Tag: Carnaval

Carnaval em Almada 2018

09 de Fevereiro 2018
A UNICA e EB e JI Marco Cabaço com o apoio da Junta Charneca de Caparica e Sobreda realizamos o Carnaval dos Afetos.

Fotos::::> Pedro Matias

O carnaval é quando nós quisermos..
Laranjeiro escola básica ALEXANDRE CASTANHEIRA
Henrique Santos

Junta das Freguesias de Laranjeiro e Feijó

O Carnaval em Almada e arredores — das origens aos nossos dias..


Alexandre Flores
ALMADA E SUAS TRADIÇÕES – o Carnaval
I. Breve história das suas origens

O Carnaval em Almada e arredores da Margem Sul do Tejo é uma das tradições que se perde na noite dos tempos. O carnaval e outras folias, nas vertentes da história, da etnografia e da antropologia cultural, merecem ser divulgadas ou (re)lembradas à comunidade e, em especial, às novas gerações. Merecem ser evocadas os bons tempos de espirituosos divertimentos ou das extravagantes folganças entrudescas que animaram as gentes e os lugares do concelho de Almada.

A festividade remonta à Antiguidade Clássica, senão antes, com o seu cortejo de danças e máscaras, e evolui depois com os Gregos, os Romanos e os Teutões, com as respectivas divindades. Autores que há que não deixam de evocar ou problematizar a origem das festas de loucos e dos excessos que provocam, por exemplo, as orgias saturnais nas tradições da Antiguidade romana. Claude Gaiggnebet salienta que o “Carnaval, originalmente, é pré-cristão. Em todo o mundo indo-europeu, desde o solstício de Inverno, isto é, desde a saída da grande noite, se anunciava um clima febril de danças, de mascarados, quer de animais, quer de inversão dos sexos e das idades. Os principais actores destas vivências eram sobretudo os jovens”. Com o Cristianismo, os primitivos rituais, relacionados com os ritos de fecundidade da terra próprios do novo ano e do início da Primavera, perdem o seu significado mágico e simbólico. Pelo Concílio de Benevento (século XI) os dias, que antecediam a Quaresma, eram de fartura de carnes e referências impregnadas de malícias. Coube depois ao Papa Paulo II, por volta de 1470, a introdução do “baile de máscaras” no Carnaval. O Carnaval romano consistia então em ruidosas manifestações populares, como corridas de cavalos, desfile de carros alegóricos, corridas de corcundas, lançamento de ovos, etc. Durante a Renascença, os folguedos carnavalescos e as mascaradas públicas de Roma e Veneza alcançam esplendor em Itália. No século XVIII, foi consagrado o “baile de máscaras” em França, que logo se popularizou na Europa.
O Carnaval, sob o signo do “Rei Momo”, era uma época de anarquia social controlada, uma época de folia e de loucura, de dissipação e de regozijo público, expressos através de bailes, desfiles, jogos e travessuras. Nunca autorizado, mas sempre tolerado pela Igreja, o Carnaval conheceu uma grande evolução durante o século XIX.

Em Almada e noutras terras de Portugal, as festas populares ligadas ao Carnaval são antigas, com as tradicionais folias, danças e práticas, como a “Serração da Velha”, o “Charivani”, o “Xexé”, os cortejos, as cegadas (por exemplo, o “Enterro do Bacalhau”) e outros divertimentos. O Carnaval tem, como referimos atrás, raízes muito antigas. E, é ainda, nos nossos dias, comemorado pelas gentes do concelho de Almada.

Como veremos na próxima página temática: ALMADA E SUAS TRADIÇÕES – o Carnaval. II. o Entrudo e a tipificação das folias (séculos XVIII-XX).

(Estudo e recolha de Alexandre M. Flores)
__________
– Bibliografia consultada em vários autores, como Jacques Heers, Claude Gaignebet, Rui Cascão e outros citados no nosso livro «Carnaval em Almada: abordagem histórico-antropológica», Edição da Associação «Amigos da Cidade de Almada», 1998, pp. 11-15, 99.
– Imagem: «Baile de máscaras no tempo de Napoleão Bonaparte». Reprodução da aguarela de P. Gavami (1804-1866), magnifico desenhador e litógrafo francês. Estampa colorida da col. A. Flores.

(II) O Carnaval em Almada — das suas origens aos nossos dias

ALMADA E SUAS TRADIÇÕES — o Carnaval
II. O Entrudo e a tipificação de folias (século XVIII)

Em Almada, como no resto do país, o Entrudo ocorria principalmente nos três dias gordos (domingo, segunda e terça-feira) que antecediam a quarta-feira-de-cinzas. No século XVIII os Largos da Igreja de Santiago, (junto ao Castelo), da “Casa da Câmara”, da Cova da Piedade, da Igreja do Monte de Caparica e de Cacilhas, principais lugares de reunião da vida social da terra, bem como as tabernas e as pitorescas adegas decoradas com ramos de pinho e de louro, distinguiam-se como locais para a prática do associativismo formal, nas brincadeiras silenciosas e em honra do “Baco dos cristãos”. No domingo gordo, dia de pausa do mundo rural e marítimo, marcado por intenso trabalho de sol a sol, grupos de parentes, amigos e vizinhos promoviam fantasias, danças burlescas e músicas dissonantes. Sem falar, claro, da excitação do momento e das injúrias provocantes, que originavam, com alguma frequência, situações ambíguas ou perigosas. Os jovens de Almada, Cacilhas e Cova da Piedade rivalizavam-se já entre si. Também nos meios rurais e marítimos, como Monte de Caparica, Sobreda, Charneca, Fonte Santa, Porto Brandão, Trafaria, os populares dinamizavam os seus divertimentos que caracterizavam a quadra festiva.

Folhetos de literatura de cordel setecentistas (existentes na Biblioteca Nacional de Lisboa), divulgam actuações de mascarados em grupos de personagens negros, e suas falas em textos de teatro, com destaque para a representação dos “Peraltas mascarados em Almada”, em 1740.

Os folguedos e as lutas “guerreiras” eram muito animadas, por vezes brutais, pelas azinhagas e ruas da vila. As “armas” podiam ser os saquinhos de areia ou excremento de burro, ou ovos de gema, ou as suas cascas contendo farinha, ou ainda a vassourada e as bordoadas com colheres e varas, ao som de tambores. Saltibancos, acrobatas das “danças da luta” ou tocadores de bombo e gaita-de-fole provenientes de Lisboa e que se dirigiam de Cacilhas até à Rua Direita de Almada (actual Rua Capitão Leitão) — através da Calçada da Pedreira -, encorajavam as folganças e as danças dos mascarados. A música e as danças constituíram sempre, e ainda constituem, uma das mais espontâneas manifestações de cultura popular.

A sátira era aproveitada nesta época para criticar figuras e alguns factos da comunidade. Em 1769, deu-se um acontecimento insólito em que meteu “saias”, com a presença de um padre e seis frades de Lisboa numa festa de família… na casa das «Espingardeiras», na vila de Almada. Estas mulheres eram assistentes, ora em Almada, ora em Lisboa. Esta casa, (habitada por Maria da Paz, uma mulher robusta, bem parecida e foliona, com as suas três sobrinhas, com idades de dezoito, vinte e vinte e três anos), então conhecida na vila, era também frequentada por alguns frades dos conventos de Lisboa quando dos passeios e banhos à Outra Banda. No dia 13 de Outubro daquele ano, fazia anos a Hilária, uma das ditas sobrinhas, e acorreram a festejá-los os frades (convidados) mais devotos da casa. O jantar fora demorado e alegre, com a presença de alguns músicos de Lisboa, correndo as despesas por conta do frei Francisco de Paula Bossio, (então vigário geral da Ordem de S. Francisco de Paula, pregador jubilado e autor da obra setecentista: «Vida prodigiosa e portentozos milagres do glorioso thaumaturgo S. Francisco de Paula»), não contando umas garrafas de Carcavelos, oferecidas por frei António Moniz). E pela noite, nos intervalos da dança, cantava-se e bebia-se, ou diziam-se segredos, pelo esconso dos aposentos. Devido à falta de discrição no festim em casa da Maria da Paz, a festa de aniversário acabou mal em Almada, e os frades foram presos, «em nome das justiças d`el-rei», pelo juiz de fora, o doutor José Manuel da Cruz Mendes. Este episódio brejeiro, que conheceu processos em tribunais eclesiásticos, após o envio do auto do juiz ao marquês de Pombal, foi satirizado pela vizinhança local e aproveitado nas loucuras do “Rei Momo” em alguns carnavais almadenses. Nos finais do século XIX, ainda se vivia na tradição da vila a fama de umas mulheres, que davam por alcunha de «Espingardeiras», não sendo de estranhar o anticlericalismo existente no operariado almadense, conforme a imprensa da época, nomeadamente «O Corticeiro».

————-
— Na próxima página: III. O Entrudo e a tipificação de folias (século XVIII).
— Bibliografia consultada em vários autores, como: José Ramos Tinhorão e Cândido Figueiredo, cit. na obra “Carnaval em Almada”, 1998, pp.18-25, 100.
— Imagem: Paródia de Carnaval. Reprodução da litografia de Lopes, in «Illustração Popular», 1866.

ALMADA E SUAS TRADIÇÕES – o Carnaval
VI. O Entrudo e a tipificação de folias (século XX): bailes e outras folias nas colectividades

Bailes de máscaras:

As associações recreativas passaram a ter, desde os princípios do século XX, um relevante papel ao nível da sociabilidade musical-dançante. Os seus associados, ligados ao operariado e à pequena-burguesia, eram agora os principais intervenientes nos programas carnavalescos.
Promoviam-se deslumbrantes bailes de máscaras abrilhantadas pelas orquestras, havendo prémios para as damas e cavalheiros que se apresentavam como melhores mascarados. Na segunda e terça feira, continuavam as festas, em especial os referidos bailes de mascarados nas colectividades até que houvesse bofes para dançar…
Quando um grupo de mascarados entrava numa colectividade, um deles tinha que mostrar o rosto a um membro da Direcção que se encontrava na entrada da sede social. Não era permitido dançarem dois mascarados do sexo masculino. Nestes dias deviam ser respeitadas as resoluções do «director de sala» ou «mestre-sala» que superintendia na morigeração do ambiente dançante.
Os festejos, desde as décadas de 1920 e 1930, começaram a entrar mais nas colectividades e a esmorecer um pouco nas ruas, com música ao vivo e ornamentação adequada, onde se realizavam grandiosas festas com quatro soarés e duas matinés
O “baile da pinhata”, caracterizado mais à frente, constituía uma das principais atracções carnavalescas.
As bandas de música animavam o ambiente, com música jazz, swing, slow, twsti, charleston inglês, rock, tango, música de samba e música portuguesa.
Além dos pequenos sacos confecionados com retalhos coloridos e cheios de feijão, milho, grão de bico, serradura, areia e até pedrinhas, as raparigas faziam outros sacos, feitos com sobras de fazenda em seda ou veludo, decorados com laços ou bordados em forma de coração, para atirarem aos rapazes. O lançamento destes últimos saquinhos tinha a subtil intenção de chamar a atenção dos seus preferidos. Porém, a maioria destes sacos eram “roubados” nos lançamentos. Eram também elas que faziam as “armas” para a “guerra das sacadas” nos salões dos bailes, nomeadamente as sacolas cheias de papéis e serpentinas. Nesta ocasiões, o namoro acabava muitas vezes em casamento, embora corresse um ditado popular: «casamento no Carnaval arranjado, no Natal está acabado».
Alguns brincalhões nas festas de Carnaval, abrilhantadas nas colectividades, compravam um bacio com cores garridas e florido. Cozinhavam uma mistela saborosa com doce, leite com creme e chocolate, incluindo pedaços de marmelada. Era ritual a distribuição desta mistela com uma colher de pau por todas as damas em volta da sala que com algum nervosismo e risos à mistura lá iam comendo o acepipe do penico…

Baile da Pinhata:

A festa do «baile da pinhata» realiza-se, em princípio, no primeiro domingo da Quaresma, com a tradicional quebra de uma enorme e fantasiosa pinha. Constitui ainda, nos nossos dias, uma das principais atracções nos programas festivos dedicados ao Carnaval.
Nos antigos bailes da «pinhata», a quebra da pinha era feita à paulada. A pinha, composta de uma esfera de papel cheia de confetis, apenas continha um único prémio no seu interior. E era aberta à cacetada por uma dama.
O acto apresentava-se da seguinte forma: a cada dama proposta para a abertura da pinha vendava-se-lhe os olhos com um lenço. Depois o «mestre da sala» dava-lhe o braço e fazia-a passear pelo recinto do baile até que a deixava num local em frente da pinha. A dama munida de um cacete tentava, em três pauladas, abrir a pinha para alcançar o almejado prémio. Acontecia porém que a maioria das cacetadas era dada em falso por causa da falta de visão. O mais burlesco desta cena era que uns gritavam tentando o ajustamento da pretendente para o lugar ideal, outros em jeito gozão, conseguiam enganá-la de forma a ela se abeirasse da assistência e, então, para gáudio geral, a «pinha» a partir pudesse ser outra.
Organizado pelas direcções das colectividades, os tradicionais bailes da «pinhata», desde o final da década de 1920, já se faziam de vários métodos quanto à abertura das pinhas onde se encontravam as surpresas.
Posteriormente, este baile continuou a ser cobiçado nas associações, devido ao empenho pela conquista das fitas premiadas, principalmente a que estava ligada ao fecho da pinha, na procura dos títulos de «Rei e Rainha do Carnaval». A pinha era, por exemplo, feita de arame e forrada de papel em várias camadas, até ficar sólida, levando depois uma camada de papel verde imitando a casca das pinhas. A mesma pode ser feita a abrir nos gomos que se quiser, conforme o artista que a faça ou abrir na parte inferior uma espécie de tampa. São colocadas à volta da pinha inúmeras fitas de seda de diversas cores com uma argola cosida na ponta, que podem ser todas ou parte delas premiadas, se os comerciantes corresponderem com os brindes. O melhor prémio é escolhido para os Reis e os outros são divididos por tantas pessoas quantas fitas numeradas permitirem.
A dança da pinha é organizada, em principio, em séries de dez a quinze pares, conforme o número de concorrentes. São chamados pelos nomes de acordo com o número de inscrição e assim é distribuído um pauzinho trabalhado sob a forma de uma batuta. O cavalheiro e a dama pegam nele ao mesmo tempo e dirigem-se às fitas que estão penduradas na pinha sem pararem de dançar, ao som da música. É a fase de grande emoção do público e dos nervos dos pares concorrentes. Os prémios vão saindo àqueles que conseguem introduzir o pauzinho na argola, puxando a fita no meio de aplausos. Quem conseguir tirar a fita, que está ligada ao fecho, é considerado o “Rei”. Nesta altura a miudagem corre debaixo da pinha para apanhar os papelinhos, as serpentinas e outros enfeites introduzidos. O par vencedor é chamado ao palco para ser coroado pelos “Reis” do ano anterior. Algumas colectividades têm mantos reais e até trono para a cerimónia da coroação. Então é dada a honra da dança só para o par vencedor, e os restantes só dançam quando os “Reis” os convidarem. Após a distribuição dos prémios termina o interesse deste baile.

Alexandre M. Flores

————-
– Continua na próxima página temática: VII. O Entrudo e a tipificação de folias (século XX); «Serração da Velha» e Cegadas.
– Imagens: a 1ª ilustra os bailes do Carnaval de 1960 no Salão de Festas da Incrível Almadense; a 2ª ilustra um baile de Carnaval no Clube José Avelino, em Fevereiro de 1933; a 3ª ilustra um concurso de Máscaras Infantis, organizado pela SFUAP em 1953; e a 4ª, um aspecto da pinha depois de aberta no Salão de Festas da SFUAP, no início da década de 1990.

Este ano não há cortejo de carnaval em Almada

05/02/2018
António Matos Vereador da Câmara Municipal de Almada no Facebook:

No País inteiro, Carnaval das escolas.
Almada tem um dos mais antigos, robustos e bonitos de todo o País.

“Não é de mais esclarecer que no Carnaval das escolas, em Almada participavam as escolas que queriam, que o desejavam, para quem tal participação estava prevista no plano de atividades.
Desde sempre, escolas haviam que participavam, outras que não o tinham previsto e faziam outras atividades nas escolas.
Mas muitas escolas tinham uma grande participação de professores, auxiliares e até de famílias. Muitas escolas estavam há semanas a trabalhar para participar. Essas escolas estão desiludidas. Tanto trabalho e agora, nada. :(
A situação deste ano é que a Câmara impediu que as escolas que tanto se empenham neste projeto, o pudessem fazer este. É legítima, esta decisão. Mas não é pedagogicamente defensável.
Almada é, este ano, o único concelho da Região de Setúbal em que não há Carnaval das escolas. O único dos 9 concelhos, em que não há.

Resta-nos acreditar que o bom senso fará voltar no próximo ano.”

Veja mais em :::> António Matos

Beleza e sensualidade animam ruas de Sesimbra

Escola de Samba Bota no Rego vai contar a história do beijo num desfile com o enredo ‘O meu reino por um beijo’.

Sesimbra espera milhares de visitantes, já a partir de hoje, para um dos vários carnavais do País com desfiles à beira-mar. “Depois de tanto trabalho, a expectativa é sempre enorme. Temos uma grande vontade de mostrar trabalho e vai haver surpresas”, prometeu ao CM Ricardo Alves, presidente e compositor da escola de samba Bota no Rego. Este ano, o enredo do desfile tem o nome ‘O meu reino por um beijo’. “Vamos contar a história do beijo e a sua influência nas várias civilizações ao longo da História”, disse. Gonçalo José, de 14 anos, um dos mais jovens da Bateria da escola, já desfila há 4 anos, mas não diz se com isso arranja mais namoradas. “Isso agora…” A câmara apoia este ano com uma verba de 100 mil euros. “Reforçámos ligeiramente o investimento. Além das escolas de samba temos o desfile de palhaços, temos a tradição das cegadas e o desfile trapalhão na Quinta do Conde”, disse a vereadora Felícia Costa, frisando que os desfiles são gratuitos.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/beleza-e-sensualidade-animam-ruas-de-sesimbra-no-carnaval

Carnaval Infantil de Almada 2015 – fotos

Jovem de 19 anos desaparecido em Sesimbra desde a noite de Carnaval

Um jovem de 19 anos está a ser procurado, na manhã desta quinta-feira, na zona de Sesimbra, depois da família ter dado o alerta para o seu desaparecimento, que terá acontecido terça-feira

sesimbra
Buscars estendem-se ao Cabo Espichel

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, o rapaz faria parte de um grupo de jovens que terá alugado uma casa na zona de Sesimbra para passar o Carnaval.

Ao que o JN apurou, o jovem nunca mais terá sido visto desde esse dia. Após o alerta de familiares, uma viatura da GNR ter-se-á deslocado, na quarta-feira, a zonas por onde, eventualmente, o rapaz possa ter passado, mas não conseguiu localizá-lo.

Só esta manhã as buscas no terreno se iniciaram em força, com bombeiros, GNR e elementos do Serviço de Municipal de Proteção Civil, que estão neste momento no terreno a procurar o jovem de 19 anos.

Ao todo, nas buscas estão envolvidos 25 operacionais, apoiados por oito veículos. Segundo a fonte contactada pelo JN, as operações estão a incidir na zona do Cabo Espichel, embora decorram em vários pontos do concelho de Sesimbra.

Veja mais em ::::> Jornal de Notícias

Carnaval de Sesimbra 2014

Sesimbra 4 de Março 2014

Carnaval Infantil – Almada 2014 (Vídeo)

Carnaval em Sesimbra 2013 – Concentração de Palhaços


Velas as :
FOTOS

VÍDEO


IMG_2564

IMG_2480

IMG_2494

Palhaços no Carnaval de Sesimbra 2013

Veja as fotos em ::::> Facebook/Cibersul

Seo wordpress plugin by www.seowizard.org.