Tag: Cova da Piedade

Finanças bloqueiam capacidade do Alfeite para reparar mais navios

8 Outubro 2017

Limitações do Alfeite poderão obrigar obrigar Marinha a fazer reparações no submarino Arpão na Alemanha, com os custos a aumentarem

Marinha preocupada porque o Arsenal continua a não conseguir reparar, em simultâneo, submarinos e navios de superfície

É um mistério, que nem as Finanças nem o Ministério da Defesa explicam. Porque é que o Arsenal do Alfeite (AA) continua sem luz verde para usar as verbas que tem no banco, desde janeiro e transferidas pelo próprio governo? Além de a empresa já estar em risco de perder milhões de euros por negócios não realizados, é quase certo que terá de imputar aos clientes – como a Marinha – os custos adicionais inerentes à realização dos trabalhos noutros locais, soube o DN.

Os milhões a receber decorrem de conseguir fazer a reparação de submarinos alemães construídos pela ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) para a Marinha, a começar pelo português Arpão a partir de setembro de 2018 e cujo valor por unidade supera os 20 milhões de euros na intervenção programada. Quanto aos custos adicionais a pagar pelos clientes, o mesmo navio da Marinha serve de exemplo: caso tenha de ir para os estaleiros de Kiel, cabe ao ramo naval das Forças Armadas suportar os valores associados ao envio da guarnição e à estada das equipas de acompanhamento (15 meses).

Diferentes fontes garantem não estar em causa cativações de verbas (cerca de dez milhões de euros do próprio capital social da empresa), nem o saber onde arranjar dinheiro para um investimento qualificado como reprodutivo – alargar o cais do AA, para reparar e fazer manutenção simultânea de submarinos e navios de superfície.

As Finanças, que não responderam ao DN até ao fecho da edição, enviaram no fim de setembro uma portaria de extensão de encargos para pagar a formação dos trabalhadores nos estaleiros de Kiel (onde acompanham a reparação do submarino Tridente). Contudo, as mesmas Finanças “não deram autorização para usar a verba respetiva”, inferior a um milhão de euros, lamentou ontem uma fonte da Defesa ao DN.

Quanto às outras duas portarias de extensão de encargos, pedidas pelo AA e necessárias para fazer pagamentos plurianuais, uma visa construir duas lanchas salva-vidas para a Marinha e a outra respeita às obras no cais (envolvendo também aspetos ambientais), explicou outra das fontes.
Neste momento, alertou outra fonte, há um atraso de pelo menos cinco meses no processo, que começa com o lançamento do concurso internacional para a realização das obras, envolve a análise dos processos e eventuais recursos judiciais de candidatos derrotados, depois a contratualização dos trabalhos e a sua realização. Isto significa uma de duas situações para o AA: ou já não recebe o submarino Arpão, em setembro de 2018; ou então aceita-o e durante 15 meses não recebe qualquer outro navio.

Com a Marinha a ter de realizar ações de manutenção em pelo menos uma das fragatas Vasco da Gama, bem como em corvetas, estes meios teriam de ir para outro lado – sendo obrigação contratual do AA fazer esses trabalhos. “A situação não é fácil”, até porque “os encargos recairiam sobre o cliente e não sobre o Arsenal”, disse ao DN uma fonte que já esteve envolvida em processos desses.
Quanto à Marinha, apesar das potenciais implicações desta situação, o seu porta-voz limitou-se a dizer ao DN que o ramo “não tem informação” relativa ao AA que suscite preocupações. “Mantém-se o planeamento” quanto aos prazos de docagem do submarino Arpão (em setembro de 2018), das fragatas e das corvetas até 2020, afirmou o comandante Coelho Dias, acrescentando: “Estamos a confiar” que, “quando chegar o período” de fazer as revisões e manutenções, o Arsenal seja capaz de garantir as suas obrigações.

Veja mais em ::::> Diário de Notícias

Prova de natação homenagem a José Freitas

Prova de Águas Abertas, para federados e populares realizou-se a 2 de Setembro junto ao Terreiro do Paço.
A prova de mar José Freitas resulta da sinergia criada entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Associação de Natação de Lisboa no intuito de fazer renascer no Tejo as tradições que serviram de berço para o crescimento da natação em Portugal.

Para homenagear e celebrar a figura mítica e incontornável da natação nacional, o Prof. José Freitas, a Associação de Natação de Lisboa e a Camara Municipal de Lisboa organizam a primeira edição da prova que pretende associar a história do nadador/treinador/embaixador, aos maiores símbolos da sua carreira e da cidade de Lisboa.

Irão ser realizadas duas provas, uma para federados e outra em formato “Mass Event” para populares que se queiram associar a esta iniciativa.

VITÓRIA DO EX-PUPILO José Paulo Carvalho da SFUAPiedense

TVI
Tejo voltou a ser piscina para prova de natação
Ontem

Este sábado, cumpriu-se a primeira edição da prova “José Freitas”, uma homenagem ao nadador de 85 anos, que foi recordista da travessia do estreito de Gibraltar

TVI vídeo ::::>Click aqui para ver

1988 SFUAP muda a sede para o Palácio José Gomes

A SFUAPiedense muda a sede social para o palácio José Gomes após o incêndio no edifício do Largo 5 de Outubro.

1968 SFUAP inaugura Secção de Campismo

Os praticantes de Campismo Desportivo na Cova da Piedade iniciaram a sua actividade em princípios dos anos 50 do sec. XX.

A secção de Campismo da Cooperativa Piedense e do Clube Desportivo da Cova da Piedade, emprestavam aos seus associados o material de campismo, como tendas, sacos de água, mesas, bancos etc.

Organizavam acampamentos onde acolhiam campistas de saco ás costas vindos muitas vezes de lugares longínquos que percorriam a pé e à boleia.

O grande impulsionador desses tempo era o Sr. Geordano que também era projeccionista no salão de cinema da SFUAP.

Ele conseguiu congregar os praticantes das Secções de Campismo da Cooperativa e do Desportivo da Cova da Piedade para formarem uma nova secção de Campismo desta vez na SFUAP onde a Direcção disponibilizou uma sala para a nossa actividade.

Eram o Borginho, o Manuel Quaresma, o João Reis,o Nini, o Fernando Cruz e muitos outros

A Secção passou a ser frequentada diariamente e formou-se uma comissão de trabalho para serem estabelecidas as actividades a desenvolver.

O ambiente era familiar e todos os dias chegava gente nova.

 

 

Nas Festas da Cova da Piedade de 1969

Resolvemos fazer mesmo em frente à nossa Secção, uma quermesse de petiscos para angariar fundos para a reconstrução da nossa secção de campismo.

Carlos Coelho, Lcruz, Lourdes Quaresma, Maria Antónia, Nini, Tólinhas

Fernando Cruz, João Silva, Cruz, Manuel Quaresma

1970 Mudança e remodelação da Sede

Com os dinheiritos feitos nessas e noutras angariações a sede da Secção de Campismo muda-se para outro local e faz remodelações as quais tiveram como grande mestre o

Sr. Fernando da Cruz

Ele foi o arquitecto da nova sede que ficou linda com decoração em madeira de costaneiros que tornava a sala acolhedora e rústica.

Com a nova sede construída voltamo-nos em força para a actividade do campismo desportivo.

A partir de 1971 a actividade da secção de campismo SFUAP aumentou com a participação em massa em Acampamentos Desportivos nos quais arrecadando muitas taças de participação e com participações marcantes nos fogos de campo.

Era tempo de acampar

No início dos anos 70 do sec. XX passar o fim de semana junto à natureza e na companhia de amigos era do melhor que queríamos ter.

 

 

Podíamos conviver com velhos campistas como o Tio Henrique que era o espelho dos Maquis Franceses que depois da guerra inventaram as férias nos campos e nas montanhas.

 

O Lagarto, O Chagas e a sua Pantera, o Gilberto dos Cabindas, o Caldeira do Porto, o Carlinhos do Estrela, o Mário do Carmo e tantos outros

 

A certa altura levámos 2 autocarros cheios de gente a um acampamento do CCL em Almornos.

O primeiro hino da secção de campismo SFUAP foi o Hino da Juventude

só mais tarde tivemos um hino dos “graúdos”

Hino da Juventude

Dentro do campismo nós somos Obreiros da Felicidade Cantando para vós aqui estamos Juventude da Piedade

Acampar,Acampar Este é o meu lema E marchar, e marchar Sendo assim vale a pena

Eu levo o meu saco ás costas E as minhas botas cardadas Eu vou pela estrada fora vou ter com os meus camaradas

e nesta noite tão linda À luz grande do braseiro Nós temos uma mensagem Salve , Salve Companheiro

Amanhã quando acordarmos E mesmo ao nasces da aurora sorridentes nos soltamos da nossa tendinha para fora.

Gabriel Quaresma

 

A partir de 1970 a Secção de Campismo da SFUAP, passou não só a participar em Acampamentos desportivos realizados pelos outros Clubes, como também passou a organizar os seus próprios acampamentos, onde afluíam um grande numero de Companheiros Campistas vindos de diversos pontos do Pais.

 

1970 Acampamento da Juventude em Vale Fetal

 

 

 

Diariamente a Secção de Campismo SFUAP era visitada por muitos Companheiros e Companheiras que organizavam regularmente reuniões de convívio, onde para além da música estava sempre presente a amizade e a camaradagem.

O Mano, O Jorge Lourenço, O Tó Zé, O Henrique Tavares, o Vasco das Barrocas, o Cá Mané, o Zé Faisco, o Heischmann, o Borginho e outras…..

Organizávamos exposições de marial campista para podermos captar novos campistas.

A partir de 1971 a Secção de Campismo teve autorização dos serviços florestais para ocupar nos meses de verão uma parcela de terreno junto à Praia da Mata que anteriormente era ocupada por uma colónia infantil do Benfica.

E assim passámos a acampar durante Junho, Julho e Agosto no meio de uma imensidão de acácias as quais íamos cortando antes de montarmos as tendas.

Eram tantas acácias que se podia ir do centro do acampamento até á estrada principal sempre em cima de árvores.

 

 

 

 

 

 

 

Tínhamos água do poço e W.C. em fossa séptica

e todos participavam em tarefas para o bem comum

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A partir de 1973 surge um homem que levaria mais longe os destinos da secção e da colectividade

Mário Martins foi o impulsionador do processo de legalização do espaço que ocupávamos provisoriamente na Praia da Mata como Parque de Campismo da SFUAP.

1987-88 Incêndio e demolição SFUAP

1988 Secção de Campismo e Sede da SFUAP

uma vista da fachada da colectividade antes do incêndio

;No dia 2 de Dezembro de 1987 a Sede da SFUAP estava em chamas

Em 1988 deu-se a demolição do edifício

Incendio e demolição

 

1974 SFUAP ganha Parque de Campismo

O momento em que o Presidente da SFUAP , Fernando Trindade Valverde, assinava o contrato de arrendamento do Parque de Campismo na Costa da Caparica.

 

Estiveram presentes no acto várias entidades oficiais, o Presidente da Federação Portuguesa de Campismo, Sr. Joaquim Campino e António Borginho, Nini, Mário Martins como representantes da Secção de Campismo.

 

 

 

A Direção da SFUAP contava agora com um “inesperado” meio de sobrevivência, já que a sua situação financeira era muito preocupante.

 

 

 

Mário Martins cumpre promessa feita

O grande impulsionador da cedência do Parque de Campismo tinha prometido cortar as barbas no dia em que a SFUAP fosse dona do Parque de Campismo

 

A partir de Janeiro de 1974 os ventos vão mudar e a secção de campismo é dissolvida pela Assembleia Geral, e o parque de Campismo passa a funcionar como uma entidade autónoma.

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Muitos destes homens e mulheres que tornaram este sonho possível, nunca viriam a usufruir do espaço como lugar de laser.

Outros permaneceram no Parque durante anos sem qualquer contacto com a sua Direcção apenas dando sol ás varizes e ás saudades de outros tempos.

O colectivismo e a força de acreditar num sonho para o bem comum tinha agora novas regras que a pouco e pouco desvaneceram no tempo os feitos de um punhado de Piedenses de uma Secção de Campismo que ousaram querer um Parque de Campismo.

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O Movimento Campista da SFUAP entre anos 50 e 80 do Sec. XX

Futsal » Cova da Piedade sagrou-se vencedor da Supertaça “AFS” 2016/2017 e fez dobradinha


Na noite deste sábado no Pavilhão Municipal da Torre da Marinha, no Seixal, a equipa de futsal sénior do Clube Desportivo da Cova da Piedade, conquistou a Supertaça “AFS” ao derrotar na final, a turma de FC São Francisco por, 0 – 5, com 0 -2 ao intervalo, e assim fez a dobradinha depois da TaçaAFS agora a Supertaça, com destaque para o hat – trik de Hugo Sousa.

A partida foi dirigida pela dupla de árbitros, Pedro Ramos e Pedro Pereira e o árbitro cronometrista Saul Pinho.

A marcha do marcador:
0 -1:(auto-golo de Kpito)
0 -2, por Hugo Sousa
0- 3, por Hugo Sousa
0 – 4, por Hugo Sousa
0-5, por Diogo Ramos

A equipa de Desporto Almada, saúda as duas equipas finalistas e em especial a equipa do Clube Desportivo da Cova da Piedade que assim fez a dobradinha, depois de ter conquistado aTaça”AFS.

veja mais em ::::> Almada Desporto

Derrocada do telhado do edifício da Cooperativa Piedense

Parte da cobertura da Cooperativa Piedense, em Almada, colapsou ontem de manhã, sem provocar danos na via pública ou vitimas.
De acordo com os Bombeiros, a área afetada encontra-se devoluta.
Foram ao local meios dos Bombeiros de Cacilhas, Protecção Civil de Almada e PSP.Õ edificio foi recentemente comprado pela Câmara para receber serviços.

Fonte ::::> Correio da Manhã

Ocorreu na manhã de 22 de março de 2017, a derrocada de parte da cobertura do edifício da antiga Cooperativa Piedense, atualmente desocupado, na Cova da Piedade, não se verificando feridos ou danos materiais na rua e prédios envolventes.

Esta derrocada verificou-se apenas para o interior do edifício, sem causar qualquer ferido ou danos materiais na rua e prédios envolventes.

A Câmara Municipal de Almada está a tomar medidas de emergência com vista a conter os danos causados, assim como está a preparar uma reabilitação mais profunda do edifício.

O Município adquiriu recentemente este edifício. O objetivo da autarquia passa por requalificá-lo para que possa receber equipamentos e serviços âncora e, ao mesmo tempo, salvaguardar a memória desta importante instituição da Cova da Piedade.

Veja mais em :::> CMA

Almada Inquérito sobre derrocada de fachada de prédio que ruiu nas Barrocas

O imóvel já tinha sido alvo de várias vistorias.
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A Câmara Municipal de Almada anunciou esta segunda-feira a constituição de uma comissão de inquérito para apurar as causas da derrocada da fachada e cobertura de um edifício na Cova da Piedade, ocorrida no sábado. Um prédio antigo situado na Cova da Piedade sofreu no sábado a derrocada da fachada e da cobertura, mas sem causar vítimas, tendo estado no local os bombeiros de Cacilhas, membros da proteção civil e dos serviços municipalizados de Almada. “Face à derrocada (…), o executivo municipal decidiu constituir de imediato uma Comissão de Inquérito”, refere a autarquia em comunicado. Esta comissão “destina-se a avaliar os procedimentos e ações que antecederam o acidente no sentido do apuramento cabal das circunstâncias em que ocorreu”, acrescenta a autarquia liderada por Joaquim Judas (PCP). O edifício, de rés-do-chão e primeiro andar, com paredes de tabique, tinha como únicos moradores um casal de idosos, funcionando no rés-do-chão uma barbearia. O imóvel já tinha sido alvo de várias vistorias e o proprietário foi notificado para realizar obras devido ao risco da estrutura. Segundo a autarquia, o relatório da comissão de inquérito deverá estar concluído até ao dia 14 de novembro.

Ler mais em: Correio da Manhã

Fachada de prédio desaba em Almada

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A fachada de um edifício caiu para a via pública este sábado deixando uma casa inabitável, na Cova da Piedade, Almada. O alerta foi dado aos bombeiros cerca das 13h00. Não há vítimas a registar. O inquilino da habitação conta à CMTV que já tinha feito queixas à Proteção Civil e à PSP das condições do edifício. De acordo com os bombeiros, o edifício, de rés-do-chão e primeiro andar, com paredes de tabique, tinha como únicos moradores um casal de idosos. No rés-do-chão funcionava uma barbearia. O edifício já tinha sido alvo de várias vistorias e o proprietário foi notificado para realizar obras devido ao risco da estrutura.

Ler mais em: :::> Correio da Manhã

Autoridades alertadas antecipadamente , nada fizeram para evitar a derrocada

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