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Almada. E agora? 4-4-2-1

E agora? Ninguém fecha a porta, poucos abrem janelas

02/10/2017

Inês de Medeiros ganhou mas sem maioria. A distribuição de vereadores parece uma tática de futebol: 4-4-2-1, tendo o BE apenas um vereador e mantendo o PSD dois vereadores. Na Assembleia Municipal, onde se aprovam os orçamentos, CDU e PS mantém-se empatados, com 11 deputados cada, tendo o BE outros 4. Agora é tempo de fazer contas. O Bloco de Esquerda sozinho, apenas com um vereador, não chega para o PS ficar confortável, por isso deve ser para o PCP (ou para o PSD) que Inês de Medeiros terá de se virar. Com o clima de “geringonças” no ar, a batata-quente vai para os comunistas, que são, a par do BE, o parceiro preferencial do PS. Também na Assembleia, a soma do PS com o BE não é suficiente.

Confusão instalada, mas PCP perdeu mesmo Almada. E por mais votos. E agora?

MAI nega recontagem mas presidente cessante fala em problemas em duas mesas de voto que levaram a retificação das contas. Nada feito. Almada é mesmo do PS, e por mais 100 votos do que se pensava.
Almada acordou e já não era comunista. “E agora?” Quem dirige associações no concelho acordou realmente com dúvidas sobre a interferência direta de umas eleições na sua vida. Sensação estranha para quem vive naquele concelho que nunca conheceu outra cor que não o vermelho puro. “É agora que acabam com a ECALMA”, o equivalente à EMEL em Lisboa, ouve o Observador à hora de almoço num restaurante no centro da cidade. É certo que a câmara fugiu da CDU e passou pela primeira vez para as mãos do PS, mas, pormenor: não fazia parte das propostas do PS acabar com aquela empresa municipal de estacionamento. Só PSD e CDS defendiam a sua extinção. Mas não faz mal. “O que importa é mudar, já estavam lá há muito tempo”, diz a dona da mercearia mais concorrida da Cândido dos Reis de Cacilhas.
O sentimento generalizado é esse: mudar. E não são só os mais jovens que o dizem. Perto da mercearia, também um funcionário do restaurante ao lado está “satisfeito com a mudança”. E não é que não gostasse daquele que foi presidente da câmara comunista nos últimos quatro anos, mas “havia muitas maçãs podres naquela equipa, demasiado agarrados ao poder”. Do outro lado da estrada é a sede do PS local, que ainda tem uma faixa grande a dizer “Inês de Medeiros PS”. Aponta para lá com os olhos. “Pode ser que mude”. E encolhe os ombros. É aí que o tema ECALMA volta à baila. “A CDU foi muito prejudicada pela caça à multa que a ECALMA anda a fazer há pelo menos dois anos”, diz, contando que num mês tem uma média de três ou quatro multas de estacionamento, apenas por parar o carro para cargas e descargas.

Por esta altura, tudo estava como quando Almada se foi deitar: uma vitória tangente do PS por 213 votos. Mas a meio da tarde, a confusão instalou-se. Afinal, Inês de Medeiros e o PS não tinham ganho. A CDU estava outra vez na frente. Toda a gente tinha dúvidas. O site oficial do Governo, que tinha fechado a contagem de Almada já a noite ia longa, reiniciou a contabilização e a atribuição de mandatos. O que aconteceu? Questionado pelo Observador, fonte do Ministério da Administração Interna rejeitou que tivesse havido “qualquer processo de recontagem dos votos”, e o mesmo disse o presidente da câmara cessante, Joaquim Judas, ao Observador: “Não pedimos nenhuma recontagem”. Mas a verdade é que os dados voltaram a ser atualizados, e do PSD ao PS todos foram surpreendidos com isso esta tarde. Seria o PCP a fazer a última tentativa de agarrar uma das suas câmaras mais queridas? Talvez, ouvia-se no PS entre risos, desde o presidente da junta da Costa da Caparica, cujos dados foram os últimos a ser inseridos, a algums deputados nacionais provenientes do concelho. Ninguém sabia bem o que se estava a passar.
“O facto de surgir a freguesia da Costa Caparica por apurar, deve-se apenas à necessária correção de anomalia – que se encontra a decorrer – na ordenação dos partidos na freguesia da Caparica, sendo expectável que no final da tarde a situação esteja resolvida e apresentando os dados corrigidos”, disse fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) ao Observador, explicando que a anomalia se deveu a uma queixa do PCTP/MRPP, que alegava não aparecer na ordem correta de correlação de forças políticas no site do Governo. Em todo o caso, os telefones não pararam. No avançar da noite de domingo houve, sim, uma recontagem, mas na freguesia da Caparica/Trafaria, onde os resultados que o PS tinha em mãos não batiam certo com os resultados que estavam a ser contabilizados pelo MAI. PCP e PS conversaram via telefone, noite dentro, e viriam a ser informados de que, afinal, os 213 votos que os separavam no concelho eram afinal “uns 400”. Mas não seria esse o número final. Ao final da tarde, depois de tantos avanços e recuos, contagens e retificações, o PS vencia por 313 votos.
Ao Observador, Joaquim Judas confirmou esta tarde que houve de facto “problemas em duas mesas de voto”, onde o somatório “não batia certo entre a abstenção e o número de votantes”. Terá então sido o MAI que “chamou a atenção” para essas discrepâncias, levando a Assembleia de Apuramento Geral a ter de reabrir os votos já lacrados e a introduzir de novo a contabilização. De todo o modo, nada feito. A câmara de Almada passou mesmo para as mãos dos socialistas. Assim como a do Barreiro e de Alcochete, e o PCP perderia também a maioria absoluta no Seixal e em Palmela.
O que se passou? Mais gente votou e só CDU perdeu votos. Todos os outros ganharam

A surpresa foi generalizada, mas há explicações para todos os gostos. Joaquim Judas (PCP) experimenta dizer que a vitória do PS se deveu ao facto de a junta de freguesia da Costa ser socialista há quatro anos e ter capitalizado o “grande investimento que a câmara fez” naquela zona das praias (foi a grande expressão do PS na Costa e na Charneca que deu vantagem aos socialistas). Mas não é essa a leitura que os restantes partidos fazem. Ora por “inação” da câmara comunista nesta campanha e nos últimos quatro anos, que muitos notam não ter obra para mostrar nem sequer ter feito uma verdadeira campanha eleitoral nas ruas, ora pelo “élan do PS no Governo”, que ainda beneficia de um grande “estado de graça”, “a CDU foi penalizada nas malhas urbanas próximas de Lisboa”, analisa Nuno Matias, o candidato do PSD a Almada, que se mantém como vereador.

O estado de graça do PS nacional por um lado, e o estado de desgraça do PSD, por outro. Mas Nuno Matias rejeita que tenham saído votos do PSD para o PS no concelho de Almada. “O peso dos partidos ainda é muito grande na hora de votar e em Almada há uma grande tradição do voto”, diz. Então, se os votantes da CDU se mantiveram fiéis, de onde surgiram os votos extra que foram parar ao PS? Da abstenção, dizem todos.

As contas são simples: apesar de só ter havido mais 775 novos inscritos em Almada, houve cerca de 6 mil votantes a mais face a 2013 (5.933, mais precisamente). Houve também menos 892 votos em branco e menos 1081 nulos. Logo, houve mais gente a votar em partidos. Em quais? No PS, que teve mais cerca de cinco mil votos (4.911) do que há quatro anos, no Bloco de Esquerda, que teve mais cerca de três mil (3.159), e até no PSD e no PAN, que tiveram cada um mais cerca de mil votos. Até o CDS aumentou 300 votos em relação à eleição anterior. Só a CDU perdeu eleitores: menos cerca de três mil (2.969).

oana Mortágua, a candidata que o Bloco de Esquerda elegeu em Almada, diz que a mudança que surpreendeu tudo e todos não foi assim tão surpreendente. “Sentíamos na rua uma vontade de mudança, de ideias novas, muita gente dizia que Almada estava estagnada e não estava a acompanhar os sinais de desenvolvimento de Lisboa, aqui mesmo ao lado”, diz. Nuno Matias, do PSD, concorda. “Só surpreendeu a quem não andou na rua”, diz, notando que era visível o facto de a câmara comunista já ter conhecido melhores índices de popularidade. Ou seja, não terá sido tanto por mérito da candidata, mas mais por “vontade de mudança”.
Surpreendeu a quem não andou na rua e à própria presidente eleita. Inês de Medeiros admitiu esta segunda-feira ao Expresso e à TSF que a vitória tinha sido uma surpresa. “A determinada altura da campanha percebemos que podíamos ter um bom resultado. Mas a CDU tinha maioria absoluta. E este era um concelho com elevada taxa de abstenção. Em 2013 tinha tido 60%. Portanto era difícil perceber se conseguiríamos ganhar”, disse ao Expresso. A ex-deputada e atual presidente do INATEL vive em Campo de Ourique, em Lisboa, e garante que não vai mudar de residência para dirigir os destinos do outro lado do Tejo. “A margem sul é muito perto. Esta pode ser uma boa oportunidade para acabar com esse estigma do rio intransponível entre as duas cidades”, diz, mostrando-se defensora do “cacilheiro”. “Por mim vou de cacilheiro para Almada. Só se não me deixarem… mas logo se vê”, disse ao mesmo jornal. Certo é que se for de carro irá em contra-corrente, o que a fará escapar do trânsito matinal e de fim de tarde nas portagens para a ponte 25 de Abril.

E agora? Ninguém fecha a porta, poucos abrem janelas

Inês de Medeiros ganhou mas sem maioria. A distribuição de vereadores parece uma tática de futebol: 4-4-2-1, tendo o BE apenas um vereador e mantendo o PSD dois vereadores. Na Assembleia Municipal, onde se aprovam os orçamentos, CDU e PS mantém-se empatados, com 11 deputados cada, tendo o BE outros 4. Agora é tempo de fazer contas. O Bloco de Esquerda sozinho, apenas com um vereador, não chega para o PS ficar confortável, por isso deve ser para o PCP (ou para o PSD) que Inês de Medeiros terá de se virar. Com o clima de “geringonças” no ar, a batata-quente vai para os comunistas, que são, a par do BE, o parceiro preferencial do PS. Também na Assembleia, a soma do PS com o BE não é suficiente.

“Não fui contactado para nada, mas não fecho portas nem abro janelas”, diz o social-democrata Nuno Matias quando questionado sobre se aceitaria integrar o executivo do PS numa perspetiva de bloco central. “Depende das condições, só se pudéssemos implementar muitas das nossas propostas, mas se for para vir executar o programa dos outros, não obrigado”, diz, não rejeitando totalmente a ideia de ficar com pelouros num executivo dirigido pelos socialistas. Em todo o caso, uma vez que PS e PCP são parceiros nacionais, o que fará mais sentido é uma geringonça local.

A bola está do lado do PS. Inês de Medeiros, nas mesmas declarações ao Expresso, desvaloriza a necessidade de acordos para já. “Não creio que as pessoas estejam neste momento preocupadas em saber que tipo de acordo vamos fazer. Temos tempo para pensar com calma”, disse, sublinhando que a autarquia será “governável”. Mas se a ex-deputada socialista se virar, como se prevê, para a CDU, não é certo que a CDU esteja de braços abertos. “O plano nacional é uma coisa, onde há uma dinâmica de recuperação de rendimentos e de direitos dos trabalhadores, outra coisa é a dinâmica local, onde não há isso“, diz Joaquim Judas ao Observador, sublinhando a “impreparação” e “falta de propostas” da candidatura do PS. E deixa uma indicação enigmática: qualquer acordo “dependerá da inteligência” da autarca socialista-que-nunca-pensou-vir-a-ser.

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Joaquim Judas (CDU) defende reposição das freguesias em Almada

O cabeça-de-lista da CDU nas eleições autárquicas para a Câmara de Almada, Joaquim Judas, afirmou na sexta-feira que o voto na CDU é a “única e real condição para que sejam repostas as freguesias do concelho”.

“Com a vitória, o reforço da votação na CDU a 01 de outubro, conseguiremos, mais cedo do que tarde, que sejam repostas todas as freguesias [extintas pelo anterior governo PSD/CDS-PP] com os seus órgãos”, disse o presidente da Câmara de Almada, que se recandidata a um segundo mandato.

Joaquim Judas falava perante centenas de pessoas na apresentação dos candidatos da CDU aos diferentes órgãos autárquicos do concelho, que decorreu sexta-feira à noite em Almada.

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CDU Almada apresenta candidatos às Autárquicas 2017

21 de Abril 2017
Laranjeiro – Praça da Portela

José Manuel Maia – Presidente da Assembleia Municipal
Joaquim Judas – Presidente da Câmara Municipal

União de Freguesias:
Teresa Paula Coelho – Caparica/Trafaria
Ricardo Louçâ – Almada, C. Piedade, Pragal e Cacilhas
Luis Filipe Palma – Laranjeiro e Feijó
Ana Margarida Carvalho – Charneca/ Sobreda
…………………… – Costa da Caparica

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Câmara da CDU cedeu autocarro para protesto da CGTP

Oposição critica executivo de Vila Viçosa e acrescenta que este “não queria dar transporte escolar nas tardes de segunda, terça, quinta e sexta-feira” às crianças de uma escola

manif

O vereador da oposição na Câmara de Vila Viçosa Inácio Esperança criticou, nesta quarta-feira, a gestão CDU por alegadamente ter cedido, de forma gratuita, um autocarro para o transporte de funcionários do município para a manifestação da CGTP.

“É escandaloso. O transporte do município é de todos os munícipes, não é só dos munícipes da CDU e é pago com o dinheiro dos contribuintes”, afirmou à agência Lusa Inácio Esperança, eleito vereador nas últimas autárquicas pelo Movimento de Unidade do Concelho (MUC).

O presidente da câmara, o comunista Manuel Condenado, numa resposta por email a questões colocadas pela Lusa, afirmou apenas que “o executivo, no atual mandato, cedeu e continuará a ceder viaturas do município, sempre que estejam disponíveis, à estrutura sindical dos trabalhadores para se deslocarem a manifestações ou outras iniciativas a fim de defenderem os seus direitos laborais”.

O vereador da oposição adiantou que a cedência gratuita de transporte para a manifestação da CGTP, na terça-feira, em frente à Assembleia da República, em Lisboa, foi aprovada pela maioria CDU, com os votos contra dos vereadores do PS e do MUC.

Além da cedência de um autocarro, segundo Inácio Esperança, a câmara decidiu que “o dia será pago” a todos os funcionários do município que quiseram participar na manifestação, “inclusive o subsídio de refeição e de turno”.

“Já não é a primeira vez que isto acontece. Sempre que a CGTP tem manifestações contra o Governo, em Lisboa, os funcionários da câmara são dispensados, sem perda de regalias, e o transporte é disponibilizado gratuitamente”, assinalou.

O vereador referiu, por outro lado, que a câmara “dá duas deslocações por ano” às associações do concelho e “exige o pagamento” nas restantes e que “não queria dar transporte escolar nas tardes de segunda, terça, quinta e sexta-feira” para as crianças da escola da aldeia de São Romão.

“As pessoas devem ter o direito a manifestar-se e existe na lei o direito à manifestação e à greve, pois que façam, mas que a CGTP pague os autocarros e não que paguem todos para que alguns se manifestem”, realçou.

Jerónimo de Sousa ataca PS

Jerónimo não fecha a porta a apoio para viabilizar esquerda.

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Jerónimo de Sousa usou ontem a ironia para responder às críticas de Passos Coelho, que acusou os socialistas de quererem formar um “governo extremista” com a CDU e o BE. “É uma ingratidão perante o PS, que sempre alinhou com a política de direita e exploração”, disse o secretário-geral do PCP.

“Não, camaradas, não somos nós que os juntamos [PS, PSD e CDS-PP], são eles que passam a vida juntos e, como se vê, juntos querem continuar”, afirmou Jerónimo de Sousa, no complexo municipal dos desportos de Almada, com cerca de três mil pessoas.

Perante o cenário de que será necessário o apoio comunista para viabilizar um governo de esquerda, o líder da CDU não disse que sim, mas também não fechou totalmente a porta. “Estamos em condições de assumir quaisquer responsabilidades governativas, mas não abdicamos das conceções que temos e do nosso programa para servir o PS”, sustentou Jerónimo de Sousa, já numa arruada pelas ruas de Alcochete.

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Seixal – Jerónimo acusa PSD/CDS e PS de “amedrontar” povo

O líder da CDU, que junta PCP e PEV, acusou este domingo os denominados partidos do “arco da governação” de “amedrontar” o povo com “sondagens”, “fabricados empates técnicos”, “contas e continhas” para manterem o poder.

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No encerramento da 39.ª Festa do “Avante!”, na Quinta da Atalaia, Seixal, Jerónimo de Sousa apelou ao voto na CDU nas legislativas, pois “os trabalhadores e o povo não trocarão o certo pelo incerto, a segurança e confiança que a CDU lhes dá por apoios e votos em outros (partidos) que, em nome da derrota de PSD e CDS, venham a utilizá-los para prosseguir a política de direita”.
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CDU destrói economia local a Sesimbra e culpa site regional

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“Sesimbra Cultural”
Após a saída da nosso último artigo sobre o vazamento de resíduos tóxicos na praia de Sesimbra, activistas e apoiantes da Coligação Unitária Democrática (PCP/PEV) tentaram manipular a opinião pública local, de modo a culpabilizar o site Sesimbra Cultural pela situação degradante que se encontra a Vila de Sesimbra.

Situação essa, que tem vindo a agravar-se ano após ano, devido a diversos factores, resultantes de políticas destruidoras que afectaram a longo prazo, a Pesca, a Fauna Marinha, o Turismo, o Comercio Local, toda a economia. Factores inimigos do progresso e do equilíbrio económico que nunca foram resolucionados em décadas.

Os apoiantes e activistas do partido mandatário que administra a Autarquia de Sesimbra, alegam que, o site Sesimbra Cultural, “está a queimar a imagem da terra e a dizer mal de Sesimbra”, prejudicando o turismo.

De acordo com os militantes e apoiantes da CDU em Sesimbra, há assuntos que não podem ser noticiados para salvaguardar a imagem da região de Sesimbra, pressionando o site a seguir a linha editorial dos outros canais de difusão local, pagos com o erário público, que não noticiam assuntos pertinentes, de interesse geral, comunitário, humanitário e ambiental.

Anteriormente, já se teriam empenhado em denegrir localmente a sua imagem, manipulando os empresários e cidadãos, que o site Sesimbra Cultural, seria uma “oposição” ao Partido Comunista Português e ao Partido Ecológico Verdes, estando uma outra força política por trás do mesmo.

Actos difamatórios estrategicamente almejados e embustes de carácter pessoal foram também incutidos ao coordenador de equipa e contribuíram para muitos comerciantes e empresários boicotarem o único meio difusor local, com capacidade de promover Sesimbra turisticamente ao exterior.

Rotulando o seu responsável socialmente como um “Louco”, que se tratava de um “Deficiente mental”, que “não batia bem”, que seria um “Frustrado”, um “Nojento” e todos os defeitos que denegririam a imagem pessoal a qualquer cidadão comum, destruindo por completo a sua vida socialmente em Sesimbra. Formatando ainda, uma omissão, sobre a segmentação de mercado turístico feita, sem qualquer tipo de apoio camarário e empresarial para algo que não conseguem proporcionar ao mesmo nível, mesmo pagando a terceiros.

Actos que visaram vivamente tentar acabar com o site mais popular e internacional da região e o meio de comunicação com maior capacidade difusora ao exterior.

Ora, relembramos aos nossos leitores, que, 85% do público que nos acompanha, não reside em Sesimbra e que, muitos dos que nos seguem, são estrangeiros de vários países.

Recordamos que, fomos lesados o ano passado pela mesma força política, pelo tempo que disponibilizámos a full-time na promoção da região, devido ao incumprimento autárquico, durante três meses, encaminhando turistas para Sesimbra e ajudando o comércio local a aumentar receitas. Tempo esse, que abdicamos do nosso sustento, para demonstrar um melhor desempenho e dinâmica.

Após o incumprimento premeditado da parte da autarquia, para com este site, cessámos regularmente a promoção digital da região na internet, facto esse, que culminou numa descida de fluxo turístico em Sesimbra que se tem verificado nos últimos meses.

Desta forma, e porque a lucidez também é a arte de ver com clareza qualquer obscuridade, o site Sesimbra Cultural, convida os autores dos respectivos embustes e difamações, para nas próximas arruadas e campanhas eleitorais, transmitirem aos comerciantes locais, aos empresários, aos habitantes da região e a toda a comunidade sesimbrense, que fizeram uma tentativa de acabar com o único meio local difusor da região ao exterior com potencial para promover Sesimbra, que estaria a ajudar muitos a ganhar o seu sustento, através de manipulações e ainda incitaram o ódio ao seu coordenador de equipa, de modo a que seja um alvo colectivo a abater.

Solicitamos aos eleitos da CDU a relembrar a todos os sesimbrenses nas próximas campanhas eleitorais que:

– Não é o site Sesimbra Cultural que descarrega o esgoto e resíduos tóxicos prejudiciais à saúde pública na praia de Sesimbra há anos, que contribuiu para reduzir a qualidade da água do mar, para a limitação do sector piscatório, para a destruição da flora e para a extinção de espécimes na fauna marinha, que por sua vez, impressiona há anos quem assiste as respectivas descargas, por se acompanharem de um cheiro nauseabundo, lesando a imagem da vila, devido às fezes humanas numa praia com bandeira azul.

– Não é o site Sesimbra Cultural que toma decisões sobre a quem atribuir o dinheiro público destinado à promoção regional, pois tem sido direccionado para entidades como o Clube Sesimbrense e para as Associações de Samba, que recebem dezenas de milhares de euros por ano, sem possuírem nenhum meio de promover Sesimbra ao exterior.

– Não foi o site Sesimbra Cultural que privatizou o estacionamento na zona central da vila, implementando uma política de parquímetros que está a taxar todos a 1,5 € por hora, de modo a liquidar a dívida contraída que financiou o “investimento do Carnaval” o mais rápido possível, prejudicando o turismo e a qualidade de vida dos que residem, trabalham e frequentam Sesimbra.

– Não foi o site Sesimbra Cultural que ergueu na praia do Meco, o monumento aos estudantes que faleceram no local, criando pânico e medo aos que frequentam essa praia.

– Não foi o site Sesimbra Cultural que fixou um IVA de restauração descomunal. –
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Em suma, não é o site Sesimbra Cultural que subtrai a vontade da maioria da população em Sesimbra, dos trabalhadores e do povo, em detrimento de interesses e estratégias partidárias ou quem concorre às eleições como seus defensores e representantes.

Conclusão, se não houvessem centenas de lacaios fidelizados a troco de um emprego e facilidade social, de modo a proporcionarem-se defesas incondicionais ao que está a ser desviado para interesses particulares instalados, nunca a este nível de progresso e desenvolvimento tínhamos chegado.

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A fraude do comunismo e suas utopias

É algo que só existe em teoria, um dogmatismo sem sistema como afirmou Fernando Pessoa. As suas doutrinas, baseiam-se na luta anti-capitalista entre proletários e burgueses para justificarem e implementarem as suas fraudes, mediante propaganda defensora da classe operária.

Porque sabem que o capitalismo é indestrutível, auto-gestionado pela dinâmica individual e criativa de cada um e sobrevive sempre, até mesmo sob as maiores ditaduras comunistas, socialistas e marxistas.

Em toda a história da humanidade, o comunismo nunca foi aplicado ou implementado em nenhuma parte do mundo como está descrito nas suas doutrinas.

Apenas resultou num genocídio massivo da humanidade devido ao controlo e protecção dos seus regimes pelo uso da força e armas, condicionamento da liberdade de expressão, controlo de todos os meios de comunicação do estado e fuzilamentos públicos a quem discordou das suas ideias e ousou opor-se ao regime político de partido único.

Todos os líderes comunistas são capitalistas. Os partidos comunistas simplesmente doutrinaram-se para encapotarem o seu verdadeiro objectivo: O totalitarismo, o fascismo e o autoritarismo. A ditadura do proletariado.

Marx, Engels, Lenin, Trotsky, os nomes base da defesa da classe operária, foram filhos de burgueses mimados que nunca, mas nunca trabalharam na vida.

Países como a Alemanha, EUA e Inglaterra, desenvolveram-se, porque souberam livrar-se do comunismo e das suas células que se infiltram na sociedade visando destruí-la interiormente.

Algo que em parte, acabou por acontecer em Portugal no ano de 1975, período pós 25 de Abril, época em que o PCP governou o país juntamente com o MFA, culminando na destruição de toda a economia portuguesa e forçando a emigração da população em geral.

Joseph Stalin, uma das grandes referências do Partido Comunista Português, responsável por milhões de mortes por fome e assassinatos em massa, defendeu que, a América, seria como um corpo, e a sua saúde, um tripé de patriotismo, moralidade e espiritualidade.

Stalin, afirmou que, para se destruir um país tão forte, seria necessário detonar os seus pilares de defesa nacional interiormente.

No livro “O Comunista Nu” de Cleon Skousen, antigo agente do FBI, são apresentadas 45 metas comunistas, a partir de 1958, que visam destruir as sociedades, culturas e suas economias por dentro, com a pretensão de tomar o poder e implementar um regime comunista de partido único, que não permite ninguém discordar das suas ideias.

Ou seja, a estratégia dos comunistas para destruir qualquer nação, cultura e economia, é sobrecarregar o Estado interiormente e sua sociedade, dominando mais que um partido e vários movimentos de protesto, de modo a que o mesmo, entre em colapso total.

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CDU defende reposição de freguesias no concelho da Moita

moita
No debate da Coligação Democrática Unitária (CDU) “Balanço do primeiro ano de mandato”, na Moita, foi aprovada uma moção em defesa da reposição das freguesias da Baixa da Banheira, Vale da Amoreira, Gaio-Rosário e Sarilhos Pequenos. A moção considera que as juntas de freguesia desempenham um “papel insubstituível” ao serviço das populações e que a sua extinção é um “erro profundo do Governo” e um “ato lesivo dos interesses das populações, baseado em falsos argumentos”.
O documento lembra que “as freguesias não são, nem nunca foram, um peso financeiro para o Orçamento de Estado”, representando “cerca de 0,1 por cento do total”. A moção refere que a CDU apoia a “proposta apresentada pelo Partido Comunista Português (PCP) na Assembleia da Republica da criação das freguesias”, nomeadamente da “Baixa da Banheira, do Vale da Amoreira, do Gaio-Rosário” e de “Sarilhos Pequenos”.

O texto acrescenta que estas freguesias que foram “roubadas ao concelho da Moita”, devem ser repostas “como um ato de justiça” e uma “necessidade efetiva das populações, com vista a melhorar as suas vidas”. A CDU apela ainda a “todos os autarcas, aos trabalhadores, ao movimento associativo” e à “população, para o prosseguimento da luta” e das “diversas ações em defesa das freguesias” e do “poder local democrático”.

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Noite Eleitoral em Almada

29 de Setembro 2013
CDU vence com maioria absoluta

Joaquim Judas conquista Almada e garante maioria absoluta
Joaquim Judas diz que “o resultado foi significativo no plano local e uma derrota para os partidos do governo”. O candidato afirma que “a CDU tem uma actividade de prestígio, principalmente no distrito de Setúbal” e isso foi notório no resultado destas autárquicas.

O PS fará tudo ao seu alcance para que a “câmara sirva a população e dê prioridade ao apoio às famílias”. Para Joaquim Barbosa o balanço é positivo, visto que contou com um aumento percentual de dois por cento, que só demonstra que “o programa eleitoral teve alguma aceitação junto da população”. O socialista acredita que “Almada terá de ser gerida de forma diferente”.

O candidato pelo PS considera que a abstenção revela um “sentimento de grande distanciamento da população em relação à política”. Com um aumento de oito por cento em comparação com as autárquicas de 2009, Joaquim Barbosa defende ao “Setúbal na Rede” que “a abstenção favorece sempre o primeiro”. Já Joaquim Judas diz que “a chuva pode ter sido um entrave para os eleitores votarem”.

O novo presidente garante que irá cultivar a boa rede que Almada mantém com as instituições do concelho e insistir junto das suas parcerias para a “mobilização dos recursos para a criação de emprego”. Alguns dos seus projetos passam pela dinamização do “centro histórico através na reabilitação humana, o programa da polis na Costa da Caparica, o aumento da qualidade de vida, bem como, desenvolver projetos culturais e destinados à juventude”.

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Autarquicas 2013 – Debate em Almada – vídeos

Debate organizado pelo Setúbal na Rede e Jornal da Região

Almada – 18 de setembro, 21 horas, Teatro Municipal Joaquim Benite
CDU – Joaquim Judas
PS – Joaquim Barbosa
PSD – António Neves
BE – Joana Mortágua
CDS – Fernando Sousa da Pena
PCTP/MRPP – Domingos Bulhão
PAN – Sofia Silva

Vídeo 1

Vídeo 2

Vídeo 3

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