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Seixal-Autarquia solicita reunião ao ministro da Educação

A autarquia informou que vai enviar um pedido de reunião ao ministro da Educação a alertar para a necessidade urgente de construção da Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Fernão Ferro, nas Laranjeiras, freguesia de Fernão Ferro.


25 de Agosto 2017
O encontro teve lugar hoje, sexta-feira, dia 25 de agosto, junto ao terreno previsto para a construção deste equipamento.

Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, referiu que «na freguesia de Fernão Ferro, em franco crescimento, não existe nenhuma escola dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, pelo que é urgente e necessária a construção de um equipamento desta natureza para todos os alunos que moram e estudam na freguesia.”

Recordamos que apenas existe a Escola Básica Carlos Ribeiro, sede do Agrupamento de Escolas de Pinhal de Frades, que abrange as escolas da freguesia de Fernão Ferro, mas que se localiza na União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires e que conta atualmente com cerca de 10 turmas a mais do que a dimensão da escola prevê, pelo que não serve os interesses dos munícipes desta área de residência e coloca inclusive o ensino destas crianças e jovens em causa.

Neste sentido, Joaquim Santos acrescentou que “vamos pedir uma reunião ao sr. ministro da Educação enviando todos os dados para que seja sensível a esta necessidade».

A construção desta escola viria suprimir as dificuldades sentidas e capacitar o concelho com uma infraestrutura que poderia acolher cerca de 750 alunos, dos 2.º e 3.º ciclos, tendo por base que a mesma teria capacidade para 25 salas com 30 alunos por turma.

No ano letivo 2016-2017, a freguesia de Fernão Ferro tinha 160 crianças do pré-escolar (4 jardins de infância) e 680 alunos do 1.º ciclo (4 escolas básicas), números que demonstram a necessidade de construção de uma escola dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico nesta localidade, que pudesse acolher os alunos que transitam para estes ciclos de estudo.

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Treze crianças feridas em incêndio junto a escola no Barreiro

TVI 24

2017-03-13 10:45

Chamas obrigaram a evacuar Escola Básica do 2º e 3º Ciclo do Álvaro Velho. No local foram ainda assistidas mais 15 pessoas por inalação de fumos e alguns casos de ansiedade, entre eles o proprietário do espaço onde ocorreu o incêndio

Treze crianças foram transportadas para o hospital do Barreiro com ferimentos ligeiros devido a um incêndio, já extinto, em anexos junto à Escola Básica do 2º e 3º Ciclo do Álvaro Velho, Barreiro, disse à agência Lusa uma fonte dos bombeiros.

“Ocorreu um incêndio em três anexos e algum canavial, numa zona contígua à escola. Não atingiu o edifício escolar, mas devido ao fumo muito intenso foi necessário evacuar a escola num total de 900 alunos, que foram deslocados para um local seguro por indicação da Proteção Civil”, disse à Lusa Bruno Loureiro, adjunto de comando dos bombeiros Sul e Sueste, do Barreiro.

O incêndio ocorreu às 08:52, conforme disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, num zona de anexos que fica situada junto à vedação da escola, perto do pavilhão desportivo do estabelecimento.

Bruno Loureiro referiu que o incêndio causou ferimentos ligeiros em 13 crianças, que foram transportadas para o hospital do Barreiro. Nenhum caso é considerado grave.

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Ministro da Educação anuncia intervenções em 142 escolas

Obras representam um investimento total de 175 milhões de euros

Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação Miguel A. Lopes/Lusa

O ministro da Educação disse que há 142 intervenções em escolas de mais de 100 municípios já aprovadas, que representam um total de 175 milhões de euros, mas as obras vão chegar a 150 municípios. “Temos neste momento um pacote financeiro importante relacionado com o Portugal 2020 que vai levar a obras em mais de 150 municípios. Já foram aprovados 142 investimentos com mais de 100 municípios num montante global de 175 milhões de euros. Os restantes investimentos estão neste momento em negociação”, disse o ministro Tiago Brandão Rodrigues na comissão parlamentar de Educação e Ciência, onde hoje foi ouvido por requerimento do PSD. O ministro referiu ainda alguns casos concretos, como o da escola secundária João de Barros, no Seixal, cuja portaria de extensão de encargos para realização de obras já foi publicada, as quais devem ter início “dentro de três ou quatro meses”, uma vez que, disse Tiago Brandão Rodrigues, “existem prazos legais que têm que ser vencidos”, como os do Tribunal de Contas. Sobre a escola secundária do Monte da Caparica, em Almada, para onde hoje a associação de estudantes convocou uma manifestação para reivindicar a finalização das obras paradas desde 2011, o ministro disse estar a trabalhar para que a intervenção possa acontecer ainda este ano. Já assinada está a portaria de encargos para as obras na escola de música e de dança do Conservatório Nacional, e a tutela disse estar a trabalhar para que o mesmo possa acontecer com o Liceu Camões, em Lisboa, e com a escola básica do Parque das Nações. Questionado pelo PSD sobre as obras na escola secundária Alexandre Herculano, no Porto, que recentemente foi encerrada por decisão da direção por falta de condições nas instalações, e sobre se será necessário redistribuir alunos por outras escolas da proximidade para que as obras de fundo no edifício se possam concretizar, o ministro disse que não é construtor civil. “Não sou construtor civil, não entendo de construção civil, e a pertinência de deslocar alunos e de poder congregar os trabalhos de requalificação será algo que os arquitetos terão que dizer oportunamente. Eu não o direi. Tudo está a ser feito para que a requalificação possa acontecer o mais brevemente possível com os instrumentos financeiros e organizativos do Ministério da Educação”, disse Tiago Brandão Rodrigues. O ministro afirmou ainda que há “dezenas de intervenções que vão acontecer ao longo deste ano por utilização de investimento direto da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares”. De acordo com dados da tutela, as obras em escolas a realizar em parceira com os municípios — que partilham com o Estado o custo da contrapartida nacional ao financiamento comunitário — devem totalizar 200 intervenções em escolas do 2.º e 3.º ciclo e do ensino secundário, com um custo estimado de 200 milhões de euros. Estas obras, em parceria com os municípios acontecem ao abrigo dos Pactos para o Desenvolvimento e Coesão Territorial celebrados no âmbito do Acordo de Parceria Portugal 2020. Ainda segundo o Ministério da Educação, no âmbito do quadro comunitário Portugal 2020 as autarquias vão avançar com obras em estabelecimentos do pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, num total de 300 intervenções com um custo estimado de 120 milhões de euros. No total, o Governo prevê que sejam gastos 320 milhões de euros em 500 intervenções nas escolas no âmbito do programa Portugal 2020. As portarias de extensão de encargos têm sido publicadas em Diário da República à medida que os acordos com as autarquias são assinados.

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Trinta e duas crianças assistidas em escola de Alcochete

Alunos têm entre 10 e 13 anos e estão a ser assistidos

Trinta e duas crianças da Escola Básica Rei D. Manuel I, em Alcochete, que se queixam de tonturas e dificuldades respiratórias, estão esta quarta-feira a ser assistidas por uma equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), informaram os bombeiros. Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, os bombeiros foram alertados às 14h41 para um problema com uma única criança, mas cerca das 16h10, o INEM já estavam monotorizar 17 crianças, com idades entre os 10 e os 13 anos, todas com os mesmos sintomas: tonturas e dificuldades respiratórias. Durante a tarde, surgiram novos casos aumentando para 32 crianças. As causas prováveis dos problemas de saúde detetados não foram ainda divulgadas. A agência Lusa tentou ouvir os responsáveis da escola, mas não foi possível estabelecer contacto. O CM sabe que pelo menos três crianças foram transportadas para o Hospital do Barreiro.

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Apanhado com arma em escola de Almada

Rapaz transportava pistola de 6.35 mm com duas munições.


Um jovem de 17 anos foi detido na passada quarta-feira por posse ilegal de arma e de munições à porta da Escola Básica e Secundária Professor Luís Gomes, no Laranjeiro, em Almada. Segundo o CM apurou, o rapaz – que não é aluno do estabelecimento de ensino – terá apresentado sinais de nervosismo quando foi abordado pela PSP, que se encontrava na zona a fazer uma ronda. Confrontado com o facto de ter em sua posse uma pistola de 6.35 mm, carregada com duas munições, o jovem alegou que a tinha para defesa pessoal, visto já ter sido várias vezes vítima de agressões. O menor de idade foi presente ontem ao tribunal de Almada, onde foi condenado à realização de trabalho comunitário, por não ter rendimentos para pagar uma pena monetária. O jovem não tinha antecedentes criminais.

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Quinta do Conde exige construção de escola

Cordão humano vai ligar três escolas da freguesia e deve juntar hoje quatro mil alunos.

São esperados hoje quatro mil alunos no cordão humano que vai ligar três escolas da Quinta do Conde (Sesimbra) que, juntamente com a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia, exigem a construção de uma escola secundária. Atualmente, na Quinta do Conde há apenas uma escola a receber os estudantes deste nível de ensino. Está “sobrelotada”, adianta a vice-presidente da Câmara de Sesimbra, Felícia Costa. A Escola Básica 2,3/S. Michel Giacometti tem capacidade para 400 alunos mas acolhe 1400. Vinte turmas do secundário têm aulas em contentores, “com mais de 20 anos, que vieram da Cidade Universitária”, diz Felícia Costa. A sobrelotação obrigada a que diariamente mil alunos passem “4 horas em 3 transportes públicos”, diz Ana Oliveira, presidente da Associação de Pais da Escola Básica da Boa Água. A comunidade escolar vive preocupada com estes alunos, que estudam noutros concelhos como Setúbal, Seixal, Moita e Montijo. “Os pais temem pela segurança dos filhos que, em muitas situações, têm de passar duas horas sem aulas à espera do próximo transporte para regressarem a casa”, frisa. Em resposta ao CM, o Ministério da Educação explica que está a desenvolver esforços “no sentido de encontrar resposta para a necessidade identificada, tendo já reunido com a Câmara de Sesimbra com vista a analisar esta e outras questões relativas à rede educativa e às necessidades de oferta e intervenção no parque escolar, a suprir a médio e longo prazo”. O cordão começa a formar-se às 10h00 na EBI da Boa Água, passa EBI Quinta do Conde e termina na Michel Giacometti.

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Charneca de Caparica – Pais indignados com apito na aula

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Nova docente da turma aterrorizada impõe respeito a apitar.

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turma de 1º ano da Escola Presidente Maria Emília, na Charneca da Caparica (Almada), que foi aterrorizada desde o início do ano letivo por uma professora – como mostram as gravações das aulas feitas por um pai, tal como CM noticiou – tem agora uma outra docente que também está a indignar os pais.

“Isto é surreal, mas a nova professora, que chegou a semana passada, utiliza um apito nas aulas para impor respeito, dá pontapés para porem os pés para dentro da carteira e dá com os livros na cabeça das crianças”, contou ao CM um encarregado de educação, que solicitou o anonimato, acrescentando: “Depois de tudo o que passaram com a outra professora, isto era o pior que podia acontecer a estas crianças. É uma vergonha”. A mãe de um aluno, de outra turma, garantiu ao CM que o som do apito é ouvido nas outras salas de aulas.

O CM sabe que toda a situação está a levar os pais a ponderar a retirada das crianças da escola. Em relação à anterior docente, que meteu baixa, o Ministério da Educação (ME) garantiu que as queixas dos pais “já estavam a ser analisadas pela direção do Agrupamento Daniel Sampaio” antes de o caso ter sido tornado público pelo CM. O ME diz que a direção “comunicará à Inspeção-Geral de Educação e Ciência a decisão que tomar sobre o comportamento da docente” mas admite medidas adicionais. “A decisão será apreciada e, caso seja necessário, serão determinadas novas diligências, visando o apuramento rigoroso da situação em causa”.

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Escola Secundária da Quinta do Conde aprovada na Assembleia da República

5684 assinaturas dão escola secundária à Quinta do Conde

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Cerca de mil alunos da Quinta do Conde saem do concelho de Sesimbra todos os dias. Passam horas em transportes para poderem chegar às aulas e terem direito à educação.” O alerta parte de Ana Oliveira, da Associação de Pais da EBI da Quinta do Conde, que nos últimos dois dias viu o Parlamento discutir e votar um pedido da população que se arrasta há anos: a construção de uma nova escola secundária. Ontem, foram aprovados por maioria na Assembleia da República (AR) os quatro projetos de resolução para a construção urgente da escola secundária.

Para acompanhar a discussão em plenário, na quinta-feira, uma comitiva de 40 pessoas esteve presente na AR. Alunos, pais, professores e autarcas atravessaram o Tejo na esperança de receberem boas notícias, há muito esperadas.

“Desde 1995 que se fala na necessidade de uma resposta em ensino secundário para a Quinta do Conde”, recorda ao CM Vítor Antunes, presidente da junta de freguesia. “Houve a ideia de se iniciar as obras em 2011, através da Parque Escolar”, referiu o autarca, salientando que já existe um terreno para este efeito, cedido pela Câmara de Sesimbra. “Há condições objetivas para a construção. Com seis ou sete milhões, consegue-se fazer uma escola secundária com muita qualidade e que satisfaça as necessidades dos alunos”, afirmou.

A exigência da população chegou ao Parlamento em novembro de 2015, na forma de uma petição assinada por 5684 pessoas. A freguesia tem apenas uma oferta no ensino secundário. A EB 2,3/S Michel Giacometti “só tem capacidade para quatro turmas do 10º ano”, afirma Ana Oliveira. A Escola Secundária de Sampaio é outra opção nas proximidades, “mas já rebentou pelas costuras”, acrescenta a representante dos pais.

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Seixal – Gravação apanha docente

Ficheiro áudio capta professora a intimidar alunas.

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Depois de saber que os pais de alunos da turma F do 6º ano a que dá aulas fizeram queixa, em outubro, à direção da Escola Básica 2,3 da Cruz de Pau, Seixal, a professora de Inglês acusada de “aterrorizar os alunos” intimidou pelo menos duas das menores na sala de aula. Episódio que foi captado em áudio durante uma aula, gravação a que o CM teve acesso. A docente está a ser alvo de um processo disciplinar.

“Pais com dor de cotovelo inventaram determinadas coisas”; “tenho um recadozinho para dar à aluna F. e V. porque esteve cá uma das mães, porque agora entram na escola e na sala como e quando querem”; “V., espero que tenhas vergonha tendo em conta o que me fizeste e o que disseste em casa”– são alguns dos comentários que a professora fez na sala de aula. Seguiram-se momentos de riso e gozo de outros alunos contra as menores. Foi um destes episódios que levou uma das visadas, aluna do ensino especial integrada na turma, a sofrer um ataque de pânico. Os pais querem agora usar as gravações para provar as denúncias feitas.

Após a notícia revelada pelo CM, esta aluna foi esta quinta-feira perseguida num dos intervalos das aulas, o que levou a PSP a ser chamada à escola. “Um grupo de alunos mais velhos rodeou a minha filha e começou a meter-se e a gozar com ela, que teve de fugir, a chorar, e sofreu mais um ataque de pânico”, denunciou Vera Sousa, mãe da aluna do ensino especial.

“A professora mete música kizomba nas aulas, obriga os miúdos a dançarem e coloca as mãos dos rapazes nas zonas íntimas das meninas, ameaça-os e persegue-os”, refere a mesma mãe. Pelo menos 10 pais fizeram queixas na escola e ao Ministério da Educação, que está a investigar.

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Monte de Caparica – Pais agridem-se à porta da escola

Alunos envolveram-se em cenas de violência.

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A confusão instalou-se na segunda-feira, ao final da manhã, na Escola Básica Integrada do Monte de Caparica, em Almada, quando dois alunos se envolveram em agressões físicas violentas. Tudo aconteceu antes da pausa para almoço. Quando os estudantes regressaram para o horário da tarde levavam os pais. E aí instalou-se nova confusão junto ao portão da escola, envolvendo os adultos.

Um jovem de 14 anos foi levado para o Hospital Garcia de Orta. Apresentava um golpe na cabeça. A GNR foi chamada ao local – o primeiro alerta foi dado a uma patrulha da Escola Segura.

Segundo uma encarregada de educação, que não quis identificar-se, várias pessoas tentaram travar a atuação dos militares. Segundo a mãe de uma aluna de 10 anos houve mesmo o arremesso de pedras contra os militares, uma situação que não foi confirmada pela GNR. O CM tentou contactar a direção da escola para obter um esclarecimento, mas tal não foi possível até à hora de fecho desta edição. Os pais queixam-se de que são frequentes os casos de violência naquela escola.

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