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CDS-PP Almada – Partido visita o Canil da Aroeira

O Canil gerido pela Associação dos Amigos dos Animais da Aroeira, recebeu a visita da comitiva do CDS-PP nas suas instalações da Aroeira – Charneca da Caparica.

O CDS-PP testemunhou na prática o excelente trabalho e empenho que os responsáveis pelo canil tal como os voluntários fazem diariamente no mesmo num trabalho meritório e com muita dedicação aos animais.

Não obstante toda essa entrega e dedicação aos animais, nunca é demais lembrar as dificuldades com que se depara o canil da Aroeira.
Situações como falta de esterilização das cadelas, a falta de melhores condições apesar de todo o trabalho feito pelos responsáveis para que nada falte e ainda lidar com o abandono de animais frequentemente, é para a equipa de trabalho deste espaço, uma tarefa árdua, mas ao mesmo tempo muito motivante e cheia de objectivos.

Sara Machado Gomes, Presidente do CDS-PP Almada. realça o facto positivo de haver tanto voluntariado disposto a ajudar os animais tal como ficou impressionada com a quantidade de ofertas em comida que são doadas pela população em geral para alimento dos animais.
Na mesma visita este também presente a Juventude Popular de Almada, através do presidente da estrutura local, José Coutinho.

O CDS-PP, depois do Canll da Aroeira, em breve agendará um visita ao Canil Municipal.

O CDS-PP Almada

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Nuno Magalhães acompanhou concelhia de Almada Visita ao MTS – Metro Transportes do Sul

A visita inseriu-se num conjunto de contactos que a concelhia de Almada, nomeadamente o Pelouro de Mobilidades, Acessibilidades e Transportes, está a efetuar junto dos operadores de transportes que operam no concelho.

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O deputado do CDS-PP eleito pelo circulo de Setúbal, Nuno Magalhães, esteve presente nas instalações do metro que percorre o concelho de Almada.

A visita inseriu-se num conjunto de contactos que a concelhia de Almada, nomeadamente o Pelouro de Mobilidades, Acessibilidades e Transportes, está a efetuar junto dos operadores de transportes que operam no concelho.

Foi uma reunião em que o CDS-PP teve oportunidade de transmitir algumas das preocupações manifestadas pelos cidadãos de Almada que utilizam o MTS diariamente, mas em que também teve oportunidade para tomar conhecimento de algumas posições por parte do Conselho de Administração da empresa, no que respeita a assuntos de gestão e operacionalidade deste meio de transporte.

Além de Nuno Magalhães, estiveram presentes elementos da estrutura concelhia local, entre eles o coordenador do respectivo pelouro e deputado municipal do partido, António Pedro Maco.

O CDS-PP agora irá debruçar-se sobre os assuntos debatidos e as informações recolhidas na referida reunião e em breve apresentará as suas conclusões.

Fonte Rostos

Manifestação pró-Governo com membros do PSD e CDS

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Com bandeiras de Portugal e da coligação Portugal à Frente, os manifestantes cantam o hino e gritam diversas palavras de ordem, entre as quais “Costa para a rua, esta casa não é tua” e “não à moção de rejeição”.

A manifestação contra o derrube do actual Governo frente ao Parlamento contou com a participação dos líderes parlamentares do PSD e do CDS, Luís Montenegro e Nuno Magalhães.

A partir da varanda da Assembleia da República, o primeiro-ministro e o vice-primeiro-ministro também saudaram os manifestantes.

Com bandeiras de Portugal e da coligação Portugal à Frente em punho, os manifestantes cantam o hino nacional e gritam diversas palavras de ordem, entre as quais “Costa para a rua, esta casa não é tua” e “não à moção de rejeição”.

Alguns cartazes envergados têm ainda outras inscrições: “Quem ganhou? Democracia não é hipocrisia”, “moção de rejeição/traição à população” e “Portugal não merece um Governo do PS”.

A acção de protesto, convocada nas redes sociais, foi organizada pelo líder do CDS de Monforte, Mário Gonçalves que, à Lusa, explicou que a acção “não tem qualquer cariz político” e que nasceu de um movimento “voluntário e espontâneo” nas redes sociais.
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“Não é todos os dias que se sai do Governo com o voto do povo”

Passos Coelho despediu-se com um aviso para Cavaco: o acordo das esquerdas “não sustenta uma maioria positiva”. A Costa deixou outro aviso: se os parceiros lhe faltarem, não conte com ele

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O que se passou não é normal”. Foi em tom de indignação política que Pedro Passos Coelho se despediu do Parlamento e enviou um recado ao Presidente da República: o acordo das esquerdas “até agora não passou duma maioria negativa”.

“Nao acredito na coesão desta maioria e desconfio que o país tambem não”, afirmou o primeiro-ministro. Que deixou dois avisos a António Costa:” não só esta maioria negativa vai ter que evoluir mais para ser uma maioria positiva, como vai ter que ser sufiente”, ou seja, não poderá contar com o apoio do PSD ou do CDS.

Paulo Portas ja o tinha dito e Passos confirmou-o: “quem hoje votar pelo derrube do Governo que ganhou as eleições, não tem legitimidade para mais tarde vir reclamar sentido de patriotismo a quem hoje negaram” apoio.

Esta declaração de não apoio a Costa inclui, avisou Passos Coelho, “a ação corrente do Governo” e “outras questões maiores, sejam orçamentos de Estado, e “Programas de Estabilidade, a execução de reformas estruturais, ou o cumprimento de regras europeias”.

“Não há aqui revanchismos, o que há é uma questão de ética republicana também”, afirmou o PM, poucos minutos antes de ver o seu Governo derrubado. Passos Coelho antecipou esse momento como quem vive um momento histórico – “não é todos os dias que se sai do Governo com o voto do povo. Poucos políticos se podem gabar disso”.

Reafirmando a sua frase de sempre – “não abandono o meu país”, Passos mostrou-se disposto a “continuar a lutar por Portugal”, agora na oposição. ” Se não nos deixam fazê-lo no Governo, lutarei no Parlamento, mas continuaremos a lutar por Portugal, como estamos habituados a fazer”.

Sobre o futuro Governo, Passos lançou um manto de descrença:” aguardaremos pela fatura correspondente”

Sobre a opção de António Costa de derrubar o seu Governo, Passos foi duro na apreciação: “não há unidade nas oposições, basta ver os seus programas”; “foi penoso ouvir António Costa dizer que não tem garantias de evitar o derrube do seu próprio Governo”; “o que move o PS hoje não é senão o apetite pelo poder”; “convidei-o para negociar mas preferiu ser radical”.

Agora, avisou o PM, Costa ” tem a obrigação de converter esta maioria negativa numa maioria positiva”. Porque, se for para insistir num Governo minoritário sem garantias de estabilidade, então, perguntou Passos, porque é que Costa não deu essa oportunidade à coligação que ganhou as eleições?

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Passos culpa PS por queda do Governo e promete luta no Parlamento

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O primeiro-ministro diz que os programas dos vários partidos de esquerda são “incompatíveis” e deixou claro que um chumbo ao seu Executivo só acontece porque o PS assim o quer, ao optar por uma via “radical”.
Pedro Passos Coelho considera que não é difícil ver “o quão incompatível, entre si, é o conjunto de programas” dos vários partidos de esquerda PCP, BE e PEV e o PS. No seu discurso de defesa do programa do Governo, o primeiro-ministro disse que o Executivo que lidera só cairá porque o PS assim o quer.

“As oposições, ao longo dos últimos quatro anos, só manifestaram um único propósito: reescrever o resultado eleitoral e converter uma soma de derrotas numa maioria negativa”, indicou o primeiro-ministro no discurso de votação do programa do Governo PSD e CDS.

“O Partido Socialista recusou associar-se à maioria maior desta câmara, de matriz europeia, e preferiu juntar-se às minorias que o têm combatido desde sempre, não ligam quaisquer laços importantes quer em matérias de fundo quer em matérias de soberania. O que de mais estruturante o Portugal democrático fez, foi feito. Seja ao nível de revisões constitucionais seja ao nível da adesão à União Europeia, fez-se com PS, PSD e CDS”, afirmou ainda.

Escolha “radical” do PS

No seu discurso, o primeiro-ministro referiu que a circunstância de ver o seu programa de Governo chumbado “só se apresenta possível porque essa é a vontade do PS”. “É bom não esquecer que essa vontade se formulou não porque o PS tivesse sido ostracizado mas porque fez uma escolha radical”, acusou.

Em relação ao seu programa, sujeito a quatro moções de rejeição propostas pela oposição, Passos Coelho afirmou que “reflecte a obediência à estabilidade e responsabilidade, para com sacrifícios que os portugueses fizeram”. O social-democrata considera que o seu programa foi apresentado de forma “anti-demagógica e não eleitoralista” e “determinada e realista”.

A legitimidade

Passos Coelho avisou ainda que a maioria do PS, apoiada pelo BE, PCP e PEV, tem de “ser suficiente”, adiantando que tem de haver aprovação em “matérias de governação, indispensáveis para qualquer Governo”. E deu exemplos: Orçamento do Estado, Programas de Estabilidade, cumprimento de regras europeias e de tratados internacionais.

“Quem hoje votar pelo derrube do Governo legítimo, não tem legitimidade para mais tarde vir reclamar sentido de responsabilidade e patriotismo a quem hoje negou esses atributos”, disse ainda. “Não há aqui revanchismo. Há é uma questão de ética republicana”, defendeu-se.

Relativamente às críticas que são feitas à sua actuação, o líder do Executivo respondeu, por exemplo, que sempre distinguiu serviço público de propriedade pública. “Nós nunca os confundimos e sempre defendemos o serviço público, mesmo quando fizemos privatizações”.

Passos cita governador

O primeiro-ministro citou ainda o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa: “como disse o governador, os erros de política económica agora serão pagos, com mais dor, no futuro”. “A verdade é que sempre foi assim no passado”, disse.

Passos Coelho falou ainda na queda de 4% da Bolsa de Lisboa na segunda-feira e na subida da diferença entre as taxas de juro pedidas para comprar dívida alemã e as taxas da dívida portuguesa. “Ainda o Governo não iniciou funções e já temos a desconfiança dos investidores a expressar-se no alargamento dos ‘spreads’, que medem o risco de incumprimento da dívida pública”, disse.

A luta no Parlamento

A concluir a sua intervenção, e antes das moções de censura, Passos Coelho sublinhou um facto que disse ser inédito. “Não é todos os dias que se sai do Governo com o voto do eleitorado. Poucos políticos se poderão orgulhar dessa circunstância”.

Sobre o futuro, se vier a ser deputado, Passos Coelho deixou um aviso com “orgulho”: “Lutarei no Parlamento

Precários Inflexíveis organizam festa no país para festejar «queda» do Governo

a10Os Precários Inflexíveis estão a chamar os portugueses para comemorarem esta terça-feira a «queda» do Governo de Pedro Passos Coelho. Marquês de Pombal, em Lisboa, Aliados, no Porto, e Praça do Bocage, em Setúbal, são três dos locais da festa.

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Deputados portugueses forçam governo de minoria para acabar com a austeridade

Aliança dos Socialistas e comunistas traz para baixo o centro-direita da coligação semanas após as eleições gerais.
A surprise alliance of leftwing parties with a mission to “turn the page” on austerity has ousted Portugal’s centre-right government barely 11 days after it took power.

Uma aliança de partidos esquerdistas surpresa com a missão de “virar a página” na austeridade já derrubou o governo de centro-direita de Portugal mal 11 dias depois que ele assumiu o poder.

O partido socialista moderado de centro-esquerda forjou uma aliança sem precedentes com o Partido Comunista menor eo radical Bloco de Esquerda, ligada ao anti-austeridade partido Syriza da Grécia, e usou uma votação parlamentar sobre a política para forçar o governo a demitir-se na terça-feira.

O líder socialista, António Costa, de 54 anos, é agora esperado para se tornar primeiro-ministro nas próximas semanas com uma ampla, de esquerda governo de coalizão, que espera para aliviar austeridade sem infringir as regras da União Europeia.

“O tabu acabou; o muro foi quebrado “, disse ele após a votação. “Este é um novo quadro político; a antiga maioria não pode fingir ser o que deixou de ser. ”

O governo deposto do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ficou em primeiro lugar na eleição do mês passado, mas perdeu a maioria absoluta como eleitores questionaram a austeridade duras e impopulares que ele tinha imposto em troca de um resgate internacional € 78bn em 2011, durante seu primeiro mandato.

Passos Coelho, que cortou salários e pensões, serviços públicos reduzidos e apresentou os maiores aumentos de impostos de que há memória, argumentou ele era o único que poderia ser confiável para levar Portugal através da sua recuperação econômica.

Ele planejava continuar a liderar o país com um governo de minoria, mas a improvável aliança de partidos de oposição na esquerda se uniram para derrubar o governo, tornando a administração mais curto desde que Portugal se tornou uma democracia em 1974 após 48 anos de ditadura.

O confronto veio como Portugal – apesar de o início de uma recuperação econômica depois de sair do esquema de resgate – permanece pesadamente em dívida e vulnerável. O desemprego ainda é dolorosamente elevado em 12%, subindo para 30% entre os jovens. Os padrões de vida caíram acentuadamente no que ainda é país mais pobre da Europa Ocidental. Uma em cada cinco pessoas continua a viver abaixo da linha de pobreza com um rendimento inferior a € 5.000 (£ 3,684) por ano. Serviços de saúde e educação foram afetados pelos cortes.

Tradução Livre
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Portugal em rota de colisão com a UE

Telegraph

Portugal em rota de colisão com a UE como de centro-direita do governo cai após 11 dias
Forças anti-austeridade esquerdistas esperam nas asas depois de ter derrubado mais curto governo na história de Portugal.

De centro-direita do governo de Portugal entrou em colapso depois de 11 dias após as forças de esquerda comprado para baixo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, colocando o país em rota de colisão com a UE.

Em um voto de não confiança realizada na terça-feira, o parlamento do país votou por 123 votos a 107 para derrubar o governo de minoria e forçar a renúncia do Sr. Passos Coelho.

crise constitucional de Portugal ameaça a todos as democracias da Europa

O colapso era amplamente esperada após três principais forças da oposição esquerda do país – os moderados socialistas, comunistas e radical Bloco de Esquerda – concordou uma coligação histórica em uma tentativa de formar um governo alternativo na semana passada.
Tradução Livre
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Aplausos após rejeição ser aprovada. Jerónimo de Sousa foi à manifestação

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O secretário geral do PCP saiu do edifício da Assembleia da República e desceu em direção à manifestacão da CGTP após a moção de censura ao governo ter sido aprovada

Esta tarde, duas manifestações em polos políticos opostos coincidiram em frente à Assembleia da República. Uma de apoio ao governo de Passos Coelho e Paulo Portas, contra a moção de rejeição prometida pelo PS. Outra, organizada pela CGTP, para “consumar a derrota” da coligação PSD/CDS.

A primeira acabou por debandar ainda antes da votação ter ocorrido. Já as pessoas afetas à CGTP ficaram até à votação, cujo resultado foi recebido em euforia.

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Costa à espera de Cavaco após queda do Governo

Portugal's Prime Minister Pedro Passos Coelho shakes hands with Socialist party leader Antonio Costa at the end of a debate on government programmes at the parliament in Lisbon, Portugal
A moção de rejeição do PS ao governo de Passos Coelho e Paulo Portas foi aprovada com 123 votos favoráveis de socialistas, BE, PCP, PEV e PAN. Agora, António Costa vai esperar que Cavaco Silva o chame para lhe apresentar a sua proposta de Governo. Ferro Rodrigues e Pedro Passos Coelho vão ser recebidos em Belém esta quarta-feira à tarde.

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