Tag: Cova da Piedade

Almada 2018 Romeira (Vídeo)

Romeira onde as mulheres lavavam no rio, enxaguavam e estendiam as peças que seriam de novo dobradas e levadas de volta até às suas proprietárias em Lisboa

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Mutela 2018 (Vídeo)

Quiçá por aqui foi travada a batalha da Cova da Piedade no dia 23 de julho de 1833

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Almada 2018 Caramujo e Margueira (vídeo)

Vídeo)2018
A fábrica da moagem da Aliança e a Lisnave

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Almada 2018 Caramujo-Margueira

2018
A fábrica da moagem da Aliança e a Lisnave

Cova da Piedade afasta Marítimo da Taça de Portugal

06/12/2017
Clube de Almada venceu os madeirenses no desempate por penáltis por 4-2.

O Cova da Piedade protagonizou esta quarta-feira a primeira surpresa dos oitavos de final da Taça de Portugal, ao afastar, no Funchal, o Marítimo, em jogo que venceu no desempate por penáltis por 4-2. Depois de um empate 0-0 no tempo regulamentar e prolongamento, a equipa da II Liga foi mais eficaz nos penáltis, eliminando assim a equipa da I Liga. Os oitavos de final da Taça de Portugal prosseguem na próxima semana, com a realização dos restantes sete encontros.

Ler mais em: Correio da Manhã

Finanças bloqueiam capacidade do Alfeite para reparar mais navios

8 Outubro 2017

Limitações do Alfeite poderão obrigar obrigar Marinha a fazer reparações no submarino Arpão na Alemanha, com os custos a aumentarem

Marinha preocupada porque o Arsenal continua a não conseguir reparar, em simultâneo, submarinos e navios de superfície

É um mistério, que nem as Finanças nem o Ministério da Defesa explicam. Porque é que o Arsenal do Alfeite (AA) continua sem luz verde para usar as verbas que tem no banco, desde janeiro e transferidas pelo próprio governo? Além de a empresa já estar em risco de perder milhões de euros por negócios não realizados, é quase certo que terá de imputar aos clientes – como a Marinha – os custos adicionais inerentes à realização dos trabalhos noutros locais, soube o DN.

Os milhões a receber decorrem de conseguir fazer a reparação de submarinos alemães construídos pela ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) para a Marinha, a começar pelo português Arpão a partir de setembro de 2018 e cujo valor por unidade supera os 20 milhões de euros na intervenção programada. Quanto aos custos adicionais a pagar pelos clientes, o mesmo navio da Marinha serve de exemplo: caso tenha de ir para os estaleiros de Kiel, cabe ao ramo naval das Forças Armadas suportar os valores associados ao envio da guarnição e à estada das equipas de acompanhamento (15 meses).

Diferentes fontes garantem não estar em causa cativações de verbas (cerca de dez milhões de euros do próprio capital social da empresa), nem o saber onde arranjar dinheiro para um investimento qualificado como reprodutivo – alargar o cais do AA, para reparar e fazer manutenção simultânea de submarinos e navios de superfície.

As Finanças, que não responderam ao DN até ao fecho da edição, enviaram no fim de setembro uma portaria de extensão de encargos para pagar a formação dos trabalhadores nos estaleiros de Kiel (onde acompanham a reparação do submarino Tridente). Contudo, as mesmas Finanças “não deram autorização para usar a verba respetiva”, inferior a um milhão de euros, lamentou ontem uma fonte da Defesa ao DN.

Quanto às outras duas portarias de extensão de encargos, pedidas pelo AA e necessárias para fazer pagamentos plurianuais, uma visa construir duas lanchas salva-vidas para a Marinha e a outra respeita às obras no cais (envolvendo também aspetos ambientais), explicou outra das fontes.
Neste momento, alertou outra fonte, há um atraso de pelo menos cinco meses no processo, que começa com o lançamento do concurso internacional para a realização das obras, envolve a análise dos processos e eventuais recursos judiciais de candidatos derrotados, depois a contratualização dos trabalhos e a sua realização. Isto significa uma de duas situações para o AA: ou já não recebe o submarino Arpão, em setembro de 2018; ou então aceita-o e durante 15 meses não recebe qualquer outro navio.

Com a Marinha a ter de realizar ações de manutenção em pelo menos uma das fragatas Vasco da Gama, bem como em corvetas, estes meios teriam de ir para outro lado – sendo obrigação contratual do AA fazer esses trabalhos. “A situação não é fácil”, até porque “os encargos recairiam sobre o cliente e não sobre o Arsenal”, disse ao DN uma fonte que já esteve envolvida em processos desses.
Quanto à Marinha, apesar das potenciais implicações desta situação, o seu porta-voz limitou-se a dizer ao DN que o ramo “não tem informação” relativa ao AA que suscite preocupações. “Mantém-se o planeamento” quanto aos prazos de docagem do submarino Arpão (em setembro de 2018), das fragatas e das corvetas até 2020, afirmou o comandante Coelho Dias, acrescentando: “Estamos a confiar” que, “quando chegar o período” de fazer as revisões e manutenções, o Arsenal seja capaz de garantir as suas obrigações.

Veja mais em ::::> Diário de Notícias

Prova de natação homenagem a José Freitas

Prova de Águas Abertas, para federados e populares realizou-se a 2 de Setembro junto ao Terreiro do Paço.
A prova de mar José Freitas resulta da sinergia criada entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Associação de Natação de Lisboa no intuito de fazer renascer no Tejo as tradições que serviram de berço para o crescimento da natação em Portugal.

Para homenagear e celebrar a figura mítica e incontornável da natação nacional, o Prof. José Freitas, a Associação de Natação de Lisboa e a Camara Municipal de Lisboa organizam a primeira edição da prova que pretende associar a história do nadador/treinador/embaixador, aos maiores símbolos da sua carreira e da cidade de Lisboa.

Irão ser realizadas duas provas, uma para federados e outra em formato “Mass Event” para populares que se queiram associar a esta iniciativa.

VITÓRIA DO EX-PUPILO José Paulo Carvalho da SFUAPiedense

TVI
Tejo voltou a ser piscina para prova de natação
Ontem

Este sábado, cumpriu-se a primeira edição da prova “José Freitas”, uma homenagem ao nadador de 85 anos, que foi recordista da travessia do estreito de Gibraltar

TVI vídeo ::::>Click aqui para ver

1988 SFUAP muda a sede para o Palácio José Gomes

A SFUAPiedense muda a sede social para o palácio José Gomes após o incêndio no edifício do Largo 5 de Outubro.

1968 SFUAP inaugura Secção de Campismo

Os praticantes de Campismo Desportivo na Cova da Piedade iniciaram a sua actividade em princípios dos anos 50 do sec. XX.

A secção de Campismo da Cooperativa Piedense e do Clube Desportivo da Cova da Piedade, emprestavam aos seus associados o material de campismo, como tendas, sacos de água, mesas, bancos etc.

Organizavam acampamentos onde acolhiam campistas de saco ás costas vindos muitas vezes de lugares longínquos que percorriam a pé e à boleia.

O grande impulsionador desses tempo era o Sr. Geordano que também era projeccionista no salão de cinema da SFUAP.

Ele conseguiu congregar os praticantes das Secções de Campismo da Cooperativa e do Desportivo da Cova da Piedade para formarem uma nova secção de Campismo desta vez na SFUAP onde a Direcção disponibilizou uma sala para a nossa actividade.

Eram o Borginho, o Manuel Quaresma, o João Reis,o Nini, o Fernando Cruz e muitos outros

A Secção passou a ser frequentada diariamente e formou-se uma comissão de trabalho para serem estabelecidas as actividades a desenvolver.

O ambiente era familiar e todos os dias chegava gente nova.

 

 

Nas Festas da Cova da Piedade de 1969

Resolvemos fazer mesmo em frente à nossa Secção, uma quermesse de petiscos para angariar fundos para a reconstrução da nossa secção de campismo.

Carlos Coelho, Lcruz, Lourdes Quaresma, Maria Antónia, Nini, Tólinhas

Fernando Cruz, João Silva, Cruz, Manuel Quaresma

1970 Mudança e remodelação da Sede

Com os dinheiritos feitos nessas e noutras angariações a sede da Secção de Campismo muda-se para outro local e faz remodelações as quais tiveram como grande mestre o

Sr. Fernando da Cruz

Ele foi o arquitecto da nova sede que ficou linda com decoração em madeira de costaneiros que tornava a sala acolhedora e rústica.

Com a nova sede construída voltamo-nos em força para a actividade do campismo desportivo.

A partir de 1971 a actividade da secção de campismo SFUAP aumentou com a participação em massa em Acampamentos Desportivos nos quais arrecadando muitas taças de participação e com participações marcantes nos fogos de campo.

Era tempo de acampar

No início dos anos 70 do sec. XX passar o fim de semana junto à natureza e na companhia de amigos era do melhor que queríamos ter.

 

 

Podíamos conviver com velhos campistas como o Tio Henrique que era o espelho dos Maquis Franceses que depois da guerra inventaram as férias nos campos e nas montanhas.

 

O Lagarto, O Chagas e a sua Pantera, o Gilberto dos Cabindas, o Caldeira do Porto, o Carlinhos do Estrela, o Mário do Carmo e tantos outros

 

A certa altura levámos 2 autocarros cheios de gente a um acampamento do CCL em Almornos.

O primeiro hino da secção de campismo SFUAP foi o Hino da Juventude

só mais tarde tivemos um hino dos “graúdos”

Hino da Juventude

Dentro do campismo nós somos Obreiros da Felicidade Cantando para vós aqui estamos Juventude da Piedade

Acampar,Acampar Este é o meu lema E marchar, e marchar Sendo assim vale a pena

Eu levo o meu saco ás costas E as minhas botas cardadas Eu vou pela estrada fora vou ter com os meus camaradas

e nesta noite tão linda À luz grande do braseiro Nós temos uma mensagem Salve , Salve Companheiro

Amanhã quando acordarmos E mesmo ao nasces da aurora sorridentes nos soltamos da nossa tendinha para fora.

Gabriel Quaresma

 

A partir de 1970 a Secção de Campismo da SFUAP, passou não só a participar em Acampamentos desportivos realizados pelos outros Clubes, como também passou a organizar os seus próprios acampamentos, onde afluíam um grande numero de Companheiros Campistas vindos de diversos pontos do Pais.

 

1970 Acampamento da Juventude em Vale Fetal

 

 

 

Diariamente a Secção de Campismo SFUAP era visitada por muitos Companheiros e Companheiras que organizavam regularmente reuniões de convívio, onde para além da música estava sempre presente a amizade e a camaradagem.

O Mano, O Jorge Lourenço, O Tó Zé, O Henrique Tavares, o Vasco das Barrocas, o Cá Mané, o Zé Faisco, o Heischmann, o Borginho e outras…..

Organizávamos exposições de marial campista para podermos captar novos campistas.

A partir de 1971 a Secção de Campismo teve autorização dos serviços florestais para ocupar nos meses de verão uma parcela de terreno junto à Praia da Mata que anteriormente era ocupada por uma colónia infantil do Benfica.

E assim passámos a acampar durante Junho, Julho e Agosto no meio de uma imensidão de acácias as quais íamos cortando antes de montarmos as tendas.

Eram tantas acácias que se podia ir do centro do acampamento até á estrada principal sempre em cima de árvores.

 

 

 

 

 

 

 

Tínhamos água do poço e W.C. em fossa séptica

e todos participavam em tarefas para o bem comum

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A partir de 1973 surge um homem que levaria mais longe os destinos da secção e da colectividade

Mário Martins foi o impulsionador do processo de legalização do espaço que ocupávamos provisoriamente na Praia da Mata como Parque de Campismo da SFUAP.

1987-88 Incêndio e demolição SFUAP

1988 Secção de Campismo e Sede da SFUAP

uma vista da fachada da colectividade antes do incêndio

;No dia 2 de Dezembro de 1987 a Sede da SFUAP estava em chamas

Em 1988 deu-se a demolição do edifício

Incendio e demolição

 

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