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1989 Comemorações do centenário SFUAP

A 23 de Outubro de 1989 a SFUAP comemorou 10 anos de existência


1989 – SFUAP Conferencia 100 anos de actividade

Almada – 25 de Abril 2014

Comemorações do 25 de Abril em Almada 2014

Setúbal – Maria das Dores Meira nos 40 anos do 25 de Abril

«Queremos, acima de tudo, ter a possibilidade de viver com dignidade»
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A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, apontou esta manhã, nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril, a necessidade de lutar por um país com futuro que dê trabalho e dignidade aos portugueses.

A luta, durante a ditadura, pela liberdade e a democracia, pela justiça e pelo desenvolvimento, é hoje substituída pela luta contra uma realidade que, referiu a autarca na sessão solene comemorativa da Assembleia Municipal de Setúbal, não é possível esconder com “uma novilíngua” formada por palavras que contradizem as dificuldades vividas pelos cidadãos.

Neste léxico dos “modernos mercadores” e dos “neoliberais sem freio”, ilustrou, despedimentos passaram a ser “requalificações” ou “libertações”, cortes de salários são “ajustamentos”, reduções das pensões exprimem, afinal, “correções” ou “contribuições extraordinárias de solidariedade”, mais desemprego é igual a “reforma do Estado” e medidas definitivas significam “medidas temporárias”.

Se o regime fascista, “mesmo com violência e repressão”, não conseguiu “cortar a raiz ao pensamento”, a tentativa, 40 anos volvidos sobre o 25 de Abril de 1974, de “tão profunda transformação estrutural” por “via simbólica” também é incapaz, segundo Maria das Dores Meira, de impedir os portugueses de pensar.

“Não houve, nem haverá, machado que nos corte a raiz ao pensamento, há 40 anos, como hoje. Abril demonstrou-o com a alegria que as revoluções comportam, com a dignidade que só os povos conhecem”, assinalou a presidente da Câmara Municipal de Setúbal.

É tempo, acrescentou, de questionar o caminho apontado, de interrogar se a Revolução foi uma linha contínua ou se a realidade atual demonstra uma inversão de marcha que deve ser travada. “A resposta a esta questão é fácil e resulta de um imperativo de consciência: claro que temos o dever de travar este retrocesso! É o que faremos porque a história não acabou.”

A autarca defendeu que este dia de festa deve ser usado para afirmar a capacidade de construir uma sociedade melhor e mais justa, que acabe com as desigualdades e respeite os direitos políticos, sociais e económicos alcançados. “Queremos, acima de tudo, ter a possibilidade de viver com dignidade.”

Maria das Dores Meira afirmou que comemorar Abril “é também comemorar a inigualável obra que o Poder Local Democrático fez em todo o País”, considerando que as câmaras municipais e as juntas de freguesia são “os principais responsáveis pela correção das abissais diferenças de desenvolvimento entre os grandes centros urbanos e um interior que foi, durante demasiado tempo, esquecido e desprezado”.

Veja mais em ::::> ROSTOS

25 de Abril – Comemorações em Almada 2014 (Vídeo)

Almada Comemora Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974

Veja as Fotos em :::>http://www.cibersul.org/?p=7386

25 Abril – comemorações em Almada 2014

25 de Abril em Almada 2014

Almada Comemora Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974

ALMADA – 25 de Abril 2011

Comemorações do 25 de Abril em Almada 2011

2008 Almada Comemorações do 25 de Abril


Setúbal dia de Portugal 2007

Desfile militar comemorativo do dia de Portugal em Setúbal

Almada – 25 de Abril 2004

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