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Cidade da Água em Almada à venda por 2 mil milhões de euros


O projeto da Cidade da Água, em Almada, na margem sul do Tejo – ou a nova “pequena Expo”, como já é apelidada – deverá chegar ao mercado no primeiro semestre deste ano por 2 mil milhões de euros. O megaprojeto imobiliário, gerido pela Baía do Tejo, empresa estatal do universo da Parpública, deverá ganhar forma nos próximos 10 ou 15 anos.

Sérgio Saraiva, administrador da Baía do Tejo, contou recentemente ao idealista/news que a venda do território do antigo estaleiro da Lisnave deveria concretizar-se no primeiro trimestre de 2019, confirmando “a manifestação de interesse por parte de diversos investidores nacionais e internacionais”. Segundo a informação agora avançada pelo EuroProperty, o projeto deverá chegar ao mercado muito em breve por 2 mil milhões de euros.

A Cidade da Água vai erguer-se na Margueira, antigos terrenos da Lisnave, e pretende revolucionar a zona ribeirina de Cacilhas. Há um ano, o idealista/news embarcou numa networking trip que levou cerca de 50 profissionais do imobiliário para visitar os terrenos da Lisbon South Bay, um tiro de partida para aquele que viria a ser um ano de de “caça” ao investimento para a requalificação daqueles territórios ribeirinhos.

Da autoria do arquiteto Richard Rogers e Santa-Rita & Associados, o projeto tem como elementos-âncora a Marina (com capacidade para 400 embarcações) e o Terminal Fluvial Intermodal (com capacidade para acolher nove milhões de utilizadores anuais), a par de um conjunto urbano de uso misto residencial, escritórios, comércio e restauração, hotéis, áreas culturais, nomeadamente a criação de um museu e galerias de arte, e náuticas.

Projeto ‘Cidade da Água’ (Almada) entregue a um promotor em 2019


O projeto de requalificação da antiga área industrial da Margueira, em Almada, conhecido como ‘Cidade da Água’, vai estar entregue a um promotor até ao final do primeiro trimestre de 2019, disse hoje o presidente da Baía do Tejo. A Baía do Tejo é uma empresa pública que tem a responsabilidade de requalificar os territórios das antigas áreas industriais da Quimiparque, no Barreiro, da Siderurgia, no Seixal, e da Margueira, em Almada, em conjunto com as autarquias, conhecido como projeto do Arco Ribeirinho Sul ou ‘Lisbon South Bay’, nome utilizado na promoção internacional. “A desafetação do território, que ocorreu em 2017, foi um passo fundamental para se poder avançar. O projeto ‘Cidade da Água’ está em fase de ser definido o modelo e o caderno de encargos para se iniciar a fase de decisão e penso que no primeiro trimestre de 2019 estará nas mãos de um promotor”, disse Jacinto Pereira, presidente do conselho de administração da Baía do Tejo.

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Governo autoriza urbanização na antiga Lisnave

Por Bruno de Castro Ferreira|20.10.17

Cidade da água vai estender-se por 63 hectares de Almada, Barreiro e Seixal.

O Governo deu luz verde à construção de uma urbanização dos terrenos dos estaleiros da Lisnave, em Almada. O investimento de 1,2 mil milhões de euros já terá interessados, mas não podia avançar sem esta alteração legal. De acordo com o decreto-lei publicado ontem em Diário da República, 40 dos 45 hectares dos antigos estaleiros saem do domínio público hídrico e passam para domínio privado do Estado, o que permite avançar com a construção da chamada Cidade da Água. Assim, lê-se no decreto-lei, estão criadas as “condições para pôr em prática parte do Projeto Arco Ribeirinho Sul e dar um novo uso aos terrenos da Margueira […] no âmbito dos objetivos definidos no Plano de Urbanização de Almada Nascente, definido em 2009”. O projeto final inclui a construção de habitação, espaços culturais, de serviços e de lazer, hotéis e escritórios. Está ainda prevista a construção de uma marina e de um terminal de transportes. A Cidade da Água, da responsabilidade da empresa Baía do Tejo, estende-se por 63 hectares dos municípios de Almada, Barreiro e Seixal.

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Almada-CIDADE DA ÁGUA MAIS PERTO

08/09/2017


O Conselho de Ministros aprovou ontem o Decreto-Lei que desafeta do domínio público e integra no domínio privado do Estado parte do terreno da Margueira (ex-Lisnave), e concessiona duas parcelas do domínio público à Baía do Tejo (Doca 13 e marina). A decisão abre portas à execução do Plano de Urbanização de Almada Nascente-Cidade da Água, elaborado e aprovado pelo Município, em vigor desde 2009.

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Grupos internacionais querem investir em Almada

Vão ser investidos 13 milhões de euros na descontaminação dos solos da Siderurgia e da Quimigal. Projeto Cidade da Água, em Cacilhas, já tem interessados

Até ao final do ano vão ser investidos 13 milhões de euros na descontaminação dos terrenos dos antigos parques industriais do Seixal (ex- Siderurgia Nacional) e do Barreiro (antiga Quimigal). Além de estarem previstas pela empresa Baía do Tejo ações de reabilitação, no valor de dois milhões de euros, nestes terrenos, que fazem parte de um projeto que tem como objetivo renovar as zonas ribeirinhas de Almada (que tem recebido manifestações de interesse por parte de fundos e de grupos económicos internacionais em investir), Seixal e Barreiro. E ao mesmo tempo criar uma única frente metropolitana de oferta turística e empresarial juntando os recursos disponíveis naquelas cidades com o que já existe em Lisboa.

Dentro deste projeto, é na cidade de Almada que está a grande aposta na área da reabilitação urbana, cujo interesse em ali investir já foi demonstrado por grupos económicos internacionais, existindo mesmo, sabe o DN, manifestações dessa intenção feitas por escrito. Para a área que já foi ocupada pelos estaleiros de reparação naval da Lisnave está aprovado desde 2009 um projeto de renovação que inclui uma marina, um terminal para cruzeiros e uma área habitacional, que, após estar construída, deverá contar com dez mil habitantes.

Com o plano de urbanização Almada Nascente aprovado e publicado em Diário da República desde 2009, falta uma decisão administrativa do governo sobre terem poderes sobre a zona marítima junto a Cacilhas para que os concursos públicos para a concretização do projeto avancem. E não parece faltarem interessados. Segundo sabe o DN, a Baía do Tejo e a autarquia de Almada têm sido contactados por grupos de investidores internacionais como fundos norte-americanos e ingleses e empresas ligadas ao imobiliário, por exemplo do Médio Oriente e da Holanda, que revelaram interesse em investir neste projeto que, segundo a avaliação económico-financeira conhecida, pode englobar um investimento mínimo de mil milhões de euros. Alguns desses contactos aconteceram no Mipim, uma das maiores feiras de imobiliário do mundo, que se realizou Cannes (França) em março, onde o projeto de reabilitação dos três pontos-chave da Margem Sul estiveram em destaque.

“A promoção do projeto Lisbon South Bay, feito pela Baía do Tejo em parceria com os municípios de Almada, Barreiro e Seixal, tem dado frutos e tornado estes territórios conhecidos e conseguido mostrá–los a grupos económicos de referência e a empresas de investimento imobiliário”, confirmou ao DN Sérgio Saraiva, administrador da empresa Baía do Tejo.

Além da Cidade da Água, uma das apostas para dar uma nova vida aos antigos parques industriais do Seixal e do Barreiro (ambos com dezenas de empresas a funcionar nessas áreas) e a de que o terminal de contentores que atualmente existe em Lisboa passe para o Barreiro, aproveitando uma parte dos terrenos da Quimigal, estando previsto que o porto para os barcos seja feito ganhando terreno ao rio Tejo. Para já, o processo da responsabilidade da Administração do Porto de Lisboa está parado na Agência Portuguesa do Ambiente, à espera de elementos adicionais relativos ao impacte ambiental.

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