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Fazer o que ainda não foi feito

25 de Agosto 2021

António Matos

Largo na Rua Capitão Leitão

Várias ações de qualificação urbana avançarão em todas as freguesiasEste destaque diz respeito a uma transformação urbana na Rua Capitão Leitão, no sentido de ampliar os espaços públicos de encontro e estadia.

O Município procederá à aquisição dos imóveis contíguos ao Museu da Música Filarmónica. O primeiro desses edifícios será utilizado para a ampliação do Museu, que será renovado e reaberto ao público com um programa de animação permanente. O segundo desses edifícios é o “prédio da SINGER” que será demolido para dar lugar a um novo Largo, com zonas de estadia, que incluirá uma pérgola e espaços de circulação pedonal e encontro.

Esta intervenção insere-se numa estratégia de refuncionalização urbana de Almada Velha, a que está associado um programa de revitalização da vida económica, associativa e cultural local.

O edifício dos Paços do Concelho será, logo após as obras de beneficiação em curso, de imediato reaberto.

PS Almada

A má fé ou o simples desconhecimento levam o PCP e a CDU a prometer o que foi feito pelo executivo municipal liderado pelo Partido Socialista. Em Almada vê-se a diferença, por exemplo, com a pedonalização do troço final da Rua Capitão Leitão, que aumentou o espaço de lazer e de comércio nesta emblemática rua da cidade de Almada que, como tantas outras, foi vítima de desleixo durante décadas pelos executivos liderados pelo PCP e pela CDU. Almada não quer regressar ao passado!

Almada – Autárquicas 2021

23 de Agosto 2021

PONTOS DE VISTA

23 de Agosto 2021

CDU Almada apresenta candidatos à Câmara e Juntas

16/7/2021 CDU -Almada

” Foram apresentados no dia 16 de Julho, no Laranjeiro, os primeiros Candidatos da CDU aos Órgãos Autárquicos do Concelho de Almada, Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia.”

Maria das Dores Meira, Câmara Municipal de Almada;

Bruno Dias, Assembleia Municipal de Almada;

Margarida Luna de Carvalho, Junta União de Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Cacilhas e Pragal;

Luís Palma, Junta União de Freguesias Laranjeiro e Feijó;

Hélder Lopes, Junta União de Freguesias da Caparica e Trafaria;

Eduardo Rosa, Junta União de Freguesias da Sobreda e Charneca de Caparica;

João Gato, Junta de Freguesia da Costa da Caparica.

CDU -Almada

PCP faz contra-ataque a PS de Almada

5 DE jANEIRO 2019

Campanha contra “geringonça” de direita. Comunistas não perdoam perda de um dos seus bastiões e dizem que Inês de Medeiros “não está preparada”

Foto : José Fernandes

In Expresso – Rosa Pedroso Limada

Os cartazes estão nas ruas de Almada e deixam clara a mensagem que a CDU quer passar:
“Um ano de retrocesso. Com o PS o concelho de Almada perde!”.
Joaquim Judas, o ex-presidente da Câmara de uma das históricas autarquias que o PCP perdeu nas últimas eleições para as mãos dos socialistas, não poupa na sua sucessora.
Inês de Medeiros “não está preparada” e, pior ainda, depois de um ano à frente dos destinos da autarquia “não tem condições para compreender o que se está a passar”, afirma.
“A tensão política cresceu”, afirma o ex-autarca comunista.
Uma afirmação que, na verdade, só fica a pecar por defeito.
Basta analisar o conjunto de cartazes, panfletos e posts na página do Facebook produzidos pela delegação concelhia para perceber que o clima é de guerra aberta.
“O IMI já podia ter baixado para 0,34%, diz um dos cartazes.
Outro contraria a devolução de 0,5% do IRS de 2019, por apenas beneficiar “poucos” e ser, por isso, “o Robin dos Bosques ao contrário”.
Há ainda críticas às falhas na recolha do lixo, ao apoio à cultura e às artes e até no desenvolvimento em projectos das escolas do concelho.
“O Carnaval das escolas, a semana verde ou as marchas populares das crianças foram vítimas de uma visão elitista e arrogante que levou, em última análise, à sua não realização”, aponta a CDU de Almada.
Os comunistas, que desde a revolução democrática lideraram a autarquia de Almada, viram, no ano passado, a Câmara cair para as mãos do PS por escassos 413 votos de diferença.
Ainda por cima, a vitória da noite eleitoral foi para uma estreante absoluta das lides camarárias, Inês de Medeiros, que conseguiu um acordo com o PSD para viabilizar a gestão de Almada.
Os quatro mandatos de vereação obtidos pela CDU (tantos quantos os obtidos pelo PS) condenaram-nos, assim, a um inesperado estatuto de oposição.
Nas hostes comunistas a hora chegou para passar ao ataque.

Lamentar “profundamente”

Se a “geringonça” nacional funciona, em Almada o cenário é bem diferente.
Joaquim Judas deixou a cadeira de presidente para um lugar não executivo no governo camarário e assume as críticas diretas à nova autarca.
“O PS fez uma política de terra queimada, lançando suspeição infundadas sobre a gestão anterior e afastando quadros camarários com provas dadas”, diz ao EXPRESSO.
Para ele, o “afastamento de todos os directores municipais” tratou-se de um “saneamento inaceitável”, baseado “na suspeita de que seriam correias de transmissão da CDU”.
“Os dirigentes foram todos sujeitos a concurso”, alega Joaquim Judas.

Cartazes, sessões de esclarecimento e acções de rua. O PCP quer recuperar Almada e já começou a fazer campanha

“Lamentamos profundamente”, diz, desafiando Inês de Medeiros a cumprir a “obrigação de comunicar à vereação os resultados da auditoria instaurada à gestão camarária”.
O executivo socialista abriu um inquérito ao trabalho realizado pelos antecessores.
Joaquim Judas garante que havia “uma auditoria da Inspeção-Geral de Finanças que estava a decorrer no mandato da CDU” que já terá sido apresentada à presidente da Câmara.
“Esperemos que cumpra o seu dever de informação”.
A troca de críticas tem um objectivo político.
A direcção comunista acredita que com a gestão do PS “ houve uma paralisia” do trabalho da autarquia e até “uma redução de dois milhões de euros de receita”.
“Como o fogo de artifício, ainda há luzes no ar, mas a carga toda já explodiu”, conclui.
Mas, o alvo fica mais longe:
“Há a expectativa de recuperar a Câmara de Almada”, assume Joaquim Judas.
“Temos aqui responsabilidades que assumimos há mais de 40 anos, temos um profundo conhecimento da zona e somos quem está nas melhores condições”, diz.
A mobilização começa já. As eleições só ocorrem mesmo em 2021.
Até ao fecho desta edição (EXPRESSO) não foi possível contactar Inês de Medeiros, a autarca socialista de Almada.
rlima@expresso.impresa.pt

veja mais em :::::> EXPRESSO

A propósito da entrevista da Presidente da Câmara Municipal de Almada


03/01/2019
Comunicado CDU Almada
Alguns órgãos de comunicação social publicam hoje uma entrevista com a Presidente da Câmara Municipal de Almada na qual, uma vez mais, Inês de Medeiros incorre em confabulações relativas ao passado recente da vida do Município, a propósito das quais, e sem prejuízo de uma próxima apreciação mais detalhada, a CDU esclarece publicamente o seguinte.

Diz a Presidente da Câmara que existem hoje mais barracas em Almada do que nos anos 1990. Só o desconhecimento – porque não acreditemos que se trate de má fé – pode justificar tal afirmação. Os números são bem diferentes: de acordo com o levantamento do Programa Especial de Realojamento (PER), em 1994 existiam 2156 agregados a viver em barracas, dos quais 1588 (73%) foram realojados. No levantamento sobre necessidades de realojamento realizado em 2017, existiam 757 agregados PER. Engana-se por isso de forma grosseira a presidente da Câmara Municipal de Almada, e ao enganar-se presta um mau serviço aos munícipes que representa e aos portugueses em geral.

Diz ainda a Presidente da Câmara que o Município de Almada, durante os mandatos da CDU, não deu importância à resolução do problema da habitação social. Importa aqui sublinhar que a promoção de habitação social não é uma responsabilidade direta dos municípios, mas que ainda assim a Câmara Municipal de Almada é proprietária de cerca de 2.330 dos mais de seis mil fogos de habitação para arrendamento em condições de apoio social, sendo o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana o principal proprietário.

Importa lembrar que no mandato anterior, de presidência CDU do Município de Almada, foram entregues mais de duas centenas e meia de habitações em regime de arrendamento social a outras tantas famílias, e que mais de 1300 agregados familiares foram preservados de ações de despejo por parte dos senhorios pela aplicação do Plano Municipal de Emergência Social que lhes garantiu as condições para honrar os seus compromissos habitacionais.

Não diz também a Presidente da Câmara que durante este seu primeiro ano de mandato,
também na área da habitação o que os almadenses registam foi um ano de retrocesso. O único facto relevante registado no domínio da habitação foi a ocupação forçada, em finais de 2018, de um número ainda indeterminado de fogos propriedade do Município que a Câmara Municipal mantinha fechados e desocupados.

Insistindo na alegação de não ter existido no passado um regulamento de atribuição de habitação social no Concelho, a Presidente da Câmara procura encontrar nessa afirmação a justificação para uma eventual política de aumento generalizado do valor das rendas sociais praticadas, e eventualmente de despejos de atuais arrendatários, a coberto de supostas e eventuais irregularidades registadas no passado.

Noutro domínio, ao abordar as deficientes condições atuais da travessia do rio Tejo entre Almada e Lisboa, a Presidente da Câmara não assume, como seria seu dever, a defesa intransigente do serviço público e da sua urgente e necessária qualificação, respondendo de forma evasiva à questão colocada sobre as dificuldades vividas atualmente.

Sobre a necessidade da construção da terceira travessia do Tejo, omite a já estudada e prevista solução da travessia entre o Barreiro e Chelas, com amplo consenso na Península de Setúbal e Área Metropolitana de Lisboa, admitindo ainda que vagamente outras soluções até ao momento não equacionadas nem ponderadas.

A entrevista da presidente da Câmara Municipal de Almada a alguns órgãos de comunicação social hoje publicada confirma apenas a justiça da afirmação da CDU que com o PS o Concelho de Almada perde, e que este primeiro ano de mandato do PS foi um ano de claro retrocesso.

Almada, 3 de Janeiro de 2019
CDU Almada

CDU de Almada diz que orçamento da câmara para 2019 não tem estratégia

A CDU considerou hoje que o orçamento para o próximo ano da Câmara de Almada, liderada pelo PS, não tem estratégia, destacando a ausência de coesão nos projetos.<(h3>

“É um documento sem estratégia. Ao ler-se as Grandes Opções vê-se que há mais ambições e vazios do que, efetivamente, propostas e não há coesão nos projetos. É um documento vazio e nunca poderíamos mostrar apoio”, disse à agência Lusa o vereador da CDU José Gonçalves.

Para o vereador, as propostas de Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2019 da Câmara de Almada, no distrito de Setúbal, não são da autarquia, mas sim do PS.

“O documento foi apresentado pela câmara municipal de forma tardia, não de forma global e sem ter permitido o contributo dos vereadores da oposição, o que é um caso inédito. Não é um bom contributo para o bom funcionamento democrático dos órgãos”, declarou José Gonçalves.

De acordo com o vereador, o orçamento para 2019 tem um valor de 117 milhões de euros que, apesar de ser “um dos maiores de sempre”, demonstra como “era falsa a indicação de instabilidade de recursos” por parte do executivo socialista.

Para o vereador, o aumento deve-se às receitas do Imposto Municipal sobre Transações Onerosas de Imóveis e do Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI), cujos valores vão manter-se no próximo ano.

“O IMI está em 0,36% e nós propusemos 0,35%, o que foi recusado pelo executivo”, avançou.

Outro dos aspetos que mais preocupa a CDU é a elaboração de um novo Plano Diretor Municipal (PDM).

“É mesmo muito grave. Almada tem um processo de revisão do PDM já há alguns anos, que já está quase concluído, e o PS vem colocar a elaboração de um novo PDM. Mas quando questionado sobre isso, não explica os seus objetivos e o que pretende com um novo plano”, apontou.

Os bairros de génese ilegal são outro dos grandes problemas do concelho e continuam sem solução à vista no próximo ano, de acordo com José Gonçalves.

“Há uma expressiva carência de habitação e alguns problemas por resolver. O que se percebe agora é que 2018 foi um ano perdido do ponto de vista do realojamento e para 2019 não é apresentada uma estratégia para a abordagem destes problemas”, declarou.

A este propósito, considera que os documentos deviam dizer o que vai ser feito ao nível da construção e reabilitação dos bairros do Segundo Torrão e Terras da Costa, frisou.

José Gonçalves saudou, contudo, as “boas perspetivas de futuro” da mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa, com a criação de um passe social e de uma empresa única de transportes, mas salientou que “não é por isso que estão resolvidos os problemas em Almada”.

Neste sentido, advertiu para a necessidade de uma “nova frota de transportes coletivos”, não só rodoviários, mas também para os barcos da Transtejo, que estão “podres e não asseguram um padrão de normalidade”.

Nesta temática, destacou ainda a importância para o concelho da “terceira travessia do Tejo”, entre Barreiro e Chelas, e a abertura do nó da autoestrada 2 entre a Cruz de Pau e Corroios, no Seixal, o que “tiraria milhares de carros do centro/sul de Almada”.

Questionada pela agência Lusa, a câmara, presidida por Inês de Medeiros, afirmou que só poderá divulgar o Orçamento e as Grandes Opções do Plano do próximo ano após a aprovação pela Assembleia Municipal, o que deverá acontecer em reunião na próxima semana.

Veja mais em ;;;;> Diário de Notícias

O dia em que um jovem autarca comunista resolveu aliciar o grande capital

4de Outubro 2018

Nuno Botelho


Quer ver no seu território gruas a construir hotéis, marinas, habitação de luxo e, mais ao largo, empresas de serviços e algumas da área industrial. Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, promete ainda casas 40% mais baratas que em Lisboa.

Ou o mundo já não é o que era, ou é o que é e chama-se ‘vamos fazer negócio’ – neste caso, negócio imobiliário – independentemente do que a ideologia ditar, pois pode fica lá fora à porta, o tempo que for preciso.

Foi isso mesmo que aconteceu ontem, faltavam poucos minutos para as 13h00, no auditório do PT Meeting Center da FIL, em Lisboa, quando o jovem autarca comunista do Seixal, Joaquim Santos, 41 anos – natural de Beja, mas a residir em Fernão Ferro -, apelou descomplexadamente ao capital, entre perto de duas centenas de investidores, promotores e mediadores imobiliários, que representavam milhares de milhões de euros.

Veja mais em ::::> Expresso

Autarcas dão milhares a empresários amigos

7 de Maio 2018

COMUNISTAS

EMPRESAS DE COMINICAÇÃO E ARTES GRÁFICAS QUASE SÓ TÊM AUTARQUIAS DO PCP COMO CLIENTES NO ESTADO.

Desses, cerca de 30 estão ligados ao PCP: autarquias de Alcácer do Sal, Avis, Alcochete, Moura, Moita, Grândola, Barreiro, Palmela, Santiago do Cacém, Cuba, Montemor-o-Novo e Vendas Novas e os Serviços de Água e Saneamento de Almada – todos eles liderados pela CDU à data dos contratos.

Duas Empresas de Setúbal ganharam cerca de 648 mil euros em dez anos, sobretudo com autarquias do PCP.
A Mimir, firma de consultadoria, e a empresa de artes gráficas Regiset quase só têm câmaras comunistas na lista de entidades públicas com as quais assinaram contratos desde 2008.

As empresas são lideradas por Carlos Menezes, que fez parte de uma comissão de empresários de apoio à CDU nas legislativas de 2002, e Pedro Magro Ramos, que em 2009 ficou em 4º lugar como candidato à Câmara de Oeiras pela CDU.

Na lista de clientes públicos da Mimir, segundo o portasl Base, contabilizam-se nove contratos e cinco clientes :
Autarquias do Seixal, Loures e Moura, todos liderados por comunistas à época dos contratos;
Área Metropolitana de Lisboa que, em 2015, data do contrato, era liderada por Demétrio Alves, histórico autarca de Loures pelo PCP;
e a Associação de Municípios de Setúbal que à data dos contratos (2008 e 2009) era liderada por Alfredo Monteiro,ex autarca do Seixal.A empresa já ganhou 404.270 Euros.

O facto é ainda mais visível no caso da Regiset:
tem 34 contratos com 17 clientes no Estado, desde 2009.Desses cerca de 30 estão ligado ao PCP:
Autarquias de Alcácer do Sal, Avis, Alcochete, Moura, Moita, Grãndola, Barreiro, Palmela, Santiago do Cacém. Cuba. Montemos o Novo e os

Serviços de água e Saneamento de Almada

todos eles liderados pela CDU à data dos contratos. Arrecadou 244.320 euros.
Confrontada pelo CM, a Regiset diz não entender o “objetivo das questões”. “A nossa carteirade clientes é diversificada, que no plano público/intitucional quer no plano privado.
A Mimir não respondeu.

Veja mais em ::::> Correio da Manhã

Comunicado CDU sobre consequências do temporal no 2º Torrão e Cova do Vapor

3 de Março 2018
CDU ALMADA


NOTA DE IMPRENSA

Proteger a Orla Costeira e as Pessoas
A propósito das consequências do temporal no 2º Torrão e Cova do Vapor (Almada)

Face às consequências do temporal que se tem feito sentir em todo o país e em especial na área do Bairro do 2º Torrão e da Cova do Vapor (Trafaria e Costa da Caparica, Almada), a CDU Almada expressa toda a solidariedade às famílias e populações mais diretamente afetadas.

A situação de emergência atualmente vivida pelas populações residentes no 2º Torrão e na Cova do Vapor eram previsíveis, pelo que a CDU Almada reitera a exigência de urgente intervenção no sentido do reforço da protecção costeira nas praias no cordão ribeirinho junto do Governo e das entidades públicas diretamente responsáveis, que sucessivamente vem afirmando desde há longo tempo.

Importando avaliar as consequências da intempérie e acompanhar nos locais mais afetados pela inclemência atmosférica as ações de auxílio, é fundamental também trazer para o terreno soluções materiais de engenharia que ajudem a remediar as consequências negativas já vividas pelos cidadãos, e possibilitem a prevenção de eventuais danos futuros, que podem esperar-se pela manutenção do estado de alerta relativamente a condições atmosféricas adversas.

Desde sempre a CDU defendeu, e continua a defender, a urgência na adoção de medidas concretas e eficazes de proteção física da orla costeira do Concelho de Almada, e de pessoas e bens que se concentram naquela área do Concelho.

A CDU Almada lamenta, igualmente, que as opções da atual maioria PS/PSD que governa o Município não tenham considerado a imperiosa necessidade de exigência de adoção de medidas concretas no terreno por parte do Governo, e reafirma a posição assumida no recente debate em torno das Grandes Opções do Plano e Orçamento do Município para 2018, defendendo que a Câmara Municipal de Almada deve assumir como prioridade primeira a reivindicação junto do Governo da República relativa à necessidade de intervenção naquela área do Concelho de Almada, designadamente no que respeita ao prosseguimento do processo de enchimento artificial de areias nas praias da Costa da Caparica e à reabilitação do paredão que protege as áreas ribeirinhas habitadas, e ao desenvolvimento dos programas de realojamento e qualificação do espaço público.

Almada, 3 de março de 2018
Os Vereadores Eleitos pela CDU na Câmara Municipal de Almada
Veja mais em ::::> CDU ALMADA

CDU Almada pelo Controlo Público dos CTT

16 de Fevereiro 2018
António Faustino

“A Organização Concelhia de Almada PCP realizou na passada semana uma acção de contacto e esclarecimento junto a todas as Estações de Correios do Concelho, no âmbito da campanha Pela Defesa do Serviço Postal, Pelo Controlo Público dos CTT
Na mesma, participou também o Deputado do PCP eleito pelo Distrito de Setúbal, Bruno Dias.

O PCP saúda os trabalhadores e as populações em luta e apela à participação na Manifestação Nacional promovida pelas ORT’s dos CTT no próximo dia 23 de Fevereiro em Lisboa

O PCP, que desde sempre manifestou o seu desacordo com a privatização dos CTT, continua a exigir a defesa do serviço público e universal dos Correios, só possível com o controlo público dos CTT”


Vela mais em :::> António Faustino

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