá recorrer para o Tribunal Constitucional

Em nota enviada ao Diário do Distrito, a pedido da nossa redacção, a Câmara Municipal do Seixal responde sobre a ordem da CNE para a retirada de outdoors que «a Câmara Municipal do Seixal entende que não violou qualquer norma legal e reitera a sua convicção de que as estruturas em causa não correspondem ao conceito de publicidade institucional.

Tratam-se de tomadas de posição do órgão executivo, Câmara Municipal, órgão colegial onde têm assento os quatro maiores partidos políticos a nível nacional. Acresce que muitas das tomadas de posição em apreço foram subscritas por unanimidade.

Tendo em conta o acima exposto a Câmara Municipal do Seixal apresentará o competente recurso para o Tribunal Constitucional. Não obstante a apresentação desse recurso, a Câmara Municipal irá ocultar a informação colocada em causa pela CNE até dia 2 de Outubro, não pretendendo dessa forma perturbar o período da campanha eleitoral que se aproxima.»

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Carlos Humberto despede-se com emoção da Câmara Municipal do Barreiro

Presidente eleito pela CDU esteve à frente da autarquia durante 12 anos. Ontem participou na ultima reunião publica do executivo e despediu-se com lágrimas

Foi em lágrimas que Carlos Humberto deixou a última reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro enquanto presidente, depois de 12 anos muito exigentes à frente da autarquia.

“Tem sido uma imensa honra, foram 12 anos exigentes, extremamente exigentes, muito difíceis para mim, houve alguns momentos que cheguei quase aos meus próprios limites, mas pelo que aprendi, pelo que conheci, pelo que ajudei a fazer, muito obrigado”, disse o autarca, no fim da sessão pública.

Carlos Humberto admitiu que durante estes três mandatos foi “obrigado” a superar-se, mas que apesar de tudo foi “uma experiência a nível pessoal inesquecível” e que sai da presidência confiante no futuro do concelho.

“Sinto uma expectativa positiva relativamente ao futuro do Barreiro. Esta terra, de que muito gosto continuará a crescer, a progredir e a surpreender”.

Regina Janeiro, vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, também fez questão de agradecer à população por estes três anos de mandatos e admitiu que a separação do actual presidente iria ser a mais difícil.

“O Carlos Humberto é o que representa a separação mais difícil. Quero agradecer-lhe muito por ter confiado em mim, por aquilo que me ensinou, mas principalmente pelo que fez e vai continuar a fazer pelo Barreiro”, salientou.

Já o vereador Bruno Vitorino (PSD) admitiu, na sessão pública, que sentiu sempre que lidou “com uma pessoa dedicada ao seu concelho e uma pessoa séria” e que apesar das diferenças que tem com o autarca isso nunca foi um impedimento para trabalharem juntos pelo Barreiro.

Também Marcelo Moniz (PS) fez questão de registar “a lealdade política e o profundo amor de todos os vereadores pela cidade”.

A Câmara Municipal do Barreiro é liderada por Carlos Humberto (CDU) desde 2005. O presidente venceu as últimas eleições com maioria absoluta e está impedido de se recandidatar por ter atingido o limite de mandatos.

O executivo municipal tem também representação do PS e do PSD.

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Seixal-Autarquia e Santa Casa pedem reunião ao ministro da Saúde

A Autarquia e a Santa Casa da Misericórdia local vão pedir uma reunião ao ministro da Saúde para relembrar a necessidade urgente de se avançar com a construção da Unidade de Cuidados Continuados de Arrentela.


Esta decisão foi tomada hoje, num encontro que decorreu junto ao terreno já cedido pela autarquia para receber o equipamento, cuja responsabilidade de financiamento é do Governo.

Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal referiu que se trata «de um equipamento de extrema necessidade para o concelho, uma vez que com a sua construção o Seixal passaria a contar com mais 68 camas para dar resposta às necessidades dos munícipes que atualmente apenas contam com 30 camas disponibilizadas pelo Minstério da Saúde». O autarca acrescentou ainda que «segundo o mesmo Ministério, estão previstas 98 camas em Unidade de Longa Duranção e Manutenção existindo atualmente apenas 30, o que vem reforçar a urgência desta infraestrutura».

Joaquim Santos recordou ainda que «a autarquia já cedeu um terreno para a construção deste equipamento, com cerca de 10 mil metros, com um valor superior a 700 mil euros, pelo que falta agora que o Governo dê seguimento ao assunto e construa esta unidade social, que irá prestar os cuidados de saúde necessários a quem deles mais precisa e não tem outras soluções».

Da mesma opinião partilhou o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, que deixou claro que «a autarquia está disponível para apoiar a Santa Casa da Misericórdia do Seixal por forma a que a Unidade de Cuidados Continuados de Arrentela seja uma realidade o quanto antes».

O provedor da Santa Casa da Misericórdia do Seixal, Edison Dias, lembrou que esta instituição «foi a primeira a prestar cuidados de saúde no concelho e mantém o seu objetivo de prosseguir essa missão, pelo que esta Unidade de Cuidados Continuados é fundamental para apoiar a população. Embora o Seixal seja um concelho jovem, temos necessidades nesta área, pois trata-se de um apoio complementar pós-hospitalar muito necessário».
O Seixal é assim o concelho com menor número de camas dentro do universo daqueles que desenvolvem respostas de cuidados continuados, da responsabilidade do Ministério da Saúde (note-se que Alcochete, Palmela e Sesimbra não têm qualquer resposta desta tipologia).

A meta definida pelo Ministério da Saúde para a península de Setúbal é que se atinjam 1123 lugares disponíveis no conjunto das quatro tipologias, havendo para tal a necessidade de programar mais 442 lugares, entre os 619 novos lugares previstos e os 177 lugares excedentes a regularizar em alguns territórios.

Assim, para se alcançar a meta estabelecida pelo governo, no concelho do Seixal são necessários construir, em 10 anos, 195 lugares no total de todas as tipologias. Desta forma, para além das 30 vagas já disponibilizadas pela Associação de Reformados e Idosos da Freguesia de Amora (ARIFA), na resposta de Unidade de Cuidados Continuados de Longa Duração e Manutenção, é necessário programar mais 165 lugares, distribuídos pelas seguintes respostas:

34 vagas com acordo em Unidade de Convalescença;
39 vagas com acordo em Unidade de Média Duração e Reabilitação;
68 vagas com acordo em Unidade de Longa Duração e Manutenção;
24 vagas com acordo em Unidade de Dia e de Promoção da Autonomia.
Nesta sequência, o projeto da Santa Casa da Misericórdia do Seixal para a implementação da Unidade de Cuidados Continuados Integrados assume particular relevância para o Município do Seixal, designadamente no que se refere ao cumprimento das metas referidas, pelo que a Câmara Municipal do Seixal exige que o governo cumpra a sua obrigação, estabelecida pela Lei de Bases dos Cuidados Paliativos, e que dote o concelho deste e de outros equipamentos que garantam o apoio a quem deles mais precisa.

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Seixal-Pela conclusão da Via Alternativa à EN10

O Presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, e o Presidente da Junta de Freguesia de Corroios, Eduardo Rosa, estiveram esta quarta-feira, 6 de setembro, junto à rotunda sob o viaduto do troço inacabado da via Alternativa à EN10 (ER10).

A iniciativa contou igualmente com a presença do Vice-Presidente da CMS, Jorge Gonçalves, do Vereador José Carlos Gomes, do Presidente da Junta de Freguesia de Amora, Manuel Araújo, e de elementos da Comissão de Utentes, José Lourenço e Domingas Gonçalves. Esta iniciativa visou alertar o governo para a urgência da concretização do traçado da Estrada Regional 10, que liga Almada ao Barreiro e à Moita, através da planeada ponte (recentemente prometida pelo Primeiro-Ministro António Costa), que ligará o Seixal ao Barreiro.

A obra, com nós de ligação à também reivindicada intersecção à A2, junto ao Complexo Desportivo Carla Sacramento e à A33, permitirá uma melhor e fluída distribuição de tráfego, descongestionando o centro de Corroios.

A via Alternativa à EN10 foi iniciada pela Câmara Municipal de Almada até aos limites do concelho e continuada pela Câmara Municipal do Seixal, que investiu ali cerca de 3,5 milhões de euros. Está parada há cerca de 10 anos, por problemas levantados por um dos proprietários dos terrenos que, só agora, foram possíveis de ultrapassar. Este via foi entretanto integrada no traçado da Estrada Regional 10, que urge avançar.

Estando já a CMS na posse do referido terreno e, apesar de o traçado ter passado para a competência do poder central, através das Estradas de Portugal, Joaquim Santos anunciou que a Câmara Municipal do Seixal irá concluir o traçado até à Amora, como inicialmente previsto, para cuja construção lançará em 2018 o respetivo concurso, com conclusão prevista para 2020, num investimento adicional de cerca de 3,6 milhões de euros.
CM Seixal.

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Alcochete-Requalificação do Miradouro Amália Rodrigues

Com a intervenção no miradouro Amália Rodrigues, principal acesso ao centro de Alcochete, pretende a câmara municipal revitalizar uma das mais belas zonas de lazer e de estar da vila, que reúne as características de um privilegiado mirante, e prosseguir com o processo de regeneração urbana da frente ribeirinha.

A requalificação do miradouro Amália Rodrigues constitui uma operação integrada no âmbito das obras de reabilitação do espaço público previstas na Estratégia de Reabilitação da ARU do Núcleo Antigo de Alcochete e no PARU da vila de Alcochete e foi objeto de uma candidatura a fundos europeus estruturais de investimento no âmbito do Portugal 2020.

A empreitada tem o valor base de €351.439,36 e abrange uma área de 5 000 m2, integrando além do espaço do miradouro, a avenida dos Combatentes da Grande Guerra até à rua do Norte.

Da autoria de Sidónio Pardal, arquiteto responsável pelo arranjo paisagístico do Passeio do Tejo, o projeto de requalificação do miradouro assenta numa diferenciação em todo o espaço privilegiando a vista panorâmica sobre o Estuário do Tejo, contempla a implantação de uma escadaria informal e a criação de uma plataforma como zona de estadia, protegida do trânsito rodoviário, e ainda a construção de 2 mirantes sobrelevados e arborizados, que vão conferir uma singularidade ao local.

O desnível acentuado existente no local apresentou-se como um desafio para o arquiteto Sidónio Pardal pois “não permite a quem circula no passeio se deslumbre com a paisagem espantosa e a vista para o Tejo” e nesse sentido projetou o reperfilamento da via e a repavimentação dos arruamentos privilegiando a circulação pedonal numa ligação ao Passeio do Tejo, e em simultâneo a criação de “uma zona de estar que domina o campo panorâmico do rio e dá um sentido único e diferenciador, pois sem as palmeiras o miradouro ficou um sítio vazio e era preciso dar-lhe um conteúdo, criar um relvado e dois mirantes, um de cada lado que vão criar um efeito interessante”, sublinha o professor Sidónio Pardal.

O projeto paisagístico contempla ainda a plantação de árvores em caldeira, que vão assegurar sombra ao longo do miradouro, reforçando desta forma as funções de estadia e contemplação inerentes a toda esta zona.

Com esta intervenção a autarquia pretende revitalizar uma das áreas de estar de excelência, que ao longo dos anos foi bilhete-postal da vila de Alcochete e local de eleição da população e visitantes para fruição de momentos de lazer.

A câmara municipal vai dar início ao procedimento concursal relacionado com esta intervenção, cujo projeto de execução já foi aprovado, em reunião de câmara descentralizada na Junta de Freguesia de São Francisco, a de 29 de março último.

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