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Terminal de contentores será no Barreiro

Barreiro

O Governo anunciou hoje que o Barreiro é a única localização em cima da mesa para a instalação do terminal de contentores, avançando agora a candidatura a fundos comunitários para a realização de estudos de impacte ambiental.

“A única localização que continua a ser estudada é a do Barreiro, que foi a que reuniu consenso”, declarou hoje o secretário de Estado das Infraestruturas, adiantando que “se os estudos confirmarem as expectativas que existem, não haverá um euro de dinheiro público envolvido neste projeto”.

Em declarações aos jornalistas, Sérgio Monteiro avançou que se inicia agora a fase de estudos para o projeto de instalação do terminal de contentores no Barreiro, ficando pelo caminho a solução da Trafaria.

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Movimento Contentores na Caparica/Trafaria Não!

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O Movimento Contentores na Caparica/Trafaria Não! está nomeado como «Exemplo do Comportamento de Cidadãos». As votações são online.

O Movimento «Contentores na Caparica/Trafaria Não!» surgiu da contestação de um grupo de cidadãos ao anúncio da construção do mega terminal de contentores e de um porto de água profundas na Trafaria, que ameaçava o ambiente e a qualidade de vida das populações.

Entre as ações promovidas pelos cidadãos, com o apoio do Município de Almada e das Juntas de Freguesia, realizaram-se cordões humanos e debates que chamaram a atenção para este problema.

A Câmara Municipal de Almada lançou também uma petição, que reuniu cerca de 6 mil assinaturas, entregue na Assembleia da República, contra a construção de um terminal de contentores na Trafaria.

Agora, no âmbito do lançamento do livro Mercator da Língua Portuguesa, dos professores universitários Joaquim Vicente Rodrigues e Pedro Dionísio, o Movimento «Contentores na Caparica/Trafaria Não!» foi nomeado para receber uma distinção pelo exemplo de participação e de divulgação junto da comunidade.

Para votar é necessário ter conta no Facebook, aceder a www.mercatorlinguaportuguesa.com/portugal, e no menu Exemplos escolher a letra C e votar em: Contentores na Caparica/Trafaria Não!

Até ao dia 16 de abril, é possível cada participante votar num caso e num exemplo preferidos, mesmo de países diferentes. Em cada país onde se realizem conferências, os três casos e os três exemplos mais votados receberão uma Estrela Mercator.

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Câmara do Seixal defende novo terminal de contentores no Barreiro

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A Câmara Municipal do Seixal defende a localização do novo terminal de contentores no Barreiro e, ao mesmo tempo, considera “crucial” a construção da ponte Seixal Barreiro, esta tomada de posição por parte do município, foi aprovada na reunião do executivo municipal, na passada semana. A autarquia considera que “a instalação do terminal de contentores do Barreiro pode ser um factor de dinamização do projecto do Arco Ribeirinho Sul” e da “revitalização das zonas industriais de Seixal, Almada” e “Barreiro, devendo potenciar as ligações destes territórios” e “apostar numa melhoria das acessibilidades existentes”.

O documento aprovado refere que “a construção da ponte Seixal Barreiro, prevista no actual plano rodoviário nacional, PRN2000, que liga a ER10 e ER11-2, é crucial para a ligação do terminal de contentores do Barreiro ao território envolvente à Siderurgia Nacional”, que se encontra “a pouco mais de um km de distância”, somente “separados pelo rio Coina”. A edilidade lembra que com “o processo de desindustrialização verificado na região ao longo das últimas duas décadas”, verifica-se a “existência de grandes áreas industriais desaproveitadas”, sendo a “quase a totalidade dos terrenos propriedade do Estado” e com “localizações de excelência para protagonizar novas dinâmicas económicas” e “ancorar projectos estruturantes”.

O Projecto do Arco Ribeirinho Sul, Siderurgia no Seixal, Lisnave Margueira em Almada e Quimiparque no Barreiro, assume, assim, de acordo com a posição da autarquia, “um papel estruturante para a estratégia de competitividade” e “emprego da região de Lisboa”, assim como “alavanca de desenvolvimento regional e nacional”. O texto adianta que “este constitui o maior projecto nacional de reconversão” e “qualificação industrial e ambiental”, detendo “enorme impacto na valorização da frente ribeirinha dos territórios que o integram”, constituindo por essa via um “instrumento fundamental no quadro do desenvolvimento económico-social” e da “criação de emprego na Área Metropolitana de Lisboa”, que “importa dinamizar e operacionalizar”.

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Capacidade do Porto de Setúbal para contentores é suficiente para 20 anos

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A capacidade do Porto de Setúbal para contentores é suficiente para os próximos 20 anos e deverá ser esgotada primeiro, é a posição defendida pela Comunidade Portuária de Setúbal (CPS) e apresentada durante a conferência “Porto de Setúbal – A resposta imediata – Uma estratégia portuária coerente” que decorreu na manhã do dia 4 de dezembro, no Fórum Luísa Todi.

A ideia de que Setúbal apresenta todas as condições para complementar a oferta existente e, assim, responder ao desafio do Governo de aumentar o movimento de contentores, em portos nacionais, de 2,2 milhões para 6,5 milhões, até 2020, sem qualquer investimento adicional, foi uma das ideias debatidas durante a sessão.

O estudo apresentado pelo Prof. Doutor José Augusto Felício, presidente do Centro de Estudos de Gestão do ISEG, que versou sobre “A análise comparativa de serviços de contentores do Porto de Setúbal com o Porto de Lisboa”, revela que o transporte de carga para a margem norte do Tejo é mais rápido se for feito a partir de Setúbal, do que a partir da Trafaria ou do Barreiro, e que a distância entre Setúbal e Lisboa, por via ferroviária, é mais curta do que a distância entre Barreiro e Lisboa ou Trafaria e Lisboa.

Outra das conclusões deste estudo revela que o custo das dragagens necessárias para manter aberto o canal de acesso ao futuro terminal do Barreiro implica um acréscimo de custo da operação portuária superior a 7 euros, por tonelada de carga movimentada, tornando a operação no Porto de Setúbal bastante mais vantajosa
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Augusto Felício referiu ainda que, num país de fracos recursos, não esgotar em primeiro lugar a capacidade já existente em Setúbal é assumir riscos desnecessários para os contribuintes, numa solução ainda mal configurada. A situação pode vir a criar um potencial novo “Elefante Branco”, para um projeto de 700 milhões, dragagens de primeiro estabelecimento entre 100 e 150 milhões de euros e dragagens de manutenção no novo terminal, que alguns estimam até 50 milhões de euros por ano, em face da imprevisibilidade do comportamento do leito do Tejo, na zona do terminal.

Se assim for, a Taxa de Uso do Porto cobrada aos navios não conseguirá cobrir esses custos, sendo portanto um risco para o Estado e contribuintes.

À apresentação do estudo seguiu-se uma mesa redonda, mediada por Ricardo Costa, diretor do jornal Expresso, na qual a audiência teve a oportunidade de ouvir a opinião de vários nomes de reconhecido mérito. Pedro Reis, ex-presidente do AICEP, falou na vantagem em concentrar investimento em polos de desenvolvimento e questionou: “Haverá massa crítica para mais oferta ?”. Tiago Pitta e Cunha, consultor da Presidência da República para os Assuntos do Mar, referiu que é necessário um estudo sobre a procura e um EIA que avalie impactes, incluindo uma análise comparativa de soluções. Referiu ainda que o investimento feito em Setúbal, com o dinheiro dos contribuintes, terá de ser utilizado, referindo-se à capacidade disponível neste porto. José Eduardo Martins, ex-Secretário de Estado do Ambiente disse que, na zona do Barreiro, existe um dos maiores passivos ambientais do país.

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Terminal de contentores no Barreiro revitaliza território da Baía do Tejo

Baía do Tejo
A proposta de definição do âmbito do Estudo de Impacte Ambiental para o novo terminal de contentores refere que a infraestrutura vai dar utilidade aos terrenos no Barreiro, que se encontram “abandonados e que só servem para uso industrial”.
“A possibilidade de estabelecer uma nova zona portuária e industrial nestes terrenos poderá contribuir para a revitalização do tecido económico, para a rentabilidade do espaço, para a reconversão de áreas industriais degradadas e para a redução do passivo ambiental”, refere a proposta elaborado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
A zona em estudo para a localização do novo terminal de contentores no Barreiro é o território da Baía do Tejo, empresa do universo Parpública, que tem a seu cargo a gestão dos Parques Empresariais Baía do Tejo, localizados no Barreiro, Seixal e Estarreja.
“O objetivo principal é dar utilidade a terrenos que dificilmente servirão para algo que não ao uso industrial e que agora se apresentam abandonados. Contribui ainda para a diminuição dos custos de construção dos acessos rodoferroviários necessários para a distribuição e receção de cargas”, acrescenta.
O documento frisa que a solução do Barreiro não é inovadora, já que em 2007 era apontada como alternativa potencial para receber o novo terminal de contentores.

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OE considera necessário aprofundar estudos para a localização do novo terminal de contentores

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A Ordem dos Engenheiros (OE) apelou à necessidade de aprofundar os estudos acerca da localização do novo terminal de contentores na região metropolitana de Lisboa.

O bastonário da OE destacou a importância de analisar cuidadosamente “não só os prós e contras do terminal de contentores do Barreiro, mas também as vantagens e desvantagens de outras opções como, por exemplo, Setúbal. Carlos Matias Ramos alertou para os custos elevados envolvidos nos processos de descontaminação e de dragagem no caso do Barreiro.

O debate realizado na sede da OE, em Lisboa, sobre a localização do terminal, contou com a presença do secretário de Estado das Infra-estruturas, Transportes e Comunicações.

Sérgio Silva Monteiro concordou com a importância de reforçar a análise nas perspectivas técnica, ambiental e de viabilidade económica da nova solução e referiu que o Executivo ainda não tem “condições para decidir”, explicando que a decisão não será “imposta por decreto”.

No debate participou ainda Carlos Humberto Carvalho, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, que afirmou a necessidade “de ampliar a actividade portuária do município do Barreiro”.

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Autarca do Barreiro anuncia interesse de privado em novo terminal de contentores

Carlos Humberto disse que o novo terminal é um passo essencial para ajudar ao desenvolvimento económico também da região e do país.

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O presidente da Câmara do Barreiro, Carlos Humberto, anunciou esta terça-feira o interesse de uma empresa privada na construção de um novo terminal de contentores no concelho, referindo que o aumento da atividade portuária é essencial. “O aumento da atividade portuária no concelho pode ser uma âncora essencial para o seu desenvolvimento, que terá que passar pelo território da Baía do Tejo”, afirmou o autarca, durante a assinatura de um protocolo para a construção de duas novas rotundas no concelho. Carlos Humberto disse que o novo terminal é um passo essencial para ajudar ao desenvolvimento económico também da região e do país. “Uma empresa privada, que não posso revelar o nome, está interessada no novo terminal e já visitou mesmo o local, na nossa companhia, revelando que vai concorrer caso o projeto avance”, salientou. O autarca reafirmou que os estudos que estão a ser feitos para o incremento da atividade portuária apontam apenas para uma localização no Barreiro, mas aguarda por uma decisão do Governo.

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Deputados do PSD eleitos por Setúbal querem decisão defitiniva sobre terminal de contentores

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Os deputados do PSD eleitos por Setúbal questionaram hoje o Governo sobre a possível instalação de um terminal de contentores no Barreiro, exigindo uma decisão “célere e definitiva” sobre o assunto.

“Depois de ter sido dado como certo, no ano passado, que a Trafaria [concelho de Almada] iria receber esta infraestrutura, vem agora o secretário de Estado colocar de fora esta localização, surgindo o Barreiro como local provável para a instalação desta infraestrutura”, refere o deputado Bruno Vitorino, numa informação enviada à Lusa.

Os sociais-democratas “veem com bons olhos” a possibilidade de o Barreiro receber toda e qualquer atividade portuária que possa potenciar o desenvolvimento daquele território”, mas exigem uma decisão “célere e definitiva, assente em estudos técnicos credíveis”.

“O que não pode acontecer é este ziguezague constante ou uma não decisão, que se arraste no tempo e ponha em causa o trabalho que está a ser feito no âmbito do Arco Ribeirinho Sul”, acrescentam.
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Governo admite Barreiro como boa localização para novo porto

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O secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, admitiu hoje que o Barreiro pode ser uma boa localização para um futuro porto de águas profundas. “O Barreiro é uma localização que tem algumas potencialidades, nomeadamente o facto de ter uma ligação ferroviária já feita e de ter a vontade política”, disse o governante.

Sérgio Monteiro falava em Lisboa no final da última sessão pública de debate do relatório do Grupo de Trabalho para as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado e que propõe 30 projetos. Contudo, o secretário de Estado realçou que é necessário analisar vários fatores, entre os quais os custos das dragagens necessárias “para verificar se a localização Barreiro é ou não uma possibilidade”, caso o Governo decida que o porto de águas profundas “é para avançar porque essa decisão não está tomada”, frisou.

No debate aberto ao público, Sérgio Monteiro fez saber que vai anunciar até ao início de abril quais as infraestruturas que vão ser construídas. Presentes na sessão pública, vários autarcas da Margem Sul defenderam a importância de se apostar nos seus concelhos. O presidente da câmara de Almada, Joaquim Judas, criticou a indefinição da futura localização do porto de águas profundas e defendeu que o Barreiro “tem predisposição para que esse projeto se concretize”.

Por seu lado, o autarca do Barreiro, Carlos Humberto, que optou hoje por não mencionar o porto de águas profundas, considerou ser necessário pensar-se no novo aeroporto de Lisboa, na ligação de alta velocidade entre Lisboa e Madrid e na terceira travessia do Tejo entre Chelas e o Barreiro. Na ferrovia, as principais críticas prenderam-se com manutenção da bitola ibérica em detrimento da europeia e com o traçado de algumas linhas.

O secretário de Estado disse que “todos os projetos de investimento preveem ter essa dupla circulação, em bitola ibérica e europeia”. “A europeia é um objetivo político e estratégico relevante, mas nós temos todos os nossos comboios de transporte de mercadorias com bitola ibérica. Se tomássemos a decisão de migrar de uma vez para a bitola europeia significava que tínhamos de investir na linha, mas também no comboio e nós não temos meios financeiros para o fazer”, afirmou.

O grupo de trabalho definiu 30 projetos prioritários para os próximos seis anos, num investimento global de 5.103,8 milhões de euros, entre os quais se destacam a expansão do porto de Sines, a modernização da linha do norte, a conclusão do túnel do Marão e a abertura de um novo terminal de carga no aeroporto de Lisboa. Do conjunto de projetos apresentado, 18 estão ligados ao setor marítimo, oito ao ferroviário, dois ao rodoviário e outros dois ao aeroportuário.

Setúbal na Rede

Barreiro quer receber terminal de contentores de Lisboa

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O presidente da Câmara do Barreiro, Carlos Humberto (PCP), está satisfeito com a possibilidade de construção do novo terminal de contentores da região de Lisboa no concelho, “único local que está a ser estudado” para receber a infraestrutura.

“É um projeto que me agrada e do que conheço é das principais prioridades. Claro que mantenho alguma reserva até se avançar, pois já quando foi a Terceira Travessia do Tejo disse que só ficava descansado quando os pilares estivessem construídos”, salientou, em declarações à Lusa.

O autarca barreirense lembrou que o “novo terminal de contentores deep sea” do rio Tejo é uma das prioridades do grupo de trabalho para as infraestruturas de elevado valor acrescentado, nomeado pelo Governo, e sublinhou que o Barreiro é a localização prioritária.

“Daquilo que tenho conhecimento o Barreiro é o único local que está a ser estudado para receber o novo terminal. Já temos um terminal de líquidos e um de granel e isto seria um alargamento da atividade portuária, como está previsto no Plano de Urbanização da Quimiparque”, afirmou.

Carlos Humberto explicou que o terminal será um “projeto âncora para o território” e que será necessário efetuar dragagens no local, afirmando que a Trafaria (Almada), que chegou a ser anunciado como o local escolhido, está fora de hipótese.

O autarca disse ainda que a ponte entre o Barreiro e o Seixal, para uma ligação rodoviária entre os dois concelhos, é também prioritária.

Carlos Humberto explicou ainda que o terminal do Porto de Setúbal será alvo de uma intervenção.

A Lusa contactou, a propósito das declarações de Carlos Humberto, o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, que recusou fazer comentários.

O documento do grupo de trabalho para as infraestruturas de elevado valor acrescentado define um total de 30 projetos prioritários para os próximos seis anos, num investimento global de 5.103,8 milhões de euros.

Do conjunto de projetos apresentado, 18 estão ligados ao setor marítimo, oito ao ferroviário, dois ao rodoviário e outros dois ao aeroportuário.

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