Tag: Cova da Piedade

Almada 2018 Barrocas

Entre a Nora de Ferro o cavaleiro Quim Zé e o Clube do Figo



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Almada 2018 Cova da Piedade (Fotos)

A Igreja o Coreto o Palácio e a história da Batalha da Cova da Piedade
que foi travada no dia 23 de Julho de 1833 entre as forças Realistas (miguelistas ou absolutistas) de Dom Miguel e as forças Constitucionais (ou Liberais) de Dom Pedro IV.


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Homem morre atropelado por camião em Almada

Cova da Piedade, 23/01/2017

Um homem com cerca de 50 anos morreu, esta terça-feira, atropelado por um camião, na Cova da Piedade, em Almada. O alerta do acidente foi dado por volta das 11h30. Ao que o CM apurou, a vítima terá atravessado a estrada quando o sinal estava verde para os veículos. O condutor do pesado se terá apercebido da presença da vítima. O óbito foi declarado no local.

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Almada 2018 Romeira (Vídeo)

Romeira onde as mulheres lavavam no rio, enxaguavam e estendiam as peças que seriam de novo dobradas e levadas de volta até às suas proprietárias em Lisboa

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Mutela 2018 (Vídeo)

Quiçá por aqui foi travada a batalha da Cova da Piedade no dia 23 de julho de 1833

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Almada 2018 Caramujo e Margueira (vídeo)

Vídeo)2018
A fábrica da moagem da Aliança e a Lisnave

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Almada 2018 Caramujo-Margueira

2018
A fábrica da moagem da Aliança e a Lisnave

Cova da Piedade afasta Marítimo da Taça de Portugal

06/12/2017
Clube de Almada venceu os madeirenses no desempate por penáltis por 4-2.

O Cova da Piedade protagonizou esta quarta-feira a primeira surpresa dos oitavos de final da Taça de Portugal, ao afastar, no Funchal, o Marítimo, em jogo que venceu no desempate por penáltis por 4-2. Depois de um empate 0-0 no tempo regulamentar e prolongamento, a equipa da II Liga foi mais eficaz nos penáltis, eliminando assim a equipa da I Liga. Os oitavos de final da Taça de Portugal prosseguem na próxima semana, com a realização dos restantes sete encontros.

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Finanças bloqueiam capacidade do Alfeite para reparar mais navios

8 Outubro 2017

Limitações do Alfeite poderão obrigar obrigar Marinha a fazer reparações no submarino Arpão na Alemanha, com os custos a aumentarem

Marinha preocupada porque o Arsenal continua a não conseguir reparar, em simultâneo, submarinos e navios de superfície

É um mistério, que nem as Finanças nem o Ministério da Defesa explicam. Porque é que o Arsenal do Alfeite (AA) continua sem luz verde para usar as verbas que tem no banco, desde janeiro e transferidas pelo próprio governo? Além de a empresa já estar em risco de perder milhões de euros por negócios não realizados, é quase certo que terá de imputar aos clientes – como a Marinha – os custos adicionais inerentes à realização dos trabalhos noutros locais, soube o DN.

Os milhões a receber decorrem de conseguir fazer a reparação de submarinos alemães construídos pela ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) para a Marinha, a começar pelo português Arpão a partir de setembro de 2018 e cujo valor por unidade supera os 20 milhões de euros na intervenção programada. Quanto aos custos adicionais a pagar pelos clientes, o mesmo navio da Marinha serve de exemplo: caso tenha de ir para os estaleiros de Kiel, cabe ao ramo naval das Forças Armadas suportar os valores associados ao envio da guarnição e à estada das equipas de acompanhamento (15 meses).

Diferentes fontes garantem não estar em causa cativações de verbas (cerca de dez milhões de euros do próprio capital social da empresa), nem o saber onde arranjar dinheiro para um investimento qualificado como reprodutivo – alargar o cais do AA, para reparar e fazer manutenção simultânea de submarinos e navios de superfície.

As Finanças, que não responderam ao DN até ao fecho da edição, enviaram no fim de setembro uma portaria de extensão de encargos para pagar a formação dos trabalhadores nos estaleiros de Kiel (onde acompanham a reparação do submarino Tridente). Contudo, as mesmas Finanças “não deram autorização para usar a verba respetiva”, inferior a um milhão de euros, lamentou ontem uma fonte da Defesa ao DN.

Quanto às outras duas portarias de extensão de encargos, pedidas pelo AA e necessárias para fazer pagamentos plurianuais, uma visa construir duas lanchas salva-vidas para a Marinha e a outra respeita às obras no cais (envolvendo também aspetos ambientais), explicou outra das fontes.
Neste momento, alertou outra fonte, há um atraso de pelo menos cinco meses no processo, que começa com o lançamento do concurso internacional para a realização das obras, envolve a análise dos processos e eventuais recursos judiciais de candidatos derrotados, depois a contratualização dos trabalhos e a sua realização. Isto significa uma de duas situações para o AA: ou já não recebe o submarino Arpão, em setembro de 2018; ou então aceita-o e durante 15 meses não recebe qualquer outro navio.

Com a Marinha a ter de realizar ações de manutenção em pelo menos uma das fragatas Vasco da Gama, bem como em corvetas, estes meios teriam de ir para outro lado – sendo obrigação contratual do AA fazer esses trabalhos. “A situação não é fácil”, até porque “os encargos recairiam sobre o cliente e não sobre o Arsenal”, disse ao DN uma fonte que já esteve envolvida em processos desses.
Quanto à Marinha, apesar das potenciais implicações desta situação, o seu porta-voz limitou-se a dizer ao DN que o ramo “não tem informação” relativa ao AA que suscite preocupações. “Mantém-se o planeamento” quanto aos prazos de docagem do submarino Arpão (em setembro de 2018), das fragatas e das corvetas até 2020, afirmou o comandante Coelho Dias, acrescentando: “Estamos a confiar” que, “quando chegar o período” de fazer as revisões e manutenções, o Arsenal seja capaz de garantir as suas obrigações.

Veja mais em ::::> Diário de Notícias

Prova de natação homenagem a José Freitas

Prova de Águas Abertas, para federados e populares realizou-se a 2 de Setembro junto ao Terreiro do Paço.
A prova de mar José Freitas resulta da sinergia criada entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Associação de Natação de Lisboa no intuito de fazer renascer no Tejo as tradições que serviram de berço para o crescimento da natação em Portugal.

Para homenagear e celebrar a figura mítica e incontornável da natação nacional, o Prof. José Freitas, a Associação de Natação de Lisboa e a Camara Municipal de Lisboa organizam a primeira edição da prova que pretende associar a história do nadador/treinador/embaixador, aos maiores símbolos da sua carreira e da cidade de Lisboa.

Irão ser realizadas duas provas, uma para federados e outra em formato “Mass Event” para populares que se queiram associar a esta iniciativa.

VITÓRIA DO EX-PUPILO José Paulo Carvalho da SFUAPiedense

TVI
Tejo voltou a ser piscina para prova de natação
Ontem

Este sábado, cumpriu-se a primeira edição da prova “José Freitas”, uma homenagem ao nadador de 85 anos, que foi recordista da travessia do estreito de Gibraltar

TVI vídeo ::::>Click aqui para ver

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