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Gabriel Quaresma – “As minhas pinceladas digitais”

Cova da Piedade anos 60 dec. XX

Génios de informática combatem Estado Islamico

Solução encontrada: Estado Islâmico mostrou medo e recua depois de um ataque não violento

internet

Mais eficaz que qualquer bomba, um grupo conseguiu que o Estado Islâmico ficasse muito mais fraco em apenas um dia.

O grupo “Anonymous” atacou pela primeira vez o Estado Islâmico e os resultados já são bem visíveis. Segundo informa o site “Notícias ao Minuto”, os vários hackers espalhados pelo mundo que fazem parte desse grupo misterioso, conseguiram cancelar mais de cinco mil contas nas redes sociais de alegados soldados do Estado Islâmico. Isso significa que seu processo de recrutamento fica muito mais débil para o exterior, além de que suas comunicações ficam claramente prejudicadas. Em apenas 24 horas, é possível que esse “simples” ataque cibernético pode ter sido mais eficaz na eliminação do grupo terrorista do que qualquer bomba.

Um dia depois dos atentados em Paris, o famoso grupo “Anonymous” fez uma promessa: “terminar de uma vez por todas com o Estado Islâmico”. Para isso, fazendo uso dos maiores gênios de informática do mundo, essa organização, que não tem sede, quer eliminar qualquer tipo de contato que o maior grupo terrorista do mundo tenha via internet, um instrumento que até agora era muito usado por seus miliares, principalmente para recrutar milhares de jovens por ano.

Em apenas 24 horas, os resultados estão à vista de todo o mundo e, sem usar qualquer tipo de violência, o Estado Islâmico está muito mais fraco com esse primeiro ataque dos “Anonymous”. Ao todo foram mais de 5 mil contas que foram encerradas nas redes sociais e que pertenciam a vários terroristas, que preferiram recuar com suas estratégias pois o risco de verem suas identidades tornadas públicas era enorme.

Ao contrário do que estava verificando com os bombardeios da França, Rússia e Estados Unidos, o grupo “Anonymous”, sem grande dificuldade, conseguiu que o Estado Islâmico ficasse visivelmente mais fraco, obrigando eles a abandonar suas estratégias, deixando de parte a Internet, o meio principal que, até agora, fez com que o maior grupo terrorista no mundo conseguisse recrutar e treinar milhares de soldados, muitos deles europeus, ao longo dos últimos quatro anos. Parece assim que a solução para eliminar o Estado Islâmico é, de uma forma um pouco paradoxal, de forma não violenta.
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PLUNC, um festival de arte digital em Lisboa e Almada

O PLUNC, um festival internacional de Artes Digitais e Novos Media, irá decorrer entre 24 e 27 de setembro nas zonas ribeirinhas das cidades de Lisboa e Almada. A entrada é livre.

plunc
Entre os dias 24 e 27 de setembro, irá realizar-se em Lisboa e Almada a primeira edição do PLUNC, um festival internacional de Artes Digitais e Novos Media. Com uma programação vasta, com exposições, workshops e debates, o PLUNC pretende ser, nas palavras da organização, “um espaço informal de permanente diálogo”, onde se cruzam a arte e tecnologia. Tudo isto com entrada livre.

O evento, que irá decorrer nas zonas ribeirinhas das cidades de Lisboa e Almada, está “construído de forma a criar uma dinâmica e fluxo de percurso entre as duas margens”, disse ao Observador Carlos Ramos, da organização. Graças à parceria com a Transportes de Lisboa, as exposições irão acontecer nas estações fluviais de Cacilhas, Cais do Sodré e em cais de desembarque desocupados. “O que por si só já é algo inovador, além de existirem talks de curta duração nos barcos, durante a travessia“, frisou Carlos Ramos.

Para além das atividades organizadas nos cais das duas margens, haverá ainda uma exposição da curadoria de Zach Lieberman, um dos mais importantes nomes na área da computação física e da programação criativa, que será organizada na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, perto do Chiado.

Os workshops, que abordarão temáticas como o hacking, código, makers ou sensores, irão começar no dia 21 de setembro e prolongar-se-ão até ao último dia do festival, 27 de setembro. “Teremos a construção de um drone aquático com sensores, feito de material reciclado, um workshop de acoustic sensing, outro de computação física, um sobre desenho e programação e ainda outro na área dos makers, para constuir um bot“, contou ao Observador Carlos Ramos.

A programação do PLUNC inclui ainda duas conferências com convidados internacionais e uma performance de arte digital, realizada pela dupla Yago de Quay e João Beira, a decorrer no Ginjal Terrasse, que acolherá também uma das conferências.

No que diz respeito às exposições, o festival irá contar com obras da artista belga Els Viaene, que terá em exposição uma peça de grande dimensão chamada “The Mamori Expedition”, e de Alex Rothera, um designer e artista nort-americano que irá apresentar o projeto COVE e participar num workshop. A nível nacional, o PLUNC irã contar com trabalhos de André Sier e de José Carlos Neves.

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